Um dia, por andar de curioso, acabei comendo a esposa do meu patrão; ela é uma mulher já madura, com seus anos, uns 50 mais ou menos. Nos tempos de moça, imagino que era bem gostosa, sendo uma mulher de pele branca, peitos normais e boas cadeiras, pernas grossas e torneadas, sempre dava um jeito de chamar a atenção.
Um dia, meu patrão me pediu pra ir na casa dele arrumar umas coisas, tipo os banheiros e uns móveis que estavam soltos. Nesse dia, na hora do almoço, ele me levou pra casa dele e, enquanto ele comia, eu fazia o levantamento do material que ia usar pros reparos.
Quando entrei no banheiro do quarto principal, percebi que a patroa era daquelas que deixam as roupas penduradas no chuveiro. Foi inevitável não olhar e, por curiosidade, peguei e estiquei. Era uma peça preta. Já imaginava o que aquilo cobria: uma buceta gorda e peluda. Foi inevitável não ficar de pau duro, mas me concentrei no que precisava, além de não querer ser pego.
No dia seguinte, em vez de me apresentar no centro de trabalho, fui direto pra casa do chefe. Ele me recebeu, mostrou onde estava o material e pediu pra eu botar a mão na massa, deixando claro que, se precisasse de algo, era só falar com a patroa que ela compraria.
Comecei pelos móveis, já que era muito cedo e não queria fazer muito barulho na casa. Quando me dei conta, a patroa já estava de pé pela casa. Vestia um short branco e uma blusa comprida que, de cara, dava pra ver que não tava de sutiã, porque os peitos caídos apareciam. Ela me deu bom-dia, disse que tava por perto se eu precisasse de algo e se mandou.
Lá pelo meio-dia, foquei nos banheiros: no térreo, um que era compartilhado e o do quarto principal. Ansiava pra chegar no principal, queria me dar ao luxo de ver algo a mais. Mas minha surpresa foi maior: quando entrei, não encontrei nada. Pensei: "isso é má sorte", mas eu sabia... Isso não podia ficar assim, e me veio uma ideia maravilhosa. Liguei pra ela pedindo um silicone que supostamente tinha esquecido de registrar na lista. Ela disse que em um instante sairia pra pegar, já que perto dali tinha uma loja de ferragens.
Assim que ela saiu de casa, me joguei no quarto pra ver se achava a gaveta das roupas íntimas dela. Devo dizer que não foi fácil, mas no final encontrei aquele tesouro escondido. Era uma quantidade enorme de peças, de todas as cores e modelos; percebi que a dona gostava de usar tangas, porque achei umas bem sexy. Pensei comigo: "A velha deve se achar toda uma gostosa". Nessa hora, já estava com uma ereção daquelas. Me dei ao luxo de gozar nelas, deixaria uma surpresa pra velha por ter me deixado excitado. Minha surpresa foi maior ainda quando, ao continuar fuçando na gaveta, encontrei um par de revistas pornográficas que parecia que ela escondia e que de vez em quando folheava. Não acreditei no que via. Falei pra mim mesmo: "Talvez seja assim que elas fazem pra acender a chama do desejo". Naquele momento, ouvi a porta abrindo. Sabia que era hora de sair dali e continuar focado no meu trabalho.
O resto do dia passei meditando, porque, pelo que tinha observado e sabia, eu estava buscando algo mais. Então sabia que tinha que voltar àquela casa e continuar minha caçada, pois a coroa tinha esquentado meu sangue e eu imaginava um monte de coisas com ela. Assim, deixei alguns pendências pro outro dia. Eu me reportaria ao patrão e esperaria as ordens dele, e ele aceitou que eu fosse na casa dele no dia seguinte sem problema nenhum.
Dessa vez, fui com tudo. O patrão tinha me deixado uma série de trabalhos extras, e melhor pra mim. Entre esses pendências, tinha a limpeza de um domo que dava pro banheiro do quarto principal. Isso eu deixaria por último, porque era algo simples. Naquele dia, já tinha trocado palavra com a senhora, e com o passar das horas chegou o momento de resolver esse pendência. Eu tinha percebido que ela estava no quintal, e... Fiquei com essa ideia na cabeça, nem percebi que ela tinha subido pro quarto dela. Fui pra laje pra fazer a limpeza e qual não foi minha surpresa quando, ao me aproximar do domo, vi que a patroa estava no banheiro tomando banho. Sabia que não podia ficar muito tempo ali porque ela ia perceber minha presença e ia pensar mal, não era minha intenção ficar espiando, mas queria muito estar ali. Pelo pouco que vi, ela não estava só tomando banho; com a própria água caindo, ela estava se dando prazer, se acariciando a buceta e parecia que tava adorando, até mudava o ritmo.
