Meu verdadeiro amorCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5023614/Confesiones-ardientes.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/5088579/Confesiones-ardientes-Capitulo-VI.htmlAjudar a juntar um casal ou fazer eles caírem na real foi a coisa mais gratificante que eu senti em muitos anos. Como eu queria ter tido a coragem que a Vanessa e o Axel tiveram, pra seguir com o love deles. Ser covarde faz parte da minha natureza, e nesses anos em que fui presa da solidão e da raiva, não parei de pensar nela, meu único love verdadeiro. Fico me perguntando o que ela tá fazendo, se já me esqueceu e encontrou o love em outra pessoa, enquanto eu me desmorono nessa montanha de tristeza.
Sob o brilho das estrelas e da lua cheia, acendia cuidadosamente um cigarro. Era uma noite gelada, típica do outono, e mesmo assim preferi caminhar até o hospital em vez de pegar um táxi. O vento batia no meu cabelo, balançando ele de um lado pro outro, como se fosse uma folha de papel, enquanto eu inalava o veneno que lentamente me matava.–Ali está Órion, Lira, Cassiopeia, Ursa Menor...Murmurava com o baseado entre meus lábios e meus olhos contemplando aquele céu estrelado.—"E aí, Ursa Maior, Capricórnio, Touro, AndrômedaBenjamín comentou, me surpreendendo com o conhecimento dele sobre algo tão trivial quanto as constelações. Mas sendo filho da April e do Tomás, não me espantava nada que ele conseguisse identificar todas. Dei uma risada curta, tentando esconder a angústia que me dava olhar pra aquelas figuras no céu. Mas não consegui enganar ele, aquele moleque era tão perspicaz quanto os pais ou a irmã dele.—"Memórias ruins?perguntou, com um certo nervosismo.—"Simrespondi, tirando a mão direita do sobretudo para pegar o cigarro com os dedos e soltar fumaça. Notei que o olhar do Benjamín ficou incerto. Pensando bem em cada palavra que ia dizer, ele levou uns minutos até conseguir me perguntar se podia saber o motivo. De novo ri de leve, não tinha nada de errado na declaração dele, só curiosidade.Ela amava astronomia e no dia em que ia pedi-la em casamento, a noite brilhava tão assustadora quanto agora.Eu disse a ele.
Em vez de saciar a curiosidade dele, não fiz outra coisa senão aumentá-la. Ele parecia ficar matutando mais uma vez as palavras que ia dizer, não queria soar fora de lugar num assunto delicado, porque com certeza achava que eu tava falando da Lucy. Mas não precisei que ele pedisse, porque igual um gravador comecei a contar minha história. Tudo começou pouco antes de eu fazer 18 anos, naquela época, eu já era um pouco diferente dos outros homens da minha família, porque eles só viam as mulheres como um objeto, que servia pra satisfazer as necessidades sexuais.
Já eu, buscava algo mais romântico, mas não tinha culhão pra agir diferente dos outros. Ser visto como um estranho me incomodava e eu acabava fazendo tudo que minha mãe mandava no final. Eu costumava interagir com as garotas que ela apontava, só procurava em mim pequenos acordos ou negócios que terminassem a favor da empresa. Apesar disso, minha virgindade ainda não tinha entregado pra nenhuma mulher, e isso pra minha mãe não importava muito, na real.
Enquanto eu fosse charmoso com as garotas e elas acabassem convencendo os pais delas que um acordo com a nossa família era o melhor, ela dava meu serviço como pronto e me deixava em paz. Pouco tempo depois, fiz um acordo com a Carolina: ela não ia se meter na minha vida amorosa, contanto que eu cumprisse meu papel como agente de negócios quando ela precisasse. Me pareceu justo, porque eu queria me soltar um pouco daquelas garras e sentir que podia tomar algumas decisões por mim mesmo.
Muitas vezes me perguntei: o que era o amor? Porque isso nunca existiu na minha família, ninguém conhecia essa palavra. Por exemplo, meus pais casaram por benefícios financeiros. Os dois têm um bom histórico de amantes e nenhum deles liga a mínima. Só tão casados por dinheiro, nem sei ao certo se sou filho do Manuel, porque dona Carolina, quando ficou grávida de mim, se esfregou com 4 homens diferentes durante Essa semana.
E bem, isso não afeta o Manuel, porque assim como ele não pode ser meu pai, ele tem grandes chances de ter sido quem engravidou um dos meus primos ou ter algum bastardo por aí. Até pode ter comido uma das próprias filhas, porque incesto não é tabu na minha família, na verdade, quem me iniciou foi minha própria irmã mais velha, Teresa. Minha relação com ela sempre foi instável, quando crianças brigávamos muito, a ponto de nos odiarmos, mas depois tudo mudou.
Teresa é uma mulher gostosa, não tem um corpo tão descomunal quanto o da Vanessa, mas ainda assim se destaca e atrai qualquer homem que ela queira, até os mais velhos e casados. Ninguém resistia à doçura e sensualidade da minha irmã. Tinha semanas que a casa virava um desfile de moleques e coroas, todos dando pra Teresa o que ela queria, ou seja, sexo e dinheiro. Crescer nesse ambiente fez com que, pra mim, muitas coisas fossem normais, quando não eram.
Coisas que começaram a ficar evidentes quando eu convidava uma mina que me interessava ou me atraía. Tinham duas opções: a primeira era que ela acabava se assustando, e a segunda, que eu via um lado dela que não queria. Quando fiz 18, por exemplo, convidei a garota mais meiga e inocente da minha sala. O nome dela era Queen, e por trás daqueles olhos inofensivos que me deixavam seduzido, se escondia uma gatinha depravada. Depois de beber uns copos, ela foi se soltando, dançava sem timidez e até me roubou um beijo.
Um beijo longo e apaixonado que me fez tremer de tão bom que era. Naquela época, já tinha beijado algumas minas, mas nenhuma me beijou como a Queen. Os lábios dela eram porra de deliciosos e a língua ardente era um doce viciante. Me deixou bobão, sem palavras na cabeça, e depois de se afastar da minha boca, sorriu safadamente. Com as garras dela, me chamou pra segui-la, e eu ia fazer isso, mas trombei com um filho da puta que se dizia meu amigo. Ele só ficava comigo porque queria comer minha irmã, que não dava bola pra ele. O filho da puta me abraçou e começou a falar um monte de merda, eu falei que a gente conversava depois, mas foi inútil, ele me prendeu por uns 20 minutos. Não sei se no final devo agradecer aquele cuzão ou não, porque tenho certeza que muita coisa hoje seria diferente se eu tivesse seguido aquela mina a tempo. Quando me soltei dos choros dele, fui feito um desesperado atrás da Queen.
Procurei ela por todo lado, sem sucesso, só me restava subir pro segundo andar e ir de quarto em quarto até achar. Com o tesão que eu tava, não pensei duas vezes e fui atrás daquela putinha. Imaginava ela me esperando no meu quarto, pelada e deitada na minha cama. Toda essa ilusão foi pro caralho quando, ao abrir a porta, encontro minha irmã sendo macetada na minha própria cama. Fiquei de boca aberta e com os olhos arregalados, enquanto sentia uma facada no meu coração.
Não entendia por que me sentia tão destruído e angustiado ao ver aquela cena. Teresa era minha irmã e eu sabia da fama dela, mas ver ela na minha cama dando pra outro cara me quebrou por completo.–“A-A-Aaa... Alexander...”-Minha irmã gaguejou, agitada, com um sorriso safado nos lábios. Pra ela, tanto fazia se eu a visse transando, se observasse sua anatomia maravilhosa, enquanto ela se balançava num ritmo perturbador e harmonioso.–"Te... você gosta do que vê, maninho?perguntou, sem tirar os olhos de mim. Não consegui responder, fiquei parado ali, com os gemidos dela ecoando nos meus ouvidos. Aos poucos, fui captando outro gemido que se misturava com o da Teresa, aquela voz melosa tão parecida com a da minha irmã, vinha do quarto dos meus pais. Intrigado, sabendo inconscientemente o que ia encontrar, fui até lá. Ao abrir a porta, vi a Queen sendo o brinquedo sexual do papai.
Aquela cara de puta de prazer dela contrastava com a imagem da garota meiga que eu via todo dia. Diferente da minha irmã, ver a Queen com o papai não me causou dor nenhuma, talvez porque já esperava vê-la daquele jeito, embora tenha me deixado desconfortável. Ao descer para o primeiro andar, as coisas continuaram piorando pra mim, porque encontrei a mamãe se entregando pra dois caras na cozinha. Mesmo quando os olhos dela cruzaram com os meus, ela não parou, muito pelo contrário, continuou sem nenhum pudor.
Esse foi meu aniversário de 18 anos, onde todos os membros da minha família transaram, menos eu. Desde aquele dia, parei de dormir no que era meu quarto na época, porque não queria ficar na mesma cama onde minha irmã tinha se esfregado com outro. Queria esquecer o corpo dela, os gemidos e a cara de safada, mas na real foi impossível. Todas as noites no meu novo quarto, eu relembrava aquelas cenas, só que os protagonistas éramos eu e minha irmã.
Sabia que era errado, mas mesmo assim não consegui evitar desejar. A Queen, desde minha festa de aniversário, foi pro esquecimento, parei de pensar nela e ela virou uma completa estranha pra mim. Passou uma semana em que eu e minha irmã não nos falamos, nem nos encaramos de frente. Quando finalmente nos vimos, foi muito desconfortável pra mim, totalmente o contrário pra Teresa, que parecia estar adorando aquilo como uma criança mimada que tem seu capricho realizado.
Nesse primeiro encontro com ela, fugi, lembro que virei as costas e corri até sair de casa. Matei o tempo, andando de um lado pro outro. lado, fugindo da luxúria que sussurrava pra eu voltar pra minha irmã. Uma das minhas maiores virtudes era tocar piano, então tentei esquecer a Teresa, compondo uma música.
Na minha família, música era algo estranho e incomum, eles só compunham na hora do sexo, com seus gemidos e corpos se chocando. Já eu, desde muito novo, senti uma atração por ela, era meu refúgio nos momentos mais complicados e de indecisão. As notas vinham à minha cabeça sozinhas, eu não precisava fazer o menor esforço, mas, em vez de ter calma, só consegui perceber o quanto eu estava obcecado pela Teresa. Abri os olhos e entendi que cada uma das minhas composições tinha relação com ela.
Me senti um merda ao perceber que sentia atração pela minha irmã, me recusando a admitir que estava apaixonado por ela. Eu era um bicho estranho, ou pelo menos foi o que pensei, já que toda garota que supostamente me atraía, na verdade eu buscava características da minha irmã nelas. Voltei pra casa cabisbaixo, não queria ver nem falar com ninguém, embora, pra ser sincero, uma vida familiar nunca existiu na minha casa, cada um fazia o que queria. Mais do que família, éramos só turistas hospedados no mesmo hotel.
Minhas figuras paternas eram o Richie e a mulher dele, que nunca conseguiram ter filhos, porque era difícil pra ele gerar um, e quando finalmente conseguiram, ela sofreu a perda daquela única esperança de vida que se desenvolvia no ventre dela. Depois da perda, diagnosticaram câncer nos ovários e removeram tudo. Desde então, pra eles dois, eu me tornei alguém que viam como o filho que nunca tiveram, principalmente porque meus pais confiaram neles pra me cuidar desde o momento que nasci.
Naquela noite, o Richie, ao me ver voltar, me perguntou se tinha acontecido alguma coisa, percebendo minha cara de preocupado. Por uns segundos, quis confessar o que tinha percebido, mas no fim só falei que queria ficar sozinho. Caminhei até meu quarto e entrei, ao Levantei a vista, fiquei perplexo e achei que a alma tinha saído do corpo. Teresa estava na minha cama, tal como Deus a trouxe ao mundo. Os olhos puros dela me espreitavam e se cravavam na minha entreperna, esperando encontrar um volume.
Fiquei pasmo, uma reação que ela não esperava, até poderia dizer que foi decepcionante pra ela. Teresa provavelmente imaginou que eu fosse ficar puto e a gente fosse brigar como quando éramos crianças, mas ao me ver imóvel, sem dizer uma palavra, fez com que ela se sentasse na minha cama de joelhos e, estendendo a mão, me agarrou pelo braço. Me puxando pra perto dela, ficamos cara a cara, meus lábios roçavam nos dela e o hálito dela, tão fresco e doce, me enfeitiçou ainda mais.–“Te-Teresa...”-balbuciei esperando uma resposta dela, minha irmã não disse absolutamente nada, só sorriu e depois de morder meus lábios, se agarrou no meu pescoço. Sentir os dentes dela tentando mastigar minha pele, os lábios dela deixando a marca nela e o cheiro de morango impregnando meu nariz, foi o suficiente para eu cair rendido àquele desejo ardente e imoral. As mãos dela tocaram meu pau, que já estava duro e pronto para desembainhar.
Nossos olhares se encontraram de novo e, em vez de pedir para ela parar, eu a beijei. Fui sincero sobre o que queria, mesmo que, no caminho de volta para casa, tivesse repetido para mim mesmo mais de uma vez que era errado amar minha própria irmã. Não consegui resistir ao encanto dela, muito menos à boca gostosa dela, que tinha gosto de canela. A língua dela se enroscava ternamente com a minha, enquanto eu tentava desesperadamente me apoderar dela. Amor, paixão, luxúria e inocência, foi o que percebi naquele ato obsceno que eu e minha irmã fizemos.
Devagar, Teresa começou a tirar minha roupa, até me deixar completamente nu, igual a ela. Rimos e nos deixamos levar, sem pensar que o que estávamos fazendo era proibido. Tocar a pele sedosa dela com a ponta dos meus dedos foi tão excitante quanto o roçar dos nossos órgãos sexuais. Meu corpo inteiro tremia e eu ouvia as batidas do meu coração nos meus ouvidos. Ela, com as mãos, massageava meu peito, se admirando porque eu tinha o peito firme e uns abdominais definidos.
