A filha do meu vizinho (histórias reais)

Desculpa a demora pra escrever esse relato, mas tava realmente na dúvida se devia ou não publicar. De qualquer forma, vai me ajudar a me livrar disso contando essas coisas que aconteceram, e vou tentar relatar com o máximo de detalhes, mas sem revelar muito, óbvio. Vale dizer que essas são minhas experiências pessoais, então é tipo verídico, sem mais delongas, vou contar.

Isso aconteceu quando eu tinha quase 18 anos, faltando uns 2 meses pra fazer (detalhe importante de mencionar). Como vocês lembram, eu mantinha uma relação sexual com minha mãe naquela época. Sempre deixamos claro que era só aquilo: eu podia ter uma namorada e ela um parceiro (já que finalmente tinha terminado com o outro). E foi assim. Por parte dela, ela começou a sair com um cara que conhecíamos há tempos. Praticamente moramos na mesma casa a vida toda, então era um sujeito que minha família conhecia, que já tinha nos ajudado no passado e tinha filhos que eu conhecia: um cara mais velho que eu e uma menina de 14 anos, com quem eu me dava bem e costumava conversar. Essa menina era de pele entre clara e morena, mais pra clara, olhos castanhos, usava óculos quadrados meio grandes, de armação marrom, cabelo liso preto que sempre penteava, corpo magro mas com pernas meio grossas porque praticava um esporte, não lembro qual. Não sei se falta algo pra vocês imaginarem ela, mas vou colocar a miniatura mais parecida com ela pra terem uma ideia.

Minha mãe e ele começaram a ter um "relacionamento", embora pra mim fosse mais uma aventura, porque se minha mãe se encaixava na definição da palavra "puta", então esse sujeito costumava ir na minha casa pra foder minha mãe. E por causa da relação que tinham, ele vinha quase todo dia, a ponto de eu me acostumar. Às vezes eu só ficava no meu quarto e o cara achava que eu nem tava em casa. E numa dessas vezes, ele trouxe a filha dele. Nisso, eu tava no meu quarto sem saber muito do que rolava, mas tinha uma noção, então focava nas minhas coisas e de vez em quando batia uma punheta pra passar o tempo. Já com esse contexto, vou contar: a cabeceira da minha cama fica na mesma parede que a porta, e a cama fica paralela à entrada. Então, se alguém entra no meu quarto enquanto eu tô vendo algo, geralmente nem percebo. Naquele dia, lembro de ouvir o cara chegando pela porta da frente e a minha mãe toda efusiva. Como eu sabia que ia rolar uma sessão de sexo na cozinha e na sala, não vou negar que aquela imagem me deixou com tesão. Peguei meu laptop, fui atrás de pornô, deitei na cama e comecei a me tocar. Coloquei fones de ouvido, claro, e continuei por um tempo até me sentir estranho. Era como se estivesse sendo observado, e o corpo da gente avisa. Dei uma olhada rápida pra frente e pros lados. Pra minha surpresa, vi na porta a filha do meu vizinho me encarando fixamente. Ela tava de uniforme, com as pernas meio cruzadas, parada ali vendo eu me masturbar. Ficamos uns 5 segundos assim, e antes que eu reagisse, ela entrou no meu quarto e fechou a porta. Enquanto eu tentava me cobrir com o PC, ela disse pra eu não contar pro pai dela que tava me espionando. Falei que não contaria, mas perguntei o que ela tava fazendo ali e por que tinha subido. Ela explicou que o pai dela veio e trouxe ela porque tava tarde, e como ele precisava falar umas coisas com a minha mãe, ela disse que podia ir pro meu quarto pra passar o tempo. Então não insisti mais. Vale dizer que eu tava só de cueca, então levantei pra abrir a porta e procurar minha mãe, mas só ouvi os gemidos dela vindo da cozinha e soube que não ia me dar atenção. Voltei pro quarto e fui bombardeado de perguntas.

Ela começou:
— E o que você tava fazendo?
— Tava me masturbando.
— Não dói?
— Não, pelo contrário. Você nunca fez isso?
Vale dizer que tô escrevendo isso de um jeito que parece seco e direto, mas na real eu tava cagado de nervoso. E a mina tava super tranquila, quase provocativa. Normal, ela era mais extrovertida do que eu.
— Tenho medo de fazer, mas minhas amigas dizem que já fizeram. feito e... (monte de explicação de caras que não sabem o que é sexo exagerando tudo porque não sabem)
– Mas não te dá curiosidade tentar?
– Algo me chamou a atenção em te ver, pra ser sincero
– Se quiser, posso te explicar como se faz

