Me chamo Joel, sou um cara alto e magro de 30 anos, moro só com meu pai que é separado. Meu pai é mecânico e tem uma oficina em casa desde sempre. O amigo dele, Mário, é como um tio pra mim, trabalha com meu pai aqui na oficina. Ele tem uma filha chamada Macarena, uma gordinha de 18 anos, tímida e meio envergonhada. Ela vinha pra casa desde pequenininha, sempre ficava aqui pra não ficar na oficina no meio dos homens. Praticamente vi ela crescer. Ela sempre ficava na minha casa com minha mãe quando ela morava com a gente. Minha mãe dava lanche pra ela quando saía da escola e sempre ajudava com os deveres. Quando minha mãe foi embora, ela continuou vindo pra cá, e eu fazia o lanche dela, mas ela fazia os deveres sozinha. Desde pequena ela era gordinha e começou a desenvolver o corpo muito cedo, já tinha uns peitões grandes que os homens olhavam com desejo, mesmo ela sendo nova. Eu também reparei, imaginava como devia ser lindo ver aqueles peitões de uma menina, mas sempre tratei ela como sobrinha. Ela cresceu sem a mãe, talvez por isso com 18 anos seja meio tímida e atrapalhada, mas com um corpo maravilhoso apesar de ser gordinha.
Um fim de semana, ela veio com o pai dela aqui em casa pra comer. Depois que comemos nós quatro, eu fiquei jogando videogame com ela por um tempo. Depois de uma hora, meu pai disse que eles tinham que ir ajudar um conhecido que ficou na estrada, que iam demorar umas horas, e que quando a Macarena quisesse, eu levasse ela pra casa, porque ele ia com o pai da Maca. Eles foram embora, e eu fiquei largado no sofá com a Maca jogando videogame até a gente se cansar. Aí começamos a conversar de boa, como tio e sobrinha, e depois de um tempo o papo foi parar em se ela tinha namorado. Ela disse que não, que nem o primeiro beijo tinha dado. Eu perguntei por que uma garota da idade dela ainda não tinha namorado, e ela falou: "Olha o que eu sou, na escola ninguém me dá bola, ainda mais com a roupa que meu pai compra pra mim." Eu disse que o cara certo ia aparecer. Tomara que seja com um beijo antes dos 20 e a gente começou a rir pra caralho e nisso, não sei por que, se foi por pena ou o que, eu perguntei se ela queria que eu desse um beijo nela e ela ficou toda vermelha, mas disse que sim e saiu correndo pro banheiro de tanta vergonha. Eu fiquei pensando no que tinha proposto, já que via ela como sobrinha, e vi ela voltando do banheiro. Ela tava de jogging que marcava toda aquela buceta gorda e sem falar daqueles peitões. A gente sentou no sofá e eu falei: "Beleza, vamos lá com o beijo". A gente se aproximou, ela fechou os olhos e começamos a nos beijar com muita vontade. Ela era meio desajeitada, mas beijava bem, e não sei por que minha rola ficou dura enquanto eu beijava ela. Depois de nos beijarmos, ela viu que minha rola tava marcando e riu, falou: "Nossa, o que houve, tio? Haha, parece bem grande isso! Nunca vi uma assim, quer dizer, nunca vi um pênis". Eu perguntei se ela queria ver e ela, toda tímida, disse que sim. Tirei minha rola, que tem 22 centímetros e é grossa, e ela disse que era muito grande e me perguntou se todas eram assim. Eu falei que tem de todos os tamanhos. Eu olhava meio de lado, como se ela tivesse vergonha, e perguntei se ela se animava a tocar. Peguei a mão dela e levei até minha rola. Ela tocava com vergonha, então pedi pra ela fechar os olhos. Quando fechou, devagar, beijei ela de novo e depois empurrei a cabeça dela lentamente até minha rola. Ela abriu a boca e começou a chupar a cabeça e um pouco mais, porque não cabia inteiro na boquinha dela. Falei pra ela se soltar e brincar com a língua, e depois ela já chupava um pouco melhor. Comecei a apalpar aqueles peitões enormes e tocar nos bicos, e não aguentei. Enquanto ela me chupava, gozei como nunca. Ela continuou chupando enquanto toda a porra caía. Falei que foi lindo e ela tava com muita vergonha enquanto limpava a boca. Depois, ela pediu pra eu levar ela em casa. Quando cheguei, ela se despediu com um beijo e um sorriso... continua!...
Um fim de semana, ela veio com o pai dela aqui em casa pra comer. Depois que comemos nós quatro, eu fiquei jogando videogame com ela por um tempo. Depois de uma hora, meu pai disse que eles tinham que ir ajudar um conhecido que ficou na estrada, que iam demorar umas horas, e que quando a Macarena quisesse, eu levasse ela pra casa, porque ele ia com o pai da Maca. Eles foram embora, e eu fiquei largado no sofá com a Maca jogando videogame até a gente se cansar. Aí começamos a conversar de boa, como tio e sobrinha, e depois de um tempo o papo foi parar em se ela tinha namorado. Ela disse que não, que nem o primeiro beijo tinha dado. Eu perguntei por que uma garota da idade dela ainda não tinha namorado, e ela falou: "Olha o que eu sou, na escola ninguém me dá bola, ainda mais com a roupa que meu pai compra pra mim." Eu disse que o cara certo ia aparecer. Tomara que seja com um beijo antes dos 20 e a gente começou a rir pra caralho e nisso, não sei por que, se foi por pena ou o que, eu perguntei se ela queria que eu desse um beijo nela e ela ficou toda vermelha, mas disse que sim e saiu correndo pro banheiro de tanta vergonha. Eu fiquei pensando no que tinha proposto, já que via ela como sobrinha, e vi ela voltando do banheiro. Ela tava de jogging que marcava toda aquela buceta gorda e sem falar daqueles peitões. A gente sentou no sofá e eu falei: "Beleza, vamos lá com o beijo". A gente se aproximou, ela fechou os olhos e começamos a nos beijar com muita vontade. Ela era meio desajeitada, mas beijava bem, e não sei por que minha rola ficou dura enquanto eu beijava ela. Depois de nos beijarmos, ela viu que minha rola tava marcando e riu, falou: "Nossa, o que houve, tio? Haha, parece bem grande isso! Nunca vi uma assim, quer dizer, nunca vi um pênis". Eu perguntei se ela queria ver e ela, toda tímida, disse que sim. Tirei minha rola, que tem 22 centímetros e é grossa, e ela disse que era muito grande e me perguntou se todas eram assim. Eu falei que tem de todos os tamanhos. Eu olhava meio de lado, como se ela tivesse vergonha, e perguntei se ela se animava a tocar. Peguei a mão dela e levei até minha rola. Ela tocava com vergonha, então pedi pra ela fechar os olhos. Quando fechou, devagar, beijei ela de novo e depois empurrei a cabeça dela lentamente até minha rola. Ela abriu a boca e começou a chupar a cabeça e um pouco mais, porque não cabia inteiro na boquinha dela. Falei pra ela se soltar e brincar com a língua, e depois ela já chupava um pouco melhor. Comecei a apalpar aqueles peitões enormes e tocar nos bicos, e não aguentei. Enquanto ela me chupava, gozei como nunca. Ela continuou chupando enquanto toda a porra caía. Falei que foi lindo e ela tava com muita vergonha enquanto limpava a boca. Depois, ela pediu pra eu levar ela em casa. Quando cheguei, ela se despediu com um beijo e um sorriso... continua!...
4 comentários - A filha gordinha do amigo do meu pai