Sou uma garota da universidade, conheci meu namorado lá. Meu nome é Melissa, tenho 19 anos, 1,60m de altura, pele branca, cabelo curto e preto. Acho que meu corpo é de dar inveja, tenho uma cinturinha fina, um bom peito, mas sem exagero, e uma bunda bem empinada. Resumindo, tudo no lugar certo. Vivo recebendo elogios na rua e uns cantadas safadas, o que não me incomoda, porque me faz sentir desejada, mas sempre ignoro, por razões óbvias. Tudo começa um dia na faculdade, com um grupo de amigos no pátio, a gente zoando como sempre, vendo se íamos pra algum lugar pra se divertir e tomar uns drinks. Só que eu não tinha percebido que meu namorado, o Javier, estava perto de mim, com outro grupo de amigos. Pra minha desgraça, um dos meus amigos idiotas solta uma piada pra me provocar, falando: "Uff, você vai ficar bem puta que nem da outra vez—". Óbvio que eu tava acostumada com esse tipo de brincadeira com meus amigos, e eu também zoava eles assim, mas nunca passava disso, só piadas pesadas. Quando virei e vi meu namorado olhando pro meu grupo de amigos, fingi que não era comigo. Fiquei chocada, torcendo pra ele não ter ouvido nada do que o arrogante do meu amigo falou. Depois do susto, encontrei o Javier fora da faculdade, notei que ele tava estranho. Perguntei o que tinha, mas ele não quis responder, desviou o assunto e ficou calado e mal-humorado comigo. Falei: "Já sei o que vai te deixar de bom humor. Hoje à noite vou na sua casa." Quando chegou a noite, me arrumei toda gostosa pra ele. Coloquei um vestido minissaia azul claro transparente, uma calcinha fio dental azul pastel, um sutiã da mesma cor, e tava pronta pra mostrar pro meu namorado. No caminho pra casa dele, já eram 10 da noite, esperando um táxi na beira da pista, notei uns olhares... comentários obscenos sobre mim fora do comum, de certa forma não dei muita importância, porque como falei antes, isso me fazia sentir desejada. Finalmente peguei um táxi, estava tudo indo de maravilha, ansiosa pra chegar e ver meu namorado. Mas aí percebi um olhar cheio de tesão do taxista, que queria ver através do meu vestido, fiquei nervosa, ajustei o vestido pra não mostrar demais as pernas, porque sentada aparecia demais, deixando até ver minha calcinha. A sensação de susto que senti quando uma mão fria tocou minha perna, poucos segundos depois começou a passar a mão no meu tecido fino e foi aí que pensei em pular do carro, mas era tarde, não dava pra simplesmente sair no meio de uma pista escura, então criei coragem e falei que era menor de idade, pra ele não passar dos limites comigo, e aí ele se acalmou e pediu desculpas. O resto da viagem foi tranquilo, mas desconfortável. Cheguei na casa do meu namorado, ele abriu a porta, me cumprimentou com um beijo na boca e um abraço, me levou pra sala, sentei no sofá e ele trouxe um chá pra mim, falou que já voltava. Nesse tempo, fiquei na dúvida se contava o que tinha rolado com o taxista, por outro lado, tinha medo do que ele ia pensar, também não queria estragar essa noite planejada pro Javier, meu namorado. Então decidi não contar. Tava disposta a fazer tudo que o Javier quisesse comigo naquela noite, mas aí ouvi um barulho de videogame, achei que ele tinha esquecido e deixado ligado. Fui desligar o videogame no quarto do Javier, mas me deparei com uma surpresa, tinha mais alguém no quarto e era o melhor amigo do Javier, o Alonso, tem 1,80m, moreno e 24 anos. Ele me cumprimentou quando me viu entrar, pediu desculpas por ser um estraga-prazeres, que não sabia que eu viria, comentou com sutileza que eu tava linda, e eu respondi muito obrigada. Saí do quarto assim que pude pra procurar o Javier e encontrei ele no meio do caminho voltando. A sala. Vi que você já cumprimentou o Alonso. Pedi uma explicação de por que o Alonso estava em casa, quando era pra ser uma noite só nossa. Ele respondeu todo arrogante, com um sorriso debochado no rosto. "Qual é o problema, se você já tá acostumada a ficar rodeada de amigos?" Na hora, sacou o duplo sentido na mesma hora, claramente por