Sabia que tinha que me jogar e colocar toda a carne no fogo. Meu objetivo era comer ela ou pelo menos dar uma insinuada. Então desci e fui pra dentro de casa. Não sabia como, mas tinha que rolar. A primeira coisa que pensei foi chamar ela pra sair, e foi o que aconteceu, mas ela saiu só de roupão. De desculpa, pedi jornal, mas como não tinha em casa, ela teria que ir buscar. O único problema é que na hora ela não podia ir, então pediu pra eu ir buscar e que só precisava me dar o dinheiro. Ela entrou no quarto pra pegar a bolsa e, ao sair, se aproximou da varanda. Eu, do andar de baixo, me aproximei até ficar bem debaixo dela e, quando inclinei a cabeça pra cima, por causa da folga do roupão, tive a melhor das vistas. Por baixo do roupão, pude ver as pernas torneadas dela, as panturrilhas firmes, a buceta peluda e molhada, a barriguinha; aquela visão me arrepiou até o último fio de cabelo do corpo. Ela não percebia o que eu tava vendo, mas eu continuava bem atento. Esperava que ela deixasse o dinheiro cair lá de cima, mas quando ela olhou pra mim, pediu pra eu subir pra pegar o dinheiro, porque achava mal-educado ficar jogando as coisas. Subi na hora e, enquanto subia as escadas, tentava ajeitar o volume na calça, porque tinha provocado um baita tesão. Ereção, o que era algo desconfortável e impossível de esconder. Quando me aproximei dela, não acreditei no que aconteceu e no que veio a seguir: ela fez uma série de movimentos e tudo parecia um acidente, mas pra mim foi com maldade e/ou com toda a intenção de me provocar. Do jeito que foi, parecia que ela já tinha um plano muito bem elaborado, porque segundo ela, tudo foi um acidente, mas naquele momento o nó do roupão soltou e a parte que a cobria escorregou, ficando completamente aberta. Pude ver o corpo todo dela nu, e como se tivesse tirado um print da minha memória, aquela cena que eu estava curtindo ficou gravada.
Obviamente, tive que agir com vergonha e nervosismo, então me virei rápido pra disfarçar o que tinha visto. A senhora, por sua vez, soltou um comentário, porque também estava me testando pra ver até onde eu ia. Ela disse: "Não se preocupe, muito menos tenha vergonha, não acho que seja a primeira mulher que você vê nua. Não tenho nada que você não conheça, então pega o dinheiro e vai buscar o que eu pedi." Quando me virei de novo e fiquei de frente pra ela, a única coisa que vi foi o roupão jogado no chão. Nada a cobria, ela só usava os chinelos de banho. Me pegou pela mão e, com uma voz muito meiga e doce, disse: "Será que você não gosta do que está vendo agora? Não gostaria de gozar e fazer essa pobre velha, que precisa de um pouco de paixão, se sentir bem?"
A verdade é que não consegui resistir a esses encantos, porque devo dizer que adoro mulheres milf, ainda mais se tiverem atributos grandes. Ela era a pessoa ideal com quem eu estava fantasiando, além de estarmos jogando aquele jogo. Então respondi: "O que eu posso te dar pra te dar essa felicidade?" Imediatamente, ela passou a mão no meu pau, que já estava bem duro e prestes a explodir de tanto tesão que ela tava me dando.
Nenhum de nós dois dizia nada, só... Atuávamos e nos deixávamos levar, nossos corpos respondiam às carícias que trocávamos; com uma mão, eu apertava os peitos dela e os beijava, já com os mamilos bem duros, enquanto com a outra mão eu acariciava a boceta peluda. Fomos nos encaminhando para o quarto, deitei ela na cama pra continuar o jogo. Depois, tive que pedir pra ela vestir uma das tangas que tinha encontrado na gaveta dela — era uma vermelha cereja de renda. Como de costume, ela se surpreendeu bastante por eu saber detalhes daquela peça. Fui evasivo no assunto, falei pra ela não fazer mais perguntas sobre isso, que mais pra frente, na hora certa, eu contaria com mais detalhes. Sei lá se foi pelo tesão que a gente tava ou por outro motivo, mas ela topou. Foi lá e vestiu. Quando voltou, eu já tava deitado na cama, peladão e pronto pra ser devorado.
