Um simples acidente, um erro mudou minha vida e a da minha família para sempre de um jeito que eu jamais poderia ter imaginado. Meu nome é Maria Jesus e estou casada há 15 anos com meu marido Luis, temos 2 filhos de 12 e 9 anos. Meu esposo Luis trabalha numa pequena empresa como administrativo e eu, até dois anos atrás, era vendedora numa loja de roupas, mas a crise obrigou a reduzir o quadro de funcionários e eu fui uma das afetadas. Tenho 38 anos, a mesma idade do meu marido, nos casamos muito jovens com apenas 23 anos completos e com pouca experiência de vida. No amor, Luis tinha sido o único homem com quem eu tinha estado, nos conhecíamos desde os 18 anos e, embora eu nunca tenha perguntado, acho que eu também fui a primeira mulher pra ele. Aos 38 anos, posso dizer que sou uma mulher atraente, mesmo que seja feio eu falar isso: tenho 1,60m e peso 50kg, tenho uma cabeleira loira que chega nas minhas costas e, embora nunca tenha sido muito esportiva, sempre tive o metabolismo rápido, por isso não me custa me manter gostosa mesmo estando perto dos quarenta. Minha pele é muito branca e meus olhos são azuis, algo que meu marido sempre adorou. Ele, por sua parte, sempre foi um homem bonito e atraente e, embora os anos não tenham sido tão gentis com ele quanto comigo, ele continua sendo atraente apesar de ter uma barriguinha. Nossa vida sexual nunca foi de botar fogos, meu marido nunca foi excepcionalmente ativo em matéria de sexo e, com os anos, a coisa foi esfriando, principalmente depois da minha segunda gravidez. Atualmente, não transamos mais do que umas duas vezes por mês, mas a verdade é que, como nunca tive outro parceiro sexual, também não posso reclamar, já que não tenho com quem comparar. Quanto ao tamanho, bom, tenho que dizer que, pelo que minhas amigas comentam sobre seus maridos, posso dizer que meu esposo Luis está na média. O dia que mudou minha vida era uma quarta-feira, meu marido me ligou do trabalho pra dizer que tinha tido uns... problemas e que ele tinha que ficar até mais tarde, então não poderia buscar as crianças na escola. Ele me disse para pegá-las de táxi, mas achei que seria jogar dinheiro fora e decidi levar o carro eu mesma. Isso é algo que faço em raríssimas exceções, e meu marido odiava, já que eu não tenho carteira de motorista. A verdade é que sempre que peguei o carro foi no nosso bairro e para fazer recados rápidos, e nunca tinha acontecido absolutamente nada, até o dia que mudou minha vida. Eu voltava de buscar as crianças na escola quando, num momento de distração, ao dizer para meu filho se sentar direito no banco de trás, passei um sinal vermelho e bati na traseira de um carro. O motorista era um homem de uns 55 anos, com o cabelo bastante grisalho, bem gordo e corpulento, que saiu do carro numa fúria total. Quando reparei no veículo, pude ver que era um daqueles carros de luxo, um Ferrari, que eu só tinha visto nos filmes, já que na cidadezinha onde vivíamos nunca tinha visto nenhum. Eu estava morrendo de medo: não tinha carteira e, claro, nem seguro no meu nome. Expliquei tudo para aquele homem, que queria chamar a polícia, e não sei como consegui convencê-lo a não fazer isso. Disse que encontraria um jeito de resolver e que eu, é claro, pagaria o conserto do carro. Aquele homem, que se chamava Ricardo, aceitou, mas pediu minha carteira de identidade para se certificar de que os dados que eu tinha dado estavam corretos. Meus filhos tinham começado a chorar, assustados com a situação, e quando consegui acalmá-los, fomos para casa. Eu coloquei o carro na garagem; tinha combinado com Ricardo que no dia seguinte ele traria a fatura do veículo, e como eu sabia que meu marido quase não usava nosso carro, só pensava em ganhar tempo para evitar contar a ele, por enquanto, o que tinha acontecido. De fato, no dia seguinte, pedi o favor à minha vizinha de levar as crianças à escola, para que Luis não tivesse Que pegar o carro, quando ele foi trabalhar fiquei sozinha em casa e por volta das 11:00 da manhã, bem na hora, chegou em casa o Ricardo como havíamos combinado no dia anterior. “Bom