Lua de MelCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5026790/Terapia-Especial-Capitulo-I.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/5097667/Terapia-Especial-Capitulo-XIV.htmlEduardo estava de olhos arregalados ao ver que um cabelo loiro aparecia por baixo da toalha de mesa. Seu coração disparou ao não saber quem estava lhe fazendo aquele boquete, que o fazia tremer de prazer. Tentando não soltar nenhum gemido e não chamar atenção, ele foi mexendo a toalha devagar. Precisava fazer isso devagar, sem que ninguém desconfiasse de nada e continuassem na deles, cada segundo era uma tortura e ao mesmo tempo um delírio de prazer, ao imaginar a leve possibilidade de ser a April quem estava engolindo o pau dele.
Era justo que ele pudesse se divertir com aquela mulher gostosa e sensual, já que deixava a Romina brincar com o Tomás. Bem, na verdade seria um prêmio maravilhoso e inesperado, pensou Eduardo, com um sorriso. Quando finalmente levantou a toalha o suficiente para ver o rosto de quem estava chupando ele, ficou estupefato. Levou alguns segundos para reagir, enquanto seu queixo tremia.–“J.. Jo-Jo-Jo… Josefina”balbuciando, sem acreditar que o pau dele estava envolto pelos lábios da sobrinha.
A jovem manteve aquela tranca na boca, engolindo uma boa parte dela. Eduardo olhava para todos os lados ao redor, nervoso e ao mesmo tempo excitado, porque sua sobrinha sabia muito bem como devorar o pau dele. De qualquer forma, Josefina não ia soltar aquela rola, estava tão cachorra que, ao não ser atendida por Tomás e Benjamim — este último não deu atenção a ela, já que seus olhos se limitaram a admirar a Vicky —, recorreu ao último homem, aquele que sabia que tinha uma boa ferramenta e que ela já tinha comido.–“Uuuhh… Meu Deeeus”–Exclamei baixinho, jogando a cabeça pra trás, de tão bom que era sentir aquela boquinha. Josefina continuou no que tava fazendo, engolindo e puxando aquele pedaço como se fosse um rolinho que se desmanchava nos lábios dela. O gosto salgado mexia com as papilas gustativas dela, a dureza daquele tronco parecia impressionante, tanto que ela até queria morder com carinho. A garota, com as unhas, arranhava aqueles ovos que ficavam escondidos dentro da cueca.
Cada chupada que ela dava, aquela pica ficava mais dura e dava uns espasmos, era prova suficiente de que ele tava realmente curtindo. O que fazia aquela garota pensar era o próximo passo: se camuflar com ele e ir pro quarto, pra curtir uma transa daquelas. Uma que o corpo dela tava implorando, tanto que a buceta molhada dela escorria, molhando as coxas.–“Eduardo, você tá bem?”-pergunta Álvaro ao ver seu irmão se contorcendo na cadeira.–“Sss… Sim…”-(suspira, se endereça e baixa o olhar para onde está a sobrinha, ocupada mamando. Ela, ao ouvir a voz do pai, sente um arrepio, mas em vez de se assustar, fica excitada. O tesão e a adrenalina de ser pega fazem ela aumentar o ritmo do boquete, a ponto de as pernas do Eduardo começarem a bambear e o pau inchar dentro da boquinha dela. Mordendo os lábios, ele despeja uma boa quantidade de porra na garganta da sobrinha.
Ela tenta engolir toda aquela porra viscosa e quente que a mangueira soltava, não queria que se repetisse o que aconteceu com o cunhado dela, quando não deu conta daquela gozada grossa e teve que deixar cair um pouco no chão. O orgulho de puta dela dessa vez ajudou, permitindo que nenhum milímetro daquele líquido grosso escapasse dos lábios dela. Ao se afastar daquela vara, uns fios de esperma ainda ligavam a boca dela ao pau, o hálito quente evaporou no ar e o olhar dela ficou preso no do tio.
Tomás e Rosita estavam subindo as escadas, ele com a mão apoiada na cintura dela, quase descendo pra aquela bunda pomposa. Os dois já empolgados pra começar, viram a festa acabar quando a Laura pegou a filha pelo pulso e puxou ela pra si.)–“Ma-mamãe, o que tá rolando?”A gostosa morena olhou, sem entender a cara séria da mãe, será que tinha visto eles se beijando.—"Teu pai. Não achou nada mais interessante que se embebedar e se meter numa briga.Expresso a mulher com a testa franzida.
Rosita suspirou aliviada ao saber que a mãe não tinha descoberto eles, mas o alívio virou agonia quando percebeu que teria que ir embora e não ia poder dar uma trepada com o Tomás.–“Mamãe, isso quer dizer…”disse ela, caindo na sua triste realidade, até ser interrompida pela mãe,–“É, a gente tem que ir”–Laura estava muito irritada, porque mesmo separada do pai da filha, tinha que ir resolver todas as encrencas que ele arrumava, sempre de propósito pra chamar atenção.
Belém apareceu com as malas, tão frustrada quanto a prima, já que queria ter se divertido com Eduardo. Tomás só respirou fundo, pegou as malas das morenas, levou pro primeiro andar e depois acompanhou elas até a saída, onde um carro já esperava. Era o de Hugo, que ia levar elas. Tomás colocou as malas no porta-malas e se despediu de cada uma. O rosto dele tava sério, mas por dentro tava uma fera.
Benjamim continuava olhando fixo pra Vitória, que tava conversando com Emma, mas tinha percebido que aquele cara tava de olho nela há um tempão. A moça pediu pra mulher se podia acompanhá-la até onde tava aquele jovem solitário, se referindo ao Alexander. Ele ainda não tinha ido embora, porque a cabeça tava cheia de coisas, tudo ligado à Bella. Vicky levantou e foi com Emma até onde o loiro tava fumando.
Benjamim seguiu ela igual um cachorrinho de colo.—"Aconteceu alguma coisa, meu filho?perguntou Vicky, enquanto procurava um cigarro na bolsa dela.–“Na-nada…”–respondeu o garoto nervoso, que não esperava que a coroa falasse com ele.—"Nada? Então me diz, gostoso, por que você não parou de me olhar e agora tá me seguindo?interpelo, passando o cigarro pra Emma. A mina tava decidida a interagir com o Alexander, desde o primeiro olhar que deu nele, já sentiu uma atração.
A atração naquele dia floresceu em várias pessoas, uma delas era o Benjamín, que depois daquele troca de palavras inesperada, já se acalmou.—"Bom, eu a admirava porque queria encontrar alguma semelhança com dona Isidoradisse o rapaz, dando mais uma olhada nela dos pés à cabeça.—"Minha irmã? Como você conhece minha irmã, gostosa?pergunto com curiosidade.—"É minha professora de pianoEle, seduzido por aquele balanço dos quadris dela.
Estava a apenas um metro de Alexander, que continuava tramando algo. Victoria, ao vê-lo de perto, admitia que Emma não tinha nada de mau gosto — aquele jovem era bem bonito. Não só um rostinho bonito, mas dava pra ver que tinha um corpo trabalhado e parecia viril, pra um cara que ela calculava não ter mais de 30 anos. Ao mesmo tempo, tinha a impressão de que já o conhecia, ou pelo menos que já o tinha visto em algum lugar. Alexander, ao vê-la, ergueu as pálpebras e corou.
As lembranças da primeira vez com aquela mulher vinham à cabeça dele. Mesmo não sendo mais o mesmo moleque de antigamente, se sentia desconfortável e encurralado pela Vicky. Mostrava uma atitude que não costumava ter com mulheres depois da morte da Lucía. Emma, ao ter ele na frente, se perdia nos olhos esverdeados dele, no rosto triangular tão harmônico que parecia esculpido por algum artista, como o irmão dela, Bruno.
Ele baixou o olhar, fazendo com que os olhos deles se encontrassem, aumentando a inquietação nela.—"Ho-ho-ho… Ho… Oi-oiá…expresso com o coração nas mãos.–"Oi gostosa, precisa de alguma coisa?"–Consulto com gentileza, confundindo o Benjamim, que estava acostumado a vê-lo ser grosso com as mulheres.–“Ti-ti-ti… Cê tem isqueiro?”respondeu a garota, reunindo toda a coragem possível.—"Fogo?"—Sorri,—“Claro que tenho, mas me diz, é sua primeira vez fumando?”—notando que ela tava fumando o cigarro muito mal, apesar de ser uma parada bem simples.
Emma toda boba com aquele olhar fixo, já não conseguia falar, mesmo querendo soltar alguma palavra, não dava. Diante do silêncio dela, Alexander percebeu que atrás dela, duas figuras tavam se aproximando. Ela balançou a cabeça negando, o que fez o jovem dar um sorriso, e com jeitinho ele tirou o cigarro da mão dela.Gostosa, não precisa fumar pra tentar impressionar ninguém, e também não te recomendo que faça isso.afirmo, enquanto Bruno e Agustina se juntavam ao círculo.—"Emma, o que você tá fazendo?Consulto Bruno, meio irritado, mostrando aquele espírito superprotetor que ele tinha com a mina.—"Relaxa, não fez nada. Tava explicando pra ele que não vale a pena fumar, se eu fumo é porque já tô podre por dentro.Garanto, Alexander", disse ele, colocando o baseado entre os lábios. Agustina e ele trocaram olhares, que provocaram um sorriso nos dois.Oi, Agusdisse o loiro mudando de assunto e causando incerteza em Bruno.–"Oi, AlexContexto ela, nervosinha.—"Quando te vi, soube na hora que era você, mas não quis te incomodar. Só que agora que tenho esses teus olhinhos lindos na minha frente, deixa eu te falar: você ficou uma gostosa, prima.disse ele, cortando a distância entre eles e abraçando ela.–“Pri-prima?”balbuciou Bruno, sem entender o que estava rolando.—"Você exagera, Alexexpresso ela corada,—"Claro que não faço isso, já que quando te vi pela última vez, você era uma pirralha"—Refuto.
Todo mundo olhava pra eles sem entender nada. Pra Benjamim, o sorriso que Alexander tava dando era uma expressão nova. Será que era mesmo o mesmo moleque que ele conhecia? Aquele que odiava a família toda e falava mal dela. Até que a Agustina comentou que lamentava não ter estado naquele momento difícil, mas infelizmente não podia fazer muito, já que o pai dela sempre quis o mínimo de contato possível com a família da mãe. Benjamim foi o único que sacou tudo, enquanto o Bruno tentava pescar alguma coisa.—"Bom, tenho que ir, Agus. Se cuida. Ah, e não se preocupa, não vou contar pra ninguém que te vi.exclamou Alexander, dando um beijo na bochecha da prima e levantando a mão como sinal de tchau pros outros.—"Agustina, qual era o seu segundo sobrenome?pergunta Vicky,–"Ortizdisse ela, olhando o primo sumir ao longe. Vitória, com as pupilas dilatadas, lembrava onde tinha conhecido Alexander e o que rolou com ele.
Eduardo e Josefina tinham ido pro quarto dela. O homem tava deitado na cama, observando a sobrinha lamber o pau dele.
Eduardo: Aaaai, porra... Cê é uma puta danada, sobrinha.
Josefina agradece o elogio pro tio, engolindo o pau dele devagar, mas quando já tinha metade dentro da boca, não aguentou e enfiou o resto de uma vez. Eduardo ficava doido com o boquete que tava recebendo de uma das filhas do irmão e apoiou as mãos na cabeça dela, afogando ela na vara enorme dele. Mas a novinha mostrava experiência e qualidade de puta, assumindo o controle da parada. Eduardo se rendeu pra ela, gozando tudo.
A mina não desperdiçou uma gota, igual quando tava debaixo da mesa. Ela passa a língua nos lábios, sem tirar os olhos do pau do tio, que parecia ir murchando. Mordendo a boca, ela se levantou e foi tirando o vestido, que caiu no chão sem esforço. A bunda enorme e empinada virou o centro das atenções de Eduardo. Ele queria apertar aqueles glúteos, morder e passar a língua por toda volta e no meio.
Josefina sobe na cama e senta nas pernas dele, enquanto aproxima a boca provocante da dele, pegando com as mãos aquele pau que já tava revivendo. A novinha ficava ainda mais excitada ao sentir aquele pedaço de carne crescendo e crescendo entre as mãos, roçando nos lábios dela, e fala:Meu Deus... Parece que seu pauzão está bem maior do que da última vez que a gente ficou junto.As palavras da sobrinha ecoaram na cabeça de Eduardo, e ele começou a lembrar vagamente daquela noite que passou com ela.
As imagens eram meio borradas, a primeira coisa que veio na mente dele foi ele deitado na cama, igual naquele momento, com a pica dura e uns dedos macios massageando aquele pedaço de carne.–“Uuuhhh”–Babando de tesão, enquanto na cabeça dele, aquela lembrança borrada, de ter visto uma mulher de cabelo loiro entrando no quarto dele, ficou mais nítida. Josefina passava a língua em volta da cabeça do pau, limpando o resto de porra que tinha.
Eduardo: Porra... Então não foi um sonho, você realmente entrou no meu quarto e chupou meu pau naquela noite.
Falou, apalpando aquela bunda enorme que o deixava hipnotizado.
Josefina: (Rindo) Claro que aconteceu, bobinho. Você realmente achou que foi um sonho esse tempo todo?
Perguntou, brincando com aquelas bolas que pareciam estar cheias o suficiente pra passar a tarde trepando. Os arranhões dela faziam o homem tremer de prazer.
Eduardo: Sim, achei que foi só um sonho maravilhoso, mas agora sei que tudo foi real.
Josefina: Ainda bem que te fiz lembrar, porque naquela noite você disse que ninguém tinha te chupado igual a mim, que amou minha boquinha. (Mordendo os lábios) Agora vamos terminar o que a gente deixou pendente naquela noite.
Josefina monta em cima do pau do tio, esfregando a buceta molhada na ponta daquela vara. Apertando os dentes, ela enfia aquela cabeça pulsante pra dentro, sentindo um alívio danado ao ter um pedaço de carne entrando na sua xota carente. As paredes dela se moldaram rapidamente no tamanho daquela faca que se enterrava devagar. Depois de ter descido o corpo todo em cima dele, começou a subir e descer. As mãos dela se apoiavam nos ombros do tio, e ele se agarrava naquela raba.
Josefina: Aaaiii... Mmmhhggg... Sua namoradinha aguenta essa pica toda dentro dela?
Eduardo: Aaahhh, siiiim... Até o último centímetro...
Josefina: Aaaiii... Uuugghhh... Nossa, e ela te satisfaz bem?
Falou, tocando o rosto do tio com as mãos, enquanto batia a bunda pra cima e pra baixo.
