https://storage.googleapis.com/scratch.catbird.ai/bc302709-3bec-4e51-807e-e012855dc029.png
https://storage.googleapis.com/scratch.catbird.ai/bc302709-3bec-4e51-807e-e012855dc029.png
Esta história é real. Foi a coisa mais excitante / pornográfica que já aconteceu na minha vida. Nessa idade (38), acho que nunca mais vou sentir o que senti naquele momento. Hoje, 30-06-2023, faz 15 anos que aconteceu. 15 anos guardando o segredo mais erótico da minha vida só pra mim. Em parte por medo, em parte por segredo, e em parte por respeito.
Em 2008, com meus 21 anos, comecei a namorar uma mina com quem eu tava trocando ideia nas férias em Villa Gesell. Conheci a Giselle numa prévia de ano novo, daquelas que a gente fazia quando era jovem, na casa de amigos com amigos. Foi ali que vi a Giselle pela primeira vez, que depois viraria minha namorada. Ela tava com um vestido de verão. Ela era morena, imponente, um metro e sessenta e cinco, cintura bonita e, acima de tudo, uns peitões enormes. Mas essa lembrança erótica vai por outro lado. Ficamos namorando por 3 anos, e no primeiro ano a gente só transava. Aos 21, quase no meu despertar sexual, eu tinha uma namorada com quem finalmente podia fazer de tudo. E aqueles peitos me deixavam louco o tempo todo.
Um dos maiores problemas naquela idade era ter um lugar pra transar sossegado. Nós dois morávamos com nossos pais, e pagar um motel com um salário que na época era uns 800 conto era foda. A gente se virava pra achar um lugar. Eu dormia na casa dela, mas a mãe dela me fazia dormir no chão num colchão, mesmo a gente sendo namorados, e ainda por cima a Giselle tinha uma irmã: a Mariana, que era mais nova e muito mais encheção de saco. Era muito histérica, sempre brigavam e ela tratava mal. A Mariana era magra, loira, com uns olhos azuis lindos, e diferente da Giselle, não tinha os peitões que a minha namorada tinha.
Com minha cunhada, a gente se dava bem, mas em parte eu odiava ela, porque tratava muito mal a mãe e a irmã dela.
Teve duas situações em todo nosso relacionamento em que senti tesão pela minha cunhada.
A primeira vez, lembro que era uma sexta-feira. A Giselle tava voltando de jantar com as amigas, pra casa dela... casa, a mãe dela tinha ido viajar uma semana pro litoral com as amigas, e a Mariana ia sair pra dançar. Isso significava que a gente ia ter a casa só pra gente e poder foder. Naquele dia eu cheguei na casa da minha namorada sabendo que ela ainda não ia estar, mas quem ia me abrir era a Mariana, com quem eu tinha um relacionamento normal, formal, aceitável. Ela abriu a porta pra mim, e tava cozinhando uns bifes à milanesa que ia comer com a Giselle quando ela voltasse. Até aí, tudo bem, até que ela foi tomar banho. Eu fiquei vendo TV, e num momento ela sai do banho só de toalha. Pra ir pro quarto dela, tinha que passar pela sala, e foi o que fez. Passou na minha frente com uma toalha que cobria ela e mais nada. Na hora, senti meu pau ficar duro na mesma hora. Não fiz nada além de segurar a respiração e fingir que não tava olhando, mas na real, examinei ela o máximo que pude sem ela perceber.
Essa foi a primeira situação de sacanagem que tive com ela. A segunda foi uma noite que eu dormi na casa da minha namorada Giselle e o namorado da Mariana também tava lá, e ia dormir também. A mãe, minha sogra, ia de vez em quando pra casa da avó, porque ela tava meio mal de saúde e cuidava dela. Eu e a Giselle nunca transávamos se tivesse alguém em casa. Mas a Mariana naquela noite pareceu não se importar. Umas 3 da manhã, comecei a ouvir gritos. No começo não sabia se tava sonhando, ou se era de fora, mas quando acordei e me toquei, era ela gemendo. A Giselle tava dormindo do meu lado, e a Mariana tava se acabando de transar com o namorado dela no quarto ao lado. Gemido de mulher me deixa louco, e meu pau subiu na hora. Não sabia o que fazer, se acordava a Giselle e começava a foder também, fazia competição, ou ficava na minha. A verdade é que não fiz nada, mas ali comecei a sentir que a Mariana me dava um tesão danado. Ouvir ela foder foi uma situação taboo que fazia meu pau pulsar.
Eu tinha medo que a Giselle acordasse acorde, e me acuse de estar de pau duro. Mas ela não acordou. Talvez quisesse que eu acordasse e começasse a chupar ela, enquanto eu digeria os gemidos da Mariana.
Em um momento, que nunca vai sair da minha cabeça, consegui ouvir claramente, como no meio dos gemidos ela soltou uma frase que me fez explodir. Depois de uns 5 gemidos seguidos, ela gritou: "ME COME FORTE QUE TÔ QUASE GOZANDO". Uma frase nada de outro mundo, mas que me deu vontade de me tocar. Então coloquei a mão no meu pau, com cuidado pra Giselle não acordar, e comecei a apertar bem forte. Depois de um minuto dela gemendo igual uma louca, ouvi ela falar pro namorado: "vem, vai, goza nos meus peitos".
Essas palavras me levaram ao êxtase total, eu imaginava ela no quarto ao lado fodendo igual uma louca, e o que mais me dava raiva é que a Giselle, minha namorada, tinha uns peitos impressionantes e nunca deixava eu gozar neles. Mas a Mariana, com seus dois peitinhos pequenos e perfeitos, tava convidando pra ser o lugar da gozada.
Depois de alguns segundos, ouvi uns gemidos masculinos e aí soube que o Marcos, o namorado dela, tinha gozado nos peitos dela.
Vermelho, com calor, e de pau duro, massageei minhas bolas até me acalmar naquela noite de luxúria no quarto ao lado. Giselle nem se mexeu. Agora eu queria acordar ela e foder ela toda, mas ela não era assim tão impulsiva. Não era tão promíscua quanto a irmã, e se eu acordasse ela, sabia que ia ter problema. Depois de ouvir a descarga do banheiro, meu desejo era que eles mandassem mais uma. Ouvir ela gemer e falar coisas que minha namorada nunca me falava me deixou muito excitado.
Giselle nunca ficou sabendo, eu nunca contei pra ela, e com a Mariana nunca houve palavra, gesto ou olhar sobre o que aconteceu. Ela comeu, gozou, me excitou e nunca ia saber. Mas toda vez que eu olhava pra ela, vinha na minha cabeça os gemidos dela e a frase: "goza nos meus peitos".
Com o tempo, Mariana comprou um notebook que usava pra estudar, até que um dia parece que pegou um vírus, e Ela me pediu pra dar uma olhada no computador dela e ver o que tava rolando. O PC era uma bosta, precisava formatar. Naquela época não tinha celular com câmera, nem WhatsApp, nem nada, mas aceitei dar uma olhada no computador dela, e o meu lado safado apareceu. Consegui arrumar, mas antes disso, fiz uma busca por *.jpg na máquina toda.
O Windows começou a detectar mais de 14 mil resultados de fotos. Fui excluindo as pastas que não me interessavam, até chegar em algumas de fotos ou "Meus Documentos" e comecei a revisar foto por foto, pra ver se encontrava algo que saciasse minha curiosidade.
Foi lindo o que encontrei. Como falei antes, não era uma época com muito conteúdo multimídia fácil. Mas achei 5 fotos que vão ficar na minha memória pra sempre. Uma do namorado dela chupando um peito dela, outra dela com o pau dele enfiado no cu, outra dela com o pau dele na boca, e outras onde ela mostrava a bunda. Guardei num pendrive e usei pra bater uma pensando nela de vez em quando, embora com o tempo tenham se perdido.
Naquele ano, a avó das meninas morreu, e foi o ano em que acontece o evento dessa história. A avó morava num apartamento antigo no bairro de Belgrano, e foi perfeito pra mim e pra Giselle porque tínhamos um lugar pra transar, sem pagar, e ter intimidade sem preocupação. Mas a Mariana também tava na mesma.
Um dia fui com a Gise pro apartamento da avó falecida, ia ficar um tempo até desmontarem e venderem, então a gente ia lá e trepava numa cama bem velha, com um cobertor cheirando a mofo, debaixo de um quarto cheio de quadros de virgens, meninos Jesus e cruzes católicas. Era meio assustador, mas como a gente queria transar todo dia e só conseguia uma vez por semana quando dava, a gente aproveitava aquela situação como se fosse ouro.
Vou reforçar que era uma adolescência com salário de merda, onde camisinha era cara, motel era caro, e com 20 anos a gente tinha um trampo de migalhas. Tudo começa num dia em que minha sogra não ia... Estar em casa pra um jantar com as amigas e uma partida de buraco. Minha sogra amava buraco e toda vez que se juntava com as amigas pra jogar, voltava lá pras 3 da manhã. Isso significava que com a Giselle a gente ia poder ter várias gozadas.
Às 8 eu tinha que estar na casa dela naquela noite, tinha que esperar ela voltar da faculdade e a Mariana não ia estar. A gente ia poder foder na casa dela sossegado e não na casa da avó com aqueles quadros estranhos que davam toda a sensação de que Deus tava vendo a gente pecar.
