Meu nome é Viviana, tenho 1,66m, sou magra, com peitões e uma "bunda espetacular". Já tinha passado mais de um ano desde que o Gastón me comeu na casa humilde dele. Eu tinha 30 anos, meu marido 31 e meu filho 6 (sei que vocês ficam com tesão sabendo que sou casada e tenho um filho, por isso vou contar a idade que a gente tinha em alguns relatos). Bom... estava voltando do escritório do meu pai em CABA (vou omitir o endereço por razões óbvias). Parei no sinal, olhei pro lado e vi dois catadores revirando umas sacolas. Vê-los ali, mexendo no lixo, fez eu sentir um formigamento na minha buceta. Estacionei meu carro na quadra seguinte e voltei a pé até onde eles estavam. Achei que já tinham ido embora, mas estavam lá, tirando uns papéis, garrafas, papelões, etc. Fiquei olhando por alguns segundos, pra ver como eram fisicamente e, se fossem bonitos, procuraria ter contato com eles. Um era alto, bonito, vestindo uma camiseta branca suja, calça jeans e tênis, um moreno lindo. O outro, em compensação, era baixo, meio gordo e muito feio, vestindo uma camiseta amarela, bermuda do River Plate e chinelos. Me aproximei e disse...
Eu — Boa tarde, meninos. Na empresa onde trabalho tem muito papelão que pode ser útil pra vocês, amanhã venham mais ou menos nesse horário que eu faço vocês entrarem pra pegar. Uma vez por mês a gente descarta muitos quilos. Perguntei os nomes deles, o bonito se chamava Ricardo e o feio, Nicolas. Anotei o endereço num papel e dei pra eles. Anotei os nomes deles num papel pra dar pro segurança da empresa. Cumprimentei o Ricardo com um beijo na bochecha, colocando uma das minhas mãos no ombro dele, pra ele ganhar confiança. O Nicolas também cumprimentei com um beijo na bochecha, mas sem tocar nele. No dia seguinte, o segurança da empresa me ligou dizendo que Ricardo e Nicolas estavam lá embaixo. Disse que já descia. Eu estava vestida com uma calça social preta, blusa branca e paletó da mesma cor da calça (roupa de executiva), tinha o... Cabelo preso e batom vermelho (Como toda uma senhora direitinha 😏) Eu, para o segurança - Pode ir, eu guio eles. Segurança - Tem certeza, Arquiteta? Eu - Sim, sem problema. Disse sorrindo. Eu, para Ricardo e Nicolas. - Sigam-me, por favor. Caminhei à frente pelo corredor da empresa onde estavam as caixas de papelão. Supus que enquanto caminhava eles estavam olhando minha bunda, já que a calça social era bem justa, até acho que marcava o fio dental. Deixei eles lá, juntando as caixas, e voltei para meu escritório. Depois de 10 minutos voltei para ver como estavam. Grande foi minha surpresa ao ver Ricardo juntando as caixas, sozinho. Eu - E seu colega? Ricardo - Teve que ir ajudar a mãe dele. Levo isso para o carro e vou embora, obrigado. "Que bom, o estorvo foi embora" pensei. Eu - Pronto, leva isso e vem aqui que tenho que te dizer uma coisa. Meu futuro amante levou as caixas para fora e o esperei no corredor. Eu - Bom, amanhã vamos ter mais, então vem, mas vem sozinho porque não vou poder deixar os dois entrarem (Obviamente isso era mentira. Eu sou a dona, posso deixar entrar quem eu quiser). Mas vem você, não seu amigo. Ele me olhou surpreso, concordou com a cabeça e sorriu. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha. Nos olhamos por alguns segundos. A atração entre nós era forte. Tínhamos vontade de nos beijar, mas nenhum de nós teve coragem de dar esse passo. Levantei no dia seguinte às 6 da manhã, tomei banho e me vesti com um fio dental branco, bem enfiado na bunda, sutiã da mesma cor, saia azul, alguns centímetros acima do joelho, com zíper atrás, blusa de botões branca e casaco azul. O cabelo estava preso e optei por um batom rosa. Peguei minha bolsa com várias coisas, entre elas preservativos e um lubrificante anal. Queria que aquele macho me arrombasse o cu. Cheguei na minha empresa por volta das 9h30, cumprimentei o guarda de segurança e disse que hoje um dos garotos de ontem viria buscar caixas e papéis que estavam no meu escritório, que me avisasse quando chegasse. O guarda ele disse que tudo bem e eu fui para o meu escritório. Por volta das 14h30, o segurança me ligou para dizer que o Ricardo tinha chegado, mas sozinho. Eu, para o segurança: "Beleza, agora eu desço". Desci nervosa e excitada. Disse ao segurança que eu cuidava e fui com o Ricardo buscar as caixas. Íamos conversando sobre coisas que não vêm ao caso. Chegamos na sala das caixas e o garoto entrou para pegar o que tinha lá. Eu fiquei do lado de fora, olhando como ele fazia. Depois de alguns minutos, me certifiquei que ninguém estava vindo, tranquei a porta do corredor, voltei e entrei na sala com o jovem. Eu: "Te incomoda se eu ficar aqui?" Ricardo: "Não", me disse timidamente. Eu: "Quantos anos você tem?" Ricardo: "Tenho 19 anos." Eu: "Um bebê." O "bebê" ficou corado e continuou juntando as caixas, uma em cima da outra. Vi que ele tava com dificuldade para amarrar, porque elas ficavam se mexendo de um lado pro outro, então coloquei um dos meus pés (estava com sapatos de salto fino) em cima das caixas para que ele pudesse amarrar melhor. O garoto olhava minhas pernas de relance enquanto amarrav Pendejito. Então começamos a nos beijar desesperadamente, enquanto ele