Fala galera, vou deixar aqui o primeiro conto que escrevo. Adoro ler eles no P! e há um tempo queria escrever um. É a primeira vez que escrevo, então espero que gostem.
Era pleno verão de 2016, fazia um calor bem intenso, mas ao mesmo tempo agradável. Eu tinha 21 anos e estava passando por um período de transição.
Em apenas um ano, tinha passado de um cara magrelo difícil de olhar pra um jovem bem bonitão.
Os traços infantis estavam sumindo e os anos de academia estavam dando resultado. Também ajudou ter dado um último estirão, que me deixou com 1,80 de altura.
Graças a essa espécie de metamorfose, comecei a chamar a atenção das mulheres. Naquela época, encontrei a autoestima e confiança que nunca tive. Essa confiança fez meu celular vibrar direto, porque sempre tinha uns 3 ou 4 chats ativos com mulheres que tinham me interessado.
A que mais me interessava naquele momento era uma mina de 19 anos, que pra manter o anonimato, vou chamar de Luz.
Luz tinha 19 anos, uma personalidade intensa e era muito gente boa. Fisicamente era um caminhão, gordinha no melhor sentido, tinha umas pernas fortes, uma bunda enorme espetacular e uns peitões do caralho. De rosto também era muito linda, tinha cara de menina boazinha, mas pra sair se maquiava igual uma diva. A cara maquiada combinava muito mais com a personalidade dela do que a cara natural.
Talvez pela minha inexperiência, me apressei em convidar ela pra fazer algo a sós num fim de semana. Parece que fui direto demais, e ela, talvez pra não parecer "fácil", rebateu meu convite propondo um encontro duplo.
Acontece que ela era muito amiga da namorada do meu melhor amigo. Contei rápido a ideia pro meu amigo, vamos chamar ele de Adrián, e ele topou sem problema nenhum.
Adrián tinha a minha idade e era o completo oposto de mim. Desde que o conheço, sempre foi popular com as mulheres. Vinha de uma família rica, tinha um corpo muito bom, com tanquinho marcados e era cuidadoso ao se vestir. Ele realmente mandava muito bem na imagem que projetava, e isso trazia resultados excelentes. O melhor exemplo desses resultados era a namorada dele, Lore, uma baixinha absolutamente gostosa. O rosto dela era angelical, realmente linda, e ainda tinha um corpaço, fruto de jogar hóquei a vida inteira.
Chegou o sábado e, como combinamos, o Adrián passou para me buscar no carro dele logo depois do jantar e fomos buscar a namorada dele.
Quando chegamos na casa da namorada dele, ele avisou dando duas buzinadas curtas. Em poucos segundos, ela sai. A distância entre a porta da casa dela e o carro devia ser uns 6 metros, mas se você me perguntasse naquele momento, eu diria que eram 60, porque eu via ela se aproximando do carro em câmera lenta, igual em Baywatch.
Era uma noite quente, e ela se vestiu de acordo com o clima. Tava com um short jeans claro bem curto, que mostrava as pernas dela, que eram um show. Em cima, um top de biquíni com uma camisa de verão bem pequena que não escondia os peitos dela em nada. Disfarcei como um campeão o quanto eu tava ficando excitado.
Ela se dava muito bem comigo, já tínhamos batido papo em uns encontros que o Adrián levava ela. Como a vibe era boa, ela chegou perto da janela do carona para me cumprimentar.
Foi muito forte ver aquela gostosa se aproximar de mim, com aqueles olhos de um marrom claro hipnotizante e aquele sorrisão cheio de covinhas. E como se quisesse me matar de infarto, ela me dá um beijo na bochecha que fez meu sangue ferver. Devolvo o cumprimento e rapidamente ofereço meu lugar para ela ir junto com o Adrián. Saio e vou para o banco de trás.
Fomos ouvindo música e tomando um fernet até a casa da Luz. Devemos ter demorado uns 30 minutos para chegar, e avisamos que tínhamos chegado com a buzina e a música do carro.
Passaram uns minutos até a Luz sair, e atrás dela vejo uma cabeça cheia de rolos. Ferrei minha noite, pensei, com certeza trouxe uma amiga pra não rolar nada, vou voltar pra casa com a pica dura, ha.
Quando elas se aproximam do carro, reconheci a amiga, Nicole. Conhecia ela do bairro da minha velha, moravam na mesma quadra há anos, mas nunca tínhamos conversado nem sabia nada sobre ela. A única coisa que sabia era que era muito gostosa, super atlética, de corpo magro e bem definido. Não tinha uma bunda muito grande, mas era bem bonita, e eu já tinha visto muito, quase diria estudado. Incontáveis vezes a vi passando de bicicleta, usando umas leggings bem justas, porque ela pedalava e até competia.
Luz se debruça na janela do passageiro, que Lore tinha aberto, e nos cumprimenta. Aí explica que tinham jantado com Nicole, e o plano era que, depois da janta, um cara com quem Nicole estava saindo ia buscá-la, mas ele tinha cancelado de última hora.