E é aí que um pequeno detalhe me levou ao momento mais erótico de toda a minha vida. Lembro que era perto do fim do mês, e a grana tava curta. As camisinhas (que eram sempre por minha conta) eu tinha esquecido na casa da avó numa foda que a gente teve lá.
Ela falou pra eu ir buscar, o que foi uma puta punhetação, porque eu tinha que ir de Belgrano até Vila Urquiza na casa dela pegar a chave da casa da avó, depois voltar pra Belgrano e depois voltar pra Vila Urquiza.
Tudo isso pra não comprar uma caixa de camisinha que custava 5 ou 6 conto, quando o ônibus custava centavos. A pobreza fazia com que, pra economizar menos de 5 pila, eu fizesse todo esse rolé. E eu fiz. E agradeço por ter feito.
Cheguei no apartamento. Abri a porta, fechei atrás de mim, e fui pro único quarto que aquele dois cômodos tinha. A porta tava fechada, tinha barulho atrás da porta, que eu não ouvi porque naquela época eu vivia de fone. Quando abro a porta do quarto, fiquei de boca aberta e não conseguia acreditar no que tava vendo.
A Mariana tava comendo na cama, ou tinha comido até uns 2 minutos atrás, porque acho que me ouviu entrar. Mas não era o namorado dela que tava comendo ela, e sim o Pato. Uma colega do colégio dela que tava pelada deitada junto com ela. Elas tinham um vibrador, que era uma pica enorme, e tavam se satisfazendo.
Desculpa, vim buscar uns preservativos que esqueci, falei que nem um puta virjão, que não sabia o que fazer diante daquela cena linda e excitante. situação. Mariana tinha se coberto com os lençóis, mas a Pato continuava ali pelada, olhando como se não ligasse muito que ela estivesse ali. A Pato era uma morena imponente, grandona, com olhinhos puxados, muito gostosa e uns peitões enormes.
Consegui ver a caixa de duas camisinhas minhas que tinham ficado em cima do criado-mudo. Me aproximei da mesa com a intenção de pegar os preservativos enquanto falei: desculpa, vou levar isso e deixar vocês em paz. Mas quando me aproximei, a Mariana, que estava deitada e coberta com o cobertor, sentou na cama e deixou os peitos à mostra.
Ela ficou me encarando e levantou uma sobrancelha. Nunca esqueço da cara dela, aqueles olhos azuis lindos, e aqueles peitinhos pequenos, mas que davam pra gozar. "Vai, goza nos meus peitos" — essa frase que ouvi naquela noite veio na minha cabeça.
A verdade é que eu estava com duas minas peladas que estavam transando na cama, e não conseguia ficar duro, de tanto nervoso que eu tava. A Mariana não parava de me olhar, e eu não sabia o que ela ia me dizer.
Só queria pegar os preservativos, levar eles, esperar a Giselle e comer ela como nunca, do tesão que a situação ia me deixar. Mas quando peguei a caixa, ela segurou meu pulso com a mão. Ela disse: me deixa as camisinhas, por favor. Não entendi pra quê. Não entendi qual era a intenção dela. Meu único objetivo de merda pra economizar 5 conto era fazer 3 viagens, perder quase 2 horas da minha vida pra buscar essas camisinhas. Ela continuava pelada me olhando, e a Pato, a amiga dela, que nunca se incomodou nem teve vergonha.
Pra quê você quer? — perguntei. São minhas. E foi aí que ela olhou pra Pato, trocou um olhar cúmplice com ela, voltou a me olhar e disse:
Se quiser, pode comer a Pato. Me deu um arrepio danado e fiquei paralisado. A Pato me olhou e mandou um olhar tipo: vai, vem me comer.
Falei na hora: Não, Mari, não vamos fazer merda, eu tô com a Giselle, isso não dá nem um pouco. Mesmo sendo a oportunidade da minha vida de fazer um ménage com minha cunhada e a amiga dela.
A Pato continuava Com um olhar desafiador de garota, dava pra ver que as duas estavam no fogo e eu era o único homem naquele quarto celestial rodeado de santos, que me convidava a entrar no inferno.
Não vou comer sua irmã, lembro de ter dito algo parecido. E ela então me disse algo que me desmoronou.
Giselle te traiu há 6 meses com Santiago, ela me fala.
Outro calafrio, não conseguia acreditar. O que cê tá dizendo? Falo pra ela.
Santiago era um amigo da Mariana que tinha ido trabalhar na Nova Zelândia, e lembro que fizeram uma despedida pra ele, me chamaram pra festa, mas não fui. Mariana e Giselle foram juntas.
Na despedida do Santi, minha irmã bebeu um pouco a mais e acabaram transando, ela me conta.
A tal garota, pelada, com os bicos bem durinhos, não parava de me fazer subir e descer numa montanha-russa de emoções. Não sabia se acreditava nela ou não. Meu ânimo agora tava no chão, imaginando a Giselle, minha namorada, dando pro Santiago. Mais ainda, imaginando o Santiago gozando nos peitos dela, algo que ela não gosta. Ou talvez não goste de fazer comigo, ou talvez o Santiago gozou nos peitos dela, na marra. Ou talvez fosse tudo mentira, ou talvez não, mas eu tinha que resolver outra situação naquele momento.
Eu como o Pato e a cunhada? Ou talvez disseram isso pra eu ficar puto e comer as duas ali mesmo.
Tava numa encruzilhada erótica foda. Apesar do momento de merda que tava vivendo, tinha duas gostosas peladas na cama querendo pica e eu era o único que podia dar.
Jura que o que cê tá me dizendo é verdade, falei pra ela.
E ela, desafiadora, me disse: não tenho que jurar nada, só tô te contando como as coisas são, e pronto.
Isso me irritou ainda mais, porque não sabia se acreditava ou não. Nisso, senti pela primeira vez depois de uns 5 minutos que meu pau começava a endurecer. Foda-se, vou comer as duas, já que a Giselle me traiu e eu me vingo. Ou eu me ferro, como as duas, ela descobre, não comeu o Santi e acabo destruído.
Mariana pegou a caixa de forros, ela me deu na mão e disse: "bom, faz o que quiser, ou transa com o Pato ou vai transar com a minha irmã, mas decide logo porque você cortou o nosso tesão."
Pato tava pegando nas próprias tetas naquele momento, fazendo carinha de putinha pra mim. Acho que Pato era quem mais tava com vontade.
Já era, tudo pro caralho, comecei a pensar com a cock que já tava endurecendo e falei pra elas:
"Vamos transar, mas isso fica só hoje, morre hoje e não se fala nunca mais."
Me ajoelhei na cama e Pato veio de joelhos até mim, nua. Ela encostou as tetas no meu peito e tirou minha camiseta. Pegou na minha cara e começou a me beijar. Não podia acreditar que ia comer minha cunhada e a amiga dela.
Enquanto Pato me beijava nua, vi que Mariana se deitou na cama e começou a olhar. Pato desabotoou meu jeans e começou a tirar. Fiquei de cueca. Muito excitado, mas ainda não tava tão dura. Pato pegou na minha cock e fez cara de safada com meu pau na mão dela. "Você vai me dar trabalho", ela disse. Lembro que tava ajoelhado com minha cunhada deitada nua me olhando com aqueles olhões, a amiga com uma mão na minha cock e a outra apertando uma das tetas dela, e pelo menos três quadros de santos olhando aquela orgia infernal.
Pato me virou e me jogou na cama de barriga pra cima, terminou de tirar minha cueca. Ao cair, senti algo nas costas, tinha caído em cima do consolador de cock que as minhas tavam usando. Mariana me empurrou um pouco. Enquanto não parava de olhar, pegou o consolador. Pato foi descendo devagar até chegar com a boca na minha cock. Fez tudo bem devagar. Eu, com tanto medo, angústia e surpresa, ainda não tava tão ereto.
Ela começou a chupar minha cock e naquele momento vejo que Mariana já tinha o consolador e começou a esfregar na pussy dela.
Se eu olhava pra frente, tinha uma morena gostosa de peitão me fazendo um boquete, enquanto massageava minhas bolas, as tetas dela balançavam e os bicos roçavam na minha perna; se olhava pra direita, do meu lado, tava minha cunhada, com uma cara de tesuda metendo o consolador na buceta. Meu pau começou a ficar duro, a Pato começou a chupar mais rápido e a gemer. A Mariana também começou a gemer e vi que já tinha enfiado metade do pau na buceta e se penetrava com o dildo. Minha mão esquerda estava na cabeça da Pato e com a mão direita livre fui tocar o peito da minha cunhada que continuava se masturbando, e tive uma surpresa. Quando toquei o peito dela e ia apertar, ela segurou minha mão com a mão livre e a afastou. Ela disse: "se liga, moleque, você tá saindo com a minha irmã."
Como assim "se liga"? Sua puta histérica gostosa. Você faz toda essa psicologia pra eu terminar com sua amiga, e você aí toda animada (ou pelo menos eu achava) me diz que minha namorada me traiu com um amigo seu. Você tá enfiando um Dildo e eu não posso te dar prazer?
