Este é o fim da história e só quero agradecer a todos que leram e curtiram. Depois que aquela noite apaixonante acabou, a madrugada chegou, e a gente, faminto, foi procurar comida. No caminho, voltávamos melados, como se amor corresse nas nossas veias. Chegando a um restaurante 24 horas, pedimos algo simples: ela pediu um sanduíche de frango e eu o mesmo. Quando o garçom nos atendeu, disse: "Temos promoção de cerveja grátis para namorados e recém-casados, é só se beijar." E minha mãe, na hora, me beijou do jeito mais apaixonado. No fim, aquele dia foi espetacular. Depois de dormir umas horas, minha mãe me diz: "Vamos a uma praia que é perto, é deserta e bem confortável." Bom, enquanto a gente se preparava pra ir, vejo minha mãe colocando o biquíni como se fosse roupa íntima, e pergunto: "O que cê tá fazendo, mãe?" Ela responde: "Ué, vestindo a roupa de banho, pra chegar lá e só tirar a roupa. Faz o mesmo, mas coloca a tanga, a pussy." Na hora eu entendi: ela queria que a gente transasse numa praia. Era uma boa ideia, o voyeurismo me agradava, é a melhor maneira de exibir alguém e mostrar como você quer, marcando seus limites. Total, coloquei a tanga que era superconfortável e fomos. Enquanto estávamos na praia, estacionamos o carro perto e nos sentamos pra pegar sol e curtir. A praia tava deserta, era uma terça-feira às 2 da tarde. Naquele momento, enquanto a gente tava deitado, comecei a passar o dedo nos lábios dela, e minha mãe me diz: "Ei, não faz isso na cara dura, coloca nas minhas nádegas." E aí a gente ficou brincando, até que, já quentes, ela se colocou na posição de prancha e me disse: "Mete agora, tô molhadinha." E então as coisas seguiram como tinham que ser: começamos a foder. A sorte de usar tanga os dois é que é muito fácil tirar e meter. E aí a gente tava transando e passou pra posição de quatro, os dois curtindo. A gente adorava a ideia de sermos vistos, de exibir a mulherão que eu tenho, e o jeito que ela mexia a cintura e o quadril. contra minha pélvis que se movia rapidamente, ouvimos de longe uns gritos, parecia alguém nos observando, isso me excitava ainda mais, mas tudo mudou quando vimos que era um policial. rapidinho nos soltamos e vazamos dali, juntamos tudo num instante e subimos no carro. fomos saindo no pique, em vez de nos preocuparmos com as consequências, viemos rindo e nos masturbando um ao outro, curtindo o voyeur, de sermos vistos. no final, acabamos tudo na banheira do hotel, sendo um só, ela e eu. já não era mais sobre sexo cheio de culpa e descarga de prazeres, já existia um romance, um love real, um love de mãe pra filho em outro nível, como tem que ser. assim terminaram nossas férias, nos encontrando um ao outro. voltamos sendo aparentemente os mesmos, mas existia aquela chama, que não deixaríamos ninguém apagar. no final, depois dessa viagem, planejamos ir pra outra cidade e construir uma vida longe da nossa família e amigos, pra evitar o escrutínio público baseado na moral hipócrita. mas isso é outra história. obrigado por ler.
0 comentários - Aventura de Verão 3: Final