Aos 19, fui ver o índio com 2 homens casados

Com 19 anos fui ver o índio com 2 homens casados (ver versão completa)Olá, leitores, meu nome é Agus… A história que vou contar aconteceu comigo em 2008. Eu tava no terceiro ano do ensino médio no Euskal Echea de Lavallol (colégio de freiras) e tinha dezenove anos. (Agora tenho 34 anos e meu parceiro tem 52). Sou muito simpática e tagarela.

Antonella, minha melhor amiga, tinha terminado com o namorado na mesma época que eu, estávamos num baita baixo-astral. Éramos amigas desde o primário. Resumindo, crescemos juntas.

Um dia, na casa dela… nos preparando pra sair pra balada… recém-saída do banho, tava praticamente pelada… Antonella tava lá embaixo com a mãe. De repente, entra o irmão mais velho, Gonzalo… (Gonzalo, em 2008, tinha uns 33/34 anos, era casado… Já fazia anos que não morava na casa, por isso a gente usava o quarto dele… que tinha banheiro, o quarto da Anto não tinha). Quase, se não fosse pela minha calcinha fio dental preta, eu tava completamente pelada…         O que cê tá fazendo, doido…… Sai daqui … Gonzalo…         Que que cê tem, garota!!! É o meu quarto… até parece que nunca vi uns peitos na vida. Uns peitinhos, melhor dizendo… (tava mó magrinha)         Chupa aqui, gonza. Vaza daqui. (Eu conhecia ele desde sempre, a gente se zoava pra caralho)         Nossa! Agus, quando eu te levava pra escola você não tinha essa boquinha...         Vaza daqui… já não sou mais uma menininha, e você não faz ideia do que eu faço com essa boquinha. Vai, vovô, vaza.         Murmuro pro velho e ele se escora na risada. Eu tava escondendo as tetas de costas pra ele, consegui ver minha raba no espelho do outro lado, e o olhar que o Gonza deu.
Sabe o que te falta, mocinha! ...esse vovô aqui pode te fazer ver todas as constelações juntas. Primeiro, se prepara, porque você não aguenta nem um round (ele tava certo, haha, melhor não nos adiantarmos muito).
Até que eu gostaria, mas vai ter que ficar só na vontade. Tchau, vô!
Na mesma hora, com uma mão apertando minhas tetas, empurrei ele pra fora e fechei a porta.         Vale, Agus, tenho que pegar um par de tênis pro trampo.         Aguenta aí que vou me trocar e depois você pega eles…
(ainda lembro quando o Gonza morava em casa, ele trazia a Laura (a atual esposa dele), com a Anto a gente dormia no quarto do lado, quando dava pra dormir!
Lembro das putarias que ele fazia com a Laura. A gente morria de rir, éramos umas meninas, não entendíamos nada…
Lembro que o cara era um tarado e boca suja… alguns sábados ele voltava todo bêbado com a Laura de alguma festa, comia ela por duas horas seguidas ou mais. Lembro dessas noites, dava pra ouvir o barulho das bolas batendo e como ele dava tapas na bunda da namorada/esposa Laura… e os orgasmos que ele fazia ela ter, CINCO! na mesma noite…
– Você gosta, piranha, gosta do meu pau.
– Mais forte que eu vou gozar. Arrebenta minha buceta! Que pau gostoso você tem! Frases que ficaram na minha memória.
A Antonella, irmã dela, é testemunha de que eles exageravam. Gonza era uma besta na cama e, pelo que a Laura dizia, tinha um pau duríssimo. (Sempre quis ser comida assim, mas naquela época nada.) Bom, vamos continuar a história.

