No turno da noite havia um médico que chamavam de "Doutor Burro". Eu pensei que era porque ele não sabia nada de medicina. Minha esposa Estela trabalha como enfermeira no turno da noite do hospital da cidade. Estamos casados há dois anos, mas ultimamente nosso relacionamento anda mal e não sei por quê. Ela parece distraída, nossas relações sexuais não funcionam. Diante dessa situação toda, decidi investigar se ela tinha um amante. Então, ontem, eu a segui até o hospital. É um prédio muito velho, tem um setor dos fundos que está quase abandonado. Por ali eu entrei no hospital. Rapidamente estava numa das salas conversando com um dos pacientes. Ele me contou que no turno da noite havia um médico que chamavam de "Doutor Burro". Eu pensei que era porque ele não sabia nada de medicina, mas não deu tempo de esclarecimentos. Saí urgentemente da sala porque senti passos no corredor central. Não queria que ninguém da equipe me visse ali, então corri para me esconder nos fundos do velho hospital. Primeiro entrei num quarto cheio de colchões que, em alguns setores do cômodo, formavam uma pequena montanha de uns cinquenta centímetros de altura. No quarto ao lado, tudo estava vazio e escuro. Os dois quartos eram separados por uma porta velha, que tinha um buraco de mais ou menos 15 cm de largura e uns vinte de comprimento, bem na parte do meio. O quarto dos colchões estava levemente iluminado pela luz da rua que entrava por uma janelinha opaca perto do teto. De repente, ouvi barulhos. Eram pessoas vindo rindo nessa direção. Eu me escondi no quarto que ficava ao lado do quarto dos colchões. Pelo buraco que tinha na porta, fiquei espiando quem eram os que tinham entrado no cômodo dos colchões. De repente, distingui que eram duas enfermeiras com seus uniformes e um médico. No começo, não faziam nada, só conversavam. Ali, eu distingui... a voz da minha esposa, a outra enfermeira era sua amiga íntima Andrea, de repente para meu espanto vi as duas mulheres tirarem suas respectivas saias, ficando só de calcinha. A da minha esposa era branca, a da amiga acho que era preta – a pouca luz dificultava a identificação. Em seguida, vi o doutor se despir completamente diante delas. Primeiro ordenou à minha esposa Estela que tirasse a calcinha; ela, como hipnotizada, obedeceu na hora, inclusive os peitos já estavam nus. O doutor a empurrou sobre a pequena pilha de colchões, ela caiu de bruços, com as duas pernas abertas por trás. O doutor se aproximou, abriu suas nádegas com as duas mãos e começou a penetrá-la analmente. Senti que minha esposa Estela gozava com aquela pica, dava pra ver que seus dentes mordiam o colchão desesperadamente. Dois minutos depois, vi o doutor tirar sua pica do cu da minha mulher e, em fração de segundos, pude notar que seu membro era longo e tremendamente grosso – essa era a razão de o chamarem de "Doutor Burro".
Enquanto Estela descansava, o doutor ordenou a Andrea que tirasse a calcinha e se deitasse sobre outra pilha de colchões. Ela recostou o corpo e abriu as pernas, oferecendo a buceta, que foi penetrada imediatamente, sob intensos gemidos de dor e prazer. Ela foi montada várias vezes; finalmente, o doutor despejou sua porra nos peitos de Andrea. Enquanto ela se banhava na porra, o doutor agarrou minha esposa pelos cabelos, a fez ajoelhar diante dele e, sacudindo seu pênis grosso, colocou-o dentro da boca de Estela. Ela o chupava com paixão furiosa, até chupava as bolas de vez em quando, antes de voltar a enfiar a pica do doutro na boca. Por fim, ele soltou o sêmen na boca de Estela; ela não queria perder uma gota, e vi como lambia desesperadamente a pica em todas as direções. Logo depois, o doutor agarrou Andrea pelos cabelos e a... Ele a colocou de bruços, a pôs de quatro e começou a comê-la. Para Andrea, era um sofrimento terrível; dava para sentir que ela estava chorando, mas isso não deteve o Doutor, que se ajustou melhor e aumentou a força da penetração anal. Andrea suplicava para que o Doutor parasse de comê-la, mas seu pedido foi completamente