Cornão e Voyeur 3

Depois da sessão e das fodas que o agente de segurança do hotel deu na minha recém-esposa Lucy, a gente só tinha mais três dias de férias depois da lua de mel. Pra evitar que o Félix quisesse voltar no hotel pra comer minha mulher de novo, resolvi trocar de hotel. Escolhi um perto do Zócalo, a só duas quadras, já colado no Correo Mayor. O problema é que esses hotéis são muito movimentados em termos de prostituição, tem um puta movimento. Mas, no fim das contas, a gente ia ficar só mais duas noites, então decidi ficar lá. Enquanto eu fazia o check-in, chegou um cara de uns quarenta e cinco anos, com uniforme de uma companhia de táxi. Muito educado, me deu o cartão dele e disse que se eu precisasse de qualquer coisa, ele podia me levar pra qualquer lugar a qualquer hora, já que ele sempre ficava de plantão na frente do hotel. Explicou que só trabalhava das oito da noite às oito da manhã, mas que se eu precisasse durante o dia, o parceiro dele estaria de serviço. Antes de ir embora, ele chegou perto do meu ouvido e falou: "— Que puta gostosa você tá trazendo, amigo! Já sabe, qualquer coisa que precisar." (Isso se referindo à minha mulher, que tava do meu lado se registrando.) "— Ok, amigo, te ligo se precisar de algo." Não achei conveniente corrigir o engano dele pra evitar que minha mulher ficasse puta. Lá pelas sete da noite, perguntei pra minha esposa se ela queria sair pra tomar um drink. Ela topou, então falei que ia ver se o cara que ofereceu o serviço de táxi tava lá, pra ele sugerir algum lugar pra ir. Desci e, por sorte, o Sr. Gerardo — era o nome no cartão de visita — tava no táxi dele. Quando me viu, saiu e disse: "— E aí, amigo, animou pra eu te levar a algum lugar?" "— Sim, Sr. Gerardo, queria saber se o senhor sugere algum lugar pra tomar um drink e passar um tempo agradável com minha esposa." "— Ah, me desculpa por ter me enganado com você mais cedo. Entenda que aqui vem muitos casais pra se divertir. Perdão, não sabia. que era a esposa dele! .-não se preocupe, sr. Gerardo, eu entendo, minha esposa só tem 19 anos e eu tenho 32, é lógico que ele se enganou. .-sim, mas sem desrespeitar, quero dizer que o senhor tem uma esposa, gostosa pra caralho!, desculpa. .-bom, o que o senhor me sugere pra gente passar um tempo legal? .-olha, se o senhor quer um ambiente tranquilo, com música suave e só de casais, deixa eu levar vocês num lugar muito especial. lá a entrada é 500,00 pesos por casal, mas vocês têm direito a todas as bebidas que quiserem, e acho que vão gostar. .-parece bom, então só deixa eu avisar minha esposa. a gente subiu no táxi e o motorista nos levou por uma área que eu conhecia bem, perto de Chapultepec, e na frente do Auditório Nacional, ele entrou nuns becos e chegou numa casa que parecia normal, só com dois portões grandes. o motorista buzinou três vezes, e automaticamente um portão subiu. tinha um pátio grande e no fundo uma casa muito bonita. ele nos deixou lá e disse que quando a gente fosse embora, era só ligar pro celular dele que ele vinha nos buscar, e foi embora. a gente foi recebido por um casal, homem e mulher, muito simpáticos, entre quarenta e cinquenta anos. .-entrem, venham com a gente se registrar. já sabem, a entrada é 500,00 pesos, isso dá direito a todas as bebidas, nacionais e importadas que quiserem, e aos petiscos que estão na mesa do centro. aqui não tem restrição de nada, e qualquer coisa que precisarem é só pedir no bar. de onde vocês são? .-somos de Guanajuato, viemos de Veracruz, passando nossa lua de mel. e vamos ficar uns dias aqui no DF. .-ah, que legal, recém-casados! vocês vão ver que aqui vão se divertir pra caramba. já sabem, "aqui ninguém é obrigado a fazer nada que não queira", divirtam-se. um garçom trouxe uma bebida bem suave, mas ao mesmo tempo energética, azul. um casal jovem se aproximou, se apresentou e perguntou se a gente queria... Dançar, logicamente a dama, me pegou pela mão e me levou pra pista, enquanto o marido dela levava minha mulher pelo braço. Já tinha vários casais se divertindo. Irma, que era o nome da mulher que me tirou pra dançar, colou em mim e, descendo uma das mãos pro meu pau (por cima da calça), me disse:

— Desde que a gente viu vocês entrando, eu gostei muito de você, e falei pro Mario: deixa eu pegar o gostoso. E a gente concordou. Meu marido gostou muito da sua esposa, e me disse a mesma coisa. Você topa?

E me deu um beijão na boca, enfiando a língua até minha garganta.

— Mas isso é normal, o que você tá fazendo?

— Claro que é, querido. Aqui é um bar liberal, e é permitido "tudo o que você quiser".

— Então essa rabetinha que você tem é minha?

— Se você quiser, sim, querido.

— Mas e minha mulher, cadê? Não tô vendo ela.

— Ah, esse filho da puta do Mario não perde tempo! Já deve ter levado ela pro reservado. Quer ver como ela tá sendo comida? Digo pra você ficar de pau duro e me dar uma boa fodida também, quer?

— Beleza, Irma, me leva até onde a Lucy tá.

Ela me levou por um corredor, subimos umas escadas e chegamos num quarto com luzes azuis e vermelhas. Entramos. O quarto era tipo seis por seis metros, sem móveis, todo carpetado, mas tinha umas almofadas pequenas espalhadas. Num canto, no fundo, vimos uns cinco homens comendo uma mulher. Chegamos perto: era a Lucy! E ela tava completamente dominada por aquele bando de tarados. Sentamos de lado, enquanto a Irma tirava minha roupa e pegava no meu pau já bem duro, só de ver minha mulher sendo dominada.

— Aaaaaa, isso, mete, Mario, mete tudo, tudinho, aaaaaa!

— Hummmm, isso, toma, toma pica, mamacita, haaa, que gostosa você é, pequena. Assim que te vi, soube que você era uma putinha, haaaa!

— Isso, hummm, haaaa, chomp, chomp, haaaa, que pauzão tão me dando pra chupar, hummmmm, haaaa, chomp, chomp!

A cena era foda. Lucy adorava bater punheta pra dois caras ao mesmo tempo. que estava ao lado dela, enquanto o Mario, com as pernas da minha recém-esposa nos ombros, enfiava o poderoso membro dele até o fundo, tirando e metendo com uma rapidez impressionante! Dava pra ver que aquele homem tinha muita experiência. Outro homem enfiava o pau na boca dela, quase a sufocando, fazendo ela engasgar de vez em quando, mas ela não parava de chupar e chupar aquela piroca grossa e gostosa. O ponto de prazer da minha mulher estava no auge.

— Haaaaggggg... jáááá... chommmmmp... haaaggg... jáááá... me dá leiteeee... vemmmm... quero engolirrr... haaaggg... seu leiteeee gostosoooo... papaiiiii...

A mamada que minha esposa dava naquele homem era tão forte que ele não aguentou mais e soltou uns jorros enormes daquele líquido vital! O filho da puta era um dos garçons! Não tinha dúvida de que éramos vítimas da nossa própria inocência por entrar naquele lugar. Era a iniciação da minha recém-esposa num mundo de putaria extrema! Eu sabia que a Lucy, ao experimentar aquela situação, estava condenada a repetir isso muitas e muitas vezes.

— Haaaaa... huuuuuuggg... siiiim... tomaaaa... siiiim... você gosta, putinha... gosta do meu leiteeee...? Haaaaa...