dia” “Bom dia, entre e sente-se por favor” Ricardo entrou e sentou na nossa sala “Aqui está a fatura, senhora” Quando ele me passou quase caí no chão, era uma fatura no valor de 100 mil euros, eu não entendia de carros e mesmo sabendo que era um Ferrari nunca imaginei que o conserto custaria tanto. “Eu nunca poderia pagar isso” “Senhora, então me temo que terei que chamar a polícia, quando você foi embora eu anotei os dados de várias testemunhas do acidente, então posso provar que a culpa foi sua” “Mas pelo amor de Deus, não é que eu não queira pagar, é que não tenho esse dinheiro, meu marido não sabe de nada, nem sabe que nosso carro também está bem amassado, ele sempre me diz para não pegar o carro mas…” “Deveria ter dado ouvidos ao seu marido, senhora, como você entende, eu não tenho culpa e não vou me responsabilizar por 100 mil euros porque você foi irresponsável dirigindo sem carteira” Eu estava em choque, só pensava no Luis e na cara que ele faria ao descobrir tudo aquilo e ao ver essa fatura, ele mal ganhava 1000 euros por mês e ainda tínhamos que pagar 10 anos de hipoteca da nossa casa, nossas famílias eram da classe trabalhadora e não poderiam nos emprestar uma quantia assim, só de pensar em perder nossa casa e em tudo que aconteceria por causa da minha péssima decisão de pegar aquele maldito carro naquele dia, comecei até a ficar tonta. “Mas se você quiser, talvez haja uma opção” “Uma opção? Não estou entendendo, eu faria qualquer coisa…” “Inclusive eu pagaria o conserto do seu carro hoje mesmo, pode ser que seu carro fique pronto antes mesmo do seu marido voltar para casa” “Mas, como o senhor vai…” “Muito simples, você, senhora, vai ser minha putinha” Eu estava num estado de nervos tão grande que achei que tinha ouvido errado, minha mente tinha pregado uma peça, ele não podia estar me propondo aquilo. Desculpe, acho que não entendi direito." "Pois é muito simples: se você for minha putinha, eu pago o conserto do seu carro e os 100 mil euros do conserto do meu." Por mais surpreendente que aquilo me parecesse, não era uma piada nem uma invenção da minha cabeça. Aquele porco estava me propondo transar com ele. "Que pussy é essa? Saia da minha casa imediatamente!" "Não finja ser digna, só estava te dando uma oportunidade." "Que tipo de porco é você para me propor uma coisa dessas, seu maldito filho da puta? Sou uma mulher casada, saia da minha casa agora ou eu chamo a polícia!" "Você mesma disse há um minuto que faria qualquer coisa para sair desse problema." "Não me referia a algo assim, e sim a te pagar aos poucos." "Hahaha, aos poucos? Acha que sou um puta banco? Vai me pagar 100 mil euros em prestações? E quando você acha que terminaria de pagar, estúpida? Daqui a 15 anos?" "Chega, vou chamar a polícia, seu babaca!" "Adoraria ver isso." "Como?" "Que adoraria ver você chamando a polícia." "Como você se atreve? Eu..." "Vai lá, chama a polícia. Assim eu conto pra eles que você me bateu por trás ao furar um sinal vermelho, que não tem carteira de motorista e ainda me causou danos físicos por um whiplash ao me colidir por trás. Entre os custos médicos, o conserto do meu carro e a multa, talvez você tenha que vender sua casa, a da sua sogra e a da sua mãe pra cobrir todas as despesas." As palavras daquele cretino me trouxeram de volta à realidade. Já não era uma questão do meu marido descobrir o acidente, mas o dinheiro que teríamos que pagar poderia destruir completamente nossas vidas. Que futuro esperaria nossos filhos? Que futuro nos esperaria por causa da minha ideia idiota de economizar a grana do táxi? "Então, você chama a polícia ou eu chamo?" Ainda não sei por que disse, nem como aconteceu, mas aconteceu: "Farei o que você disser." "Como é, senhora?" "Que farei." "O que você fará? Quero que diga claramente." "SEREI SUA PUTINHA, SEU FODIDO. FILHO DA PUTA" "Acho que não tô mais a fim de trabalhar" Aquele cara pegou um celular e começou a discar alguns números "Bom dia, queria denunciar um acidente" Ricardo estava chamando a polícia, eu não sabia o que fazer, não sabia como agir naquela situação, se