— Quer que a gente leve ela até a casa dela? — Disse Adrián.
— Sim, mas ainda não.
— Por quê?
— É que a Nicole combinou de deixar o apê livre pra colega dela, elas moram num conjugado e dividem quarto — Explicou. — Até as 4 ela não pode voltar, pode vir com a gente?
Adrián me deu uma olhada disfarçada de cumplicidade pelo retrovisor, e disse que não tinha problema, que subissem.
Luz me cumprimentou com entusiasmo, não era normal nela, dava pra ver que ela também tava puta por nossos planos terem sido interrompidos assim. A boa vibe que ela me passou me deu segurança e começamos a zoar e brincar desde o minuto um.
Nicole também me cumprimentou, e ficou me encarando um pouco.
— E aí, eu te conheço, sempre te vejo no bairro.
— Sim, minha velha mora em frente à loja de ferragens, sempre te vejo passando.
Conversamos mais um pouco entre nós três, eu sentado no meio, rodeado por elas, e em poucos minutos a vibe no banco de trás era muito boa, tinha muita risada e muita química.
Depois de uma hora, foquei na Luz, meu objetivo, que tava Já fazia uns minutos que eu tinha começado a ficar mais à vontade. Quando alguma piada minha fazia ela rir, ela apoiava a mão no meu braço rapidinho enquanto ria, ou me dava umas cotoveladas amigáveis. Quando menos esperava, a mão dela ficou apoiada no meu braço. Eu, nem lento nem besta, respondi colocando minha mão no joelho dela, os dois se fazendo de desentendidos, só trocamos um olhar cúmplice rápido.
De repente, a Nicole reclamou que tava desconfortável, porque éramos 3 pessoas e já fazia um tempão apertados num carro meio pequeno. O Adrián ajustou o banco um pouco pra frente, mas não foi o suficiente.
-Posso deitar um pouco no teu ombro? - Ela me perguntou.
-Ehm... - Hesitei.
-Pode, deita à vontade - A Luz cortou, pra minha surpresa.
A Nicole deitou no meu ombro, mas não com carinho, mais como se tivesse encostada num poste. Olhei pra Luz e ela sorriu pra mim e se deitou no outro ombro. Que situação linda, tava feito cachorro com dois rabos.
-Ah, como vão aí atrás, hein - A Lore falou.
As minas riram mas não se inibiram, e eu muito menos.
-Assim a gente fica mais confortável - A Luz disse, enquanto se aninhava ainda mais em mim.
-Pra mim foi ótimo terem cancelado no final, isso aqui é melhor - A Nicol comentou.
-Eu não podia estar melhor, olha só isso - Falei, enquanto passava meu braço por cima das duas. - A gente se dá bem.
-É? Muito bem? - A Lore falou, botando lenha na fogueira.
-Sim, olha - A Luz disse, e colocou a mão na minha bochecha.
Eu fui sem pensar duas vezes e beijei ela. Foi um beijo bem calmo, nossos lábios se encaixaram suavemente por uns 3 segundos e a gente se afastou. A Lore comemorou o beijo dando risada, toda feliz com o que tinha provocado.
Pra mim não tinha sido suficiente, parei de sorrir e olhei nos olhos da Luz, depois a boca dela, e de novo os olhos. A gente se enroscou de novo num beijo, dessa vez mais quente e mais sério. A gente não conseguia parar.
Parece que já tinha passado um tempo considerável, porque as risadas foram embora, e já estavam todos prestando atenção em nós.
-Bom, acho que vou ficar entediada agora que sou a única sozinha haha- Disse Nicole.
Luz me soltou, e se ajoelhou no banco, se esticando pra alcançar a amiga, e agarrou ela pela camisa.
-Cala a boca, otária, vem cá- Ela falou, e puxou a camisa dela, trazendo ela pra perto de mim.
Nossas bocas fechadas se encontraram, dando um selinho bem tímido. Adrián e Lore se olharam com caras de surpresa enorme.
-Naaah, que foi isso?? Se vão fazer, façam direito, hein- Lore falou pra gente, avivando a chama.
Parece que Lore tava curtindo muito o papel de espectadora, como se tivesse vendo um show no teatro, e que show a gente deu com a Nicole.
A gente continuou se beijando por um tempo, e nessa altura minha pica tava dura que nem pedra, e a Luz percebeu. Não me surpreendi quando senti a mão dela na minha virilha, me acariciando por cima da calça jeans. Não foi nada discreto, já que até o Adrián viu. Talvez ela quisesse preservar a privacidade, ou evitar áreas mais movimentadas, e sugeriu ir pra um lugar mais tranquilo.
Parou num drugstore e desceu com a Luz pra comprar mais Coca Booty, pra continuar bebendo lá pra onde a gente ia e não ter que voltar.