Ela aceitou e, sem mais, sentou do meu lado
– Mas primeiro quero ver como você faz
– Embora seja diferente pra homem e mulher, vou te ensinar do mesmo jeito

Tirei o pau de novo da cueca, mesmo com toda a explicação de antes eu já tava durasso e marcava tudo, só de puxar pra fora ela abriu os olhos de novo com curiosidade e empolgação, comecei a me masturbar mas agora com o olhar dela atento no meu pau e nas minhas mãos, depois de um tempinho parei o show que tava dando pra ela
– Agora é sua vez de aprender, deita na cama que eu faço tudo e depois você faz

Comecei a levantar a saia escolar dela até chegar na calcinha, branca com um laço rosa, puxei pra baixo até as meias brancas e comecei a acariciar ela devagar, era macia com um pouco de pelinhos, depois comecei a apertar o clitóris, ela só ria até que começou a respirar mais forte e gemer um pouco, começou a sentir que tava ficando molhada. Comecei a mexer mais as mãos e tentei enfiar um dedo, no começo ela não reagiu mas depois de um movimento doeu e ela pediu pra parar com um grito, mas eu fiquei tão excitado que só tirei pra começar a lamber ela, ela voltou na hora a gemer, agora mais forte e sem parar, me senti tão tesudo que queria ver ela, então comecei a tirar a camisa dela, no começo ela resistiu mas quando viu que tirei o primeiro botão só afastou as mãos e continuou gemendo, até chegar no sutiã dela, meio pequeno e rosa
– É de desabotoar atrás, né?
– É, tira se quiser

Eram pequenas com um tom café claro na ponta, tavam duras de tão quente que ela tava e só consegui acariciar e apertar um pouco, ficamos um tempão só lambendo ela parte por parte enfiando a língua, passando pela buceta dela lábios ou só em círculos enquanto apertava os mamilos dela, até que ela me parou
— Agora quero que me ensine a colocar isso na boca
— Como é que você sabe que dá pra chupar?
— Acha que eu não sei o que esses dois tão fazendo lá embaixo? Só queria que me ensinassem, porque os vídeos não são a mesma coisa
Comecei a explicar que não devia morder e era só como se tivesse chupando um sorvete. Ela disse que entendeu. Fiquei na frente dela e a primeira coisa que fez foi meter os dentes. Afastei ela e expliquei de novo que era melhor com a língua. Assim que começou, falou que tinha um gosto amargo meio ruim, mas que não incomodava. Continuamos até que senti que ia gozar e parei. Sabia que se eu gozasse, acabava tudo e não queria perder essa oportunidade única. Minha mãe costumava levar umas 3 horas na brincadeira dela, às vezes até escurecer, quando minha irmã ia com o pai dela, o ex da minha mãe. Então eu tinha tempo com essa garota. Do mesmo jeito, depois de todo o show dela, ela sempre ficava deitada nua na cama ou na sala se minha irmã não estivesse. Nunca pensei que em pouco tempo o jeito dela mudaria tanto por causa da nossa relação, mas foi assim. Depois ela me contou todas as experiências que teve na juventude, e percebi o quão puta ela era desde antes, e com isso obviamente nos excitamos e transamos, mas isso é pra outra história que, se quiserem, conto. E assim até eu descer pra me masturar do lado da minha mãe, exausta, quase inconsciente, terminando onde eu quisesse e não incomodava ela. Até acho que ela gostava que eu só me aproveitasse de que ela tava exausta pra continuar fodendo ela, embora ela sempre se levantasse e continuasse um pouco. Minha casa virou uma espécie de fantasia sexual. Minha mãe se desinibiu completamente nesse aspecto e eu adorava. Os fins de semana às vezes eram só pra nós. Ela deixava eu gozar dentro dela e só ficava escorrendo o sêmen pela casa toda. Era um prazer total de sexo entre nós dois e com quem ela se metesse. Ainda não consigo acreditar que isso aconteceu. Pra ser sincero, acho que ferrei um pouco meu relacionamento com minha família, mas não me arrependo de muita coisa.