ele me denunciasse não teria solução, então fiz a única coisa que me veio à cabeça, estava usando uma camiseta do meu marido que ele usava pra ficar em casa e uma calça de moletom, tirei a camiseta e a calça na frente do Ricardo, ficando só de roupa íntima na frente daquele velho. Mesmo eu estando na frente dele com uma calcinha de renda rosa e um sutiã combinando semitransparente, aquele filho da puta não desligou e continuou falando com a polícia pelo telefone, eu estava morrendo de medo, é difícil explicar aquela situação e o monte de sensações que eu estava experimentando seminu na frente daquele desconhecido que estava me chantageando de um jeito tão baixo e covarde. Não sei de onde tirei forças pra fazer isso, mas levei minhas mãos para as costas e desabotoei o fecho do meu sutiã, depois deixei ele cair aos meus pés, libertando meus seios da pressão do sutiã, agora nada impedia o Ricardo de contemplar meus seios nus. Dessa vez, o Ricardo realmente desligou o telefone e guardou ele de novo "Belos peitos, putinha, vejo que estamos nos entendendo" Apesar da minha idade e das minhas 2 gravidezes, meus seios ainda se mantêm firmes, não são grandes mas também não são pequenos, meu marido gosta muito deles porque sempre disse que são do tamanho exato das mãos dele, nem falta nem sobra, como minha pele é muito branca, meus mamilos se destacam bastante, que são bem rosados assim como minhas auréolas também bem rosadinhas e não muito grandes. Aquele filho da puta era o segundo homem nos meus 38 anos que contemplava meus seios depois do meu marido. "Quando seu marido volta do trabalho?" "Daqui a algumas horas" "Bom, temos tempo para o primeiro pagamento" Dando como certo que eu tinha aceitado o acordo, aquele homem começou a despiu-se, levantou-se do sofá onde estava sentado o tempo todo e tirou a jaqueta e a gravata que vestia, começou a desabotoar a camisa deixando-me ver os pelos que cobriam todo seu abdômen assim como uma barriga proeminente também peluda. Desabotoou o cinto e a calça do terno e baixou as calças jogando-as para o lado com o pé. "Olha o que esses seus peitos provocaram" Ele disse isso apontando para o volume inchado que marcava em sua cueca que ainda não havia baixado. Eu baixei a cabeça envergonhada e ele aproveitou para baixar também a cueca "Levanta a cabeça, mulher, assim você vai ver o que vai comer daqui a pouco" Levantei a cabeça e pude ver que o pênis daquele cara tinha a mesma grossura que o do meu marido mas se diferenciava do dele pelo comprimento pelo menos 5 centímetros maior que o do meu Luis, tinha bastante pelo pubiano e apesar de sua barriga inchada seu pênis ereto podia ser visto por cima de sua barriga o que indicava um comprimento considerável, abaixo de seu pênis havia dois testículos bem gordos e como todo o resto cobertos de pelos. Ele agarrou suas bolas e me disse "O que você acha das minhas bolas?" Não disse nada então ele me ameaçou chamar a polícia de novo e dar por encerrado nosso acordo. "São gordas" eu disse "Claro que são gordas, estão cheias de porra para você, putinha, hahaha" Ricardo se aproximou de mim e levantou suas mãos, eu me joguei para trás mas ele continuou avançando e logo eu não pude recuar mais ao bater minhas costas contra a parede. O velho colocou suas mãos sobre meus peitos e começou a apertá-los com suavidade como se estivesse brincando com eles, depois passou seus dedos pelos meus mamilos, como se apertasse uns botões. "Sempre gostei dos peitos macios e firmes das mulheres de meia-idade, não têm a dureza dos peitos mais jovens mas também não estão começando a cair como os das mulheres mais velhas, são os peitos perfeitos" Ricardo se aproximou mais de mim e tentou me beijar mas eu virei a Consegui evitar que ele me beijasse na boca, mas não pude impedir que baixasse a cabeça até meus seios e começasse a dar mordidinhas neles, para depois lamber e chupar meus mamilos. Apesar dos meus desejos, não consegui evitar que meus mamilos ficassem duros, o que Ricardo aproveitou para começar a beijá-los enquanto eu sentia seu pau duro roçando meu quadril e umbigo.