Eu fiquei com a Lore e a Nicole no carro, conversando e preparando mais fernet. Passei o copo com gelo pra Lore, que segurava a bebida entre os pés. Enquanto eu preparava, comecei a beijar a Nicole de novo. A Nicole só agora tava relaxando, parecia que era bem mais tímida que as amigas dela.
Aproveitei que ela tava se soltando e peguei num peito dela, ela suspirou e se grudou ainda mais em mim. Já dava pra sentir o tesão dela, afinal, ela tinha planejado não voltar pra casa até as 4 da manhã.
De repente, senti uma mão subindo pela minha coxa, mas não podia ser a Nicole, que tava com a mão na minha nuca.
Quase explodi a pica, a Lore, a namorada do meu amigo, tava tocando na minha pica. Ela apertou umas duas vezes, tentando calcular o tamanho e saciar a Curiosidade. Ele soltou rápido, e em segundos os outros chegaram com a bebida. A Nicol não percebeu nada, e seguimos viagem.
Todo mundo se acalmou um pouco, e fomos conversando na estrada. A gente se afastou vários quilômetros até chegar num parque velho que a prefeitura tinha abandonado há anos, onde o pessoal só vinha pra transar ou se drogar nos fins de semana. Naquele dia, tivemos sorte de encontrar vazio.
Estacionamos e continuamos no que estávamos fazendo. Foi algo instantâneo, a tensão já tava insuportável, e assim que a Adriana desligou o motor, ficamos no escuro. Ver as luzes sumirem foi tipo o tiro de largada de uma corrida. Mal ficamos no escuro, a Luz se jogou em cima de mim, e a Lore em cima do Adrián. Enquanto beijava a Luz, ela começou a acariciar meu pau de novo, enquanto eu tinha minhas mãos ocupadas. Uma na bunda da Luz, outra na da Nicole.
Quando meus olhos se acostumaram com a escuridão, consegui ver que nosso motorista e a namorada dele estavam com o torso nu. Olhei rápido pra aqueles peitos e comecei a acelerar as coisas.
Virei pra onde a Nicol tava e tirei a camisa dela, revelando os peitos dela, bem pequenos mas muito lindos, e comecei a lamber os bicos. Ela se contorce e agarra minha nuca, me puxando mais pra perto dos peitos dela, gemendo igual uma louca. Quando me viro pra fazer o mesmo com a Luz, ela já tinha se adiantado e já tava com os peitos de fora. Me poupou trabalho. Começo a fazer a mesma coisa por uns minutos, enquanto com a mão esquerda beliscava de leve um bico da Nicol, que gemeu de novo.
Quando me endireito pra tirar a camiseta, vejo, só com a ajuda da luz da lua, a Lore já fazendo um boquete no Adrián. Com um gesto, aviso minhas acompanhantes do que tava rolando e começamos a assistir em silêncio. Me recosto pra trás, e começamos a ver atentamente aquela cena entre os 3. Nosso silêncio foi muito barulhento, e alertamos os protagonistas.
— Tão olhando o quê? Não deviam estar ocupados? — Falou, usando a piroca do Adrián como microfone. seguiu na dele como se nada tivesse acontecido.
Luz não perdeu um segundo e abriu meu cinto, me olhando e depois olhando pra Nicol. A vontade que a gente tava não dava mais pra aguentar, não dava pra perder tempo. Ela baixou minha calça e minha cueca num movimento só. Meu pau bateu pra cima e acertou minha barriga com um barulho seco.
Luz, surpresa, inspirou fundo enquanto os olhos dela arregalavam.
— Boluda, olha isso aqui! — Falou pra Lore, mas pra minha decepção ela tava muito ocupada e não virou pra olhar.
Nicol só olhava, com uma mão nas minhas costas e a outra no rosto, tapando a boca. Não queria pressionar ela, porque ela tava mostrando timidez, mas já tinha visto que essa timidez vai e volta. Além disso, sabia que ela tava muito tesuda e que não queria voltar pra casa sem transar.
Luz começou a me bater uma punheta devagar, percorrendo meu pau com paixão e cuidado. Eu me concentrei nela enquanto Nicol tentava controlar os nervos. Beijava o pescoço dela e acariciava a parte de dentro da perna por cima da calça, subindo devagar. Assim que cheguei na buceta dela, ela se levantou, abriu a porta do carro pra ganhar espaço e se ajoelhou. Engoliu metade do meu pau de uma vez. Fez eu me contorcer de tão bom que foi, e continuou chupando num ritmo bem rápido.
Lore levantou a cabeça de entre as pernas do Adrián e abriu a porta dela. Desceu do carro por um segundo pra tirar o short e ficar só com uma fio dental de renda preta. Quando voltou pro carro, ficaram olhando com o Adrián o que tava rolando no banco de trás.
Eu falei pra Luz tirar a calça e ela nem pensou duas vezes, mas antes de descer, pegou a mão da Nicol e colocou no meu pau. Nicol me olhou enquanto criava coragem.
