Há vários anos, contratei uma estagiária pra trabalhar comigo. Era uma mina branquinha, não era feia, mas não era meu tipo, curto mais as milf, um pouco gordinha, bem tímida, mas muito eficiente. Ela tinha só 18 anos e eu já tinha 40, separado, com uma vida sexual agitada, várias mulheres completamente diferentes dela. Ela tinha um namorado da idade dela, que às vezes vinha buscá-la na saída do trabalho, também bem tímido que nem ela, um moleque magrelo. Tanta diferença de idade que ele nem ficava com ciúme quando eu convidava ela pra almoçar, ou às vezes na saída do trabalho eu levava ela em casa, e às vezes os dois. O tempo passou, a mina continuou trabalhando comigo e aconteceu o que tinha que acontecer. Jovens sem experiência, uns anos de namoro e minha secretária novinha engravidou. Ela me contou os problemas que teve com os pais dela, e eu, num tom paternal, falei que era óbvia a chateação, porque era muito nova, era muita responsabilidade, mas que com o tempo tudo se ajeitava. Essa conversa fez com que ela se soltasse mais comigo, sempre foi muito quieta, mas como a gente conversava mais sobre a gravidez dela, foi relaxando e ficou bem mais falante. Aos poucos, o corpo dela foi mudando. Como eu falei, ela era meio gordinha, mas com a gravidez engordou bem mais. A bunda dela ficou enorme e, sem conseguir evitar, meus olhos iam pra lá, sempre usando umas leggings pretas justas que mostravam todo o tamanho e formato da bunda dela, sem falar na "pepeca" marcada entre as pernas, bem volumosa, que quase não deixava nada pra imaginação. Os peitos dela também cresceram bastante e ficaram muito apetitosos quando eu ficava atrás da cadeira dela pra ver algo no PC e, de cima, via como as tetas brancas dela tinham ganhado um tamanho considerável. A barriga dela também foi crescendo aos poucos. Ela já cansava de andar, etc. Tava enorme de todos os lados. Todas essas mudanças... foram me levando a imaginar como seria isso com uma mulher grávida, nunca tinha feito isso. Nem com minha ex-mulher quando ela estava grávida, ela teve muitas complicações e nossos encontros sexuais desapareceram completamente. Dia após dia, a bunda enorme da minha jovem secretária me chamava cada vez mais atenção, até que começou a se transformar numa obsessão. Comecei a fantasiar como seria ficar com minha secretária, mas a diferença de idade era grande demais, além da timidez dela não me dar abertura pra avançar. Mas entrei em campanha e comecei a ser muito mais atencioso com ela, cada vez puxava mais conversa sobre a gravidez, comecei a tocar os ombros dela quando ficava atrás dela no PC, levava ela pra casa com mais frequência, às vezes tocava a barriga dela, cumprimentando o bebê, mas tudo muito cavalheiresco, como um pai, até que um dia fiz um comentário ou brincadeira dizendo pra ela falar pro namorado dela aproveitar, que era uma fantasia de muitos poder transar com uma mulher grávida e que não se repetia com frequência na vida. Outro dia, em tom de brincadeira, falei que era mentira aquilo de que a mulher grávida fica com mais vontade de foder, já que minha mulher não me deixou fazer nada naquela época. Por ali consegui que ela finalmente falasse um pouco de sexo, dizendo que ele tinha medo de machucar o bebê. Por ali fomos conversando que não tinha problema nenhum, pelo contrário, desde que não fosse muito bruto etc etc. Até falei que ele era um menino imaturo, que eu daria tudo pra estar no lugar dele, já que era uma das minhas fantasias não realizadas, comentando os problemas que minha esposa teve na gravidez e nossa falta de sexo pelo mesmo motivo. Depois pedi desculpas, perguntando se ela tinha me entendido mal, que ela era uma mulher muito gostosa e que talvez eu tivesse falado demais. Ela me disse pra não me