Teresa estava há anos sem me ver sem camiseta, porque quando eu tirava para andar em casa, ela, nesses dias, curiosamente nunca estava por perto. O olhar dela para mim ficou mais libidinoso, depois de admirar e tocar meu corpo. Ela pegou meu pau com as duas mãos e me bateu uma punheta com ternura. Eu começava a ficar impaciente, queria beijá-la fervorosamente, segurá-la entre meus braços e meter nela, mas minha inexperiência na intimidade me limitava na hora de tomar decisões e agir.
Ela, sorrindo, continuou massageando meu pau e depois começou a beijar meu pescoço, me devorando. a garganta como se fosse uma maçã, que eu mordiscava com muita vontade. Não queria ficar para trás, pelo contrário, ansiava poder retribuir à minha irmã aquele desejo que ela me mostrava. Queria deixar minha marca em cada canto da anatomia dela e que ela lembrasse a vida toda que nenhum outro homem ia cobiçá-la tanto quanto eu.
Finalmente, com minhas mãos, apertei seus seios redondos e firmes, que não eram grandes, mas para o corpo dela tinham o tamanho ideal. Os mamilos roçados contrastavam perfeitamente com a pele bronzeada dela. Abri a boca e mordi aqueles mamilos, eram como dois marshmallows macios. Teresa gritou e arqueou o corpo, pelo tom da voz dela, entendi que ela estava adorando o que eu fazia.
Continuei com aquela brincadeira até ela me pedir para parar. Olhando nos meus olhos, me perguntou se eu queria aprender a satisfazer uma mulher, eu, colando meus lábios nos dela, sussurrei que sim. Minha irmã sorriu e, sem dizer nada, foi se ajeitando na cama. Sem que eu percebesse, meu rosto acabou na frente daquela bucetinha molhada e suculenta. Fiquei com água na boca diante daquele manjar tão estimulante e apetitoso.
Era a primeira vez que via uma vagina tão de perto, podia notar detalhes que costumava ignorar, como que a ppk dela tinha alguns pelinhos, o que a deixava ainda mais atraente. A mandíbula tremia de ansiedade, queria me deixar levar e que meus instintos me guiassem a como satisfazer minha irmã, mas sabia que isso era uma idiotice e que devia ouvi-la.—"Toca elaEla me disse com voz de comando, eu tímido e deslumbrado com a buceta dela, não conseguia me mexer e obedecer ela.Vai, não tenha medo. Coloca teu dedo indicador na fenda e descobre o quanto eu te desejo, maninho.Ela disse com um tom quente e sedutor. Engoli seco e reuni a coragem que me faltava para atender à ordem da Teresa. Devagar, fui aproximando meu dedo daquela boceta babada, que há alguns dias era inalcançável para mim, um sonho. Nunca passou pela minha cabeça a ideia de poder roçar com a ponta dos dedos a buceta da minha irmã; tudo parecia uma ilusão que minha mente depravada tinha tramado.
Ela estremeceu e soltou um suspiro suave só de sentir a ponta do meu dedo na sua frestinha. Ouvir a voz dela, misturada com um tom lascivo, fez qualquer nervosismo que eu tinha desaparecer. Minha irmã gaguejou meu nome entre os gemidos, me enchendo de confiança e me fazendo ousar tocá-la com mais de um dedo. Suavemente, eu movia meus dedos para cima e para baixo, como se fossem um pincel. Traçar as dobras da boceta dela era uma delícia, ainda mais sentindo o calor e os fluidos que lambuzavam meus dedos.—"Você gosta do jeito que eu faço, irmã?"—Perguntei com certa inocência, ao ver que as pernas dela tremiam e ela abafava os gritinhos.–“S-s-ss... Sim”respondeu ela, hipnotizada por como ele brincava com a buceta dela. Nunca imaginei que veria minha irmã com uma cara tão vulgar, ao mesmo tempo que pronunciava meu nome. Tava convencido de que a alegria dela não era só porque ele tava mandando muito bem, mas também pelo tesão que nos consumia. Aos poucos, as pontas dos meus dedos foram afundando lá dentro, fazendo ela se contorcer de prazer.
Tudo aquilo era um mundo novo pra mim, me senti meio ridículo por achar que sexo era só meter e pronto, mas por sorte minha irmã tava ali pra me ensinar. Era minha primeira vez com uma mulher e eu podia dizer orgulhosamente que tava fazendo ela gozar. Depois, Teresa pediu pra eu chupar a buceta dela e eu fiz exatamente como ela quis. Aquele gosto melado invadiu meu paladar e eu sentia os músculos dela se contraindo de tesão. Quando ela gozou, me senti feliz por ter conseguido aquilo e cumprido as expectativas dela.
A gente se beijou como dois recém-casados, ela lambuzou meu pau com os sucos dela, e finalmente tomou minha virgindade. Não podia acreditar que aquilo tava acontecendo, que eu tinha meu pau dentro da buceta da Teresa e que ela pulava de excitação. Os beijos ficaram mais quentes e gostosos, eu sentia as paredes da vagina dela se agarrando no meu pau e não querendo soltar, até ordenhar ele completamente. Adorei a vagina dela, mesmo sendo apertada e estreita, ela se moldava direitinho no meu pau.
Os movimentos de quadril da minha irmã eram assustadoramente bons, nossos corpos se entendiam perfeitamente, como se tivessem sido feitos pra aquele momento. As mãos finas da Teresa percorriam meu peito, enquanto as minhas ficavam paradas na bunda dela. Entre gemidos, eu admirava as curvas dela, a silhueta curvada e a carinha linda que transmitia o prazer que tava tomando conta dela. Meu pau foi pulsando forte dentro dela, não dava mais pra aguentar aquele ritmo infernal.
Teresa não parecia se importar que eu gozasse dentro dela, mas eu fiquei meio... me impedia fazer isso, talvez fosse minha consciência florescendo em meio a tanta luxúria. Desesperadamente, tentei tirar meu pau, mas minha irmã me segurou, ela encostou a boca no meu ouvido e, com a voz entrecortada, pediu que eu depositasse todo o meu sêmen dentro dela. Era uma loucura, me sentia estranho, pois queria agradá-la, mas ao mesmo tempo sabia que tínhamos ido longe demais. Ela deve ter notado meus olhos perturbados, porque me beijou, e isso foi o suficiente para me enfeitiçar de novo.
Depois de gozar dentro dela, Teresa começou a convulsionar e soltou um grito eufórico. O maior desejo dela tinha se realizado. Minha irmã ficou deitada em cima de mim, desenhando no meu corpo com o dedo indicador e mordendo suavemente meu pescoço com os dentes. Uns dez minutos depois, ela se levantou e se vestiu, seu semblante ficou franzido, algo a tinha incomodado e eu não sabia o quê. Quando perguntei por que ela estava chateada, ela não respondeu, só suspirou e balançou a cabeça de um lado para o outro, como se eu devesse saber o que estava acontecendo com ela.
Antes que ela fosse embora, sentei na cama e segurei a mão dela, tentando retê-la, mas ela se soltou e foi embora sem dizer nada. Confuso, coloquei o pijama e depois me debrucei na sacada para admirar as estrelas.–“Aquela ali é a constelação de Órion. Sempre que tô triste, fico olhando pra ela, porque quero me agarrar na ideia de que, com o passar dos anos, vou continuar brilhando igualzinho ela diante dos teus olhos.”-disse Teresa da sacada dela. A Lucía tava uma gostosa, na luz fraca da lua, eu mal podia acreditar que uns minutos atrás, ela tava nua em cima de mim.
Ela baixou o olhar, querendo evitar que nossos olhos se encarassem por mais de 1 segundo.—"Você se arrepende, né?Ela me interpelou, com angústia na sua voz doce.—"Nãorespondi sem hesitar, organizando minha mente diante da conversa repentina que rolava.Então, por que você não me disse na cama que me ama ou que quer repetir de novo?Teresa perguntou desesperada, sem querer se animar com aquele "não" seco que ele tinha dito.—"Porque tudo isso é novo pra mim, Teresarespondi, me aproximando dela.–“Só hoje eu entendi que te amo, me senti mal por isso, porque pensei que você nunca ia corresponder meus sentimentos e todo mundo ia me julgar por ter me apaixonado pela minha irmã”–adicionei, tentando alcançá-la. Tinha um metro separando uma sacada da outra, mas parecia que eram muitos metros a mais.—"Hã... Tá falando sério?disse minha irmã incrédula, eu sorri, enquanto o vento brincava com meu cabelo.–“Sim, por que eu mentiria?”-afirmei, vendo como ela se aproximava de onde eu estava e estendia o braço para apertar minha mão.
Nossos dedos se roçaram e finalmente nossas mãos se entrelaçaram, agarrando uma na outra com firmeza.—"De agora em diante, vou ser sua namorada, maninho"—expressou alegre—"Você não tem ideia da felicidade que me dá saber que você corresponde aos meus sentimentos.acrescentou, revelando que há um ano percebeu que sentia algo mais que carinho de irmão por mim, e mesmo tentando esquecer essa ideia, com medo de ser rejeitada, não conseguiu me tirar da cabeça.
Naquela noite, minha relação com minha irmã mudou e começamos nosso amor proibido, escondido de todos, mas principalmente da mamãe. Sabíamos que ela jamais poderia descobrir que entre nós havia algo além de irmandade, porque faria de tudo para nos separar. Achávamos que, enquanto ela nunca soubesse do que fazíamos, não meteria o nariz no nosso romance, mas estávamos enganados. Depois de viver por meses um relacionamento dos sonhos, chegaria nossa primeira crise.
Mamãe precisava fechar uns acordos, então não viu nada melhor do que usar os filhos para isso. Teresa tinha que sair com um cara de uns 40 anos, mais ou menos; o sujeito tinha uma fraqueza por garotas jovens, e como minha irmã era uma linda vinte e poucos anos, se encaixava perfeitamente. Vê-la se arrumando para sair com outro me irritava. Queria ir até a mamãe e dizer que Teresa não ia se prestar ao jogo dela, porque agora ela era minha mulher, mas só de olhar para minha mãe, minhas bolas encolhiam.
Não tinha outra alternativa, ela tinha que ir encontrar aquele cara, enquanto eu lidava com meu ciúme. Ao mesmo tempo, tinha que ir ao aniversário de uma das amigas da minha mãe. O círculo da Carolina pode ser resumido como bem depravado; aquela mulher para onde ela me mandou era conhecida por ser uma predadora de garotões. O nome dela era Katia, uma russa que tinha chegado ao país uns dois anos antes, mais ou menos. Mesmo prestes a fazer 42 na época, aparentava ser mais nova e tinha um corpaço.
Não era nada estranho que ela acabasse seduzindo cada rapaz que fisgava com os olhos, já que era dona de uma figura monumental e bem trabalhada. Tinha um par de peitos que deixava qualquer um louco, uma cintura fina com umas... Quadris largos que só tornavam a rabuda dela irresistível e umas pernas lindas e compridas. Essa mulher escultural me recebeu com um vestido justinho, fazendo meus olhos se perderem nos atributos dela.
Ela foi muito carinhosa e gentil comigo, mostrando um lado materno que a mamãe não tinha, mas era parte do jogo de sedução dela. Pensei em fazer o de sempre, um erro grave, porque dessa vez não tava lidando com uma mocinha ingênua, que dava pra enganar com palavras bonitas e uns beijos. Não, tava lidando com uma coroa que sabia bem o que queria e não ia se deixar convencer por cantadas ou elogios. Tentei resistir a cada um dos encantos dela, tipo quando me puxava pra dançar e colava o corpo no meu.
No fim da noite, acabei me pegando com essa mulher, esquecendo completamente da Teresa e morrendo de vontade de dar pra essa madura o que ela queria. Tinha mordido a maçã proibida e naquele minuto me deixava seduzir por uma víbora, que me arrastou pro quarto dela e, como uma loba faminta, pulou em cima de mim. As garras dela rasgaram minha roupa e, feito dois animais no cio, a gente trepou a noite inteira. Fiquei surpreso pra caralho com como era gostoso meter naquela buceta madura.
Os lábios dela, os carinhos, os arranhões, os movimentos e os gemidos eram muito diferentes dos da minha irmã. Ela era pura safadeza, enquanto a Teresa era amor, e eu, bêbado com a selvageria dela, fiz cada pedido que ela fez. A gente ficou todo suado e minha cabeça tava rodando, ouvia os sussurros dela, mas não ligava e só beijava ela pra continuar bebendo daquele mel tão ardente que ela tinha. No outro dia, quando acordei do lado dela, uma culpa do caralho me invadiu.
Não conseguia acreditar no que tinha feito, mas as cenas se repetiam na minha mente a cada piscada. Queria vazar dali antes que ela acordasse, mas, assim que coloquei um pé pra fora da cama, a Katia abriu os olhos.–"Já vai, amor?"–perguntou, sentando na cama, para levantar os braços e esticar as pernas.–“S-sim”respondi, timidamente.Que pena. E eu que queria te recompensar pela noite passada com um café da manhã bem gostoso.Ela se manifestou, esboçando um sorriso entre os lábios.
Eu não soube o que dizer, me sentia estranho, mas a culpa que me oprimia estava desaparecendo. Seduzido por aquela mulher, acabei cedendo a algo tão banal quanto um banho. Deixava que a água limpasse meu corpo da poeira da noite anterior, mas, nos meus pensamentos, queria repetir tudo de novo. Aquele desejo ardente se tornou realidade, pois Katia entrou no chuveiro sorrateiramente e me abraçou por trás. Sentir seu corpo voluptuoso ao redor do meu fez meu pau ficar durasso.
Ela riu ao me ver excitado e, enquanto sussurrava como eu tinha comido ela bem, me beijava o pescoço e com as mãos tocava meu membro. Ela se agachou e, com os peitos enormes, envolveu meu pau, me masturbando. Era uma delícia o que aquela mulher fazia, me sentia no céu com aquela punheta, à qual ela ainda adicionou um boquete maravilhoso. Ela parou bem na hora em que eu ia gozar e me torturou por uns minutos, até pedir que eu fodesse ela igual à noite.