Eduardo: Ela é maravilhosa... Controla muito bem meus 20 centímetros de pau dentro dela, seja na boquinha, na buceta ou no cu.
Josefina: Hhhhmmm... É... Espero que ela não se importe comparte um pouco dessa tua piroca enorme comigo...
Eduardo: De jeito nenhum, até nesse sentido ela é a melhor de todas.
Eduardo beija a sobrinha, enquanto a deita na cama e pega o ritmo da foda. O pau dele batia fundo lá dentro dela, que se esbaldava. Ele pensou por uns instantes na Romina, se perguntando se ela já tava fazendo o mesmo com o Tomás. Imaginar ela com outro, irritava ele, ainda mais se ela tivesse gostando, mas tinha que controlar essa raiva, afinal, ele tinha prometido que naquele dia ela podia ficar com aquele cara.
Com muito esforço, ele para de pensar na namorada e foca em curtir a trepada que tava tendo com a sobrinha. A bucetinha jovem dela era uma delícia, não ficava devendo nada pra nenhuma das suas garotas. Por outro lado, a Romina tinha saído procurando o Tomás, e como não achou ele lá fora, começou a vasculhar dentro de casa. Encontrou ele na sala principal, sentado no sofá, curvado, com o olhar no chão e um copo d'água nas mãos.
Ele tava puto da vida com o que tinha acontecido com a Rosita, tava a um passo de realizar um sonho antigo, e do nada arrancaram isso dele. Quando ouviu uns passos se aproximando, levantou o olhar e viu a figura esplêndida da melhor amiga da filha dele. Aqueles peitões gostosos pareciam dançar dentro do vestido a cada passo que ela dava, as pernas matadoras também chamavam a atenção do homem, que trocou aquela cara de poucos amigos por uma mais safada, ao lembrar que nem tudo tava perdido.—"O senhor Tomás tava brincando de esconde-esconde comigo?pergunta, sentando-se ao lado dele e apoiando a mão no colo do homem.—"Não, só queria ficar um tempinho sozinha.sussurro, se perdendo entre essas montanhas carnudas.—Mmm… E eu pensei que você queria brincar comigo.afirmo, agarrando ele pela gravata e desenhando com o dedo indicador no peito dele. Tomás observando os olhões safados da garota, sorri, aquele olhar o convidava a se deixar levar e extravasar toda a frustração.
Tocando o queixo dele, passou ternamente o polegar, enquanto o indicador pousava naqueles lábios. Ela sorrindo, foi abrindo a boquinha e prendeu aquele dedo afiado, engolindo devagar. A língua dela passava em volta daquela extremidade, mantendo os olhos cravados nos dele. Tomás percebeu que aquela novinha tinha aperfeiçoado a arte de chupar, porque do jeito que ela sugava o dedo dele, era uma delícia. O pau dele, que tinha relaxado com a raiva, voltou a endurecer.
Romina, ao notar aquele volume, não se segurou mais e abaixou o zíper da calça dele, meteu a mão dentro e pegou naquela espada. Ele ficou impressionado com tanta ousadia daquela mina, e vendo que ela não tinha medo de nada, resolveu entrar na brincadeira. Passando a mão com carinho naqueles peitos, saboreando o suor dela e se embriagando com o cheiro de donzela. A outra mão do homem acariciava a coxa da garota e arranhava aquela calcinha molhada, que ficava ainda mais encharcada.
Se ela não soltava um gemido, era porque se mantinha concentrada na tarefa tão simples de chupar aquele dedo. Mas o corpo dela denunciava o quanto estava com tesão, se arrepiando a cada carícia e cada pincelada que o coroa dava. A exasperação começava a dominar ela, precisava de mais que aquilo, precisava ver aquele pau robusto e comer ele como antigamente, pra depois deixar que a penetrasse e sentir como remexia as entranhas dela.
Tomás, pelo contrário, mantinha a calma e, por cima daquela tecido fino, mordeu aqueles bicos pontudos, causando o primeiro gemido da jovem. Que se prolongou mais do que devia, por mais que quisesse se calar, não conseguia, aqueles dentes eram gostosos, assim como a língua dele desenhando como se estivesse fazendo sem nenhum pano no meio.—"Joooooff… deeeeerr…"—Ela balbucia, extasiada. A formigação na buceta dela era tão intensa que já não queria mais chupar aquela rola, queria sentir ela enfiada na sua xota, perfurando ela.
Tentando desajeitadamente desafivelar o cinto dele, mas não conseguia de jeito nenhum, por mais que puxasse e mexesse de um lado pro outro, a fivela ficava firme. A impaciência tava acabando com ela, mas mesmo assim, o prazer que o homem dava com cada contorno e roçada era magnífico. Se só com aquilo ele já fazia ela se sentir tão bem, não queria nem imaginar o que ia experimentar quando os dois estivessem pelados.–“Qual é, Romi? Não consegue acompanhar o jogo?”Consulto maliciosamente, segurando ela pela cintura.
Romina: Você é um filho da puta.
Tomás: E você adora que eu seja, não é?
Sentando ela no colo e mordendo os lábios dela.
Romina: Você me enlouquece.
Respondeu, abrindo a boca e beijando ele com tesão, as línguas se enroscando e ele, sem muita dificuldade, foi abaixando o zíper do vestido dela. Sentir as mãos do pai da amiga explorando suas costas foi mais excitante do que imaginava, uma corrente elétrica percorria todo o seu ser, e o formigamento na buceta era mais forte. Movendo a pélvis contra aquele volume, buscava um pouco de alívio, enquanto tentava tirar o paletó dele, mas não estava tão habilidosa quanto de costume.
A ansiedade de estar com aquele homem a estava ofuscando, fazendo-a parecer uma virgem inexperiente. Tomás se afastou da boca dela, apertou-a mais contra si e começou a mordiscar o pescoço dela, enquanto perguntava se ela queria continuar com aquilo no quarto da Vanessa.–"Claro, adoraria, assim como fazer aqui mesmo"–respondeu ela, jogando a cabeça para trás e olhando pro teto.–“Que promíscua. Te comeria aqui mesmo, mas não quero que nos interrompam no melhor momento”–Eu sussurrei pra ela.
Os dois subiram as escadas e entraram no quarto da Vanessa, onde se devoraram de novo com a boca e foram tirando a roupa, até ficarem pelados. A Romina, ao ver aquele pau duro apontando pra ela, lambeu os lábios e se abaixou pra dar uma provadinha antes de enfiar ele inteiro dentro dela. Na cabeça dela, as lembranças da primeira vez que teve aquele tronco na boca se misturavam com o que ela tava vivendo naquele momento.
Envolvendo devagar aquela cabecinha, passando a língua de um lado pro outro, de cima pra baixo, com muito cuidado e saboreando o líquido pré-gozo. Tomás suspirava, sem piscar, pra admirar a habilidade que a mina tinha adquirido durante o tempo que ficaram sem se ver. Nas primeiras lambidas, ele percebeu que ela tinha melhorado pra caralho, mas quando ela foi engolindo centímetro por centímetro e enrolando a língua babada no pau com uma maestria igual à da April e da Rosita, ele sacou que foi o responsável por criar uma puta comedora de rola.
Ele controlava os gemidos, transformando eles em gritinhos abafados, e a Romina deixou a rola dele toda lambuzada, pra depois passar a língua umas duas vezes naquelas bolas, que não pareciam tão grandes quanto da primeira vez. Cada desenho que a garota fazia nos ovos dele era melhor que o anterior. Quando terminou, ela se ajoelhou de quatro na cama, apoiando as pernas e os cotovelos no colchão, levantando a bundinha pequena e mostrando a buceta melada.—"Vamos concluir o que a gente devia ter feito naquela noite.disse Romina, acompanhada de uma risadinha safada. Tomás se aproximou, tocando com as pontas dos dedos aquela bunda que, embora não fosse tão grande quanto outras que ele já tinha aproveitado, tinha seu charme. Antes de penetrar aquela gruta que gotejava seu doce elixir, preferiu prová-los. Uma lambida que percorreu desde aqueles lábios vaginais até o cu da jovem. Ela não esperava por isso, no entanto, seu corpo agradeceu, soltando uns jorros de seus sucos.
Tomás foi roçando aquele buraquinho com lambidas suaves, enquanto seus dedos se aproximavam daquela buceta ardente que não parava de secretar fluidos. Sua língua foi entrando naquela gruta escura, enquanto as pontas de seus dedos entravam e saíam da xereca da garota, que uivava e se agarrava aos lençóis. Não era algo novo que Romina experimentava; Eduardo já tinha feito coisas assim com ela, no entanto, estranhamente seu corpo estava se acendendo ainda mais com o pai da sua amiga.–“Uuuuufff…”-Eu tava doida por ela, esperando aproveitar mais daqueles dedos finos e compridos, que só provocavam a buceta dela, com aquelas penetrações leves. Num instante, as lambidas pararam, mas a língua continuava enfiada no cu dela. Ela achou que as brincadeiras iam acabar e que a gente ia partir pra trepada. Mas o Tomás não tava com essa intenção, e depois de uma pausinha, remexeu as entranhas dela com uma enfiada de dedos e continuou chupando a bunda dela.—"Aaaahhh… Mas que filho da puta você é… Uuuughh"—exclamava Romina, enquanto aquela língua continuava fuçando no cu dela e aqueles dedos iam e vinham na buceta dela. As pernas dela não demoraram a tremer e logo o corpo inteiro ia tremer também. A putaria ficava cada vez mais intensa, assim como os gemidos dela. Apoiando a cabeça num dos travesseiros e mordendo ele, ela se embriagava com o cheiro gostoso da amiga dela. Ao lembrar que tava no quarto dela, o tesão foi aumentando mais ainda.
Tava a um passo de gozar gostoso, quando Tomás parou. Tirando os dedos, levou eles à boca, ela não entendia por que ele tinha parado naquele momento. Então o homem, chegando perto do ouvido dela, lembrou ela do quão cruel ela foi com ele, naquela janta de despedida. Então, deixar ela na vontade de gozar foi um jeito de se vingar. Esfregando a vulva dela no pau dele, fez a garota se excitar de novo e entre suspiros ela implorava pra ele meter.
Aqueles roçares no clitóris dela faziam Romina perder a cabeça, apesar dela implorar pra ser fodida, Tomás continuou brincando com o corpo volumoso dela. Pegando aqueles peitos lindos, foi amassando eles com carinho e beliscando.—"Aaaiih… Vamos, seu filho da puta, para de zuar comigo e me dá o que eu tanto te pedi.A jovenzinha implorou de novo, na esperança de convencer o coroa ou fazer ele ter pena dela. Mas as palavras dela foram em vão, porque ele continuou com o jogo dele, metendo lambidas e beijos no pescoço.
Enquanto isso, Eduardo e Josefina continuavam trepando. Entregues à luxúria, acariciavam os corpos em chamas, se beijando sem parar, enquanto a buceta da loira espremia aquela pica que não parava de furar ela.Oooohhh cara!… Você é um garanhão de primeira!expresso a gostosa, sem parar de rebolar e já enlaçando a língua na dele. Não tinham noção do tempo, nem do que rolava ao redor, só existiam os dois, se satisfazendo como bichos no cio.
Eduardo tinha largado aquele rabo enorme com as mãos e, no lugar, tava metendo os dedos. Não era fácil, por causa da grossura daquelas nádegas e do movimento constante, mas ele precisava, porque só queria arrebentar aquilo. Cada estocada era um puta prazer pros dois. Os lábios se separaram de novo e agora era a vez dele falar.—"Que putinha você é, José. E que buceta gostosa que você tem.Josefina queria agradecer pelo elogio, mas não conseguia no meio de tantos gemidos que soltava. Pra calar um pouco, mordeu os lábios, e nem assim conseguiu balbuciar aquela palavra, porque as investidas do tio tinham ficado mais intensas, tanto que ela teve que jogar a cabeça pra trás. Abrindo a boca, deixou escapar um gemido forte, que ecoou pelas paredes do quarto. Eduardo, lambendo aqueles pezinhos durinhos, percebeu que tava perto de gozar, mas não queria fazer isso sem antes provar aquela bucetinha apertada.Pa-pára, José, para. Quero arrebentar essa sua buceta, antes que você me deixe seco.disse ele, parando as investidas. A sobrinha não queria fazer, no entanto, a ideia de ser macetada no cu a seduzia tanto que ela topou. Se ajoelhando de quatro, presenteia o tio com uma vista majestosa, que fica hipnotizado por alguns segundos com a forma perfeita daqueles glúteos carnudos. Se já era um tesão com roupa, pelada então, era ainda mais.—"Qual é, mano? Não disse que queria arrebentar minha buceta?Interpelo a garota, rebolando a bunda dela.–“Minha nossa, mas que rabão você tem, gostosa”–contexto Eduardo, acordando do seu torpor e dando um tapa naquela bunda suada. Josefina solta uma risadinha curta, que se transformaria num uivo, ao sentir a glande pressionando para entrar no cu dela. Eduardo percebeu que ela não estava dilatada o suficiente, então não quis insistir, embora, pra sorte dele, tivesse um pote de vaselina no móvel.
Passando naquela bunda enorme e depois no próprio pau, ele apontou direto praquele buraquinho. Devagarzinho, foi entrando, sentindo o calor daquele esfíncter e o quanto era acolhedor.–“Aaaaih, meu Deus do céu!!…”–exclamou a loira, apertando as mãos e jogando a bunda pra trás, pra sentir mais daquela vara que tava abrindo o cu dela. Eduardo metia devagar, porque queria aproveitar aquele rabo, mas as pernas já tremiam e o pau inchava, dando espasmo pra soltar toda a porra. Mal tinha enfiado metade da pica naquele cu apertado, não ia aguentar muito, então de uma só metida enfiou tudo de uma vez.—"Que gostoso, que delícia é essa sua bunda, sobrinha!"—Falo com a voz entrecortada, tirando o pau devagar, pra enfiar de novo até o fundo. Os gemidos dela viraram uns coros densos. Pra Eduardo tava claro, aquela bunda era a melhor que ele já tinha comido até então.
Entrando e saindo daquela buceta carnuda, cada vez mais rápido e com raiva, já não dava mais pra segurar. Josefina brincando com o clitóris, já tava se contorcendo, chegando junto num orgasmo demorado os dois. Eduardo teve que se apoiar nas costas da sobrinha, pra não cair em cima dela, pelo tesão que tava sentindo. A mina caiu rendida na cama, ofegando, agradeceu o tio por ter satisfeito ela daquele jeito.–“Uuff… Gata, você devia vir morar comigo, pra gente fazer isso todo dia”–murmuro o homem, enquanto retirava seu pau já murcho. Josefina ainda tonta, pensava na proposta que o tio tinha feito, mas a resposta era clara.—"Adoraria, cara. Mas já tenho alguém pra me divertir e tô planejando fazer dele o melhor amante de todos.A garota afirmou, segurando o rosto do mais velho e enroscando as línguas quentes.
