Tô aproveitando uns dias de folga depois do Natal, mas uns imprevistos me levaram até meu chefe, onde rolou outro episódio que eu nunca tinha vivido antes. Opa, de novo, retomando o fio do último episódio, depois daquela noite de Natal especial, eu resolvi dar um dia de Natal incrível pro meu marido. Como vocês podem imaginar, eu não tava com a buceta pra muito barulho depois do que aconteceu, então meu dia especial de Natal foi basicamente cuidar e mimar meu marido. Passamos o dia inteiro na rua e, já no finalzinho, mesmo sem vontade nenhuma, a gente transou. Nada a ver com a noite anterior, mas ele é meu marido e eu amo ele. Não se assustem, eu sei que não é essa experiência que vocês querem que eu conte, e não vou contar. Depois do dia de Natal, acordei pra ir trabalhar. Tava no banheiro quando ouvi o celular. Era cedo pra receber uma ligação, mas todo mundo tava em casa, então, sem me preocupar muito, fui atender. Era o D. Andrés. Ele me deu o resto da semana de folga porque também não ia estar em casa, mas pediu pra eu passar lá pra pegar uma chave, porque nos próximos dias um técnico ia fazer uns reparos. Sem mais, desliguei e fui até a casa do meu chefe, já que, segundo ele, tinha uma viagem longa pela frente e queria sair logo. Como não ia demorar, peguei o carro e nem me arrumei direito. Na verdade, tava de avental do trabalho sem nada por baixo, afinal, não ia mostrar nada que ele já não tivesse visto e provado. "Que fresquinha você vem", ele disse assim que abriu a porta. Quando entrei, ele me deu um tapão na bunda e levantou meu avental. Eu afastei a mão dele, falando: "Cê tá com pressa, chefe". Ele me pegou pela bunda de novo, dessa vez me puxando pra perto dele e beijando minha boca. Depois, empurrou minha cabeça pra baixo, deixando bem claro o que queria, enquanto me olhava nos olhos e dizia: "Não fala besteira, sempre dá tempo pra um trabalhinhos fino. Além disso, tô... certeza de que você não quer se privar de uma boa gozada, vai ficar quatro dias sem provar, e realmente chupei com entusiasmo até ter minha recompensa. Antes de ir embora, ele lembrou que me ligaria quando o técnico fosse lá, e me pediu pra passar de vez em quando pra garantir que estava tudo em ordem, regar as plantas, etc. Disse pra eu não me preocupar, que me pagaria esses dias como se eu tivesse trabalhado. Dei dois beijos na bochecha dele e me despedi até segunda. Eu estava terminando de fazer a comida, quando o telefone tocou de novo. Era o D. Andrés, avisando que por volta das 10 da manhã o técnico passaria lá pra fazer os reparos. Também avisou que uns amigos dele apareceriam pra almoçar, porque já estavam na cidade, pensando que ele estava lá. Pediu pra eu atendê-los enquanto o técnico estivesse lá, depois ir pra casa, e eles me deixariam as chaves quando fossem embora. Eu disse que não teria problema, que ficasse tranquilo. Às nove e quarenta e cinco da manhã, já estava na casa do meu chefe. Sentei na mesa da sala pra tomar um café enquanto esperava o técnico. Não tinha nem dez minutos que estava lá quando os amigos do meu chefe chegaram. Eram três, acho que da mesma idade que ele, embora parecessem um pouco mais velhos, menos cuidados que o D. Andrés e, claro, muito menos atraentes. Também não tinham a educação e a simpatia dele, e não demoraram pra insinuar a sorte que o D. Andrés tinha de ter uma mulher assim ali. Esse comentário me fez pensar se meu chefe tinha aberto o bico pros amigos, mas logo descartei essa ideia. Como um cavalheiro como meu chefe faria uma coisa dessas? Me parecia impossível. Servi um café pra cada um, e eles sentaram no sofá. Conversavam entre si, me olhavam e riam. Pra mim, não passava despercebido que eles estavam de olho nas minhas pernas, e sem querer comecei a pensar naquele primeiro dia de trabalho, quando me