Desejos Ocultos (Luna)

Tudo começou num sábado qualquer, só 1 dia antes do meu aniversário. Nada me fazia pensar que aquele fim de semana ia se tornar um dos melhores da minha vida. Tava em casa no sábado quando minha filha de 20 anos me ligou perguntando se naquele fim de semana uma amiga dela, um pouco mais velha, podia ficar aqui. Ela queria vir pro meu aniversário, e como os pais da Luna, a amiga dela, iam viajar no sábado, queria saber se ela podia passar o fim de semana com a gente. E bom, no fim elas iam fazer o que quisessem, então eu disse que sim. Fui buscar as duas às 11 da manhã, as duas estavam vestidas bem curtinhas, mas quando vi a Luna fiquei de queixo caído. Ela tava de shorts tão curtos que mais pareciam um cinto, e uma regata sem sutiã por baixo, porque dava pra ver os biquinhos dos peitos marcando. A verdade é que a menina é uma gostosa, uns peitões grandes e generosos, e uma bunda bem durinha que fica gritando ME COME o tempo todo. Quando entrei no carro, minha primeira ideia foi baixar o ar condicionado, mas preferi ligar no máximo... Isso fez os biquinhos dela ficarem durinhos, parecendo que iam rasgar a regata. Acho que ela percebeu minha intenção e não pareceu se importar que eu ficasse olhando sem parar pros peitos deliciosos dela. Chegando em casa, elas disseram que iam se trocar e cair na piscina. Peguei uma cervejinha gelada e sentei na varanda pra ver ela de biquíni, que era uma fio dental que mal cobria na frente, e dois pedacinhos de pano que só escondiam os biquinhos. Eu olhava disfarçado, porque também não queria que ela fosse contar algo pra minha filha. Mesmo assim, ela me pegou várias vezes olhando e não pareceu se importar, na verdade parecia até gostar. Depois de um tempo, elas entraram em casa pra se trocar, e quando entraram, aproveitei pra ir no banheiro porque já tava apertado fazia um tempo. Quando entrei, o celular tocou e fiquei mais uns 4 minutos falando. Aí fui no banheiro e, quando abri a porta, me deparei com a Luna pelada, se trocando. Peguei ela completamente nua. E ela tem um corpo de... Infartei aquela preciosidade de menina. Umas tetas perfeitas e uma bucetinha completamente depilada. Quando ela abriu a porta, fiquei paralisado sem saber o que fazer por uns segundos, mas ela, em vez de se cobrir com vergonha, pegou a toalha e, ao invés de se tapar, me perguntou se eu precisava do banheiro. Quando eu disse que sim, ela saiu pelo meu lado do mesmo jeito... Pelada. Ao passar por mim, ela olhou direto pra minha entreperna e viu, sem dúvida, meu pacote extremamente inchado. Ao ver, se demorou um pouco e depois me olhou sorrindo. Eu já estava muito atordoado e não sabia se aquilo era real, porque eu tava alucinando. Mesmo assim, o pior veio depois, quando sentamos e começamos a conversar. Na minha casa sempre se falou de tudo sem tabus nem nada, e de repente minha filha comentou que a Luna, mesmo com seus 23 anos, era virgem. No começo, eu não acreditava de jeito nenhum, porque uma preciosidade daquelas com certeza já tinha tido uma infinidade de caras da idade dela tentando comer ela. Mas pelo visto é verdade, e não por convicção ou religião, simplesmente porque ela decidiu assim. E quando ela comentou que já tava cansada desse peso e queria perder a virgindade o mais rápido possível, me deixou louco. Bom, depois de tudo isso, cada um foi pro seu quarto e fomos dormir. Claro, ainda por cima uma noite de um calor alucinante que me fazia suar por todos os poros do corpo, eu não parava de pensar na Luna no quarto ao lado, suando e toda molhada... tipo, eu já tava com a pika que parecia que ia explodir. Depois de virar pra um lado e pro outro mil vezes, bateu 3 da manhã e eu ainda tava rolando na cama. Decidi ir pra piscina e pelo menos me refrescar. Cheguei lá, tinha uma lua brilhante e a água estava perfeita. Resolvi tirar a cueca e me