apertava minha bunda. Eu: "Vai me comer?" Ricardo: "Vou, toda, sua puta." Ele levantou minha saia, mas eu parei, disse que ali não, que me esperasse na esquina e em dez minutos eu iria. O garoto foi. Ajeitei minha saia, fechei os botões da blusa, coloquei o casaco, fui ao meu escritório cancelar compromissos e liguei pro meu marido pra dizer que chegaria tarde porque tinha que fazer compras. O corno não desconfiou de nada. Peguei meu carro e fui falar com o segurança... Eu, pro guarda: "Vou embora, só volto amanhã." Guarda: "Tá bom, Arquiteta." Eu: "O que o carro tá fazendo aí?" (Fazendo de desentendida) Guarda: "Ricardo deixou aí e saiu correndo." Eu: "Tá bom, guarda na garagem que ele com certeza volta pra buscar mais tarde." Dei a volta na esquina onde o Ricardo estava. Eu: "Vem, sobe." Ricardo: "Achei que você não viria e que só tava me enrolando..." Era lógico que ele pensasse isso, já que não é muito comum alguém da minha classe querer ter algo com um pobre. Soa classista, mas vocês sabem que é verdade. Pra onde a gente vai? Eu: "Pra um hotel, mas você paga." (Supus que ele não teria grana, então falei isso pra ele me convidar pra casa dele, pra poder realizar meu fetiche, que é transar com pobres nas casas deles, sem conforto nenhum) Ricardo: "Mas eu não tenho dinheiro." Eu: "Mora sozinho e onde?" Ricardo: "Moro com meus pais na favela... mas agora eles tão viajando." Eu: "Perfeito, me come na sua casa." Uma hora de viagem e chegamos a duas quadras da entrada da favela. Deixei meu carro estacionado e fomos a pé até a casa do Ricardo. Os vizinhos do cara me olhavam surpresos. Isso, longe de me incomodar, me deixava mais excitada e aumentava meu tesão. Finalmente chegamos na casa do Ricardo. Uma casa média, de madeira, num terreno bem grande, com boa vegetação, cercada por duas árvores enormes que davam bastante sombra. Do lado tinha uma igreja evangélica onde o pastor estava dando um sermão, gritando que nem um louco. Bom... entramos na casa, mais precisamente na cozinha e começamos a nos beijar. Eu tirei a camiseta dele, ele quis tirar meu casaco, mas eu disse não, que primeiro ele fosse lavar as mãos. Não suporto que sujem minha roupa. Esperei sentada numa cadeira com as pernas cruzadas até ele voltar.
Ricardo – Ufff, que pernas lindas.
Eu – Gosta?
Ele – Sii, muito.
O machinho tirou meu casaco e eu o detive de novo quando ele ia tirar minha blusa.
Eu – Ahh ahh, a blusa ainda não, primeiro quero chupar seu pau, falei com voz de safada. Ajoelhei-me na frente dele, abaixei o short e a cueca, passando a língua nos lábios. Saiu feito uma mola um pau de uns 20 centímetros, meio duro. Masturbei ele com uma mão, enquanto com a outra massageava suas bolas, até que ficou completamente duro. Peguei da minha bolsa uma régua que uso para trabalhar e medi. Um pênis lindo, de 19 centímetros, bem grosso, do jeito que eu gosto.
Meu brinquedo sexual do dia me perguntou se o tamanho estava bom. A pergunta me deu risada, mas respondi que estava ótimo, que praticamente cresceu um centímetro por ano (lembrem que ele tinha 19 anos). Passei a língua pelo comprimento do pau e o coloquei na boca, começando a chupar, metendo ele inteiro, masturbando, para depois enfiar de novo. Ricardo agarrou minha cabeça e me fodeu na boca selvagemente, enquanto gemia, me deixando ainda mais excitada. Engasguei com aquele falo enorme.
Tirei a blusa, o sutiã e comecei a fazer um boob fuck com os peitões herdados da minha mãe. Masturbava ele com meus peitos, olhando para ele e mordendo o lábio inferior com cara de safada. Parei de chupar seu pau, me levantei, o abracei apoiando meus peitos em seu peito e pedi que tirasse minha saia. Ele obedeceu, abaixou o zíper da saia e ela caiu no chão. Me coloquei em cima da mesa, pedindo que chupasse meus peitos. Pensei que ele iria direto para meus mamilos, como alguém inexperiente, mas não, primeiro ele apalpou meus peitos, para depois... beijá-las, finalmente lamber meus mamilos em círculos e chupá-los. Ele chupava um mamilo, depois o outro, parando alguns segundos para apertar meus peitos com as mãos, mas bem de leve. O pastor continuava aos gritos dando seu sermão sobre os pecados capitais. Eu — Esse pastor grita mais que eu no sexo. Ricardo — É, toda quinta eles se reúnem, disse antes de voltar a chupar meus peitos. Soltei um gemido de prazer, e não era pra menos, já que Ricardo estava fazendo um bom trabalho. Ricardo — Você gosta? Eu — Sim, meu amor, tirando minha calcinha. Tirei meu peito direito da boca dele, perguntei onde ficava seu quarto, peguei a caixa de preservativos e fomos até lá. Entramos, um quarto pequeno, com uma cama de casal, um criado-mudo e uma TV pequena. Deitamos na cama, começamos a nos beijar, Ricardo acariciava minhas pernas torneadas e passou a me masturbar, esfregando minha buceta e enfiando os dedos. Eu — Chupa minha buceta, macho. Abri bem as pernas e o macho começou a comer minha buceta, percorrendo minha xota com a língua, sem deixar um único lugar sem lamber. Provocando alguns gemidos em mim. Enlouqueço de prazer quando comem minha buceta. Olhei para meu homem com cara de puta, mordendo meu lábio inferior. Eu — Não para, ahhh sii ahh. Que gostoso!!! Ricardo