Por um tempo, a gente se encontrava do mesmo jeito. Rodolfo alugava um quarto no hotel (quase sempre o mesmo hotel) e ali a gente fazia nossas safadezas. Umas duas vezes, bem antes de ir pro hotel, ele me fazia um boquete em lugar público, seja no carro ou, numa ocasião, ele me chupou no banheiro de um restaurante. A filosofia dele era: primeiro quero que você goze, e depois você me come até a gente gozar junto. Quanto a mim, eu entendia: ele queria que eu me aliviasse pra que a trepada fosse gostosa pra nós dois e eu aguentasse até ele gozar comigo ou com uns minutos de diferença.
Aquela época foi deliciosamente safada. Aproveitei muito, e cada encontro era uma aventura pra mim. Nunca imaginei que fosse ter algo sexual com um gay e que fosse curtir tanto assim. Eu ainda gostava e me atraía por mulheres, mas ter esses encontros me fez parar de correr atrás delas e ter sexo disponível quase sempre que eu quisesse, o que era uma vantagem pra dar vazão à minha libido, que só crescia cada vez mais.
Rodolfo era muito quente e complacente, me deixava fazer de tudo com ele e ele fazia tudo que eu pedia, embora, na real, eu tivesse me limitado a comer ele e deixar ele me fazer sexo oral. Nunca me obrigou a nada, mas as sessões que incluíam frottage eu curtia pra caralho, e ficar em contato com outra pica já não me desagradava nem me dava vergonha ou nojo. Acho que já tinha conseguido internalizar que, no fim das contas, no quarto éramos só eu e ele, então não tinha motivo pra ter sentimentos de inibição. Como eu disse, ele sempre foi muito respeitoso, e isso é algo que agradeço. Ele soube me iniciar no mundo das relações homossexuais sem me fazer sentir mal. Na verdade, além de transar com ele, nunca me passou pela cabeça fazer ou ter algo com outro homem. Por isso, quando ele me propôs que queria realizar uma fantasia, nunca pensei que fosse incluir mais alguém na parada. nosso.
Um dia depois de uma transa maravilhosa, onde eu consegui gozar três vezes — uma no banheiro de um restaurante e duas no quarto. Estávamos deitados um do lado do outro quando ele quebrou o silêncio.
— Sabe, andei pensando numa coisa... — ele disse enquanto comia uma frutinha do room service.
— Fala, pode falar...
— No próximo fim de semana, segunda é feriado, então são três dias de descanso. Aí pensei numa parada. Queria que a gente fizesse algo juntos — ele soltou, sem mais. E eu achei que ele tava falando de algum dos nossos encontros de sempre. Ele ficou calado, pensativo, aí eu entrei.
— É? O que você tem em mente? — perguntei.
— Bom, até agora a gente tem se divertido pra caralho, e queria que, quando eu fizer minha proposta, se você não aceitar, entenda que vou levar numa boa, mas isso não tem que mudar nada entre a gente. É só uma ideia que venho matutando e queria dividir com você.
— Fica tranquilo, fala... pode falar à vontade — completei.
— Queria que a gente fizesse um encerro de um, dois ou os três dias do próximo feriadão.
— Pô... isso soa... interessante — falei.
— É, mas... queria realizar uma fantasia — ele disse, e olha, desde que conhecia ele, era a primeira vez que ouvia ele inseguro assim, então não soube mensurar o que viria depois, mas me encheu de ansiedade.
— O que você tem em mente? — perguntei.
— Bom, aqui é onde a coisa complica... quero que a gente faça um menage — ele falou e ficou em silêncio de novo. Eu fiquei processando o que ele disse e, sinceramente, apesar de ter dúvidas, a reação do meu pau, que começou a endurecer de novo, não me deixaria mentir que a ideia mexia comigo. Foi inesperada, mas despertou meu interesse.
— Parece interessante — admiti. — Você disse que é uma fantasia, então nunca fez isso?
— Não, não assim... não quero estragar, só me fala se te interessa ou se é demais pra você. Não quero te forçar a nada, só que, sinceramente, acho que você ia curtir pra caralho. Adoro como você come, e quero ver você transando com outra pessoa, que você me veja transando com outra pessoa, que a gente faça um monte de coisas... que esgote todas as possibilidades durante esses dias. Que a gente fique seco e sem mais porra pra nada.
Meu pau já tava durasso só de ouvir isso. Me imaginei o que seria ter três paus na mesma cama e a quantidade de coisas que daria pra fazer. Sem dúvida o filho da puta do Rodolfo já tinha pensado em um monte de coisas.
— Se você não quiser, eu entendo — ele me disse.
— Tá bom — eu falei — Sim.
— Sim? — ele perguntou todo animado.
— Sim...
— Ok, deixa que eu vou arrumar tudo e te aviso.