Ela, pensando no Benjamín, se perguntava o que o namorado dela estaria fazendo naquele momento. O garoto, por sua vez, dividia um copo de suco com a Vitória, que ele não parava de admirar, vendo nela sua professora de piano. Era justamente dela que estavam falando; Benjamín queria saber mais sobre sua querida professora, enquanto a Vicky se surpreendia que a irmã dela estivesse dando aula pra aquele moleque, sabendo que ele era filho do Tomás e da April.—"Sua irmã é mesmo tão boazinha com você? Não abusa da posição de professora dela?pergunto.
Benjamim bebeu um pouco do seu copo, observando aqueles peitos enormes, que eram uma das grandes diferenças com a Isidora.—"Sim, ela é foda e gente boa. Apesar de todo mundo falar que era uma mulher sombria, eu só vi melancolia nos olhos dela. E que agora foram mudando"—respondeu o garoto, erguendo o olhar para apreciar aqueles lábios grossos, que também era outra diferença com Isidora, mas ao mesmo tempo lembrava ela, porque ao sorrir eram iguais.
Vicky: Mudando de assunto?
Benjamín: Sim, não quero me gabar, mas acho que com minha presença, ela vem recuperando a luz dela.
Vicky: Você sabe o que ela fez pro Bruno não querer ver ela, né?
A mulher perguntou, um pouco preocupada, pensando que a irmã queria substituir o filho por aquele moleque.
Benjamín: Ela me disse que fez coisas horríveis, como mentir pra ele, usá-lo e que o via como homem em vez de filho. Mas além disso não sei, e essas lembranças parecem atormentar ela, então prefiro evitar esse assunto com ela.
Vicky: Puxa, pelo visto ela não mentiu pra você…
Depois de uma breve pausa em que refletiu sobre o que o garoto tinha dito, ela percebeu que na virilha dele havia um volume enorme, deixando-a pasma.
Benjamín: Aconteceu alguma coisa, Vicky?
Vicky: Onde eu tava? Ah sim… Isi, bom, ela era obcecada pelo filho, queria que ele fosse só dela. Indo além da relação entre mãe e filho, pra uma relação carnal e amor proibido.
Disse a mulher, encantada com aquele pau marcado. Benjamín já sabia disso, mas ficava excitado quando imaginava aquela relação proibida. Ao notar que tinha chamado a atenção daquela coroa, sorriu, igualzinho o pai dele fazia no andar de cima.–“Aaahh”–Ouviu-se como um sussurro pela porta. Finalmente ele tinha parado de torturar a Romina e enfiado a ponta da sua lança. A jovem apertava os dentes para aguentar os próximos centímetros daquela rola robusta.
Ele, percebendo que o corpo da amiga da filha tinha relaxado de novo, foi invadindo devagar a buceta dela, que com suas paredes acolhiam aquele mastro. Tomás enterrou menos da metade e tirou, pra mergulhar a rola de novo, mas dessa vez com mais gosto. Repetindo o processo, como se quisesse enlouquecer a pobre garota, que só gemia e curtia aquelas estocadas que cada vez ficavam melhores. Os dois suspiraram e morderam os próprios lábios quando, finalmente, ele chegou até o fundo.
A diversão só estava começando. Tomás, segurando firme nos quadris da garota, foi movendo a pélvis, cada vez mais rápido.–“Sim, sim, sim, sim… Me dá assim com forçaaaa!!!”-Romina uivava, começando a rebolar os quadris de forma frenética. Tomás sacou na hora que aquela novinha tava acostumada a foder selvagemente, com certeza Eduardo todo dia mexia com as entranhas dela, tanto da buceta quanto do cu. Sem soltar aquelas bundonas, foi metendo do jeito que ela adorava.
As mãos dele acariciavam aquelas nádegas e de repente iam parar naquelas tetas grandes e todas suadas. A bucetinha da Romina parecia um sonho, apertada e aconchegante, como poucas. O barulho da pélvis dele batendo com força naquele cuzão redondo dava pra ouvir claramente, se o silêncio reinasse. Por sorte a maioria dos convidados já tinha ido embora, menos o Eduardo com as acompanhantes dele e o Bruno com a Agustina. Mas eles não iam escutar porque tavam ocupados com seus próprios esquemas.
A Diana, por exemplo, saiu com a Alessandra pra uma balada, o Eduardo tava descansando do lado da Josefina, o Bruno batia um papo com a Agustina sobre o Alexander e a família da mãe da garota, a Emma, acompanhava a Camila com o Simão, e o Benjamim tava de calça arriada, enquanto uma Vicky necessitada devorava a pica dele. A April, por outro lado, não tava em casa, algo que o Tomás continuava sem notar, tudo porque tava concentrado em cumprir uma das suas vinganças, que era foder a Romina e fazê-la gozar com a pica dele.
O Axel, enquanto isso, curtia a primeira noite dele com suas duas lindas esposas. Elas, brincalhonas, foram tirando a roupa dele, sem pressa. Acariciando o corpo e beijando ele, de forma alternada. Quando deixaram ele só de cueca, as duas gostosas se ajoelharam pra lamber aquele tronco grosso por cima do pano. Cada lambida era lenta, como se quisessem brincar com a paciência do marido, enquanto com as mãos, arranhavam as bolas dele.–“Uuuuufff…”-Ele suspirava longamente, olhando como aquelas putas gostosas queriam enlouquecê-lo. Ignácia continuava molhando a pica do marido, enquanto Vanessa subia pelo torso dele, beijando e mordendo até chegar nos mamilos. Brincando com eles, ela tentava estimular ainda mais Axel, fazendo ele implorar por sexo. Mas ele parecia concentrado, como se estivesse meditando pra não cair no jogo daquelas duas.—"Qual é, maninho? Tá com medo de não dar conta do recado?pergunto, Vanessa, com malícia, pra quebrar a concentração que o moleque tava.—"Talvez a gente devesse chamar o TomásEu adiciono a Ignacia, dando uma pequena mordida naquele pedaço que ela tanto amava comer.—"Não seria ruim, tenho certeza que o papai nos deixaria mais que satisfeitasTe garanto, Vanessa, descendo o dedo dela pelas costas do meio-irmão.—"São um par de putas, que me trocariam na primeira oportunidade pelo papai. Bom, eu não teria problemas em ir atrás da Alessandra e da Diana.Contexto: Axel, de olho nas suas duas gatinhas, que ficaram sérias. Elas puxaram a cueca dele pra baixo e começaram a lamber aquele tronco todo. Cada uma lambia um lado daquela pica grossa, passando a língua por todo o comprimento e se encontrando na cabeça. Pegando o líquido pré-gozoso, as duas se deram um beijo rápido, mas quente pra caralho.
Quando separaram as bocas, se olharam e soltaram umas risadinhas. A cumplicidade entre as duas era tanta que parecia um sonho. Axel, incrédulo que elas estavam trabalhando juntas, se beliscou pra confirmar que aquilo não era uma das suas tantas fantasias. Mas era real pra cacete. Vanessa, passando a língua nos lábios, se abaixou ainda mais e com a boca pegou as bolas do irmão, enquanto Ignacia envolvia a cabecinha na boca dela, engolindo aos poucos aquela vara de carne.
A rabuda não conseguiu passar da metade e tirou, pra trocar de lugar com a sobrinha. Agora era Vanessa que chupava aquela espada e Ignacia que saboreava aquelas bolas que se desmanchavam nos lábios dela, como se fossem açúcar. Axel só conseguia agradecer a Deus e gemer de prazer por aquele dueto maravilhoso que as loiras faziam. Sincronizadas, paravam de chupar pra olhar fixamente pra Axel, que, sorrindo, convidou elas a se levantarem e deitarem na cama.
Elas aceitaram, mas mal ficaram de pé, entrelaçaram as línguas com a dele, enquanto com as mãos apalpavam aquela espada, que já tava mais que pronta pra atravessar aquelas vadias e deixar elas completamente satisfeitas.De manhã ficamos com vontade de sentir suas investidasafirmo, Ignacia.—"Então, esperamos que você não se segure"—Vanessa completa, mordendo os lábios dela e deixando o vestido cair no chão.
Os peitões enormes dela pularam, balançando de um jeito hipnotizante. A bucetinha dela brilhava de tão molhada que tava, enquanto a Ignácia tava tendo problemas com o zíper do vestido. Vanessa fica atrás dela e, pegando o fecho, puxa pra baixo. Junto com o Axel, vão tirando o vestido dela, ficando os dois boquiabertos com a lingerie que a rabuda tava usando. Ela, ao ver aqueles olhos cheios de tesão percorrendo o corpo dela, ficou vermelha e ao mesmo tempo mordeu os lábios de um jeito provocante, esperando que aquela noite quente fosse inesquecível.
Axel olhando ela com calma, dá uma volta em volta dela, se deliciando com aquela raba do caralho que muitos dariam tudo pra ter. O conjunto todo fazia ela ficar uma gostosa, aquelas meias justas nas pernas, junto com a renda completa. Parecia que o bralette mal cobria aqueles glúteos enormes. Ele não queria parar de admirar ela, ela tava tão linda que tirar aquelas roupas dela seria um crime. Mas ele sabia que estavam naquele quarto pra foder.
Dando um tapinha suave na bunda dela, beija ela, enquanto a Vanessa se abaixava pra enfiar a cara no meio daquelas nalgas. Ignácia, presa na língua do marido, não percebe o que a sobrinha tá querendo fazer, até sentir a língua safada dela se enfiando à força entre as nádegas dela. Os dois irmãos esfregaram com os dedos a buceta encharcada da Ignácia. Quando as bocas se separaram, Axel viu como a mulher dele se contorcia de prazer, entendendo que a Vanessa tava fazendo um puta trabalho lá atrás.
Ele não queria ficar pra trás, então também se abaixa e, passando os lábios entre aquele tecido molhado, põe a língua pra fora com cuidado, pra desenhar nela. As lambidas do Axel eram curtas, mas em pontos certeiros pra estimular a esposa dele.–“Poooorraaa!!, vocês me matam de prazer, os doooiisss!…”-Jadeava ela, caindo rendida àquelas lambidas e mordidas que o marido dava nas coxas dela. Agarrada no cabelo dele, puxava por causa dos espasmos que parecia ter naquela comida de cu e de buceta.
Ignacia não aguentou mais, ao ter a boca de Axel apertando aquela legume de carne. Mesmo estando por cima do tecido, se sentia estupendo, o deslizamento daquela língua, fosse na horizontal ou na vertical. Tremendo completamente, gozou de forma densa. Os fluidos desceram pelas coxas dela, encharcando as meias. Ela, extasiada, se joga na cama para recuperar o fôlego. Vanessa e Axel passam a língua entre os lábios, degustando o sabor daquele cu e daquela buceta, respectivamente.
Sem pensar duas vezes, os dois compartilham o doce que tinham entre os lábios, acariciando os corpos nus, colando-os cada vez mais. As tetonas de Vanessa se achatavam ao máximo no peito de Axel, enquanto a pica do garoto cuspia esperma, ao ficar no meio daquelas coxas. Não tão carnudas quanto as da Ignacia, mas ainda assim eram grandes; na real, Vanessa não tinha que invejar nada da rabuda, pelo simples fato de ter um corpo esculpido na perfeição.
Um corpaço pelo qual ela tinha se tornado uma modelo muito influente em tão pouco tempo. Todo mundo queria trabalhar com ela, exibir suas marcas naquela silhueta e ver em primeira mão a dona daquelas curvas. Quanto mais pensava na maravilha que era a meia-irmã dele, mais tarado ficava. Chegou a perder a cabeça por uns segundos, ao lembrar do comercial recente que ela fez para uma marca de protetor solar. Vanessa de biquíni era simplesmente uma deusa e um espetáculo de outro mundo.
Sem se soltar da língua dela, as imagens daquele vídeo passavam na cabeça dele. Ela caminhando, e a câmera dando um close na mão dela com o frasco do protetor, mas ninguém ligaria pra aquela garrafa quando dava pra apreciar aquelas Suas pernas esculturais e a bunda levemente empinada. A câmera se movia devagar, até dar um close naquela raba, que rebolava gostoso a cada passo. O biquíni era vermelho, realçando ainda mais a atração por ela, como se aquele corpo já não fosse hipnotizante o bastante.
O sutiã tinha um laço bem simples, pra facilitar na hora de tirar quando passasse o protetor solar. Já a calcinha tinha dois nós bem feitos de cada lado do quadril. Ele tinha certeza de que a meia-irmã dele tinha feito assim porque, senão, os nós iam soltar com a caminhada e ela ia ficar exposta pros olhos tarados que estavam naquele set na hora. Do resto do comercial, ele não lembrava, porque não interessava — só o corpo divino daquela que agora também era mulher dele.
Sabia que muitos colegas da faculdade usavam as fotos e vídeos da Vanessa pra bater punheta, até os próprios amigos dele. E não culpava ninguém, porque na época em que tentava esquecê-la, ele mesmo já tinha recorrido a isso. Algo que ficou no passado, porque agora aquela mina era dele, não tinha motivo pra esconder o amor por ela, muito menos a vontade que sentia do corpo dela. Carregando-a, deita ela na cama e se ajeita pra meter.
Então, lembrando da noite em que a viu jantando com o chefe, tira a boca da dela e enfia a cabeça da pica naquela buceta babada, perguntando o que rolou naquela noite.–“Na-nada…”–respondeu ela, mordendo os lábios enquanto a grossa pica do seu querido marido entrava dentro dela.–Nada? Tá me dizendo que o Paolo só ficou satisfeito com um jantar?perguntou, sabendo que seu chefe não era do tipo que convidava uma mina gostosa só pra jantar e pronto, o filho da puta tinha que acabar comendo elas.
Vanessa: Siimm… Qui-quis me le-levar pra ca-casa, ma-mas, falei que ti-tinha outras coisas pra fazer…
Disse a garota, arqueando o corpo e se deliciando por ter o pau duro e veiudo do meio-irmão enfiado no fundo da buceta.
Vanessa: Re-reco-conheço, que mi-minha ideia, era pe-pelo me-menos chupar eleeee… Porque ele é gato e um cara legal… Achei que po-poderia te esquecer se fizesse isso, ma-mas, quan-quando te vi, não quis mais nada…
Gaguejou com muito esforço, já que Axel começou a meter com força e apertava aqueles peitões enormes, que seu chefe admirava descaradamente naquele dia. Ele estava feliz em saber que seu pior medo, que o invadiu naquela noite e não o deixou dormir, não aconteceu. O alívio daquela imagem amarga que rondava sua cabeça, onde sua irmã se revirava com Paolo, era tão satisfatório quanto aquela buceta que ele estava empalando.—"Ontem à noite encontrei o Paolo e ele quis arrebentar minha buceta.confessou de repente a Ignacia, beijando o Axel.