causa das várias vezes que eu tinha ouvido as piadas dos meus amigos sem perceber. Naquele momento, deixei pra lá, fiz cara de que não tava acontecendo nada, mesmo por dentro fervendo de raiva. Mas já não importava mais, eu tava ali e tinha que aproveitar de algum jeito. Fomos pro quarto, deitamos na cama do meu namorado, que é enorme, cabe umas cinco pessoas, então nos acomodamos pra ver um filme de terror, porque eu pedi. O filme acabou e eu achei que o Alonso ia ter que ir embora, já que ele sempre vem ver o Javier de moto. Mas o Javier me contou que o Alonso foi expulso do apartamento dele e por isso ia passar a noite com a gente. Antes de ir pra cama, nós três começamos a beber antes de dormir e bater um papo na sala sobre faculdade, amigos e as coisas que mais gostamos de fazer. Já cansados e meio relaxados pela bebida, fomos dormir. O mais bêbado era o Javier, que tomou três garrafas de cerveja. Fui no banheiro me trocar, colocar uma roupa de dormir que tinha deixado na casa do meu namorado antes pra ficar à vontade, mas sem tirar a calcinha. Minha roupa de dormir era um moletom, mas como tava muito calor, decidi vestir uma camisa comprida do meu namorado. Deitei do lado do Javier, enquanto o Alonso ficou do outro lado. Nós três pegamos no sono até que eu acordei às 4 da manhã com vontade de fazer xixi. Quando voltei, notei que o Javier tava na beirada da cama e o Alonso na outra beirada, me deixando como opção dormir no meio dos dois. Não me senti confortável, mas não tinha outra escolha, então me enfiei entre os lençóis e deitei. Pouco depois, nem 3 minutos tinham passado, senti um dedo roçando minha bunda. Não dei importância, tentei dormir. Dois minutos depois, senti que dessa vez era uma mão tímida tocando minha bunda. Meu coração começou a bater super rápido. Quando comecei a sentir entre minhas nádegas um volume que se aproximava com delicadeza. Abri os olhos, já não dava mais pra fingir que não tava rolando nada. Alonso era sonâmbulo ou tava mesmo querendo me apalpar com o amigo do lado, não tinha respeito porque o amigo dele tava ali na mesma cama. Aí pensei outra coisa. É provável que ele esteja convencido de que me encontrou dormindo e queira aproveitar a situação. De repente, senti o volume dele mais perto entre minha bunda e dessa vez foi mais bruto, começando a se esfregar, até que notei um calor quando o volume afundou entre minhas nádegas, e senti como era grande e grosso, porque sobressaía da minha bunda e não chegava nem na ponta do iceberg, e como separava minhas nádegas pela grossura. Foi aí que comecei a me sentir um pouco excitada e confusa. Ele continuou se esfregando até o ponto em que o pau dele queria sair da cueca, pude sentir como pulsava entre minhas nádegas. Parece que já não se contentava mais em só esfregar entre minha bunda e começou a tocar minha bunda, enquanto também tocava as bordas da minha calcinha fio dental, tateando por onde puxar ou talvez curtindo o quão obscena eu parecia. Continuou me apalpando enquanto eu fingia que tava dormindo, Alonso começou a tocar mais fundo, até chegar nos lábios maiores, esfregou umas oito vezes e já comecei a ouvir suspiros de um homem tarado, eu também tava curtindo, a adrenalina de estar na mesma cama com Javier enquanto Alonso me apalpava. Alonso foi além e agora tirou o pau dele da cueca que já não aguentava aquela monstruosidade, senti um baita vigor, ele tava começando a me penetrar, logo não daria mais pra fingir, então aguentei o que pude esperando que Alonso se cansasse, mas Alonso tinha outros planos, porque meteu o pau todo. Entre minhas pernas, eu sentia toda aquela grossura passando por baixo. Aí, de repente, escuto no meu ouvido: "Não adianta mais fingir, você é uma puta, tá toda molhada aqui embaixo." Deus, senti um arrepio percorrer meu corpo, mas sim, não dava mais pra fingir. Então me virei e mandei ele se ajeitar na posição dele, com a cabeça entre minhas pernas, pra eu poder dar um boquete nele. E foi isso, ele aceitou sem dizer nada, só com um sorriso safado.