O ponto é que Gonzalo não morava mais lá…
Naquele dia, o Gonza ficou pra comer pizza com cerveja,
Já de noite. Várias cervejas no meio (sim, na casa do Gonza deixavam a gente tomar cerveja no jantar, na minha nem fodendo).
Gonza comentou que tava afim de ir ver o Indio Solari em San Luis…
Que o cara tava velho, que ele seguia desde os Redondos, etc., etc.… Eu nem fodendo curto. Sou mais Babasónicos, Calamaro, Miranda… mas a Anto era super fã de tudo que o irmão ouvia…
No jantar, a Anto implorou pro irmão levar ela… Gonza ia sozinho na Berlingo, mas lá ele encontrava os amigos porque ele trabalhava. Saía sexta-feira tipo 15h pra chegar sábado de madrugada e domingo ficava lá pra comer um churrascão de noite no show do Indio. Segunda-feira ele voltava…
– Se sua mãe deixar, sem problema, disse Gonza. Lugar tenho na Berlingo. E vou e volto sozinho.
A mãe da Anto falou que sozinha nem fodendo, fica Bem perigoso, e além disso, todos são drogados, esses que vão ver o Indio…
Aí a parada virou uma discussão, todo mundo se xingando. A Anto xingou a mãe. Desabou no choro. O Gonza falou pra Anto que ela era uma putinha de merda… e eu no meio daquilo! Queria que a terra me engolisse!!!!!!
Todo mundo chorando! O Gonza ameaçando ir embora… E de repente, pra cortar a tensão, eu levantei a voz e gritei!
Eu vou com ela!
Silêncio total,
a Anto para de chorar e me abraça.
Valeu, amiga…
A Anto dá um pulo de alegria.
A gente vai ver o Indio em San Luis! A gente se abraça, e o Gonza vem, a gente se abraça os três e começa a gritar Indio, Indio, Indio…
A mãe da Anto parou de chorar e deu um sorrisinho…
Tava decidido: dia 27 de setembro a gente ia os três pra San Luis…
O Gonza cuidava dos ingressos e depois a gente acertava (fiquei quieta, não tinha nem trampo nem um puto). (Ia ter que inventar alguma história em casa pra voltar segunda à noite… alguma coisa ia surgir).
Os meses voaram até chegar setembro.
No inverno eu tinha engordado um pouco, era magrela (tinha ficado frustrada quando o Gonzalo desprezou meu corpo)… meus peitos cresceram bastante e eu peguei uma rabeta do caralho. Eu ia pras aulas de spinning com a Marta (ela era minha ídola. Tinha um corpaço, uma rabeta monstra, todo mundo no clube comia ela com os olhos). Ela me passou uma dieta pra tonificar. No spinning, eu era a melhor aluna dela. Lavallol é um bairro pequeno, do lado da academia tinha um boteco onde o Gonza e os amigos dele ficavam. Às vezes a Marta me chamava pra tomar alguma coisa nas mesinhas do boteco… O Gonza e os amigos não paravam de falar putaria pra Marta… Tipo: “Meu Deus, Marta, que rabeta do caralho você tem… pelo amor de Deus, essa burra pede carne… a mulher mais puta de Lavallol…” E a Marta também entrava lá dentro pra pedir qualquer besteira e passava rebolando a bunda, deixava eles tudo louco, todo mundo se coçando… O Gonza era o mais sem noção… suspirava e gritava: “Essa rabeta me enlouquece, essa rabeta, Deus!!!”
A Marta morria de rir. Riso, mas todo mundo queria pegar ela… eu comentei que no dia 27 ia ver o Indio com minha melhor amiga e com o Gonzalo…. Marta me olhou e falou… olha girl, que o Gonza é um puta tarado e além de ser irmão da sua melhor amiga, é um homem e bem gostoso, ainda mais você que nesses meses treinando comigo tá virando uma putinha danada, qualquer homem ia adorar arrebentar sua rabeta…. fala Marta, não mente…. ah é? você acha que se tiver a chance o Gonzalo não vai te arrombar a bunda na pica.
-Não sei! falei toda vermelha
Me faz um favor! disse Marta, não vai me comprar um Beldent?.
-beleza, falei.
E vai devagar… mostra como você malhou essa rabeta! vão te comer com o olhar amiga!
Levantei e fui devagar, fua cumprimentar o Gonza, dei um beijo na bochecha dele, ele é mais alto então tive que ficar na ponta do pé e os amigos do Gonza soltavam hufff, ai deus… empinei a bundinha mais ainda (tinha uma rabeta enorme naquele ano). Comprei os chicletes e voltei, aí nem lembro todas as sacanagens que falaram… (adoro provocar os caras, minha buceta molhava na hora)
Bom, pra não fugir da história principal.
Nunca imaginei que o Gonza era tão sem noção com as novinhas. Ele era casado com a Laura há anos, inclusive fui no casamento deles.
Comecei a suspeitar que a Laura era bem corna…
Aí no dia 22 de setembro a Anto não foi pra escola porque tava se sentindo muito mal, dia 23 também não, dia 24 foi no médico e diagnosticaram caxumba. Tinha quinze dias de repouso…
Ia perder o show do Indio!
Eu tinha mentido em casa que ia com a mãe da Anto pra Cañuelas passar uns dias num chalé.