— Posso? — Perguntou, como se fosse possível eu falar que não
— Pode, começa devagar — Falei enquanto acariciava o cabelo dela.
A boca dela era mais macia e quente que a da Luz, mesmo não chupando tão bem, me deixava muito excitado. Começou a aumentar o ritmo enquanto se Ela tapava o rosto com a mão. Tinha muita gente olhando e ela ficava nervosa. Não vou mentir, eu também ficava incomodado com o olhar de três pares de olhos atentos enquanto chupavam meu pau, mas tenho que admitir que me deixava com muito tesão.
O Adrián desceu do carro e apareceu, já completamente pelado do lado da Lore, que começou a chupar ele de novo sentada no banco, enquanto ele ficava em pé ao lado do carro.
Quando viro pra olhar direito, vejo que a Luz não só tinha tirado a calça, mas tinha ficado completamente nua. Olhei pra ela devagar, de cima a baixo.
— Gostou? — Ela perguntou, levantando um pouco o quadril e mostrando como a peluda dela estava raspada em formato de coração.
— Claro, adorei, mas por que você não junta a gente? Já tô com saudade da sua boca — Respondi.
Ela só sorriu pra mim e se ajoelhou no banco, ficando com a bunda pra cima. Aproveitei pra começar a tocar ela. A pele dela se arrepiou quando meus dedos chegaram na buceta quente dela, já bem molhada.
Eu masturbava ela devagar enquanto ela beijava e lambia minhas bolas, acompanhando o Nicol que já tava chupando meu pau como uma profissional.
Continuamos assim por uns minutos até a Luz começar a gemer cada vez mais alto. Ela levantou a cabeça, apoiando no meu peito. Eu segurei a cabeça dela com meu braço esquerdo, enquanto acelerava o ritmo com a mão direita. O Nicol se levantou e a Lore se inclinou pra ver.
Os gemidos viraram gritos, enquanto ela gozava, babando no meu peito e apertando o pulso da amiga. Quando paramos e ela relaxou, comecei a ouvir os gemidos da Lore.
Nós três sentamos pra descansar e ver como a Lore, que tinha ficado de quatro, olhava nos nossos olhos enquanto o Adrián metia forte nela. Aproveitei o intervalo pra tirar a calça de vez e pelar o Nicol. Nós três sentamos, completamente nus, pra assistir.
Os peitos da Lore balançavam no ritmo das estocadas do Adrián, me hipnotizando com o movimento.
A única coisa que conseguiu me tirar do transe foi ouvir Um gemido da Nicol, a mais tímida, se masturbando enquanto via a amiga sendo penetrada. Quando percebi isso, comecei a ajudar ela com a mão esquerda enquanto continuava vendo a cena. Ficamos assim uns minutos até a Luz interromper.
– Ufff, não aguento mais – disse quase gritando, e cruzou as pernas por cima de mim.
Ela pegou meu pau sozinha e guiou até a buceta dela, fechou os olhos e foi enfiando devagar. Ela estava tão molhada que não tive problema nenhum em entrar. Era uma garota linda. Começou a cavalgar com vontade.
Olhei pra Nicol, e fiz ela ficar de joelhos com a cabeça virada pro banco de trás, e continuei tocando ela. Comecei a acelerar o ritmo da minha mão enquanto deixava a Luz pular em cima de mim. A respiração da ciclista acelerava, e ela começou a soltar uns gemidos tímidos que me deixavam muito excitado. Ficamos assim uns minutos, até dar pra ver que ela tava no limite.
O Adrián começou a sacudir quase com violência a Lore, que tava prestes a gozar, e gritava cada vez mais alto. A respiração, gemidos e choramingos de todo mundo se somavam e faziam o momento ser muito intenso. Todos estávamos prestes a gozar e continuávamos aumentando a intensidade.
A voz da Nicol começou a falhar, e ao ouvir isso, a Luz deu duas palmadas fortes nela. A Nicol não aguentou mais e explodiu num grito enquanto se contorcia e tremia.
A Luz jogou a cabeça pra trás enquanto esfregava os quadris contra mim, como se quisesse se fundir comigo.
A Lore abaixou a cabeça enquanto o Adrián se deitou sobre ela, grunhindo e arranhando as costas dela.
Por último, eu perdi todo o controle e gozei a jatos dentro da Luz, que não se importou nem um pouco.
Ficamos os cinco largados nos bancos, cobertos de suor e outros fluidos. Cinco sorrisos enormes de cinco pessoas relaxadas e cansadas. O cheiro de sexo dentro daquele carro era muito forte e gostoso.
Levamos uns minutos pra nos recompor e nos vestir de novo.
Voltamos em silêncio, mas não era um Silêncio incômodo, era um silêncio tranquilo que era cortado por um comentário de vez em quando, que arrancava risadas do grupo.
Deixamos as minas na casa de cada uma, deixando no ar a ideia de repetir tudo.