Tentado por aquela mulher, comecei a tocar a buceta dela com meus dedos, passando as pontas pela fenda e acariciando ternamente o clitóris. Os gemidos dela foram música para meus ouvidos e, querendo retribuir a gentileza, me abaixei e comecei a devorar a buceta dela. Katia se contorcia e gemia cada vez mais forte, as mãos dela me empurravam contra a boceta e puxavam meu cabelo. Da boca dela consegui ouvir que pedia para eu não parar. Diferente dela, eu não parei e obtive aqueles sucos melados.
Ao me levantar, ela me beijou com vontade e exploramos nossos corpos. Finalmente, eu fodi ela, enfiando meu pau o mais fundo possível naquela buceta fogosa. Cada estocada que eu dava era uma delícia, as entranhas dela se agarravam ao meu pau e o jeito que ele se moldava a ela era uma loucura e uma delícia.–“Porra, que buceta gostosa você tem, Katia”–Sussurrei, mordendo a orelha dela e empurrando com força. A cara de safada dela era um retrato que comecei a gravar na minha memória, junto com os gritinhos dela.
Depois de banhar ela com minha porra, terminei de tomar banho e me vesti pra voltar pra casa. Cheguei com um sorrisão no rosto, que sumiu na hora que vi minha irmã, de cara fechada, braços cruzados e o celular na mão direita. Ela perguntou onde eu tava e por que não tinha respondido as ligações ou mensagens. Nos olhos dela, dava pra ver a agonia e o medo de saber que eu tava com outra, então, em vez de contar a verdade, calei a boca.
Falei que a mãe tinha me mandado no aniversário da Katia, pra fazer aquela mulher assinar um contrato com a empresa. Mas a noite quente que eu tinha passado com aquela coroa, escondi. Disse que resisti aos encantos dela e no fim a gente acabou conversando sobre vários assuntos, até ficar bêbado. Continuei falando que tinha acordado fazia pouco, tomei um banho e voltei, esquecendo de olhar o celular. Teresa não pareceu muito convencida, mas preferiu acreditar em mim.
Quando perguntei sobre a noite dela, ela foi sincera comigo, dizendo que se sentiu muito mal tendo que dar em cima de outro homem. Mas não foi só isso que ela teve que aguentar, foram também as carícias daquele desgraçado e o bafo forte dele sufocando ela. Nos olhos da minha irmã, dava pra ver o nojo que ela tava ao relembrar o que viveu, então me vi obrigado a abraçar ela. Senti impotência por deixar ela ir num encontro com aquele cara e me senti mal por ter enganado ela.
Os dias passaram e tudo que tinha acontecido naquele fim de semana pareceu ter caído no esquecimento. Eu e Teresa continuamos nossa aventura, sem ninguém da família suspeitar de nada, nem mesmo o Richie. Às vezes, eu e minha irmã saíamos em encontros, embora fosse muito difícil se comportar como um casal, com o medo constante de algum conhecido nos ver. Os olhos da Iris brilhavam toda vez que via a Teresa da sacada, enquanto admirava as estrelas e sonhava em se dedicar à astronomia.
Era uma merda ter nascido como irmãos, mas pior ainda numa família tão sem noção, onde a gente só era visto como fantoche pros caprichos da nossa mãe. Aquela época, posso dizer que foi a mais feliz da minha vida, mas no fim me mostrou que sou só um covarde. O paraíso que eu e minha irmã tínhamos começou a desmoronar quando a Katia apareceu na nossa casa. Aquela mulher veio bater um papo com a nossa mãe e depois ficou pra curtir a tarde na nossa piscina.
O pior de tudo foi que a Carolina me obrigou a fazer companhia pra aquela coroa, enquanto ela e a Teresa iam fazer compras. Tudo parecia armado pra Katia me tentar de novo, já que naquele dia, suspeitamente, deram folga pro Richie e pra esposa dele. Ficar do lado daquela mulher de quarenta e poucos anos de biquíni era um perigo total. As lembranças da noite de putaria que a gente teve e aquela trepada no chuveiro perturbavam meus pensamentos e não me deixavam em paz.
Katia sabia que tinha toda a minha atenção com aquele biquíni minúsculo que tava usando, que meu corpo reagia à figura gostosa dela e que, mesmo eu negando no começo, ia acabar cedendo às loucuras dela. Mesmo assim, ela queria se fazer de difícil, de indiferente, pra que eu parecesse o desesperado pra repetir o que rolou na casa dela. Por isso, ela só exibia o corpo descaradamente, mas não me obrigava a olhar, a ficar perto, nem me dirigia a palavra.
Eu fazia isso por vontade própria e, com o passar dos minutos, fui sentindo um formigamento intenso percorrer minha entreperna. Tinha uns espasmos toda vez que via ela mergulhar e sair da água, cada vez mais impossível não ficar duro, e acabei cedendo àquele desejo infernal. Sem dizer nada, tirei a camiseta e me joguei na piscina. Ela se Ficou no centro de tudo me esperando, ao me ver surgir, Katia sorriu, enquanto eu a envolvia com meus braços.
Beijei ela de forma voraz, enquanto minhas mãos acariciavam sua pele e meu pau duro marcava no short.Meu Deus, garoto. Não pensei que você tava com tanta vontade de mim.disse se fazendo de surpresa, enquanto um sorrisinho se desenhava nos lábios dela.–"Você me deixa louco, Katia. Te vejo e já fico de pau duro"–Confessei pra ela mordendo o pescoço dela e com minhas mãos acariciando aquela bunda carnuda.Tô vendo, garoto. Quer repetir o que a gente fez na minha casa?perguntou, arranhando meu pau por cima do tecido.
Em vez de responder com palavras, beijei ela de novo, pra mostrar o quanto ela me deixava excitado e o quanto eu tava louco pra foder com ela de novo.—"Uuufff… Que gostosa você me deixou, Alexander. Mais te vale estar à altura e não me decepcionar"—declarou, beijando meu pescoço e agarrando meu pacote com as duas mãos. Nós dois rimos e nos deixamos levar por aquela tensão que consumia a ambos. Seus lábios grossos foram tatuando meu peito, enquanto eu desfazia o nó do biquíni dela.
A primeira coisa que fiz voar foi o sutiã, liberando aquelas tetonas e deixando ela flutuar na água. Ver aqueles balões espalhados me excitou ainda mais e, antes de deixá-la pelada na minha piscina, agarrei aqueles peitos enormes e os amassei. Eram meio duros, mas era viciante apertá-los. Os bicos não demoraram a ficar duros e, vê-los assim, me deu vontade de chupá-los. Como um bebê que se agarra ao seio da mãe, comecei a mamar naquelas tetas lindas.
Seus gemidos me hipnotizavam e o jeito que ela apertava meu pau com as mãos me enchia de tesão. Não aguentei mais e tirei a sunga, soltando meu pau duro e veiudo, que queria mergulhar naquela buceta madura, quente e babona. De uma estocada só, fiz meu pinto entrar completamente naquela caverna deliciosa; os gritos daquela mulher me animavam a meter mais forte.Ooohhh deeeusss!!… Sim, sim, sim, sim… Siiiiim!... Assim que eu gosto, gostosoexclamou, cravando as unhas nos meus ombros.
Eu movia minha pelve de forma brusca e ela não reclamava, adorava ser comida daquele jeito tão selvagem. Nos olhos dela, eu via o prazer de ter meu pau socando seu interior e meus dedos brincando com seu esfíncter. Não sabia por que a desejava tanto, muito menos por que ela despertava esse comportamento sexy e safado em mim. Fazia coisas que nunca tinha feito com Teresa, porque com ela tudo era mais carinhoso, fogoso mas carinhoso, já com Katia tudo era bruto e lascivo.
Entre as duas, havia mais diferença do que a idade: eu amava Teresa e queria estar sempre ao lado dela, mas Katia despertava algo em mim que minha irmã não conseguia, e me enlouquecia com sua figura monumental. As pernas daquela coroa envolveram minha cintura, enquanto eu continuava metendo com fúria. Seus gemidos descontrolados e seus arranhões me excitavam cada vez mais. Perdi a noção do tempo e não via nada ao redor, só me concentrava naquela mulher com quem estava sentindo tanto prazer. Entre tantas penetrações, acertei seu ponto G e a fiz explodir num grande orgasmo.
Suas paredes vaginais começaram a apertar com mais força, então foi questão de tempo até eu chegar ao meu limite. Mas antes de gozar, saímos da água. Ela se ajoelhou e foi passando a língua ao redor do meu pau, banhando-o com sua saliva morna, enquanto com as mãos brincava com minhas bolas. Foi difícil resistir àquela língua habilidosa e acabei gozando na boca dela, uma boa carga. Katia engoliu e depois limpou meu pau.
Mesmo depois de ter gozado, meu pau continuava duro e pulsando.—"Tô vendo que você quer continuar brincando, Alexander"—disse aquela coroa num tom brincalhão, enquanto tocava na minha cabecinha com o dedo indicador.–“Porra… É que eu não me canso da sua buceta, Katia…”–respondi, com um sorriso convencido,–"Além disso, sei que você também anseia por continuar"–adicionei, batendo minha piroca dura de cima pra baixo e esfregando nos lábios dela. Ela ficou chocada com essa resposta, mas adorava que fosse assim.–“O que te faz pensar que eu tô louca pela sua pica?”–consultou, escondendo a obsessão pelo meu pau e pegando ele com as duas mãos macias.–“Louca? Você não é só louca pela minha pica, você é viciada nela. Tanto que tem que vir na minha casa me provocar, porque se recusa a me ligar e pedir pra eu te fazer uma visita. Só de ver como você toca nela e olha, eu sei que você adora o formato, o tamanho, o peso e a grossura dela.”Respondi com marra e me afastei dela.
Katia ficou chocada ao perceber que eu estava me distanciando dela.—"Já que você não quer admitir seu vício na minha pica, vou pro meu quarto. Fica à vontade pra me visitar, mas se der um passo lá dentro, vou considerar que não consegue viver sem minha pica e vou te tratar como uma puta.falei, virando as costas e indo pro meu quarto. Mal me deitei na cama, ouvi a porta abrir. Katia, com o corpo ainda molhado, se aproximou de mim sem dizer nada.
Aquela coroa subiu em cima de mim e agarrou meu pau com as mãos.—"Se acha o tal, por ser gostoso, ter um corpo atlético e um pedaço de carne boa entre as pernas. Além de foder bem pra caralho. Te odeio, porque sabe que pode ter qualquer mulher aos seus pés, inclusive eu.Ela se manifestou, sentando no meu pau duro e enfiando ele sozinha até o fundo da buceta dela. Eu ri e deixei ela cavalgar, enquanto desejava ser presa pelos meus braços e devorada pela minha boca.
Depois de fazê-la sofrer por alguns segundos, eu a satisfiz, abraçando ela com meus braços e beijando a boca dela de forma obscena, enquanto meu pau entrava e saía da buceta dela com força. Eu amava ouvir minhas bolas batendo na bunda dela, era algo que eu considerava vulgar, mas com aquela mulher era viciante e excitante. A gente fez em várias posições, igual na cama dela, deixando o cheiro dela nos meus lençóis, que tinham o cheiro fresco da minha irmã.
Gozei dentro dela como um maluco, porque eu era fascinado por aquela buceta e adorava encher ela, ainda mais sabendo que ela não podia engravidar. Depois de gozar, a gente ficou deitado na cama, trocando uns beijinhos e ela acariciando meu pau. Uns minutos depois, ela se levantou, se vestiu e saiu do quarto sem falar uma palavra. Eu ri, porque era óbvio que ela tava puta, já que teve que admitir que amava meu pau e que eu gostava dela.
Só pra provocar ela, peguei meu celular e tirei uma foto do meu pênis, que não tava totalmente mole, ainda tava meio duro e empinado. Mandei pra Katia e escrevi a mensagem,—"Quando quiser, pode vir buscar seu doce favorito, putinha" —... sabia que isso ia irritar ela, mas ao mesmo tempo excitar. Porque no fundo, ela sempre esteve procurando um garotão bonito com uma boa ferramenta, que tratasse ela igual uma puta.
Fui no banheiro, tomei um banho e depois fui pra sala de jantar comer e beber algo. Quando cheguei, encontro a Teresa, que estava sentada sozinha e com os olhos meio vidrados e avermelhados. Lembrei que ela tinha saído com a mamãe pra fazer compras, quando perguntei se tinham trazido cum, ela não disse nada. Depois, quando perguntei onde a mamãe estava, ela também ficou em silêncio. Era óbvio que ela tava puta e triste por algum motivo, mas como um idiota, resolvi ignorar aquilo.
Depois de comer, fui pro meu quarto e capotei. Lá pelas duas da madrugada acordei, porque queria ir no banheiro. Enquanto caminhava pra lá, comecei a ouvir uns gemidos e umas palmadas, pensei que era minha imaginação até reconhecer a voz ofegante, que era da minha irmã. Abalado, encostei meu ouvido na parede e escutei claramente a voz dela agitada. O ciúme me tomou e saí do meu quarto pra ir no dela, tava furioso, mas quando abri a porta, ela tava sozinha, tocando um vídeo nosso transando.
Ela me olhou e depois me ignorou, como se eu não estivesse ali. Me aproximei e sentei do lado dela, mas assim que fiz isso, ela se levantou e foi até a sacada. Segui ela, mas quando tentei chegar perto pra abraçar, a Teresa se afastava.–“O que que tem com você?”-Perguntei incrédulo, ela deu uma risadinha e balançou a cabeça.—"Ah, qual é, Teresa. Você tem me ignorado desde que voltou das compras.falei uma merda pra ela–“Por que será?”-disse sarcasticamente.
