Desculpa pela demora pra escrever esse relato, mas eu tava realmente na dúvida se devia ou não publicar. De qualquer forma, vai me ajudar a me livrar disso contando essas coisas que aconteceram, e vou tentar narrar com o máximo de detalhes, mas sem revelar muito, óbvio. Vale deixar claro que essas são minhas experiências pessoais, então é tipo verídico, sem mais delongas, vou contar.
Isso aconteceu quando eu tinha quase 18 anos, faltando uns 2 meses pra fazer (detalhe importante pra explicar). Como vocês lembram, eu tava tendo uma relação sexual com a minha mãe naquela época. Sempre deixamos claro que era só aquilo: eu podia ter uma namorada e ela um parceiro (já que finalmente tinha terminado com o cara). E foi assim. Por parte dela, ela começou a sair com um cara que conhecíamos há tempos. Praticamente moramos na mesma casa a vida toda, então era um sujeito que minha família conhecia, que já tinha nos ajudado no passado e tinha filhos que eu conhecia: um cara mais velho que eu e uma menina de 14 anos, com quem eu me dava bem e costumava conversar. Essa menina era de pele entre clara e morena, mais pra clara, olhos castanhos, usava óculos quadrados meio grandes, de armação marrom, cabelo liso e preto que ela sempre penteava, corpo magro mas com pernas meio grossas porque praticava um esporte, não lembro qual. Não sei se falta mencionar algo pra vocês imaginarem ela, mas vou colocar a miniatura mais parecida com ela pra terem uma ideia. Minha mãe e ele começaram a ter um "relacionamento", embora pra mim fosse mais uma aventura, porque minha mãe se encaixava na definição da palavra "puta". Então, esse sujeito vinha direto na minha casa pra foder minha mãe, e por causa da relação que eles tinham, ele vinha quase todo dia. Eu me acostumei: às vezes só ficava no meu quarto, e o cara achava que eu nem tava em casa. Numa dessas vezes, ele trouxe a filha dele. Nisso, eu tava no meu quarto sem saber muito do que tava rolando, mas tinha uma noção, então focava nas minhas coisas e de vez em quando batia uma punheta pra passar o tempo. Já com esse contexto, vou contar: a cabeceira da minha cama fica na mesma parede que a porta, e a cama fica paralela à entrada. Então, se alguém entra no meu quarto enquanto eu tô vendo algo, geralmente nem percebo. Nesse dia, lembro de ouvir o cara chegando pela porta da frente e a animação da minha mãe. Como eu sabia que ia rolar uma sessão de sexo na cozinha e na sala, não vou negar que aquela imagem me deixou excitado e fui procurar pornô no meu notebook. Deitei na cama, comecei a me tocar, coloquei fones de ouvido, claro, e continuei por um tempo até me sentir estranho. Era como se estivesse sendo observado, e o corpo da gente avisa. Dei uma olhada rápida pra frente e ao redor, e pra minha surpresa, vi na porta a filha do meu vizinho me encarando. Ela tava de uniforme, com as pernas meio cruzadas, parada ali vendo eu me masturbar. Ficamos uns 5 segundos assim, e antes que eu reagisse, ela entrou no meu quarto e fechou a porta. Enquanto eu tentava me cobrir com o notebook, ela disse pra eu não contar pro pai dela que tava me espionando. Falei que não contaria, mas perguntei o que ela tava fazendo ali e por que tinha subido. Ela explicou que o pai dela veio e trouxe ela porque tava tarde, e como ele precisava falar umas coisas com a minha mãe, ela disse que podia ir pro meu quarto pra passar o tempo. Então não enchi mais o saco. Vale dizer que eu tava só de cueca, então levantei pra abrir a porta e procurar minha mãe, mas só ouvi os gemidos dela vindo da cozinha e soube que não ia me dar atenção. Voltei pro quarto e fui bombardeado de perguntas.