Continuando com a garota, quando pedi pra ela parar, falei que agora era hora dela aprender a se tocar sozinha do jeito que eu tinha ensinado. Ela me pediu pra fazer um pouco pra ela ver, e eu toquei ela de novo, suave mas certeiro onde eu sabia que dava mais prazer pelo jeito que ela gemia. Parei e continuamos cada um se masturbando. Ela começou com movimentos desajeitados, mas aos poucos foi pegando o ritmo. Ficamos nos masturbando um na frente do outro por um tempo, eu diminuía a intensidade pra não gozar, até que ela disse que tava sentindo uma coisa estranha, como se fosse fazer xixi. Não esperei mais e comecei a masturbar ela do jeito que aprendi com minha mãe. Ela começou a gemer mais forte até que terminou soltando um gemido longo, mais fraco mas constante, e um pouco de líquido. Pouco depois eu também gozei, deixando a saia e a buceta dela cheias de porra. Depois de se recuperar, ela me perguntou:

— Isso é o quê?
— É sêmen, o que sai do homem quando ele goza e pode te engravidar.
— É isso que não pode deixar gozar dentro?
— Como você sabe disso?
— Quando meu irmão traz a namorada dele em casa, eu escuto eles de vez em quando, e ela fala "mas não goza dentro".
— Kkkkkkk sim, é isso mesmo.

Depois de analisar minha porra por um tempo, ela perguntou: — Ei, e como é fazer sexo?
Fiquei pensando um pouco, mas sabia que era a oportunidade. Queria ser a primeira vez dela.
— É quando você mete o pau dentro da buceta, faz devagar ou rápido, e isso faz sentir gostoso.
— Então a gente pode fazer sexo?

Esse comentário automaticamente deixou meu pau duro. Sabia que tinha que aproveitar e queria pegar tudo. Pra ser sincero, quando pensei em usar camisinha, pensei que isso não ia se repetir, então optei por dar uma pílula pra ela no final do nosso encontro.
— Podemos sim, se você quiser tentar, posso te ensinar como faz.
— Mas e se você me deixar? Grávida, me falaram na escola que pra isso usa camisinha
— Sim, mas pra isso também existem uns comprimidos, chamam de pílula do dia seguinte, são pra isso, toma logo depois da relação
— Mas você promete que não vou ficar grávida?
— Prometo, já livrei mais vezes do que você imagina

Depois disso voltamos pra posição anterior, ela de pernas abertas, quase sem roupa já, e eu começando a meter os dedos nela pra facilitar na hora de penetrar. Começamos devagar, no início ela tava fechada e doía, mas com o passar dos minutos ela ficou mais molhada, além de eu usar minha língua, ela começou a se sentir mais relaxada. Quando isso aconteceu, falei que agora dava pra meter. Não me gabo de ter um pau enorme, é médio, uns 15cm, mas é bem grosso, além de ser de sangue, então não foi fácil. Ela começou sentindo dor, mas como tava mais molhada, deslizava fácil. Aos poucos fui enfiando mais até que a metade tava dentro. Ela só tinha uma expressão entre terror, tesão, nervosismo e prazer, nessa ordem. Eu só acariciava ou beijava ela pra acalmar, o que funcionava aos poucos. Continuamos com movimentos lentos até que não aguentei mais e meti com força. Ela soltou um grito incrível, e eu me assustei que alguém pudesse subir, então tapei a boca dela e ficamos quietos, só escutando de leve que eles continuavam na deles sem perceber nada. Ela me mordeu e disse:

— POR QUE VOCÊ FEZ ISSO!? DOEU!
— Mas depois você sentiu prazer, não nega, vi sua carinha fazendo aqueles olhos virados, sabe que gostou

Ela não esperava que eu dissesse isso, ou sei lá, só ficou calada, quase atônita, talvez descobrindo que gosta de ser dominada. Só sei que depois continuamos. Não podia acreditar no que tava fazendo, era uma amiga de infância, praticamente nunca tinha visto ela com esses olhos até agora, e era espetacular. Comecei a aumentar o ritmo aos poucos pra ela não se machucar de novo, até que ela começou a aguentar um ritmo mais constante.

Bom, essa história me deu tesão. Um pouco mais longo. Se eu ver que foi bem recebido, trago as próximas partes, já que escrevo conforme vou lembrando e depois passo a limpo. Ainda tenho histórias que rolaram entre meus 14 e 15 anos, e algumas na faculdade, além das anedotas de jovem da minha mãe, que não são pouca coisa, e outras que aconteceram comigo. Sei que alguns acham que é fantasia, mas a real é que isso tudo aconteceu. Só que, por mais bom que pareça, teve suas partes ruins, como destruir minha família e não conseguir mais olhar nos olhos de ninguém. Mas, mesmo assim, foi do mais gostoso. Guardei essas histórias por muito tempo, mas quando descobri essa página nas minhas noites em claro na frente do computador, soube que era um lugar bom pra um monte de desconhecidos. Então vamos ver como esse post se sai. Por enquanto, valeu por ler.A filha do meu vizinho (histórias reais)mas ou menos, ela tem um certo jeito. infelizmente não tenho fotos com ela ou dela

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