O rapaz, impactado pela declaração repentina da Ignacia, parou as penetrações. Um vento percorreu suas costas, fazendo-o tremer só de pensar que aquele velhote tinha colocado a mão na sua esposa.–"O-o quê... O que você disse?"–Consultei, só as bocas delas pararam de se amarrar.— "Seu chefe quis me dar um presente de despedida. Tentou me enrolar pra me levar na casa dele e me comer no cu.disse a rabuda, com o rosto cheio de tesão e excitação.
Axel continuava imóvel, na mente dele já se formavam imagens de Ignacia de quatro, sendo macetada pelo Paolo. Os gemidos que ecoavam pelo quarto, as provocações que ele fazia e o sorriso debochado daquele homem, por ter comido aquela garota gostosa e aproveitado aquele rabão. Tudo isso passava pela cabeça do jovem, que se irritava, não com Ignacia, mas com o chefe dele, que mostrava não ter moral nenhuma.
Vanessa: Ao dizer que quis e tentou, você quer dizer que não rolou nada entre vocês?
Ela perguntou, interrompendo os pensamentos de Axel, que agora estava curioso pra saber o que realmente aconteceu.
Ignacia: Sim, não rolou nada, mas puta que me deu vontade, o filho da puta.
Falou com cara de santinha.
Axel: Ha… Então, me conta como foi que as coisas aconteceram, por favor.
Diante do pedido do marido, a garota safada começou a contar a história, desde a despedida de solteira desconfortável dela, passando pela troca de roupa com a irmã gêmea. Quando andava tranquilamente pela rua, percebia como alguns caras derretiam os olhos ao vê-la passar, rebolando o melhor atributo dela. O que a excitava e ao mesmo tempo a sufocava, porque aquela vontade de ter uma rola madura remexendo ela ficava mais intensa e insuportável de resistir.
Sem que ela percebesse, foi passando na frente do lugar onde Axel trabalhava e, parado na porta, estava Paolo, fumando. O coroa, ao vê-la, ficou besta com aquela raba infernal que a garota tinha. Pegando ela pelo braço, a parou, fazendo Ignacia dar um pulinho de susto. O que só fez aquele rabo ficar ainda mais apetitoso. Ele não sabia que Ignacia tinha uma gêmea, então o disfarce dela não funcionou com aquele homem.
Paolo se aproximou dela e levantou o queixo dela, olhando praquela carinha que tanto tesão dava nele, pela inocência e por imaginar o obsceno dela ao ter uma rola. Ignacia sentiu aquela faísca que rondava pelo corpo dela, acendesse completamente. Ele soltou um elogio, e depois a convidou pra tomar um drink. A rabuda, hesitando, acabou aceitando. Depois de uns drinks e conversa, ela viu as horas e que já era tarde. Levantou pra ir ao banheiro, ainda se sentindo inquieta na frente daquele coroa, mas conseguiu se controlar.
Ao sair, convencida de que ia se despedir do chefe do noivo, viu que ele já estava esperando do lado de fora. Paolo tinha um olhar diferente, e se aproximou com intenções claras, pelo menos pra ela. Segurando-a pela cintura, roçou os lábios nos dela, convidando-a pra casa dele, pra continuarem conversando. Ela ficou em silêncio, o aroma daquele coroa entrava pelos poros e fazia a buceta dela ficar toda molhada.
Mesmo tão tesuda e desejando uma pica madura, recusou o convite e se soltou das garras dele, saindo dali rápido. Mas Paolo não ia desistir tão fácil, e pegou ela de novo pela cintura, dessa vez de costas, colando ela nele, esfregando o pau ereto naquela rabuda pomposa. Sussurrando suavemente no ouvido, disse que tinha um presente pra ela, sem parar de esfregar a pica, que tava bem dura e prometia ser descomunal.
Ignacia: Seu chefe só queria me dar umas pirocadas, mas eu recusei, por você, amor.
Disse, em cima da Vanessa, esfregando os clitóris com carinho.
Axel: Que filho da puta é o Paolo.
Ignacia: Um baita cuzão, você devia ir amanhã pedir demissão e quebrar a cara dele na porrada. Falando em quebrar, por que você não arrebenta minha xota de porrada?
Afirmou, rodando a vulva contra a da sobrinha, enquanto exibia pros olhos do Axel aquela raba deslumbrante. O garoto deixou a raiva de lado, não valia a pena pensar naquele tarado do chefe, quando tava curtindo com duas gostosas como as suas mulheres. Retomando as investidas, deu um par pra Vanessa. para depois passar pro da Ignacia, que tava pedindo pra ser penetrada na marra. Segurando firme nas bundas dela, começa a furar ela.
Ignacia: Uuuggh… Era disso que eu tava falando, campeão…
Axel: Você merece uma boa foda hoje, por não ter caído nas mãos depravadas daquele babaca do meu chefe.
Falou, dando estocadas fortes e profundas, que essa buceta agradecia.
Ignacia: Uuufff… Como eu amo quando você fica assim, amor… Parece que vai me atravessar de uma vez…
Suspirava, enquanto o útero dela era constantemente socado, pelas investidas do marido, que de repente parou e passou a dar amor pra outra mulher dele. As duas gostosas curtiam essas estocadas, além do choque sem parar das bucetas delas.–“Meu Deeeus!!… Isso é tão bom, que nem quero imaginar as outras posições que a gente vai foder daqui pra frente!!”–exclamo, eufórica, a rabuda gostosa, recebendo de novo as investidas do marido, e a buceta dela se agarrando naquele pau.
Os sons dos corpos se chocando um contra o outro ecoavam por todo o quarto, acompanhados de gemidos selvagens. Os três aproveitavam o estímulo e o prazer que seus sexos recebiam, assim como as carícias que trocavam em suas peles cobertas de suor. Ignácia segurava aqueles peitos dançantes e, com os polegares, torcia os biquinhos, enquanto Vanessa tinha as unhas cravadas naquele rabo soberbo, e as bucetas delas se esfregavam cada vez mais intensamente.
Estavam no auge, com os dentes apertados pela alegria que percorria seus corpos ardentes. Elas se olhavam nos olhinhos claros, cheios de safadeza, e Axel arqueava as costas, olhando para o teto, agradecendo a Deus por lhe dar o privilégio de ter aquelas duas gostosas só para ele. O pau dele pulsava forte, enquanto via as duas garotas se estremecerem. Tirando-o da boceta aconchegante da meia-irmã, coloca ele no meio daquelas duas bucetas, igualzinho de manhã, e, de forma sincronizada, os três chegam ao orgasmo.
Ignácia, sem forças nos braços, caiu em cima da Vanessa e do Axel, e se apoia suavemente nas costas dele.—"São uma delícia, as duas"—Murmuro ofegante, e depois se deita na cama, cansado e com vontade de fechar os olhos e cair num sono profundo. Elas, com os corpos todos pegajosos, riram e deram um selinho gostoso. Depois do contato entre os lábios, cada uma se deitou de um lado do Axel, apoiando a cabeça no peito dele. Talvez num dia menos cansativo, tivessem continuado, mas não era o caso, e o trio fechou os olhos, dormindo satisfeitos.
Em casa, enquanto isso, Tomás e Romina também descansavam depois da bruta trepada que tiveram. Benjamim estava no quarto dele, deitado na cama e sorrindo, tinha conseguido um boquete fantástico que nem ele esperava. Tudo indicava que aquele trevo de quatro folhas que ele encontrou estava mesmo dando sorte. E é que a conversa dele com a Vitória, de repente, foi ficando quente. Entre um elogio e outro, vieram as risadas, e entre uma gargalhada e outra, acabaram se roçando.
Ele deixou a mão parada na perna da mulher, ela fez o mesmo, porém a mão dela estava mais perto da virilha, e com os dedos, sentia o vigor daquele pau escondido. O silêncio entre os dois dava a entender que nenhum deles se incomodava com o que estava rolando. Benjamim, pra ter certeza, deslizou a mão por aquela perna, chegando até as coxas, e a coroa continuava sem reclamar. Pelo contrário, deu coragem pra ela acariciar aquele rabo.
As carícias daquela mulher por cima do tecido foram sensacionais, tanto que ele não aguentou muito e se levantou pra liberar o pau. Vicky, ao ver aquele pedaço de carne grosso e cheio de veias, ficou com água na boca. Não queria quebrar a promessa que tinha feito pro Eduardo, mas também não podia deixar aquele garoto na mão. Um boquete não ia machucar ninguém, pensou ela, se abaixando e pegando aquele pênis entre as mãos. Apalpando de leve aquele tronco, passou a língua nos lábios, até que abriu a boca e engoliu ele aos poucos.
Os lábios dela prenderam aquele mastro, e a língua desenhava nele com muito carinho, aproveitando cada O gosto dela. Benjamin, entre suspiros, observava aquela mulher enfiar o pau dele na boca e tirar, pra dar uma apertada e um beijo na cabeça, e depois repetir tudo de novo. A boca da Vicky era fantástica, quente e acolhedora, combinando perfeitamente com aquela língua viscosa. As pernas dele foram ficando moles, enquanto ela se engasgava com aquela rola.
A habilidade dela era superior à da Pía María, e ele até pensava que a Josefina ainda precisava melhorar. Fechando os olhos e mordendo os lábios, ele foi gozando, bem na hora que a Victoria dava um boquete profundo. Depois de gozar, Benjamin soltou um gemido longo e as pernas tremeram de tão bom que foi. Vicky, depois de engolir tudo, deixou aquele pau brilhando, passou a língua nos lábios e os mordeu. Sentou na cadeira onde estava, como se nada tivesse acontecido.
April voltava pra casa, o rosto dela era de cansaço, só queria chegar na cama e deitar. Subiu as escadas o mais silenciosa possível, porque não queria acordar ninguém, muito menos o marido. Bem na hora que ela estava abrindo a porta, alguém sai de um dos quartos.—"April?Sussurram, ela vira nervosinha pra ver que era a Agustina. A cunhada dela se aproxima, reparando que o cabelo da MILF tava bagunçado, como se alguém tivesse brincado com ele.–“Você tá bem?”-Pergunto a ela, fazendo uma radiografia com os olhos. April não respondeu, só balançou a cabeça afirmativamente. Ela abriu a porta e entrou no quarto, evitando qualquer outra pergunta da cunhada. Agustina ficou bem intrigada com o comportamento da coroa, era algo incomum nela, agir tão misteriosa e ser de poucas palavras. Alexander tinha a resposta para a incerteza da prima, bom, parte dela, na verdade.
O jovem, como todas as noites, tinha ido buscar a Bella no hospital, enquanto caminhava e chutava uma pedrinha. Ficou pasmo ao ver a April num restaurante com outro cara. O acompanhante da mulher era o mesmo que a interceptou quando ela estava fazendo compras com a Laura e a Camila. Os dois pareciam estar conversando, mas ela tava com o olhar no chão, melancólica, quase chorando, enquanto ele segurava as mãos dela. Sentado num dos sofás, bebendo um rum, Alexander se questionava se devia mandar a foto que tirou pro Tomás ou não.
No fim, decidiu não mandar, porque não era da conta dele afinal, e em vez de começar uma briga de casal idiota, melhor era ir falar com a April diretamente. Terminando o rum, ele se levanta do sofá, suspirando, olha as horas. Já era tarde, tinha que ir dormir, porque ia acordar praticamente daqui a umas horas pra ir pro novo trampo. Mas, antes de ir pro quarto dele, virou e passou no da amiga, que ainda tava acordada, vendo Os Sopranos.
Ela, ao ver o Alexander, sorri.—"Chegou numa boa hora. Vem aí sua cena favorita, a morte do pequeno Tonydisse ela, voltando a atenção para a televisão. Alexander se aproximou, mas não se deitou na cama ao lado dela pra ver a cena. Em vez disso, foi até o lado onde ela estava, se abaixou e encarou o rosto dela. Bella não entendia o que o amigo queria, mas antes que dissesse algo, ele tocou as bochechas dela com as mãos, e bem na hora em que Tony Soprano matava o primo, ele a beijou.
As pupilas da ruiva se arregalaram, enquanto a língua dela timidamente começava a se mexer e se encontrar com aquela língua invasora. Da surpresa, passou ao prazer, fechando os olhos, segurando o rosto do amigo com as mãos delicadas. Não ligava nem um pouco que o hálito e o gosto do jovem fediam a álcool; na verdade, a saliva que ela provava parecia a mais doce que já tinha experimentado na vida. Ao se separarem, ficaram se olhando por alguns segundos, Alexander corado, se levanta e vai embora, deixando uma Bella extasiada, tocando os próprios lábios.
No dia seguinte, Eduardo e suas garotas se preparavam pra voltar pra casa. Romina tinha vestido um vestido amarelo, de alças, que batia no joelho. Ela estava muito feliz depois de ter realizado a fantasia e a promessa com Tomás. Falando nele, ele descia as escadas depois de ter tomado um banho. Vestia uma camiseta branca, uma bermuda laranja e umas sandálias. O cabelo ainda estava molhado, então, em vez do penteado de sempre, estava bagunçado.
Andando pelo corredor, encontra Eduardo, a quem cumprimenta amigavelmente. Entra na cozinha, e os olhos dele contemplam Romina. A garota estava inclinada, jogando uns papéis no lixo. A bunda redonda dela chamou toda a atenção do homem; ele virou o olhar pra trás pra confirmar que Eduardo continuava bem perto deles. Um sorriso se formou no rosto de Tomás, que, voltando a olhar pra Romina, vê a jovenzinha já de pé e prestes a se virar.
Antes que ela fizesse isso, o coroa já estava em cima. dela, se surpreendendo por ter ele tão perto.–"Oi, gostosadisse ela, dando um beijo na bochecha dele, confirmando que aqueles peitos estavam soltos por baixo daquele vestido.O-o-olá, seu TomásEla tentava agir normalmente, mas a primeira coisa que veio à cabeça ao vê-lo foi aquela foda selvagem que ele tinha dado nela. Ficava molhada, lembrando daquela pica grossa, socando suas entranhas a cada estocada.
Aquela apalpada sem parar nos peitos dela, aquelas mordidas no pescoço e no lóbulo, como os beijos apaixonados e violentos que ele deu. Floresceram na mente dela, desejando poder ter um pouco daquilo antes de ir embora, mas não confessaria, agiria como uma garota certinha e se afastou dele. Tomás, só de olhar nos olhos dela, soube que aquela mina queria uma despedida, e ele ficaria mais do que feliz em dar, porque a poucos metros de Eduardo, faria ela sentir o que sentiu naquela noite, quando o masturbou no jantar de despedida, antes de deixar a França e com a April na frente.A próxima história será de "Confissões Ardentes" e vai ser focada no Alexander. Espero que tenham gostado do capítulo, muito obrigado por lerem.