Tava quase ficando puto porque ela não era clara comigo e esperava que eu soubesse qual tinha sido meu erro, magicamente. Mas aí, desconfiei do que podia ter causado a raiva dela. Engolindo seco, minha voz tremeu, mas finalmente quebrei o silêncio que tinha se formado entre nós dois.—"Você… Você me viu?perguntei com timidez,–"Te ver? Não só te vi, Alexander! Como também te ouvi e te gravei pra você não poder negar nada pra mim!exclamou enfurecida.
Não sabia como pedir perdão, achava que só falar não seria suficiente pelo estrago que tinha feito. Teresa começou a chorar, e aquelas lágrimas me machucavam, queimavam por dentro e me faziam sentir um merda. Toda aquela pose de machão que eu tinha com a Katia parecia piada, porque no fim das contas acabei ferindo quem eu mais amava. As lágrimas também vieram nos meus olhos, escorriam pelas duas bochechas enquanto eu tentava balbuciar um "desculpa".
Mal falei, ela me deu um tapa na cara e disse que até perdoava uma traição, mas não que eu mentisse descaradamente na cara dela e ainda tirasse sarro do jeito que fiz, ao comer a Katia na minha cama, onde a gente tinha escrito dezenas de histórias de amor. Tentei explicar o que rolou, mas ela não quis ouvir, tava no direito dela, e mandou eu ir pro meu quarto porque não queria me ver. Obedeci, e do meu quarto, ouvia o choro desgraçado dela, que me fazia odiar a mim mesmo.
Desde aquela noite, passou quase uma semana e meia sem eu e minha irmã nos falarmos. Comecei a me questionar um monte de coisas, tipo o que eu realmente queria, e no meio dessa confusão toda, cheguei a uma conclusão certinha. Queria casar com minha irmã e vazar pra longe com ela, pra um lugar onde a mãe nunca fosse nos achar e a gente pudesse ser feliz. Fui numa joalheria escolher o anel de noivado que daria pra Teresa, e de tantos, escolhi um com um diamante pequeno, que me lembrava as estrelas que ela tanto admirava.
Naquela noite, o céu inteiro tava limpo, as estrelas iluminavam cada canto com seu brilho. Me enchi de confiança e senti que era um bom sinal. As horas passavam e minha irmã ainda não chegava em casa, eu ficava impaciente e o discurso que tinha na cabeça escapava, então eu praticava de novo. Já eram dez da noite e Teresa ainda não tinha chegado, comecei a me preocupar, mas aí a mãe me chamou e me Ela disse pra eu ir buscar o papai no escritório dele, porque ia fazer um anúncio.
Era bem estranho, pra não dizer incomum, a mamãe reunir a gente pra dar algum anúncio. Na verdade, ela nunca tinha feito isso antes, até aquele momento. Mesmo assim, obedeci e fui atrás do meu pai, que estava atendendo uma ligação. Quando falei que a mamãe tava chamando, ele desligou quase na hora.Uff… Chegou a hora, espero que se comporte, campeão.Ele me disse com um sorriso e bagunçou meu cabelo com a mão. Parecia contente e meio nervoso, não fazia ideia do que estava rolando, mas também não me dei ao trabalho de perguntar.
Pensei que fosse alguma besteira, tipo a visita de algum empresário importante e por isso me pediam para me comportar. Mamãe e papai se deram as mãos, uma parada que me quebrou toda, porque nunca tinha visto eles tão íntimos, mas a surpresa foi ainda maior quando o Richie abriu a porta e minha irmã apareceu junto com um cara, de mãos dadas.—"O que está rolando aqui?Foi a primeira coisa que expressei de espanto.
Mamãe me olhou e, sorrindo, disse:—"Tua irmã vai casar, Alexander. Arranjei um bom casamento pra ela e um negócio foda pra nossa empresa, então seja amigável com teu cunhado.Essas palavras me destruíram. Senti meu coração se despedaçar e as lágrimas escorrerem dos meus olhos sem que eu conseguisse segurar. Teresa, ao me ver, baixou o olhar, e o idiota do noivo dela se aproximou de mim com um sorriso enorme, pra me cumprimentar.
Deixei ele com a mão estendida por uns 15 segundos, o que foi constrangedor pra nós dois. No fim, porque minha mãe me obrigou, apertei a mão dele. O canalha ainda perguntou por que eu tava chorando. Eu, de cabeça baixa, murmurei que tinha terminado com minha namorada. Tenho certeza que Teresa ouviu aquelas palavras, mas ficou calada — afinal, o nosso sempre foi escondido. Depois daquele momento, me retirei pro meu quarto com a desculpa de que não tava me sentindo bem.
Chorei a noite toda, me sentindo um merda por não ter culhão pra me opor àquela decisão arbitrária dos meus pais. Mas não tinha mais o que fazer, e minha história com Teresa acabou naquela noite. Ficamos distantes, e o diálogo entre a gente virou nada. Tentei curar meu coração com outras mulheres, tipo a Katia, por exemplo, mas no fim do dia, só tinha sexo, não tinha amor, não tinha carinho, só um corpo gostoso querendo ser satisfeito.
Comecei a agir como um babaca que via as mulheres como meros objetos sexuais, não ligava pros sentimentos delas, só brincava com elas. Eu tinha me transformado no que minha mãe sempre quis: mais um patife, igual aos outros homens da minha família. Foi nessa época que comecei a beber mais e a fumar, me intoxicando pra destruir aquele garoto bom que eu fui, me afundando numa bolha que, quando estourou, me fez fugir daquele ambiente tóxico.
Lembro que no casamento da minha irmã, acabei pegando a Katia pela mão e levando ela pra um quarto pra comer ela, porque me dava raiva ver Teresa se comprometendo com outro. Aquele dia também foi o último em que transei com aquela russa gostosa, porque ela foi embora do país e eu fiquei procurando uma substituta pra minha irmã. Uma mulher que pudesse me fazer... esquecer ela, mas na real, eu procurava uma que me fizesse delirar de prazer, igual a Katia fazia.
Foi assim que Lucia entrou na minha vida, e mais que a substituta da minha irmã, foi a substituta da Katia. Os dias com ela foram divertidos, tivemos altos e baixos, ela era uma puta que até pegou meu pai. Lembro que no aniversário do meu avô, encontrei os dois transando no chuveiro. O corpo pequeno, mas gostoso da Lucy, estava molhado e sendo levantado pelas estocadas que meu pai dava, ele todo fascinado por ela.
Naquele instante, entendi por que minha mãe queria que eu casasse com Lucia: ela tinha uma habilidade foda de conquistar e fazer um homem dar tudo que ela queria. Dobrava um cara como meu pai, fazendo ele dar joias, dinheiro e até um carro, coisas que nem minha mãe conseguia. Perdoei muitas traições dela, porque no fundo sabia que não a amava, só queria estar com ela porque foder era divertido, e eu me enganava achando que assim esqueceria Teresa.
Mas a realidade era bem diferente, porque na primeira vez que vi Teresa de novo, meu coração disparou e as lembranças das noites intermináveis em que nos amamos ecoaram na minha memória. Quando Deus me testou e me deixou a sós com ela, acabei me entregando pra minha irmã e revivendo aqueles carinhos especiais, aqueles beijos únicos, aquela forma de amar que nenhuma outra mulher via em mim. Depois daquele encontro, ficamos na cama, nos lamentando por não termos sido corajosos e enfrentado minha mãe.
Lucia nos encontrou bem na hora em que estávamos nos beijando e eu dizia pra Teresa que ela era a mulher que sempre amei. Lucy ficou puta, porque Rubén tinha lavado a cabeça dela, dizendo que eu ia abandoná-la. Embora eu amasse minha irmã e isso nunca fosse mudar naquela época, já era tarde demais pra mudar nossos destinos, e eu planejava casar com Lucia. Ela não quis ouvir e foi pro apartamento dela. Fui atrás, e mesmo ela não querendo me escutar, deixei o Anel que tinha comprado pra ela e falei que esperaria aquela noite pela resposta dela.
Ela nunca veio, mas eu soube da resposta. Lucia, apesar de tudo, sabendo que éramos um casal onde o amor não existia e que só estávamos juntos pelo sexo, tinha escolhido casar comigo. No dia do funeral dela, choveu como se o céu tivesse se partido, mas eu não saí de perto do túmulo dela, até sentir que tinha dito tudo e lamentava que nossa história terminasse daquele jeito. Prometi que não ia mais brincar com as mulheres e que finalmente enfrentaria a mamãe.
A primeira promessa eu cumpri, a segunda ainda tá pendente, mesmo ter saído de casa ter sido contra as ideias da mamãe, ainda não falei o que sinto. Entrar em brigas de rua começou a ser meu esporte, tudo começou quando vi um grupinho querendo abusar de uma mina. No geral, todas as brigas que eu me metia eram pra defender alguém. Com o tempo, foi se transformando num jeito de me render à vida e buscar a morte definitiva, porque eu me sentia vazio e sem motivação.—"Isso até que eu conheci a Bella"—falei, apagando meu cigarro e ficando parado do lado de fora do hospital onde minha amiga trabalha. O Benjamim tava alucinando com a história que eu tinha contado e com as coisas que eu tinha revelado pra ele. Ele era a segunda pessoa pra quem eu contava a verdade absoluta, acho que me sentia à vontade, igual quando tô do lado do pai dele. O Tomás tem sido uma ajuda e tanto, tem sido um puta avanço pra superar toda essa dor que eu guardo dentro de mim, mas por mais que ele me ajude, só depende de mim dar o último passo ou continuar empacado onde sempre tô.
A Bella saiu e, quando viu o Benja, ficou surpresa. A gente foi deixar ele em casa e depois fomos pra nossa. Durante todo o caminho, senti minha amiga distante, e aquilo me irritava, porque eu não sabia o motivo da raiva dela, mas sabia que quem tinha causado aquilo era eu. Quando chegamos em casa, ela foi se trancar no quarto dela e eu fiquei na sala bebendo. Por mais que eu bebesse, não conseguia tirar da cabeça o distanciamento da Bella, então, no fim, andei até o quarto dela e bati na porta.
Ela abriu, mas não me deixou entrar; da soleira da porta, perguntou o que eu queria. A Bella tava vestindo um pijama cor-de-rosa, com um design bem infantil, mas no corpo voluptuoso dela ficava porra de sexy. Já tinha visto ela várias vezes com aquele pijama e, em todas essas vezes, achei ela adorável, porém, com a testa franzida, minha percepção mudava.–Calma, calmaEu repetia na minha cabeça, ela perguntou de novo o que eu precisava, e eu, obcecado por aquele olhar feroz, falei que ela tava muito gostosa.
Bella corou e ficou nervosa, embora já não me olhasse com raiva, ainda me hipnotizava com os olhos e parecia sexy. Ela desviava o olhar, então segurei seu queixo e forcei ela a me encarar. Ia perguntar por que ela tava irritada, quando de repente ela sussurra:–"Me beija, ao ouvir isso, fiquei perplexo, pensei que era coisa da minha cabeça, então pedi pra ela repetir.–"Me beijadisse com determinação,Me beija igual beija a Vanessacompletou.
Eu: Não consigo.
Bella: Por que comigo você não consegue e com ela sim? Será que você gosta dela?
Eu: Não, não gosto da Vanessa.
Bella: Então, por quê?
Eu: Po-po-porque, tive que fazer, não tinha outra escolha.
Respondi, desviando o olhar dela.
Eu: Tava fugindo do meu primo, aquele que quis te pegar no hotel, uma semana atrás, lembra?
Bella: Do cara da academia?
Eu: Esse mesmo. Aliás, como você sabe que eu beijei a Vanessa?
Bella: Tive que sair pra comprar uma coisa e vi vocês na hora.
Eu: Sério? Porra, se eu soubesse que você tava por perto, teria ido até você.
Bella: E teria me beijado?
Eu: Se fosse necessário, sim…
Ela riu, enxugando umas lágrimas que escorriam dos olhos lindos dela.
Eu: Então você tava com ciúmes.
Falei de repente, fazendo ela ficar vermelha de novo.
Bella: Pensei que você e ela…
Eu: Isso é impossível, você sabe que ela ama o Axel e eu prefiro ficar solteiro.
Bella: Sim, mas te ver do nada beijando ela, sem saber o contexto, fez minha mente acreditar que aquilo impossível era possível.
Eu: Pedi desculpas a ela por tocar os lábios dela daquele jeito, mesmo tendo alcançado meu objetivo. Aliás, foi só um beijo, sem amor nem paixão, uma atuação magnífica, que até enganou você.
Falei, meio nervoso.
Bella: Sabe, eu queria que a Vanessa pudesse ficar com o Axel, mesmo sendo irmãos, eles se amam e merecem ficar juntos.
Eu: É… Igual você e eu…
Murmurei, sem que ela percebesse o que eu disse. Cada um foi pro seu quarto, no dia seguinte fomos pro casamento e naquela noite, eu beijei ela. Foi tão diferente de todos os beijos que já tinha dado na vida, misturava a doçura do amor e o fogo da luxúria. Uns dias depois, fui obrigado a pedir pra Bella fingir ser minha namorada, porque meu caminho cruzou com o do Rubén, e mesmo querendo ignorar, ele me ameaçou de contar pra minha amiga sobre meu passado com minha irmã.
Rubén não era burro e sabia que eu ia acabar cedendo à chantagem dele, porque não queria que a Bella soubesse disso. Ainda lembro quando meus olhos viram o Rubén perto da Bella, meu corpo inteiro tremeu e os fantasmas do passado vieram à tona. Não queria que ele me visse, mas tive que me aproximar deles, porque ele estava enchendo o saco da minha amiga. Quando ele me viu, soltou uma risada que me arrepiou os cabelos, não por medo dele, mas porque era óbvio que eu teria que voltar pra casa.