Faz o que quiser com a Pato, você é meu cunhado, ela diz. Ok, situação super bizarra, ela não queria transar comigo mas se tocava vendo a amiga me fazer um boquete.
A situação me confundiu mas me deixou mais excitado. Já era refém daquela situação e depois teria que guardar segredo pra sempre. A Pato passou de usar a boca pra usar os peitos. Ela se apoiou um pouco em mim e começou a fazer um esfregação de peitos. Tinha dois peitos que ouso dizer que eram um pouco maiores que os da Giselle e ela mexia e apertava melhor que minha namorada. Eu já tinha conseguido a ereção completa e comecei a aproveitar a situação da aventura extraordinária que estava vivendo. A Pato me apertava com os peitos tão forte que doía um pouco, mas a Mariana estava curtindo o show à vontade, enfiando o vibrador com uma mão e esfregando o clitóris com a outra. Ela começou a gemer do meu lado e me deixou com mais tesão.
Minha cunhada estava se masturbando comigo e eu não podia tocar nela. Morria de vontade de chupar os peitos dela, de deixar ela gozar neles, mas a regra dela tinha sido clara. clara e confusa.
Pato já tava pronta pra tudo, no entanto. Parou de fazer um boobs fuck em mim, e começou a andar de quatro na cama e foi pegar as camisinhas. Abriu uma com a boca e colocou na minha cock de leve, e com a boca e um blow job conseguiu colocar tudo.
Essas coisas pornô que eu não fazia com a Giselle me deixaram de pau duro. Ela subiu em cima de mim, abriu as pernas e começou a me montar. Galopou devagar, e se segurava e juntava os peitos. Eu não acreditava no que tava rolando. Ela tomou a iniciativa e começou a se mexer forte e excitante. Depois eu segurei ela pela cintura e comecei a meter também. Um pouco mais de velocidade, e a cock entrava e saía, o barulho do choque era furioso e a Pato começou a gemer de uma vez. Tinha um gemido com a voz grave que parecia uma fera. Gemia muito alto. Levei minhas mãos pros peitos dela e comecei a espremer enquanto metia tudo. Ela não parava de gemer. Não sei se realmente tava curtindo, se era assim mesmo, ou se tava fazendo teatro. A verdade é que eu via ela às vezes quando tava na casa da Giselle, que ela se juntava com a Mariana.
Os bicos do peito da Pato começaram a aparecer e ficar 3D, e com meus dedos comecei a beliscar eles. Isso fez ela gemer ainda mais. Tinha sensibilidade nos bicos que deixavam ela com muito tesão. Nisso, de vez em quando eu esquecia que a Mariana do meu lado não parava de enfiar o vibrador e gemia cada vez mais alto. Aqueles mesmos gemidos que eu tinha ouvido naquela noite, de sexo enquanto eu dormia e apertava a cock imaginando ela transando com o namorado. Pato se jogou em cima de mim e começou a me dar os primeiros beijos na boca. Pronto. Tava traindo minha namorada com beijos de língua e tudo. Segurei os peitos dela de novo e levei à boca primeiro um e depois o outro. Lambi todos os bicos, e esfreguei eles no meu rosto inteiro. Percebi que ela adorava isso.
Gemia como uma puta e me falava não para, não para, chupa todos eles. Pronto, definitivamente tava dentro de um pornô. Só que com a histéyummy da minha cunhada, que tava com vontade de me atacar mas não quis.
Chegou a hora que o Pato saiu de cima de mim, andou de quatro pela cama e se colocou no meio entre eu e a Mariana. Primeiro me deu um beijo na boca, pegou na minha piroca e falou, me come por trás.
Ela virou, a Mariana também se inclinou um pouquinho e começaram a se beijar e a se tocar.
O Pato massageava os peitinhos pequenos da Mari e a Mari apertava os peitos dela com uma fúria. A Mari tinha as unhas pintadas de azul e cravava elas nos peitos dela. Eu ajeitei o Pato e coloquei minha piroca de novo na buceta dela e comecei a meter de cachorrinho deitado.
O Pato começou a gemer que nem uma louca, dava pra ouvir gemido e beijos entre elas. Isso era super excitante. Eu tava comendo o Pato por trás e a Mari beijava ela. A gente comeu um tempão nessa posição. Eu agarrei os peitos do Pato e comecei a massagear tudo.
Senti que a Mariana queria tocar os peitos dela também e disputava posição com a mão dela. Tava com um pouco dos peitos do Pato na minha mão e um pouco, a mão da Mari. Não sabia se tentava de novo alguma aproximação com ela, pra ver se o trio se completava ou se só com ela ia ser um separador.
Os peitos do Pato eram lindos, macios, massajáveis, e bem, bem grandes.
Depois de uns minutos enquanto eu continuava comendo o Pato, a Mari começou a se mexer e colocou a buceta na cara dela. Eu continuei metendo e o Pato começou a chupar a buceta da Mariana, o que fez ela delirar. O vibrador voou da cama e a Mari se mexia que nem uma louca. A verdade é que o Pato chupava muito bem a piroca e pelo visto a buceta também. A excitação já tava no máximo, eu tava comendo o Pato por trás, com os peitos dela nas minhas mãos, de vez em quando dava uns tapinhas e ela chupando a buceta da minha cunhada que gemia, gemia, levantava os braços e erguia o corpo com as pernas quando ficava muito excitada.
Comecei a meter mais devagar porque sentia que ia gozar a qualquer momento, e queria atrasar. Depois que terminou a chupada de buceta, as duas começaram a transar feito duas namoradinhas adolescentes que acabaram de se conhecer. Mariana num momento se esticou na cama e pegou de novo o consolador que tinha caído e voltou a chupar ele e enfiar na própria buceta. Começou a brincar sozinha e eu sabia que não devia me meter ali. Que só podia olhar e aproveitar.
Virei a Pato pra deixar ela de barriga pra cima e comecei a comer ela de missionário. Os peitos dela balançavam pra caralho, quanto mais forte eu comia, mais os peitos dela mexiam, e isso deixava a Mari com tesão. Com uma mão ela enfiava o consolador e com a outra apertava um peito da Pato.
Era lindo comer ela por cima porque eu via ela e a Mariana ao mesmo tempo. Embora não tivesse tocado na Mari além de um peito no começo, ver ela enfiar aquele consolador tamanho extra grande na buceta rosada depilada dela me deixava com um tesão do caralho e meu pau tava penetrando a Pato que não parava de gemer e os peitos dela balançavam no ritmo da foda.
Isso deve ter durado uns 20 minutos e foi no final que a Pato tirou o consolador da Mari e começou a enfiar os dedos nela. Enquanto eu comia ela, ela masturbava minha cunhada, e os olhinhos azuis dela viravam de tanto prazer que tava sentindo. A Pato falava me come forte, me come forte, no meio dos gemidos e a Mari não dizia nada, mas gritava que nem uma loba.
Por mais que tivesse ali, tava morrendo de vontade de trocar, afinal a merda já tava feita, uma comidinha na minha cunhada, depois de ver ela de toalha e ouvir ela gemer no quarto ao lado, não cairia mal.
Então minha mão esquerda que tava no peito da Pato, passei pro peito da Mari. Vamos ver o que ela dizia. Ela não tava olhando porque tava de olhos fechados, mas quando toquei no peito dela de novo, ela pegou minha mão com a outra mão dela, mas dessa vez não tirou. Só que a mão dela apertou a minha e eu acabei apertando o peito esquerdo dela. Enquanto continuava comendo a Pato e ela continuava chupando a Mari.
Acho que a Mari tava no auge e não conseguia recusar mais uma mão. Tava morrendo de vontade de beijar ela, mesmo que fosse um pouco demais, mas se eu fosse, ia com tudo. Minha buceta não aguentava mais, a qualquer momento eu ia explodir.
Minha mão continuava no peito da Mari e ela apertava cada vez mais forte minha mão no peito dela. Com minha boca comecei a me aproximar dela sem parar de meter na amiga. Mari não parava de gemer nunca, Pato não parava de chupar a Mari e eu continuava com a transa num ritmo normal.
Mari abriu os olhos e ficamos com nossos narizes se tocando. Mari gemia na minha cara, sentia o hálito dela, quente, me olhava e não conseguia parar de gemer, num momento soltou a mão que eu tinha no peito dela e agarrou minha nuca, levou minha cabeça até a dela e acertou me morder o lábio. Eu não queria deixar nenhuma marca no meu corpo, então tentei desviar a boca, mesmo assim, alguma coisa me mordiscou.
Fiquei muito preocupada naquele momento, porque uma marca no lábio é fácil de levantar suspeita. O que eu faço? O que posso fazer? Ela me mordeu o lábio, bom, pelo menos não doía, não senti sangue.
Mari fazia força com o braço na minha nuca como se quisesse que eu a beijasse, mas ia ficar muito complicado se ela me mordesse de novo, então direcionei minha cabeça para o pescoço dela e comecei a beijar ali.
Beijar, mas sem marcas, beijos sem língua nem dentes. Eu também não queria deixar marcas nela, os dois estávamos namorando e estávamos fazendo a pior coisa que podia ser feita. Parece que ela gostou que eu beijasse o pescoço dela, porque parou de fazer pressão na minha nuca e começou a acariciar a parte de trás do meu cabelo.