preocupar, mas desde aquele dia algo mudou. Conversava mais, ria mais, se mostrava mais aberta comigo. Em mais um par de oportunidades, eu brinquei de novo que pra mim era uma fantasia poder ficar com uma grávida, ela só ria, embora soubesse que parte da brincadeira era verdade. Falei que no estado dela, já não dava mais pra pegar ônibus ou metrô e que preferia levar ela todos os dias. Assim comecei a levá-la diariamente e perguntava sempre, entre brincadeiras, se o namorado dela tinha feito algum carinho do outro tipo, e ela sempre respondia que não. Uma tarde, quando não tínhamos nada pra fazer, perguntei se era verdade ou mentira que a mulher grávida ficava com a libido mais alta. Ela ficou meio vermelha, riu e, depois de eu insistir um pouco, confessou que sim. De novo ataquei o namorado dela, dizendo como ele era burro, e ela, rindo, me dizia que sim. Já fazia um tempo que eu tava passando a mão na barriga dela no escritório, como carinho. Naquele dia, ela tava de novo com aquelas leggings pretas justas que me deixavam louco. Não conseguia parar de olhar pra bunda grande dela e a pussy abultada, até que ela se levantou pra pegar um copo d'água, nós dois sozinhos no meu escritório, peguei ela por trás e comecei a acariciar a barriga dela, perguntando se os meus carinhos incomodavam. Ela, meio quieta, disse que não e deixou eu continuar tocando, sem pegar o copo d'água, ficou parada, na expectativa. Ficamos em silêncio, minhas mãos sem parar de tocar a barriga dela, enquanto meu pau começou a fazer pressão na bunda enorme dela. Até que não aguentei mais e comecei a beijar o pescoço dela. Ela tremeu e não disse nada, ficou de pé, se sentindo abraçada e desejada pelo chefe, que não parou de beijar o pescoço dela, sentindo como aquilo a excitava. Ela não oferecia resistência, até que minhas mãos, que estavam acariciando a barriga dela, subiram até os peitos. Ela tentou me parar, mas eu virei ela e beijei. Também não resistiu, mas trancamos a porta e nos beijamos por um bom tempo, um beijo quente, cheio de desejo. No começo, toda vez que minhas mãos desciam pra agarrar a bunda enorme dela, ela as subia, mas depois de uns Quantas tentativas deixei ela ali. Finalmente minhas mãos naquela bunda que tanto desejei, amassando ela do meu jeito, puxando ela pra perto, enquanto ela ficava mais e mais excitada. Também não disse nada quando enfiei minhas mãos por baixo da calça dela, acariciando aquelas nádegas frias uma e outra vez, enquanto meu pau pedia por ação aos berros.
A legging preta dela não foi obstáculo nenhum pra baixar. Só de puxar pra baixo, já deixei metade da bunda dela de fora. — Não, aqui não — ela falou entre gemidos, mas tava com tanta vontade quanto eu. Quando virei ela, ela mesma se apoiou na mesa, deixando a bunda à minha mercê, sabendo o que viria. Em segundos, a legging já tava no chão e aquela bunda enorme, branca, carnuda e fria, tava na minha frente esperando o pau.
Rapidão baixei minha calça e, em poucos segundos, meu pau entrou até o fundo na buceta molhada da minha jovem secretária. Já tinha ela empalada, e, agarrado naquelas cadeiras largas, enfiei toda a minha vara naquela buceta suculenta, cheia de vontade de pau. Dobrada em 90°, a bunda dela parecia ainda maior. Delícia ver aquela carne balançando a cada estocada minha, enquanto ela, com gemidos abafados, aproveitava ser tão desejada pelo chefe.
Me apoiei nas costas dela, acariciei suavemente a barriga saliente, realizando finalmente meu desejo de comer uma grávida. Depois fui pros peitos dela, levantei a blusa e consegui alcançar eles só mexendo na roupa, sem tirar. Eram enormes e muito macios, com uns bicos incrivelmente marcados. Acariciei eles do meu jeito, massageando aqueles bicos com os dedos sem parar de meter.