Quando deixamos elas, o Adrián me fez limpar o banco de trás bem fundo kkkkk.
Era pleno verão de 2016, fazia um calor bem intenso, mas ao mesmo tempo agradável. Eu tinha 21 anos e estava passando por um período de transição.
Em apenas um ano, tinha passado de um cara magrelo difícil de olhar pra um jovem bem bonitão.
Os traços infantis estavam sumindo e os anos de academia estavam dando resultado. Também ajudou ter dado um último estirão, que me deixou com 1,80 de altura.
Graças a essa espécie de metamorfose, comecei a chamar a atenção das mulheres. Naquela época, encontrei a autoestima e confiança que nunca tive. Essa confiança fez meu celular vibrar direto, porque sempre tinha uns 3 ou 4 chats ativos com mulheres que tinham me interessado.
A que mais me interessava naquele momento era uma mina de 19 anos, que pra manter o anonimato, vou chamar de Luz.
Luz tinha 19 anos, uma personalidade intensa e era muito gente boa. Fisicamente era um caminhão, gordinha no melhor sentido, tinha umas pernas fortes, uma bunda enorme espetacular e uns peitões do caralho. De rosto também era muito linda, tinha cara de menina boazinha, mas pra sair se maquiava igual uma diva. A cara maquiada combinava muito mais com a personalidade dela do que a cara natural.
Talvez pela minha inexperiência, me apressei em convidar ela pra fazer algo a sós num fim de semana. Parece que fui direto demais, e ela, talvez pra não parecer "fácil", rebateu meu convite propondo um encontro duplo.
Acontece que ela era muito amiga da namorada do meu melhor amigo. Contei rápido a ideia pro meu amigo, vamos chamar ele de Adrián, e ele topou sem problema nenhum.
Adrián tinha a minha idade e era o completo oposto de mim. Desde que o conheço, sempre foi popular com as mulheres. Vinha de uma família rica, tinha um corpo muito bom, com tanquinho marcados e era cuidadoso ao se vestir. Ele realmente mandava muito bem na imagem que projetava, e isso trazia resultados excelentes. O melhor exemplo desses resultados era a namorada dele, Lore, uma baixinha absolutamente gostosa. O rosto dela era angelical, realmente linda, e ainda tinha um corpaço, fruto de jogar hóquei a vida inteira.
Chegou o sábado e, como combinamos, o Adrián passou para me buscar no carro dele logo depois do jantar e fomos buscar a namorada dele.
Quando chegamos na casa da namorada dele, ele avisou dando duas buzinadas curtas. Em poucos segundos, ela sai. A distância entre a porta da casa dela e o carro devia ser uns 6 metros, mas se você me perguntasse naquele momento, eu diria que eram 60, porque eu via ela se aproximando do carro em câmera lenta, igual em Baywatch.
Era uma noite quente, e ela se vestiu de acordo com o clima. Tava com um short jeans claro bem curto, que mostrava as pernas dela, que eram um show. Em cima, um top de biquíni com uma camisa de verão bem pequena que não escondia os peitos dela em nada. Disfarcei como um campeão o quanto eu tava ficando excitado.
Ela se dava muito bem comigo, já tínhamos batido papo em uns encontros que o Adrián levava ela. Como a vibe era boa, ela chegou perto da janela do carona para me cumprimentar.
Foi muito forte ver aquela gostosa se aproximar de mim, com aqueles olhos de um marrom claro hipnotizante e aquele sorrisão cheio de covinhas. E como se quisesse me matar de infarto, ela me dá um beijo na bochecha que fez meu sangue ferver. Devolvo o cumprimento e rapidamente ofereço meu lugar para ela ir junto com o Adrián. Saio e vou para o banco de trás.
Fomos ouvindo música e tomando um fernet até a casa da Luz. Devemos ter demorado uns 30 minutos para chegar, e avisamos que tínhamos chegado com a buzina e a música do carro.
Passaram uns minutos até a Luz sair, e atrás dela vejo uma cabeça cheia de rolos. Ferrei minha noite, pensei, com certeza trouxe uma amiga pra não rolar nada, vou voltar pra casa com a pica dura, ha.
Quando elas se aproximam do carro, reconheci a amiga, Nicole. Conhecia ela do bairro da minha velha, moravam na mesma quadra há anos, mas nunca tínhamos conversado nem sabia nada sobre ela. A única coisa que sabia era que era muito gostosa, super atlética, de corpo magro e bem definido. Não tinha uma bunda muito grande, mas era bem bonita, e eu já tinha visto muito, quase diria estudado. Incontáveis vezes a vi passando de bicicleta, usando umas leggings bem justas, porque ela pedalava e até competia.
Luz se debruça na janela do passageiro, que Lore tinha aberto, e nos cumprimenta. Aí explica que tinham jantado com Nicole, e o plano era que, depois da janta, um cara com quem Nicole estava saindo ia buscá-la, mas ele tinha cancelado de última hora.