chupava, lambia com desespero minha buceta depilada, de ponta a ponta, chupando meu clitóris em círculos me provocando um prazer enorme. Eu — Ayyy que delícia, filho da puta. disse ao sentir seus dedos dentro de mim. Eu — Me fode, papi, não aguento mais, quero você dentro de mim. Antes de colocar a camisinha, beijei seu pescoço, seguindo pelo torso, sua cintura, chupei suas bolas alguns segundos, colocando um testículo na boca, depois o outro. Coloquei o preservativo, subi em cima dele, colocando a ponta do seu pau na entrada da minha xota, e me deixei cair. Soltamos um gemido em uníssono e comecei a mover meus quadris rapidamente, para frente e para trás. Usei os gritos do pastor dando seu sermão para camuflar meus gritos de prazer. Eu - Ahhh, siim ahhh ahhh mmm ahhh. Mover meus quadris em círculos, voltei a rebolar o bumbum para frente e para trás, olhei para meu amante e seu rosto estava em êxtase, com os olhos fechados e a boca entreaberta. Soltei meu cabelo jogando o celular no chão, comecei a pular em cima do meu homem, meu amante do dia, que eu ia dispensar, dizendo para ele não me procurar nunca mais. Meus peitos e cabelo se mexiam, enquanto eu pulava de cavalinho em cima do Ricardo. Dava para ouvir o som da minha bunda batendo nele. Que delícia é o sexo, sua puta do caralho!!! Pastor evangélico - A terra do pecado e da fornicação. Será que ele estava falando de Sodoma e Gomorra? Não importa. Nunca foram ditas palavras tão apropriadas, já que na casa ao lado havia uma mulher casada, com um filho pequeno, fornicando e sendo infiel ao marido com um homem 11 anos mais novo que ela. Virei de costas para o cara e continuei cavalgando ele mais um pouco, até que não aguentei mais e saí de cima dele, ficando de conchinha. Ele entendeu muito bem o que eu queria, se posicionou atrás de mim, abriu minhas pernas e começou a me comer de ladinho. Ele apertava meus peitos, mas como suas mãos eram pequenas e meus peitos grandes, ele não conseguia cobri-los por completo. Ele falava coisas no meu ouvido, que eu não consegui escutar, por causa dos gritos do pastor dando o discurso e os meus de prazer. Eu - Ahh siim ahh, não para ahh. Ayy senhor Jesus Cristo, que prazer!!! (Isso eu falei instigada pelo pastor) Nem meu marido me fode tão bem quanto você, cara!!! Ele continuou me comendo de ladinho por alguns minutos, até que eu pedi para mudar. Eu - Missionário!!!, eu disse gritando. Estava com muita sede, então fui até a cozinha tomar um pouco de água, voltando rapidamente para o quarto. Deitei de costas e o Ricardo em cima de mim, movia seu quadril enquanto eu acariciava suas costas e ia descendo até sua bunda, apertando uma nádega com cada mão. Ambos estávamos encharcados de suor. Eu - Faz o anal!!! Vai na minha bolsa que lá tem um lubrificante. Ricardo foi embora e eu fiquei esperando deitada de bruços, com as pernas abertas, pronta para ser fodida. Ricardo — Que rabo!!! Depois de chupar meu cu, ele passou o lubrificante e foi enfiando o pau no meu ânus. Finalmente entrou, deitou em cima de mim e começou o vai e vem. Aquela mistura maravilhosa de prazer e dor, característica do sexo anal. Meu orgasmo era iminente. O pastor tinha parado de gritar, então eu também tive que segurar meus gritos de prazer. E gozei, simplesmente, meu corpo não aguentou mais e eu vim num orgasmo que fez minhas pernas tremerem. Um orgasmo maravilhoso. Ricardo tinha saído de cima de mim e ficou me olhando, se masturbando vendo meu corpo tendo aquele orgasmo extremamente prazeroso. Me surpreendeu ele não ter gozado, mas não ia deixá-lo assim. Me ajoelhei na frente dele, tirei a camisinha, chupei seu pau e ele gozou em segundos na minha boca, engolindo sua porra jovem. Eu — Cadê o banheiro? Ricardo apontou, peguei minha presilha de cabelo no chão, fui e antes de entrar no banheiro procurei minha maquiagem para retocar. Entrei no banheiro, sequei o suor com uma toalha, limpei minhas partes íntimas com papel higiênico. Fui até a cozinha buscar minhas roupas. Pensei em me trocar lá e ir embora, mas precisava esclarecer algumas coisas com o moleque. Eu — Não quero que você volte na minha empresa, você, nem muito menos seu amigo. Ricardo — Por quê? Eu — Porque eu estou dizendo. O que aconteceu entre você e eu foi uma tarde de prazer que não vai se repetir. Entendeu? Ricardo — Sim. O que fiz para ele ver minha bunda pela última vez foi... coloquei meu fio dental e minha saia dando as costas para ele. Depois fiquei de frente para ele ver meus peitos, coloquei o sutiã, a blusa (colocando dentro da saia), o casaco, amarrei o cabelo, os sapatos de salto, dei um beijo de despedida na boca dele e fui embora. Quando saía, só se ouvia o barulho dos meus sapatos. Fui até meu carro, no caminho recebi vários elogios, alguns safados e outros "normais". Olhei um pouco o bairro e havia casas, precárias (Como (a do Gastão) e outras bem feitas. Na saída tinha uma senhora, uns 50 anos, gordinha, mas bonita de rosto, anotando algo em uns papéis. Me aproximei dela e perguntei...
Eu - Você é assistente social?
Ela - Sim. E você? - me perguntou me olhando de cima a baixo, surpresa. Acho que se surpreendeu me vendo bem vestida, porque sim, minhas roupas são caras.
