A história do meu amigo corno

aqui vai a terceira parte dessa história que meu amigo do poringa foi me contando
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VALEU PELOS PONTOS
E ESPERO QUE VOCÊS CURTAM MUITO












Passaram uns dez dias, mas as conversas com o Sergio continuavam, ele mantendo ele por dentro do que rolava com a Fer, que ele via a cada dois ou três dias e, claro, comia ela. Até que ele chamou ele de novo na oficina pra contar com todos os detalhes o que tinha acontecido num hotel. Carlos, mesmo sabendo o que podia dar, se deixou levar pelo tesão e foi. Chegou lá, subiu direto pro escritório e se surpreendeu ao ver o gordo Ricardo lá. Os dois estavam esperando por ele, ansiosos.


Sergio, veio saber como eu tô comendo a sua mulher? Então, já sabe o que tem que fazer.


Sérgio puxou a rola pra fora da calça e, sem dizer nada, Carlos já sabia que tinha perdido de novo. O tesão tomou conta dele, ele se ajoelhou na frente do Sérgio e engoliu inteira.


Sergio, você viu o Ricardo? Viu que puto que é o corno manso? Me dá até um pouco de nojo.


Ricardo, para mim não.


Ricardo tirou a calça dele, chupou a bunda dele e, sem dizer mais nada, meteu no cu. O pobre Carlos tentou se soltar, mas não conseguiu. O gordo o mantinha dominado e comia ele com muita vontade.


Ricardo, você é meu puto corno, não sabe a vontade que eu tava de te comer de novo, adoro sua bunda.


Sergio, come bem o corno que depois eu continuo e mostro pra ele como se fode a mulher do filho da puta.


Carlos estava sendo dominado pelo seu bull e pelo amigo dele, não era ideia dele, mas mesmo sentindo vergonha do que tava rolando, ele tava adorando. Quando o Ricardo encheu o cu dele, ele mesmo se entregou pro Sergio e chupou a pica do Ricardo. Tava todo entregue e vencido. O Sergio meteu nele de novo com muita força, deitaram ele na mesa e continuaram metendo até cansar. No fim, o Carlos ficou deitado, todo dolorido. O Ricardo abriu umas cervejas e o Sergio começou a contar como tinha levado a Fer pro hotel assim que ela saiu do trampo. Tavam nessa quando um dos funcionários entrou no escritório. O Carlos ficou meio nervoso, ainda mais quando ouviu o Sergio falar pra ele:


Sérgio, quer comer um putinho? Vai lá, arrebenta o cu dele que a corna adora isso.


Carlos não conseguiu fazer muita coisa pra se negar, o cara ficou muito excitado ao ver o corno largado na mesa com o cu escorrendo de porra, puxou o pau dele que era bem grande e meteu de uma vez.


Sergio, hoje você perdeu, corno. Daqui você sai mais cheio que a sua mulher.


Carlos já não tinha forças pra nada. Quando o cara terminou de comer ele, viu o outro que já tava pronto pra continuar metendo.


Carlos, não, por favor, chega, chega, não aguento mais.


As súplicas dele não adiantaram nada, o outro funcionário comeu ele do jeito que bem entendeu. Carlos parecia um boneco, mas pelo menos dessa vez conseguiu gozar, nem que fossem umas gotinhas, como já era de costume, e isso só deixava ele mais tarado ainda. Assim terminaram com ele, e o Ricardo levou ele pro bar, onde deixou usar o banheiro e deu um almoço bem farto.


Ricardo, pode vir quando quiser, você sempre vai ser muito bem recebido.


Carlos, muito obrigado, vou levar isso em consideração.


Terminou o almoço e foi pra casa com a bunda na miséria. Naquela noite, ele teve muita dificuldade pra transar com a mulher gostosa dele, e por algo que ele soube depois, ela enfiou os dedos no cu dele enquanto chupava a pica dele pra ele ficar duro. E foi assim que ele gozou como antes. Essa forma de transar com ela virou comum entre os dois, o melhor 69 pros dois.

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