E essa foi a primeira ordem do meu primo: levar a Bella pra casa e apresentá-la à família, pra que eles dessem a ela uma recepção calorosa e agradável, como era de se esperar. Era claro que aquele babaca queria comer minha amiga, que ele achava que era minha namorada, só pra tirar uma onda comigo, só pra curar o orgulho dele que não deixou ele aceitar que a Lucia me preferiu, em vez dele. Sem outra opção, acabei voltando pra aquele hospício, justo no dia do aniversário do meu avô, data que, uns 5 anos atrás, minha mãe queria usar pra tornar pública minha união com a Lucia.
Sob o brilho das estrelas e da lua cheia, acendia cuidadosamente um cigarro. Era uma noite gelada, típica do outono, e mesmo assim preferi caminhar até o hospital em vez de pegar um táxi. O vento batia no meu cabelo, balançando ele de um lado pro outro, como se fosse uma folha de papel, enquanto eu inalava o veneno que lentamente me matava.–Ali está Órion, Lira, Cassiopeia, Ursa Menor...Murmurava com o baseado entre meus lábios e meus olhos contemplando aquele céu estrelado.—"E aí, Ursa Maior, Capricórnio, Touro, AndrômedaBenjamín comentou, me surpreendendo com o conhecimento dele sobre algo tão trivial quanto as constelações. Mas sendo filho da April e do Tomás, não me espantava nada que ele conseguisse identificar todas. Dei uma risada curta, tentando esconder a angústia que me dava olhar pra aquelas figuras no céu. Mas não consegui enganar ele, aquele moleque era tão perspicaz quanto os pais ou a irmã dele.—"Memórias ruins?perguntou, com um certo nervosismo.—"Simrespondi, tirando a mão direita do sobretudo para pegar o cigarro com os dedos e soltar fumaça. Notei que o olhar do Benjamín ficou incerto. Pensando bem em cada palavra que ia dizer, ele levou uns minutos até conseguir me perguntar se podia saber o motivo. De novo ri de leve, não tinha nada de errado na declaração dele, só curiosidade.Ela amava astronomia e no dia em que ia pedi-la em casamento, a noite brilhava tão assustadora quanto agora.Eu disse a ele.
Em vez de saciar a curiosidade dele, não fiz outra coisa senão aumentá-la. Ele parecia ficar matutando mais uma vez as palavras que ia dizer, não queria soar fora de lugar num assunto delicado, porque com certeza achava que eu tava falando da Lucy. Mas não precisei que ele pedisse, porque igual um gravador comecei a contar minha história. Tudo começou pouco antes de eu fazer 18 anos, naquela época, eu já era um pouco diferente dos outros homens da minha família, porque eles só viam as mulheres como um objeto, que servia pra satisfazer as necessidades sexuais.
Já eu, buscava algo mais romântico, mas não tinha culhão pra agir diferente dos outros. Ser visto como um estranho me incomodava e eu acabava fazendo tudo que minha mãe mandava no final. Eu costumava interagir com as garotas que ela apontava, só procurava em mim pequenos acordos ou negócios que terminassem a favor da empresa. Apesar disso, minha virgindade ainda não tinha entregado pra nenhuma mulher, e isso pra minha mãe não importava muito, na real.
Enquanto eu fosse charmoso com as garotas e elas acabassem convencendo os pais delas que um acordo com a nossa família era o melhor, ela dava meu serviço como pronto e me deixava em paz. Pouco tempo depois, fiz um acordo com a Carolina: ela não ia se meter na minha vida amorosa, contanto que eu cumprisse meu papel como agente de negócios quando ela precisasse. Me pareceu justo, porque eu queria me soltar um pouco daquelas garras e sentir que podia tomar algumas decisões por mim mesmo.
Muitas vezes me perguntei: o que era o amor? Porque isso nunca existiu na minha família, ninguém conhecia essa palavra. Por exemplo, meus pais casaram por benefícios financeiros. Os dois têm um bom histórico de amantes e nenhum deles liga a mínima. Só tão casados por dinheiro, nem sei ao certo se sou filho do Manuel, porque dona Carolina, quando ficou grávida de mim, se esfregou com 4 homens diferentes durante Essa semana.
E bem, isso não afeta o Manuel, porque assim como ele não pode ser meu pai, ele tem grandes chances de ter sido quem engravidou um dos meus primos ou ter algum bastardo por aí. Até pode ter comido uma das próprias filhas, porque incesto não é tabu na minha família, na verdade, quem me iniciou foi minha própria irmã mais velha, Teresa. Minha relação com ela sempre foi instável, quando crianças brigávamos muito, a ponto de nos odiarmos, mas depois tudo mudou.
Teresa é uma mulher gostosa, não tem um corpo tão descomunal quanto o da Vanessa, mas ainda assim se destaca e atrai qualquer homem que ela queira, até os mais velhos e casados. Ninguém resistia à doçura e sensualidade da minha irmã. Tinha semanas que a casa virava um desfile de moleques e coroas, todos dando pra Teresa o que ela queria, ou seja, sexo e dinheiro. Crescer nesse ambiente fez com que, pra mim, muitas coisas fossem normais, quando não eram.
Coisas que começaram a ficar evidentes quando eu convidava uma mina que me interessava ou me atraía. Tinham duas opções: a primeira era que ela acabava se assustando, e a segunda, que eu via um lado dela que não queria. Quando fiz 18, por exemplo, convidei a garota mais meiga e inocente da minha sala. O nome dela era Queen, e por trás daqueles olhos inofensivos que me deixavam seduzido, se escondia uma gatinha depravada. Depois de beber uns copos, ela foi se soltando, dançava sem timidez e até me roubou um beijo.
Um beijo longo e apaixonado que me fez tremer de tão bom que era. Naquela época, já tinha beijado algumas minas, mas nenhuma me beijou como a Queen. Os lábios dela eram porra de deliciosos e a língua ardente era um doce viciante. Me deixou bobão, sem palavras na cabeça, e depois de se afastar da minha boca, sorriu safadamente. Com as garras dela, me chamou pra segui-la, e eu ia fazer isso, mas trombei com um filho da puta que se dizia meu amigo. Ele só ficava comigo porque queria comer minha irmã, que não dava bola pra ele. O filho da puta me abraçou e começou a falar um monte de merda, eu falei que a gente conversava depois, mas foi inútil, ele me prendeu por uns 20 minutos. Não sei se no final devo agradecer aquele cuzão ou não, porque tenho certeza que muita coisa hoje seria diferente se eu tivesse seguido aquela mina a tempo. Quando me soltei dos choros dele, fui feito um desesperado atrás da Queen.
Procurei ela por todo lado, sem sucesso, só me restava subir pro segundo andar e ir de quarto em quarto até achar. Com o tesão que eu tava, não pensei duas vezes e fui atrás daquela putinha. Imaginava ela me esperando no meu quarto, pelada e deitada na minha cama. Toda essa ilusão foi pro caralho quando, ao abrir a porta, encontro minha irmã sendo macetada na minha própria cama. Fiquei de boca aberta e com os olhos arregalados, enquanto sentia uma facada no meu coração.
Não entendia por que me sentia tão destruído e angustiado ao ver aquela cena. Teresa era minha irmã e eu sabia da fama dela, mas ver ela na minha cama dando pra outro cara me quebrou por completo.–“A-A-Aaa... Alexander...”-Minha irmã gaguejou, agitada, com um sorriso safado nos lábios. Pra ela, tanto fazia se eu a visse transando, se observasse sua anatomia maravilhosa, enquanto ela se balançava num ritmo perturbador e harmonioso.–"Te... você gosta do que vê, maninho?perguntou, sem tirar os olhos de mim. Não consegui responder, fiquei parado ali, com os gemidos dela ecoando nos meus ouvidos. Aos poucos, fui captando outro gemido que se misturava com o da Teresa, aquela voz melosa tão parecida com a da minha irmã, vinha do quarto dos meus pais. Intrigado, sabendo inconscientemente o que ia encontrar, fui até lá. Ao abrir a porta, vi a Queen sendo o brinquedo sexual do papai.
Aquela cara de puta de prazer dela contrastava com a imagem da garota meiga que eu via todo dia. Diferente da minha irmã, ver a Queen com o papai não me causou dor nenhuma, talvez porque já esperava vê-la daquele jeito, embora tenha me deixado desconfortável. Ao descer para o primeiro andar, as coisas continuaram piorando pra mim, porque encontrei a mamãe se entregando pra dois caras na cozinha. Mesmo quando os olhos dela cruzaram com os meus, ela não parou, muito pelo contrário, continuou sem nenhum pudor.
Esse foi meu aniversário de 18 anos, onde todos os membros da minha família transaram, menos eu. Desde aquele dia, parei de dormir no que era meu quarto na época, porque não queria ficar na mesma cama onde minha irmã tinha se esfregado com outro. Queria esquecer o corpo dela, os gemidos e a cara de safada, mas na real foi impossível. Todas as noites no meu novo quarto, eu relembrava aquelas cenas, só que os protagonistas éramos eu e minha irmã.
Sabia que era errado, mas mesmo assim não consegui evitar desejar. A Queen, desde minha festa de aniversário, foi pro esquecimento, parei de pensar nela e ela virou uma completa estranha pra mim. Passou uma semana em que eu e minha irmã não nos falamos, nem nos encaramos de frente. Quando finalmente nos vimos, foi muito desconfortável pra mim, totalmente o contrário pra Teresa, que parecia estar adorando aquilo como uma criança mimada que tem seu capricho realizado.
Nesse primeiro encontro com ela, fugi, lembro que virei as costas e corri até sair de casa. Matei o tempo, andando de um lado pro outro. lado, fugindo da luxúria que sussurrava pra eu voltar pra minha irmã. Uma das minhas maiores virtudes era tocar piano, então tentei esquecer a Teresa, compondo uma música.
Na minha família, música era algo estranho e incomum, eles só compunham na hora do sexo, com seus gemidos e corpos se chocando. Já eu, desde muito novo, senti uma atração por ela, era meu refúgio nos momentos mais complicados e de indecisão. As notas vinham à minha cabeça sozinhas, eu não precisava fazer o menor esforço, mas, em vez de ter calma, só consegui perceber o quanto eu estava obcecado pela Teresa. Abri os olhos e entendi que cada uma das minhas composições tinha relação com ela.
Me senti um merda ao perceber que sentia atração pela minha irmã, me recusando a admitir que estava apaixonado por ela. Eu era um bicho estranho, ou pelo menos foi o que pensei, já que toda garota que supostamente me atraía, na verdade eu buscava características da minha irmã nelas. Voltei pra casa cabisbaixo, não queria ver nem falar com ninguém, embora, pra ser sincero, uma vida familiar nunca existiu na minha casa, cada um fazia o que queria. Mais do que família, éramos só turistas hospedados no mesmo hotel.
Minhas figuras paternas eram o Richie e a mulher dele, que nunca conseguiram ter filhos, porque era difícil pra ele gerar um, e quando finalmente conseguiram, ela sofreu a perda daquela única esperança de vida que se desenvolvia no ventre dela. Depois da perda, diagnosticaram câncer nos ovários e removeram tudo. Desde então, pra eles dois, eu me tornei alguém que viam como o filho que nunca tiveram, principalmente porque meus pais confiaram neles pra me cuidar desde o momento que nasci.
Naquela noite, o Richie, ao me ver voltar, me perguntou se tinha acontecido alguma coisa, percebendo minha cara de preocupado. Por uns segundos, quis confessar o que tinha percebido, mas no fim só falei que queria ficar sozinho. Caminhei até meu quarto e entrei, ao Levantei a vista, fiquei perplexo e achei que a alma tinha saído do corpo. Teresa estava na minha cama, tal como Deus a trouxe ao mundo. Os olhos puros dela me espreitavam e se cravavam na minha entreperna, esperando encontrar um volume.
Fiquei pasmo, uma reação que ela não esperava, até poderia dizer que foi decepcionante pra ela. Teresa provavelmente imaginou que eu fosse ficar puto e a gente fosse brigar como quando éramos crianças, mas ao me ver imóvel, sem dizer uma palavra, fez com que ela se sentasse na minha cama de joelhos e, estendendo a mão, me agarrou pelo braço. Me puxando pra perto dela, ficamos cara a cara, meus lábios roçavam nos dela e o hálito dela, tão fresco e doce, me enfeitiçou ainda mais.–“Te-Teresa...”-balbuciei esperando uma resposta dela, minha irmã não disse absolutamente nada, só sorriu e depois de morder meus lábios, se agarrou no meu pescoço. Sentir os dentes dela tentando mastigar minha pele, os lábios dela deixando a marca nela e o cheiro de morango impregnando meu nariz, foi o suficiente para eu cair rendido àquele desejo ardente e imoral. As mãos dela tocaram meu pau, que já estava duro e pronto para desembainhar.
Nossos olhares se encontraram de novo e, em vez de pedir para ela parar, eu a beijei. Fui sincero sobre o que queria, mesmo que, no caminho de volta para casa, tivesse repetido para mim mesmo mais de uma vez que era errado amar minha própria irmã. Não consegui resistir ao encanto dela, muito menos à boca gostosa dela, que tinha gosto de canela. A língua dela se enroscava ternamente com a minha, enquanto eu tentava desesperadamente me apoderar dela. Amor, paixão, luxúria e inocência, foi o que percebi naquele ato obsceno que eu e minha irmã fizemos.
Devagar, Teresa começou a tirar minha roupa, até me deixar completamente nu, igual a ela. Rimos e nos deixamos levar, sem pensar que o que estávamos fazendo era proibido. Tocar a pele sedosa dela com a ponta dos meus dedos foi tão excitante quanto o roçar dos nossos órgãos sexuais. Meu corpo inteiro tremia e eu ouvia as batidas do meu coração nos meus ouvidos. Ela, com as mãos, massageava meu peito, se admirando porque eu tinha o peito firme e uns abdominais definidos.
Teresa estava há anos sem me ver sem camiseta, porque quando eu tirava para andar em casa, ela, nesses dias, curiosamente nunca estava por perto. O olhar dela para mim ficou mais libidinoso, depois de admirar e tocar meu corpo. Ela pegou meu pau com as duas mãos e me bateu uma punheta com ternura. Eu começava a ficar impaciente, queria beijá-la fervorosamente, segurá-la entre meus braços e meter nela, mas minha inexperiência na intimidade me limitava na hora de tomar decisões e agir.
