Sua puta gostosa

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Como siempre, podes escribirnos a dulces.placeres@live.com, te leemos


TU PERRA

Todo empezó como un simple juego, a pesar de mis años, de mi familia, de mi esposa, de mis hijos, de ser ante todos un tipo heterosexual, en verdad, siempre había reprimido ese lado homosexual que un poco más, un poco menos, todos llevamos dentro.

Y con el pasar de los años, noté que mi vida sexual junto a mi mujer iba poco a poco en franca decadencia, un poco por costumbre, otro poco porque ya habíamos experimentado todo, otro poco porque ya nos conocíamos demasiado, y a pesar de ser muy feliz junto a ella, llegó el momento en que me faltaba algo.

Así empecé a escondidas a navegar por internet, me interesé en relatos, vivencias, fantasías, páginas, y descubrí en la en la web un mundo nuevo, gente que solo buscaba pasar un buen momento, excitarse, jugar, y algunos mas por que no, una charla via skype, y hasta algún encuentro real si se daba la situación.
Un día empecé a jugar por el chat, siempre buscando chicas, o alguna pareja dispuesta, pero siempre terminaba frustrado, muchas mentiras, perfiles falsos, y llegue a la conclusión de que en general, el mundo porno era una pasión de los hombres, había muy pocas mujeres interesadas, y si las había, era solo para cambiar palabras.
Así fue que poco a poco mi charlas se hacían con otros hombres, y hablábamos de mujeres, la mía, la suya, situaciones, juegos imaginarios y era solo pasar el rato donde muchas veces llegaba a profundas erecciones.

Por otro lado, a solas, fantaseaba mucho con vergas enormes, me excitaba ver videos, en especial cuando escupían mucho semen, eso hacía que no pudiera evitar una erección hasta llegar a la masturbación para calmar mi fuego interno. Las chicas transexuales eran mi perdición, pero siempre a escondidas, sin que nadie lo imaginara, y descubrí que prefería ver pornografía travesti a la tradicional de mujeres. Y las conchas me encantaban, pero las pijas representaban interrogantes sin resolver.

Así fue como un día le escribí a un tal Rogelio, aunque en ese momento no sabía su nombre, solo su nick, 'avenger' y por el único y real motivo que me animé a hacerlo fue por su avatar, una verga monstruosa que apenas entraba en cuadro, que asumí que sería bajada de la web, como dije, en esos sitios, todos mienten así que porqué debería ser el la excepción.
Empecé con un 'hola', y las palabras ya no se detendrían, solo hablábamos de nuestras esposas, cambiamos alguna que otras fotos, por cierto, todo muy de hombrecitos. Y recuerdo que fue el quien dió el primer paso, me escribió algo como 'que linda se ve tu verga' - en mi perfil también tenía una foto de mi sexo - a lo cual reí, y eso abrió las puertas a lo que seguiría entre nosotros. Fue mi oportunidad para preguntar por su avatar, realmente me daba curiosidad y de ser cierto, me doblaba en tamaño, no podía quitarle los ojos de encima, fui honesto, le dije que 'él si que tenía una verga hermosa' y poco a poco, nos encontramos hablando solo de pijas, y nos olvidamos de nuestras mujeres.


Sua puta gostosaOs dias foram passando, eu e o Rogelio trocávamos muitas mensagens, e eu sentia meu pau endurecer só com o efeito das palavras dele, das fotos dele, porque eu pedia fotos do pau lindo dele todo dia, embora ele também pedisse as minhas, e comecei a bater uma imaginando um monte de coisas, e tudo foi se encaixando, aos poucos. Ele me contou que a primeira experiência sexual dele foi bem novinho, com um cara mais velho, e que tinha sido ativo e passivo. Foi muito excitante pra mim ler aquelas palavras, eu nunca tinha ficado com outro cara.

Pode-se dizer que naquela época nasceu uma amizade virtual, sabíamos que nunca nos encontraríamos na vida real porque estávamos em países muito distantes, fantasiávamos demais e chegou um momento em que eu estava super ansioso pelo que o Rogelio ia me escrever. Sexualmente, minha esposa tinha ficado em segundo plano, e conforme as coisas foram rolando, logo ficou claro que ele assumiria uma posição dominante, eu seria a putinha dele, como ele dizia, e eu seria seu bichinho submisso, passivo, pronto pra fazer tudo o que ele quisesse. E me excitava agradar ele, fazer ele bater uma, e eu precisava de alguém que me desse ordens, era como se psicologicamente eu colocasse nos ombros dele o peso da minha parte homossexual não assumida.

O Rogelio sabia que eu me depilava, minha foto do avatar mostrava isso, mas aí ele me perguntou se eu depilava a bunda. Achei engraçado, nunca tinha feito isso, mas se era a primeira ordem dele, eu devia fazer.