Era justo que ele pudesse se divertir com aquela mulher gostosa e sensual, já que deixava a Romina brincar com o Tomás. Bem, na verdade seria um prêmio maravilhoso e inesperado, pensou Eduardo, com um sorriso. Quando finalmente levantou a toalha o suficiente para ver o rosto de quem estava chupando ele, ficou estupefato. Levou alguns segundos para reagir, enquanto seu queixo tremia.–“J.. Jo-Jo-Jo… Josefina”balbuciando, sem acreditar que o pau dele estava envolto pelos lábios da sobrinha.
A jovem manteve aquela tranca na boca, engolindo uma boa parte dela. Eduardo olhava para todos os lados ao redor, nervoso e ao mesmo tempo excitado, porque sua sobrinha sabia muito bem como devorar o pau dele. De qualquer forma, Josefina não ia soltar aquela rola, estava tão cachorra que, ao não ser atendida por Tomás e Benjamim — este último não deu atenção a ela, já que seus olhos se limitaram a admirar a Vicky —, recorreu ao último homem, aquele que sabia que tinha uma boa ferramenta e que ela já tinha comido.–“Uuuhh… Meu Deeeus”–Exclamei baixinho, jogando a cabeça pra trás, de tão bom que era sentir aquela boquinha. Josefina continuou no que tava fazendo, engolindo e puxando aquele pedaço como se fosse um rolinho que se desmanchava nos lábios dela. O gosto salgado mexia com as papilas gustativas dela, a dureza daquele tronco parecia impressionante, tanto que ela até queria morder com carinho. A garota, com as unhas, arranhava aqueles ovos que ficavam escondidos dentro da cueca.
Cada chupada que ela dava, aquela pica ficava mais dura e dava uns espasmos, era prova suficiente de que ele tava realmente curtindo. O que fazia aquela garota pensar era o próximo passo: se camuflar com ele e ir pro quarto, pra curtir uma transa daquelas. Uma que o corpo dela tava implorando, tanto que a buceta molhada dela escorria, molhando as coxas.–“Eduardo, você tá bem?”-pergunta Álvaro ao ver seu irmão se contorcendo na cadeira.–“Sss… Sim…”-(suspira, se endereça e baixa o olhar para onde está a sobrinha, ocupada mamando. Ela, ao ouvir a voz do pai, sente um arrepio, mas em vez de se assustar, fica excitada. O tesão e a adrenalina de ser pega fazem ela aumentar o ritmo do boquete, a ponto de as pernas do Eduardo começarem a bambear e o pau inchar dentro da boquinha dela. Mordendo os lábios, ele despeja uma boa quantidade de porra na garganta da sobrinha.
Ela tenta engolir toda aquela porra viscosa e quente que a mangueira soltava, não queria que se repetisse o que aconteceu com o cunhado dela, quando não deu conta daquela gozada grossa e teve que deixar cair um pouco no chão. O orgulho de puta dela dessa vez ajudou, permitindo que nenhum milímetro daquele líquido grosso escapasse dos lábios dela. Ao se afastar daquela vara, uns fios de esperma ainda ligavam a boca dela ao pau, o hálito quente evaporou no ar e o olhar dela ficou preso no do tio.
Tomás e Rosita estavam subindo as escadas, ele com a mão apoiada na cintura dela, quase descendo pra aquela bunda pomposa. Os dois já empolgados pra começar, viram a festa acabar quando a Laura pegou a filha pelo pulso e puxou ela pra si.)–“Ma-mamãe, o que tá rolando?”A gostosa morena olhou, sem entender a cara séria da mãe, será que tinha visto eles se beijando.—"Teu pai. Não achou nada mais interessante que se embebedar e se meter numa briga.Expresso a mulher com a testa franzida.
Rosita suspirou aliviada ao saber que a mãe não tinha descoberto eles, mas o alívio virou agonia quando percebeu que teria que ir embora e não ia poder dar uma trepada com o Tomás.–“Mamãe, isso quer dizer…”disse ela, caindo na sua triste realidade, até ser interrompida pela mãe,–“É, a gente tem que ir”–Laura estava muito irritada, porque mesmo separada do pai da filha, tinha que ir resolver todas as encrencas que ele arrumava, sempre de propósito pra chamar atenção.
Belém apareceu com as malas, tão frustrada quanto a prima, já que queria ter se divertido com Eduardo. Tomás só respirou fundo, pegou as malas das morenas, levou pro primeiro andar e depois acompanhou elas até a saída, onde um carro já esperava. Era o de Hugo, que ia levar elas. Tomás colocou as malas no porta-malas e se despediu de cada uma. O rosto dele tava sério, mas por dentro tava uma fera.
Benjamim continuava olhando fixo pra Vitória, que tava conversando com Emma, mas tinha percebido que aquele cara tava de olho nela há um tempão. A moça pediu pra mulher se podia acompanhá-la até onde tava aquele jovem solitário, se referindo ao Alexander. Ele ainda não tinha ido embora, porque a cabeça tava cheia de coisas, tudo ligado à Bella. Vicky levantou e foi com Emma até onde o loiro tava fumando.
Benjamim seguiu ela igual um cachorrinho de colo.—"Aconteceu alguma coisa, meu filho?perguntou Vicky, enquanto procurava um cigarro na bolsa dela.–“Na-nada…”–respondeu o garoto nervoso, que não esperava que a coroa falasse com ele.—"Nada? Então me diz, gostoso, por que você não parou de me olhar e agora tá me seguindo?interpelo, passando o cigarro pra Emma. A mina tava decidida a interagir com o Alexander, desde o primeiro olhar que deu nele, já sentiu uma atração.
A atração naquele dia floresceu em várias pessoas, uma delas era o Benjamín, que depois daquele troca de palavras inesperada, já se acalmou.—"Bom, eu a admirava porque queria encontrar alguma semelhança com dona Isidoradisse o rapaz, dando mais uma olhada nela dos pés à cabeça.—"Minha irmã? Como você conhece minha irmã, gostosa?pergunto com curiosidade.—"É minha professora de pianoEle, seduzido por aquele balanço dos quadris dela.
Estava a apenas um metro de Alexander, que continuava tramando algo. Victoria, ao vê-lo de perto, admitia que Emma não tinha nada de mau gosto — aquele jovem era bem bonito. Não só um rostinho bonito, mas dava pra ver que tinha um corpo trabalhado e parecia viril, pra um cara que ela calculava não ter mais de 30 anos. Ao mesmo tempo, tinha a impressão de que já o conhecia, ou pelo menos que já o tinha visto em algum lugar. Alexander, ao vê-la, ergueu as pálpebras e corou.
As lembranças da primeira vez com aquela mulher vinham à cabeça dele. Mesmo não sendo mais o mesmo moleque de antigamente, se sentia desconfortável e encurralado pela Vicky. Mostrava uma atitude que não costumava ter com mulheres depois da morte da Lucía. Emma, ao ter ele na frente, se perdia nos olhos esverdeados dele, no rosto triangular tão harmônico que parecia esculpido por algum artista, como o irmão dela, Bruno.
Ele baixou o olhar, fazendo com que os olhos deles se encontrassem, aumentando a inquietação nela.—"Ho-ho-ho… Ho… Oi-oiá…expresso com o coração nas mãos.–"Oi gostosa, precisa de alguma coisa?"–Consulto com gentileza, confundindo o Benjamim, que estava acostumado a vê-lo ser grosso com as mulheres.–“Ti-ti-ti… Cê tem isqueiro?”respondeu a garota, reunindo toda a coragem possível.—"Fogo?"—Sorri,—“Claro que tenho, mas me diz, é sua primeira vez fumando?”—notando que ela tava fumando o cigarro muito mal, apesar de ser uma parada bem simples.
Emma toda boba com aquele olhar fixo, já não conseguia falar, mesmo querendo soltar alguma palavra, não dava. Diante do silêncio dela, Alexander percebeu que atrás dela, duas figuras tavam se aproximando. Ela balançou a cabeça negando, o que fez o jovem dar um sorriso, e com jeitinho ele tirou o cigarro da mão dela.Gostosa, não precisa fumar pra tentar impressionar ninguém, e também não te recomendo que faça isso.afirmo, enquanto Bruno e Agustina se juntavam ao círculo.—"Emma, o que você tá fazendo?Consulto Bruno, meio irritado, mostrando aquele espírito superprotetor que ele tinha com a mina.—"Relaxa, não fez nada. Tava explicando pra ele que não vale a pena fumar, se eu fumo é porque já tô podre por dentro.Garanto, Alexander", disse ele, colocando o baseado entre os lábios. Agustina e ele trocaram olhares, que provocaram um sorriso nos dois.Oi, Agusdisse o loiro mudando de assunto e causando incerteza em Bruno.–"Oi, AlexContexto ela, nervosinha.—"Quando te vi, soube na hora que era você, mas não quis te incomodar. Só que agora que tenho esses teus olhinhos lindos na minha frente, deixa eu te falar: você ficou uma gostosa, prima.disse ele, cortando a distância entre eles e abraçando ela.–“Pri-prima?”balbuciou Bruno, sem entender o que estava rolando.—"Você exagera, Alexexpresso ela corada,—"Claro que não faço isso, já que quando te vi pela última vez, você era uma pirralha"—Refuto.
Todo mundo olhava pra eles sem entender nada. Pra Benjamim, o sorriso que Alexander tava dando era uma expressão nova. Será que era mesmo o mesmo moleque que ele conhecia? Aquele que odiava a família toda e falava mal dela. Até que a Agustina comentou que lamentava não ter estado naquele momento difícil, mas infelizmente não podia fazer muito, já que o pai dela sempre quis o mínimo de contato possível com a família da mãe. Benjamim foi o único que sacou tudo, enquanto o Bruno tentava pescar alguma coisa.—"Bom, tenho que ir, Agus. Se cuida. Ah, e não se preocupa, não vou contar pra ninguém que te vi.exclamou Alexander, dando um beijo na bochecha da prima e levantando a mão como sinal de tchau pros outros.—"Agustina, qual era o seu segundo sobrenome?pergunta Vicky,–"Ortizdisse ela, olhando o primo sumir ao longe. Vitória, com as pupilas dilatadas, lembrava onde tinha conhecido Alexander e o que rolou com ele.
Eduardo e Josefina tinham ido pro quarto dela. O homem tava deitado na cama, observando a sobrinha lamber o pau dele.
Eduardo: Aaaai, porra... Cê é uma puta danada, sobrinha.
Josefina agradece o elogio pro tio, engolindo o pau dele devagar, mas quando já tinha metade dentro da boca, não aguentou e enfiou o resto de uma vez. Eduardo ficava doido com o boquete que tava recebendo de uma das filhas do irmão e apoiou as mãos na cabeça dela, afogando ela na vara enorme dele. Mas a novinha mostrava experiência e qualidade de puta, assumindo o controle da parada. Eduardo se rendeu pra ela, gozando tudo.
A mina não desperdiçou uma gota, igual quando tava debaixo da mesa. Ela passa a língua nos lábios, sem tirar os olhos do pau do tio, que parecia ir murchando. Mordendo a boca, ela se levantou e foi tirando o vestido, que caiu no chão sem esforço. A bunda enorme e empinada virou o centro das atenções de Eduardo. Ele queria apertar aqueles glúteos, morder e passar a língua por toda volta e no meio.
Josefina sobe na cama e senta nas pernas dele, enquanto aproxima a boca provocante da dele, pegando com as mãos aquele pau que já tava revivendo. A novinha ficava ainda mais excitada ao sentir aquele pedaço de carne crescendo e crescendo entre as mãos, roçando nos lábios dela, e fala:Meu Deus... Parece que seu pauzão está bem maior do que da última vez que a gente ficou junto.As palavras da sobrinha ecoaram na cabeça de Eduardo, e ele começou a lembrar vagamente daquela noite que passou com ela.
As imagens eram meio borradas, a primeira coisa que veio na mente dele foi ele deitado na cama, igual naquele momento, com a pica dura e uns dedos macios massageando aquele pedaço de carne.–“Uuuhhh”–Babando de tesão, enquanto na cabeça dele, aquela lembrança borrada, de ter visto uma mulher de cabelo loiro entrando no quarto dele, ficou mais nítida. Josefina passava a língua em volta da cabeça do pau, limpando o resto de porra que tinha.
Eduardo: Porra... Então não foi um sonho, você realmente entrou no meu quarto e chupou meu pau naquela noite.
Falou, apalpando aquela bunda enorme que o deixava hipnotizado.
Josefina: (Rindo) Claro que aconteceu, bobinho. Você realmente achou que foi um sonho esse tempo todo?
Perguntou, brincando com aquelas bolas que pareciam estar cheias o suficiente pra passar a tarde trepando. Os arranhões dela faziam o homem tremer de prazer.
Eduardo: Sim, achei que foi só um sonho maravilhoso, mas agora sei que tudo foi real.
Josefina: Ainda bem que te fiz lembrar, porque naquela noite você disse que ninguém tinha te chupado igual a mim, que amou minha boquinha. (Mordendo os lábios) Agora vamos terminar o que a gente deixou pendente naquela noite.
Josefina monta em cima do pau do tio, esfregando a buceta molhada na ponta daquela vara. Apertando os dentes, ela enfia aquela cabeça pulsante pra dentro, sentindo um alívio danado ao ter um pedaço de carne entrando na sua xota carente. As paredes dela se moldaram rapidamente no tamanho daquela faca que se enterrava devagar. Depois de ter descido o corpo todo em cima dele, começou a subir e descer. As mãos dela se apoiavam nos ombros do tio, e ele se agarrava naquela raba.
Josefina: Aaaiii... Mmmhhggg... Sua namoradinha aguenta essa pica toda dentro dela?
Eduardo: Aaahhh, siiiim... Até o último centímetro...
Josefina: Aaaiii... Uuugghhh... Nossa, e ela te satisfaz bem?
Falou, tocando o rosto do tio com as mãos, enquanto batia a bunda pra cima e pra baixo.
Eduardo: Ela é maravilhosa... Controla muito bem meus 20 centímetros de pau dentro dela, seja na boquinha, na buceta ou no cu.
Josefina: Hhhhmmm... É... Espero que ela não se importe comparte um pouco dessa tua piroca enorme comigo...
Eduardo: De jeito nenhum, até nesse sentido ela é a melhor de todas.