Assim que chegou, ela se jogou na minha pica, que já tava no ponto máximo. Grudou como bezerro e, de uma só vez, levou ela inteira na boca. Fazia com uma desesperação, e mesmo sendo rápida e gulosa, não descuidava da qualidade nem de me machucar. Não parava de apertar minhas bolas, se empolgava muito, assim como eu me empolgava, porque na posição que eu tava dava pra ver a raba enorme dela em todo esplendor. Como ela tava de quatro, dava pra ver pelo espelho da penteadeira como só aquele triângulo e fiozinho da tanga cobria o cuzinho dela — era a glória. Não esperei mais e parei o ritmo dela. Levei ela pra beira da cama, sem tirar a tanga, coloquei nos ombros aquelas pernas grossas e torneadas e, sem dizer nada, enfiei a pica toda. A velha berrava e pedia mais. Não parava de falar pra eu não tirar, pelo contrário, pra enfiar mais fundo. Não demorou muito e, numa dessas de mete e sai, senti ela explodir num suspiro profundo e longo, enquanto sentia a boceta mais quente e molhada — sabia que ela tinha gozado.
Pedi pra ela virar, coloquei ela de A posição de quatro também na beirada da cama e continuei comendo ela. Nessa posição, me dei ao luxo de, com meu dedo, acariciar e introduzir meu dedo no cu dela — ela não falava absolutamente nada, porque a velha estava gozando. Não demorei muito pra gozar, porque nessa posição eu queria e sonhava em ter ela. Ela sentiu quando saiu do meu pau uma grande quantidade de porra e me disse: "Joga tudo dentro de mim, quero sentir de novo essa porra varonil correndo dentro de mim". Antes de perder a rigidez da vara e ainda nessa posição, deixei só a cabecinha entrar no cu dela, queria ver até onde ela estava disposta a ir. Ela não colocou nenhum empecilho, só me parou pra dizer que antes de meter tudo queria lubrificar, e que com umas boas mamadas conseguiria, e que assim, babada, entraria com mais facilidade, e que eu enfiasse tudo.
Isso eu conto depois, mas posso dizer que nesse nosso primeiro encontro eu comi ela 3 vezes. E o que dizer dos outros encontros? A mulher madura se mostrou bem fogosa, cada vez me surpreendia mais, porque cada encontro foi diferente, além de outras coisas mais pessoais que descobri sobre eles como casal.
Um dia, meu patrão me pediu pra ir na casa dele arrumar umas coisas, tipo os banheiros e uns móveis que estavam soltos. Nesse dia, na hora do almoço, ele me levou pra casa dele e, enquanto ele comia, eu fazia o levantamento do material que ia usar pros reparos.
Quando entrei no banheiro do quarto principal, percebi que a patroa era daquelas que deixam as roupas penduradas no chuveiro. Foi inevitável não olhar e, por curiosidade, peguei e estiquei. Era uma peça preta. Já imaginava o que aquilo cobria: uma buceta gorda e peluda. Foi inevitável não ficar de pau duro, mas me concentrei no que precisava, além de não querer ser pego.
No dia seguinte, em vez de me apresentar no centro de trabalho, fui direto pra casa do chefe. Ele me recebeu, mostrou onde estava o material e pediu pra eu botar a mão na massa, deixando claro que, se precisasse de algo, era só falar com a patroa que ela compraria.
Comecei pelos móveis, já que era muito cedo e não queria fazer muito barulho na casa. Quando me dei conta, a patroa já estava de pé pela casa. Vestia um short branco e uma blusa comprida que, de cara, dava pra ver que não tava de sutiã, porque os peitos caídos apareciam. Ela me deu bom-dia, disse que tava por perto se eu precisasse de algo e se mandou.
Lá pelo meio-dia, foquei nos banheiros: no térreo, um que era compartilhado e o do quarto principal. Ansiava pra chegar no principal, queria me dar ao luxo de ver algo a mais. Mas minha surpresa foi maior: quando entrei, não encontrei nada. Pensei: "isso é má sorte", mas eu sabia... Isso não podia ficar assim, e me veio uma ideia maravilhosa. Liguei pra ela pedindo um silicone que supostamente tinha esquecido de registrar na lista. Ela disse que em um instante sairia pra pegar, já que perto dali tinha uma loja de ferragens.