Então, uma tarde, no chuveiro, comecei a raspar pacientemente minha bunda. Foi desconfortável, um trabalho às cegas, me guiando só pelo tato, e foi tão quente que meu pau ficou duro que nem pedra o tempo todo.

Eu bati uma só de imaginar a situação, não consegui evitar.

Pouco tempo depois, minhas primeiras fotos com a bunda toda depilada foram parar na web pra ele. Só pra deixar claro, a gente tinha um pacto: nada de rostos ou situações que pudessem nos comprometer. Os dois tínhamos família e precisávamos lidar com o assunto com cuidado e discrição. Ganhei umas fotos, esse era meu prêmio. Se eu fosse uma puta obediente, ele me mandava fotos da bela pica dele, só pra mim.
Com o Rogelio, a gente colocava muito tesão nas nossas conversas, eram quentes, eu adorava imaginar situações, especialmente queria muito chupar a pica dele, era uma fantasia que voltava sempre, poder saborear ela, até tentar enfiar fundo na minha garganta, e uma coisa em especial me tirava o sono, uma imagem que sempre rondava minha cabeça, era ele me apertar bem forte e gozar tudo na minha boca, sentir o gosto do sêmen dele e ele me obrigar a engolir. Às vezes, depois de me masturbar, eu bebia minha própria porra pensando que era a dele.

Rogelio então disse que queria avançar, eu ia ser a puta dele, e o jogo era excitante. Me chamou a atenção ele perguntar de novo pela minha mulher, lembrou das fotos que eu tinha mandado uma vez e começaram a surgir assuntos de lingerie, roupas femininas, e ele foi insinuando a possibilidade de me ver vestido de mulherzinha.

Enquanto isso, minha vida paralela continuava sem se cruzar com minha aventura com Rogelio, minha esposa, meus filhos, meu emprego, tudo era como sempre foi, mas as coisas mudavam tão rápido que eu nem percebia.

Precisei de um tempo pra pensar e repensar muitas coisas, o que queria fazer da minha vida. Sem dúvida, o que tinha começado como um jogo inocente de repente se transformou no motor da minha vida, era complicado entender, mas aquela situação estava tirando de dentro de mim anos de repressão.

Não dava mais pra continuar com essa vida dupla, uma menina em segredo, o macho chefe de família por outro lado, além disso, minha mulher não merecia isso, ela era boa demais e eu sentia remorso toda vez que fazia coisas pelas costas dela.

Nunca dei os motivos reais, talvez ela tenha adivinhado em algum momento, mas eu precisava de espaço, e a gente começou uma separação temporária que depois acabou sendo definitiva. Aluguei um apartamento pequeno, bem barato, terceiro andar sem elevador. O justo e o necessário.
Já com meu novo papel assumido e definido, só me restava uma coisa pela frente: satisfazer o Rogelio.

Assim continuei com minhas fotos, meus vídeos, minhas palavras. Comecei a me sentir à vontade com meu corpo, perdi alguns quilos, a depilação ficou cada vez mais profunda e eu aceitei aquilo como parte da minha vida.
Foi aí que chegaram as primeiras tangas colaless, as primeiras meias de rede, as primeiras ligas, bodys e toda peça que me fizesse parecer feminina. Os primeiros sapatos de salto alto, botas de látex e um monte de roupas que me deixavam com uma cara sugestivamente de puta.

Rogelio curtia tudo aquilo. Eu era a puta dele, e os desejos dele eram o farol no mar escuro das minhas perversões secretas.
Para fora do meu apartamento, para todo mundo eu era o Mario, um cara simples, trabalhador, que não se metia com ninguém.

Meu homem da web aumentou a aposta. Mandou eu ir a uma sex shop comprar alguns brinquedos, e foi um pedido que eu já queria há tempos, só que não faria se não fosse por uma ordem direta dele. Foi muito quente. Tinha paus de todos os tamanhos e cores, e naturalmente fui atrás dos maiores.publicoJá de volta, eu não cabia em mim de tesão. Me vesti com minhas roupas, meias de renda, ligas, sapatos femininos, só peguei meu celular pra imortalizar o momento. Lubrifiquei um dos brinquedos e comecei a forçar meu esfíncter. Achei que ia morrer de dor, era grosso demais, mas minha excitação pensando que era a rola do Rogélio me penetrando falava mais alto. Enfiei tudo, e aquela dor logo virou prazer. Eu me via como uma mulher, devorando aquele brinquedo enorme, batendo uma pra minha rola dura até chegar a um orgasmo monstruoso. A imagem no celular me parecia provocante demais.