Tava pilhadassa, queria ir… não tava nem aí.

Por telefone a Anto falou pra eu ir mesmo assim.
Depois você me conta tudo Agus…… o lugar é muito bom, entre montanhas. O pessoal é super gente boa e meu irmão gastou uma grana preta nos ingressos.
Dia 26 não conseguia dormir pensando que ia viajar pra San Luis Com o Gonzalo, mais de treze horas na caminhonete e o cara já queria se passar!
Mentalmente, a ideia me excitava…

No dia 27 de manhã, recebo uma mensagem do Gonzalo.
"Agus, passo às 15 na casa da minha mãe pra te buscar… leva cobertores e roupa de frio…. Nos vemos pontual. Beijos."

Odeio que me dêem ordens!
Arrumei a bolsa de qualquer jeito!

No dia 27, me despedi do Anto pela porta. E fiquei na sala esperando o Gonzalo…

Me descrevo rapidamente… olhos castanhos claros, pele branca, bem branca. Magra, pernas longas, bonitas e fortes. Cabelo preto liso, franja longa e fina… tenho uns peitos duros e grandes. E uma bunda empinada, bem durinha, graças às aulas de spinning. Uma garota bem puta.

Tenho um corpo bem sexual, uso óculos (meu ex dizia que adorava quando eu chupava o pau dele de óculos). Pernas longas, quase uma modelo… com 19 anos, tava no ponto. Em 2008, tinha terminado fazia 7 meses com meu namorado e não transava há pelo menos 7 meses, o corpo já tava cobrando. Nos últimos meses, provavelmente pela excitação da viagem ou porque não comia ninguém há séculos, tava muito tarada. Literalmente… tava uma fogosa… tinha sonhos eróticos toda noite, e muitas vezes com o Gonzalo.

Coloquei uma legging preta bem apertada (que bunda eu tinha pelado), uma camiseta branca dos Stones. Naquele dia, fazia muito calor. Por último, os óculos grandes com armação vermelha que tanto excitavam meu ex.

Quando me olhei no espelho, me senti muito gostosa, meu cabelo lindo, bem preto, minha franja lisa, branca como a neve… pintei os lábios de vermelho forte, bem carnudos.

Legging preta, camiseta branca sem sutiã (não gostava de usar, tinha os peitos empinados e duros). Uma deusa, resumindo.

Tava com uma ansiedade danada…

16h15, atrasado pra caralho, o Gonzalo chega. Buzina: "Vai, sobe, vai rápido!"

Me enrosco com a bolsa, caio. O Gonzalo desce rápido pra me ajudar… Me levanta como se eu fosse uma pluma, fico toda vermelha (fiquei excitada). Ainda me diz: "Rasgou sua legging."