Assim que ela saiu de casa, me joguei no quarto pra ver se achava a gaveta das roupas íntimas dela. Devo dizer que não foi fácil, mas no final encontrei aquele tesouro escondido. Era uma quantidade enorme de peças, de todas as cores e modelos; percebi que a dona gostava de usar tangas, porque achei umas bem sexy. Pensei comigo: "A velha deve se achar toda uma gostosa". Nessa hora, já estava com uma ereção daquelas. Me dei ao luxo de gozar nelas, deixaria uma surpresa pra velha por ter me deixado excitado. Minha surpresa foi maior ainda quando, ao continuar fuçando na gaveta, encontrei um par de revistas pornográficas que parecia que ela escondia e que de vez em quando folheava. Não acreditei no que via. Falei pra mim mesmo: "Talvez seja assim que elas fazem pra acender a chama do desejo". Naquele momento, ouvi a porta abrindo. Sabia que era hora de sair dali e continuar focado no meu trabalho.
O resto do dia passei meditando, porque, pelo que tinha observado e sabia, eu estava buscando algo mais. Então sabia que tinha que voltar àquela casa e continuar minha caçada, pois a coroa tinha esquentado meu sangue e eu imaginava um monte de coisas com ela. Assim, deixei alguns pendências pro outro dia. Eu me reportaria ao patrão e esperaria as ordens dele, e ele aceitou que eu fosse na casa dele no dia seguinte sem problema nenhum.
Dessa vez, fui com tudo. O patrão tinha me deixado uma série de trabalhos extras, e melhor pra mim. Entre esses pendências, tinha a limpeza de um domo que dava pro banheiro do quarto principal. Isso eu deixaria por último, porque era algo simples. Naquele dia, já tinha trocado palavra com a senhora, e com o passar das horas chegou o momento de resolver esse pendência. Eu tinha percebido que ela estava no quintal, e... Fiquei com essa ideia na cabeça, nem percebi que ela tinha subido pro quarto dela. Fui pra laje pra fazer a limpeza e qual não foi minha surpresa quando, ao me aproximar do domo, vi que a patroa estava no banheiro tomando banho. Sabia que não podia ficar muito tempo ali porque ela ia perceber minha presença e ia pensar mal, não era minha intenção ficar espiando, mas queria muito estar ali. Pelo pouco que vi, ela não estava só tomando banho; com a própria água caindo, ela estava se dando prazer, se acariciando a buceta e parecia que tava adorando, até mudava o ritmo.
Sabia que tinha que me jogar e colocar toda a carne no fogo. Meu objetivo era comer ela ou pelo menos dar uma insinuada. Então desci e fui pra dentro de casa. Não sabia como, mas tinha que rolar. A primeira coisa que pensei foi chamar ela pra sair, e foi o que aconteceu, mas ela saiu só de roupão. De desculpa, pedi jornal, mas como não tinha em casa, ela teria que ir buscar. O único problema é que na hora ela não podia ir, então pediu pra eu ir buscar e que só precisava me dar o dinheiro. Ela entrou no quarto pra pegar a bolsa e, ao sair, se aproximou da varanda. Eu, do andar de baixo, me aproximei até ficar bem debaixo dela e, quando inclinei a cabeça pra cima, por causa da folga do roupão, tive a melhor das vistas. Por baixo do roupão, pude ver as pernas torneadas dela, as panturrilhas firmes, a buceta peluda e molhada, a barriguinha; aquela visão me arrepiou até o último fio de cabelo do corpo. Ela não percebia o que eu tava vendo, mas eu continuava bem atento. Esperava que ela deixasse o dinheiro cair lá de cima, mas quando ela olhou pra mim, pediu pra eu subir pra pegar o dinheiro, porque achava mal-educado ficar jogando as coisas. Subi na hora e, enquanto subia as escadas, tentava ajeitar o volume na calça, porque tinha provocado um baita tesão. Ereção, o que era algo desconfortável e impossível de esconder. Quando me aproximei dela, não acreditei no que aconteceu e no que veio a seguir: ela fez uma série de movimentos e tudo parecia um acidente, mas pra mim foi com maldade e/ou com toda a intenção de me provocar. Do jeito que foi, parecia que ela já tinha um plano muito bem elaborado, porque segundo ela, tudo foi um acidente, mas naquele momento o nó do roupão soltou e a parte que a cobria escorregou, ficando completamente aberta. Pude ver o corpo todo dela nu, e como se tivesse tirado um print da minha memória, aquela cena que eu estava curtindo ficou gravada.
