Seguimos brincando

Se leram a história anterior, onde ao chegar no spa minha esposa quis testar o novo dildo e olha se testou mesmo.
Depois de comer algo, dormir um pouco, fazer uma massagem e relaxar na piscina, estávamos nos arrumando pra ir jantar e eu sugeri que ela colocasse na buceta o ovo vibrador com controle remoto.
Ela perguntou se eu ia torturar ela de novo igual ao meio-dia, mas a resposta foi que era só pra deixar ela alerta pro que vinha à noite. Não precisei insistir, ela mesma pediu pra eu colocar no lugar, lubrifiquei bem e enfiei fundo, o mais fundo que deu, mas a buceta ainda estava dilatada do meio-dia e o ovo caiu no chão, tive que lavar, mas dessa vez não lubrifiquei de novo, esperei ela vestir a calcinha e aí introduzi, empurrando com dois dedos até o fundo e fechando rápido a calcinha pra segurar, colocamos um absorvente always pra conter os líquidos.
Ela se vestiu com o melhor que tinha, um vestido preto longo que marcava bem as curvas do quadril, sem costas e a frente inteira que deixava adivinhar os peitões naturais dela. Ela me disse que o ovo vibrante não sentia dentro da buceta, também contou que dormindo teve um sonho muito estranho onde um homem entrava no quarto enquanto a gente dormia e por isso quis trancar bem o quarto com chave.
O jantar foi tranquilo, uns pratos leves, um champanhe e crème brûlée de sobremesa, durante o jantar umas duas vezes liguei e desliguei o ovo dando uns sustos de adrenalina nela, até que saindo do restaurante liguei de vez, a gente andava devagar, ela com dificuldade porque a vibração dava uns espasmos e ela apertava as pernas, a distância até o quarto era longa e ela pediu pelo amor de Deus pra desligar porque senão ia ter vários orgasmos no caminho. Numa esquina do corredor, com pouca luz, eu abracei ela e a gente se beijou, um beijo longo, apaixonado, pego ela por trás e acaricio os quadris e as pernas dela, e ela me diz:
“aqui não”

E aí meti a mão por baixo do vestido dela e tirei a calcinha. Agora ela estava sem nada, a buceta dela teria que se apertar ao máximo pra que, ao andar, o ovo vibrador não caísse e fizesse ela passar vergonha se alguém aparecesse. Saímos das sombras e voltamos a andar, mas já perto do quarto, meto a mão no bolso e ligo a vibração.

As vibrações e o champanhe fizeram efeito, ela começou a andar estranho e, já chegando na nossa porta, num momento se apoiou na parede, apertou as pernas e teve um orgasmo, um minuto eterno, não acabava mais, ela apertava minha mão com muita força. Tanta má sorte que, ao terminar e se recompor, ela relaxou os músculos e o ovo caiu no chão e rolou uns metros, ela se abaixou pra pegar e a buceta dela, tão frouxa e dilatada, soltou um pum na hora que passava um cara que não conseguiu segurar o sorriso e ficou olhando pra gente.

Os dois ficamos paralisados, achamos que o cara não viu o ovo vibrando e só ouviu o pum, tentamos abrir a porta rápido, mas o quarto era do cara que tava nos encarando com um sorriso no rosto, o nosso era a próxima porta. Pedimos desculpas, andamos uns metros e essa sim abriu.

Ao entrar, não conseguíamos parar de rir, o ovo devia estar vibrando debaixo de algum móvel do corredor, o custo não valia o risco de alguém perguntar o que a gente tava fazendo arrastando um móvel, desliguei e lá deve ter sido encontrado por alguém da limpeza.

Os dois fomos pro banheiro, com uma condição: não limpar nossos fluidos dos nossos genitais. Difícil pra mim mijar com o pau duro, e difícil pra ela se levantar depois de mijar, sem se limpar nem se lavar.

Eu tava fechando as cortinas pra deixar as luzes acesas, como a gente gosta, e ela saiu do banheiro nua e de salto alto, os peitos redondos e os bicos duros, os olhos dela... delineados de novo com tinta, seus lábios pintados de vermelho, ela fica de pé com as pernas ligeiramente abertas e uma gota de gel lubrificante misturada com seus fluidos escorria pela parte interna das coxas até sujar os saltos, então ela me disse:
"Olha só o que você fez, me transformou na sua putinha, agora vou chupar você todinho e você vai me foder como uma vagabunda o tempo que eu quiser."

