Meu sogrão 2

Aqui está a segunda parte da desvirginada do meu sogrão. Depois da nossa primeira transa, eu e meu sogro continuamos nossos encontros, cada vez mais intensos. Comecei a trabalhar no negócio dele depois da escola, então a gente ficava cada vez mais junto. Em dezembro, a vontade já tava mais forte do que antes, e o desejo nos deixava tão ansiosos que eu me masturbava só de ouvir a voz dele ou sentir o cheiro que me excita e me deixa toda molhada. Todo dia ele vinha almoçar comigo, e aí a gente começava a brincadeira.

Um dia daquele mês, meus hormônios tavam a mil, e eu sonhei que a gente tava transando gostoso e pesado. Então a gente conversou e decidiu dar um role fora da cidade. No fim de semana, falei pro meu pai que ia com meu namorado, e ele disse que ia cuidar da minha avó, mas que ia ficar estudando porque tava de recuperação. Meu sogro ia pescar todo fim de semana, então ninguém desconfiou. Compramos comida no caminho e saímos da cidade. Chegamos num lugar parecido com um sítio, meio deserto, com árvores e um ar fresco, mas com uma vista linda da natureza. Estacionamos o carro na beira da estrada e descemos pra comer, conversar e rir de tudo que a gente já tinha passado e do tesão que nasce quando a gente se vê de perto e não pode fazer nada.

Depois de comer, vimos um terreno na nossa frente, bem alto, e meu sogro quis subir. Começamos a andar e deixamos o carro onde a gente comeu. Eu tava vestida com uma minissaia vermelha e uma camisa branca, e por baixo uma calcinha preta quase transparente. Chegamos numa parte alta do terreno e, quando paramos, começamos a nos beijar. Passei a mão no pau dele, que já tava duro, e ele apalpou meus peitos e minha bunda, enquanto com a outra mão ele tocava toda a minha bucetinha já molhada e louca pra ser penetrada. Ele foi abaixando minha calcinha, e eu puxei o pau dele pra fora. Mas quando ele ia me meter, vimos alguém se aproximando. Aí a gente só se vestiu e... Descemos pro carro, mas não dava pra deixar aquilo pela metade, então quando chegamos na casinha que eu tinha alugado, acariciei ele pra ele saber que eu queria que ele me comesse e me desse duro. Ele puxou o pau duro, me pegou pelo cabelo e me fez chupar ele, enquanto me tocava até me fazer gemer com o movimento dos dedos dele, que pareciam fazer mágica me pegando. Ele gozou e encheu minha boca com o leite dele, que tinha um gosto provocante que me excita. Não sei quantas gozadas eu tive quando ele terminou. Ficamos como coelhos, transando o fim de semana inteiro. Quando voltamos pra cidade e ele me deixou perto de casa, me disse que eu tinha que fazer aquilo com o corno do meu filho. Só ri e fui embora, rebolando a raba enquanto saía. Mas naquele dia eu tava cansada. No fim da tarde, meu namorado chegou pra me ver, e no dia seguinte, como sempre, fui ver meu sogrão. Ele tava com tesão, perguntei, e ele só fechou a persiana do negócio, colocou uma cadeira e sentou. Eu sentei em cima dele, porque queria sentir o pau bem dotado dele, todo duro, enquanto eu roçava e ele me tocava. Queria tocar ele, chupar ele e fazer ele gemer, mas tinha esquecido um detalhe: eu sou a submissa dele. Então, mesmo sem muito tempo, abaixei a calcinha, pronta pra sentar nele e sentir a glória, mas ele queria ver meu corpo pelado. Tirei toda a roupa e caminhei até ele de forma provocante, sentando no pau bem dotado dele. Ele me segurou pelos quadris pra ditar o ritmo que ele queria, enquanto me fazia gemer intensamente. Ele se levantou, me colocou de joelhos contra a cadeira, de quatro, me puxou pelo cabelo e me penetrou bem forte. Eu gritava de tanto prazer, e ele me dava umas palmadas que cada vez eu sentia mais gostoso, até me fazer gozar uma vez e outra. Mudamos de posição e ele me deitou, me penetrando enquanto eu envolvia ele com meus pés nas costas dele. Tive mais dois orgasmos e ele gozou. Ele me ajudou a levantar, nos vestimos, abrimos o negócio e começamos a trabalhar, mas eu tava exausta e satisfeita porque ele tinha me comido. Da forma mais única que ele pode fazer... Desde que a gente experimentou ser infiel com ele, foi a coisa mais excitante que eu já curti! E bom, tenho que me organizar com meu namorado pra contar pra ele que tô esperando um filho que na verdade é do irmão dele, mas fazer o quê, isso é na parte 3.

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