Eduardo beija a sobrinha, enquanto a deita na cama e pega o ritmo da foda. O pau dele batia fundo lá dentro dela, que se esbaldava. Ele pensou por uns instantes na Romina, se perguntando se ela já tava fazendo o mesmo com o Tomás. Imaginar ela com outro, irritava ele, ainda mais se ela tivesse gostando, mas tinha que controlar essa raiva, afinal, ele tinha prometido que naquele dia ela podia ficar com aquele cara.
Com muito esforço, ele para de pensar na namorada e foca em curtir a trepada que tava tendo com a sobrinha. A bucetinha jovem dela era uma delícia, não ficava devendo nada pra nenhuma das suas garotas. Por outro lado, a Romina tinha saído procurando o Tomás, e como não achou ele lá fora, começou a vasculhar dentro de casa. Encontrou ele na sala principal, sentado no sofá, curvado, com o olhar no chão e um copo d'água nas mãos.
Ele tava puto da vida com o que tinha acontecido com a Rosita, tava a um passo de realizar um sonho antigo, e do nada arrancaram isso dele. Quando ouviu uns passos se aproximando, levantou o olhar e viu a figura esplêndida da melhor amiga da filha dele. Aqueles peitões gostosos pareciam dançar dentro do vestido a cada passo que ela dava, as pernas matadoras também chamavam a atenção do homem, que trocou aquela cara de poucos amigos por uma mais safada, ao lembrar que nem tudo tava perdido.—"O senhor Tomás tava brincando de esconde-esconde comigo?pergunta, sentando-se ao lado dele e apoiando a mão no colo do homem.—"Não, só queria ficar um tempinho sozinha.sussurro, se perdendo entre essas montanhas carnudas.—Mmm… E eu pensei que você queria brincar comigo.afirmo, agarrando ele pela gravata e desenhando com o dedo indicador no peito dele. Tomás observando os olhões safados da garota, sorri, aquele olhar o convidava a se deixar levar e extravasar toda a frustração.
Tocando o queixo dele, passou ternamente o polegar, enquanto o indicador pousava naqueles lábios. Ela sorrindo, foi abrindo a boquinha e prendeu aquele dedo afiado, engolindo devagar. A língua dela passava em volta daquela extremidade, mantendo os olhos cravados nos dele. Tomás percebeu que aquela novinha tinha aperfeiçoado a arte de chupar, porque do jeito que ela sugava o dedo dele, era uma delícia. O pau dele, que tinha relaxado com a raiva, voltou a endurecer.
Romina, ao notar aquele volume, não se segurou mais e abaixou o zíper da calça dele, meteu a mão dentro e pegou naquela espada. Ele ficou impressionado com tanta ousadia daquela mina, e vendo que ela não tinha medo de nada, resolveu entrar na brincadeira. Passando a mão com carinho naqueles peitos, saboreando o suor dela e se embriagando com o cheiro de donzela. A outra mão do homem acariciava a coxa da garota e arranhava aquela calcinha molhada, que ficava ainda mais encharcada.
Se ela não soltava um gemido, era porque se mantinha concentrada na tarefa tão simples de chupar aquele dedo. Mas o corpo dela denunciava o quanto estava com tesão, se arrepiando a cada carícia e cada pincelada que o coroa dava. A exasperação começava a dominar ela, precisava de mais que aquilo, precisava ver aquele pau robusto e comer ele como antigamente, pra depois deixar que a penetrasse e sentir como remexia as entranhas dela.
Tomás, pelo contrário, mantinha a calma e, por cima daquela tecido fino, mordeu aqueles bicos pontudos, causando o primeiro gemido da jovem. Que se prolongou mais do que devia, por mais que quisesse se calar, não conseguia, aqueles dentes eram gostosos, assim como a língua dele desenhando como se estivesse fazendo sem nenhum pano no meio.—"Joooooff… deeeeerr…"—Ela balbucia, extasiada. A formigação na buceta dela era tão intensa que já não queria mais chupar aquela rola, queria sentir ela enfiada na sua xota, perfurando ela.
Tentando desajeitadamente desafivelar o cinto dele, mas não conseguia de jeito nenhum, por mais que puxasse e mexesse de um lado pro outro, a fivela ficava firme. A impaciência tava acabando com ela, mas mesmo assim, o prazer que o homem dava com cada contorno e roçada era magnífico. Se só com aquilo ele já fazia ela se sentir tão bem, não queria nem imaginar o que ia experimentar quando os dois estivessem pelados.–“Qual é, Romi? Não consegue acompanhar o jogo?”Consulto maliciosamente, segurando ela pela cintura.
Romina: Você é um filho da puta.
Tomás: E você adora que eu seja, não é?
Sentando ela no colo e mordendo os lábios dela.
Romina: Você me enlouquece.
Respondeu, abrindo a boca e beijando ele com tesão, as línguas se enroscando e ele, sem muita dificuldade, foi abaixando o zíper do vestido dela. Sentir as mãos do pai da amiga explorando suas costas foi mais excitante do que imaginava, uma corrente elétrica percorria todo o seu ser, e o formigamento na buceta era mais forte. Movendo a pélvis contra aquele volume, buscava um pouco de alívio, enquanto tentava tirar o paletó dele, mas não estava tão habilidosa quanto de costume.
A ansiedade de estar com aquele homem a estava ofuscando, fazendo-a parecer uma virgem inexperiente. Tomás se afastou da boca dela, apertou-a mais contra si e começou a mordiscar o pescoço dela, enquanto perguntava se ela queria continuar com aquilo no quarto da Vanessa.–"Claro, adoraria, assim como fazer aqui mesmo"–respondeu ela, jogando a cabeça para trás e olhando pro teto.–“Que promíscua. Te comeria aqui mesmo, mas não quero que nos interrompam no melhor momento”–Eu sussurrei pra ela.
Os dois subiram as escadas e entraram no quarto da Vanessa, onde se devoraram de novo com a boca e foram tirando a roupa, até ficarem pelados. A Romina, ao ver aquele pau duro apontando pra ela, lambeu os lábios e se abaixou pra dar uma provadinha antes de enfiar ele inteiro dentro dela. Na cabeça dela, as lembranças da primeira vez que teve aquele tronco na boca se misturavam com o que ela tava vivendo naquele momento.
Envolvendo devagar aquela cabecinha, passando a língua de um lado pro outro, de cima pra baixo, com muito cuidado e saboreando o líquido pré-gozo. Tomás suspirava, sem piscar, pra admirar a habilidade que a mina tinha adquirido durante o tempo que ficaram sem se ver. Nas primeiras lambidas, ele percebeu que ela tinha melhorado pra caralho, mas quando ela foi engolindo centímetro por centímetro e enrolando a língua babada no pau com uma maestria igual à da April e da Rosita, ele sacou que foi o responsável por criar uma puta comedora de rola.
Ele controlava os gemidos, transformando eles em gritinhos abafados, e a Romina deixou a rola dele toda lambuzada, pra depois passar a língua umas duas vezes naquelas bolas, que não pareciam tão grandes quanto da primeira vez. Cada desenho que a garota fazia nos ovos dele era melhor que o anterior. Quando terminou, ela se ajoelhou de quatro na cama, apoiando as pernas e os cotovelos no colchão, levantando a bundinha pequena e mostrando a buceta melada.—"Vamos concluir o que a gente devia ter feito naquela noite.disse Romina, acompanhada de uma risadinha safada. Tomás se aproximou, tocando com as pontas dos dedos aquela bunda que, embora não fosse tão grande quanto outras que ele já tinha aproveitado, tinha seu charme. Antes de penetrar aquela gruta que gotejava seu doce elixir, preferiu prová-los. Uma lambida que percorreu desde aqueles lábios vaginais até o cu da jovem. Ela não esperava por isso, no entanto, seu corpo agradeceu, soltando uns jorros de seus sucos.
Tomás foi roçando aquele buraquinho com lambidas suaves, enquanto seus dedos se aproximavam daquela buceta ardente que não parava de secretar fluidos. Sua língua foi entrando naquela gruta escura, enquanto as pontas de seus dedos entravam e saíam da xereca da garota, que uivava e se agarrava aos lençóis. Não era algo novo que Romina experimentava; Eduardo já tinha feito coisas assim com ela, no entanto, estranhamente seu corpo estava se acendendo ainda mais com o pai da sua amiga.–“Uuuuufff…”-Eu tava doida por ela, esperando aproveitar mais daqueles dedos finos e compridos, que só provocavam a buceta dela, com aquelas penetrações leves. Num instante, as lambidas pararam, mas a língua continuava enfiada no cu dela. Ela achou que as brincadeiras iam acabar e que a gente ia partir pra trepada. Mas o Tomás não tava com essa intenção, e depois de uma pausinha, remexeu as entranhas dela com uma enfiada de dedos e continuou chupando a bunda dela.—"Aaaahhh… Mas que filho da puta você é… Uuuughh"—exclamava Romina, enquanto aquela língua continuava fuçando no cu dela e aqueles dedos iam e vinham na buceta dela. As pernas dela não demoraram a tremer e logo o corpo inteiro ia tremer também. A putaria ficava cada vez mais intensa, assim como os gemidos dela. Apoiando a cabeça num dos travesseiros e mordendo ele, ela se embriagava com o cheiro gostoso da amiga dela. Ao lembrar que tava no quarto dela, o tesão foi aumentando mais ainda.
Tava a um passo de gozar gostoso, quando Tomás parou. Tirando os dedos, levou eles à boca, ela não entendia por que ele tinha parado naquele momento. Então o homem, chegando perto do ouvido dela, lembrou ela do quão cruel ela foi com ele, naquela janta de despedida. Então, deixar ela na vontade de gozar foi um jeito de se vingar. Esfregando a vulva dela no pau dele, fez a garota se excitar de novo e entre suspiros ela implorava pra ele meter.
Aqueles roçares no clitóris dela faziam Romina perder a cabeça, apesar dela implorar pra ser fodida, Tomás continuou brincando com o corpo volumoso dela. Pegando aqueles peitos lindos, foi amassando eles com carinho e beliscando.—"Aaaiih… Vamos, seu filho da puta, para de zuar comigo e me dá o que eu tanto te pedi.A jovenzinha implorou de novo, na esperança de convencer o coroa ou fazer ele ter pena dela. Mas as palavras dela foram em vão, porque ele continuou com o jogo dele, metendo lambidas e beijos no pescoço.
Enquanto isso, Eduardo e Josefina continuavam trepando. Entregues à luxúria, acariciavam os corpos em chamas, se beijando sem parar, enquanto a buceta da loira espremia aquela pica que não parava de furar ela.Oooohhh cara!… Você é um garanhão de primeira!expresso a gostosa, sem parar de rebolar e já enlaçando a língua na dele. Não tinham noção do tempo, nem do que rolava ao redor, só existiam os dois, se satisfazendo como bichos no cio.
Eduardo tinha largado aquele rabo enorme com as mãos e, no lugar, tava metendo os dedos. Não era fácil, por causa da grossura daquelas nádegas e do movimento constante, mas ele precisava, porque só queria arrebentar aquilo. Cada estocada era um puta prazer pros dois. Os lábios se separaram de novo e agora era a vez dele falar.—"Que putinha você é, José. E que buceta gostosa que você tem.Josefina queria agradecer pelo elogio, mas não conseguia no meio de tantos gemidos que soltava. Pra calar um pouco, mordeu os lábios, e nem assim conseguiu balbuciar aquela palavra, porque as investidas do tio tinham ficado mais intensas, tanto que ela teve que jogar a cabeça pra trás. Abrindo a boca, deixou escapar um gemido forte, que ecoou pelas paredes do quarto. Eduardo, lambendo aqueles pezinhos durinhos, percebeu que tava perto de gozar, mas não queria fazer isso sem antes provar aquela bucetinha apertada.Pa-pára, José, para. Quero arrebentar essa sua buceta, antes que você me deixe seco.disse ele, parando as investidas. A sobrinha não queria fazer, no entanto, a ideia de ser macetada no cu a seduzia tanto que ela topou. Se ajoelhando de quatro, presenteia o tio com uma vista majestosa, que fica hipnotizado por alguns segundos com a forma perfeita daqueles glúteos carnudos. Se já era um tesão com roupa, pelada então, era ainda mais.—"Qual é, mano? Não disse que queria arrebentar minha buceta?Interpelo a garota, rebolando a bunda dela.–“Minha nossa, mas que rabão você tem, gostosa”–contexto Eduardo, acordando do seu torpor e dando um tapa naquela bunda suada. Josefina solta uma risadinha curta, que se transformaria num uivo, ao sentir a glande pressionando para entrar no cu dela. Eduardo percebeu que ela não estava dilatada o suficiente, então não quis insistir, embora, pra sorte dele, tivesse um pote de vaselina no móvel.
Passando naquela bunda enorme e depois no próprio pau, ele apontou direto praquele buraquinho. Devagarzinho, foi entrando, sentindo o calor daquele esfíncter e o quanto era acolhedor.–“Aaaaih, meu Deus do céu!!…”–exclamou a loira, apertando as mãos e jogando a bunda pra trás, pra sentir mais daquela vara que tava abrindo o cu dela. Eduardo metia devagar, porque queria aproveitar aquele rabo, mas as pernas já tremiam e o pau inchava, dando espasmo pra soltar toda a porra. Mal tinha enfiado metade da pica naquele cu apertado, não ia aguentar muito, então de uma só metida enfiou tudo de uma vez.—"Que gostoso, que delícia é essa sua bunda, sobrinha!"—Falo com a voz entrecortada, tirando o pau devagar, pra enfiar de novo até o fundo. Os gemidos dela viraram uns coros densos. Pra Eduardo tava claro, aquela bunda era a melhor que ele já tinha comido até então.
Entrando e saindo daquela buceta carnuda, cada vez mais rápido e com raiva, já não dava mais pra segurar. Josefina brincando com o clitóris, já tava se contorcendo, chegando junto num orgasmo demorado os dois. Eduardo teve que se apoiar nas costas da sobrinha, pra não cair em cima dela, pelo tesão que tava sentindo. A mina caiu rendida na cama, ofegando, agradeceu o tio por ter satisfeito ela daquele jeito.–“Uuff… Gata, você devia vir morar comigo, pra gente fazer isso todo dia”–murmuro o homem, enquanto retirava seu pau já murcho. Josefina ainda tonta, pensava na proposta que o tio tinha feito, mas a resposta era clara.—"Adoraria, cara. Mas já tenho alguém pra me divertir e tô planejando fazer dele o melhor amante de todos.A garota afirmou, segurando o rosto do mais velho e enroscando as línguas quentes.