Ela começou:
— E o que você tava fazendo?
— Tava me masturbando.
— Não dói?
— Não, pelo contrário. Você nunca fez isso?
Vale dizer que tô escrevendo isso de um jeito que parece seco e direto, mas na real eu tava cagado de nervoso, e a mina tava super tranquila, quase provocativa. Normal, ela era mais extrovertida do que eu.
— Tenho medo de fazer, mas minhas amigas dizem que já fizeram. Feito... (monte de explicação de caras que não sabem o que é sexo, exagerando tudo porque não sabem)
— Mas você não tem curiosidade de tentar?
— Na verdade, algo me chamou a atenção em te ver
— Se quiser, posso te explicar como se faz
Ela aceitou e, sem mais, sentou do meu lado
— Mas primeiro quero ver como você faz
— Embora seja diferente pra homens e mulheres, vou te ensinar do mesmo jeito
Tirei meu pau de novo da cueca, mesmo com toda a explicação de antes eu já tava durasso e marcava tudo; só de tirar ela já abriu os olhos de novo com curiosidade e empolgação. Comecei a me masturbar, mas agora com o olhar dela atento no meu pau e nas minhas mãos. Depois de um tempinho, parei o show que tava dando pra ela
— Agora é sua vez de aprender. Começa deitando na cama, eu faço tudo e depois você faz
Comecei a levantar a saia escolar dela até chegar na calcinha, branca com um laço rosa. Puxei pra baixo até as meias brancas e comecei a acariciar ela devagar, era macia com um pouco de pelo. Depois comecei a pressionar o clitóris, ela só ria até que começou a respirar mais forte e gemer um pouco, começou a sentir que tava molhando. Comecei a mexer mais as mãos e tentei enfiar um dedo, no começo ela não reagiu, mas depois de um movimento doeu e ela pediu pra parar com um grito. Mas eu me senti tão excitado que só tirei pra começar a lamber ela, ela imediatamente voltou a gemer, agora mais forte e sem parar. Me senti tão quente que queria ver ela, então comecei a tirar a camisa dela, no começo ela resistiu, mas quando viu que tirei o primeiro botão, só afastou as mãos e continuou gemendo, até chegar no sutiã dela, meio pequeno e rosa
— Desabotoa por trás, né?
— Sim, tira se quiser
Eram pequenas com um tom marrom claro na ponta, tavam duras de tão excitada que ela tava, e só consegui acariciar e apertar um pouco. Ficamos um tempão assim, só lambendo ela parte por parte, enfiando minha língua, passando pela buceta dela lábios ou só em círculos enquanto apertava os mamilos dela, até que ela me parou.
— Agora quero que me ensine a colocar isso na boca.
— Como é que sabe que dá pra chupar?
— Acha que não sei o que esses dois tão fazendo lá embaixo? Só queria que me ensinassem, porque os vídeos não são a mesma coisa.
Comecei a explicar que não devia morder e era só como se estivesse chupando um sorvete. Ela disse que entendeu. Fiquei na frente dela e a primeira coisa que fez foi cravar os dentes. Afastei ela e expliquei de novo que era melhor com a língua. Assim que começou, disse que tinha um gosto amargo meio ruim, mas que não incomodava. Continuamos até que senti que ia gozar e parei. Sabia que se eu gozasse, acabava tudo e não queria perder essa oportunidade única.
Minha mãe costumava levar umas 3 horas em todo o jogo dela, às vezes até escurecer, quando minha irmã ia com o pai dela, o ex da minha mãe. Então eu tinha tempo com essa garota. Do mesmo jeito, depois de todo o show dela, ela sempre ficava deitada pelada na cama ou na sala se minha irmã não estivesse. Nunca pensei que em pouco tempo o jeito dela mudaria tanto por causa da relação que a gente tinha, mas foi assim. Depois ela me contou todas as experiências que teve na juventude, e eu percebi o quão puta ela era desde antes, e com isso obviamente a gente se esquentou e transou, mas isso é pra outra história que, se vocês quiserem, eu conto. E assim, até eu descer pra me masturar do lado da minha mãe, exausta, quase inconsciente, terminando onde eu quisesse e não incomodava ela. Até acho que ela gostava que eu só chegasse e me aproveitasse de que ela tava exausta pra continuar fodendo ela, embora ela sempre se levantasse e continuasse um pouco.