dei conta de que estava com as pernas meio... abertas e meus admiradores esfregavam o pau por cima da calça, eu fingia que não percebia, disfarçando com a revista que estava na mesa, mas tanta lembrança tinha me excitado demais, precisava fazer alguma coisa antes que aquilo saísse do controle de novo. Tava quase me levantando quando a campainha tocou, era o técnico, um cara negro bem simpático. Perguntou pelo meu chefe e explicou o que ele já tinha me dito, cumprimentou meus acompanhantes com um sorriso e um bom dia e me seguiu até os cômodos onde tinha que trabalhar. Eu não queria voltar pra sala com aqueles senhores, então aproveitei pra dar uma arrumada na casa. Comecei pelo escritório do D. Andrés, onde o técnico também tava trabalhando. O cara era bem feio, mas tinha uns músculos bem definidos, falava pouco, só sorria, acho que por causa de problemas com o idioma. Duas vezes peguei ele olhando pra minha bunda, na segunda nem tentou disfarçar. Acelerei meus afazeres pra sair dali o mais rápido possível. A campainha tocou de novo, e fui pro andar de baixo abrir a porta. Era meu marido, tinha esquecido o celular em casa e veio ver o que ia fazer de comida. Ia explicar quando os amigos do meu chefe nos convidaram pra comer paella, eles tinham encomendado num restaurante perto. Insistiram pra ligar e pedir pra mais duas pessoas, insistiram tanto que não tive escolha a não ser aceitar. Depois das duas da tarde, Sebastián, que era o nome do técnico, foi embora pra almoçar. Insistiram pra ele ficar, mas ele se desculpou, dizendo que precisava pegar ou comprar umas coisas pra continuar o trabalho. A tarde tava linda e estávamos todos no jardim do meu chefe. Os homens falavam de futebol, caça e pesca, também de carros. Meu marido parecia estar curtindo aquela tarde, tinha se enturmado rápido com aqueles caras, especialmente com o Pedro, embora todos Participavam da conversa, mas era o Pedro quem tava mais empolgado com uns lugares de pesca que meu marido conhecia, e até fizeram planos pra aquele mesmo fim de semana visitar um deles. Deixei eles lá com suas conversas super importantes e fui abrir a porta. Era o Sebastião. De novo, acompanhei ele até o escritório do Doutor Andrés e voltei pra cozinha. Na lava-louças ainda tinha os talheres da noite do jantar; separei eles pra colocar a louça que a gente usou no almoço, e depois fui guardar tudo. O Sebastião entrou na cozinha naquele momento, como sempre, com um sorriso de orelha a orelha. Eu tava colada na bancada com a louça boa na mão, não deu tempo de me virar quando senti uma mão na minha bunda. "Pode me dizer o que cê tá fazendo?", falei, mas ele não reagia. "Meu marido tá lá fora, que porra é essa?", insisti, mas ele não só não tirou a mão, como também colou o corpo no meu. Fiquei apavorada, tinha a bancada da cozinha na minha frente e não conseguia largar a louça. Ter ela na mão era um problema foda—como ia deixar cair aquela louça? Não dava. Enquanto isso, o Sebastião se esbaldava na minha bunda, agora se esfregando em mim. Finalmente me toquei e larguei a louça na bancada. Me virei pra dar um tapa na cara daquele desgraçado, mas ele me recebeu com um beijo na boca e colocou a mão na minha buceta. Tentei resistir, mas sem fazer escândalo—meu marido tava lá fora com três desconhecidos, não queria nem imaginar se eles descobrissem o que tava rolando aqui dentro, e muito menos se isso chegasse aos ouvidos do meu chefe. Virava a cabeça com força, tentando desviar da boca dele, enquanto ele alternava entre apalpar minha bunda e acariciar minha entreperna. Comecei a sentir os dedos dele por cima da minha roupa e, pra minha vergonha, comecei a gostar. Não aguentei mais e procurei os lábios dele. Beijei ele com luxúria, explorando cada cantinho da boca dele. enquanto com minhas mãos eu