“Tira a calcinha, quero ver a buceta de casada que você tem.”
Não me mexi, então ele se ajoelhou na minha frente e puxou minha calcinha até os tornozelos. O porco, para me provocar, puxou a calcinha com os dentes, se deliciando com aquela situação tão humilhante para mim. Depois, ficou parado ali, olhando meu púbis.
“Isso aqui está meio descuidado, Maria Jesús. Seu marido não deve usar muito, né?”
Fiquei vermelha como um tomate, morrendo de nojo, vergonha e humilhação. Meu púbis estava bem peludo, como já disse, a vida sexual com meu marido é pouco ativa, então não depilo lá embaixo com frequência.
“Ia te chupar, mas não gosto de peludas.”
Ele se levantou e foi para o sofá. Respirei aliviada. Só de pensar naquele velho me lambendo lá embaixo, dava vontade de vomitar. Sexo oral era algo que só tinha praticado com meu marido poucas vezes, e imaginar aquele cretino saboreando minhas partes íntimas me horrorizava.
“Vem aqui e se ajoelha.”
Eu continuava do outro lado do quarto, com as costas coladas na parede, completamente nua e imóvel.
“Maria Jesús, eu tenho todo o tempo do mundo, mas acho que você não quer que seu marido chegue do trabalho e nos encontre assim, né?”
Aquelas palavras foram como um chicote que me despertou. Só de pensar no meu marido entrando em casa e encontrando aquele homem pelado no sofá, comigo nua perto, me revirava o estômago. Então me afastei da parede e, quando cheguei perto de Ricardo, parei.
“Agora, de joelhos.”
Me ajoelhei diante de Ricardo, que estava sentado. nosso sofá com seu pau apontando para o teto. "Vamos, me faz uma punheta." Eu estava morrendo de nojo, estiquei minha mão direita e com meus dedos toquei a glande do pau daquele canalha sem vergonha. "Vamos, porra!" Decidi agarrar seu mastro duro com minha mão e comecei a bater uma punheta suavemente sem tirar meu olhar do chão, era como uma autômata movendo devagar minha mão de cima para baixo sem levantar a cabeça do chão nem por um instante. "Desde que você me disse que não tinha carteira de motorista, eu sabia que mais cedo ou mais tarde teria você de joelhos e nua na minha frente." Aquele porco estava confirmando que já tinha pensado nesse chantagem nojenta ontem mesmo, quando eu pensei que tinha encontrado um homem decente com quem poderia chegar a um acordo de maneira razoável, ele já estava pensando em como me forçar. Que tipo de sátiro eu tinha na minha frente? "Sabe, Maria Jesús, um homem com tanto dinheiro quanto eu pode ter tudo o que quer, mas nunca gostei das putas comuns, prefiro as esposas fiéis e boas mães de família dispostas a tudo para proteger os seus. Qualquer um pode ter uma vadia romena chupando seu pau, mas só homens como eu podem ter mulheres como você de joelhos chupando pau, hahaha!" Aquele porco não perdia uma chance de me humilhar, e pelas suas palavras deduzi que essa não era a primeira vez que ele submetia uma pobre mulher a algum tipo de chantagem tão nojento quanto o que eu estava sofrendo naquele momento. Quando ele cansou de eu balançar o pau dele, ele pediu para eu colocá-lo na minha boca. Eu continuava sem olhar para aquele cara, muito menos para o rosto dele. Com meus joelhos cravados no chão, me inclinei em direção ao pau do Ricardo, que ainda estava com minha mão em volta, mas agora sem se mover. Fechei meus olhos e coloquei a glande na minha boca. Naquele instante, entrou na minha boca o segundo pau de toda a minha vida. Em 15 anos de casamento, eu tinha feito umas boquetes no meu marido, mas certamente não tantas quanto seria... imaginar, além disso, minha falta de experiência com homens além do meu marido não passou despercebida por Ricardo. “Vejo que seu marido não te ensinou muito bem, vamos ter que