Durante uns dois dias não soube mais dele. Mas só de lembrar da proposta do plano dele, meu pau ficava durasso e eu começava a viajar em mil fantasias de posições, roçadas, boquetes, transas, tudo... tudo que desse pra fazer entre três.
P.S. O QUE ACHAM? QUEREM LER A CONTINUAÇÃO?
Aquela época foi deliciosamente safada. Aproveitei muito, e cada encontro era uma aventura pra mim. Nunca imaginei que fosse ter algo sexual com um gay e que fosse curtir tanto assim. Eu ainda gostava e me atraía por mulheres, mas ter esses encontros me fez parar de correr atrás delas e ter sexo disponível quase sempre que eu quisesse, o que era uma vantagem pra dar vazão à minha libido, que só crescia cada vez mais.
Rodolfo era muito quente e complacente, me deixava fazer de tudo com ele e ele fazia tudo que eu pedia, embora, na real, eu tivesse me limitado a comer ele e deixar ele me fazer sexo oral. Nunca me obrigou a nada, mas as sessões que incluíam frottage eu curtia pra caralho, e ficar em contato com outra pica já não me desagradava nem me dava vergonha ou nojo. Acho que já tinha conseguido internalizar que, no fim das contas, no quarto éramos só eu e ele, então não tinha motivo pra ter sentimentos de inibição. Como eu disse, ele sempre foi muito respeitoso, e isso é algo que agradeço. Ele soube me iniciar no mundo das relações homossexuais sem me fazer sentir mal. Na verdade, além de transar com ele, nunca me passou pela cabeça fazer ou ter algo com outro homem. Por isso, quando ele me propôs que queria realizar uma fantasia, nunca pensei que fosse incluir mais alguém na parada. nosso.
Um dia depois de uma transa maravilhosa, onde eu consegui gozar três vezes — uma no banheiro de um restaurante e duas no quarto. Estávamos deitados um do lado do outro quando ele quebrou o silêncio.
— Sabe, andei pensando numa coisa... — ele disse enquanto comia uma frutinha do room service.
— Fala, pode falar...
— No próximo fim de semana, segunda é feriado, então são três dias de descanso. Aí pensei numa parada. Queria que a gente fizesse algo juntos — ele soltou, sem mais. E eu achei que ele tava falando de algum dos nossos encontros de sempre. Ele ficou calado, pensativo, aí eu entrei.
— É? O que você tem em mente? — perguntei.
— Bom, até agora a gente tem se divertido pra caralho, e queria que, quando eu fizer minha proposta, se você não aceitar, entenda que vou levar numa boa, mas isso não tem que mudar nada entre a gente. É só uma ideia que venho matutando e queria dividir com você.
— Fica tranquilo, fala... pode falar à vontade — completei.
— Queria que a gente fizesse um encerro de um, dois ou os três dias do próximo feriadão.
— Pô... isso soa... interessante — falei.
— É, mas... queria realizar uma fantasia — ele disse, e olha, desde que conhecia ele, era a primeira vez que ouvia ele inseguro assim, então não soube mensurar o que viria depois, mas me encheu de ansiedade.
— O que você tem em mente? — perguntei.
— Bom, aqui é onde a coisa complica... quero que a gente faça um menage — ele falou e ficou em silêncio de novo. Eu fiquei processando o que ele disse e, sinceramente, apesar de ter dúvidas, a reação do meu pau, que começou a endurecer de novo, não me deixaria mentir que a ideia mexia comigo. Foi inesperada, mas despertou meu interesse.
— Parece interessante — admiti. — Você disse que é uma fantasia, então nunca fez isso?
— Não, não assim... não quero estragar, só me fala se te interessa ou se é demais pra você. Não quero te forçar a nada, só que, sinceramente, acho que você ia curtir pra caralho. Adoro como você come, e quero ver você transando com outra pessoa, que você me veja transando com outra pessoa, que a gente faça um monte de coisas... que esgote todas as possibilidades durante esses dias. Que a gente fique seco e sem mais porra pra nada.
Meu pau já tava durasso só de ouvir isso. Me imaginei o que seria ter três paus na mesma cama e a quantidade de coisas que daria pra fazer. Sem dúvida o filho da puta do Rodolfo já tinha pensado em um monte de coisas.
— Se você não quiser, eu entendo — ele me disse.
— Tá bom — eu falei — Sim.
— Sim? — ele perguntou todo animado.
— Sim...
— Ok, deixa que eu vou arrumar tudo e te aviso.
Durante uns dois dias não soube mais dele. Mas só de lembrar da proposta do plano dele, meu pau ficava durasso e eu começava a viajar em mil fantasias de posições, roçadas, boquetes, transas, tudo... tudo que desse pra fazer entre três.
P.S. O QUE ACHAM? QUEREM LER A CONTINUAÇÃO?
1 comentários - Minha primeira vez com um gay (Interlúdio)