Minha casa virou uma espécie de fantasia sexual. Minha mãe se desinibiu completamente nesse aspecto e eu adorava. Os fins de semana às vezes eram só pra nós dois. Ela deixava eu gozar dentro dela e só ia escorrendo o sêmen pela casa toda. Era um prazer total de sexo entre nós dois e com quem ela se metesse. Eu ainda não consigo acreditar que isso aconteceu. Na real, acho que estraguei um pouco a relação com minha família, mas não me arrependo de muita coisa.
Continuando com a garota, quando pedi pra ela parar, falei que agora ela aprendesse a se tocar como eu tinha ensinado. Ela me pediu pra fazer um pouco pra ver, e eu toquei ela de novo, suave mas preciso onde sabia que dava mais prazer pelo jeito que ela gemia. Parei e continuamos cada um se masturbando. Ela começou com movimentos desajeitados, mas aos poucos foi pegando o ritmo. Ficamos nos masturbando um na frente do outro por um tempo; eu diminuía a intensidade pra não gozar até que ela disse que sentia uma coisa estranha, como se fosse urinar. Não esperei mais e comecei a masturbar ela do jeito que aprendi com minha mãe. Ela começou a gemer mais forte até que soltou um gemido longo, mais suave mas constante, e um pouco de líquido. Pouco depois, eu também gozei, deixando a saia e a buceta dela cheias de porra. Depois de se recuperar, ela me perguntou:
— Isso é o quê?
— É sêmen, o que sai do homem quando ele goza e pode te engravidar.
— É isso que não pode botar pra dentro?
— Como você sabe disso?
— Quando meu irmão traz a namorada em casa, eu escuto eles de vez em quando, e ela fala "mas não bota pra dentro".
— Hahahaha, sim, é isso mesmo.
Depois de analisar minha porra por um tempo, ela perguntou: — Ei, e como é transar?
Fiquei pensando um pouco, mas sabia que era a oportunidade pra isso. Queria ser a primeira vez dela.
— É quando você mete o pau dentro da buceta, faz devagar ou rápido, e isso faz sentir bem.
— Então a gente pode transar?
Esse comentário automaticamente deixou meu pau duro. Sabia que tinha que aproveitar e queria pegar tudo. Na real, quando pensei em usar camisinha, pensei que isso não ia se repetir, então optei por dar uma pílula pra ela no final do nosso encontro.
— Podemos, sim. Se você quiser tentar, posso te ensinar como faz.
— Mas e se você me deixar? Grávida, me falaram na escola que pra isso usa camisinha
— Sim, mas pra isso também existem uns comprimidos, chamam de pílula do dia seguinte, são pra isso, toma logo depois da relação
— Mas você promete que eu não vou ficar grávida?
— Prometo, já me livrei disso mais vezes do que você imagina
Depois disso, voltamos pra posição anterior, ela de pernas abertas, quase sem roupa já, e eu começando a enfiar os dedos nela pra facilitar a penetração. Começamos devagar, no início ela estava fechada e doía, mas com o passar dos minutos ela ficou mais molhada, além de eu usar minha língua, ela começou a se sentir mais relaxada. Quando isso aconteceu, falei que agora a gente podia meter. Não me gabo de ter um pau enorme, é médio, uns 15cm, mas é bem grosso, além de ser de sangue, então não foi fácil. Ela começou sentindo dor, mas como estava mais molhada, deslizava fácil. Aos poucos fui enfiando mais até que a metade estava dentro. Ela só tinha uma expressão entre terror, tesão, nervosismo e prazer, nessa ordem. Eu só a acariciava ou beijava pra acalmá-la, o que funcionava aos poucos. Continuamos com movimentos lentos até que não aguentei mais e meti com força. Ela soltou um grito incrível, e eu me assustei que subissem, então tapei a boca dela e ficamos em silêncio, só ouvindo levemente que eles continuavam na deles sem perceber nada. Ela me mordeu e disse:
— POR QUE VOCÊ FEZ ISSO!? DOEU!