— Quer que a gente leve ela até a casa dela? — Disse Adrián.
— Sim, mas ainda não.
— Por quê?
— É que a Nicole combinou de deixar o apê livre pra colega dela, elas moram num conjugado e dividem quarto — Explicou. — Até as 4 ela não pode voltar, pode vir com a gente?
Adrián me deu uma olhada disfarçada de cumplicidade pelo retrovisor, e disse que não tinha problema, que subissem.
Luz me cumprimentou com entusiasmo, não era normal nela, dava pra ver que ela também tava puta por nossos planos terem sido interrompidos assim. A boa vibe que ela me passou me deu segurança e começamos a zoar e brincar desde o minuto um.
Nicole também me cumprimentou, e ficou me encarando um pouco.
— E aí, eu te conheço, sempre te vejo no bairro.
— Sim, minha velha mora em frente à loja de ferragens, sempre te vejo passando.
Conversamos mais um pouco entre nós três, eu sentado no meio, rodeado por elas, e em poucos minutos a vibe no banco de trás era muito boa, tinha muita risada e muita química.
Depois de uma hora, foquei na Luz, meu objetivo, que tava Já fazia uns minutos que eu tinha começado a ficar mais à vontade. Quando alguma piada minha fazia ela rir, ela apoiava a mão no meu braço rapidinho enquanto ria, ou me dava umas cotoveladas amigáveis. Quando menos esperava, a mão dela ficou apoiada no meu braço. Eu, nem lento nem besta, respondi colocando minha mão no joelho dela, os dois se fazendo de desentendidos, só trocamos um olhar cúmplice rápido.
De repente, a Nicole reclamou que tava desconfortável, porque éramos 3 pessoas e já fazia um tempão apertados num carro meio pequeno. O Adrián ajustou o banco um pouco pra frente, mas não foi o suficiente.
-Posso deitar um pouco no teu ombro? - Ela me perguntou.
-Ehm... - Hesitei.
-Pode, deita à vontade - A Luz cortou, pra minha surpresa.
A Nicole deitou no meu ombro, mas não com carinho, mais como se tivesse encostada num poste. Olhei pra Luz e ela sorriu pra mim e se deitou no outro ombro. Que situação linda, tava feito cachorro com dois rabos.
-Ah, como vão aí atrás, hein - A Lore falou.
As minas riram mas não se inibiram, e eu muito menos.
-Assim a gente fica mais confortável - A Luz disse, enquanto se aninhava ainda mais em mim.
-Pra mim foi ótimo terem cancelado no final, isso aqui é melhor - A Nicol comentou.
-Eu não podia estar melhor, olha só isso - Falei, enquanto passava meu braço por cima das duas. - A gente se dá bem.
-É? Muito bem? - A Lore falou, botando lenha na fogueira.
-Sim, olha - A Luz disse, e colocou a mão na minha bochecha.
Eu fui sem pensar duas vezes e beijei ela. Foi um beijo bem calmo, nossos lábios se encaixaram suavemente por uns 3 segundos e a gente se afastou. A Lore comemorou o beijo dando risada, toda feliz com o que tinha provocado.
Pra mim não tinha sido suficiente, parei de sorrir e olhei nos olhos da Luz, depois a boca dela, e de novo os olhos. A gente se enroscou de novo num beijo, dessa vez mais quente e mais sério. A gente não conseguia parar.
Parece que já tinha passado um tempo considerável, porque as risadas foram embora, e já estavam todos prestando atenção em nós.
-Bom, acho que vou ficar entediada agora que sou a única sozinha haha- Disse Nicole.
Luz me soltou, e se ajoelhou no banco, se esticando pra alcançar a amiga, e agarrou ela pela camisa.
-Cala a boca, otária, vem cá- Ela falou, e puxou a camisa dela, trazendo ela pra perto de mim.
Nossas bocas fechadas se encontraram, dando um selinho bem tímido. Adrián e Lore se olharam com caras de surpresa enorme.
-Naaah, que foi isso?? Se vão fazer, façam direito, hein- Lore falou pra gente, avivando a chama.
Parece que Lore tava curtindo muito o papel de espectadora, como se tivesse vendo um show no teatro, e que show a gente deu com a Nicole.
A gente continuou se beijando por um tempo, e nessa altura minha pica tava dura que nem pedra, e a Luz percebeu. Não me surpreendi quando senti a mão dela na minha virilha, me acariciando por cima da calça jeans. Não foi nada discreto, já que até o Adrián viu. Talvez ela quisesse preservar a privacidade, ou evitar áreas mais movimentadas, e sugeriu ir pra um lugar mais tranquilo.
Parou num drugstore e desceu com a Luz pra comprar mais Coca Booty, pra continuar bebendo lá pra onde a gente ia e não ter que voltar.
Eu fiquei com a Lore e a Nicole no carro, conversando e preparando mais fernet. Passei o copo com gelo pra Lore, que segurava a bebida entre os pés. Enquanto eu preparava, comecei a beijar a Nicole de novo. A Nicole só agora tava relaxando, parecia que era bem mais tímida que as amigas dela.