apertava ele contra mim pelo cu, ele tinha aberto a parte de cima do meu roupão e lambia meus peitos, meus mamilos estavam durinhos como pregos e minha buceta escorrendo, mas meu marido e aqueles três velhos estavam lá fora, eu afastei ele de mim e expliquei que assim não dava pra me foder, mas que ia fazer um boquete que ele nunca esqueceria, me ajoelhei na frente dele e desabotoei a calça dele entre beijos no seu pacote, aquela pica coberta só pela cueca já mostrava a que vinha, mas o que vi quando abaixei me deixou chocada, aquilo era descomunal, o comprimento era bem maior que o do D. Andrés, mas essa ainda tinha uma grossura impressionante, nem tinha certeza se aquilo cabia na minha boca, comecei lambendo ela inteira depois cuidei das bolas dele e tentei engolir, custou bastante mas consegui meter um bom pedaço pra dentro, vidrada nessa tarefa eu estava, quando ouvi de fora a voz do meu marido: amor? Vamos pra casa que o Pedro quer ver umas coisinhas, tá bem amor, falei tirando aquele mastro da minha boca, enquanto observava o sorriso safado do Sebastião. Ao ouvir a porta do pátio fechar, me levantei e ele me levou pra um dos quartos, no caso o do meu chefe, lá terminou de tirar meu roupão, me sentou na cama e me deu a pica dele de novo pra eu chupar, agora não tinha desculpa e eu tinha certeza que ele queria me foder, por isso decidi salivar bem aquele troço. Não sei por que, acho que é pelo nervosismo de poder ter dentro de mim aquele negócio, ou o estado de excitação que senti desde aquela manhã, talvez o tesão de ter chupado uma pica enorme enquanto meu marido estava a poucos metros de mim além de acompanhado pelos amigos do meu chefe que pode-se dizer que é meu amante, o fato é que quanto mais chupava aquela pica mais eu ficava fascinada em fazer isso, percorria ela com minha língua em todo seu esplendor, descia até as bolas dele e metia o máximo que podia na boca, mas isso eu fazia com calma, sem pressa mas com entusiasmo, minha língua se entretinha no botãozinho dela, pegando com a ponta as primeiras gotinhas de líquido pré-seminal, o sabor me deixava louca. Sebastián me deitou na cama e se colocou entre minhas pernas, eu olhava fixo pra ele, assustada com o tamanho da pica dele, nervosa com o que tava rolando, mas no fundo tava morrendo de vontade. "Você vai gostar, não tenha medo", ele disse, me pegou pela cintura e me puxou pra perto da pica dele, agora não tinha mais volta, ele me fodia e eu tava desejando aquilo. A cabeça da pica do Sebastián acariciava minha buceta, devagar, com doçura, foi passando várias vezes, depois senti a pressão do pau dele tentando abrir caminho pra dentro de mim, ele foi enfiando aos poucos, bem devagar, a cada milímetro de pica que entrava eu sentia as paredes da minha buceta cederem, se ajustando ao tronco dele como uma luva, e me causavam uma mistura de dor e prazer que tava me deixando doida. Finalmente tava toda dentro, as estocadas continuavam lentas, suaves, e minha xota cada vez aceitava aquele estranho com mais conforto, a dor deu lugar a um prazer indescritível pra mim, cada vez que ele enfiava eu sentia a cabeça da pica no fundo do meu útero, não aguentei mais e gozei. Quando Sebastián se deitou na cama e fez um sinal pra eu subir em cima, eu não conseguia nem me levantar, minhas pernas tremiam do orgasmo que eu tinha acabado de ter. Com os joelhos fincados na cama, bem devagar fui enfiando a pica do Sebastián na minha buceta, enquanto isso ele acariciava minha bunda, abrindo as nádegas e dando uns tapas, também dava pequenas mordidinhas nos meus peitos que ainda estavam duros como pedra. As mãos dele foram da minha bunda pra minha cintura, e de lá começaram a marcar o ritmo da penetração, cada vez acelerava mais o ritmo, e a boca dele cuidava dos meus peitos com mais frequência, eu