E aí ela gozou. A cena final. Meu pau dentro da Pato, minha mão direita na cintura dela, minha mão esquerda no peito da minha cunhada e minha boca beijando o pescoço dela, enquanto as duas gemiam num ritmo rápido. Era o clímax.
Senti que eu gozava, não me preocupava, tava de camisinha. então acelerei o ritmo da penetração. Pato começou a gemer mais alto, eu parei de beijar a Mari. Soltei o peito dela e me dediquei a dar tudo pra Pato, que era quem ia me fazer gozar.
Segurei os dois peitos dela, um em cada mão, juntei eles e enfiei minha cara nos dois. Mordi os biquinhos devagar e ela gozou pra caralho.
Enquanto beijava, comecei a gemer e a gozar. Pato gemia, Mari também, gemia e metia os próprios dedos enquanto se tocava no peito. Na hora de gozar, escolhi ficar só com a Pato, mesmo vendo os olhos azuis da Mari me olhando e curtindo como eu terminava. Foram 5 segundos de glória. Jorrei um monte de porra e diminui o ritmo.
Eu acabei e a Pato soltou um gemido final bem longo.
Mari continuava se tocando, ela não tinha gozado, Pato sei lá, mas já tava relaxada na cama e eu por cima dela. Pato começou a me beijar devagar. Pronto, já gozei, e agora? Cedo pros carinhos? Tô namorando a irmã da amiga dela. Pato continuava me dando beijos de língua suaves como se fôssemos um casal, e Mari esfregava o clitóris cada vez mais forte. Gemia, e não tinha gozado. Senti que se eu parasse de beijar a Pato, ela não ia gozar, então continuei os beijos e nossas línguas se enroscaram.
Mari gemia e se mexia cada vez mais rápido. Se esfregava e gemia até que senti ela gozar. Os gemidos dela ficaram mais curtos e mais rápidos, e com a mão que não se tocava, tentava tocar nós dois, qualquer pedaço de carne que pudesse agarrar servia. Enquanto isso, eu me afundava numa infidelidade de beijos com uma mina suada, que tinha visto 2 ou 3 vezes na vida, e nunca tinha trocado mais que um oi. Agora tinha gozado dentro dela enquanto minha cunhada gozava com aquela situação.
Gozamos todos e foi algo incrível.
Quem ia falar primeiro agora.
Não demorou muito pra Mariana soltar a primeira palavra.
Mano…
Foi foda, mas isso nunca aconteceu.
Nunca aconteceu, repeti.
Pato não falou nada, era a que tava ali curtindo sem culpa. nem nada.
Vejo o relógio que estava em cima do criado-mudo, eram quase 6 horas, eu tinha chegado por volta das 5 e 20. Giselle não voltava pra casa da faculdade até umas 8 ou 8 e meia.
Tinha tempo de sobra, precisava repor um preservativo. Eram os primeiros vermelhos. Na caixa que fui buscar, sobravam 2. Acabava de usar 1.
Falei pra Mariana: bom, vou indo, e soou mais como uma pergunta. Mas ela concordou. Continuamos todos pelados naquela cama que transpirava sexo adolescente infiel de 15 anos atrás.
Mariana se levantou e colocou a calcinha. Percebi que não tinha visto a bunda dela. Ela tinha uma bunda linda que a Giselle não tinha. Ia adorar ter comido ela. Agora ainda mais com aquela bunda que acabava de ver. Depois da calcinha, colocou o sutiã e eu comecei a vestir minha roupa também. Pato levantou da cama e disse que ia tomar banho.
Terminei de me vestir, Pato tava no banheiro e eu na sala, com minha cunhada, já vestidos, já gozados os dois. Me olhei num espelho que tinha em cima de uma cômoda, pra ver se tinha marca. Não tinha nada. Mariana chegou perto de mim e fez o mesmo. Se examinou. Nada. "A gente se salvou", ela falou sorrindo. Aquela merda cúmplice, tenho que admitir, me excitou de novo. Senti o pau subindo outra vez.
Tava pronto pra um segundo round, aliás. Tinha ficado um segundo round pendente. Agora sim, toda a fantasia de comer minha cunhada tava na minha cabeça. Tive ela ali, e a única coisa que consegui fazer foi apertar um peito dela, beijar o pescoço e ouvir ela gemer no meu ouvido.
Deus, preciso comer ela. Que se foda tudo. Enquanto o Pato tomava banho, queria jogar ela no sofá, pelar ela de novo, colocar de quatro e meter por trás.
Tava disposto a fazer, mas a situação não era a ideal. Testei com medo de levar um fora, de minha própria cunhada, com quem fiquei pelado e com uma terceira, todo mundo gozando há 10 minutos, me dizer: "qual é, mano?"
Me acalmei, deixei pra lá. Pronto, que seja meu tesão proibido, como as cunhadas de vários caras. Vocês com certeza são.
Falei pra Mariana que ia na casa dela porque a gente ia se encontrar com a Giselle quando ela saísse da faculdade. Ela disse pra eu não me preocupar, mas pra levar as chaves porque nem a mãe nem ela iam estar em casa hoje. Isso era bom, embora eu já soubesse, a gente ia ter a casa só com a Giselle pra transar a noite toda.
Fiz uma torta salgada, tá na geladeira, podem comer se quiserem, ela me diz.
Valeu. Bom, vou nessa.
Não sabia se devia cumprimentar ela ou não, ou como cumprimentar. Ela se ofereceu pra descer e abrir o portão, mas eu tinha cópia das chaves dos dois apartamentos. Quando eu disse que ia sair sozinho, foi ela quem se aproximou e me deu um beijo no rosto, como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse gozado do meu lado há 10 minutos e ido pro quarto.
Eu saí do apartamento, juntando as moedas pro ônibus e parei na banca da esquina pra comprar camisinha. Precisava ter 2. Nem 1 nem 3. 2 eram as que sobravam e a Giselle sempre contava. Então fui na banca, pedi umas Prime vermelhas texturizadas, paguei uns $5, que era o que eu ia economizar por ir buscar as que tinham ficado, e fiquei completamente sem grana, mas com a fantasia mais pornô que já vivi na vida.
Aquela noite a Giselle chegou em casa às 9. Eu tava esperando ela, vendo TV, e falei que tinha torta que a irmã tinha feito pra gente jantar. Jantamos e ela me contou do dia dela na faculdade. Nisso, me veio na cabeça o que a Mariana tinha dito. A Giselle te traiu com o Santiago. Será que era verdade? Será que era invenção? É uma coisa que ia ficar na dúvida, porque eu fiz a pior coisa que um namorado podia fazer. Ter uma relação quase sexual com a irmã dela.
Aquela noite a gente transou na casa vazia, e eu não parava de pensar no quase suruba que tive, enquanto metia nela, fantasiava que era a irmã dela. Depois de gozar, ela costumava dormir primeiro. Eu fiquei pensando na tarde, e se ela tinha me traído ou não. Desde uma da manhã até umas cinco, acho que fiquei acordado. Fiquei acordado até apagar. Minha cabeça não parava de pensar. Eu era um cuck? Ia tentar descobrir? Melhor ficar na minha. Agora eu tinha que confiar que a Mariana guardaria o segredo, porque se a Giselle descobrisse, a gente ia se foder.
Com a Giselle, terminamos por causa das situações da vida, e acho que ela nunca ficou sabendo. Não sei como a Mariana conseguiu viver com esse segredo sendo irmã dela, mas eu, durante o tempo que ficamos juntos, não teve um dia em que não pensei que transei com a irmã dela, e que me perguntei se ela me traiu primeiro. Todos os dias restantes do nosso relacionamento, eu tive esse pensamento. Esse segredo que nunca pude compartilhar, e que não contei nem pros meus melhores amigos. Fazer um menage ou um quase menage no meu caso, aos 21, é o sonho de qualquer adolescente punheteiro. Mas quando você conta algo tão pesado pra alguém, sabe que outra pessoa tem sua própria caixa de pandora. Então decidi guardar pra mim e acho que a Mariana fez o mesmo.
Hoje faz uns 15 anos que terminei com a Giselle e desde aquele dia não nos falamos nem sabemos nada um do outro. Cruzei com a Mariana num balada, uns meses depois que terminei com a irmã dela. Naquela noite, eu tava pegando uma gostosa e ficava olhando pra ver se a Mariana me via, ou se chegava pra falar alguma coisa, ou pra realizar minha fantasia de vez. Mas a única coisa que aconteceu foi que a gente se cumprimentou quando se cruzou, e depois trocamos olhares, quando eu tava no bar, comprando uma bebida pra mina que tava comigo. A Mariana nos viu juntos, me deu um sorriso 100% normal e foi embora com as amigas. Nunca mais vi ela, mas a fantasia vive comigo até hoje.
Eu sou casado com outra mulher, e já não penso todo dia no menage nem se ela me traiu. Mas resolvi contar meu segredo, aqui pra quem quiser ler e pra quem quiser acreditar.