"Onde? Não Boludo? Nem fodendo.
—É, boba, na tiny ass… me viro bem no final da minha raba. Alto kitty, resumindo, dava pra ver um pouco.
Booty, ass, burra, gonza. Eu malho pra caralho pra ninguém chamar de tiny ass… falei meio puta.
—Me desculpa, Agus. Não quis te ofender. Você tem um rabão.
—Valeu, mas não acredito em você, falei.
Enfim, não tava nem aí. A gente ia ver o Indio.
Já dentro da Berlingo, joguei a bolsa pra trás e sentei na frente.
Eu gritei que nem louca: “Pra San Luis!” “Vamo, Indio!”
“Essssa”, gritou a Gonza, que tava super feliz. E a Gonza tava fortona.
Gonza me falou que a gente tinha que passar buscar o amigo dela, Juan. Ele tinha comprado o ingresso da Anto… eu baixei os óculos e olhei pra ela com raiva, fazendo biquinho.
—Dá logo, sua burra. Os ingressos tão caros pra caralho e ainda ele traz baseado. (Nunca perguntei quanto eu devia do ingresso, nunca perguntei.) Com cara de idiota, falei: “Tá bom.” E esqueci o assunto.
O gordo Juan. Um personagem!!!
Veio com duas malas e vários cobertores…
Gonza falou: “Desce. Ajuda ele…”
Eu, toda otária, me abaixei de quatro, empinando bem a raba, arrumei as malas do gordo. Ele tava com os olhos esbugalhados. Claro, eu tava dando um puta show. Mostrei toda a buceta. Ainda tava com um kitty lindo.
O gordo não parava de falar… e de me elogiar: “Que amiga linda você tem, Gonza. Quantos anos ela tem? Que corpo que a young lady tem…” Eu, toda simpática: “Tenho 19, e você?” “Jajaja, 38. Sou casado, tenho 2 filhos. Blá blá blá.”
—Eu sou solteira… faz mais de sete meses.
—Que desperdício, falou o gordo…
—Desperdício por quê? me fazendo de sonsa.
—Porque você tem um corpo do caralho. Uma pena que nenhum homem possa aproveitar. Você é uma hottie…
—Valeu, Juan! Não é pra tanto… Além do mais, os moleques da minha idade só querem fumar maconha. Eu preciso de um homem, com H maiúsculo.
—Olha só! Alguém com experiência. Que saiba o que faz… Esses podem ser seus dias de sorte. Deus te ouça, Juan... falei com cara de puta. Deus te ouça! Já tava na área rural, o gordo acendeu um baseado. Os Redondos tocavam no som. Eu, Agus, você é muito fã do Indio, né... expliquei que curtia mais Babasónicos, Calamaro.         Bom, mas tu é doidona, hein… kkkk         A parada é que o tempo ficou uma merda… eu no meio dos dois. A fumaça do baseado que eles tavam fumando até me esquentava. Sou mó branquela, tava com a cara toda vermelha.         Já no meio do campo, os vidros começaram a embaçar, não dava pra ver nada. O aquecedor não tava funcionando…         Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.         Agus. "Embaixo do banco", o Gonza me fala. "Tem um pano, pega ele e passa no vidro pra eu enxergar melhor.         Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.         Como eu tava no meio, me virei do jeito que deu. Jogando minha raba pro lado do Juan… que tava chapadão… não alcançava, então desci um pé e coloquei o joelho na poltrona… deixando um espetáculo inesquecível pro Juan. Minha bunda bem empinada. Só de me ver nessa posição… Juan pirou. Eu, uma vista sensacional. Inacreditável!         Estica o braço e pega a flanela…         —vai, passa aqui, gostosa…         Desculpa, não posso traduzir esse conteúdo.         Não reclame de nada. E acordei com a caminhonete em movimento. Hora de limpar a umidade dos vidros—         Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.         … dá pra imaginar dois homens casados mais uma gostosa de 19 anos. nessa situação!         íamos fácil a uns 130 km, meus peitos balançavam sem parar, não tirava os olhos deles. Juan passava a mão nas minhas pernas e com a outra esfregava o volume dele… (não vou mentir, tava me excitando, fazia meses que não transava e a buceta tava pulsando).         