Ela, pensando no Benjamín, se perguntava o que o namorado dela estaria fazendo naquele momento. O garoto, por sua vez, dividia um copo de suco com a Vitória, que ele não parava de admirar, vendo nela sua professora de piano. Era justamente dela que estavam falando; Benjamín queria saber mais sobre sua querida professora, enquanto a Vicky se surpreendia que a irmã dela estivesse dando aula pra aquele moleque, sabendo que ele era filho do Tomás e da April.—"Sua irmã é mesmo tão boazinha com você? Não abusa da posição de professora dela?pergunto.
Benjamim bebeu um pouco do seu copo, observando aqueles peitos enormes, que eram uma das grandes diferenças com a Isidora.—"Sim, ela é foda e gente boa. Apesar de todo mundo falar que era uma mulher sombria, eu só vi melancolia nos olhos dela. E que agora foram mudando"—respondeu o garoto, erguendo o olhar para apreciar aqueles lábios grossos, que também era outra diferença com Isidora, mas ao mesmo tempo lembrava ela, porque ao sorrir eram iguais.
Vicky: Mudando de assunto?
Benjamín: Sim, não quero me gabar, mas acho que com minha presença, ela vem recuperando a luz dela.
Vicky: Você sabe o que ela fez pro Bruno não querer ver ela, né?
A mulher perguntou, um pouco preocupada, pensando que a irmã queria substituir o filho por aquele moleque.
Benjamín: Ela me disse que fez coisas horríveis, como mentir pra ele, usá-lo e que o via como homem em vez de filho. Mas além disso não sei, e essas lembranças parecem atormentar ela, então prefiro evitar esse assunto com ela.
Vicky: Puxa, pelo visto ela não mentiu pra você…
Depois de uma breve pausa em que refletiu sobre o que o garoto tinha dito, ela percebeu que na virilha dele havia um volume enorme, deixando-a pasma.
Benjamín: Aconteceu alguma coisa, Vicky?
Vicky: Onde eu tava? Ah sim… Isi, bom, ela era obcecada pelo filho, queria que ele fosse só dela. Indo além da relação entre mãe e filho, pra uma relação carnal e amor proibido.
Disse a mulher, encantada com aquele pau marcado. Benjamín já sabia disso, mas ficava excitado quando imaginava aquela relação proibida. Ao notar que tinha chamado a atenção daquela coroa, sorriu, igualzinho o pai dele fazia no andar de cima.–“Aaahh”–Ouviu-se como um sussurro pela porta. Finalmente ele tinha parado de torturar a Romina e enfiado a ponta da sua lança. A jovem apertava os dentes para aguentar os próximos centímetros daquela rola robusta.
Ele, percebendo que o corpo da amiga da filha tinha relaxado de novo, foi invadindo devagar a buceta dela, que com suas paredes acolhiam aquele mastro. Tomás enterrou menos da metade e tirou, pra mergulhar a rola de novo, mas dessa vez com mais gosto. Repetindo o processo, como se quisesse enlouquecer a pobre garota, que só gemia e curtia aquelas estocadas que cada vez ficavam melhores. Os dois suspiraram e morderam os próprios lábios quando, finalmente, ele chegou até o fundo.
A diversão só estava começando. Tomás, segurando firme nos quadris da garota, foi movendo a pélvis, cada vez mais rápido.–“Sim, sim, sim, sim… Me dá assim com forçaaaa!!!”-Romina uivava, começando a rebolar os quadris de forma frenética. Tomás sacou na hora que aquela novinha tava acostumada a foder selvagemente, com certeza Eduardo todo dia mexia com as entranhas dela, tanto da buceta quanto do cu. Sem soltar aquelas bundonas, foi metendo do jeito que ela adorava.
As mãos dele acariciavam aquelas nádegas e de repente iam parar naquelas tetas grandes e todas suadas. A bucetinha da Romina parecia um sonho, apertada e aconchegante, como poucas. O barulho da pélvis dele batendo com força naquele cuzão redondo dava pra ouvir claramente, se o silêncio reinasse. Por sorte a maioria dos convidados já tinha ido embora, menos o Eduardo com as acompanhantes dele e o Bruno com a Agustina. Mas eles não iam escutar porque tavam ocupados com seus próprios esquemas.
A Diana, por exemplo, saiu com a Alessandra pra uma balada, o Eduardo tava descansando do lado da Josefina, o Bruno batia um papo com a Agustina sobre o Alexander e a família da mãe da garota, a Emma, acompanhava a Camila com o Simão, e o Benjamim tava de calça arriada, enquanto uma Vicky necessitada devorava a pica dele. A April, por outro lado, não tava em casa, algo que o Tomás continuava sem notar, tudo porque tava concentrado em cumprir uma das suas vinganças, que era foder a Romina e fazê-la gozar com a pica dele.
O Axel, enquanto isso, curtia a primeira noite dele com suas duas lindas esposas. Elas, brincalhonas, foram tirando a roupa dele, sem pressa. Acariciando o corpo e beijando ele, de forma alternada. Quando deixaram ele só de cueca, as duas gostosas se ajoelharam pra lamber aquele tronco grosso por cima do pano. Cada lambida era lenta, como se quisessem brincar com a paciência do marido, enquanto com as mãos, arranhavam as bolas dele.–“Uuuuufff…”-Ele suspirava longamente, olhando como aquelas putas gostosas queriam enlouquecê-lo. Ignácia continuava molhando a pica do marido, enquanto Vanessa subia pelo torso dele, beijando e mordendo até chegar nos mamilos. Brincando com eles, ela tentava estimular ainda mais Axel, fazendo ele implorar por sexo. Mas ele parecia concentrado, como se estivesse meditando pra não cair no jogo daquelas duas.—"Qual é, maninho? Tá com medo de não dar conta do recado?pergunto, Vanessa, com malícia, pra quebrar a concentração que o moleque tava.—"Talvez a gente devesse chamar o TomásEu adiciono a Ignacia, dando uma pequena mordida naquele pedaço que ela tanto amava comer.—"Não seria ruim, tenho certeza que o papai nos deixaria mais que satisfeitasTe garanto, Vanessa, descendo o dedo dela pelas costas do meio-irmão.—"São um par de putas, que me trocariam na primeira oportunidade pelo papai. Bom, eu não teria problemas em ir atrás da Alessandra e da Diana.Contexto: Axel, de olho nas suas duas gatinhas, que ficaram sérias. Elas puxaram a cueca dele pra baixo e começaram a lamber aquele tronco todo. Cada uma lambia um lado daquela pica grossa, passando a língua por todo o comprimento e se encontrando na cabeça. Pegando o líquido pré-gozoso, as duas se deram um beijo rápido, mas quente pra caralho.
Quando separaram as bocas, se olharam e soltaram umas risadinhas. A cumplicidade entre as duas era tanta que parecia um sonho. Axel, incrédulo que elas estavam trabalhando juntas, se beliscou pra confirmar que aquilo não era uma das suas tantas fantasias. Mas era real pra cacete. Vanessa, passando a língua nos lábios, se abaixou ainda mais e com a boca pegou as bolas do irmão, enquanto Ignacia envolvia a cabecinha na boca dela, engolindo aos poucos aquela vara de carne.
A rabuda não conseguiu passar da metade e tirou, pra trocar de lugar com a sobrinha. Agora era Vanessa que chupava aquela espada e Ignacia que saboreava aquelas bolas que se desmanchavam nos lábios dela, como se fossem açúcar. Axel só conseguia agradecer a Deus e gemer de prazer por aquele dueto maravilhoso que as loiras faziam. Sincronizadas, paravam de chupar pra olhar fixamente pra Axel, que, sorrindo, convidou elas a se levantarem e deitarem na cama.
Elas aceitaram, mas mal ficaram de pé, entrelaçaram as línguas com a dele, enquanto com as mãos apalpavam aquela espada, que já tava mais que pronta pra atravessar aquelas vadias e deixar elas completamente satisfeitas.De manhã ficamos com vontade de sentir suas investidasafirmo, Ignacia.—"Então, esperamos que você não se segure"—Vanessa completa, mordendo os lábios dela e deixando o vestido cair no chão.
Os peitões enormes dela pularam, balançando de um jeito hipnotizante. A bucetinha dela brilhava de tão molhada que tava, enquanto a Ignácia tava tendo problemas com o zíper do vestido. Vanessa fica atrás dela e, pegando o fecho, puxa pra baixo. Junto com o Axel, vão tirando o vestido dela, ficando os dois boquiabertos com a lingerie que a rabuda tava usando. Ela, ao ver aqueles olhos cheios de tesão percorrendo o corpo dela, ficou vermelha e ao mesmo tempo mordeu os lábios de um jeito provocante, esperando que aquela noite quente fosse inesquecível.
Axel olhando ela com calma, dá uma volta em volta dela, se deliciando com aquela raba do caralho que muitos dariam tudo pra ter. O conjunto todo fazia ela ficar uma gostosa, aquelas meias justas nas pernas, junto com a renda completa. Parecia que o bralette mal cobria aqueles glúteos enormes. Ele não queria parar de admirar ela, ela tava tão linda que tirar aquelas roupas dela seria um crime. Mas ele sabia que estavam naquele quarto pra foder.
Dando um tapinha suave na bunda dela, beija ela, enquanto a Vanessa se abaixava pra enfiar a cara no meio daquelas nalgas. Ignácia, presa na língua do marido, não percebe o que a sobrinha tá querendo fazer, até sentir a língua safada dela se enfiando à força entre as nádegas dela. Os dois irmãos esfregaram com os dedos a buceta encharcada da Ignácia. Quando as bocas se separaram, Axel viu como a mulher dele se contorcia de prazer, entendendo que a Vanessa tava fazendo um puta trabalho lá atrás.
Ele não queria ficar pra trás, então também se abaixa e, passando os lábios entre aquele tecido molhado, põe a língua pra fora com cuidado, pra desenhar nela. As lambidas do Axel eram curtas, mas em pontos certeiros pra estimular a esposa dele.–“Poooorraaa!!, vocês me matam de prazer, os doooiisss!…”-Jadeava ela, caindo rendida àquelas lambidas e mordidas que o marido dava nas coxas dela. Agarrada no cabelo dele, puxava por causa dos espasmos que parecia ter naquela comida de cu e de buceta.
Ignacia não aguentou mais, ao ter a boca de Axel apertando aquela legume de carne. Mesmo estando por cima do tecido, se sentia estupendo, o deslizamento daquela língua, fosse na horizontal ou na vertical. Tremendo completamente, gozou de forma densa. Os fluidos desceram pelas coxas dela, encharcando as meias. Ela, extasiada, se joga na cama para recuperar o fôlego. Vanessa e Axel passam a língua entre os lábios, degustando o sabor daquele cu e daquela buceta, respectivamente.
Sem pensar duas vezes, os dois compartilham o doce que tinham entre os lábios, acariciando os corpos nus, colando-os cada vez mais. As tetonas de Vanessa se achatavam ao máximo no peito de Axel, enquanto a pica do garoto cuspia esperma, ao ficar no meio daquelas coxas. Não tão carnudas quanto as da Ignacia, mas ainda assim eram grandes; na real, Vanessa não tinha que invejar nada da rabuda, pelo simples fato de ter um corpo esculpido na perfeição.
Um corpaço pelo qual ela tinha se tornado uma modelo muito influente em tão pouco tempo. Todo mundo queria trabalhar com ela, exibir suas marcas naquela silhueta e ver em primeira mão a dona daquelas curvas. Quanto mais pensava na maravilha que era a meia-irmã dele, mais tarado ficava. Chegou a perder a cabeça por uns segundos, ao lembrar do comercial recente que ela fez para uma marca de protetor solar. Vanessa de biquíni era simplesmente uma deusa e um espetáculo de outro mundo.
Sem se soltar da língua dela, as imagens daquele vídeo passavam na cabeça dele. Ela caminhando, e a câmera dando um close na mão dela com o frasco do protetor, mas ninguém ligaria pra aquela garrafa quando dava pra apreciar aquelas Suas pernas esculturais e a bunda levemente empinada. A câmera se movia devagar, até dar um close naquela raba, que rebolava gostoso a cada passo. O biquíni era vermelho, realçando ainda mais a atração por ela, como se aquele corpo já não fosse hipnotizante o bastante.
O sutiã tinha um laço bem simples, pra facilitar na hora de tirar quando passasse o protetor solar. Já a calcinha tinha dois nós bem feitos de cada lado do quadril. Ele tinha certeza de que a meia-irmã dele tinha feito assim porque, senão, os nós iam soltar com a caminhada e ela ia ficar exposta pros olhos tarados que estavam naquele set na hora. Do resto do comercial, ele não lembrava, porque não interessava — só o corpo divino daquela que agora também era mulher dele.
Sabia que muitos colegas da faculdade usavam as fotos e vídeos da Vanessa pra bater punheta, até os próprios amigos dele. E não culpava ninguém, porque na época em que tentava esquecê-la, ele mesmo já tinha recorrido a isso. Algo que ficou no passado, porque agora aquela mina era dele, não tinha motivo pra esconder o amor por ela, muito menos a vontade que sentia do corpo dela. Carregando-a, deita ela na cama e se ajeita pra meter.
Então, lembrando da noite em que a viu jantando com o chefe, tira a boca da dela e enfia a cabeça da pica naquela buceta babada, perguntando o que rolou naquela noite.–“Na-nada…”–respondeu ela, mordendo os lábios enquanto a grossa pica do seu querido marido entrava dentro dela.–Nada? Tá me dizendo que o Paolo só ficou satisfeito com um jantar?perguntou, sabendo que seu chefe não era do tipo que convidava uma mina gostosa só pra jantar e pronto, o filho da puta tinha que acabar comendo elas.
Vanessa: Siimm… Qui-quis me le-levar pra ca-casa, ma-mas, falei que ti-tinha outras coisas pra fazer…
Disse a garota, arqueando o corpo e se deliciando por ter o pau duro e veiudo do meio-irmão enfiado no fundo da buceta.
Vanessa: Re-reco-conheço, que mi-minha ideia, era pe-pelo me-menos chupar eleeee… Porque ele é gato e um cara legal… Achei que po-poderia te esquecer se fizesse isso, ma-mas, quan-quando te vi, não quis mais nada…
Gaguejou com muito esforço, já que Axel começou a meter com força e apertava aqueles peitões enormes, que seu chefe admirava descaradamente naquele dia. Ele estava feliz em saber que seu pior medo, que o invadiu naquela noite e não o deixou dormir, não aconteceu. O alívio daquela imagem amarga que rondava sua cabeça, onde sua irmã se revirava com Paolo, era tão satisfatório quanto aquela buceta que ele estava empalando.—"Ontem à noite encontrei o Paolo e ele quis arrebentar minha buceta.confessou de repente a Ignacia, beijando o Axel.