A puta que vale a pena estar vivo.
https://storage.googleapis.com/scratch.catbird.ai/bc302709-3bec-4e51-807e-e012855dc029.png
Esta história é real. Foi a coisa mais excitante / pornográfica que já aconteceu na minha vida. Nessa idade (38), acho que nunca mais vou sentir o que senti naquele momento. Hoje, 30-06-2023, faz 15 anos que aconteceu. 15 anos guardando o segredo mais erótico da minha vida só pra mim. Em parte por medo, em parte por segredo, e em parte por respeito.Em 2008, com meus 21 anos, comecei a namorar uma mina com quem eu tava trocando ideia nas férias em Villa Gesell. Conheci a Giselle numa prévia de ano novo, daquelas que a gente fazia quando era jovem, na casa de amigos com amigos. Foi ali que vi a Giselle pela primeira vez, que depois viraria minha namorada. Ela tava com um vestido de verão. Ela era morena, imponente, um metro e sessenta e cinco, cintura bonita e, acima de tudo, uns peitões enormes. Mas essa lembrança erótica vai por outro lado. Ficamos namorando por 3 anos, e no primeiro ano a gente só transava. Aos 21, quase no meu despertar sexual, eu tinha uma namorada com quem finalmente podia fazer de tudo. E aqueles peitos me deixavam louco o tempo todo.
Um dos maiores problemas naquela idade era ter um lugar pra transar sossegado. Nós dois morávamos com nossos pais, e pagar um motel com um salário que na época era uns 800 conto era foda. A gente se virava pra achar um lugar. Eu dormia na casa dela, mas a mãe dela me fazia dormir no chão num colchão, mesmo a gente sendo namorados, e ainda por cima a Giselle tinha uma irmã: a Mariana, que era mais nova e muito mais encheção de saco. Era muito histérica, sempre brigavam e ela tratava mal. A Mariana era magra, loira, com uns olhos azuis lindos, e diferente da Giselle, não tinha os peitões que a minha namorada tinha.
Com minha cunhada, a gente se dava bem, mas em parte eu odiava ela, porque tratava muito mal a mãe e a irmã dela.
Teve duas situações em todo nosso relacionamento em que senti tesão pela minha cunhada.
A primeira vez, lembro que era uma sexta-feira. A Giselle tava voltando de jantar com as amigas, pra casa dela... casa, a mãe dela tinha ido viajar uma semana pro litoral com as amigas, e a Mariana ia sair pra dançar. Isso significava que a gente ia ter a casa só pra gente e poder foder. Naquele dia eu cheguei na casa da minha namorada sabendo que ela ainda não ia estar, mas quem ia me abrir era a Mariana, com quem eu tinha um relacionamento normal, formal, aceitável. Ela abriu a porta pra mim, e tava cozinhando uns bifes à milanesa que ia comer com a Giselle quando ela voltasse. Até aí, tudo bem, até que ela foi tomar banho. Eu fiquei vendo TV, e num momento ela sai do banho só de toalha. Pra ir pro quarto dela, tinha que passar pela sala, e foi o que fez. Passou na minha frente com uma toalha que cobria ela e mais nada. Na hora, senti meu pau ficar duro na mesma hora. Não fiz nada além de segurar a respiração e fingir que não tava olhando, mas na real, examinei ela o máximo que pude sem ela perceber.
Essa foi a primeira situação de sacanagem que tive com ela. A segunda foi uma noite que eu dormi na casa da minha namorada Giselle e o namorado da Mariana também tava lá, e ia dormir também. A mãe, minha sogra, ia de vez em quando pra casa da avó, porque ela tava meio mal de saúde e cuidava dela. Eu e a Giselle nunca transávamos se tivesse alguém em casa. Mas a Mariana naquela noite pareceu não se importar. Umas 3 da manhã, comecei a ouvir gritos. No começo não sabia se tava sonhando, ou se era de fora, mas quando acordei e me toquei, era ela gemendo. A Giselle tava dormindo do meu lado, e a Mariana tava se acabando de transar com o namorado dela no quarto ao lado. Gemido de mulher me deixa louco, e meu pau subiu na hora. Não sabia o que fazer, se acordava a Giselle e começava a foder também, fazia competição, ou ficava na minha. A verdade é que não fiz nada, mas ali comecei a sentir que a Mariana me dava um tesão danado. Ouvir ela foder foi uma situação taboo que fazia meu pau pulsar.
Eu tinha medo que a Giselle acordasse acorde, e me acuse de estar de pau duro. Mas ela não acordou. Talvez quisesse que eu acordasse e começasse a chupar ela, enquanto eu digeria os gemidos da Mariana.
Em um momento, que nunca vai sair da minha cabeça, consegui ouvir claramente, como no meio dos gemidos ela soltou uma frase que me fez explodir. Depois de uns 5 gemidos seguidos, ela gritou: "ME COME FORTE QUE TÔ QUASE GOZANDO". Uma frase nada de outro mundo, mas que me deu vontade de me tocar. Então coloquei a mão no meu pau, com cuidado pra Giselle não acordar, e comecei a apertar bem forte. Depois de um minuto dela gemendo igual uma louca, ouvi ela falar pro namorado: "vem, vai, goza nos meus peitos".
Essas palavras me levaram ao êxtase total, eu imaginava ela no quarto ao lado fodendo igual uma louca, e o que mais me dava raiva é que a Giselle, minha namorada, tinha uns peitos impressionantes e nunca deixava eu gozar neles. Mas a Mariana, com seus dois peitinhos pequenos e perfeitos, tava convidando pra ser o lugar da gozada.
Depois de alguns segundos, ouvi uns gemidos masculinos e aí soube que o Marcos, o namorado dela, tinha gozado nos peitos dela.
Vermelho, com calor, e de pau duro, massageei minhas bolas até me acalmar naquela noite de luxúria no quarto ao lado. Giselle nem se mexeu. Agora eu queria acordar ela e foder ela toda, mas ela não era assim tão impulsiva. Não era tão promíscua quanto a irmã, e se eu acordasse ela, sabia que ia ter problema. Depois de ouvir a descarga do banheiro, meu desejo era que eles mandassem mais uma. Ouvir ela gemer e falar coisas que minha namorada nunca me falava me deixou muito excitado.
Giselle nunca ficou sabendo, eu nunca contei pra ela, e com a Mariana nunca houve palavra, gesto ou olhar sobre o que aconteceu. Ela comeu, gozou, me excitou e nunca ia saber. Mas toda vez que eu olhava pra ela, vinha na minha cabeça os gemidos dela e a frase: "goza nos meus peitos".
Com o tempo, Mariana comprou um notebook que usava pra estudar, até que um dia parece que pegou um vírus, e Ela me pediu pra dar uma olhada no computador dela e ver o que tava rolando. O PC era uma bosta, precisava formatar. Naquela época não tinha celular com câmera, nem WhatsApp, nem nada, mas aceitei dar uma olhada no computador dela, e o meu lado safado apareceu. Consegui arrumar, mas antes disso, fiz uma busca por *.jpg na máquina toda.
O Windows começou a detectar mais de 14 mil resultados de fotos. Fui excluindo as pastas que não me interessavam, até chegar em algumas de fotos ou "Meus Documentos" e comecei a revisar foto por foto, pra ver se encontrava algo que saciasse minha curiosidade.
Foi lindo o que encontrei. Como falei antes, não era uma época com muito conteúdo multimídia fácil. Mas achei 5 fotos que vão ficar na minha memória pra sempre. Uma do namorado dela chupando um peito dela, outra dela com o pau dele enfiado no cu, outra dela com o pau dele na boca, e outras onde ela mostrava a bunda. Guardei num pendrive e usei pra bater uma pensando nela de vez em quando, embora com o tempo tenham se perdido.
Naquele ano, a avó das meninas morreu, e foi o ano em que acontece o evento dessa história. A avó morava num apartamento antigo no bairro de Belgrano, e foi perfeito pra mim e pra Giselle porque tínhamos um lugar pra transar, sem pagar, e ter intimidade sem preocupação. Mas a Mariana também tava na mesma.
Um dia fui com a Gise pro apartamento da avó falecida, ia ficar um tempo até desmontarem e venderem, então a gente ia lá e trepava numa cama bem velha, com um cobertor cheirando a mofo, debaixo de um quarto cheio de quadros de virgens, meninos Jesus e cruzes católicas. Era meio assustador, mas como a gente queria transar todo dia e só conseguia uma vez por semana quando dava, a gente aproveitava aquela situação como se fosse ouro.
Vou reforçar que era uma adolescência com salário de merda, onde camisinha era cara, motel era caro, e com 20 anos a gente tinha um trampo de migalhas. Tudo começa num dia em que minha sogra não ia... Estar em casa pra um jantar com as amigas e uma partida de buraco. Minha sogra amava buraco e toda vez que se juntava com as amigas pra jogar, voltava lá pras 3 da manhã. Isso significava que com a Giselle a gente ia poder ter várias gozadas.
Às 8 eu tinha que estar na casa dela naquela noite, tinha que esperar ela voltar da faculdade e a Mariana não ia estar. A gente ia poder foder na casa dela sossegado e não na casa da avó com aqueles quadros estranhos que davam toda a sensação de que Deus tava vendo a gente pecar.