— Mas depois você sentiu prazer, não nega, vi sua carinha fazendo aqueles olhos virados, sabe que gostou.
Ela não esperava que eu dissesse isso, ou sei lá, só ficou calada, quase atônita, talvez descobrindo que gosta de ser dominada. Só sei que depois continuamos. Não podia acreditar no que estava fazendo, era uma amiga de infância, praticamente nunca tinha visto ela com esses olhos até agora, e era espetacular. Comecei a aumentar o ritmo aos poucos pra ela não se machucar de novo, até que ela começou a aguentar um ritmo mais constante.
Bom, esse relato me deu tesão. Um pouco mais longo. Se eu ver que foi bem recebido, trago as próximas partes, já que escrevo conforme vou lembrando e depois passo a limpo. Ainda tenho histórias que rolaram entre meus 14 e 15 anos, e algumas na faculdade, além das anedotas da juventude da minha mãe, que não são pouca coisa, e outras que aconteceram comigo. Sei que alguns acham que é fantasia, mas a real é que isso aconteceu comigo. Só que, por mais gostoso que pareça, teve suas partes ruins, como destruir minha família e não conseguir mais olhar nos olhos de ninguém. Mas, mesmo assim, foi do caralho. Guardei essas histórias por muito tempo, mas quando descobri essa página nas minhas noites em claro na frente do computador, soube que era um lugar bom pra um monte de desconhecidos. Então vamos ver como esse post se sai. Por enquanto, valeu por ler.
mas ou menos, ela tem um ar... infelizmente não tenho fotos com ela ou dela.
Isso aconteceu quando eu tinha quase 18 anos, faltando uns 2 meses pra fazer (detalhe importante pra explicar). Como vocês lembram, eu tava tendo uma relação sexual com a minha mãe naquela época. Sempre deixamos claro que era só aquilo: eu podia ter uma namorada e ela um parceiro (já que finalmente tinha terminado com o cara). E foi assim. Por parte dela, ela começou a sair com um cara que conhecíamos há tempos. Praticamente moramos na mesma casa a vida toda, então era um sujeito que minha família conhecia, que já tinha nos ajudado no passado e tinha filhos que eu conhecia: um cara mais velho que eu e uma menina de 14 anos, com quem eu me dava bem e costumava conversar. Essa menina era de pele entre clara e morena, mais pra clara, olhos castanhos, usava óculos quadrados meio grandes, de armação marrom, cabelo liso e preto que ela sempre penteava, corpo magro mas com pernas meio grossas porque praticava um esporte, não lembro qual. Não sei se falta mencionar algo pra vocês imaginarem ela, mas vou colocar a miniatura mais parecida com ela pra terem uma ideia. Minha mãe e ele começaram a ter um "relacionamento", embora pra mim fosse mais uma aventura, porque minha mãe se encaixava na definição da palavra "puta". Então, esse sujeito vinha direto na minha casa pra foder minha mãe, e por causa da relação que eles tinham, ele vinha quase todo dia. Eu me acostumei: às vezes só ficava no meu quarto, e o cara achava que eu nem tava em casa. Numa dessas vezes, ele trouxe a filha dele. Nisso, eu tava no meu quarto sem saber muito do que tava rolando, mas tinha uma noção, então focava nas minhas coisas e de vez em quando batia uma punheta pra passar o tempo. Já com esse contexto, vou contar: a cabeceira da minha cama fica na mesma parede que a porta, e a cama fica paralela à entrada. Então, se alguém entra no meu quarto enquanto eu tô vendo algo, geralmente nem percebo. Nesse dia, lembro de ouvir