Ela, sorrindo, continuou massageando meu pau e depois começou a beijar meu pescoço, me devorando. a garganta como se fosse uma maçã, que eu mordiscava com muita vontade. Não queria ficar para trás, pelo contrário, ansiava poder retribuir à minha irmã aquele desejo que ela me mostrava. Queria deixar minha marca em cada canto da anatomia dela e que ela lembrasse a vida toda que nenhum outro homem ia cobiçá-la tanto quanto eu.
Finalmente, com minhas mãos, apertei seus seios redondos e firmes, que não eram grandes, mas para o corpo dela tinham o tamanho ideal. Os mamilos roçados contrastavam perfeitamente com a pele bronzeada dela. Abri a boca e mordi aqueles mamilos, eram como dois marshmallows macios. Teresa gritou e arqueou o corpo, pelo tom da voz dela, entendi que ela estava adorando o que eu fazia.
Continuei com aquela brincadeira até ela me pedir para parar. Olhando nos meus olhos, me perguntou se eu queria aprender a satisfazer uma mulher, eu, colando meus lábios nos dela, sussurrei que sim. Minha irmã sorriu e, sem dizer nada, foi se ajeitando na cama. Sem que eu percebesse, meu rosto acabou na frente daquela bucetinha molhada e suculenta. Fiquei com água na boca diante daquele manjar tão estimulante e apetitoso.
Era a primeira vez que via uma vagina tão de perto, podia notar detalhes que costumava ignorar, como que a ppk dela tinha alguns pelinhos, o que a deixava ainda mais atraente. A mandíbula tremia de ansiedade, queria me deixar levar e que meus instintos me guiassem a como satisfazer minha irmã, mas sabia que isso era uma idiotice e que devia ouvi-la.—"Toca elaEla me disse com voz de comando, eu tímido e deslumbrado com a buceta dela, não conseguia me mexer e obedecer ela.Vai, não tenha medo. Coloca teu dedo indicador na fenda e descobre o quanto eu te desejo, maninho.Ela disse com um tom quente e sedutor. Engoli seco e reuni a coragem que me faltava para atender à ordem da Teresa. Devagar, fui aproximando meu dedo daquela boceta babada, que há alguns dias era inalcançável para mim, um sonho. Nunca passou pela minha cabeça a ideia de poder roçar com a ponta dos dedos a buceta da minha irmã; tudo parecia uma ilusão que minha mente depravada tinha tramado.
Ela estremeceu e soltou um suspiro suave só de sentir a ponta do meu dedo na sua frestinha. Ouvir a voz dela, misturada com um tom lascivo, fez qualquer nervosismo que eu tinha desaparecer. Minha irmã gaguejou meu nome entre os gemidos, me enchendo de confiança e me fazendo ousar tocá-la com mais de um dedo. Suavemente, eu movia meus dedos para cima e para baixo, como se fossem um pincel. Traçar as dobras da boceta dela era uma delícia, ainda mais sentindo o calor e os fluidos que lambuzavam meus dedos.—"Você gosta do jeito que eu faço, irmã?"—Perguntei com certa inocência, ao ver que as pernas dela tremiam e ela abafava os gritinhos.–“S-s-ss... Sim”respondeu ela, hipnotizada por como ele brincava com a buceta dela. Nunca imaginei que veria minha irmã com uma cara tão vulgar, ao mesmo tempo que pronunciava meu nome. Tava convencido de que a alegria dela não era só porque ele tava mandando muito bem, mas também pelo tesão que nos consumia. Aos poucos, as pontas dos meus dedos foram afundando lá dentro, fazendo ela se contorcer de prazer.
Tudo aquilo era um mundo novo pra mim, me senti meio ridículo por achar que sexo era só meter e pronto, mas por sorte minha irmã tava ali pra me ensinar. Era minha primeira vez com uma mulher e eu podia dizer orgulhosamente que tava fazendo ela gozar. Depois, Teresa pediu pra eu chupar a buceta dela e eu fiz exatamente como ela quis. Aquele gosto melado invadiu meu paladar e eu sentia os músculos dela se contraindo de tesão. Quando ela gozou, me senti feliz por ter conseguido aquilo e cumprido as expectativas dela.
A gente se beijou como dois recém-casados, ela lambuzou meu pau com os sucos dela, e finalmente tomou minha virgindade. Não podia acreditar que aquilo tava acontecendo, que eu tinha meu pau dentro da buceta da Teresa e que ela pulava de excitação. Os beijos ficaram mais quentes e gostosos, eu sentia as paredes da vagina dela se agarrando no meu pau e não querendo soltar, até ordenhar ele completamente. Adorei a vagina dela, mesmo sendo apertada e estreita, ela se moldava direitinho no meu pau.
Os movimentos de quadril da minha irmã eram assustadoramente bons, nossos corpos se entendiam perfeitamente, como se tivessem sido feitos pra aquele momento. As mãos finas da Teresa percorriam meu peito, enquanto as minhas ficavam paradas na bunda dela. Entre gemidos, eu admirava as curvas dela, a silhueta curvada e a carinha linda que transmitia o prazer que tava tomando conta dela. Meu pau foi pulsando forte dentro dela, não dava mais pra aguentar aquele ritmo infernal.
Teresa não parecia se importar que eu gozasse dentro dela, mas eu fiquei meio... me impedia fazer isso, talvez fosse minha consciência florescendo em meio a tanta luxúria. Desesperadamente, tentei tirar meu pau, mas minha irmã me segurou, ela encostou a boca no meu ouvido e, com a voz entrecortada, pediu que eu depositasse todo o meu sêmen dentro dela. Era uma loucura, me sentia estranho, pois queria agradá-la, mas ao mesmo tempo sabia que tínhamos ido longe demais. Ela deve ter notado meus olhos perturbados, porque me beijou, e isso foi o suficiente para me enfeitiçar de novo.
Depois de gozar dentro dela, Teresa começou a convulsionar e soltou um grito eufórico. O maior desejo dela tinha se realizado. Minha irmã ficou deitada em cima de mim, desenhando no meu corpo com o dedo indicador e mordendo suavemente meu pescoço com os dentes. Uns dez minutos depois, ela se levantou e se vestiu, seu semblante ficou franzido, algo a tinha incomodado e eu não sabia o quê. Quando perguntei por que ela estava chateada, ela não respondeu, só suspirou e balançou a cabeça de um lado para o outro, como se eu devesse saber o que estava acontecendo com ela.
Antes que ela fosse embora, sentei na cama e segurei a mão dela, tentando retê-la, mas ela se soltou e foi embora sem dizer nada. Confuso, coloquei o pijama e depois me debrucei na sacada para admirar as estrelas.–“Aquela ali é a constelação de Órion. Sempre que tô triste, fico olhando pra ela, porque quero me agarrar na ideia de que, com o passar dos anos, vou continuar brilhando igualzinho ela diante dos teus olhos.”-disse Teresa da sacada dela. A Lucía tava uma gostosa, na luz fraca da lua, eu mal podia acreditar que uns minutos atrás, ela tava nua em cima de mim.
Ela baixou o olhar, querendo evitar que nossos olhos se encarassem por mais de 1 segundo.—"Você se arrepende, né?Ela me interpelou, com angústia na sua voz doce.—"Nãorespondi sem hesitar, organizando minha mente diante da conversa repentina que rolava.Então, por que você não me disse na cama que me ama ou que quer repetir de novo?Teresa perguntou desesperada, sem querer se animar com aquele "não" seco que ele tinha dito.—"Porque tudo isso é novo pra mim, Teresarespondi, me aproximando dela.–“Só hoje eu entendi que te amo, me senti mal por isso, porque pensei que você nunca ia corresponder meus sentimentos e todo mundo ia me julgar por ter me apaixonado pela minha irmã”–adicionei, tentando alcançá-la. Tinha um metro separando uma sacada da outra, mas parecia que eram muitos metros a mais.—"Hã... Tá falando sério?disse minha irmã incrédula, eu sorri, enquanto o vento brincava com meu cabelo.–“Sim, por que eu mentiria?”-afirmei, vendo como ela se aproximava de onde eu estava e estendia o braço para apertar minha mão.
Nossos dedos se roçaram e finalmente nossas mãos se entrelaçaram, agarrando uma na outra com firmeza.—"De agora em diante, vou ser sua namorada, maninho"—expressou alegre—"Você não tem ideia da felicidade que me dá saber que você corresponde aos meus sentimentos.acrescentou, revelando que há um ano percebeu que sentia algo mais que carinho de irmão por mim, e mesmo tentando esquecer essa ideia, com medo de ser rejeitada, não conseguiu me tirar da cabeça.
Naquela noite, minha relação com minha irmã mudou e começamos nosso amor proibido, escondido de todos, mas principalmente da mamãe. Sabíamos que ela jamais poderia descobrir que entre nós havia algo além de irmandade, porque faria de tudo para nos separar. Achávamos que, enquanto ela nunca soubesse do que fazíamos, não meteria o nariz no nosso romance, mas estávamos enganados. Depois de viver por meses um relacionamento dos sonhos, chegaria nossa primeira crise.
Mamãe precisava fechar uns acordos, então não viu nada melhor do que usar os filhos para isso. Teresa tinha que sair com um cara de uns 40 anos, mais ou menos; o sujeito tinha uma fraqueza por garotas jovens, e como minha irmã era uma linda vinte e poucos anos, se encaixava perfeitamente. Vê-la se arrumando para sair com outro me irritava. Queria ir até a mamãe e dizer que Teresa não ia se prestar ao jogo dela, porque agora ela era minha mulher, mas só de olhar para minha mãe, minhas bolas encolhiam.
Não tinha outra alternativa, ela tinha que ir encontrar aquele cara, enquanto eu lidava com meu ciúme. Ao mesmo tempo, tinha que ir ao aniversário de uma das amigas da minha mãe. O círculo da Carolina pode ser resumido como bem depravado; aquela mulher para onde ela me mandou era conhecida por ser uma predadora de garotões. O nome dela era Katia, uma russa que tinha chegado ao país uns dois anos antes, mais ou menos. Mesmo prestes a fazer 42 na época, aparentava ser mais nova e tinha um corpaço.
Não era nada estranho que ela acabasse seduzindo cada rapaz que fisgava com os olhos, já que era dona de uma figura monumental e bem trabalhada. Tinha um par de peitos que deixava qualquer um louco, uma cintura fina com umas... Quadris largos que só tornavam a rabuda dela irresistível e umas pernas lindas e compridas. Essa mulher escultural me recebeu com um vestido justinho, fazendo meus olhos se perderem nos atributos dela.
Ela foi muito carinhosa e gentil comigo, mostrando um lado materno que a mamãe não tinha, mas era parte do jogo de sedução dela. Pensei em fazer o de sempre, um erro grave, porque dessa vez não tava lidando com uma mocinha ingênua, que dava pra enganar com palavras bonitas e uns beijos. Não, tava lidando com uma coroa que sabia bem o que queria e não ia se deixar convencer por cantadas ou elogios. Tentei resistir a cada um dos encantos dela, tipo quando me puxava pra dançar e colava o corpo no meu.
No fim da noite, acabei me pegando com essa mulher, esquecendo completamente da Teresa e morrendo de vontade de dar pra essa madura o que ela queria. Tinha mordido a maçã proibida e naquele minuto me deixava seduzir por uma víbora, que me arrastou pro quarto dela e, como uma loba faminta, pulou em cima de mim. As garras dela rasgaram minha roupa e, feito dois animais no cio, a gente trepou a noite inteira. Fiquei surpreso pra caralho com como era gostoso meter naquela buceta madura.
Os lábios dela, os carinhos, os arranhões, os movimentos e os gemidos eram muito diferentes dos da minha irmã. Ela era pura safadeza, enquanto a Teresa era amor, e eu, bêbado com a selvageria dela, fiz cada pedido que ela fez. A gente ficou todo suado e minha cabeça tava rodando, ouvia os sussurros dela, mas não ligava e só beijava ela pra continuar bebendo daquele mel tão ardente que ela tinha. No outro dia, quando acordei do lado dela, uma culpa do caralho me invadiu.
Não conseguia acreditar no que tinha feito, mas as cenas se repetiam na minha mente a cada piscada. Queria vazar dali antes que ela acordasse, mas, assim que coloquei um pé pra fora da cama, a Katia abriu os olhos.–"Já vai, amor?"–perguntou, sentando na cama, para levantar os braços e esticar as pernas.–“S-sim”respondi, timidamente.Que pena. E eu que queria te recompensar pela noite passada com um café da manhã bem gostoso.Ela se manifestou, esboçando um sorriso entre os lábios.
Eu não soube o que dizer, me sentia estranho, mas a culpa que me oprimia estava desaparecendo. Seduzido por aquela mulher, acabei cedendo a algo tão banal quanto um banho. Deixava que a água limpasse meu corpo da poeira da noite anterior, mas, nos meus pensamentos, queria repetir tudo de novo. Aquele desejo ardente se tornou realidade, pois Katia entrou no chuveiro sorrateiramente e me abraçou por trás. Sentir seu corpo voluptuoso ao redor do meu fez meu pau ficar durasso.
Ela riu ao me ver excitado e, enquanto sussurrava como eu tinha comido ela bem, me beijava o pescoço e com as mãos tocava meu membro. Ela se agachou e, com os peitos enormes, envolveu meu pau, me masturbando. Era uma delícia o que aquela mulher fazia, me sentia no céu com aquela punheta, à qual ela ainda adicionou um boquete maravilhoso. Ela parou bem na hora em que eu ia gozar e me torturou por uns minutos, até pedir que eu fodesse ela igual à noite.
