Passei a semana toda sem saber da Alejandra, queria comer ela de novo, mas resolvi relaxar. Fui no mercado pegar um pack de cerveja e pedi pizza. Bateram na porta, e era ela, não a pizza, mas ela, a Alejandra. Tava cheirando a álcool, meio desarrumada e veio acompanhada de uma amiga mais velha, uma coroa também um pouco mais inteira. Pra ser sincero, não esperava vê-la de repente, ainda mais com uma acompanhante carregando uma malinha. A primeira coisa que pensei foi que ia comer as duas, mas depois lembrei que a pizza não ia dar pra todo mundo. Mas fazer o quê, tinha que bancar o bravo, senão cadê meu orgulho? Então, arriscando tudo, fechei a porta na cara dela. Ela começou a chorar, e a amiga falou pra irem embora, que não valia a pena. A Alejandra, do outro lado da porta, tava me dizendo que tava há dias morando na rua, passando perrengue, pedindo esmola, sem tomar banho, comendo mal e passando frio. Quando elas já iam indo, abri a porta e falei que a gente precisava conversar, mas que primeiro ela tomasse um banho e se trocasse enquanto a janta não chegava. Ela tomou banho e saiu do quarto sozinha, com a raba no meio das pernas. Naturalmente, falei que não era justo do jeito que ela tinha ido embora. Arrependida, ela disse que não foi por mal, só que foi na embaixada venezuelana pra ver se conseguia o passaporte de volta e encontrou a amiga Miriam. Foram comer, pegaram uma festa, dormiram no terminal rodoviário, mas já tinha gastado todo o pouco dinheiro que economizou com cachaça. Falei que não tinha espaço pra amiga dela. Ela disse que se eu desse uma chance, elas ficariam só uma semana ou duas, esperando um dinheiro pra ver se conseguiam voltar pra fronteira dos Estados Unidos e cruzar de novo. Disse que as duas podiam dormir na mesma cama, e eu topei, feliz por dentro, porque me dava a chance de meter o cacete nas duas.
A Miriam era simpática e, olhando bem, ela era bem gostosa pra caralho. Jantaram cada uma um par de pedaços de pizza, uma ou duas cervejas e foram dormir. A verdade é que eu tava com o pau bem duro e, como foi tão rápido, não coloquei a câmera espiã no quarto de novo. Mais tarde, com muito sono, mas bem tarado e meio bêbado, me atrevi a entrar no quarto com todo cuidado. As duas estavam peladas, bem dormidas.
Filhas da mãe! Estavam peladas, tirei a pica pra fora e bati uma até gozar, fui pro meu quarto dormir, mas antes bati outra e mesmo assim não passava a vontade de comer alguém. Aí voltei no quarto, acordei a Alejandra e falei pra ela vir comigo que eu tinha uma pergunta. Toda sonolenta, ela foi comigo pra fora do quarto. Virei ela, inclinei, cuspi na minha pica, senti aquele cheiro de mulher no cio e enfiei o bagaço todo até o talo.
Tava tão excitado que meti nela naquela posição até doer o meu pau, ela falava que já tava seca, mas ficava com tesão pela dor. Peguei ela pelo cabelo e montei naquela puta abandonada até gozar dentro dela. Carreguei ela até minha cama pra dormir junto, mas ter aquela hotwife na minha cama de novo fez o rifle subir outra vez. Então acordei ela de novo, coloquei ela de quatro, chupei o cu dela, cuspi e enfiei no olho do cu. Tava apertado, bem gostoso, e ela gritava. Com certeza a amiga dela já tinha acordado, tinha que ouvir como a amiga tava se divertindo pra ficar com vontade também... Meti por um bom tempo até o rifle ficar sem munição.
Quando acordei, tava com muita sede, pensei por um momento que tava sonhando, mas lá estava a Alejandra, aquela coroa gostosa, parecia tão delícia, não era tão bonita na real, mas comia melhor que qualquer puta que eu já tivesse pago. Olhei o relógio e já era tarde pra ir trabalhar, e eu tava com vontade de ficar em casa e continuar aquela festa, então liguei pro trampo e falei que não ia dar, que tava me sentindo mal... Quando voltei de mijar, ouvi ela voltando, então ela acordou e eu falei que tinha acabado de amanhecer. Ela pediu pra acordar às 8, porque queria ir ver se conseguia o emprego de volta. Dei um beijo nela, ela sorriu e ficou deitada, mostrando a buceta aberta com aquele plug que ela adora ter sempre no cu. Falei que ia fazer o café, ela só agradeceu e eu saí do quarto.
Não sabia o que servir de café da manhã, cereal? Tinha que ser um bom anfitrião mexicano e mostrar como é a nossa cortesia com os estrangeiros, então fiz uns pancakes, fruta e café. Servi a Alejandra no meu quarto e tinha que aproveitar pra ver a Miriam pelada com a desculpa do café da manhã, e já ir vendo como ia comer ela também. Não ia ter ela na minha casa por uns dias e dar comida de graça, ela tinha que pagar com o suor da bunda dela, mas a Alejandra não podia saber, e se ela fosse ciumenta? Também pensei em dizer que quem quisesse morar ali tinha que pagar com carne, mas melhor não, quem come calado come duas vezes. Bati na porta do outro quarto e entrei de supetão, minha surpresa foi encontrar a Miriam vestida de preto com a bunda empinada, parecia que já estava me esperando. Ela disse toda safada que não sabia como me pagar pelo que eu fazia por ela e pela amiga. Sem pensar, tirei a pica da cueca, coloquei uma mão na bunda dela e abri aquela buceta gostosa.