Nisso, batem na porta. Ficamos em silêncio. Ela ficou nervosa, eu também, mas não tirei. Deixei enfiado até o fundo, sem me mexer, esperando quem bateu ir embora. Não dava pra fazer muito mais. Tava no meu escritório, e, mesmo com a porta trancada, não estávamos confortáveis. Falei pra gente ir pra um motel. pra terminar o que a gente tinha começado, sorrindo, ela me disse que sim, enquanto puxava a calça de volta. Ajeitamos a roupa, passamos desodorante de ambiente porque o quarto tava cheirando a sexo. Ela me olhava e ria o tempo todo, dizendo que nunca tinha passado pela cabeça dela fazer isso com o chefe dela e que era uma loucura. A gente só precisava terminar um processo do trabalho, que era urgente, e a tarde ia ficar livre. Ela se sentou pra terminar o que a gente tava fazendo, enquanto eu respondia uns e-mails importantes e umas ligações. De vez em quando a gente fechava a porta e se beijava de novo com paixão, passando a mão nela toda, já morrendo de vontade de ficar um com o outro. Quando a gente tava quase terminando, ela ligou pro namorado e disse que tinha que sair pra campo com o chefe, que ele não fosse buscá-la porque não sabia quanto tempo ia demorar e que eu depois ia deixar ela em casa. O namorado falou alguma coisa, com certeza sobre mim, algum ciúme talvez, e ela disse: "haha... como você pensa nisso, ainda mais assim, tá louco". Mas o namorado não tava louco, não. Assim que deu, a gente fechou o escritório e em 15 minutos já tava entrando num motel pra terminar o que a gente tinha começado. Ela ficou super curiosa com o motel, nunca tinha ido num. Me disse que as relações com o namorado tinham sido muito rápidas, na casa dela quando os pais não estavam, ou num parque, sempre nervosa de serem descobertos. A gente se beijou com paixão no meio do quarto e começou a se despir um ao outro. Surpreendentemente, a timidez dela tinha ficado pra trás. Ficamos só de roupa íntima, eu sentei na cama e puxei ela pra perto de mim. Ela de pé, eu com as mãos na bunda enorme dela, finalmente, acariciando de leve, enquanto dava beijos na barriga dela. Ela só se deixava amar, passava a mão no meu cabelo. Subi até os peitos dela, eram enormes, os mamilos marcados atravessavam o tecido. Comecei a beijá-los e ela mesma levou as mãos pra trás e tirou o sutiã, deixando cair dois Tremendas tetas brancas, de bicos bem pontudos, com aréolas grandes e escuras. Com minhas mãos amassando a bunda dela, mergulhei naquelas tetas enormes, enfiando a cabeça entre elas, chupando, beijando, colocando meu rosto debaixo delas, sentindo o peso delas na minha cara. Ela, com as mãos na minha cabeça, bagunçava meu cabelo, dizendo o quanto adorava ter as tetas chupadas. Terminei de tirar a última peça dela e a deitei de costas na cama. Um espetáculo meio safado: minha jovem e tímida secretária de pele branca, com a barriga saliente, completamente nua, com as tetas caindo pros lados e a buceta peluda, entre duas coxas lindas e grossas. Também me despi por completo e vi o olhar dela indo direto pro meu pau, grosso e duro. Me ajoelhei na altura do rosto dela, ela riu, coloquei na boca dela, e, fechando os olhos, ela abriu a boca e eu enfiei, só um pouquinho. Senti a língua dela roçando a ponta do meu pau, uma sensação deliciosa que me fez enfiar um pouco mais, e depois de um tempo, minha secretária engolia meu pau inteiro sem problema. Tirei e mandei ela chupar minhas bolas, o que ela não recusou. Enquanto chupava uma das minhas bolas, perguntei se ela gostava, e ela disse que amava, que era uma das coisas que mais gostava de fazer, ainda mais com o meu, que era o dobro do pau do namorado dela. Ouvir isso subiu ainda mais meu ego. Já imaginava como íamos ficar no escritório. Toda vez que eu quisesse, ia botar ela pra chupar meu pau... uff, que bem que eu ia passar. Deixei ela um bom tempo chupando meu pau, enquanto eu pegava nas tetas