Eu - Não, eu não, mas gosto de ajudar as pessoas. Te deixo meu número e se algum dia você for a alguma favela, me liga e eu te acompanho.
Ela - Tá bom - pegando o papel com meu número de telefone anotado.
Graças a essa assistente social tive várias experiências sexuais com gente de baixa renda, mas é claro, ela nunca descobriu minhas verdadeiras intenções.
Nunca mais vi o Ricardo (sei que na manhã seguinte depois que transamos ele foi só buscar o carro dele), mas quem eu voltei a ver foi o amigo dele.
Me cruzei com ele perto de uma das estações do trem Belgrano norte. O filho da puta estava me seguindo, acelerei o passo, mas ele me alcançou.
Aviso que era umas 21:00, era uma rua vazia, bem escura. Ele se aproximou e me disse para não gritar, que tinha uma faca.
Eu - Não me faz nada, por favor, tenho um pouco de dinheiro.
Ele - Não quero grana, puta, você já sabe o que eu quero.
Acho que o Ricardo contou que a gente se pegou, e agora que me lembro, eu nunca disse pro Ricardo não contar pra ninguém, e mesmo se tivesse dito não garante que ele me obedecesse.
Enquanto isso tudo, conto pra vocês que eu estava vestida com uma calça jeans justa, calcinha fio-dental branca, blusa com botões da mesma cor e sutiã branco.
Ele me levou pra um canto, margeando os trilhos, num lugar bem iluminado, apesar de cercado por vegetação que escondia um pouco o que a gente ia fazer.
Atrás tinha um muro e mais atrás dava pra ver os trilhos do Belgrano. Ele não era muito inteligente, senão me teria levado pra um lugar mais escuro, ou talvez quisesse ver o que fazia.
Eu - Me solta por favor, me deixa ir.
Ele - Cala a boca, puta, não me deixa mais irritado com você.
Acho que ele estava irritado porque eu tinha transado com Ricardo, mas não com ele. Não podia me culpar, Ricardo era bonito, mas ele era realmente muito feio. Se uma garota ler esse relato vai me entender. Ele desabotoou minha blusa (agradeço que não tenha rasgado), tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos desesperadamente, um e depois o outro. O medo que sentia se transformou em prazer e soltei um gemido. Ele: "Tá gostando, não é, putinha?" Não disse nada. O estuprador quis me beijar na boca, mas virei o rosto, o que o deixou bravo e ele mostrou a faca, me assustando e não tive outra opção a não ser beijar aquele homem tão feio. Ele me beijou nos lábios, mas eu os mantive fechados. Ele: "Colabora, gostosa. Abre a boca." Queria que tudo acabasse, então colaborei, abrindo meus lábios. Nos beijamos, enquanto ele enfiava a língua na minha boca. Ele tinha um bafo de cerveja que me dava nojo. Por instinto, levei minha mão até a virilha dele, apalpando um pau curto. Meu toque fez ele baixar a guarda e tentei escapar, mas sem sucesso. Ele: "Vai ter que engolir meu pau, sua puta de merda." Eu: "Eu chupo, mas depois me deixa ir, por favor, te imploro." Ele: "Ajoelha e me mama!!!" Fiz o que ele mandou, me ajoelhei, abaixei sua calça e chupei seu pau. Um pau de uns 15 centímetros, mas bem grosso, com um gosto de sujeira, parecia que o porco não tomava banho há dias. Ele: "Chupa minhas bolas", disse gemendo. Lambi suas bolas, coloquei na boca, tirei, passei a língua no pau e o coloquei de novo na boca. É incrível, mas estava ficando excitada. Masturbei ele e o coloquei de novo, chupei suas bolas, assim, alternando entre chupar seu falo e seus testículos. Eu: "Que pau gostoso você tem!!!" Ele: "Gostou?" Eu: "Adorei!!!" Comecei a masturbá-lo com a boca aberta, disposta a fazê-lo gozar engolindo sua porra, em parte porque eu queria e em parte para que ele me deixasse ir rápido. Ele: "Levanta, que vou te comer." Eu: "Não!!! Isso não, não estou com camisinha." Ele me ameaçou de novo com a faca, colocando-a perto do meu rosto. Ele - Desce logo!!! Nada mais importava, desci minha calça, a calcinha, me inclinei pra frente apoiando as mãos nas minhas pernas. O feio começou a chupar minha bunda e minha buceta, arrancando alguns gemidos de prazer. Ele se levantou, enfiou em mim, me agarrando pela cintura e começou a me foder rapidamente. Enquanto se ouvia minha bunda batendo contra a pelve dele. Ambos estávamos gostando, gemendo devagar pra não fazer barulho. No tempo que estávamos lá o trem já tinha passado duas vezes, o mesmo trem que eu tinha que pegar pra voltar, já que meu carro estava no conserto. Eu - Ahh ahh, siim ahhh Papi si sii mmm papi sii ahh Ele - Você gosta, putinha? Eu - Sim, muito... buceta. Vou gozar papi vou gozar. E gozei num orgasmo intenso. Ele continuou me comendo, com movimentos suaves, até que acelerou, o que me deu a entender que ele ia gozar. Eu - Goza fora, por favor, te imploro. Por sorte ele me obedeceu, tirou de mim. Me virei e vi a porra dele caindo no chão, uma quantidade grande de esperma saiu dos ovos dele. Me abaixei e chupei o pau dele com vestígios de porra. Umas gotas de gozo caíram nos ovos dele. Passei a língua pra limpar. Ele subiu a calça, ajeitou a roupa. Ele - Obrigado. Me agradeceu como se eu tivesse dado água. Eu - De nada. Ele foi embora e eu fiquei uns segundos me limpando e ajeitando a roupa, quando saí de lá dois homens me viram. Caminhei uns metros, me virei e os vi revirando o lugar onde eu estava. Será que perceberam que estávamos transando? Talvez sim, porque a poucos metros vi o Nicolas se afastando, e pela distância em que estávamos os quatro, esses homens tranquilamente poderiam tê-lo visto saindo de onde eu estava. O trem vinha, então corri pra pegá-lo e por sorte consegui. Durante a viagem lembrava do que tinha acontecido e não pude evitar de rir. "Isso me acontece por ser puta", pensei. O Nicolas também nunca mais vi. Duas semanas depois a assistente social me ligou pra dizer se eu a acompanhava na favela... Será que eu disse e aí? Isso vocês vão descobrir no próximo relato. Um abraço da "Rubiainfiel