E é aí que um pequeno detalhe me levou ao momento mais erótico de toda a minha vida. Lembro que era perto do fim do mês, e a grana tava curta. As camisinhas (que eram sempre por minha conta) eu tinha esquecido na casa da avó numa foda que a gente teve lá.
Ela falou pra eu ir buscar, o que foi uma puta punhetação, porque eu tinha que ir de Belgrano até Vila Urquiza na casa dela pegar a chave da casa da avó, depois voltar pra Belgrano e depois voltar pra Vila Urquiza.
Tudo isso pra não comprar uma caixa de camisinha que custava 5 ou 6 conto, quando o ônibus custava centavos. A pobreza fazia com que, pra economizar menos de 5 pila, eu fizesse todo esse rolé. E eu fiz. E agradeço por ter feito.
Cheguei no apartamento. Abri a porta, fechei atrás de mim, e fui pro único quarto que aquele dois cômodos tinha. A porta tava fechada, tinha barulho atrás da porta, que eu não ouvi porque naquela época eu vivia de fone. Quando abro a porta do quarto, fiquei de boca aberta e não conseguia acreditar no que tava vendo.
A Mariana tava comendo na cama, ou tinha comido até uns 2 minutos atrás, porque acho que me ouviu entrar. Mas não era o namorado dela que tava comendo ela, e sim o Pato. Uma colega do colégio dela que tava pelada deitada junto com ela. Elas tinham um vibrador, que era uma pica enorme, e tavam se satisfazendo.
Desculpa, vim buscar uns preservativos que esqueci, falei que nem um puta virjão, que não sabia o que fazer diante daquela cena linda e excitante. situação. Mariana tinha se coberto com os lençóis, mas a Pato continuava ali pelada, olhando como se não ligasse muito que ela estivesse ali. A Pato era uma morena imponente, grandona, com olhinhos puxados, muito gostosa e uns peitões enormes.
Consegui ver a caixa de duas camisinhas minhas que tinham ficado em cima do criado-mudo. Me aproximei da mesa com a intenção de pegar os preservativos enquanto falei: desculpa, vou levar isso e deixar vocês em paz. Mas quando me aproximei, a Mariana, que estava deitada e coberta com o cobertor, sentou na cama e deixou os peitos à mostra.
Ela ficou me encarando e levantou uma sobrancelha. Nunca esqueço da cara dela, aqueles olhos azuis lindos, e aqueles peitinhos pequenos, mas que davam pra gozar. "Vai, goza nos meus peitos" — essa frase que ouvi naquela noite veio na minha cabeça.
A verdade é que eu estava com duas minas peladas que estavam transando na cama, e não conseguia ficar duro, de tanto nervoso que eu tava. A Mariana não parava de me olhar, e eu não sabia o que ela ia me dizer.
Só queria pegar os preservativos, levar eles, esperar a Giselle e comer ela como nunca, do tesão que a situação ia me deixar. Mas quando peguei a caixa, ela segurou meu pulso com a mão. Ela disse: me deixa as camisinhas, por favor. Não entendi pra quê. Não entendi qual era a intenção dela. Meu único objetivo de merda pra economizar 5 conto era fazer 3 viagens, perder quase 2 horas da minha vida pra buscar essas camisinhas. Ela continuava pelada me olhando, e a Pato, a amiga dela, que nunca se incomodou nem teve vergonha.
Pra quê você quer? — perguntei. São minhas. E foi aí que ela olhou pra Pato, trocou um olhar cúmplice com ela, voltou a me olhar e disse:
Se quiser, pode comer a Pato. Me deu um arrepio danado e fiquei paralisado. A Pato me olhou e mandou um olhar tipo: vai, vem me comer.
Falei na hora: Não, Mari, não vamos fazer merda, eu tô com a Giselle, isso não dá nem um pouco. Mesmo sendo a oportunidade da minha vida de fazer um ménage com minha cunhada e a amiga dela.
A Pato continuava Com um olhar desafiador de garota, dava pra ver que as duas estavam no fogo e eu era o único homem naquele quarto celestial rodeado de santos, que me convidava a entrar no inferno.
Não vou comer sua irmã, lembro de ter dito algo parecido. E ela então me disse algo que me desmoronou.
Giselle te traiu há 6 meses com Santiago, ela me fala.
Outro calafrio, não conseguia acreditar. O que cê tá dizendo? Falo pra ela.
Santiago era um amigo da Mariana que tinha ido trabalhar na Nova Zelândia, e lembro que fizeram uma despedida pra ele, me chamaram pra festa, mas não fui. Mariana e Giselle foram juntas.
Na despedida do Santi, minha irmã bebeu um pouco a mais e acabaram transando, ela me conta.
A tal garota, pelada, com os bicos bem durinhos, não parava de me fazer subir e descer numa montanha-russa de emoções. Não sabia se acreditava nela ou não. Meu ânimo agora tava no chão, imaginando a Giselle, minha namorada, dando pro Santiago. Mais ainda, imaginando o Santiago gozando nos peitos dela, algo que ela não gosta. Ou talvez não goste de fazer comigo, ou talvez o Santiago gozou nos peitos dela, na marra. Ou talvez fosse tudo mentira, ou talvez não, mas eu tinha que resolver outra situação naquele momento.
Eu como o Pato e a cunhada? Ou talvez disseram isso pra eu ficar puto e comer as duas ali mesmo.
Tava numa encruzilhada erótica foda. Apesar do momento de merda que tava vivendo, tinha duas gostosas peladas na cama querendo pica e eu era o único que podia dar.
Jura que o que cê tá me dizendo é verdade, falei pra ela.
E ela, desafiadora, me disse: não tenho que jurar nada, só tô te contando como as coisas são, e pronto.
Isso me irritou ainda mais, porque não sabia se acreditava ou não. Nisso, senti pela primeira vez depois de uns 5 minutos que meu pau começava a endurecer. Foda-se, vou comer as duas, já que a Giselle me traiu e eu me vingo. Ou eu me ferro, como as duas, ela descobre, não comeu o Santi e acabo destruído.
Mariana pegou a caixa de forros, ela me deu na mão e disse: "bom, faz o que quiser, ou transa com o Pato ou vai transar com a minha irmã, mas decide logo porque você cortou o nosso tesão."
Pato tava pegando nas próprias tetas naquele momento, fazendo carinha de putinha pra mim. Acho que Pato era quem mais tava com vontade.
Já era, tudo pro caralho, comecei a pensar com a cock que já tava endurecendo e falei pra elas:
"Vamos transar, mas isso fica só hoje, morre hoje e não se fala nunca mais."
Me ajoelhei na cama e Pato veio de joelhos até mim, nua. Ela encostou as tetas no meu peito e tirou minha camiseta. Pegou na minha cara e começou a me beijar. Não podia acreditar que ia comer minha cunhada e a amiga dela.
Enquanto Pato me beijava nua, vi que Mariana se deitou na cama e começou a olhar. Pato desabotoou meu jeans e começou a tirar. Fiquei de cueca. Muito excitado, mas ainda não tava tão dura. Pato pegou na minha cock e fez cara de safada com meu pau na mão dela. "Você vai me dar trabalho", ela disse. Lembro que tava ajoelhado com minha cunhada deitada nua me olhando com aqueles olhões, a amiga com uma mão na minha cock e a outra apertando uma das tetas dela, e pelo menos três quadros de santos olhando aquela orgia infernal.
Pato me virou e me jogou na cama de barriga pra cima, terminou de tirar minha cueca. Ao cair, senti algo nas costas, tinha caído em cima do consolador de cock que as minhas tavam usando. Mariana me empurrou um pouco. Enquanto não parava de olhar, pegou o consolador. Pato foi descendo devagar até chegar com a boca na minha cock. Fez tudo bem devagar. Eu, com tanto medo, angústia e surpresa, ainda não tava tão ereto.
Ela começou a chupar minha cock e naquele momento vejo que Mariana já tinha o consolador e começou a esfregar na pussy dela.
Se eu olhava pra frente, tinha uma morena gostosa de peitão me fazendo um boquete, enquanto massageava minhas bolas, as tetas dela balançavam e os bicos roçavam na minha perna; se olhava pra direita, do meu lado, tava minha cunhada, com uma cara de tesuda metendo o consolador na buceta. Meu pau começou a ficar duro, a Pato começou a chupar mais rápido e a gemer. A Mariana também começou a gemer e vi que já tinha enfiado metade do pau na buceta e se penetrava com o dildo. Minha mão esquerda estava na cabeça da Pato e com a mão direita livre fui tocar o peito da minha cunhada que continuava se masturbando, e tive uma surpresa. Quando toquei o peito dela e ia apertar, ela segurou minha mão com a mão livre e a afastou. Ela disse: "se liga, moleque, você tá saindo com a minha irmã."
Como assim "se liga"? Sua puta histérica gostosa. Você faz toda essa psicologia pra eu terminar com sua amiga, e você aí toda animada (ou pelo menos eu achava) me diz que minha namorada me traiu com um amigo seu. Você tá enfiando um Dildo e eu não posso te dar prazer?
Faz o que quiser com a Pato, você é meu cunhado, ela diz. Ok, situação super bizarra, ela não queria transar comigo mas se tocava vendo a amiga me fazer um boquete.