Tentado por aquela mulher, comecei a tocar a buceta dela com meus dedos, passando as pontas pela fenda e acariciando ternamente o clitóris. Os gemidos dela foram música para meus ouvidos e, querendo retribuir a gentileza, me abaixei e comecei a devorar a buceta dela. Katia se contorcia e gemia cada vez mais forte, as mãos dela me empurravam contra a boceta e puxavam meu cabelo. Da boca dela consegui ouvir que pedia para eu não parar. Diferente dela, eu não parei e obtive aqueles sucos melados.
Ao me levantar, ela me beijou com vontade e exploramos nossos corpos. Finalmente, eu fodi ela, enfiando meu pau o mais fundo possível naquela buceta fogosa. Cada estocada que eu dava era uma delícia, as entranhas dela se agarravam ao meu pau e o jeito que ele se moldava a ela era uma loucura e uma delícia.–“Porra, que buceta gostosa você tem, Katia”–Sussurrei, mordendo a orelha dela e empurrando com força. A cara de safada dela era um retrato que comecei a gravar na minha memória, junto com os gritinhos dela.
Depois de banhar ela com minha porra, terminei de tomar banho e me vesti pra voltar pra casa. Cheguei com um sorrisão no rosto, que sumiu na hora que vi minha irmã, de cara fechada, braços cruzados e o celular na mão direita. Ela perguntou onde eu tava e por que não tinha respondido as ligações ou mensagens. Nos olhos dela, dava pra ver a agonia e o medo de saber que eu tava com outra, então, em vez de contar a verdade, calei a boca.
Falei que a mãe tinha me mandado no aniversário da Katia, pra fazer aquela mulher assinar um contrato com a empresa. Mas a noite quente que eu tinha passado com aquela coroa, escondi. Disse que resisti aos encantos dela e no fim a gente acabou conversando sobre vários assuntos, até ficar bêbado. Continuei falando que tinha acordado fazia pouco, tomei um banho e voltei, esquecendo de olhar o celular. Teresa não pareceu muito convencida, mas preferiu acreditar em mim.
Quando perguntei sobre a noite dela, ela foi sincera comigo, dizendo que se sentiu muito mal tendo que dar em cima de outro homem. Mas não foi só isso que ela teve que aguentar, foram também as carícias daquele desgraçado e o bafo forte dele sufocando ela. Nos olhos da minha irmã, dava pra ver o nojo que ela tava ao relembrar o que viveu, então me vi obrigado a abraçar ela. Senti impotência por deixar ela ir num encontro com aquele cara e me senti mal por ter enganado ela.
Os dias passaram e tudo que tinha acontecido naquele fim de semana pareceu ter caído no esquecimento. Eu e Teresa continuamos nossa aventura, sem ninguém da família suspeitar de nada, nem mesmo o Richie. Às vezes, eu e minha irmã saíamos em encontros, embora fosse muito difícil se comportar como um casal, com o medo constante de algum conhecido nos ver. Os olhos da Iris brilhavam toda vez que via a Teresa da sacada, enquanto admirava as estrelas e sonhava em se dedicar à astronomia.
Era uma merda ter nascido como irmãos, mas pior ainda numa família tão sem noção, onde a gente só era visto como fantoche pros caprichos da nossa mãe. Aquela época, posso dizer que foi a mais feliz da minha vida, mas no fim me mostrou que sou só um covarde. O paraíso que eu e minha irmã tínhamos começou a desmoronar quando a Katia apareceu na nossa casa. Aquela mulher veio bater um papo com a nossa mãe e depois ficou pra curtir a tarde na nossa piscina.
O pior de tudo foi que a Carolina me obrigou a fazer companhia pra aquela coroa, enquanto ela e a Teresa iam fazer compras. Tudo parecia armado pra Katia me tentar de novo, já que naquele dia, suspeitamente, deram folga pro Richie e pra esposa dele. Ficar do lado daquela mulher de quarenta e poucos anos de biquíni era um perigo total. As lembranças da noite de putaria que a gente teve e aquela trepada no chuveiro perturbavam meus pensamentos e não me deixavam em paz.
Katia sabia que tinha toda a minha atenção com aquele biquíni minúsculo que tava usando, que meu corpo reagia à figura gostosa dela e que, mesmo eu negando no começo, ia acabar cedendo às loucuras dela. Mesmo assim, ela queria se fazer de difícil, de indiferente, pra que eu parecesse o desesperado pra repetir o que rolou na casa dela. Por isso, ela só exibia o corpo descaradamente, mas não me obrigava a olhar, a ficar perto, nem me dirigia a palavra.
Eu fazia isso por vontade própria e, com o passar dos minutos, fui sentindo um formigamento intenso percorrer minha entreperna. Tinha uns espasmos toda vez que via ela mergulhar e sair da água, cada vez mais impossível não ficar duro, e acabei cedendo àquele desejo infernal. Sem dizer nada, tirei a camiseta e me joguei na piscina. Ela se Ficou no centro de tudo me esperando, ao me ver surgir, Katia sorriu, enquanto eu a envolvia com meus braços.
Beijei ela de forma voraz, enquanto minhas mãos acariciavam sua pele e meu pau duro marcava no short.Meu Deus, garoto. Não pensei que você tava com tanta vontade de mim.disse se fazendo de surpresa, enquanto um sorrisinho se desenhava nos lábios dela.–"Você me deixa louco, Katia. Te vejo e já fico de pau duro"–Confessei pra ela mordendo o pescoço dela e com minhas mãos acariciando aquela bunda carnuda.Tô vendo, garoto. Quer repetir o que a gente fez na minha casa?perguntou, arranhando meu pau por cima do tecido.
Em vez de responder com palavras, beijei ela de novo, pra mostrar o quanto ela me deixava excitado e o quanto eu tava louco pra foder com ela de novo.—"Uuufff… Que gostosa você me deixou, Alexander. Mais te vale estar à altura e não me decepcionar"—declarou, beijando meu pescoço e agarrando meu pacote com as duas mãos. Nós dois rimos e nos deixamos levar por aquela tensão que consumia a ambos. Seus lábios grossos foram tatuando meu peito, enquanto eu desfazia o nó do biquíni dela.
A primeira coisa que fiz voar foi o sutiã, liberando aquelas tetonas e deixando ela flutuar na água. Ver aqueles balões espalhados me excitou ainda mais e, antes de deixá-la pelada na minha piscina, agarrei aqueles peitos enormes e os amassei. Eram meio duros, mas era viciante apertá-los. Os bicos não demoraram a ficar duros e, vê-los assim, me deu vontade de chupá-los. Como um bebê que se agarra ao seio da mãe, comecei a mamar naquelas tetas lindas.
Seus gemidos me hipnotizavam e o jeito que ela apertava meu pau com as mãos me enchia de tesão. Não aguentei mais e tirei a sunga, soltando meu pau duro e veiudo, que queria mergulhar naquela buceta madura, quente e babona. De uma estocada só, fiz meu pinto entrar completamente naquela caverna deliciosa; os gritos daquela mulher me animavam a meter mais forte.Ooohhh deeeusss!!… Sim, sim, sim, sim… Siiiiim!... Assim que eu gosto, gostosoexclamou, cravando as unhas nos meus ombros.
Eu movia minha pelve de forma brusca e ela não reclamava, adorava ser comida daquele jeito tão selvagem. Nos olhos dela, eu via o prazer de ter meu pau socando seu interior e meus dedos brincando com seu esfíncter. Não sabia por que a desejava tanto, muito menos por que ela despertava esse comportamento sexy e safado em mim. Fazia coisas que nunca tinha feito com Teresa, porque com ela tudo era mais carinhoso, fogoso mas carinhoso, já com Katia tudo era bruto e lascivo.
Entre as duas, havia mais diferença do que a idade: eu amava Teresa e queria estar sempre ao lado dela, mas Katia despertava algo em mim que minha irmã não conseguia, e me enlouquecia com sua figura monumental. As pernas daquela coroa envolveram minha cintura, enquanto eu continuava metendo com fúria. Seus gemidos descontrolados e seus arranhões me excitavam cada vez mais. Perdi a noção do tempo e não via nada ao redor, só me concentrava naquela mulher com quem estava sentindo tanto prazer. Entre tantas penetrações, acertei seu ponto G e a fiz explodir num grande orgasmo.
Suas paredes vaginais começaram a apertar com mais força, então foi questão de tempo até eu chegar ao meu limite. Mas antes de gozar, saímos da água. Ela se ajoelhou e foi passando a língua ao redor do meu pau, banhando-o com sua saliva morna, enquanto com as mãos brincava com minhas bolas. Foi difícil resistir àquela língua habilidosa e acabei gozando na boca dela, uma boa carga. Katia engoliu e depois limpou meu pau.
Mesmo depois de ter gozado, meu pau continuava duro e pulsando.—"Tô vendo que você quer continuar brincando, Alexander"—disse aquela coroa num tom brincalhão, enquanto tocava na minha cabecinha com o dedo indicador.–“Porra… É que eu não me canso da sua buceta, Katia…”–respondi, com um sorriso convencido,–"Além disso, sei que você também anseia por continuar"–adicionei, batendo minha piroca dura de cima pra baixo e esfregando nos lábios dela. Ela ficou chocada com essa resposta, mas adorava que fosse assim.–“O que te faz pensar que eu tô louca pela sua pica?”–consultou, escondendo a obsessão pelo meu pau e pegando ele com as duas mãos macias.–“Louca? Você não é só louca pela minha pica, você é viciada nela. Tanto que tem que vir na minha casa me provocar, porque se recusa a me ligar e pedir pra eu te fazer uma visita. Só de ver como você toca nela e olha, eu sei que você adora o formato, o tamanho, o peso e a grossura dela.”Respondi com marra e me afastei dela.
Katia ficou chocada ao perceber que eu estava me distanciando dela.—"Já que você não quer admitir seu vício na minha pica, vou pro meu quarto. Fica à vontade pra me visitar, mas se der um passo lá dentro, vou considerar que não consegue viver sem minha pica e vou te tratar como uma puta.falei, virando as costas e indo pro meu quarto. Mal me deitei na cama, ouvi a porta abrir. Katia, com o corpo ainda molhado, se aproximou de mim sem dizer nada.
Aquela coroa subiu em cima de mim e agarrou meu pau com as mãos.—"Se acha o tal, por ser gostoso, ter um corpo atlético e um pedaço de carne boa entre as pernas. Além de foder bem pra caralho. Te odeio, porque sabe que pode ter qualquer mulher aos seus pés, inclusive eu.Ela se manifestou, sentando no meu pau duro e enfiando ele sozinha até o fundo da buceta dela. Eu ri e deixei ela cavalgar, enquanto desejava ser presa pelos meus braços e devorada pela minha boca.
Depois de fazê-la sofrer por alguns segundos, eu a satisfiz, abraçando ela com meus braços e beijando a boca dela de forma obscena, enquanto meu pau entrava e saía da buceta dela com força. Eu amava ouvir minhas bolas batendo na bunda dela, era algo que eu considerava vulgar, mas com aquela mulher era viciante e excitante. A gente fez em várias posições, igual na cama dela, deixando o cheiro dela nos meus lençóis, que tinham o cheiro fresco da minha irmã.
Gozei dentro dela como um maluco, porque eu era fascinado por aquela buceta e adorava encher ela, ainda mais sabendo que ela não podia engravidar. Depois de gozar, a gente ficou deitado na cama, trocando uns beijinhos e ela acariciando meu pau. Uns minutos depois, ela se levantou, se vestiu e saiu do quarto sem falar uma palavra. Eu ri, porque era óbvio que ela tava puta, já que teve que admitir que amava meu pau e que eu gostava dela.
Só pra provocar ela, peguei meu celular e tirei uma foto do meu pênis, que não tava totalmente mole, ainda tava meio duro e empinado. Mandei pra Katia e escrevi a mensagem,—"Quando quiser, pode vir buscar seu doce favorito, putinha" —... sabia que isso ia irritar ela, mas ao mesmo tempo excitar. Porque no fundo, ela sempre esteve procurando um garotão bonito com uma boa ferramenta, que tratasse ela igual uma puta.
Fui no banheiro, tomei um banho e depois fui pra sala de jantar comer e beber algo. Quando cheguei, encontro a Teresa, que estava sentada sozinha e com os olhos meio vidrados e avermelhados. Lembrei que ela tinha saído com a mamãe pra fazer compras, quando perguntei se tinham trazido cum, ela não disse nada. Depois, quando perguntei onde a mamãe estava, ela também ficou em silêncio. Era óbvio que ela tava puta e triste por algum motivo, mas como um idiota, resolvi ignorar aquilo.
Depois de comer, fui pro meu quarto e capotei. Lá pelas duas da madrugada acordei, porque queria ir no banheiro. Enquanto caminhava pra lá, comecei a ouvir uns gemidos e umas palmadas, pensei que era minha imaginação até reconhecer a voz ofegante, que era da minha irmã. Abalado, encostei meu ouvido na parede e escutei claramente a voz dela agitada. O ciúme me tomou e saí do meu quarto pra ir no dela, tava furioso, mas quando abri a porta, ela tava sozinha, tocando um vídeo nosso transando.
Ela me olhou e depois me ignorou, como se eu não estivesse ali. Me aproximei e sentei do lado dela, mas assim que fiz isso, ela se levantou e foi até a sacada. Segui ela, mas quando tentei chegar perto pra abraçar, a Teresa se afastava.–“O que que tem com você?”-Perguntei incrédulo, ela deu uma risadinha e balançou a cabeça.—"Ah, qual é, Teresa. Você tem me ignorado desde que voltou das compras.falei uma merda pra ela–“Por que será?”-disse sarcasticamente.
Tava quase ficando puto porque ela não era clara comigo e esperava que eu soubesse qual tinha sido meu erro, magicamente. Mas aí, desconfiei do que podia ter causado a raiva dela. Engolindo seco, minha voz tremeu, mas finalmente quebrei o silêncio que tinha se formado entre nós dois.—"Você… Você me viu?perguntei com timidez,–"Te ver? Não só te vi, Alexander! Como também te ouvi e te gravei pra você não poder negar nada pra mim!exclamou enfurecida.