— Hummmmm... gulp, gulp... siiiim... hummmmm... muitaaaa... siiiim... haaaggg... huuuiii... quantooo... haaaaa... gostosoooo... papaiiiii... chomp chomp... siiiim... me dá tudooo... papaiiiii!

Quando aquele garçom terminou de esvaziar o leite dele na garganta da minha querida mulher, outro homem que estava parado ao lado entrou na jogada, e colocando ela pra mamar, continuou metendo fogo na boquinha linda da minha mina, que era uma verdadeira gata no cio! Quente e safada, igual uma jarocha da costa alegre de Veracruz! Puta merda, eu tinha me casado com uma puta bem fogosa.

O Mario se deitou de costas no tapete, e a Lucy subiu e se enfiou naquela piroca poderosa, que não parava de meter e tirar com muita rapidez. Um dos homens que já estava pronto, porque a Lucy já tinha batido muita punheta pra ele, se colocou atrás dela e, cuspindo várias vezes no cu esplendoroso que aparecia entre as bundonas da minha recém-esposa... esposa, eu também lambuzei a tranca dela e comecei devagar a introduzir uma cabeçona brilhosa de tanto cuspe do meu pau grosso e duro. como minha mulher já tem um caminho bem andado por muitas rolas que já curtiu no cu, num piscar de olhos já tava inteiro dentro. e esse garçom começou um ritmado vai e vem, sincronizando com o Mario que tava embaixo.

— Haaaaaa deliciosoooo, haaaa que enfiada que eu tô, siiiim, que pica gostosaaa! siiiim assim papais, siiiim, chomp, chomp, haaaa que surra de rola, hummmmm.

— assim eles foram dando uma trepada poderosa, praticamente todos esses cinco cavalheiros que se revezavam e se alternavam! deixaram minha pobre mulher a pão e água! enquanto a Irma tava chupando meu pau e ao mesmo tempo me lambia as bolas que estavam prestes a estourar, de tanta excitação que eu tava vendo minha amada esposa. coloquei a Irma em cima de uns almofadões, pus as pernas dela sobre meus ombros e soltei minha pica duríssima.

— Haaaaaa meu rei siiiim, uiii que metidaaa, siiiim mexe buceta, mexe, assimmm hummmmm!

— Queria pica puta, queria rola, pois toma, sua cachorra, haaaa, pra ver que o Mario também vê que eu fodo a mulher dele, tomaaa, puta!

— Siiiim meu rei, mostra pro meu marido como se fode em Guanajuato, haaaa que pica gostosaaa, haaaa!

Dois dos garçons que estavam comendo minha mulher, ao ver a Irma como eu tava com ela, se aproximaram e obrigaram ela a mamar, se alternando enquanto eu metia e tirava meu pau. Já não aguentei e soltei toda minha carga de porra bem dentro da buceta dela.

— Haaaaa seu filho da puta, veio com muita, haaaa siiiim, deixou tudinho dentro, papai, haaaa!

Como tava cansado, só fiquei vendo os outros garçons continuarem comendo a esposa do Mario, enquanto minha mulher ainda era comida por três homens que não se cansavam de aproveitar o corpo da minha jovem esposa. Já chupavam as nádegas dela, as pernas, enfim, os peitos dela estavam cheios de porra de todos os filhos da puta. Assim ficaram. Comendo ela até as três da manhã. Quando terminaram, vesti minha mulher cansada, mas satisfeita, e liguei pro celular do seu Gerardo. Dez minutos depois, ele já estava na entrada nos esperando. — E aí, se divertiram? — Ele sabia que era um lugar de swing, e o filho da puta não nos avisou. — Sim, foi muito bom, a gente gostou pra caralho — falei. — Então, se quiserem, amanhã... bom, hoje mais tarde, ha ha, levo vocês pra um lugar onde vão se divertir ainda mais. — E que lugar é esse? — Fica perto do hotel, fiquem tranquilos, é um clube que a associação de taxistas que eu faço parte tem. Mas é um lugar tranquilo e divertido. O que acham? — Bom, a gente vê isso mais tarde. Por enquanto, queremos descansar.

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