A situação me confundiu mas me deixou mais excitado. Já era refém daquela situação e depois teria que guardar segredo pra sempre. A Pato passou de usar a boca pra usar os peitos. Ela se apoiou um pouco em mim e começou a fazer um esfregação de peitos. Tinha dois peitos que ouso dizer que eram um pouco maiores que os da Giselle e ela mexia e apertava melhor que minha namorada. Eu já tinha conseguido a ereção completa e comecei a aproveitar a situação da aventura extraordinária que estava vivendo. A Pato me apertava com os peitos tão forte que doía um pouco, mas a Mariana estava curtindo o show à vontade, enfiando o vibrador com uma mão e esfregando o clitóris com a outra. Ela começou a gemer do meu lado e me deixou com mais tesão.
Minha cunhada estava se masturbando comigo e eu não podia tocar nela. Morria de vontade de chupar os peitos dela, de deixar ela gozar neles, mas a regra dela tinha sido clara. clara e confusa.
Pato já tava pronta pra tudo, no entanto. Parou de fazer um boobs fuck em mim, e começou a andar de quatro na cama e foi pegar as camisinhas. Abriu uma com a boca e colocou na minha cock de leve, e com a boca e um blow job conseguiu colocar tudo.
Essas coisas pornô que eu não fazia com a Giselle me deixaram de pau duro. Ela subiu em cima de mim, abriu as pernas e começou a me montar. Galopou devagar, e se segurava e juntava os peitos. Eu não acreditava no que tava rolando. Ela tomou a iniciativa e começou a se mexer forte e excitante. Depois eu segurei ela pela cintura e comecei a meter também. Um pouco mais de velocidade, e a cock entrava e saía, o barulho do choque era furioso e a Pato começou a gemer de uma vez. Tinha um gemido com a voz grave que parecia uma fera. Gemia muito alto. Levei minhas mãos pros peitos dela e comecei a espremer enquanto metia tudo. Ela não parava de gemer. Não sei se realmente tava curtindo, se era assim mesmo, ou se tava fazendo teatro. A verdade é que eu via ela às vezes quando tava na casa da Giselle, que ela se juntava com a Mariana.
Os bicos do peito da Pato começaram a aparecer e ficar 3D, e com meus dedos comecei a beliscar eles. Isso fez ela gemer ainda mais. Tinha sensibilidade nos bicos que deixavam ela com muito tesão. Nisso, de vez em quando eu esquecia que a Mariana do meu lado não parava de enfiar o vibrador e gemia cada vez mais alto. Aqueles mesmos gemidos que eu tinha ouvido naquela noite, de sexo enquanto eu dormia e apertava a cock imaginando ela transando com o namorado. Pato se jogou em cima de mim e começou a me dar os primeiros beijos na boca. Pronto. Tava traindo minha namorada com beijos de língua e tudo. Segurei os peitos dela de novo e levei à boca primeiro um e depois o outro. Lambi todos os bicos, e esfreguei eles no meu rosto inteiro. Percebi que ela adorava isso.
Gemia como uma puta e me falava não para, não para, chupa todos eles. Pronto, definitivamente tava dentro de um pornô. Só que com a histéyummy da minha cunhada, que tava com vontade de me atacar mas não quis.
Chegou a hora que o Pato saiu de cima de mim, andou de quatro pela cama e se colocou no meio entre eu e a Mariana. Primeiro me deu um beijo na boca, pegou na minha piroca e falou, me come por trás.
Ela virou, a Mariana também se inclinou um pouquinho e começaram a se beijar e a se tocar.
O Pato massageava os peitinhos pequenos da Mari e a Mari apertava os peitos dela com uma fúria. A Mari tinha as unhas pintadas de azul e cravava elas nos peitos dela. Eu ajeitei o Pato e coloquei minha piroca de novo na buceta dela e comecei a meter de cachorrinho deitado.
O Pato começou a gemer que nem uma louca, dava pra ouvir gemido e beijos entre elas. Isso era super excitante. Eu tava comendo o Pato por trás e a Mari beijava ela. A gente comeu um tempão nessa posição. Eu agarrei os peitos do Pato e comecei a massagear tudo.
Senti que a Mariana queria tocar os peitos dela também e disputava posição com a mão dela. Tava com um pouco dos peitos do Pato na minha mão e um pouco, a mão da Mari. Não sabia se tentava de novo alguma aproximação com ela, pra ver se o trio se completava ou se só com ela ia ser um separador.
Os peitos do Pato eram lindos, macios, massajáveis, e bem, bem grandes.
Depois de uns minutos enquanto eu continuava comendo o Pato, a Mari começou a se mexer e colocou a buceta na cara dela. Eu continuei metendo e o Pato começou a chupar a buceta da Mariana, o que fez ela delirar. O vibrador voou da cama e a Mari se mexia que nem uma louca. A verdade é que o Pato chupava muito bem a piroca e pelo visto a buceta também. A excitação já tava no máximo, eu tava comendo o Pato por trás, com os peitos dela nas minhas mãos, de vez em quando dava uns tapinhas e ela chupando a buceta da minha cunhada que gemia, gemia, levantava os braços e erguia o corpo com as pernas quando ficava muito excitada.
Comecei a meter mais devagar porque sentia que ia gozar a qualquer momento, e queria atrasar. Depois que terminou a chupada de buceta, as duas começaram a transar feito duas namoradinhas adolescentes que acabaram de se conhecer. Mariana num momento se esticou na cama e pegou de novo o consolador que tinha caído e voltou a chupar ele e enfiar na própria buceta. Começou a brincar sozinha e eu sabia que não devia me meter ali. Que só podia olhar e aproveitar.
Virei a Pato pra deixar ela de barriga pra cima e comecei a comer ela de missionário. Os peitos dela balançavam pra caralho, quanto mais forte eu comia, mais os peitos dela mexiam, e isso deixava a Mari com tesão. Com uma mão ela enfiava o consolador e com a outra apertava um peito da Pato.
Era lindo comer ela por cima porque eu via ela e a Mariana ao mesmo tempo. Embora não tivesse tocado na Mari além de um peito no começo, ver ela enfiar aquele consolador tamanho extra grande na buceta rosada depilada dela me deixava com um tesão do caralho e meu pau tava penetrando a Pato que não parava de gemer e os peitos dela balançavam no ritmo da foda.
Isso deve ter durado uns 20 minutos e foi no final que a Pato tirou o consolador da Mari e começou a enfiar os dedos nela. Enquanto eu comia ela, ela masturbava minha cunhada, e os olhinhos azuis dela viravam de tanto prazer que tava sentindo. A Pato falava me come forte, me come forte, no meio dos gemidos e a Mari não dizia nada, mas gritava que nem uma loba.
Por mais que tivesse ali, tava morrendo de vontade de trocar, afinal a merda já tava feita, uma comidinha na minha cunhada, depois de ver ela de toalha e ouvir ela gemer no quarto ao lado, não cairia mal.
Então minha mão esquerda que tava no peito da Pato, passei pro peito da Mari. Vamos ver o que ela dizia. Ela não tava olhando porque tava de olhos fechados, mas quando toquei no peito dela de novo, ela pegou minha mão com a outra mão dela, mas dessa vez não tirou. Só que a mão dela apertou a minha e eu acabei apertando o peito esquerdo dela. Enquanto continuava comendo a Pato e ela continuava chupando a Mari.
Acho que a Mari tava no auge e não conseguia recusar mais uma mão. Tava morrendo de vontade de beijar ela, mesmo que fosse um pouco demais, mas se eu fosse, ia com tudo. Minha buceta não aguentava mais, a qualquer momento eu ia explodir.
Minha mão continuava no peito da Mari e ela apertava cada vez mais forte minha mão no peito dela. Com minha boca comecei a me aproximar dela sem parar de meter na amiga. Mari não parava de gemer nunca, Pato não parava de chupar a Mari e eu continuava com a transa num ritmo normal.
Mari abriu os olhos e ficamos com nossos narizes se tocando. Mari gemia na minha cara, sentia o hálito dela, quente, me olhava e não conseguia parar de gemer, num momento soltou a mão que eu tinha no peito dela e agarrou minha nuca, levou minha cabeça até a dela e acertou me morder o lábio. Eu não queria deixar nenhuma marca no meu corpo, então tentei desviar a boca, mesmo assim, alguma coisa me mordiscou.
Fiquei muito preocupada naquele momento, porque uma marca no lábio é fácil de levantar suspeita. O que eu faço? O que posso fazer? Ela me mordeu o lábio, bom, pelo menos não doía, não senti sangue.
Mari fazia força com o braço na minha nuca como se quisesse que eu a beijasse, mas ia ficar muito complicado se ela me mordesse de novo, então direcionei minha cabeça para o pescoço dela e comecei a beijar ali.
Beijar, mas sem marcas, beijos sem língua nem dentes. Eu também não queria deixar marcas nela, os dois estávamos namorando e estávamos fazendo a pior coisa que podia ser feita. Parece que ela gostou que eu beijasse o pescoço dela, porque parou de fazer pressão na minha nuca e começou a acariciar a parte de trás do meu cabelo.
E aí ela gozou. A cena final. Meu pau dentro da Pato, minha mão direita na cintura dela, minha mão esquerda no peito da minha cunhada e minha boca beijando o pescoço dela, enquanto as duas gemiam num ritmo rápido. Era o clímax.