Minha pica estava explodindo, custei a puxar o prepúcio pra descobrir a cabeça, que apareceu roxa de tanta pressão e tamanho. Ela me fez sentar numa cadeira e começou a chupar e lamber devagar, às vezes parecia que ia enfiar tudo na boca e fazer um boquete profundo, mas o reflexo de ânsia impedia. Até que não aguentei mais e jorrou porra pra caralho do meu pau, ela engoliu até a última gota como não fazia há muito tempo, lambia desde a base até a cabeça no momento em que bateram na porta.

Me vesti como pude, tentando esconder minha ereção, minha glande ainda escorria porra, abri a porta e era o cara do quarto ao lado, com o ovo pendurado no fio, perguntando se era nosso porque encontraram no corredor encostado na porta dele e lembrou do momento que tivemos quando nos vimos. Agradeci, pedi desculpas pelo incômodo e, ao encerrar o assunto, ele solta um comentário: "se precisarem de ajuda, me avisem."

Ao voltar pro quarto, entro com um sorriso e o ovo pendurado no fio, ela, envergonhada, tapava a boca e fechava os olhos, me pergunta o que o cara tinha dito no final, e repeti as palavras dele.
"Você acha que vai precisar de ajuda?", ela perguntou.
"Se você quiser, eu chamo", respondi, e ela recusou veementemente.

Ela com os lábios desbotados de vermelho, os saltos na beira da cama, o peito com alguma gota de porra secando e cheiro, sim, muito cheiro de sexo, me convida a continuar, como uma puta convida o cliente. Eu já estava mole, mas a buceta dela queria mais, o dia inteiro tinha sido assim. Tive vários orgasmos, mas desde o meio-dia não era penetrada por algo grande.
Pedi pra ela ficar de quatro e abrir as pernas, a buceta dela tava vermelha, grande, dilatada, os lábios maiores escuros estavam inchados, tinha parado de escorrer gel e aí eu adicionei mais lubrificação, primeiro passei o aplicador que tava frio na buceta dela, depois joguei um bom jato, aí fiz uma leve pressão e penetrei ela com o aplicador de lubrificante e apertei, deu pra ouvir um barulho interno como se um borborinho de gel inundasse a vagina dela. Pra não perder nem um centímetro cúbico de lubrificante, abaixei o peito dela no nível da cama e mandei ela manter a raba pra cima e penetrei ela com o dildo, cada entrada do dildo fazia o gel escorrer pelas bordas e ela disse que não aguentava mais, que queria montar em mim.
Com o dildo enfiado até o fundo, o lubrificante extra escorria pelas pernas dela, peguei o ovo vibrador, limpei como pude com uma toalha, liguei, e ela se surpreendeu porque não imaginou que ele tava na cama, nesse momento percebi que o ovo tinha andado pelo chão e em mãos estranhas, aí falei pra ela esperar um minuto que ia lavar. Então nessa posição, pedi pra ela segurar o dildo dentro que eu já voltava do banheiro.
Ver ela de quatro, com um dildo grande enfiado na buceta dela e ela segurando pra não sair me deixou muito excitado, pedi pra ela ficar assim e comecei a brincar com a região anal dela, aí ela, com pouca mobilidade já que tava ocupada em não deixar o dildo sair do lugar, fez alguns movimentos de esquiva, acalmei ela, consegui enfiar um dedo e logo dois e mantive eles por um bom tempo massageando a área e esperando o esfíncter dela se acostumar depois de muito tempo sem praticar sexo anal. Com a outra mão molhei o ovo no gel que ainda escorria da buceta dela cada vez que ela fazia uma leve pressão no topo do dildo e num movimento consegui trocar meus dois dedos pelo ovo. Ovo vibrador que ficou dentro do cu dela, não tinha muito espaço, já que o dildo ocupava uma boa parte lá dentro, mas ficou lá, com o cordão aparecendo pelo buraquinho do esfínter anal.
Ela não sentia o ovo dentro dela, e quando liguei, ela se surpreendeu de novo, me perguntou onde estava, quis reclamar, mas as vibrações do ovo e do dildo inteiro que ela tinha na buceta foram mais fortes, me pediu pra trabalhar com o dildo e ela se dedicou a aproveitar as sensações do caralho que nunca tinha sentido, e foi construindo um novo orgasmo, até que num momento ela tirou o dildo, fez um som oco tipo
“flop”
E eu meti tudo de novo, e tirei de novo, e mais uma vez o som
“flop”
Troquei o dildo pelo meu pau, ali cabiam dois dos meus paus, era uma delícia porque o vibrador passava as vibrações pela parede fina que separa o cu da buceta. O orgasmo que tava se formando foi cortado, ela me disse que sentiu sensações confusas, porque por um lado gostava de ser penetrada, mas por outro não queria ficar sem o dildo enfiado que preenchia ela toda.
Combinamos de mudar de posição, tirei meu pau que escorria sucos, desliguei e tirei o ovo vibrador do cu dela, mas demorei um pouco fazendo ela ficar com vontade. Meti e tirei o dildo completamente mais duas ou três vezes, e pedi pra ela levantar a bunda, o buraco que o dildo deixava ao sair era enorme, dava pra ver tudo lá dentro, e comentei com ela, e ela adorou porque se sentiu ainda mais puta.
O final tava chegando, faltava o último sprint, e eu deitei de barriga pra cima, era a posição que ela mais gostava, ter o controle sobre o cavalo e cavalgar no ritmo dela.
O dildo ia ser a ferramenta do prazer, tava de lado ainda quente e ensopado, o ovo vibrador ao alcance da minha mão caso precisasse, o lubrificante também aberto na borda da cama, mas aquele com certeza não íamos precisar, nós no centro da cama. King, ela montando a rola do marido, mas com alguns movimentos escapava do buraco enorme que ela tinha. Aí eu troquei meu pau pelo dildo, entrou num movimento só até o fundo, até pareceu que o batente não encostava mais no meu púbis e eu só sentia os lábios inchados da buceta dela. Ela foi começando o vai e vem devagar e tava claro que esse orgasmo não ia ser fácil, faltava firmeza no dildo e sobrava espaço pra ela, enquanto isso meu pau esfregava no cu dela cada vez que ela ia pra frente e pra trás. Na hora que tentei encaixar a cabeça do meu pau no cu dela, ela não deixou, e falou que aquele momento era dela, que eu não interrompesse.