dela. Quando quis tirar pra me dedicar a ela, ela não deixou, pediu manhosa mais um pouco... (ufff... o que te espera no escritório, menininha). Mas depois de deixar mais um tempo, saí de lá e me coloquei entre as pernas dela, admirando a buceta dela, de lábios grossos e bem peluda. Agora era minha vez de retribuir o oral, e com Muito que eu gostava, ela sabia fazer muito bem. Comecei beijando as partes internas das coxas dela, abrindo mais as pernas, chegando até o começo das dobras do c*, apertando, sentindo o cheiro de desejo que emanava daquela pussy, enquanto ela ronronava baixinho. Depois passei meu rosto pela sua moita frondosa de pelos. Era inacreditável a quantidade de pelos que ela tinha naquela parte e não no resto do corpo. Pelos longos, macios, que eu colocava na boca e puxava com os lábios suavemente, ainda sem tocar a buceta dela. Em seguida, toquei os lábios vaginais dela com meus lábios, abrindo-os devagar, aparecendo a umidade rosada que recebeu o primeiro contato dos meus lábios. Pouco a pouco fui aumentando a intensidade dos meus beijos, depois comecei com minha língua acariciar o clitóris dela e logo meti tudo, fazendo-a tremer de prazer. Abrindo as nádegas dela, não só minhas carícias chegavam na buceta, mas também bisbilhotavam a entrada do cu, algo que eu também curto muito. Ela já começou a gemer mais alto, pegou minha mão e puxou pra baixo, fazendo a pressão da minha boca ser máxima, até que, quase desesperada, se soltou dizendo que eu quase fiz ela gozar e que não queria isso ainda. Ela me fez deitar de costas e ficou do meu lado, de quatro, e voltou a chupar meu pau. Era verdade que ela adorava chupar e realmente fazia muito bem. Se deliciou com a cock do chefe na boca por mais um tempo, de quatro, com as tetas balançando, passava elas na minha cock e metia de novo na boca, enquanto eu acariciava a bunda e a barriga dela. Mas já tava bom de sexo oral, tirei ela daquela posição e ela montou em mim. Com uma perna de cada lado, a barriga avantajada e as tetas gloriosas, foi enfiando devagar minha cock até sentar, completamente empalada. De novo elogiou o tamanho da minha cock, dizendo como sentia ela grande, e começou a se mexer suavemente, em movimentos circulares, com toda minha cock dentro dela. Com minha secretária montada em mim. Fiz ela colocar os peitos na minha cara, e chupei eles babando, me dedicando completamente, esfregando eles no meu rosto, amassando, chupando os bicos com força, sentindo um gosto estranho que vinha dos peitos dela, que saboreei com paixão, enquanto ela subia e descia. Depois soltei ela e ela se levantou, com meu pau enfiado até o fundo, a cara dela virada pro teto, as mãos na bunda dela se movendo mais rápido, gemendo mais alto, aproveitando o pau do chefe enfiado até as entranhas dela. Cada vez os movimentos dela ficavam mais fortes, com os olhos fechados, ela segurava minhas mãos e se mexia deliciosamente, reclamando de prazer, curtindo ao máximo, enquanto eu, realizando minha fantasia, via minha secretária subir e descer, mostrando a barriga inchada e os peitos balançando de um lado pro outro, até que os movimentos dela foram ficando mais e mais acelerados, os gemidos mais altos, até que escandalosamente, gritando como se eu estivesse partindo ela ao meio, ela teve um orgasmo monstruoso que encheu o quarto com seus berros de prazer. Mas mesmo depois de gozar, ela continuou em cima de mim, se movendo mais devagar. Custou pra caralho eu me segurar pra não gozar com o espetáculo que minha secretária me deu na hora do orgasmo, mas queria deixar uma boa impressão e foder ela por um bom tempo, então me controlei. Trocamos de posição, fiquei de pé ao lado da cama e coloquei ela de quatro, a bunda enorme dela ficava linda empinada, com a boceta peluda esperando meu pau. Enfiei devagar até o fundo, e agarrado na cintura dela comecei a foder ela com tudo. Meti uma e outra