Me surpreendi quando vi aquele troço enorme, uma grossura exagerada, um tamanho imenso que atravessava minha cara toda quando coloquei na minha frente. Naquele momento, era essencial provar aquele pau, então comecei beijando a ponta enquanto Alonso soltava um suspiro imenso. Desci até o tronco, cheguei nas bolas, chupei, e voltei subindo pelo tronco, passando a língua toda até a ponta, pra depois me engasgar com o membro inteiro dentro da minha boca. Sem fazer barulho, claro, senão a gente acordava o corno do meu namorado.
Fiquei engolindo e me engasgando com aquele pau por uns 20 minutos, até que ele jorrou toda a porra dentro de mim. Alonso parecia satisfeito, ou pelo menos era o que eu pensava. Me enganei quando vi ele voltar pra posição anterior, me olhando fixo, e me beijou sem se importar que eu tinha engolido o esperma dele. Enquanto isso, eu passava a mão nos meus peitos por cima da camisa. Ele desabotoou dois botões da camisa, deixando ela aberta pra meus peitos ficarem à mostra, um espetáculo de peitos durinhos. Então ele começou a brincar com meu mamilo e abriu a boca pra chupar, mamando meus peitos com desespero enquanto eu soltava gemidos baixinhos.
Não passou nem 10 minutos e ele já tava feito um touro, aquela coisa pulsando de novo. Ele se jogou com a mão por baixo das cobertas, puxou minha calcinha fio dental pro lado, deixando minha buceta à mostra, enfiou os dedos e, quando viu que tava molhada, colocou a ponta do pau. Na hora que ele ia me dar uma sentada violenta e enfiar o pau inteiro, a gente ouviu o Javier se mexer. Então a gente se levantou e... decidimos deixar pra outro dia. Se quiserem que eu continue a história, escrevam nos comentários.
Me surpreendi quando vi aquele troço enorme, uma grossura exagerada, um tamanho imenso que atravessava minha cara toda quando coloquei na minha frente. Naquele momento, era essencial provar aquele pau, então comecei beijando a ponta enquanto Alonso soltava um suspiro imenso. Desci até o tronco, cheguei nas bolas, chupei, e voltei subindo pelo tronco, passando a língua toda até a ponta, pra depois me engasgar com o membro inteiro dentro da minha boca. Sem fazer barulho, claro, senão a gente acordava o corno do meu namorado.
Fiquei engolindo e me engasgando com aquele pau por uns 20 minutos, até que ele jorrou toda a porra dentro de mim. Alonso parecia satisfeito, ou pelo menos era o que eu pensava. Me enganei quando vi ele voltar pra posição anterior, me olhando fixo, e me beijou sem se importar que eu tinha engolido o esperma dele. Enquanto isso, eu passava a mão nos meus peitos por cima da camisa. Ele desabotoou dois botões da camisa, deixando ela aberta pra meus peitos ficarem à mostra, um espetáculo de peitos durinhos. Então ele começou a brincar com meu mamilo e abriu a boca pra chupar, mamando meus peitos com desespero enquanto eu soltava gemidos baixinhos.
Não passou nem 10 minutos e ele já tava feito um touro, aquela coisa pulsando de novo. Ele se jogou com a mão por baixo das cobertas, puxou minha calcinha fio dental pro lado, deixando minha buceta à mostra, enfiou os dedos e, quando viu que tava molhada, colocou a ponta do pau. Na hora que ele ia me dar uma sentada violenta e enfiar o pau inteiro, a gente ouviu o Javier se mexer. Então a gente se levantou e... decidimos deixar pra outro dia. Se quiserem que eu continue a história, escrevam nos comentários.
7 comentários - Apalpada pelo melhor amigo do meu namorado
van 10