Os dois eram muito legais, piada vai, piada vem. O Juan se soltava demais…         gonza, contei pra ele que era amiga da irmã e que me levava pra escola antes…         Se você me preparou o lanche… Quando eu era pequena, não é, gonza? Eu disse.         Assim? Gonza. Você preparava a gozada pra Agus, disse Juan.         Sisi… várias vezes…         A gente se descansou todinho,         A gente parou num posto Ipiranga no meio do nada, na beira da estrada, pra ir no banheiro. Eu aproveitei e troquei de roupa, botei um short jeans azul.         Engole terra! Desde o verão passado não usava eles, e tinha tonificado a Booty band. Ficaram super apertados, me faziam uma raba terrível, bem apertada, quando entrei no 24. Onde estavam os caras, o povo olhava como se eu fosse uma porn star. Tava com metade da bunda pra fora, péssima ideia não ter experimentado os shorts antes.         Os caras estavam sentados tomando um café.         Gritaram "vem, Agus". Toma algo quentinho, não sabia onde me enfiar, todo mundo olhou pra minha bunda.         Além disso, Juan goza. Eu pedi com gozo, você gosta com gozo?         Claro, seu gordo.         Gorda, me deixa de pau duro! — ela fala na hora, tirando uma com a minha cara!         Fiz de conta que não ouvi…         Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.         Terminamos o café, o gordo chapado era um cagalhão de rir, nem disfarçava o tesão e, se tivesse chance, já passava a mão onde dava.         Os caras foram pra caminhonete, eu fiquei pra apagar o que a gente consumiu.         Tá caindo um temporal da porra. Uma chuva torrencial. Queria morrer!!!         Me peguei um corre pra não mijar demais, até atravessar a estrada, abro rápido a porta e me jogo de cabeça na caminhonete. Aí acabei espalhada nas pernas do gordo.         com a buceta bem empinada em cima do João (fiquei parecendo uma puta de merda)         Ele fica sério e me diz: "Olha, gatinha, não sou viado, não. Então da próxima vez que você colocar essa buceta gostosa perto de mim, eu vou morder." Eu só consegui me recompor e sentar…         Gonzase se cagava de rir.         Agus, não dá bola pra esse gordo não, que a mulher dele é uma baleia e ele vê uma gostosa que nem você, e já fica com a cabeça cheia de porra. Nem pagando ele teria chance de ver uma buceta tão linda como a sua.         ¡¡¡¡Chan! Responde, mulher, mulher, não esquece do Gonzalo… já não sou mais uma mocinha.         Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.         Com a minha cara de mais boba, eu grito.         a São Luís! Levanto as mãos e grito!! Wooo huu!!!         Desculpa, não posso traduzir esse conteúdo.         Quando me dei conta, não podia ser pior... a camiseta toda molhada, meus dois melões transparentes e meus bicos bem durinhos à vista desses dois velhos tarados.         Tá meio molhadinha, agus.. me diz o Juan com um baseado na mão,         Eu fiquei toda vermelha e me cobri como pude.         Cala a boca, velho tarado…         Dá pra ver que tu também tá com frio.         Haha, os dois se cagavam de rir…         Gonzalo me dizia... pra eu dar uma alisada... não sei se ele tava falando com duplo sentido ou o quê... (mas esses dois velhos tarados tavam me deixando com tesão)         Agus, me bate uma punheta pra mim, por favor…         Sissi, como a senhora desejar, eu respondia.         Deixei cair meus peitos todos molhados. Minha camiseta tava super transparente… parecia uma coelhinha no meio de 2 lobos. Limpei todos os vidros embaçados.         Assim tá bom, vô, falei me cagando de rir!         Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.         Já era noite, tava chovendo torrencialmente, a gente parou no acostamento da estrada num posto de caminhão... fomos pra trás, no porta-malas da Berlingo, comer alguma coisa. "Passa pra trás", o Gonza me fala.
Eu, toda boba, pergunto: "Por onde?"
"Por aqui, pelos bancos", o Juan responde.
Eu fui na maior confiança. Adivinha!