vez, até esqueci que ela tava grávida e que tinha que ir com mais calma, sem piedade, na bruta como ela pediu, meti uma e outra vez, fazendo ela gemer de prazer, até que não aguentei mais e avisei que ia gozar. Metendo com tudo e bufando como um touro, comecei a gozar dentro dela. Dando uns empurrões bem fortes, enquanto ela, escandalosamente, gozava de novo. Já mais calmo, deitamos na cama, acariciei e beijei os peitos dela uma e mil vezes, enquanto ela brincava suavemente com meu pau meio dormindo, sempre elogiando o tamanho, muito maior e mais grosso que o do namorado dela. Tantas carícias no meu pau conseguiram acordá-lo de novo, e, virando de costas, olhando pra parede, eu separei as nádegas grandes e brancas dela e meti de novo devagar, brincando com os peitos e acariciando a barriga enorme dela. Agora com mais carinho do que paixão, fiquei metendo um bom tempo, devagar, uma e mil vezes, enquanto ela dizia que amava meu pau, deixando enfiado até o fundo, e ela empurrava a bunda pra trás, curtindo a trepada suave. Depois, ela me chupou por um tempão, não deixando nenhum lugar sem molhar com a língua. Segurando pela base, eu esfregava na cara dela, ela chupou minhas bolas, uff, era uma obcecada na arte de chupar. Terminou de novo sentada em cima de mim, se movendo com meu pau enfiado até o fundo, ela realmente tava precisando de pica, porque me devorou. Primeiro de frente, depois virando, deixando a bunda dela à vista, subindo e descendo, enterrando meu pau. Mandei ela colocar a buceta na minha cara e chupei com vontade, sem piedade. Queria que ela gozasse ali, e foi o que fez. Gemendo igual uma louca, se entregou ao prazer até não aguentar mais e, quase chorando, se descarregou na minha boca. Quando acabou, deixando minha cara toda molhada, desceu rápido até meu pau e engoliu ele, dizendo que também queria a mesma coisa. Nunca passou pela minha cabeça que ela fosse tão safada e, me deixando querer, deixei ela me chupar até que, sem conseguir me segurar mais, avisei que ia gozar, me descarreguei na boca dela, onde meu esperma escorreu pelo canto dos lábios, e ela não parou até engolir tudo. Foi uma trepada espetacular. Terminamos tomando banho juntos, nos beijando e... ensaboando um ao outro, quando já tinham passado as quatro horas do aluguel do quarto. A gente se vestiu e eu fui deixar ela em casa. O tempo passou e eu virei o amante dela. Todo dia eu comia ela no escritório a qualquer hora, fazendo ela me chupar a pica sentada na cadeira dela e eu sentado na mesa dela, ou de quatro, ela em pé apoiada na mesa, às vezes fugindo pra um motel pra ficar mais à vontade, sempre em encontros pegando fogo. Ela já tava bem gorda e quando eu chupava os peitos dela, já saía um monte de líquido que eu saboreava com gosto. Só no último mês ela parou de trabalhar e nossos encontros sumiram. Depois de um tempo, soube que ela já tinha virado mãe, fui visitar ela no hospital com um presente pro bebê dela, onde fui muito bem recebido pela família dela, o namorado e os pais.
A legging preta dela não foi obstáculo nenhum pra baixar. Só de puxar pra baixo, já deixei metade da bunda dela de fora. — Não, aqui não — ela falou entre gemidos, mas tava com tanta vontade quanto eu. Quando virei ela, ela mesma se apoiou na mesa, deixando a bunda à minha mercê, sabendo o que viria. Em segundos, a legging já tava no chão e aquela bunda enorme, branca, carnuda e fria, tava na minha frente esperando o pau.
Rapidão baixei minha calça e, em poucos segundos, meu pau entrou até o fundo na buceta molhada da minha jovem secretária. Já tinha ela empalada, e, agarrado naquelas cadeiras largas, enfiei toda a minha vara naquela buceta suculenta, cheia de vontade de pau. Dobrada em 90°, a bunda dela parecia ainda maior. Delícia ver aquela carne balançando a cada estocada minha, enquanto ela, com gemidos abafados, aproveitava ser tão desejada pelo chefe.