Não sabia como pedir perdão, achava que só falar não seria suficiente pelo estrago que tinha feito. Teresa começou a chorar, e aquelas lágrimas me machucavam, queimavam por dentro e me faziam sentir um merda. Toda aquela pose de machão que eu tinha com a Katia parecia piada, porque no fim das contas acabei ferindo quem eu mais amava. As lágrimas também vieram nos meus olhos, escorriam pelas duas bochechas enquanto eu tentava balbuciar um "desculpa".
Mal falei, ela me deu um tapa na cara e disse que até perdoava uma traição, mas não que eu mentisse descaradamente na cara dela e ainda tirasse sarro do jeito que fiz, ao comer a Katia na minha cama, onde a gente tinha escrito dezenas de histórias de amor. Tentei explicar o que rolou, mas ela não quis ouvir, tava no direito dela, e mandou eu ir pro meu quarto porque não queria me ver. Obedeci, e do meu quarto, ouvia o choro desgraçado dela, que me fazia odiar a mim mesmo.
Desde aquela noite, passou quase uma semana e meia sem eu e minha irmã nos falarmos. Comecei a me questionar um monte de coisas, tipo o que eu realmente queria, e no meio dessa confusão toda, cheguei a uma conclusão certinha. Queria casar com minha irmã e vazar pra longe com ela, pra um lugar onde a mãe nunca fosse nos achar e a gente pudesse ser feliz. Fui numa joalheria escolher o anel de noivado que daria pra Teresa, e de tantos, escolhi um com um diamante pequeno, que me lembrava as estrelas que ela tanto admirava.
Naquela noite, o céu inteiro tava limpo, as estrelas iluminavam cada canto com seu brilho. Me enchi de confiança e senti que era um bom sinal. As horas passavam e minha irmã ainda não chegava em casa, eu ficava impaciente e o discurso que tinha na cabeça escapava, então eu praticava de novo. Já eram dez da noite e Teresa ainda não tinha chegado, comecei a me preocupar, mas aí a mãe me chamou e me Ela disse pra eu ir buscar o papai no escritório dele, porque ia fazer um anúncio.
Era bem estranho, pra não dizer incomum, a mamãe reunir a gente pra dar algum anúncio. Na verdade, ela nunca tinha feito isso antes, até aquele momento. Mesmo assim, obedeci e fui atrás do meu pai, que estava atendendo uma ligação. Quando falei que a mamãe tava chamando, ele desligou quase na hora.Uff… Chegou a hora, espero que se comporte, campeão.Ele me disse com um sorriso e bagunçou meu cabelo com a mão. Parecia contente e meio nervoso, não fazia ideia do que estava rolando, mas também não me dei ao trabalho de perguntar.
Pensei que fosse alguma besteira, tipo a visita de algum empresário importante e por isso me pediam para me comportar. Mamãe e papai se deram as mãos, uma parada que me quebrou toda, porque nunca tinha visto eles tão íntimos, mas a surpresa foi ainda maior quando o Richie abriu a porta e minha irmã apareceu junto com um cara, de mãos dadas.—"O que está rolando aqui?Foi a primeira coisa que expressei de espanto.
Mamãe me olhou e, sorrindo, disse:—"Tua irmã vai casar, Alexander. Arranjei um bom casamento pra ela e um negócio foda pra nossa empresa, então seja amigável com teu cunhado.Essas palavras me destruíram. Senti meu coração se despedaçar e as lágrimas escorrerem dos meus olhos sem que eu conseguisse segurar. Teresa, ao me ver, baixou o olhar, e o idiota do noivo dela se aproximou de mim com um sorriso enorme, pra me cumprimentar.
Deixei ele com a mão estendida por uns 15 segundos, o que foi constrangedor pra nós dois. No fim, porque minha mãe me obrigou, apertei a mão dele. O canalha ainda perguntou por que eu tava chorando. Eu, de cabeça baixa, murmurei que tinha terminado com minha namorada. Tenho certeza que Teresa ouviu aquelas palavras, mas ficou calada — afinal, o nosso sempre foi escondido. Depois daquele momento, me retirei pro meu quarto com a desculpa de que não tava me sentindo bem.
Chorei a noite toda, me sentindo um merda por não ter culhão pra me opor àquela decisão arbitrária dos meus pais. Mas não tinha mais o que fazer, e minha história com Teresa acabou naquela noite. Ficamos distantes, e o diálogo entre a gente virou nada. Tentei curar meu coração com outras mulheres, tipo a Katia, por exemplo, mas no fim do dia, só tinha sexo, não tinha amor, não tinha carinho, só um corpo gostoso querendo ser satisfeito.
Comecei a agir como um babaca que via as mulheres como meros objetos sexuais, não ligava pros sentimentos delas, só brincava com elas. Eu tinha me transformado no que minha mãe sempre quis: mais um patife, igual aos outros homens da minha família. Foi nessa época que comecei a beber mais e a fumar, me intoxicando pra destruir aquele garoto bom que eu fui, me afundando numa bolha que, quando estourou, me fez fugir daquele ambiente tóxico.
Lembro que no casamento da minha irmã, acabei pegando a Katia pela mão e levando ela pra um quarto pra comer ela, porque me dava raiva ver Teresa se comprometendo com outro. Aquele dia também foi o último em que transei com aquela russa gostosa, porque ela foi embora do país e eu fiquei procurando uma substituta pra minha irmã. Uma mulher que pudesse me fazer... esquecer ela, mas na real, eu procurava uma que me fizesse delirar de prazer, igual a Katia fazia.
Foi assim que Lucia entrou na minha vida, e mais que a substituta da minha irmã, foi a substituta da Katia. Os dias com ela foram divertidos, tivemos altos e baixos, ela era uma puta que até pegou meu pai. Lembro que no aniversário do meu avô, encontrei os dois transando no chuveiro. O corpo pequeno, mas gostoso da Lucy, estava molhado e sendo levantado pelas estocadas que meu pai dava, ele todo fascinado por ela.
Naquele instante, entendi por que minha mãe queria que eu casasse com Lucia: ela tinha uma habilidade foda de conquistar e fazer um homem dar tudo que ela queria. Dobrava um cara como meu pai, fazendo ele dar joias, dinheiro e até um carro, coisas que nem minha mãe conseguia. Perdoei muitas traições dela, porque no fundo sabia que não a amava, só queria estar com ela porque foder era divertido, e eu me enganava achando que assim esqueceria Teresa.
Mas a realidade era bem diferente, porque na primeira vez que vi Teresa de novo, meu coração disparou e as lembranças das noites intermináveis em que nos amamos ecoaram na minha memória. Quando Deus me testou e me deixou a sós com ela, acabei me entregando pra minha irmã e revivendo aqueles carinhos especiais, aqueles beijos únicos, aquela forma de amar que nenhuma outra mulher via em mim. Depois daquele encontro, ficamos na cama, nos lamentando por não termos sido corajosos e enfrentado minha mãe.
Lucia nos encontrou bem na hora em que estávamos nos beijando e eu dizia pra Teresa que ela era a mulher que sempre amei. Lucy ficou puta, porque Rubén tinha lavado a cabeça dela, dizendo que eu ia abandoná-la. Embora eu amasse minha irmã e isso nunca fosse mudar naquela época, já era tarde demais pra mudar nossos destinos, e eu planejava casar com Lucia. Ela não quis ouvir e foi pro apartamento dela. Fui atrás, e mesmo ela não querendo me escutar, deixei o Anel que tinha comprado pra ela e falei que esperaria aquela noite pela resposta dela.
Ela nunca veio, mas eu soube da resposta. Lucia, apesar de tudo, sabendo que éramos um casal onde o amor não existia e que só estávamos juntos pelo sexo, tinha escolhido casar comigo. No dia do funeral dela, choveu como se o céu tivesse se partido, mas eu não saí de perto do túmulo dela, até sentir que tinha dito tudo e lamentava que nossa história terminasse daquele jeito. Prometi que não ia mais brincar com as mulheres e que finalmente enfrentaria a mamãe.
A primeira promessa eu cumpri, a segunda ainda tá pendente, mesmo ter saído de casa ter sido contra as ideias da mamãe, ainda não falei o que sinto. Entrar em brigas de rua começou a ser meu esporte, tudo começou quando vi um grupinho querendo abusar de uma mina. No geral, todas as brigas que eu me metia eram pra defender alguém. Com o tempo, foi se transformando num jeito de me render à vida e buscar a morte definitiva, porque eu me sentia vazio e sem motivação.—"Isso até que eu conheci a Bella"—falei, apagando meu cigarro e ficando parado do lado de fora do hospital onde minha amiga trabalha. O Benjamim tava alucinando com a história que eu tinha contado e com as coisas que eu tinha revelado pra ele. Ele era a segunda pessoa pra quem eu contava a verdade absoluta, acho que me sentia à vontade, igual quando tô do lado do pai dele. O Tomás tem sido uma ajuda e tanto, tem sido um puta avanço pra superar toda essa dor que eu guardo dentro de mim, mas por mais que ele me ajude, só depende de mim dar o último passo ou continuar empacado onde sempre tô.
A Bella saiu e, quando viu o Benja, ficou surpresa. A gente foi deixar ele em casa e depois fomos pra nossa. Durante todo o caminho, senti minha amiga distante, e aquilo me irritava, porque eu não sabia o motivo da raiva dela, mas sabia que quem tinha causado aquilo era eu. Quando chegamos em casa, ela foi se trancar no quarto dela e eu fiquei na sala bebendo. Por mais que eu bebesse, não conseguia tirar da cabeça o distanciamento da Bella, então, no fim, andei até o quarto dela e bati na porta.
Ela abriu, mas não me deixou entrar; da soleira da porta, perguntou o que eu queria. A Bella tava vestindo um pijama cor-de-rosa, com um design bem infantil, mas no corpo voluptuoso dela ficava porra de sexy. Já tinha visto ela várias vezes com aquele pijama e, em todas essas vezes, achei ela adorável, porém, com a testa franzida, minha percepção mudava.–Calma, calmaEu repetia na minha cabeça, ela perguntou de novo o que eu precisava, e eu, obcecado por aquele olhar feroz, falei que ela tava muito gostosa.
Bella corou e ficou nervosa, embora já não me olhasse com raiva, ainda me hipnotizava com os olhos e parecia sexy. Ela desviava o olhar, então segurei seu queixo e forcei ela a me encarar. Ia perguntar por que ela tava irritada, quando de repente ela sussurra:–"Me beija, ao ouvir isso, fiquei perplexo, pensei que era coisa da minha cabeça, então pedi pra ela repetir.–"Me beijadisse com determinação,Me beija igual beija a Vanessacompletou.
Eu: Não consigo.
Bella: Por que comigo você não consegue e com ela sim? Será que você gosta dela?
Eu: Não, não gosto da Vanessa.
Bella: Então, por quê?
Eu: Po-po-porque, tive que fazer, não tinha outra escolha.
Respondi, desviando o olhar dela.
Eu: Tava fugindo do meu primo, aquele que quis te pegar no hotel, uma semana atrás, lembra?
Bella: Do cara da academia?
Eu: Esse mesmo. Aliás, como você sabe que eu beijei a Vanessa?
Bella: Tive que sair pra comprar uma coisa e vi vocês na hora.
Eu: Sério? Porra, se eu soubesse que você tava por perto, teria ido até você.
Bella: E teria me beijado?
Eu: Se fosse necessário, sim…
Ela riu, enxugando umas lágrimas que escorriam dos olhos lindos dela.
Eu: Então você tava com ciúmes.
Falei de repente, fazendo ela ficar vermelha de novo.
Bella: Pensei que você e ela…
Eu: Isso é impossível, você sabe que ela ama o Axel e eu prefiro ficar solteiro.
Bella: Sim, mas te ver do nada beijando ela, sem saber o contexto, fez minha mente acreditar que aquilo impossível era possível.
Eu: Pedi desculpas a ela por tocar os lábios dela daquele jeito, mesmo tendo alcançado meu objetivo. Aliás, foi só um beijo, sem amor nem paixão, uma atuação magnífica, que até enganou você.
Falei, meio nervoso.
Bella: Sabe, eu queria que a Vanessa pudesse ficar com o Axel, mesmo sendo irmãos, eles se amam e merecem ficar juntos.
Eu: É… Igual você e eu…
Murmurei, sem que ela percebesse o que eu disse. Cada um foi pro seu quarto, no dia seguinte fomos pro casamento e naquela noite, eu beijei ela. Foi tão diferente de todos os beijos que já tinha dado na vida, misturava a doçura do amor e o fogo da luxúria. Uns dias depois, fui obrigado a pedir pra Bella fingir ser minha namorada, porque meu caminho cruzou com o do Rubén, e mesmo querendo ignorar, ele me ameaçou de contar pra minha amiga sobre meu passado com minha irmã.
Rubén não era burro e sabia que eu ia acabar cedendo à chantagem dele, porque não queria que a Bella soubesse disso. Ainda lembro quando meus olhos viram o Rubén perto da Bella, meu corpo inteiro tremeu e os fantasmas do passado vieram à tona. Não queria que ele me visse, mas tive que me aproximar deles, porque ele estava enchendo o saco da minha amiga. Quando ele me viu, soltou uma risada que me arrepiou os cabelos, não por medo dele, mas porque era óbvio que eu teria que voltar pra casa.
E essa foi a primeira ordem do meu primo: levar a Bella pra casa e apresentá-la à família, pra que eles dessem a ela uma recepção calorosa e agradável, como era de se esperar. Era claro que aquele babaca queria comer minha amiga, que ele achava que era minha namorada, só pra tirar uma onda comigo, só pra curar o orgulho dele que não deixou ele aceitar que a Lucia me preferiu, em vez dele. Sem outra opção, acabei voltando pra aquele hospício, justo no dia do aniversário do meu avô, data que, uns 5 anos atrás, minha mãe queria usar pra tornar pública minha união com a Lucia.
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