ignorado. O Doutor havia decidido que o cu de Andrea tinha que se acostumar com o pau dele. Ele a montou analmente por quase 25 minutos seguidos. Finalmente, Andrea já não chorava, mas gemía de prazer e pedia que o pau ficasse para sempre em seu cu. O doutor despejou toda a porra no ânus da amiga da minha mulher. Quando tudo parecia ter terminado, e as duas enfermeiras se preparavam para vestir suas roupas, o Doutor se aproximou de Estela, a apoiou contra a parede e introduziu seu pênis na buceta da minha esposa. Ele a submeteu de pé, Estela implorava para que ele enfiasse mais fundo e o Doutor obedeceu. Em meio a gritos de prazer, os dois chegaram ao orgasmo ao mesmo tempo. O Doutor finalmente fez as duas chuparem ao mesmo tempo: um tempo era Andrea quem chupava, outro tempo era Estela. No êxtase final, o Doutor agarrou seu pau com a mão direita e massageou os rostos das duas mulheres, terminando por ejacular na boca de ambas. E entre as duas, com suas respectivas línguas, terminaram de limpar o grande pênis do Doutor. Em seguida, todos trocaram de roupa. Estela e Andrea trocaram de calcinhas, ajustaram os uniformes e os três se retiraram do local. Eu fiquei petrificado por tudo que vi naquela noite e, além disso, tinha minhas calças completamente encharcadas. Saí do hospital com a decisão de me separar da minha mulher, já que eu jamais poderei competir com o "Doutor Cavalo".
Enquanto Estela descansava, o doutor ordenou a Andrea que tirasse a calcinha e se deitasse sobre outra pilha de colchões. Ela recostou o corpo e abriu as pernas, oferecendo a buceta, que foi penetrada imediatamente, sob intensos gemidos de dor e prazer. Ela foi montada várias vezes; finalmente, o doutor despejou sua porra nos peitos de Andrea. Enquanto ela se banhava na porra, o doutor agarrou minha esposa pelos cabelos, a fez ajoelhar diante dele e, sacudindo seu pênis grosso, colocou-o dentro da boca de Estela. Ela o chupava com paixão furiosa, até chupava as bolas de vez em quando, antes de voltar a enfiar a pica do doutro na boca. Por fim, ele soltou o sêmen na boca de Estela; ela não queria perder uma gota, e vi como lambia desesperadamente a pica em todas as direções. Logo depois, o doutor agarrou Andrea pelos cabelos e a... Ele a colocou de bruços, a pôs de quatro e começou a comê-la. Para Andrea, era um sofrimento terrível; dava para sentir que ela estava chorando, mas isso não deteve o Doutor, que se ajustou melhor e aumentou a força da penetração anal. Andrea suplicava para que o Doutor parasse de comê-la, mas seu pedido foi completamente ignorado. O Doutor havia decidido que o cu de Andrea tinha que se acostumar com o pau dele. Ele a montou analmente por quase 25 minutos seguidos. Finalmente, Andrea já não chorava, mas gemía de prazer e pedia que o pau ficasse para sempre em seu cu. O doutor despejou toda a porra no ânus da amiga da minha mulher. Quando tudo parecia ter terminado, e as duas enfermeiras se preparavam para vestir suas roupas, o Doutor se aproximou de Estela, a apoiou contra a parede e introduziu seu pênis na buceta da minha esposa. Ele a submeteu de pé, Estela implorava para que ele enfiasse mais fundo e o Doutor obedeceu. Em meio a gritos de prazer, os dois chegaram ao orgasmo ao mesmo tempo. O Doutor finalmente fez as duas chuparem ao mesmo tempo: um tempo era Andrea quem chupava, outro tempo era Estela. No êxtase final, o Doutor agarrou seu pau com a mão direita e massageou os rostos das duas mulheres, terminando por ejacular na boca de ambas. E entre as duas, com suas respectivas línguas, terminaram de limpar o grande pênis do Doutor. Em seguida, todos trocaram de roupa. Estela e Andrea trocaram de calcinhas, ajustaram os uniformes e os três se retiraram do local. Eu fiquei petrificado por tudo que vi naquela noite e, além disso, tinha minhas calças completamente encharcadas. Saí do hospital com a decisão de me separar da minha mulher, já que eu jamais poderei competir com o "Doutor Cavalo".
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