Me apoiei nas costas dela, acariciei suavemente a barriga saliente, realizando finalmente meu desejo de comer uma grávida. Depois fui pros peitos dela, levantei a blusa e consegui alcançar eles só mexendo na roupa, sem tirar. Eram enormes e muito macios, com uns bicos incrivelmente marcados. Acariciei eles do meu jeito, massageando aqueles bicos com os dedos sem parar de meter.
Nisso, batem na porta. Ficamos em silêncio. Ela ficou nervosa, eu também, mas não tirei. Deixei enfiado até o fundo, sem me mexer, esperando quem bateu ir embora. Não dava pra fazer muito mais. Tava no meu escritório, e, mesmo com a porta trancada, não estávamos confortáveis. Falei pra gente ir pra um motel. pra terminar o que a gente tinha começado, sorrindo, ela me disse que sim, enquanto puxava a calça de volta. Ajeitamos a roupa, passamos desodorante de ambiente porque o quarto tava cheirando a sexo. Ela me olhava e ria o tempo todo, dizendo que nunca tinha passado pela cabeça dela fazer isso com o chefe dela e que era uma loucura. A gente só precisava terminar um processo do trabalho, que era urgente, e a tarde ia ficar livre. Ela se sentou pra terminar o que a gente tava fazendo, enquanto eu respondia uns e-mails importantes e umas ligações. De vez em quando a gente fechava a porta e se beijava de novo com paixão, passando a mão nela toda, já morrendo de vontade de ficar um com o outro. Quando a gente tava quase terminando, ela ligou pro namorado e disse que tinha que sair pra campo com o chefe, que ele não fosse buscá-la porque não sabia quanto tempo ia demorar e que eu depois ia deixar ela em casa. O namorado falou alguma coisa, com certeza sobre mim, algum ciúme talvez, e ela disse: "haha... como você pensa nisso, ainda mais assim, tá louco". Mas o namorado não tava louco, não. Assim que deu, a gente fechou o escritório e em 15 minutos já tava entrando num motel pra terminar o que a gente tinha começado. Ela ficou super curiosa com o motel, nunca tinha ido num. Me disse que as relações com o namorado tinham sido muito rápidas, na casa dela quando os pais não estavam, ou num parque, sempre nervosa de serem descobertos. A gente se beijou com paixão no meio do quarto e começou a se despir um ao outro. Surpreendentemente, a timidez dela tinha ficado pra trás. Ficamos só de roupa íntima, eu sentei na cama e puxei ela pra perto de mim. Ela de pé, eu com as mãos na bunda enorme dela, finalmente, acariciando de leve, enquanto dava beijos na barriga dela. Ela só se deixava amar, passava a mão no meu cabelo. Subi até os peitos dela, eram enormes, os mamilos marcados atravessavam o tecido. Comecei a beijá-los e ela mesma levou as mãos pra trás e tirou o sutiã, deixando cair dois Tremendas tetas brancas, de bicos bem pontudos, com aréolas grandes e escuras. Com minhas mãos amassando a bunda dela, mergulhei naquelas tetas enormes, enfiando a cabeça entre elas, chupando, beijando, colocando meu rosto debaixo delas, sentindo o peso delas na minha cara. Ela, com as mãos na minha cabeça, bagunçava meu cabelo, dizendo o quanto adorava ter as tetas chupadas. Terminei de tirar a última peça dela e a deitei de costas na cama. Um espetáculo meio safado: minha jovem e tímida secretária de pele branca, com a barriga saliente, completamente nua, com as tetas caindo pros lados e a buceta peluda, entre duas coxas lindas e grossas. Também me despi por completo e vi o olhar dela indo direto pro meu pau, grosso e duro. Me ajoelhei na altura do rosto dela, ela riu, coloquei na boca dela, e, fechando os olhos, ela abriu a boca e eu enfiei, só um pouquinho. Senti a língua dela roçando a ponta do meu pau, uma sensação deliciosa que me fez enfiar um pouco mais, e depois de um tempo, minha secretária engolia meu pau inteiro