Eu — Boa tarde, meninos. Na empresa onde trabalho tem muito papelão que pode ser útil pra vocês, amanhã venham mais ou menos nesse horário que eu faço vocês entrarem pra pegar. Uma vez por mês a gente descarta muitos quilos. Perguntei os nomes deles, o bonito se chamava Ricardo e o feio, Nicolas. Anotei o endereço num papel e dei pra eles. Anotei os nomes deles num papel pra dar pro segurança da empresa. Cumprimentei o Ricardo com um beijo na bochecha, colocando uma das minhas mãos no ombro dele, pra ele ganhar confiança. O Nicolas também cumprimentei com um beijo na bochecha, mas sem tocar nele. No dia seguinte, o segurança da empresa me ligou dizendo que Ricardo e Nicolas estavam lá embaixo. Disse que já descia. Eu estava vestida com uma calça social preta, blusa branca e paletó da mesma cor da calça (roupa de executiva), tinha o... Cabelo preso e batom vermelho (Como toda uma senhora direitinha 😏) Eu, para o segurança - Pode ir, eu guio eles. Segurança - Tem certeza, Arquiteta? Eu - Sim, sem problema. Disse sorrindo. Eu, para Ricardo e Nicolas. - Sigam-me, por favor. Caminhei à frente pelo corredor da empresa onde estavam as caixas de papelão. Supus que enquanto caminhava eles estavam olhando minha bunda, já que a calça social era bem justa, até acho que marcava o fio dental. Deixei eles lá, juntando as caixas, e voltei para meu escritório. Depois de 10 minutos voltei para ver como estavam. Grande foi minha surpresa ao ver Ricardo juntando as caixas, sozinho. Eu - E seu colega? Ricardo - Teve que ir ajudar a mãe dele. Levo isso para o carro e vou embora, obrigado. "Que bom, o estorvo foi embora" pensei. Eu - Pronto, leva isso e vem aqui que tenho que te dizer uma coisa. Meu futuro amante levou as caixas para fora e o esperei no corredor. Eu - Bom, amanhã vamos ter mais, então vem, mas vem sozinho porque não vou poder deixar os dois entrarem (Obviamente isso era mentira. Eu sou a dona, posso deixar entrar quem eu quiser). Mas vem você, não seu amigo. Ele me olhou surpreso, concordou com a cabeça e sorriu. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha. Nos olhamos por alguns segundos. A atração entre nós era forte. Tínhamos vontade de nos beijar, mas nenhum de nós teve coragem de dar esse passo. Levantei no dia seguinte às 6 da manhã, tomei banho e me vesti com um fio dental branco, bem enfiado na bunda, sutiã da mesma cor, saia azul, alguns centímetros acima do joelho, com zíper atrás, blusa de botões branca e casaco azul. O cabelo estava preso e optei por um batom rosa. Peguei minha bolsa com várias coisas, entre elas preservativos e um lubrificante anal. Queria que aquele macho me arrombasse o cu. Cheguei na minha empresa por volta das 9h30, cumprimentei o guarda de segurança e disse que hoje um dos garotos de ontem viria buscar caixas e papéis que estavam no meu escritório, que me avisasse quando chegasse. O guarda ele disse que tudo bem e eu fui para o meu escritório. Por volta das 14h30, o segurança me ligou para dizer que o Ricardo tinha chegado, mas sozinho. Eu, para o segurança: "Beleza, agora eu desço". Desci nervosa e excitada. Disse ao segurança que eu cuidava e fui com o Ricardo buscar as caixas. Íamos conversando sobre coisas que não vêm ao caso. Chegamos na sala das caixas e o garoto entrou para pegar o que tinha lá. Eu fiquei do lado de fora, olhando como ele fazia. Depois de alguns minutos, me certifiquei que ninguém estava vindo, tranquei a porta do corredor, voltei e entrei na sala com o jovem. Eu: "Te incomoda se eu ficar aqui?" Ricardo: "Não", me disse timidamente. Eu: "Quantos anos você tem?" Ricardo: "Tenho 19 anos." Eu: "Um bebê." O "bebê" ficou corado e continuou juntando as caixas, uma em cima da outra. Vi que ele tava com dificuldade para amarrar, porque elas ficavam se mexendo de um lado pro outro, então coloquei um dos meus pés (estava com sapatos de salto fino) em cima das caixas para que ele pudesse amarrar melhor. O garoto olhava minhas pernas de relance enquanto amarrav Pendejito. Então começamos a nos beijar desesperadamente, enquanto ele apertava minha bunda. Eu: "Vai me comer?" Ricardo: "Vou, toda, sua puta." Ele levantou minha saia, mas eu parei, disse que ali não, que me esperasse na esquina e em dez minutos eu iria. O garoto foi. Ajeitei minha saia, fechei os botões da blusa, coloquei o casaco, fui ao meu escritório cancelar compromissos e liguei pro meu marido pra dizer que chegaria tarde porque tinha que fazer compras. O corno não desconfiou de nada. Peguei meu carro e fui falar com o segurança... Eu, pro guarda: "Vou embora, só volto amanhã." Guarda: "Tá bom, Arquiteta." Eu: "O que o carro tá fazendo aí?" (Fazendo