jogar de bolas, já que tava sozinho e naquela hora não tinha ninguém por perto. Tava me banhando quando de repente apareceu a Luna, a amiga da minha filha, e perguntou se atrapalhava. Claro, eu não falei que tava pelado, então me aproximei da parede e fiquei lá. A Luna me disse que não... Não conseguia dormir por causa do calor e eu disse que também não. Ela sentou na borda da piscina e começou a falar comigo. — Olha, senhor, meus pais me criaram bem e me ensinaram que quando a gente vai na casa de alguém, não vai de mãos vazias, e ainda mais sendo seu aniversário. — Fica tranquila, mulher, não tem problema. — Insisto... E já que vou te dar algo, queria que você me fizesse um favor, se aceitar. Eu continuei insistindo que não precisava, que ela não tinha que me dar nada, coitada. — Olha, senhor, eu quero te dar minha virgindade. Primeiro porque quero perder logo, e segundo porque, em vez de dar pra um moleque sem experiência que não vai saber fazer direito e minha primeira vez vai ser um desastre, prefiro dar pra alguém que sabe o que faz. Você se importaria de tomar banho comigo? Não consegui falar nada, e ela se levantou e tirou a camiseta que estava usando, deixando os peitos livres, que me deixaram louco. Depois tirou um shortinho de pijama e deixou à mostra o resto do corpo lindo e escultural. Como ela é moreninha, a lua fazia o corpo suado brilhar de um jeito lindo, com curvas perfeitas. Ela desceu as escadas e veio na minha direção. Eu, claro, estava durasso. Quando chegou na minha frente, falou no meu ouvido: — Sou totalmente inexperiente nisso, mas mesmo vendo vídeos e aprendendo umas coisas, prefiro fazer o que você mandar. Então aqui estou, sou sua. Comecei a acariciar o corpo dela, passando as mãos por toda parte enquanto ela beijava meu pescoço e se agarrava nas minhas costas. Massageei os peitos dela, que estavam duros e firmes, a bunda igualmente durinha, e a buceta dela, lisinha e sem nenhum defeito. Peguei ela pela cintura e, passando as mãos pelas coxas, coloquei ela montada em mim. Ela aproveitou pra me agarrar com as pernas. Meu pau começou a roçar na buceta dela, e enquanto ela tentava encaixar com os movimentos, eu disse pra ela não ter pressa, que antes de tudo... Tinha que brincar um pouco. Então eu me joguei de vez e sentei na borda da piscina, deixando meu pau na frente da cara dela e falei: — Bom, você já viu vídeos assim, então se vamos fazer isso, vamos começar do começo. Ela se aproximou de mim e colocou meu pau na boca dela, e com movimentos suaves começou a chupar, brincava com a língua na minha cabeça e ia enfiando meu pau devagar na boca dela. Eu tava alucinando enquanto aquela gostosa jovem me chupava o pau na piscina. A verdade é que, mesmo sem saber muito bem o que tava fazendo, ela tava me deixando doido. Quando ela tirava meu pau da boca, beijava minha cabeça com os lábios dela, que eram super macios. Sinceramente, não queria que ela ficasse muito tempo nisso porque não queria gozar logo, então aguentei o que pude e mandei ela parar. Ela perguntou se tava fazendo errado, e eu respondi que tava fazendo bem, que a prática leva à perfeição e que com o tempo tudo melhora. Mas que eu queria passar pra outra coisa. Entrei de novo na água, peguei ela pela cintura pra virar ela de costas, encostei as costas dela na parede e apertei meu corpo contra o dela. Quando ela sentiu meu pau encostando nela, tremeu e me agarrou forte na bunda. Peguei ela pela cintura, tirei ela da piscina, sentei ela de novo na borda e coloquei minha mão no peito dela pra indicar que ela deitasse. Ela obedeceu, e com minhas mãos tentei abrir as pernas dela. Ela resistiu um pouco, eu falei pra ela ficar tranquila que eu sabia o que tava fazendo. Aí ela abriu as pernas e eu enfiei minha língua dentro da buceta dela. Na hora ela soltou um gemido. Deus... vou lembrar do gosto dessa