tava totalmente entregue, não tinha passado nem dez minutos do meu primeiro orgasmo e eu tive Outro bestial. Por sorte, a casa do meu chefe ficava bem afastada do centro da cidade, senão meus gritos naquela tarde teriam me causado problemas. Moro numa cidade pequena, e já sabe como é. Sebastião me colocou de quatro, esfregou o pau de novo na minha fresta e enfiou até o fundo, dessa vez sem tanta cerimônia. Escapei um grunhido, mas aguentei bem a investida. Ele começou a me foder de um jeito mais duro, mudando o ritmo de vez em quando, deixando mais intenso. Não sei quanto tempo ficamos assim, acho que não muito, embora pra mim estivesse passando rapidinho. Meu negão se levantou e tirou o pau. Quando senti o toque dele de novo, estava na entrada do meu cu. Eu me caguei de medo, era impossível aquilo entrar por ali. A grossura dele já tinha alargado as paredes da minha buceta, ia arrebentar meu cu se enfiasse. Mesmo assim, não falei nada, tava completamente entregue, ele podia fazer o que quisesse comigo. Na primeira apertada, senti uma dor aguda no meu furinho anal. Sebastião apertava o pau contra meu cu, me causando uma dor brutal. A essa tentativa seguiram-se outras, ele mal tinha enfiado metade da cabeça e eu já tava com lágrimas nos olhos de tanta dor. No fim, ele desistiu e passou a língua por toda minha costa até chegar na minha boca. De pé como estava, enfiou o pau de novo na minha buceta, mas dessa vez fechou minhas coxas. Assim, eu sentia ele dentro com muito mais intensidade. De cócoras, as estocadas eram pra baixo, e as mãos dele de novo na minha cintura empurravam pra trás. Aquilo era incrível, durante toda a fodida não consegui abrir os olhos nem parar de gemer. De novo veio outro orgasmo, de novo era bestial. Os movimentos de Sebastião denunciavam a gozada iminente, mas ainda me esperava outra surpresa. Finalmente consegui abrir os olhos pra curtir a gozada do meu amante e fiquei chocada. Na minha frente estavam os dois amigos do Pedro, que parece que não tinham acompanhado este cara em casa com meu marido, os dois estavam com as picas bem duras na mão, batendo uma como uns macacos, um sorriso bastou pra eles se aproximarem de mim, enquanto isso Sebastião descarregou as bolas dentro da minha buceta, quatro jorros potentes de porra que me encheram por dentro, os dois velhinhos mal se aproximaram de mim, gozaram na minha cara. Os dois tentaram enfiar em minha boca, os filhos da puta queriam ficar duros de novo pra continuar a festa, mas eu falei que já tinham tido espetáculo demais. Mal tinha me levantado da cama, meu coração deu um pulo, o rosto de Pedro, que supostamente estava com meu marido, apareceu na escada, minha cara devia ser um poema porque todos, ao me verem, seguiram meus olhos com os deles, o homem que estava com meu marido estava ali e eu me encontrava pelada na frente de três caras com a cara cheia de leite enquanto parte da gozada de Sebastião escorria pela minha coxa. Assim que entrou pela porta do quarto, me olhou nos olhos e disse: caralho, parece que vocês estavam se divertindo, fica tranquila, vim sozinho, seu marido ficou na sua casa. Os outros dois completaram: tá vendo, putinha, a festa pode continuar. Lavei o rosto, me vesti e fui pra casa, ao sair falei: despacha o Sebastião, depois meu marido vem buscar as chaves. Já sozinha em casa, fiquei pensando no que aconteceu, dessa vez tinha sido por pouco, além disso comecei um boquete a poucos metros do meu marido, enquanto ele estava acompanhado, a humilhação dele de ter nos descoberto teria sido insuportável, algo tinha que fazer, toda vez que tinha um homem perto eu ficava louca e não conseguia evitar me entregar a ele, estava claro, na segunda-feira falaria com o D. Andrés e pediria demissão.
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