João, o motorista de ônibus da cidade.

Como todo motorista de vila, o Juan nos viu crescer, os mais novos... os anos passaram, os guris e as gurias foram crescendo e a natureza fazia o dela, ou seja, o tesão reinava. Eu era um cara normal, família boa, estudante e obviamente muito tarado e punheteiro. Via um pornozinho quando dava e, na real, tudo me excitava e esquentava. Como de costume, o Juan costumava fazer a última viagem às 22h, e naquela época de outono já tava bem escuro. Um dia, voltando pra vila depois de uns tramites na cidade, voltei no busão das 22h e, como quase sempre, o Juan dirigia. No total, éramos umas 10 pessoas, que antes de chegar na vila, todas tinham descido. Faltando uns 20 minutos pra vila, o Juan me fala que vai parar uns minutos pra fumar um cigarro, coisa que era comum naquela época. Eu tava sentado no segundo banco, então dava pra ver sutilmente o que o Juan fazia. Na escuridão total do campo, só se via a tela de um celular, coisa que nem todo mundo tinha, e logo em seguida, claramente um vídeo pornô. Até me excitou um pouco, mas o que vi me deixou mais tesudo ainda. A luz do celular começou a se mexer, e no reflexo dava pra ver a pica do Juan e a mão dele. Não parecia grande, mas tava bem dura. Por não conseguir ver mais nada além da tela do celular, ouço o Juan, que tava me olhando, me falar: "Você viu o que é isso?" Eu fiquei duro, mas respondi: "Pô, Juan!" Ele, nem lerdo nem preguiçoso, sobe no busão e me fala: "Olha aqui, tem outro, pega e assiste." E foi como se fosse continuar dirigindo, e foi assim. Seguimos caminho pra vila, eu fiquei com o celular dele com o som alto, o que fazia tudo ser ouvido. Eu tava empalado, mas não tinha coragem de tirar a pica e bater uma, mesmo estando escuro. "Que gostosa essa puta gemendo, me faz ficar de pau duro", falou o Juan. "Vem aqui e me mostra enquanto dirijo, haha." Fiz isso e fui de pau duro até onde o Juan dirigia. Pelo reflexo das luzes, suponho, o Juan me puxa: "Ahhh, mas você tá de brinquedo, hein M....." E estica a mão e esfrega por cima da minha cueca. No campo, não soube o que fazer, então fiquei parado e deixei rolar. Enquanto dirigia com uma mão, com a outra começou a me apalpar as pernas, a virilha. Eu já tava muito excitado e minhas pernas um pouco mais abertas... ele continuou me tocando até fazer contato com minha bunda. Senti um dedo roçando meu buraquinho, e eu só conseguia sentir prazer e me mexer inconscientemente. "Espera", ele disse, e parou a van no meio do nada... acendeu uma luzinha dentro, tipo embaixo do volante, e sussurrou: "Quero ver tudo isso." Eu me despi rápido, ele só tirou a parte de baixo e, automaticamente, me virou. "Mmm, que cheirinho gostoso de bunda você tem, M....." Senti a respiração dele no meu cu e fiquei louco. Nunca tinha sido comido, embora brincasse com meu cu, mas naquele dia queria sentir aquela pica. A língua do Juan não demorou pra molhar, dilatar e penetrar meu buraquinho. Tudo foi muito rápido. Na hora, Juan encostou a cabeça quente da pica dele e empurrou de leve, tentando me comer. Eu babava de prazer, e Juan tinha um dedo na minha boca... "Me dá sua baba..." Enchi os dedos dele, e ele levou até meu cu pra lubrificar mais. Ele fez um movimento e, pela primeira vez, senti uma pica rasgando meu cu... Senti dor, mas acima de tudo muito prazer, a ponto de, em minutos, gozar sendo comido. E acho que os movimentos do meu cu gozando fizeram o Juan gozar também. Fez-se um silêncio. "Que lindo..." "É..." E cada um pro seu lugar. Logo seguimos viagem. Quando desci, cumprimentei o Juan como sempre e fui pro aniversário do meu primo, com o cu cheio de porra. Com o Juan, continuaram rolando umas coisas incríveis que vou contar depois. Abraços.

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