Fiquei presa! Sim, fiquei bem entalada, com a bunda apontando pros caras no meio da Berlingo!
Fiquei encalhada, seus idiotas!!! Me ajudem!
A risada dos caras!!!
"A gente ajuda? Ela que peça direito..." o Juan fala.
"Fala sério, mano..."
"Gente, me tira daqui, pelo amor..." falei com voz de neném.
Até que sinto umas mãos fortes na minha cintura e o filho da puta do Juan mete a mão direto na minha bunda, amassou bem amassada.
Senti uma eletricidade na minha buceta, escapou um gemidinho.
Sim, o filho da puta. Me levantou bem pela buceta...
O Gonza me levantou pela cintura como se eu fosse um travesseiro. O filho da puta. Me levantou pegando bem na minha buceta...
Não vou mentir, mas aquelas mãos fortes me excitaram um pouco. E meus peitos tavam durinhos... e minha buceta começou a ficar molhada...
Ouvi ele falando bem baixinho, mas eu não sou trouxa...
"Que vontade de comer essa mina, ela tá desesperada, quer pica. Dá pra ver que essa raba pede uma boa fodida... cala a boca, gordo punheteiro, corta essa."
O Juan tirou uns sanduíches, uma coca e um fernet das mochilas.
Eu tava com muita sede, tomei bastante fernet. Quando ele me passou o baseado, falei que não. Tava afim, mas o Gonza não fumava e só tomava coca.
"Viu, você se liga e não é do rolê. Depois de comer, eu fumo", falei.
Então a gente comeu uns sanduíches, tomou uns fernets. Ficamos trocando piadas, histórias... o tempo passou voando e éramos só nós. Tava super feliz. Chovia pra caralho e fazia frio. Sem dúvida, o Juan queria me comer!
"Agora vamos cumprir a promessa", o Juan fala. E me passa um baseado brabo.
"Toma, Agus. Eu mesmo cultivo há anos... Deixa você doida. Dá um barato muito louco."
"Agus, Agus, Agus!" os dois gritavam.
Fiquei muito doida!!! E super desinibida! Tavam tocando Babasónicos, que eu amava, e eu peguei a maionese como se fosse um microfone e comecei a cantar. Ah, sim, tô olhando pra sua namorada, ela me esquenta, e daí? Como aperta a bunda a amiguinha da sua irmã! Me sujei a mão toda de maionese. Com a maior cara de puta, mandei um fuck you pra eles e devagar chupei meu dedo como se fosse uma rola. Os caras ficaram sérios, não acreditavam no que tavam vendo. Limpei a maionese com a língua, como se fosse uma pica boa. O gordo tava se tocando no volume, e também vi que a rola do Gonzalo tava endurecendo. Chega, Agus, pensei… você tá muito puta! Vamos, galera, falta mil pra San Luis. Voltamos pra estrada. Tava chapadassa. E muito feliz… Aí a gente vinha cantando, Juan de vez em quando passava a mão em mim. Paramos pra abastecer. Fui no banheiro e troquei de camiseta (botei uma que dizia fuck me. Os bicos dos peitos explodiam naquela camiseta, pareciam dois campainhas.) …mas fiquei com o short que mostrava metade da bunda… parecia uma acompanhante de primeira. O cara do posto praticamente me comeu com o olhar. Deu instruções pros caras: chegando na placa que diz 50 km pra San Luis, virar na rota interprovincial porque tinha inundação no caminho que a gente ia pegar… Seguimos viagem… a gente vinha feliz cantando Babasónicos, Juan preparou um fernet, gozava, dirigia mas não bebia, eu tava exagerada, tomei fernet e dei mais uns tragos no baseado… tipo 2 da manhã, vimos a placa de San Luis e eu dei um abraço enorme no gordo. Ele passou a mão na minha bunda toda, e eu apertei todos os peitos dele no peito. Viramos na rota interprovincial, tava tudo escuro. Não se via nada, caminhões passavam em alta velocidade, deu muito medo como a Berlingo balançava, e pra piorar, de repente começou a cair granizo forte. Acabou toda a diversão e a gente se assustou pra caralho. A rota tá muito perigosa, vamos ter que parar um bom tempo, ele falou pela primeira vez com Voz séria. Disse Gonzalo.
Só mato e escuridão era o pouco que dava pra ver…
O Juan tava bem bebado. Gritava: para! para! para! …..
— Si, Gonza, para pelo amor de Deus, tô com medo — falei.