de desentendida) Guarda: "Ricardo deixou aí e saiu correndo." Eu: "Tá bom, guarda na garagem que ele com certeza volta pra buscar mais tarde." Dei a volta na esquina onde o Ricardo estava. Eu: "Vem, sobe." Ricardo: "Achei que você não viria e que só tava me enrolando..." Era lógico que ele pensasse isso, já que não é muito comum alguém da minha classe querer ter algo com um pobre. Soa classista, mas vocês sabem que é verdade. Pra onde a gente vai? Eu: "Pra um hotel, mas você paga." (Supus que ele não teria grana, então falei isso pra ele me convidar pra casa dele, pra poder realizar meu fetiche, que é transar com pobres nas casas deles, sem conforto nenhum) Ricardo: "Mas eu não tenho dinheiro." Eu: "Mora sozinho e onde?" Ricardo: "Moro com meus pais na favela... mas agora eles tão viajando." Eu: "Perfeito, me come na sua casa." Uma hora de viagem e chegamos a duas quadras da entrada da favela. Deixei meu carro estacionado e fomos a pé até a casa do Ricardo. Os vizinhos do cara me olhavam surpresos. Isso, longe de me incomodar, me deixava mais excitada e aumentava meu tesão. Finalmente chegamos na casa do Ricardo. Uma casa média, de madeira, num terreno bem grande, com boa vegetação, cercada por duas árvores enormes que davam bastante sombra. Do lado tinha uma igreja evangélica onde o pastor estava dando um sermão, gritando que nem um louco. Bom... entramos na casa, mais precisamente na cozinha e começamos a nos beijar. Eu tirei a camiseta dele, ele quis tirar meu casaco, mas eu disse não, que primeiro ele fosse lavar as mãos. Não suporto que sujem minha roupa. Esperei sentada numa cadeira com as pernas cruzadas até ele voltar.
Ricardo – Ufff, que pernas lindas.
Eu – Gosta?
Ele – Sii, muito.
O machinho tirou meu casaco e eu o detive de novo quando ele ia tirar minha blusa.
Eu – Ahh ahh, a blusa ainda não, primeiro quero chupar seu pau, falei com voz de safada. Ajoelhei-me na frente dele, abaixei o short e a cueca, passando a língua nos lábios. Saiu feito uma mola um pau de uns 20 centímetros, meio duro. Masturbei ele com uma mão, enquanto com a outra massageava suas bolas, até que ficou completamente duro. Peguei da minha bolsa uma régua que uso para trabalhar e medi. Um pênis lindo, de 19 centímetros, bem grosso, do jeito que eu gosto.
Meu brinquedo sexual do dia me perguntou se o tamanho estava bom. A pergunta me deu risada, mas respondi que estava ótimo, que praticamente cresceu um centímetro por ano (lembrem que ele tinha 19 anos). Passei a língua pelo comprimento do pau e o coloquei na boca, começando a chupar, metendo ele inteiro, masturbando, para depois enfiar de novo. Ricardo agarrou minha cabeça e me fodeu na boca selvagemente, enquanto gemia, me deixando ainda mais excitada. Engasguei com aquele falo enorme.
Tirei a blusa, o sutiã e comecei a fazer um boob fuck com os peitões herdados da minha mãe. Masturbava ele com meus peitos, olhando para ele e mordendo o lábio inferior com cara de safada. Parei de chupar seu pau, me levantei, o abracei apoiando meus peitos em seu peito e pedi que tirasse minha saia. Ele obedeceu, abaixou o zíper da saia e ela caiu no chão. Me coloquei em cima da mesa, pedindo que chupasse meus peitos. Pensei que ele iria direto para meus mamilos, como alguém inexperiente, mas não, primeiro ele apalpou meus peitos, para depois... beijá-las, finalmente lamber meus mamilos em círculos e chupá-los. Ele chupava um mamilo, depois o outro, parando alguns segundos para apertar meus peitos com as mãos, mas bem de leve. O pastor continuava aos gritos dando seu sermão sobre os pecados capitais. Eu — Esse pastor grita mais que eu no sexo. Ricardo — É, toda quinta eles se reúnem, disse antes de voltar a chupar meus peitos. Soltei um gemido de prazer, e não era pra menos, já que Ricardo estava fazendo um bom trabalho. Ricardo — Você gosta? Eu — Sim, meu amor, tirando minha calcinha. Tirei meu peito direito da boca dele, perguntei onde ficava seu quarto, peguei a caixa de preservativos e fomos até lá. Entramos, um quarto pequeno, com uma cama de casal, um criado-mudo e uma TV pequena. Deitamos na cama, começamos a nos beijar, Ricardo acariciava minhas pernas torneadas e passou a me masturbar, esfregando minha buceta e enfiando os dedos. Eu — Chupa minha buceta, macho. Abri bem as pernas e o macho começou a comer minha buceta, percorrendo minha xota com a língua, sem deixar um único lugar sem lamber. Provocando alguns gemidos em mim. Enlouqueço de prazer quando comem minha buceta. Olhei para meu homem com cara de puta, mordendo meu lábio inferior. Eu — Não para, ahhh sii ahh. Que gostoso!!! Ricardo chupava, lambia com desespero minha buceta depilada, de ponta a ponta, chupando meu clitóris em círculos me provocando um prazer enorme. Eu — Ayyy que delícia, filho da puta. disse ao sentir seus dedos dentro de mim. Eu — Me fode, papi, não aguento mais, quero você dentro de mim. Antes de colocar a camisinha, beijei seu pescoço, seguindo pelo torso, sua cintura, chupei suas bolas alguns segundos, colocando um testículo na boca, depois o outro. Coloquei o preservativo, subi em cima dele, colocando a ponta do seu pau na entrada da minha xota, e me deixei cair. Soltamos um gemido em uníssono e comecei a mover meus quadris