sem problema. Tirei e mandei ela chupar minhas bolas, o que ela não recusou. Enquanto chupava uma das minhas bolas, perguntei se ela gostava, e ela disse que amava, que era uma das coisas que mais gostava de fazer, ainda mais com o meu, que era o dobro do pau do namorado dela. Ouvir isso subiu ainda mais meu ego. Já imaginava como íamos ficar no escritório. Toda vez que eu quisesse, ia botar ela pra chupar meu pau... uff, que bem que eu ia passar. Deixei ela um bom tempo chupando meu pau, enquanto eu pegava nas tetas dela. Quando quis tirar pra me dedicar a ela, ela não deixou, pediu manhosa mais um pouco... (ufff... o que te espera no escritório, menininha). Mas depois de deixar mais um tempo, saí de lá e me coloquei entre as pernas dela, admirando a buceta dela, de lábios grossos e bem peluda. Agora era minha vez de retribuir o oral, e com Muito que eu gostava, ela sabia fazer muito bem. Comecei beijando as partes internas das coxas dela, abrindo mais as pernas, chegando até o começo das dobras do c*, apertando, sentindo o cheiro de desejo que emanava daquela pussy, enquanto ela ronronava baixinho. Depois passei meu rosto pela sua moita frondosa de pelos. Era inacreditável a quantidade de pelos que ela tinha naquela parte e não no resto do corpo. Pelos longos, macios, que eu colocava na boca e puxava com os lábios suavemente, ainda sem tocar a buceta dela. Em seguida, toquei os lábios vaginais dela com meus lábios, abrindo-os devagar, aparecendo a umidade rosada que recebeu o primeiro contato dos meus lábios. Pouco a pouco fui aumentando a intensidade dos meus beijos, depois comecei com minha língua acariciar o clitóris dela e logo meti tudo, fazendo-a tremer de prazer. Abrindo as nádegas dela, não só minhas carícias chegavam na buceta, mas também bisbilhotavam a entrada do cu, algo que eu também curto muito. Ela já começou a gemer mais alto, pegou minha mão e puxou pra baixo, fazendo a pressão da minha boca ser máxima, até que, quase desesperada, se soltou dizendo que eu quase fiz ela gozar e que não queria isso ainda. Ela me fez deitar de costas e ficou do meu lado, de quatro, e voltou a chupar meu pau. Era verdade que ela adorava chupar e realmente fazia muito bem. Se deliciou com a cock do chefe na boca por mais um tempo, de quatro, com as tetas balançando, passava elas na minha cock e metia de novo na boca, enquanto eu acariciava a bunda e a barriga dela. Mas já tava bom de sexo oral, tirei ela daquela posição e ela montou em mim. Com uma perna de cada lado, a barriga avantajada e as tetas gloriosas, foi enfiando devagar minha cock até sentar, completamente empalada. De novo elogiou o tamanho da minha cock, dizendo como sentia ela grande, e começou a se mexer suavemente, em movimentos circulares, com toda minha cock dentro dela. Com minha secretária montada em mim. Fiz ela colocar os peitos na minha cara, e chupei eles babando, me dedicando completamente, esfregando eles no meu rosto, amassando, chupando os bicos com força, sentindo um gosto estranho que vinha dos peitos dela, que saboreei com paixão, enquanto ela subia e descia. Depois soltei ela e ela se levantou, com meu pau enfiado até o fundo, a cara dela virada pro teto, as mãos na bunda dela se movendo mais rápido, gemendo mais alto, aproveitando o pau do chefe enfiado até as entranhas dela. Cada vez os movimentos dela ficavam mais fortes, com os olhos fechados, ela segurava minhas mãos e se mexia deliciosamente, reclamando de prazer, curtindo ao máximo, enquanto eu, realizando minha fantasia, via minha secretária subir e descer, mostrando a barriga inchada e os peitos balançando de um lado pro outro, até que os movimentos dela foram ficando mais e mais acelerados, os gemidos mais altos, até que escandalosamente, gritando