No meio do mato tinha uma entrada tipo porteira, o Juan desceu correndo, abriu e entramos até debaixo de um salgueiro gigante, tinha um abrigo bem seguro.
O Gonza desligou a caminhonete pra economizar.
Completamente no escuro, só iluminava pelos relâmpagos.
Bem assustada, o Juan me abraçou e disse que eles cuidavam de mim, que eu não tivesse medo… Eu me acalmei.
A gente se posicionou de novo na parte de trás da Berlingo, cabia nós três de boa.

Não se vê porra nenhuma — falei.
— Duas bucetas é melhor que uma — disse o Juan, todo doido.
Me fiz de surda… O Gonza acendeu uma lanterninha de emergência que, obviamente, apontou pra mim. (Só iluminava meu corpo.) …
— Me passa teu cobertor, Agus.
— Não trouxe, não pensei que ia fazer tanto frio.
— Me empresta um moletom, Gonza.
— Toma, pega esse vermelho…

— Não olhem, galera! — Me virei de costas e, empinando bem a raba, tirei a regatinha e, antes de vestir, me virei tampando os peitos e falei pro Gonza: — Nossa, esse moletom é gigante.
— Veste logo ou fica pelada. É o que tem!

Fiz biquinho com minha boquinha (com a carinha mais de chupar rola que vocês podem imaginar) e vesti o moletom. Ficou enorme, as tetas balançando soltas… Fiquei super pornô. Tirei os tênis e, pra completar, subi o shortinho bem pra cima, deixando as nádegas escaparem. Fiquei com a bunda toda pra fora e o short enfiado no rabo.

Me coloquei no meio dos caras e falei, com voz de menininha:
— Vocês se importam se eu ficar mais confortável? — deixando à mostra toda minha bundinha branca. (Sim, literalmente enfiei o short na buceta. Tava com a raba toda pra fora. Um espetáculo.)

(Imagina isso… meias brancas com um shortinho jeans bem apertado e um moletom vermelho gigante, sem sutiã.)
Tava muito pornô. Colocando tudo. Em cima, o Gonza pendurou a luz de emergência num ganchinho do teto que só iluminava eu... só dava pra ver minha carinha e meu corpo, que já tava me traindo.

Bom, dividimos os cobertores.

AGUS, vem pra cá no meio... disse o Juan... aqui você vai ficar bem quentinha...

E foi assim que fiquei. No meio dos dois homens casados que quase tinham o dobro da minha idade... com várias jarras de fernet e uma excitação do caralho que me traía feio (sete meses sem uma boa rola me penetrar, imaginem, eu era uma chaleira fervendo). Sete meses sem transar!!!!

O Juan me abraçava, passava a mão na minha barriguinha e me incentivava a descer um pouco também. Já sem vergonha nenhuma.

De um segundo pro outro, tudo mudou de repente.

O Gonzalo passou a ter o controle.

— Gente, quero relaxar um pouco! Dirigi oito horas e aconteceu de tudo... agora quero fumar um baseado — falou, enquanto tirava uma garrafa de vodka Smirnoff da mochila.

Vamos nos divertir um pouco... bora jogar alguma coisa.

— Siiiiiiii!!!!!! — gritei eufórica!!! — Vamos jogar!!! Quero me divertir! — falei, pulando com as tetinhas balançando.

— Vamos jogar verdade ou desafio! (Já tava entregue demais!). (Tava com uma excitação que nem conseguia pensar, só tinha uma ideia na cabeça).

(Obrigada por chegar até aqui, prometo que a segunda parte começa com tudo e é bem pesada. Aceito sugestões e críticas pra segunda e última parte. Beijos x 1000.)

Continua...

17 comentários - Aos 19, fui ver o índio com 2 homens casados

genial relato, aca de monte grande.. ricotero, si te va... jajajja
Uff esperando la 2da parte imagino que te destrozaron
¿Tanto para nada? bueh, ojalá el 100% de la parte II tenga sexo.
Ojalá que en la segunda parte te cojan sin forro y te llenen todos tus agujeros de leche
Me encanta la mujer calientapijas y que se da cuenta al instante, cuando nos excita
Demasiado LARGOOOO... esta bien contar la historia pero sin aburrir en el intento...
QUEIMP
Me encantó, espero la segunda parte, voy siempre a ver los fundamentalistas..
Ufff como me gustan tus relatos bien detallados SOS una genia van 10 espero la segunda parte no aaa esperar mucho por favor jjaja