o cara chegando pela porta da frente e a animação da minha mãe. Como eu sabia que ia rolar uma sessão de sexo na cozinha e na sala, não vou negar que aquela imagem me deixou excitado e fui procurar pornô no meu notebook. Deitei na cama, comecei a me tocar, coloquei fones de ouvido, claro, e continuei por um tempo até me sentir estranho. Era como se estivesse sendo observado, e o corpo da gente avisa. Dei uma olhada rápida pra frente e ao redor, e pra minha surpresa, vi na porta a filha do meu vizinho me encarando. Ela tava de uniforme, com as pernas meio cruzadas, parada ali vendo eu me masturbar. Ficamos uns 5 segundos assim, e antes que eu reagisse, ela entrou no meu quarto e fechou a porta. Enquanto eu tentava me cobrir com o notebook, ela disse pra eu não contar pro pai dela que tava me espionando. Falei que não contaria, mas perguntei o que ela tava fazendo ali e por que tinha subido. Ela explicou que o pai dela veio e trouxe ela porque tava tarde, e como ele precisava falar umas coisas com a minha mãe, ela disse que podia ir pro meu quarto pra passar o tempo. Então não enchi mais o saco. Vale dizer que eu tava só de cueca, então levantei pra abrir a porta e procurar minha mãe, mas só ouvi os gemidos dela vindo da cozinha e soube que não ia me dar atenção. Voltei pro quarto e fui bombardeado de perguntas.
Ela começou:
— E o que você tava fazendo?
— Tava me masturbando.
— Não dói?
— Não, pelo contrário. Você nunca fez isso?
Vale dizer que tô escrevendo isso de um jeito que parece seco e direto, mas na real eu tava cagado de nervoso, e a mina tava super tranquila, quase provocativa. Normal, ela era mais extrovertida do que eu.
— Tenho medo de fazer, mas minhas amigas dizem que já fizeram. Feito... (monte de explicação de caras que não sabem o que é sexo, exagerando tudo porque não sabem)
— Mas você não tem curiosidade de tentar?
— Na verdade, algo me chamou a atenção em te ver
— Se quiser, posso te explicar como se faz
Ela aceitou e, sem mais, sentou do meu lado
— Mas primeiro quero ver como você faz
— Embora seja diferente pra homens e mulheres, vou te ensinar do mesmo jeito
Tirei meu pau de novo da cueca, mesmo com toda a explicação de antes eu já tava durasso e marcava tudo; só de tirar ela já abriu os olhos de novo com curiosidade e empolgação. Comecei a me masturbar, mas agora com o olhar dela atento no meu pau e nas minhas mãos. Depois de um tempinho, parei o show que tava dando pra ela
— Agora é sua vez de aprender. Começa deitando na cama, eu faço tudo e depois você faz
Comecei a levantar a saia escolar dela até chegar na calcinha, branca com um laço rosa. Puxei pra baixo até as meias brancas e comecei a acariciar ela devagar, era macia com um pouco de pelo. Depois comecei a pressionar o clitóris, ela só ria até que começou a respirar mais forte e gemer um pouco, começou a sentir que tava molhando. Comecei a mexer mais as mãos e tentei enfiar um dedo, no começo ela não reagiu, mas depois de um movimento doeu e ela pediu pra parar com um grito. Mas eu me senti tão excitado que só tirei pra começar a lamber ela, ela imediatamente voltou a gemer, agora mais forte e sem parar. Me senti tão quente que queria ver ela, então comecei a tirar a camisa dela, no começo ela resistiu, mas quando viu que tirei o primeiro botão, só afastou as mãos e continuou gemendo, até chegar no sutiã dela, meio pequeno e rosa
— Desabotoa por trás, né?