consertar isso fazendo você usar essa boca com mais frequência.” O pau do Ricardo pode não ser excessivamente grande, mas considerando que eu só tinha visto de perto o do meu marido, aquele membro me parecia enorme. Ricardo não estava satisfeito com minhas habilidades de chupar, então agarrou minha cabeça, enfiando seu membro na minha garganta. Além disso, aquele filho da puta me obrigou a olhar nos olhos dele, dizendo que… “Não há nada melhor na vida do que ver os olhos de uma mulher casada te encarando enquanto te chupa.” Não sei por que, mas naquele instante pensei como a vida de uma pessoa pode mudar em um só momento, por uma decisão errada. Ontem peguei o carro para economizar 30 euros de táxi, e hoje estava de joelhos chupando o pau de um homem que não era meu marido, na minha própria casa, e com uma dívida de 100.000 euros. Eu nunca me senti tão envergonhada e humilhada como naquele instante, com o pau daquele babaca dentro da minha boca. Eu só pensava em terminar aquilo o quanto antes, lambia e chupava o pau do Ricardo, que estava duro como uma pedra e que eu mal conseguia enfiar além da metade. Minha intenção de fazê-lo gozar logo me fez me esforçar para chupar aquele pau, e parecia estar dando resultado. Ricardo gemeu de prazer enquanto apoiava a mão na minha cabeça e acariciava meu cabelo com sua mão nojenta. Às vezes ele apertava com a mão, tentando enfiar mais pau na minha garganta, o que me fazia babar tanto que a saliva escorria pelo canto da minha boca enquanto seu pau entrava e saía da minha boca. Eu continuei chupando o pau do Ricardo, lambi a cabeça, chupei todo o tronco do pau dele por completo e depois enfiei na boca. Eu queria que acabasse, mas aquele babaca tinha mais resistência do que eu esperava. “Não se esqueça de minhas bolas peludas, Maria Jesús" Com a mão na minha cabeça, ele me forçou a descer até suas bolas cobertas de pelos, que tive que lamber e chupar, apesar do nojo que sentia daqueles pelos que conseguia sentir perfeitamente na minha língua e boca. "Gosto muito de como você lambe minhas bolas, Maria Jesús, sua língua faz cócegas, hahaha" Usei todas as energias que me restavam para continuar chupando aquela pica, desejando que tudo aquilo terminasse, que aquele porco gozasse de uma vez e meus problemas chegassem ao fim. "Você não faz muito isso com seu marido, né?" "Não é da sua conta", respondi, tirando a pica da boca. "Hahaha, acho que vou te dar algo que seu marido nunca te deu" Logo entendi o que ele queria dizer. Continuei engolindo aquela pica enquanto começava a masturbá-lo rapidamente, pensando que assim tudo acabaria. Ricardo começou a gemer, e senti o sangue pulsando naquela barra de carne, indicando que a ejaculação estava prestes a acontecer. Tirei a pica da boca e tentei me afastar de seus joelhos, mas Ricardo agarrou seu pau e começou a se masturbar, enquanto com a outra mão me segurava pelo pescoço e enfiava minha cabeça entre suas pernas, pressionando meu nariz contra suas bolas. Agora entendi o que ele quis dizer com me dar algo que meu marido nunca me deu. Não sabia como aquele porco poderia imaginar, mas ele queria gozar na minha cara, algo que nunca permiti que meu marido fizesse, pois me dava muito nojo. Logo tudo terminou. Ricardo gozou como um louco, lançando sua semente abundante no meu cabelo, testa e rosto. Aquelas bolas enormes continham uma quantidade imensa de semente que, para meu azar, agora estava depositada no meu rosto. "Seu marido nunca gozou na sua cara, né?" Eu não disse nada. "Hahaha, ele não sabe o que está perdendo. Acho que você é daquelas recatadinhas que acham que levar gozo na cara é coisa de puta. Pois bem, você tem Razão é coisa de puta e agora você é