Aproveitei que ela tava se soltando e peguei num peito dela, ela suspirou e se grudou ainda mais em mim. Já dava pra sentir o tesão dela, afinal, ela tinha planejado não voltar pra casa até as 4 da manhã.
De repente, senti uma mão subindo pela minha coxa, mas não podia ser a Nicole, que tava com a mão na minha nuca.
Quase explodi a pica, a Lore, a namorada do meu amigo, tava tocando na minha pica. Ela apertou umas duas vezes, tentando calcular o tamanho e saciar a Curiosidade. Ele soltou rápido, e em segundos os outros chegaram com a bebida. A Nicol não percebeu nada, e seguimos viagem.
Todo mundo se acalmou um pouco, e fomos conversando na estrada. A gente se afastou vários quilômetros até chegar num parque velho que a prefeitura tinha abandonado há anos, onde o pessoal só vinha pra transar ou se drogar nos fins de semana. Naquele dia, tivemos sorte de encontrar vazio.
Estacionamos e continuamos no que estávamos fazendo. Foi algo instantâneo, a tensão já tava insuportável, e assim que a Adriana desligou o motor, ficamos no escuro. Ver as luzes sumirem foi tipo o tiro de largada de uma corrida. Mal ficamos no escuro, a Luz se jogou em cima de mim, e a Lore em cima do Adrián. Enquanto beijava a Luz, ela começou a acariciar meu pau de novo, enquanto eu tinha minhas mãos ocupadas. Uma na bunda da Luz, outra na da Nicole.
Quando meus olhos se acostumaram com a escuridão, consegui ver que nosso motorista e a namorada dele estavam com o torso nu. Olhei rápido pra aqueles peitos e comecei a acelerar as coisas.
Virei pra onde a Nicol tava e tirei a camisa dela, revelando os peitos dela, bem pequenos mas muito lindos, e comecei a lamber os bicos. Ela se contorce e agarra minha nuca, me puxando mais pra perto dos peitos dela, gemendo igual uma louca. Quando me viro pra fazer o mesmo com a Luz, ela já tinha se adiantado e já tava com os peitos de fora. Me poupou trabalho. Começo a fazer a mesma coisa por uns minutos, enquanto com a mão esquerda beliscava de leve um bico da Nicol, que gemeu de novo.
Quando me endireito pra tirar a camiseta, vejo, só com a ajuda da luz da lua, a Lore já fazendo um boquete no Adrián. Com um gesto, aviso minhas acompanhantes do que tava rolando e começamos a assistir em silêncio. Me recosto pra trás, e começamos a ver atentamente aquela cena entre os 3. Nosso silêncio foi muito barulhento, e alertamos os protagonistas.
— Tão olhando o quê? Não deviam estar ocupados? — Falou, usando a piroca do Adrián como microfone. seguiu na dele como se nada tivesse acontecido.
Luz não perdeu um segundo e abriu meu cinto, me olhando e depois olhando pra Nicol. A vontade que a gente tava não dava mais pra aguentar, não dava pra perder tempo. Ela baixou minha calça e minha cueca num movimento só. Meu pau bateu pra cima e acertou minha barriga com um barulho seco.
Luz, surpresa, inspirou fundo enquanto os olhos dela arregalavam.
— Boluda, olha isso aqui! — Falou pra Lore, mas pra minha decepção ela tava muito ocupada e não virou pra olhar.
Nicol só olhava, com uma mão nas minhas costas e a outra no rosto, tapando a boca. Não queria pressionar ela, porque ela tava mostrando timidez, mas já tinha visto que essa timidez vai e volta. Além disso, sabia que ela tava muito tesuda e que não queria voltar pra casa sem transar.
Luz começou a me bater uma punheta devagar, percorrendo meu pau com paixão e cuidado. Eu me concentrei nela enquanto Nicol tentava controlar os nervos. Beijava o pescoço dela e acariciava a parte de dentro da perna por cima da calça, subindo devagar. Assim que cheguei na buceta dela, ela se levantou, abriu a porta do carro pra ganhar espaço e se ajoelhou. Engoliu metade do meu pau de uma vez. Fez eu me contorcer de tão bom que foi, e continuou chupando num ritmo bem rápido.
Lore levantou a cabeça de entre as pernas do Adrián e abriu a porta dela. Desceu do carro por um segundo pra tirar o short e ficar só com uma fio dental de renda preta. Quando voltou pro carro, ficaram olhando com o Adrián o que tava rolando no banco de trás.
Eu falei pra Luz tirar a calça e ela nem pensou duas vezes, mas antes de descer, pegou a mão da Nicol e colocou no meu pau. Nicol me olhou enquanto criava coragem.
— Posso? — Perguntou, como se fosse possível eu falar que não
— Pode, começa devagar — Falei enquanto acariciava o cabelo dela.