rapidamente, para frente e para trás. Usei os gritos do pastor dando seu sermão para camuflar meus gritos de prazer. Eu - Ahhh, siim ahhh ahhh mmm ahhh. Mover meus quadris em círculos, voltei a rebolar o bumbum para frente e para trás, olhei para meu amante e seu rosto estava em êxtase, com os olhos fechados e a boca entreaberta. Soltei meu cabelo jogando o celular no chão, comecei a pular em cima do meu homem, meu amante do dia, que eu ia dispensar, dizendo para ele não me procurar nunca mais. Meus peitos e cabelo se mexiam, enquanto eu pulava de cavalinho em cima do Ricardo. Dava para ouvir o som da minha bunda batendo nele. Que delícia é o sexo, sua puta do caralho!!! Pastor evangélico - A terra do pecado e da fornicação. Será que ele estava falando de Sodoma e Gomorra? Não importa. Nunca foram ditas palavras tão apropriadas, já que na casa ao lado havia uma mulher casada, com um filho pequeno, fornicando e sendo infiel ao marido com um homem 11 anos mais novo que ela. Virei de costas para o cara e continuei cavalgando ele mais um pouco, até que não aguentei mais e saí de cima dele, ficando de conchinha. Ele entendeu muito bem o que eu queria, se posicionou atrás de mim, abriu minhas pernas e começou a me comer de ladinho. Ele apertava meus peitos, mas como suas mãos eram pequenas e meus peitos grandes, ele não conseguia cobri-los por completo. Ele falava coisas no meu ouvido, que eu não consegui escutar, por causa dos gritos do pastor dando o discurso e os meus de prazer. Eu - Ahh siim ahh, não para ahh. Ayy senhor Jesus Cristo, que prazer!!! (Isso eu falei instigada pelo pastor) Nem meu marido me fode tão bem quanto você, cara!!! Ele continuou me comendo de ladinho por alguns minutos, até que eu pedi para mudar. Eu - Missionário!!!, eu disse gritando. Estava com muita sede, então fui até a cozinha tomar um pouco de água, voltando rapidamente para o quarto. Deitei de costas e o Ricardo em cima de mim, movia seu quadril enquanto eu acariciava suas costas e ia descendo até sua bunda, apertando uma nádega com cada mão. Ambos estávamos encharcados de suor. Eu - Faz o anal!!! Vai na minha bolsa que lá tem um lubrificante. Ricardo foi embora e eu fiquei esperando deitada de bruços, com as pernas abertas, pronta para ser fodida. Ricardo — Que rabo!!! Depois de chupar meu cu, ele passou o lubrificante e foi enfiando o pau no meu ânus. Finalmente entrou, deitou em cima de mim e começou o vai e vem. Aquela mistura maravilhosa de prazer e dor, característica do sexo anal. Meu orgasmo era iminente. O pastor tinha parado de gritar, então eu também tive que segurar meus gritos de prazer. E gozei, simplesmente, meu corpo não aguentou mais e eu vim num orgasmo que fez minhas pernas tremerem. Um orgasmo maravilhoso. Ricardo tinha saído de cima de mim e ficou me olhando, se masturbando vendo meu corpo tendo aquele orgasmo extremamente prazeroso. Me surpreendeu ele não ter gozado, mas não ia deixá-lo assim. Me ajoelhei na frente dele, tirei a camisinha, chupei seu pau e ele gozou em segundos na minha boca, engolindo sua porra jovem. Eu — Cadê o banheiro? Ricardo apontou, peguei minha presilha de cabelo no chão, fui e antes de entrar no banheiro procurei minha maquiagem para retocar. Entrei no banheiro, sequei o suor com uma toalha, limpei minhas partes íntimas com papel higiênico. Fui até a cozinha buscar minhas roupas. Pensei em me trocar lá e ir embora, mas precisava esclarecer algumas coisas com o moleque. Eu — Não quero que você volte na minha empresa, você, nem muito menos seu amigo. Ricardo — Por quê? Eu — Porque eu estou dizendo. O que aconteceu entre você e eu foi uma tarde de prazer que não vai se repetir. Entendeu? Ricardo — Sim. O que fiz para ele ver minha bunda pela última vez foi... coloquei meu fio dental e minha saia dando as costas para ele. Depois fiquei de frente para ele ver meus peitos, coloquei o sutiã, a blusa (colocando dentro da saia), o casaco, amarrei o cabelo, os sapatos de salto, dei um beijo de despedida na boca dele e fui embora. Quando saía, só se ouvia o barulho dos meus sapatos. Fui até meu carro, no caminho recebi vários elogios, alguns safados e outros "normais". Olhei um pouco o bairro e havia casas, precárias (Como (a do Gastão) e outras bem feitas. Na saída tinha uma senhora, uns 50 anos, gordinha, mas bonita de rosto, anotando algo em uns papéis. Me aproximei dela e perguntei...
Eu - Você é assistente social?
Ela - Sim. E você? - me perguntou me olhando de cima a baixo, surpresa. Acho que se surpreendeu me vendo bem vestida, porque sim, minhas roupas são caras.
Eu - Não, eu não, mas gosto de ajudar as pessoas. Te deixo meu número e se algum dia você for a alguma favela, me liga e eu te acompanho.
Ela - Tá bom - pegando o papel com meu número de telefone anotado.
Graças a essa assistente social tive várias experiências sexuais com gente de baixa renda, mas é claro, ela nunca descobriu minhas verdadeiras intenções.
Nunca mais vi o Ricardo (sei que na manhã seguinte depois que transamos ele foi só buscar o carro dele), mas quem eu voltei a ver foi o amigo dele.
Me cruzei com ele perto de uma das estações do trem Belgrano norte. O filho da puta estava me seguindo, acelerei o passo, mas ele me alcançou.