minha vadia, hahaha, está uma gostosa com meu gozo cobrindo sua carinha de esposa fiel." Quando ele me soltou, corri para o banheiro para limpar meu rosto o mais rápido possível. Quando voltei à sala, Ricardo já estava vestido. Eu peguei minha calcinha e comecei a me vestir. "Você já conseguiu o que queria, filho da puta. Agora cumpra sua parte do acordo e não me incomode mais." "Hahaha, calma que agora vou mandar alguém buscar seu carro. Não deixe seu marido entrar na garagem até as 20h. Nessa hora ele estará consertado. Eu sempre cumpro minha palavra. Quem trouxer o carro também trará um contrato para formalizar nosso acordo." "Um contrato? Que contrato? Isso acabou." "Acabou? Hahaha, olha querida, seu boquete não foi nada espetacular, mas mesmo que você fosse a rainha das chupadas e fosse a Angelina Jolie, não pensaria que eu te perdoaria 100 mil euros por uma chupada, né?" "Mas... eu pensei..." "Então não pense tanto, querida. Agora seu trabalho será chupar e foder. Você é minha vadia. Vou ser generoso e descontar 300 euros pelo boquete de hoje. Além disso, como prova de boa fé, não cobrarei juros. Você poderá me pagar em parcelas como queria, mas de uma maneira especial. Cada vez que fizer eu gozar, descontarei uma parte da dívida. Claro, no contrato que verá depois, tudo estará bem explicado, deixando de lado, obviamente, a maneira especial como você me pagará esses 300 euros, como é lógico." "Você não acha que eu vou continuar..." "Se não concordar, posso sempre chamar a polícia e resolver do modo tradicional. Você arca com o conserto dos veículos e pronto. A ideia de transformar uma mãe e mulher casada em minha vadia particular me diverte, mas se você decidir outra coisa, ligo para a polícia agora mesmo." Eu era uma idiota. Pensei que tudo aquilo tinha terminado, mas na realidade não tinha feito nada além de começar. Depois de chupar o pau daquele bastardo, eu não tinha mais opções. Ele tinha me transformada na sua putinha, chamar a polícia não era uma opção e muito menos agora que já tinha me submetido aos caprichos daquele velho, chupando o pau dele. Agora só conseguia pensar em uma coisa: quantas vezes teria que satisfazer aquele filho da puta para pagar os 99.700 euros que ainda devia…
“Tira a calcinha, quero ver a buceta de casada que você tem.”
Não me mexi, então ele se ajoelhou na minha frente e puxou minha calcinha até os tornozelos. O porco, para me provocar, puxou a calcinha com os dentes, se deliciando com aquela situação tão humilhante para mim. Depois, ficou parado ali, olhando meu púbis.
“Isso aqui está meio descuidado, Maria Jesús. Seu marido não deve usar muito, né?”
Fiquei vermelha como um tomate, morrendo de nojo, vergonha e humilhação. Meu púbis estava bem peludo, como já disse, a vida sexual com meu marido é pouco ativa, então não depilo lá embaixo com frequência.
“Ia te chupar, mas não gosto de peludas.”
Ele se levantou e foi para o sofá. Respirei aliviada. Só de pensar naquele velho me lambendo lá embaixo, dava vontade de vomitar. Sexo oral era algo que só tinha praticado com meu marido poucas vezes, e imaginar aquele cretino saboreando minhas partes íntimas me horrorizava.
“Vem aqui e se ajoelha.”
Eu continuava do outro lado do quarto, com as costas coladas na parede, completamente nua e imóvel.
“Maria Jesús, eu tenho todo o tempo do mundo, mas acho que você não quer que seu marido chegue do trabalho e nos encontre assim, né?”
Aquelas palavras foram como um chicote que me despertou. Só de pensar no meu marido entrando em casa e encontrando aquele homem pelado no sofá, comigo nua perto, me revirava o estômago. Então me afastei da parede e, quando cheguei perto de Ricardo, parei.
“Agora, de joelhos.”