como se eu estivesse partindo ela ao meio, ela teve um orgasmo monstruoso que encheu o quarto com seus berros de prazer. Mas mesmo depois de gozar, ela continuou em cima de mim, se movendo mais devagar. Custou pra caralho eu me segurar pra não gozar com o espetáculo que minha secretária me deu na hora do orgasmo, mas queria deixar uma boa impressão e foder ela por um bom tempo, então me controlei. Trocamos de posição, fiquei de pé ao lado da cama e coloquei ela de quatro, a bunda enorme dela ficava linda empinada, com a boceta peluda esperando meu pau. Enfiei devagar até o fundo, e agarrado na cintura dela comecei a foder ela com tudo. Meti uma e outra vez, até esqueci que ela tava grávida e que tinha que ir com mais calma, sem piedade, na bruta como ela pediu, meti uma e outra vez, fazendo ela gemer de prazer, até que não aguentei mais e avisei que ia gozar. Metendo com tudo e bufando como um touro, comecei a gozar dentro dela. Dando uns empurrões bem fortes, enquanto ela, escandalosamente, gozava de novo. Já mais calmo, deitamos na cama, acariciei e beijei os peitos dela uma e mil vezes, enquanto ela brincava suavemente com meu pau meio dormindo, sempre elogiando o tamanho, muito maior e mais grosso que o do namorado dela. Tantas carícias no meu pau conseguiram acordá-lo de novo, e, virando de costas, olhando pra parede, eu separei as nádegas grandes e brancas dela e meti de novo devagar, brincando com os peitos e acariciando a barriga enorme dela. Agora com mais carinho do que paixão, fiquei metendo um bom tempo, devagar, uma e mil vezes, enquanto ela dizia que amava meu pau, deixando enfiado até o fundo, e ela empurrava a bunda pra trás, curtindo a trepada suave. Depois, ela me chupou por um tempão, não deixando nenhum lugar sem molhar com a língua. Segurando pela base, eu esfregava na cara dela, ela chupou minhas bolas, uff, era uma obcecada na arte de chupar. Terminou de novo sentada em cima de mim, se movendo com meu pau enfiado até o fundo, ela realmente tava precisando de pica, porque me devorou. Primeiro de frente, depois virando, deixando a bunda dela à vista, subindo e descendo, enterrando meu pau. Mandei ela colocar a buceta na minha cara e chupei com vontade, sem piedade. Queria que ela gozasse ali, e foi o que fez. Gemendo igual uma louca, se entregou ao prazer até não aguentar mais e, quase chorando, se descarregou na minha boca. Quando acabou, deixando minha cara toda molhada, desceu rápido até meu pau e engoliu ele, dizendo que também queria a mesma coisa. Nunca passou pela minha cabeça que ela fosse tão safada e, me deixando querer, deixei ela me chupar até que, sem conseguir me segurar mais, avisei que ia gozar, me descarreguei na boca dela, onde meu esperma escorreu pelo canto dos lábios, e ela não parou até engolir tudo. Foi uma trepada espetacular. Terminamos tomando banho juntos, nos beijando e... ensaboando um ao outro, quando já tinham passado as quatro horas do aluguel do quarto. A gente se vestiu e eu fui deixar ela em casa. O tempo passou e eu virei o amante dela. Todo dia eu comia ela no escritório a qualquer hora, fazendo ela me chupar a pica sentada na cadeira dela e eu sentado na mesa dela, ou de quatro, ela em pé apoiada na mesa, às vezes fugindo pra um motel pra ficar mais à vontade, sempre em encontros pegando fogo. Ela já tava bem gorda e quando eu chupava os peitos dela, já saía um monte de líquido que eu saboreava com gosto. Só no último mês ela parou de trabalhar e nossos encontros sumiram. Depois de um tempo, soube que ela já tinha virado mãe, fui visitar ela no hospital com um presente pro bebê dela, onde fui muito bem recebido pela família dela, o namorado e os pais.
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