E essa foi minha nova vida por um tempo. Meu amante da web me empurrava pra mais, e eu era a putinha dele, só pra ele. Me excitava ver meu esfíncter dilatado, mandar fotos, uma atrás da outra. Meu lado passivo tinha desabrochado, e nada ia parar isso. Aquele mundo secreto todo tinha virado um paraíso de prazer, e todo dia eu dava um show particular pra ele.

Mas nem tudo que eu fazia no meu mundo passava necessariamente pelo mundo do Rogélio. Em algum ponto, tantas brincadeiras começaram a ficar comuns, e eu precisava de algo mais. As rolas de brinquedo eram espetaculares, mas não eram o melhor...

Me decidi uma noite. Tinha pesquisado muito na internet e no final resolvi tentar a sorte numa boate gay da minha cidade. Me vesti normal, de jeans e camisa, como eu disse, no meu bairro eu ainda era o Mário, um cara normal. Lá dentro, tudo mudou. Acho que pela primeira vez na vida eu tinha encontrado meu lugar no mundo. Pessoas que pareciam comigo, algumas mais ousadas, com perfis mais femininos, e um palco de um lado onde dançavam sensualmente várias minas que na verdade não eram minas.

Falei com um, dancei com outro. No final, um rapaz me ofereceu uma bebida, e uma coisa levou à outra até que fui direto ao ponto:

— Quero chupar sua rola...

Só falei isso. Ele me olhou nos olhos, e fomos direto pro banheiro, onde não éramos os únicos fazendo loucura. Fomos pro No final de tudo, encontramos um lugar, entramos no cubículo pequeno, sentei no vaso enquanto ele afrouxava a braguilha, finalmente teria o que sempre quis, meio desesperado procurei o pau dele e comecei a chupar, como sempre desejei, como sempre imaginei, com uma ereção contida entre minhas pernas só chupei com capricho, era pequeno, não foi difícil engolir inteiro, e minha excitação cresceu mais quando vi do lado de fora, um cara nos observando atentamente, batendo uma pra um pau respeitável, como se esperasse a vez dele, se excitando com o que via.
O leite do garoto me pegou de surpresa, um gosto amargo e grosso invadiu minha boca e como tantas vezes imaginei engoli até a última gota, delicioso.
Então o moreno que esperava fora se aproximou e disse, pegando meu parceiro casual pelo ombro:

— Me permite? Minha vez...

Achei que também ia chupar ele, mas esse cara tinha outras intenções, me fez levantar, me virou e coloquei as mãos na parede do cubículo, senti ele desabotoar meu cinto e puxar minha calça pra baixo, só o suficiente pra deixar minha bunda nua, lembro que tava de fio dental vermelho, ele só afastou de lado meio desesperado, cuspiu no próprio pau e eu deixei rolar.
O pau duro dele procurou meu buraco e quando acertou, enfiou tudo de uma vez, e começou a meter com força no meu cu, que delícia que era! Os brinquedos eram bons, mas isso... ahhh!!! o paraíso...
Eu fiquei parada, gemendo a cada estocada, sentindo a respiração dele na minha nuca, compartilhando um prazer perfeito, amava o jeito que ele comia minha bunda...
No final, só senti ele gozar, começou a gemer, a rebolar, e deixei ele gozar dentro do meu cu...

Trabalho feito, enquanto o estranho guardava o pau, eu me ajeitava como dava, minha bunda pequena tava toda aberta e escorrendo leite quente, coloquei a calcinha no lugar, subi a calça jeans, e concluí que Era hora de voltar pra casa, onde eu ia acabar me masturbando com meus brinquedos, como sempre fazia, lembrando do tesão que tinha vivido...

Os dias foram passando, e aos poucos as coisas mudaram com o Rogelio. Eu precisava mais dele, exigia o tempo dele, a presença dele, mas ele aparecia cada vez menos. Parou de atender minhas ligações e não respondia mais minhas fotos, meus vídeos. Também perdi o interesse nas fotos da pica dele, que aliás ele também não mandava mais. E a história entre nós simplesmente acabou. Eu tinha me jogado de cabeça nesse jogo, mas pra ele tinha sido só isso: um jogo. O Rogelio, ao contrário de mim, priorizou a família dele, a esposa, as filhas, o emprego, o lado macho dele — tudo que eu tinha deixado de lado...

O que sinto falta dele é que parece que perdi minha bússola, meu norte. Não sou do tipo que fica criando muita expectativa, e não sei o que fazer sem um macho pra me dar ordens, pra me fazer de putinha dele. Ainda não encontrei ninguém pra satisfazer em segredo. Quem sabe, talvez você, que tá lendo, seja o cara certo...

Se você gostou desse relato, pode me escrever com o assunto SUA PUTINHA pra dulces.placeres@live.com

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