Me ajoelhei diante de Ricardo, que estava sentado. nosso sofá com seu pau apontando para o teto. "Vamos, me faz uma punheta." Eu estava morrendo de nojo, estiquei minha mão direita e com meus dedos toquei a glande do pau daquele canalha sem vergonha. "Vamos, porra!" Decidi agarrar seu mastro duro com minha mão e comecei a bater uma punheta suavemente sem tirar meu olhar do chão, era como uma autômata movendo devagar minha mão de cima para baixo sem levantar a cabeça do chão nem por um instante. "Desde que você me disse que não tinha carteira de motorista, eu sabia que mais cedo ou mais tarde teria você de joelhos e nua na minha frente." Aquele porco estava confirmando que já tinha pensado nesse chantagem nojenta ontem mesmo, quando eu pensei que tinha encontrado um homem decente com quem poderia chegar a um acordo de maneira razoável, ele já estava pensando em como me forçar. Que tipo de sátiro eu tinha na minha frente? "Sabe, Maria Jesús, um homem com tanto dinheiro quanto eu pode ter tudo o que quer, mas nunca gostei das putas comuns, prefiro as esposas fiéis e boas mães de família dispostas a tudo para proteger os seus. Qualquer um pode ter uma vadia romena chupando seu pau, mas só homens como eu podem ter mulheres como você de joelhos chupando pau, hahaha!" Aquele porco não perdia uma chance de me humilhar, e pelas suas palavras deduzi que essa não era a primeira vez que ele submetia uma pobre mulher a algum tipo de chantagem tão nojento quanto o que eu estava sofrendo naquele momento. Quando ele cansou de eu balançar o pau dele, ele pediu para eu colocá-lo na minha boca. Eu continuava sem olhar para aquele cara, muito menos para o rosto dele. Com meus joelhos cravados no chão, me inclinei em direção ao pau do Ricardo, que ainda estava com minha mão em volta, mas agora sem se mover. Fechei meus olhos e coloquei a glande na minha boca. Naquele instante, entrou na minha boca o segundo pau de toda a minha vida. Em 15 anos de casamento, eu tinha feito umas boquetes no meu marido, mas certamente não tantas quanto seria... imaginar, além disso, minha falta de experiência com homens além do meu marido não passou despercebida por Ricardo. “Vejo que seu marido não te ensinou muito bem, vamos ter que consertar isso fazendo você usar essa boca com mais frequência.” O pau do Ricardo pode não ser excessivamente grande, mas considerando que eu só tinha visto de perto o do meu marido, aquele membro me parecia enorme. Ricardo não estava satisfeito com minhas habilidades de chupar, então agarrou minha cabeça, enfiando seu membro na minha garganta. Além disso, aquele filho da puta me obrigou a olhar nos olhos dele, dizendo que… “Não há nada melhor na vida do que ver os olhos de uma mulher casada te encarando enquanto te chupa.” Não sei por que, mas naquele instante pensei como a vida de uma pessoa pode mudar em um só momento, por uma decisão errada. Ontem peguei o carro para economizar 30 euros de táxi, e hoje estava de joelhos chupando o pau de um homem que não era meu marido, na minha própria casa, e com uma dívida de 100.000 euros. Eu nunca me senti tão envergonhada e humilhada como naquele instante, com o pau daquele babaca dentro da minha boca. Eu só pensava em terminar aquilo o quanto antes, lambia e chupava o pau do Ricardo, que estava duro como uma pedra e que eu mal conseguia enfiar além da metade. Minha intenção de fazê-lo gozar logo me fez me esforçar para chupar aquele pau, e parecia estar dando resultado. Ricardo gemeu de prazer enquanto apoiava a mão na minha cabeça e acariciava meu cabelo com sua mão nojenta. Às vezes ele apertava com a mão, tentando enfiar mais pau na minha garganta, o que me fazia babar tanto que a saliva escorria pelo canto da minha boca enquanto seu pau entrava e saía da minha boca. Eu continuei chupando o pau do Ricardo, lambi a cabeça, chupei todo o tronco do pau dele por completo e depois enfiei na boca. Eu queria que acabasse, mas aquele babaca tinha mais resistência do que eu esperava. “Não se esqueça de minhas bolas peludas, Maria Jesús" Com a mão na minha cabeça, ele me forçou a descer até suas bolas cobertas