— Sim, tira se quiser
Eram pequenas com um tom marrom claro na ponta, tavam duras de tão excitada que ela tava, e só consegui acariciar e apertar um pouco. Ficamos um tempão assim, só lambendo ela parte por parte, enfiando minha língua, passando pela buceta dela lábios ou só em círculos enquanto apertava os mamilos dela, até que ela me parou.
— Agora quero que me ensine a colocar isso na boca.
— Como é que sabe que dá pra chupar?
— Acha que não sei o que esses dois tão fazendo lá embaixo? Só queria que me ensinassem, porque os vídeos não são a mesma coisa.
Comecei a explicar que não devia morder e era só como se estivesse chupando um sorvete. Ela disse que entendeu. Fiquei na frente dela e a primeira coisa que fez foi cravar os dentes. Afastei ela e expliquei de novo que era melhor com a língua. Assim que começou, disse que tinha um gosto amargo meio ruim, mas que não incomodava. Continuamos até que senti que ia gozar e parei. Sabia que se eu gozasse, acabava tudo e não queria perder essa oportunidade única.
Minha mãe costumava levar umas 3 horas em todo o jogo dela, às vezes até escurecer, quando minha irmã ia com o pai dela, o ex da minha mãe. Então eu tinha tempo com essa garota. Do mesmo jeito, depois de todo o show dela, ela sempre ficava deitada pelada na cama ou na sala se minha irmã não estivesse. Nunca pensei que em pouco tempo o jeito dela mudaria tanto por causa da relação que a gente tinha, mas foi assim. Depois ela me contou todas as experiências que teve na juventude, e eu percebi o quão puta ela era desde antes, e com isso obviamente a gente se esquentou e transou, mas isso é pra outra história que, se vocês quiserem, eu conto. E assim, até eu descer pra me masturar do lado da minha mãe, exausta, quase inconsciente, terminando onde eu quisesse e não incomodava ela. Até acho que ela gostava que eu só chegasse e me aproveitasse de que ela tava exausta pra continuar fodendo ela, embora ela sempre se levantasse e continuasse um pouco.
Minha casa virou uma espécie de fantasia sexual. Minha mãe se desinibiu completamente nesse aspecto e eu adorava. Os fins de semana às vezes eram só pra nós dois. Ela deixava eu gozar dentro dela e só ia escorrendo o sêmen pela casa toda. Era um prazer total de sexo entre nós dois e com quem ela se metesse. Eu ainda não consigo acreditar que isso aconteceu. Na real, acho que estraguei um pouco a relação com minha família, mas não me arrependo de muita coisa.
Continuando com a garota, quando pedi pra ela parar, falei que agora ela aprendesse a se tocar como eu tinha ensinado. Ela me pediu pra fazer um pouco pra ver, e eu toquei ela de novo, suave mas preciso onde sabia que dava mais prazer pelo jeito que ela gemia. Parei e continuamos cada um se masturbando. Ela começou com movimentos desajeitados, mas aos poucos foi pegando o ritmo. Ficamos nos masturbando um na frente do outro por um tempo; eu diminuía a intensidade pra não gozar até que ela disse que sentia uma coisa estranha, como se fosse urinar. Não esperei mais e comecei a masturbar ela do jeito que aprendi com minha mãe. Ela começou a gemer mais forte até que soltou um gemido longo, mais suave mas constante, e um pouco de líquido. Pouco depois, eu também gozei, deixando a saia e a buceta dela cheias de porra. Depois de se recuperar, ela me perguntou:
— Isso é o quê?
— É sêmen, o que sai do homem quando ele goza e pode te engravidar.
— É isso que não pode botar pra dentro?
— Como você sabe disso?
— Quando meu irmão traz a namorada em casa, eu escuto eles de vez em quando, e ela fala "mas não bota pra dentro".