Obviamente, tive que agir com vergonha e nervosismo, então me virei rápido pra disfarçar o que tinha visto. A senhora, por sua vez, soltou um comentário, porque também estava me testando pra ver até onde eu ia. Ela disse: "Não se preocupe, muito menos tenha vergonha, não acho que seja a primeira mulher que você vê nua. Não tenho nada que você não conheça, então pega o dinheiro e vai buscar o que eu pedi." Quando me virei de novo e fiquei de frente pra ela, a única coisa que vi foi o roupão jogado no chão. Nada a cobria, ela só usava os chinelos de banho. Me pegou pela mão e, com uma voz muito meiga e doce, disse: "Será que você não gosta do que está vendo agora? Não gostaria de gozar e fazer essa pobre velha, que precisa de um pouco de paixão, se sentir bem?"
A verdade é que não consegui resistir a esses encantos, porque devo dizer que adoro mulheres milf, ainda mais se tiverem atributos grandes. Ela era a pessoa ideal com quem eu estava fantasiando, além de estarmos jogando aquele jogo. Então respondi: "O que eu posso te dar pra te dar essa felicidade?" Imediatamente, ela passou a mão no meu pau, que já estava bem duro e prestes a explodir de tanto tesão que ela tava me dando.
Nenhum de nós dois dizia nada, só... Atuávamos e nos deixávamos levar, nossos corpos respondiam às carícias que trocávamos; com uma mão, eu apertava os peitos dela e os beijava, já com os mamilos bem duros, enquanto com a outra mão eu acariciava a boceta peluda. Fomos nos encaminhando para o quarto, deitei ela na cama pra continuar o jogo. Depois, tive que pedir pra ela vestir uma das tangas que tinha encontrado na gaveta dela — era uma vermelha cereja de renda. Como de costume, ela se surpreendeu bastante por eu saber detalhes daquela peça. Fui evasivo no assunto, falei pra ela não fazer mais perguntas sobre isso, que mais pra frente, na hora certa, eu contaria com mais detalhes. Sei lá se foi pelo tesão que a gente tava ou por outro motivo, mas ela topou. Foi lá e vestiu. Quando voltou, eu já tava deitado na cama, peladão e pronto pra ser devorado.
Assim que chegou, ela se jogou na minha pica, que já tava no ponto máximo. Grudou como bezerro e, de uma só vez, levou ela inteira na boca. Fazia com uma desesperação, e mesmo sendo rápida e gulosa, não descuidava da qualidade nem de me machucar. Não parava de apertar minhas bolas, se empolgava muito, assim como eu me empolgava, porque na posição que eu tava dava pra ver a raba enorme dela em todo esplendor. Como ela tava de quatro, dava pra ver pelo espelho da penteadeira como só aquele triângulo e fiozinho da tanga cobria o cuzinho dela — era a glória. Não esperei mais e parei o ritmo dela. Levei ela pra beira da cama, sem tirar a tanga, coloquei nos ombros aquelas pernas grossas e torneadas e, sem dizer nada, enfiei a pica toda. A velha berrava e pedia mais. Não parava de falar pra eu não tirar, pelo contrário, pra enfiar mais fundo. Não demorou muito e, numa dessas de mete e sai, senti ela explodir num suspiro profundo e longo, enquanto sentia a boceta mais quente e molhada — sabia que ela tinha gozado.
Pedi pra ela virar, coloquei ela de A posição de quatro também na beirada da cama e continuei comendo ela. Nessa posição, me dei ao luxo de, com meu dedo, acariciar e introduzir meu dedo no cu dela — ela não falava absolutamente nada, porque a velha estava gozando. Não demorei muito pra gozar, porque nessa posição eu queria e sonhava em ter ela. Ela sentiu quando saiu do meu pau uma grande quantidade de porra e me disse: "Joga tudo dentro de mim, quero sentir de novo essa porra varonil correndo dentro de mim". Antes de perder a rigidez da vara e ainda nessa posição, deixei só a cabecinha entrar no cu dela, queria ver até onde ela estava disposta a ir. Ela não colocou nenhum empecilho, só me parou pra dizer que antes de meter tudo queria lubrificar, e que com umas boas mamadas conseguiria, e que assim, babada, entraria com mais facilidade, e que eu enfiasse tudo.
Isso eu conto depois, mas posso dizer que nesse nosso primeiro encontro eu comi ela 3 vezes. E o que dizer dos outros encontros? A mulher madura se mostrou bem fogosa, cada vez me surpreendia mais, porque cada encontro foi diferente, além de outras coisas mais pessoais que descobri sobre eles como casal.
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