Aviso que era umas 21:00, era uma rua vazia, bem escura. Ele se aproximou e me disse para não gritar, que tinha uma faca.
Eu - Não me faz nada, por favor, tenho um pouco de dinheiro.
Ele - Não quero grana, puta, você já sabe o que eu quero.
Acho que o Ricardo contou que a gente se pegou, e agora que me lembro, eu nunca disse pro Ricardo não contar pra ninguém, e mesmo se tivesse dito não garante que ele me obedecesse.
Enquanto isso tudo, conto pra vocês que eu estava vestida com uma calça jeans justa, calcinha fio-dental branca, blusa com botões da mesma cor e sutiã branco.
Ele me levou pra um canto, margeando os trilhos, num lugar bem iluminado, apesar de cercado por vegetação que escondia um pouco o que a gente ia fazer.
Atrás tinha um muro e mais atrás dava pra ver os trilhos do Belgrano. Ele não era muito inteligente, senão me teria levado pra um lugar mais escuro, ou talvez quisesse ver o que fazia.
Eu - Me solta por favor, me deixa ir.
Ele - Cala a boca, puta, não me deixa mais irritado com você.
Acho que ele estava irritado porque eu tinha transado com Ricardo, mas não com ele. Não podia me culpar, Ricardo era bonito, mas ele era realmente muito feio. Se uma garota ler esse relato vai me entender. Ele desabotoou minha blusa (agradeço que não tenha rasgado), tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos desesperadamente, um e depois o outro. O medo que sentia se transformou em prazer e soltei um gemido. Ele: "Tá gostando, não é, putinha?" Não disse nada. O estuprador quis me beijar na boca, mas virei o rosto, o que o deixou bravo e ele mostrou a faca, me assustando e não tive outra opção a não ser beijar aquele homem tão feio. Ele me beijou nos lábios, mas eu os mantive fechados. Ele: "Colabora, gostosa. Abre a boca." Queria que tudo acabasse, então colaborei, abrindo meus lábios. Nos beijamos, enquanto ele enfiava a língua na minha boca. Ele tinha um bafo de cerveja que me dava nojo. Por instinto, levei minha mão até a virilha dele, apalpando um pau curto. Meu toque fez ele baixar a guarda e tentei escapar, mas sem sucesso. Ele: "Vai ter que engolir meu pau, sua puta de merda." Eu: "Eu chupo, mas depois me deixa ir, por favor, te imploro." Ele: "Ajoelha e me mama!!!" Fiz o que ele mandou, me ajoelhei, abaixei sua calça e chupei seu pau. Um pau de uns 15 centímetros, mas bem grosso, com um gosto de sujeira, parecia que o porco não tomava banho há dias. Ele: "Chupa minhas bolas", disse gemendo. Lambi suas bolas, coloquei na boca, tirei, passei a língua no pau e o coloquei de novo na boca. É incrível, mas estava ficando excitada. Masturbei ele e o coloquei de novo, chupei suas bolas, assim, alternando entre chupar seu falo e seus testículos. Eu: "Que pau gostoso você tem!!!" Ele: "Gostou?" Eu: "Adorei!!!" Comecei a masturbá-lo com a boca aberta, disposta a fazê-lo gozar engolindo sua porra, em parte porque eu queria e em parte para que ele me deixasse ir rápido. Ele: "Levanta, que vou te comer." Eu: "Não!!! Isso não, não estou com camisinha." Ele me ameaçou de novo com a faca, colocando-a perto do meu rosto. Ele - Desce logo!!! Nada mais importava, desci minha calça, a calcinha, me inclinei pra frente apoiando as mãos nas minhas pernas. O feio começou a chupar minha bunda e minha buceta, arrancando alguns gemidos de prazer. Ele se levantou, enfiou em mim, me agarrando pela cintura e começou a me foder rapidamente. Enquanto se ouvia minha bunda batendo contra a pelve dele. Ambos estávamos gostando, gemendo devagar pra não fazer barulho. No tempo que estávamos lá o trem já tinha passado duas vezes, o mesmo trem que eu tinha que pegar pra voltar, já que meu carro estava no conserto. Eu - Ahh ahh, siim ahhh Papi si sii mmm papi sii ahh Ele - Você gosta, putinha? Eu - Sim, muito... buceta. Vou gozar papi vou gozar. E gozei num orgasmo intenso. Ele continuou me comendo, com movimentos suaves, até que acelerou, o que me deu a entender que ele ia gozar. Eu - Goza fora, por favor, te imploro. Por sorte ele me obedeceu, tirou de mim. Me virei e vi a porra dele caindo no chão, uma quantidade grande de esperma saiu dos ovos dele. Me abaixei e chupei o pau dele com vestígios de porra. Umas gotas de gozo caíram nos ovos dele. Passei a língua pra limpar. Ele subiu a calça, ajeitou a roupa. Ele - Obrigado. Me agradeceu como se eu tivesse dado água. Eu - De nada. Ele foi embora e eu fiquei uns segundos me limpando e ajeitando a roupa, quando saí de lá dois homens me viram. Caminhei uns metros, me virei e os vi revirando o lugar onde eu estava. Será que perceberam que estávamos transando? Talvez sim, porque a poucos metros vi o Nicolas se afastando, e pela distância em que estávamos os quatro, esses homens tranquilamente poderiam tê-lo visto saindo de onde eu estava. O trem vinha, então corri pra pegá-lo e por sorte consegui. Durante a viagem lembrava do que tinha acontecido e não pude evitar de rir. "Isso me acontece por ser puta", pensei. O Nicolas também nunca mais vi. Duas semanas depois a assistente social me ligou pra dizer se eu a acompanhava na favela... Será que eu disse e aí? Isso vocês vão descobrir no próximo relato. Um abraço da "Rubiainfiel
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