de pelos, que tive que lamber e chupar, apesar do nojo que sentia daqueles pelos que conseguia sentir perfeitamente na minha língua e boca. "Gosto muito de como você lambe minhas bolas, Maria Jesús, sua língua faz cócegas, hahaha" Usei todas as energias que me restavam para continuar chupando aquela pica, desejando que tudo aquilo terminasse, que aquele porco gozasse de uma vez e meus problemas chegassem ao fim. "Você não faz muito isso com seu marido, né?" "Não é da sua conta", respondi, tirando a pica da boca. "Hahaha, acho que vou te dar algo que seu marido nunca te deu" Logo entendi o que ele queria dizer. Continuei engolindo aquela pica enquanto começava a masturbá-lo rapidamente, pensando que assim tudo acabaria. Ricardo começou a gemer, e senti o sangue pulsando naquela barra de carne, indicando que a ejaculação estava prestes a acontecer. Tirei a pica da boca e tentei me afastar de seus joelhos, mas Ricardo agarrou seu pau e começou a se masturbar, enquanto com a outra mão me segurava pelo pescoço e enfiava minha cabeça entre suas pernas, pressionando meu nariz contra suas bolas. Agora entendi o que ele quis dizer com me dar algo que meu marido nunca me deu. Não sabia como aquele porco poderia imaginar, mas ele queria gozar na minha cara, algo que nunca permiti que meu marido fizesse, pois me dava muito nojo. Logo tudo terminou. Ricardo gozou como um louco, lançando sua semente abundante no meu cabelo, testa e rosto. Aquelas bolas enormes continham uma quantidade imensa de semente que, para meu azar, agora estava depositada no meu rosto. "Seu marido nunca gozou na sua cara, né?" Eu não disse nada. "Hahaha, ele não sabe o que está perdendo. Acho que você é daquelas recatadinhas que acham que levar gozo na cara é coisa de puta. Pois bem, você tem Razão é coisa de puta e agora você é minha vadia, hahaha, está uma gostosa com meu gozo cobrindo sua carinha de esposa fiel." Quando ele me soltou, corri para o banheiro para limpar meu rosto o mais rápido possível. Quando voltei à sala, Ricardo já estava vestido. Eu peguei minha calcinha e comecei a me vestir. "Você já conseguiu o que queria, filho da puta. Agora cumpra sua parte do acordo e não me incomode mais." "Hahaha, calma que agora vou mandar alguém buscar seu carro. Não deixe seu marido entrar na garagem até as 20h. Nessa hora ele estará consertado. Eu sempre cumpro minha palavra. Quem trouxer o carro também trará um contrato para formalizar nosso acordo." "Um contrato? Que contrato? Isso acabou." "Acabou? Hahaha, olha querida, seu boquete não foi nada espetacular, mas mesmo que você fosse a rainha das chupadas e fosse a Angelina Jolie, não pensaria que eu te perdoaria 100 mil euros por uma chupada, né?" "Mas... eu pensei..." "Então não pense tanto, querida. Agora seu trabalho será chupar e foder. Você é minha vadia. Vou ser generoso e descontar 300 euros pelo boquete de hoje. Além disso, como prova de boa fé, não cobrarei juros. Você poderá me pagar em parcelas como queria, mas de uma maneira especial. Cada vez que fizer eu gozar, descontarei uma parte da dívida. Claro, no contrato que verá depois, tudo estará bem explicado, deixando de lado, obviamente, a maneira especial como você me pagará esses 300 euros, como é lógico." "Você não acha que eu vou continuar..." "Se não concordar, posso sempre chamar a polícia e resolver do modo tradicional. Você arca com o conserto dos veículos e pronto. A ideia de transformar uma mãe e mulher casada em minha vadia particular me diverte, mas se você decidir outra coisa, ligo para a polícia agora mesmo." Eu era uma idiota. Pensei que tudo aquilo tinha terminado, mas na realidade não tinha feito nada além de começar. Depois de chupar o pau daquele bastardo, eu não tinha mais opções. Ele tinha me transformada na sua putinha, chamar a polícia não era uma opção e muito menos agora que já tinha me submetido aos caprichos daquele velho, chupando o pau dele. Agora só conseguia pensar em uma coisa: quantas vezes teria que satisfazer aquele filho da puta para pagar os 99.700 euros que ainda devia…
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