buceta pelo resto da vida, tava suculenta e doce como uma ostra recém-aberta. Comecei a lamber a buceta dela enquanto ela gemia sem parar. Me esforcei ao máximo pra que ela lembrasse desse momento pelo resto da vida, passei minha língua pelos lábios dela até sentir o suco aumentar, e depois chupei o clitóris dela, enquanto ela gemia sem parar. Só de Ouvir ela quase me fez gozar também, e olha que foi bom que durou pouco, porque em questão de minutos ela gozou jorrando, arqueando as costas e soltando um gemido bem forte. Na sequência, saí da piscina e me posicionei entre as pernas dela pra colocar a cabeça da minha rola na entrada da buceta dela. Ela me olhava direto nos olhos enquanto eu ia enfiando minha rola devagar, a buceta dela era bem apertadinha e custou pra minha cabecinha entrar, no momento que entrou os gemidos dela ficaram mais agudos, tirei e coloquei minha cabecinha várias vezes antes de começar a meter minha rola de verdade. Mais uma lembrança pra vida, uma buceta nova, virgem, estreitinha, e eu que tava abrindo ela... Custou um pouco, mas enfiei minha rola toda dentro dela e antes de começar coloquei as pernas dela nos meus ombros pra ficar bem aberta, e aí comecei a empurrar cada vez mais forte, enfiando cada vez mais minha rola lá dentro, eu sentia como se o interior dela fosse me abrindo passagem, e da bucetinha dela, cada vez mais molhada, jorrava o mel dela. Ela gemia igual uma louca e eu curtia como nunca. A verdade é que não durou tanto quanto eu queria, mas eu tava tão tarado que em pouco tempo já tava quase gozando, não aguentava mais. Desejava com toda a minha alma encher o fundo dela com meu leite. Apertei minha rola o mais fundo que pude e comecei a soltar meu gozo dentro da buceta dela... Ela me olhou assustada, mas não fez nenhum movimento pra evitar, eu só falei pra ela ficar tranquila que há muito tempo eu não podia engravidar ninguém e que não tinha problema nenhum. Ela concordou com a cabeça e se deixou levar. Quando terminei de gozar, ela começou a mexer a bunda pra minha rola ficar mais um tempo entrando e saindo dela. A sensação era deliciosa, uma mistura de esperma e mel escorrendo da buceta dela enquanto minha rola entrava e saía sem nenhum esforço. Depois ela me disse: — Senhor, foi maravilhoso, vou lembrar pra sempre. este momento, o resto da minha vida. — Acho que já pode parar de me chamar de senhor, e ainda tem coisas pra experimentar e fazer, e se quiser, pode contar comigo pra nunca ficar com vontade. Sorrio e ficamos nus, deitados no chão, com os pés batendo na piscina. Depois de um tempo em silêncio, ela me perguntou se eu entraria na piscina com ela, então tomamos um banho rápido e entramos, os dois pelados. Eu só ficava olhando ela nadar, sem acreditar que tinha comido uma mulher tão gostosa. De repente, ela me olhou e perguntou o que eu queria dizer com experimentar outras coisas. Eu falei que no sexo tem várias variações e que ela ainda podia explorar o potencial de outras partes do corpo dela. — Tá falando de sexo anal? Eu mesma já coloquei coisas lá, então não sou virgem nisso, um pau de verdade nunca, mas se quiser, pode ser o primeiro também. Já que é pra fazer, não queria te dar um presente pela metade. Não aguentei mais e perguntei de onde vinha tudo aquilo, que não entendia como, tendo caras da idade dela, ela preferia transar com um homem que tinha o dobro da idade. Então ela me contou que a mãe dela tinha falado sobre a primeira vez dela e disse que foi um desastre total, e que ela queria lembrar a primeira vez como algo emocionante e bem feito, então pensou em várias pessoas e escolheu eu porque, como não era amigo da mãe dela, não afetava em nada, desde que a gente mantivesse tudo em segredo. Claro, naquele momento pensei na minha mulher e que ela era amiga da mãe dela, então o segredo era algo que me servia muito bem. Então