A boca dela era mais macia e quente que a da Luz, mesmo não chupando tão bem, me deixava muito excitado. Começou a aumentar o ritmo enquanto se Ela tapava o rosto com a mão. Tinha muita gente olhando e ela ficava nervosa. Não vou mentir, eu também ficava incomodado com o olhar de três pares de olhos atentos enquanto chupavam meu pau, mas tenho que admitir que me deixava com muito tesão.
O Adrián desceu do carro e apareceu, já completamente pelado do lado da Lore, que começou a chupar ele de novo sentada no banco, enquanto ele ficava em pé ao lado do carro.
Quando viro pra olhar direito, vejo que a Luz não só tinha tirado a calça, mas tinha ficado completamente nua. Olhei pra ela devagar, de cima a baixo.
— Gostou? — Ela perguntou, levantando um pouco o quadril e mostrando como a peluda dela estava raspada em formato de coração.
— Claro, adorei, mas por que você não junta a gente? Já tô com saudade da sua boca — Respondi.
Ela só sorriu pra mim e se ajoelhou no banco, ficando com a bunda pra cima. Aproveitei pra começar a tocar ela. A pele dela se arrepiou quando meus dedos chegaram na buceta quente dela, já bem molhada.
Eu masturbava ela devagar enquanto ela beijava e lambia minhas bolas, acompanhando o Nicol que já tava chupando meu pau como uma profissional.
Continuamos assim por uns minutos até a Luz começar a gemer cada vez mais alto. Ela levantou a cabeça, apoiando no meu peito. Eu segurei a cabeça dela com meu braço esquerdo, enquanto acelerava o ritmo com a mão direita. O Nicol se levantou e a Lore se inclinou pra ver.
Os gemidos viraram gritos, enquanto ela gozava, babando no meu peito e apertando o pulso da amiga. Quando paramos e ela relaxou, comecei a ouvir os gemidos da Lore.
Nós três sentamos pra descansar e ver como a Lore, que tinha ficado de quatro, olhava nos nossos olhos enquanto o Adrián metia forte nela. Aproveitei o intervalo pra tirar a calça de vez e pelar o Nicol. Nós três sentamos, completamente nus, pra assistir.
Os peitos da Lore balançavam no ritmo das estocadas do Adrián, me hipnotizando com o movimento.
A única coisa que conseguiu me tirar do transe foi ouvir Um gemido da Nicol, a mais tímida, se masturbando enquanto via a amiga sendo penetrada. Quando percebi isso, comecei a ajudar ela com a mão esquerda enquanto continuava vendo a cena. Ficamos assim uns minutos até a Luz interromper.
– Ufff, não aguento mais – disse quase gritando, e cruzou as pernas por cima de mim.
Ela pegou meu pau sozinha e guiou até a buceta dela, fechou os olhos e foi enfiando devagar. Ela estava tão molhada que não tive problema nenhum em entrar. Era uma garota linda. Começou a cavalgar com vontade.
Olhei pra Nicol, e fiz ela ficar de joelhos com a cabeça virada pro banco de trás, e continuei tocando ela. Comecei a acelerar o ritmo da minha mão enquanto deixava a Luz pular em cima de mim. A respiração da ciclista acelerava, e ela começou a soltar uns gemidos tímidos que me deixavam muito excitado. Ficamos assim uns minutos, até dar pra ver que ela tava no limite.
O Adrián começou a sacudir quase com violência a Lore, que tava prestes a gozar, e gritava cada vez mais alto. A respiração, gemidos e choramingos de todo mundo se somavam e faziam o momento ser muito intenso. Todos estávamos prestes a gozar e continuávamos aumentando a intensidade.
A voz da Nicol começou a falhar, e ao ouvir isso, a Luz deu duas palmadas fortes nela. A Nicol não aguentou mais e explodiu num grito enquanto se contorcia e tremia.
A Luz jogou a cabeça pra trás enquanto esfregava os quadris contra mim, como se quisesse se fundir comigo.
A Lore abaixou a cabeça enquanto o Adrián se deitou sobre ela, grunhindo e arranhando as costas dela.
Por último, eu perdi todo o controle e gozei a jatos dentro da Luz, que não se importou nem um pouco.
Ficamos os cinco largados nos bancos, cobertos de suor e outros fluidos. Cinco sorrisos enormes de cinco pessoas relaxadas e cansadas. O cheiro de sexo dentro daquele carro era muito forte e gostoso.
Levamos uns minutos pra nos recompor e nos vestir de novo.
Voltamos em silêncio, mas não era um Silêncio incômodo, era um silêncio tranquilo que era cortado por um comentário de vez em quando, que arrancava risadas do grupo.
Deixamos as minas na casa de cada uma, deixando no ar a ideia de repetir tudo.
Quando deixamos elas, o Adrián me fez limpar o banco de trás bem fundo kkkkk.
0 comentários - Verano caliente