Senti que eu gozava, não me preocupava, tava de camisinha. então acelerei o ritmo da penetração. Pato começou a gemer mais alto, eu parei de beijar a Mari. Soltei o peito dela e me dediquei a dar tudo pra Pato, que era quem ia me fazer gozar.
Segurei os dois peitos dela, um em cada mão, juntei eles e enfiei minha cara nos dois. Mordi os biquinhos devagar e ela gozou pra caralho.
Enquanto beijava, comecei a gemer e a gozar. Pato gemia, Mari também, gemia e metia os próprios dedos enquanto se tocava no peito. Na hora de gozar, escolhi ficar só com a Pato, mesmo vendo os olhos azuis da Mari me olhando e curtindo como eu terminava. Foram 5 segundos de glória. Jorrei um monte de porra e diminui o ritmo.
Eu acabei e a Pato soltou um gemido final bem longo.
Mari continuava se tocando, ela não tinha gozado, Pato sei lá, mas já tava relaxada na cama e eu por cima dela. Pato começou a me beijar devagar. Pronto, já gozei, e agora? Cedo pros carinhos? Tô namorando a irmã da amiga dela. Pato continuava me dando beijos de língua suaves como se fôssemos um casal, e Mari esfregava o clitóris cada vez mais forte. Gemia, e não tinha gozado. Senti que se eu parasse de beijar a Pato, ela não ia gozar, então continuei os beijos e nossas línguas se enroscaram.
Mari gemia e se mexia cada vez mais rápido. Se esfregava e gemia até que senti ela gozar. Os gemidos dela ficaram mais curtos e mais rápidos, e com a mão que não se tocava, tentava tocar nós dois, qualquer pedaço de carne que pudesse agarrar servia. Enquanto isso, eu me afundava numa infidelidade de beijos com uma mina suada, que tinha visto 2 ou 3 vezes na vida, e nunca tinha trocado mais que um oi. Agora tinha gozado dentro dela enquanto minha cunhada gozava com aquela situação.
Gozamos todos e foi algo incrível.
Quem ia falar primeiro agora.
Não demorou muito pra Mariana soltar a primeira palavra.
Mano…
Foi foda, mas isso nunca aconteceu.
Nunca aconteceu, repeti.
Pato não falou nada, era a que tava ali curtindo sem culpa. nem nada.
Vejo o relógio que estava em cima do criado-mudo, eram quase 6 horas, eu tinha chegado por volta das 5 e 20. Giselle não voltava pra casa da faculdade até umas 8 ou 8 e meia.
Tinha tempo de sobra, precisava repor um preservativo. Eram os primeiros vermelhos. Na caixa que fui buscar, sobravam 2. Acabava de usar 1.
Falei pra Mariana: bom, vou indo, e soou mais como uma pergunta. Mas ela concordou. Continuamos todos pelados naquela cama que transpirava sexo adolescente infiel de 15 anos atrás.
Mariana se levantou e colocou a calcinha. Percebi que não tinha visto a bunda dela. Ela tinha uma bunda linda que a Giselle não tinha. Ia adorar ter comido ela. Agora ainda mais com aquela bunda que acabava de ver. Depois da calcinha, colocou o sutiã e eu comecei a vestir minha roupa também. Pato levantou da cama e disse que ia tomar banho.
Terminei de me vestir, Pato tava no banheiro e eu na sala, com minha cunhada, já vestidos, já gozados os dois. Me olhei num espelho que tinha em cima de uma cômoda, pra ver se tinha marca. Não tinha nada. Mariana chegou perto de mim e fez o mesmo. Se examinou. Nada. "A gente se salvou", ela falou sorrindo. Aquela merda cúmplice, tenho que admitir, me excitou de novo. Senti o pau subindo outra vez.
Tava pronto pra um segundo round, aliás. Tinha ficado um segundo round pendente. Agora sim, toda a fantasia de comer minha cunhada tava na minha cabeça. Tive ela ali, e a única coisa que consegui fazer foi apertar um peito dela, beijar o pescoço e ouvir ela gemer no meu ouvido.
Deus, preciso comer ela. Que se foda tudo. Enquanto o Pato tomava banho, queria jogar ela no sofá, pelar ela de novo, colocar de quatro e meter por trás.
Tava disposto a fazer, mas a situação não era a ideal. Testei com medo de levar um fora, de minha própria cunhada, com quem fiquei pelado e com uma terceira, todo mundo gozando há 10 minutos, me dizer: "qual é, mano?"
Me acalmei, deixei pra lá. Pronto, que seja meu tesão proibido, como as cunhadas de vários caras. Vocês com certeza são.
Falei pra Mariana que ia na casa dela porque a gente ia se encontrar com a Giselle quando ela saísse da faculdade. Ela disse pra eu não me preocupar, mas pra levar as chaves porque nem a mãe nem ela iam estar em casa hoje. Isso era bom, embora eu já soubesse, a gente ia ter a casa só com a Giselle pra transar a noite toda.
Fiz uma torta salgada, tá na geladeira, podem comer se quiserem, ela me diz.
Valeu. Bom, vou nessa.
Não sabia se devia cumprimentar ela ou não, ou como cumprimentar. Ela se ofereceu pra descer e abrir o portão, mas eu tinha cópia das chaves dos dois apartamentos. Quando eu disse que ia sair sozinho, foi ela quem se aproximou e me deu um beijo no rosto, como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse gozado do meu lado há 10 minutos e ido pro quarto.
Eu saí do apartamento, juntando as moedas pro ônibus e parei na banca da esquina pra comprar camisinha. Precisava ter 2. Nem 1 nem 3. 2 eram as que sobravam e a Giselle sempre contava. Então fui na banca, pedi umas Prime vermelhas texturizadas, paguei uns $5, que era o que eu ia economizar por ir buscar as que tinham ficado, e fiquei completamente sem grana, mas com a fantasia mais pornô que já vivi na vida.
Aquela noite a Giselle chegou em casa às 9. Eu tava esperando ela, vendo TV, e falei que tinha torta que a irmã tinha feito pra gente jantar. Jantamos e ela me contou do dia dela na faculdade. Nisso, me veio na cabeça o que a Mariana tinha dito. A Giselle te traiu com o Santiago. Será que era verdade? Será que era invenção? É uma coisa que ia ficar na dúvida, porque eu fiz a pior coisa que um namorado podia fazer. Ter uma relação quase sexual com a irmã dela.
Aquela noite a gente transou na casa vazia, e eu não parava de pensar no quase suruba que tive, enquanto metia nela, fantasiava que era a irmã dela. Depois de gozar, ela costumava dormir primeiro. Eu fiquei pensando na tarde, e se ela tinha me traído ou não. Desde uma da manhã até umas cinco, acho que fiquei acordado. Fiquei acordado até apagar. Minha cabeça não parava de pensar. Eu era um cuck? Ia tentar descobrir? Melhor ficar na minha. Agora eu tinha que confiar que a Mariana guardaria o segredo, porque se a Giselle descobrisse, a gente ia se foder.
Com a Giselle, terminamos por causa das situações da vida, e acho que ela nunca ficou sabendo. Não sei como a Mariana conseguiu viver com esse segredo sendo irmã dela, mas eu, durante o tempo que ficamos juntos, não teve um dia em que não pensei que transei com a irmã dela, e que me perguntei se ela me traiu primeiro. Todos os dias restantes do nosso relacionamento, eu tive esse pensamento. Esse segredo que nunca pude compartilhar, e que não contei nem pros meus melhores amigos. Fazer um menage ou um quase menage no meu caso, aos 21, é o sonho de qualquer adolescente punheteiro. Mas quando você conta algo tão pesado pra alguém, sabe que outra pessoa tem sua própria caixa de pandora. Então decidi guardar pra mim e acho que a Mariana fez o mesmo.
Hoje faz uns 15 anos que terminei com a Giselle e desde aquele dia não nos falamos nem sabemos nada um do outro. Cruzei com a Mariana num balada, uns meses depois que terminei com a irmã dela. Naquela noite, eu tava pegando uma gostosa e ficava olhando pra ver se a Mariana me via, ou se chegava pra falar alguma coisa, ou pra realizar minha fantasia de vez. Mas a única coisa que aconteceu foi que a gente se cumprimentou quando se cruzou, e depois trocamos olhares, quando eu tava no bar, comprando uma bebida pra mina que tava comigo. A Mariana nos viu juntos, me deu um sorriso 100% normal e foi embora com as amigas. Nunca mais vi ela, mas a fantasia vive comigo até hoje.
Eu sou casado com outra mulher, e já não penso todo dia no menage nem se ela me traiu. Mas resolvi contar meu segredo, aqui pra quem quiser ler e pra quem quiser acreditar.
A puta que vale a pena estar vivo.
3 comentários - Encruzilhada Erótica (História Real)
Por la forma de contarlo, los detalles y la explicación al final de que es un secreto guardado por muchos años me encantó. De hecho me hizo dejar un comentario para reconocerlo, siendo esta la primera vez que comento.
Obviamente en estas historias siempre está la duda de si es real o no pero yo elegí creer y si fuera ficticio ma verdad que me pareció muy verosímil.