Ela continuava com os movimentos de vai e vem, às vezes a toda velocidade, outras mais devagar, onde se contorcia, rodava o quadril, apertava e enfiava o dildo o mais fundo que podia. Eu peguei o ovo, liguei e passei primeiro nos mamilos dela, depois nos lábios da boca, ela lambeu, deslizei pelas costas até o cu dela e brinquei ali por uns segundos. Deixei ele ligado de lado e numa rodada de quadril meu pau escorregou pra vulva dela, brincando perguntei se queria que eu chamasse o vizinho, e ela disse que precisava de mim dentro. E como os desejos dela são ordens pra mim, aproveitando a lubrificação total dos nossos corpos, a dilatação que ela tinha, fiz uma leve pressão e meu pau deslizou pelo lado do dildo lá dentro.

Ela gemeu, até gritou, mas gostou, fez pressão pra baixo e enfiou tudo, o dildo e meu pau até as bolas, e comecei a falar putaria:

“vadia”
“comilona”
“gosta de ser fodida por dois paus?”
“adoro essa sua buceta grande e quente”

E aí ela explodiu, os movimentos foram diminuindo, mas pra minha surpresa continuaram. Ela pediu pra eu não sair de lá, sentia uma briga entre meu pau e o dildo pelo protagonismo, o dildo enchia ela e meu pau aumentava o volume. Ela continuava com dois paus dentro e sabia disso, adorava, mas o que mais a excitava era o tesão de ser penetrada por dois paus ao mesmo tempo. O segundo orgasmo crescia, ela se contorcia, e seus movimentos fizeram meu pau ficar pronto para soltar uma nova onda de porra, encher o interior dela de branco líquido. Ela mordia os lábios, e coloquei minha mão na boca dela para que mordesse a mim e não os próprios lábios. Eu mordia os bicos dos peitos dela quando gozei. Na hora, senti a porra escorrendo para fora, porque dentro da buceta dela não cabia mais nada, e meus movimentos espasmódicos foram a gota d'água para um novo e último orgasmo. Um grito abafado foi a última coisa que ouvi antes de ela ficar imóvel e começar a desmoronar em cima de mim.

Segurei ela, tirei meu pau e o dildo caiu da buceta dela. Era uma bagunça de fluidos, porra e lubrificante pra todo lado: no lençol, no criado-mudo, o dildo largado na cama todo molhado e o ovo vibrador debaixo de um de nós, ainda na sua monotonia surda, fazendo vzzz, vzzz, vzzz.

Peguei um paninho úmido e limpei ela o máximo que pude: as pernas, a barriga, a vulva não quis nem tocar, porque ainda estava com contrações e espasmos. Ela foi caindo no sono, e eu no meu.

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