Falei pra ela que tinha uma ideia de como ela podia me pagar, puxei a calcinha dela pro lado e dei umas boas chupadas na buceta dela, o cuzinho dela tava bem fechado, tinha que fazer aquilo meu.
Ela implorou pra eu meter o pau nela igual na Alejandra, que também queria ser minha puta. Tirei o que ela tava vestindo, e assim que enfiei no cu dela, ela falou baixinho, gritando de dor: "Por aí não, cara!" Depois, ela abriu as nádegas e começou a gemer, pedindo pra eu meter mais forte, que meu machete tava gostoso. Tirei o pau do cu dela e enfiei na buceta, que tava bem molhada e quente, deslizou como manteiga, tava uma delícia. Mesmo com os anos, ela sabia como tratar um bom pau.
Tava tão tesuda e se mexia tão gostoso que não demorei pra gozar, quando ela tava limpando minha pica com a boca, ouço a porta do quarto abrir, a Alejandra entra e vai pro banheiro. Na hora aproveitei pra sair pra cozinha e fingir que nada tinha acontecido...
A Miriam era simpática e, olhando bem, ela era bem gostosa pra caralho. Jantaram cada uma um par de pedaços de pizza, uma ou duas cervejas e foram dormir. A verdade é que eu tava com o pau bem duro e, como foi tão rápido, não coloquei a câmera espiã no quarto de novo. Mais tarde, com muito sono, mas bem tarado e meio bêbado, me atrevi a entrar no quarto com todo cuidado. As duas estavam peladas, bem dormidas.
Filhas da mãe! Estavam peladas, tirei a pica pra fora e bati uma até gozar, fui pro meu quarto dormir, mas antes bati outra e mesmo assim não passava a vontade de comer alguém. Aí voltei no quarto, acordei a Alejandra e falei pra ela vir comigo que eu tinha uma pergunta. Toda sonolenta, ela foi comigo pra fora do quarto. Virei ela, inclinei, cuspi na minha pica, senti aquele cheiro de mulher no cio e enfiei o bagaço todo até o talo.
Tava tão excitado que meti nela naquela posição até doer o meu pau, ela falava que já tava seca, mas ficava com tesão pela dor. Peguei ela pelo cabelo e montei naquela puta abandonada até gozar dentro dela. Carreguei ela até minha cama pra dormir junto, mas ter aquela hotwife na minha cama de novo fez o rifle subir outra vez. Então acordei ela de novo, coloquei ela de quatro, chupei o cu dela, cuspi e enfiei no olho do cu. Tava apertado, bem gostoso, e ela gritava. Com certeza a amiga dela já tinha acordado, tinha que ouvir como a amiga tava se divertindo pra ficar com vontade também... Meti por um bom tempo até o rifle ficar sem munição.
Quando acordei, tava com muita sede, pensei por um momento que tava sonhando, mas lá estava a Alejandra, aquela coroa gostosa, parecia tão delícia, não era tão bonita na real, mas comia melhor que qualquer puta que eu já tivesse pago. Olhei o relógio e já era tarde pra ir trabalhar, e eu tava com vontade de ficar em casa e continuar aquela festa, então liguei pro trampo e falei que não ia dar, que tava me sentindo mal... Quando voltei de mijar, ouvi ela voltando, então ela acordou e eu falei que tinha acabado de amanhecer. Ela pediu pra acordar às 8, porque queria ir ver se conseguia o emprego de volta. Dei um beijo nela, ela sorriu e ficou deitada, mostrando a buceta aberta com aquele plug que ela adora ter sempre no cu. Falei que ia fazer o café, ela só agradeceu e eu saí do quarto.
Não sabia o que servir de café da manhã, cereal? Tinha que ser um bom anfitrião mexicano e mostrar como é a nossa cortesia com os estrangeiros, então fiz uns pancakes, fruta e café. Servi a Alejandra no meu quarto e tinha que aproveitar pra ver a Miriam pelada com a desculpa do café da manhã, e já ir vendo como ia comer ela também. Não ia ter ela na minha casa por uns dias e dar comida de graça, ela tinha que pagar com o suor da bunda dela, mas a Alejandra não podia saber, e se ela fosse ciumenta? Também pensei em dizer que quem quisesse morar ali tinha que pagar com carne, mas melhor não, quem come calado come duas vezes. Bati na porta do outro quarto e entrei de supetão, minha surpresa foi encontrar a Miriam vestida de preto com a bunda empinada, parecia que já estava me esperando. Ela disse toda safada que não sabia como me pagar pelo que eu fazia por ela e pela amiga. Sem pensar, tirei a pica da cueca, coloquei uma mão na bunda dela e abri aquela buceta gostosa.
Falei pra ela que tinha uma ideia de como ela podia me pagar, puxei a calcinha dela pro lado e dei umas boas chupadas na buceta dela, o cuzinho dela tava bem fechado, tinha que fazer aquilo meu.
Ela implorou pra eu meter o pau nela igual na Alejandra, que também queria ser minha puta. Tirei o que ela tava vestindo, e assim que enfiei no cu dela, ela falou baixinho, gritando de dor: "Por aí não, cara!" Depois, ela abriu as nádegas e começou a gemer, pedindo pra eu meter mais forte, que meu machete tava gostoso. Tirei o pau do cu dela e enfiei na buceta, que tava bem molhada e quente, deslizou como manteiga, tava uma delícia. Mesmo com os anos, ela sabia como tratar um bom pau.
Tava tão tesuda e se mexia tão gostoso que não demorei pra gozar, quando ela tava limpando minha pica com a boca, ouço a porta do quarto abrir, a Alejandra entra e vai pro banheiro. Na hora aproveitei pra sair pra cozinha e fingir que nada tinha acontecido...
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