O rapaz, impactado pela declaração repentina da Ignacia, parou as penetrações. Um vento percorreu suas costas, fazendo-o tremer só de pensar que aquele velhote tinha colocado a mão na sua esposa.–"O-o quê... O que você disse?"–Consultei, só as bocas delas pararam de se amarrar.— "Seu chefe quis me dar um presente de despedida. Tentou me enrolar pra me levar na casa dele e me comer no cu.disse a rabuda, com o rosto cheio de tesão e excitação.
Axel continuava imóvel, na mente dele já se formavam imagens de Ignacia de quatro, sendo macetada pelo Paolo. Os gemidos que ecoavam pelo quarto, as provocações que ele fazia e o sorriso debochado daquele homem, por ter comido aquela garota gostosa e aproveitado aquele rabão. Tudo isso passava pela cabeça do jovem, que se irritava, não com Ignacia, mas com o chefe dele, que mostrava não ter moral nenhuma.
Vanessa: Ao dizer que quis e tentou, você quer dizer que não rolou nada entre vocês?
Ela perguntou, interrompendo os pensamentos de Axel, que agora estava curioso pra saber o que realmente aconteceu.
Ignacia: Sim, não rolou nada, mas puta que me deu vontade, o filho da puta.
Falou com cara de santinha.
Axel: Ha… Então, me conta como foi que as coisas aconteceram, por favor.
Diante do pedido do marido, a garota safada começou a contar a história, desde a despedida de solteira desconfortável dela, passando pela troca de roupa com a irmã gêmea. Quando andava tranquilamente pela rua, percebia como alguns caras derretiam os olhos ao vê-la passar, rebolando o melhor atributo dela. O que a excitava e ao mesmo tempo a sufocava, porque aquela vontade de ter uma rola madura remexendo ela ficava mais intensa e insuportável de resistir.
Sem que ela percebesse, foi passando na frente do lugar onde Axel trabalhava e, parado na porta, estava Paolo, fumando. O coroa, ao vê-la, ficou besta com aquela raba infernal que a garota tinha. Pegando ela pelo braço, a parou, fazendo Ignacia dar um pulinho de susto. O que só fez aquele rabo ficar ainda mais apetitoso. Ele não sabia que Ignacia tinha uma gêmea, então o disfarce dela não funcionou com aquele homem.
Paolo se aproximou dela e levantou o queixo dela, olhando praquela carinha que tanto tesão dava nele, pela inocência e por imaginar o obsceno dela ao ter uma rola. Ignacia sentiu aquela faísca que rondava pelo corpo dela, acendesse completamente. Ele soltou um elogio, e depois a convidou pra tomar um drink. A rabuda, hesitando, acabou aceitando. Depois de uns drinks e conversa, ela viu as horas e que já era tarde. Levantou pra ir ao banheiro, ainda se sentindo inquieta na frente daquele coroa, mas conseguiu se controlar.
Ao sair, convencida de que ia se despedir do chefe do noivo, viu que ele já estava esperando do lado de fora. Paolo tinha um olhar diferente, e se aproximou com intenções claras, pelo menos pra ela. Segurando-a pela cintura, roçou os lábios nos dela, convidando-a pra casa dele, pra continuarem conversando. Ela ficou em silêncio, o aroma daquele coroa entrava pelos poros e fazia a buceta dela ficar toda molhada.
Mesmo tão tesuda e desejando uma pica madura, recusou o convite e se soltou das garras dele, saindo dali rápido. Mas Paolo não ia desistir tão fácil, e pegou ela de novo pela cintura, dessa vez de costas, colando ela nele, esfregando o pau ereto naquela rabuda pomposa. Sussurrando suavemente no ouvido, disse que tinha um presente pra ela, sem parar de esfregar a pica, que tava bem dura e prometia ser descomunal.
Ignacia: Seu chefe só queria me dar umas pirocadas, mas eu recusei, por você, amor.
Disse, em cima da Vanessa, esfregando os clitóris com carinho.
Axel: Que filho da puta é o Paolo.
Ignacia: Um baita cuzão, você devia ir amanhã pedir demissão e quebrar a cara dele na porrada. Falando em quebrar, por que você não arrebenta minha xota de porrada?
Afirmou, rodando a vulva contra a da sobrinha, enquanto exibia pros olhos do Axel aquela raba deslumbrante. O garoto deixou a raiva de lado, não valia a pena pensar naquele tarado do chefe, quando tava curtindo com duas gostosas como as suas mulheres. Retomando as investidas, deu um par pra Vanessa. para depois passar pro da Ignacia, que tava pedindo pra ser penetrada na marra. Segurando firme nas bundas dela, começa a furar ela.
Ignacia: Uuuggh… Era disso que eu tava falando, campeão…
Axel: Você merece uma boa foda hoje, por não ter caído nas mãos depravadas daquele babaca do meu chefe.
Falou, dando estocadas fortes e profundas, que essa buceta agradecia.
Ignacia: Uuufff… Como eu amo quando você fica assim, amor… Parece que vai me atravessar de uma vez…
Suspirava, enquanto o útero dela era constantemente socado, pelas investidas do marido, que de repente parou e passou a dar amor pra outra mulher dele. As duas gostosas curtiam essas estocadas, além do choque sem parar das bucetas delas.–“Meu Deeeus!!… Isso é tão bom, que nem quero imaginar as outras posições que a gente vai foder daqui pra frente!!”–exclamo, eufórica, a rabuda gostosa, recebendo de novo as investidas do marido, e a buceta dela se agarrando naquele pau.
Os sons dos corpos se chocando um contra o outro ecoavam por todo o quarto, acompanhados de gemidos selvagens. Os três aproveitavam o estímulo e o prazer que seus sexos recebiam, assim como as carícias que trocavam em suas peles cobertas de suor. Ignácia segurava aqueles peitos dançantes e, com os polegares, torcia os biquinhos, enquanto Vanessa tinha as unhas cravadas naquele rabo soberbo, e as bucetas delas se esfregavam cada vez mais intensamente.
Estavam no auge, com os dentes apertados pela alegria que percorria seus corpos ardentes. Elas se olhavam nos olhinhos claros, cheios de safadeza, e Axel arqueava as costas, olhando para o teto, agradecendo a Deus por lhe dar o privilégio de ter aquelas duas gostosas só para ele. O pau dele pulsava forte, enquanto via as duas garotas se estremecerem. Tirando-o da boceta aconchegante da meia-irmã, coloca ele no meio daquelas duas bucetas, igualzinho de manhã, e, de forma sincronizada, os três chegam ao orgasmo.
Ignácia, sem forças nos braços, caiu em cima da Vanessa e do Axel, e se apoia suavemente nas costas dele.—"São uma delícia, as duas"—Murmuro ofegante, e depois se deita na cama, cansado e com vontade de fechar os olhos e cair num sono profundo. Elas, com os corpos todos pegajosos, riram e deram um selinho gostoso. Depois do contato entre os lábios, cada uma se deitou de um lado do Axel, apoiando a cabeça no peito dele. Talvez num dia menos cansativo, tivessem continuado, mas não era o caso, e o trio fechou os olhos, dormindo satisfeitos.
Em casa, enquanto isso, Tomás e Romina também descansavam depois da bruta trepada que tiveram. Benjamim estava no quarto dele, deitado na cama e sorrindo, tinha conseguido um boquete fantástico que nem ele esperava. Tudo indicava que aquele trevo de quatro folhas que ele encontrou estava mesmo dando sorte. E é que a conversa dele com a Vitória, de repente, foi ficando quente. Entre um elogio e outro, vieram as risadas, e entre uma gargalhada e outra, acabaram se roçando.
Ele deixou a mão parada na perna da mulher, ela fez o mesmo, porém a mão dela estava mais perto da virilha, e com os dedos, sentia o vigor daquele pau escondido. O silêncio entre os dois dava a entender que nenhum deles se incomodava com o que estava rolando. Benjamim, pra ter certeza, deslizou a mão por aquela perna, chegando até as coxas, e a coroa continuava sem reclamar. Pelo contrário, deu coragem pra ela acariciar aquele rabo.
As carícias daquela mulher por cima do tecido foram sensacionais, tanto que ele não aguentou muito e se levantou pra liberar o pau. Vicky, ao ver aquele pedaço de carne grosso e cheio de veias, ficou com água na boca. Não queria quebrar a promessa que tinha feito pro Eduardo, mas também não podia deixar aquele garoto na mão. Um boquete não ia machucar ninguém, pensou ela, se abaixando e pegando aquele pênis entre as mãos. Apalpando de leve aquele tronco, passou a língua nos lábios, até que abriu a boca e engoliu ele aos poucos.
Os lábios dela prenderam aquele mastro, e a língua desenhava nele com muito carinho, aproveitando cada O gosto dela. Benjamin, entre suspiros, observava aquela mulher enfiar o pau dele na boca e tirar, pra dar uma apertada e um beijo na cabeça, e depois repetir tudo de novo. A boca da Vicky era fantástica, quente e acolhedora, combinando perfeitamente com aquela língua viscosa. As pernas dele foram ficando moles, enquanto ela se engasgava com aquela rola.
A habilidade dela era superior à da Pía María, e ele até pensava que a Josefina ainda precisava melhorar. Fechando os olhos e mordendo os lábios, ele foi gozando, bem na hora que a Victoria dava um boquete profundo. Depois de gozar, Benjamin soltou um gemido longo e as pernas tremeram de tão bom que foi. Vicky, depois de engolir tudo, deixou aquele pau brilhando, passou a língua nos lábios e os mordeu. Sentou na cadeira onde estava, como se nada tivesse acontecido.
April voltava pra casa, o rosto dela era de cansaço, só queria chegar na cama e deitar. Subiu as escadas o mais silenciosa possível, porque não queria acordar ninguém, muito menos o marido. Bem na hora que ela estava abrindo a porta, alguém sai de um dos quartos.—"April?Sussurram, ela vira nervosinha pra ver que era a Agustina. A cunhada dela se aproxima, reparando que o cabelo da MILF tava bagunçado, como se alguém tivesse brincado com ele.–“Você tá bem?”-Pergunto a ela, fazendo uma radiografia com os olhos. April não respondeu, só balançou a cabeça afirmativamente. Ela abriu a porta e entrou no quarto, evitando qualquer outra pergunta da cunhada. Agustina ficou bem intrigada com o comportamento da coroa, era algo incomum nela, agir tão misteriosa e ser de poucas palavras. Alexander tinha a resposta para a incerteza da prima, bom, parte dela, na verdade.
O jovem, como todas as noites, tinha ido buscar a Bella no hospital, enquanto caminhava e chutava uma pedrinha. Ficou pasmo ao ver a April num restaurante com outro cara. O acompanhante da mulher era o mesmo que a interceptou quando ela estava fazendo compras com a Laura e a Camila. Os dois pareciam estar conversando, mas ela tava com o olhar no chão, melancólica, quase chorando, enquanto ele segurava as mãos dela. Sentado num dos sofás, bebendo um rum, Alexander se questionava se devia mandar a foto que tirou pro Tomás ou não.
No fim, decidiu não mandar, porque não era da conta dele afinal, e em vez de começar uma briga de casal idiota, melhor era ir falar com a April diretamente. Terminando o rum, ele se levanta do sofá, suspirando, olha as horas. Já era tarde, tinha que ir dormir, porque ia acordar praticamente daqui a umas horas pra ir pro novo trampo. Mas, antes de ir pro quarto dele, virou e passou no da amiga, que ainda tava acordada, vendo Os Sopranos.
Ela, ao ver o Alexander, sorri.—"Chegou numa boa hora. Vem aí sua cena favorita, a morte do pequeno Tonydisse ela, voltando a atenção para a televisão. Alexander se aproximou, mas não se deitou na cama ao lado dela pra ver a cena. Em vez disso, foi até o lado onde ela estava, se abaixou e encarou o rosto dela. Bella não entendia o que o amigo queria, mas antes que dissesse algo, ele tocou as bochechas dela com as mãos, e bem na hora em que Tony Soprano matava o primo, ele a beijou.
As pupilas da ruiva se arregalaram, enquanto a língua dela timidamente começava a se mexer e se encontrar com aquela língua invasora. Da surpresa, passou ao prazer, fechando os olhos, segurando o rosto do amigo com as mãos delicadas. Não ligava nem um pouco que o hálito e o gosto do jovem fediam a álcool; na verdade, a saliva que ela provava parecia a mais doce que já tinha experimentado na vida. Ao se separarem, ficaram se olhando por alguns segundos, Alexander corado, se levanta e vai embora, deixando uma Bella extasiada, tocando os próprios lábios.
No dia seguinte, Eduardo e suas garotas se preparavam pra voltar pra casa. Romina tinha vestido um vestido amarelo, de alças, que batia no joelho. Ela estava muito feliz depois de ter realizado a fantasia e a promessa com Tomás. Falando nele, ele descia as escadas depois de ter tomado um banho. Vestia uma camiseta branca, uma bermuda laranja e umas sandálias. O cabelo ainda estava molhado, então, em vez do penteado de sempre, estava bagunçado.
Andando pelo corredor, encontra Eduardo, a quem cumprimenta amigavelmente. Entra na cozinha, e os olhos dele contemplam Romina. A garota estava inclinada, jogando uns papéis no lixo. A bunda redonda dela chamou toda a atenção do homem; ele virou o olhar pra trás pra confirmar que Eduardo continuava bem perto deles. Um sorriso se formou no rosto de Tomás, que, voltando a olhar pra Romina, vê a jovenzinha já de pé e prestes a se virar.
Antes que ela fizesse isso, o coroa já estava em cima. dela, se surpreendendo por ter ele tão perto.–"Oi, gostosadisse ela, dando um beijo na bochecha dele, confirmando que aqueles peitos estavam soltos por baixo daquele vestido.O-o-olá, seu TomásEla tentava agir normalmente, mas a primeira coisa que veio à cabeça ao vê-lo foi aquela foda selvagem que ele tinha dado nela. Ficava molhada, lembrando daquela pica grossa, socando suas entranhas a cada estocada.
Aquela apalpada sem parar nos peitos dela, aquelas mordidas no pescoço e no lóbulo, como os beijos apaixonados e violentos que ele deu. Floresceram na mente dela, desejando poder ter um pouco daquilo antes de ir embora, mas não confessaria, agiria como uma garota certinha e se afastou dele. Tomás, só de olhar nos olhos dela, soube que aquela mina queria uma despedida, e ele ficaria mais do que feliz em dar, porque a poucos metros de Eduardo, faria ela sentir o que sentiu naquela noite, quando o masturbou no jantar de despedida, antes de deixar a França e com a April na frente.A próxima história será de "Confissões Ardentes" e vai ser focada no Alexander. Espero que tenham gostado do capítulo, muito obrigado por lerem.
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