terminei de me jogar na onda e falei que, já que era pra ser, queria ser eu também o primeiro a dar o cu pra ela. Aí ela disse pra sairmos da piscina, sentou numa espreguiçadeira que tínhamos lá fora, me mandou ficar na frente e começou a chupar meu pau de novo, claro que ficou duro na hora, e dessa vez, em vez de deixar que Você só chupou a cabeça, então eu empurrei pra enfiar mais pra dentro da boca dela. Aí ela pegou minhas mãos e colocou na cabeça dela e, ainda com meu pau na boca dela, disse: "Vamos ver até onde a gente vai..." Eu tava com medo dela vomitar, mas que ela ia dar uns engasgos, isso eu já sabia. Comecei a empurrar meu pau cada vez mais fundo, e ela colocava a língua por baixo, tipo um escorredor, pra umedecer. A saliva escorria pelas bochechas dela, e eu não acreditava no que tava acontecendo... Quando consegui enfiar mais ou menos a metade, ela começou a dar sinais de que não aguentava mais. Aí empurrei umas duas vezes, e ela mesma, depois de uns engasgos, se afastou. Ela fez eu mostrar até onde tinha enfiado, e me olhando, disse que a gente tinha que melhorar isso. Depois, decidimos ir direto pra ação. Peguei um pote de óleo de bebê que minha mulher sempre deixa na rede, pra lubrificar o buraquinho apertado onde eu ia meter. Comecei enfiando um dedo e senti o aperto do cu dela. Enfiei ele inteiro e apertei um pouco, e ela soltou um gemido e pediu pra ir mais devagar. Eu tava meio ansioso e comecei a enfiar e tirar o dedo mais rápido. Não pensei muito e enfiei outro dedo enquanto ela continuava gemendo. Quando tive os dois dedos dentro, coloquei mais um pouco de óleo e comecei a bombar forte. Eu já não aguentava mais, tirei os dedos e coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela. Apertei até a cabeça entrar e fiquei parado ali um tempo. Luna tava com cara de dor, e preferi ficar quieto pra dar tempo do cu dela alargar e se acostumar com o tamanho do meu pau. Ela entendeu perfeitamente e, assim que o cu dela ficou preparado, começou a se mexer pra ir enfiando meu pau aos poucos. Em pouco tempo, meu pau entrava e saía quase inteiro do cu dela. O aperto do cu dela era delicioso e apertava meu pau bem forte. Chegou num ponto que eu sabia que não ia aguentar muito mais, então... Peguei ela pela cintura e comecei a meter forte, queria enfiar minha pica inteira dentro dela, e foi o que fiz. Ela gemia e gemia enquanto eu empurrava com força, de repente soltei outra descarga de porra no cu dela e senti minha cabeça indo embora. O prazer foi indescritível, soltei tanta porra que escorria do cu dela e pingava na rede. Fiquei dentro do cu dela até minha pica murchar. Luna tinha a cabeça apoiada na rede e a bunda apontando pro céu, me afastei e dei dois passos pra trás pra gravar na memória a imagem que tinha na frente, aqueles peitos apoiados na rede, a curvatura das costas e aquela bunda apontando pro céu, adorava ver ela assim. Perguntei se ela tava bem e ela disse que não conseguia se mexer, que tava exausta e que não imaginava que a primeira vez dela poderia dar tanto prazer. Eu falei que tinha enlouquecido e que adorei ser a primeira vez dela. Que senti tanto tesão que minha pica tava moída de tanto meter do jeito que meti. Tomamos outro banho juntos e sentamos pra dividir um cigarro, ainda pelados, sentados juntos na mesma rede. Ela sorria sem parar e eu tava feliz por ter comido uma maravilha daquelas. Voltamos cada um pro nosso quarto e, pelo menos eu, dormi como um bebê. Na manhã seguinte, tomamos café da manhã juntos no refeitório e conversamos que Luna podia ficar de vez em quando pra passar a noite em casa. Claro que minha resposta foi sim e que eu adoraria que ela fizesse isso.Desejos Ocultos (Luna)A da foto não é ela, mas tem uma certa semelhança. Pra vocês terem uma ideia da beleza da Luna.

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