— Hahahaha, sim, é isso mesmo.
Depois de analisar minha porra por um tempo, ela perguntou: — Ei, e como é transar?
Fiquei pensando um pouco, mas sabia que era a oportunidade pra isso. Queria ser a primeira vez dela.
— É quando você mete o pau dentro da buceta, faz devagar ou rápido, e isso faz sentir bem.
— Então a gente pode transar?
Esse comentário automaticamente deixou meu pau duro. Sabia que tinha que aproveitar e queria pegar tudo. Na real, quando pensei em usar camisinha, pensei que isso não ia se repetir, então optei por dar uma pílula pra ela no final do nosso encontro.
— Podemos, sim. Se você quiser tentar, posso te ensinar como faz.
— Mas e se você me deixar? Grávida, me falaram na escola que pra isso usa camisinha
— Sim, mas pra isso também existem uns comprimidos, chamam de pílula do dia seguinte, são pra isso, toma logo depois da relação
— Mas você promete que eu não vou ficar grávida?
— Prometo, já me livrei disso mais vezes do que você imagina
Depois disso, voltamos pra posição anterior, ela de pernas abertas, quase sem roupa já, e eu começando a enfiar os dedos nela pra facilitar a penetração. Começamos devagar, no início ela estava fechada e doía, mas com o passar dos minutos ela ficou mais molhada, além de eu usar minha língua, ela começou a se sentir mais relaxada. Quando isso aconteceu, falei que agora a gente podia meter. Não me gabo de ter um pau enorme, é médio, uns 15cm, mas é bem grosso, além de ser de sangue, então não foi fácil. Ela começou sentindo dor, mas como estava mais molhada, deslizava fácil. Aos poucos fui enfiando mais até que a metade estava dentro. Ela só tinha uma expressão entre terror, tesão, nervosismo e prazer, nessa ordem. Eu só a acariciava ou beijava pra acalmá-la, o que funcionava aos poucos. Continuamos com movimentos lentos até que não aguentei mais e meti com força. Ela soltou um grito incrível, e eu me assustei que subissem, então tapei a boca dela e ficamos em silêncio, só ouvindo levemente que eles continuavam na deles sem perceber nada. Ela me mordeu e disse:
— POR QUE VOCÊ FEZ ISSO!? DOEU!
— Mas depois você sentiu prazer, não nega, vi sua carinha fazendo aqueles olhos virados, sabe que gostou.
Ela não esperava que eu dissesse isso, ou sei lá, só ficou calada, quase atônita, talvez descobrindo que gosta de ser dominada. Só sei que depois continuamos. Não podia acreditar no que estava fazendo, era uma amiga de infância, praticamente nunca tinha visto ela com esses olhos até agora, e era espetacular. Comecei a aumentar o ritmo aos poucos pra ela não se machucar de novo, até que ela começou a aguentar um ritmo mais constante.
Bom, esse relato me deu tesão. Um pouco mais longo. Se eu ver que foi bem recebido, trago as próximas partes, já que escrevo conforme vou lembrando e depois passo a limpo. Ainda tenho histórias que rolaram entre meus 14 e 15 anos, e algumas na faculdade, além das anedotas da juventude da minha mãe, que não são pouca coisa, e outras que aconteceram comigo. Sei que alguns acham que é fantasia, mas a real é que isso aconteceu comigo. Só que, por mais gostoso que pareça, teve suas partes ruins, como destruir minha família e não conseguir mais olhar nos olhos de ninguém. Mas, mesmo assim, foi do caralho. Guardei essas histórias por muito tempo, mas quando descobri essa página nas minhas noites em claro na frente do computador, soube que era um lugar bom pra um monte de desconhecidos. Então vamos ver como esse post se sai. Por enquanto, valeu por ler.
mas ou menos, ela tem um ar... infelizmente não tenho fotos com ela ou dela.
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