Videocall na pandemia

Em 2020, durante a quarentena rigorosa, eu tava totalmente sem rumo, com os horários todos bagunçados. Um dia decidi reorganizar minha rotina: fiz tudo que podia durante o dia e a tarde, pra à noite tomar um banho e estar deitado às 22h, mais ou menos. Já deitado, coloquei um filme de fundo na TV e fiquei vendo com quem podia falar nas redes. No WhatsApp, postei uma foto minha pelado, mas passou o tempo e não tinha visualizações. O Instagram também tava morto; tinha postado uma foto nos Melhores Amigos, onde insinuava que não tava usando nada, mostrando o torso nu e com o cobertor cobrindo a parte de baixo, de um jeito que dava pra ver só a ponta do tronco da minha pica. Mesmo assim, ninguém respondeu.

Minha última opção antes de ter que decidir dormir foi o Facebook. No Messenger, fui ver se tinha alguma ex online ou pelo menos alguém com quem já tivesse transado antes, mas só tinha gente que eu mal conhecia. Entrava nos perfis pra ver o que tinham postado, pra ter um gancho pra puxar assunto e não chegar com uma mensagem do nada. Revirei uns 2 ou 3 perfis e nada, até que cheguei no da Cíntia.

*Contexto: Conheci a Cíntia há 10 anos na faculdade. Éramos colegas no primeiro ano e sempre voltávamos juntos no trem, porque morávamos pro mesmo lado. A gente vinha conversando sobre várias coisas até eu descer e ela seguir viagem. Ela é gordinha, branca, baixinha, usa óculos. O principal atrativo dela era a bunda grande, aqueles booties que, mesmo com uma calça larga, você sabe que tem umas nalgas boas.

Quando entrei no perfil dela, também não encontrei nada, então voltei pra procurar outro perfil. Mas nessa volta, fiz merda: sem querer, apertei o botão de like no chat (aquele que manda a mãozinha azul 👍). Fiquei meio sem graça, sei lá. Questão que coloquei o celular pra carregar, deixei na mesinha de cabeceira e fiquei vendo TV até dormir. Acabei pegando no sono no meio do filme, umas 23h. suponho que tenha passado mais meia hora desde que dormi, quando acordei com as vibrações do celular. Consegui atender, levei ao ouvido e respondi: - Alô? - Como você tá, Gabi? Tá tudo escuro aí. No meu estado sonolento, nem percebi que era videochamada. Ajeitei o telefone na minha frente e falei "ah, que idiota". Na tela estava a Cintia, sentada na frente do computador com uma camiseta cinza que devia ser pijama, dava pra ver dos ombros (um pouco mais pra baixo) pra cima. Eu, sem camisa, esfregava os olhos, acordando aos poucos, e a conversa continuou. Perguntei: - Como você tá? - Eu tô bem. E você? Tá sem luz que mal dá pra te ver? - Não, é que já tava deitado e a TV ilumina pouco. - Acende a luz, faz um tempão que a gente não se vê. - É, espera aí que vou me arrumar, me vestir e te ligo de volta. Beleza? - Não se preocupa, acende assim mesmo, todo mundo tá em casa. Apoiei o celular na mesinha, fui lá, acendi a luz e voltei a me cobrir com o cobertor. A Cintia respondeu: - Agora sim! Dá pra te ver melhor. Tá com o cabelo mais comprido, me parece. - É, ainda não consegui ir ao cabeleireiro, vou ter que cortar sozinho. Kkkk - O meu tá um bagaço (ela tava com um coque que, sim, tava meio desandado. Não gosto de fazer comentários negativos, então mudei de assunto) - E aí, continuou estudando? - Não. Parei de novo. Comecei a trabalhar com roupas e tô indo bem, mas não sobra tempo pra nada, e agora com essa pandemia menos ainda. Pelo menos consegui alugar um lugar antes de tudo isso começar. - Ah. Tá morando sozinha? Faz quanto tempo? - É, faz uns meses, antes de tudo isso começar. Olha minha casinha. Ela pegou o computador e girou pros dois lados. De um lado dava pra ver duas portas, acho que eram quarto e banheiro. Do outro lado, via-se a cozinha, e ela devia estar na mesa da sala. Com o movimento da câmera, notei que ela não tava de sutiã. Ela não tem muito peito, ou talvez não pareça com a desproporcional da bunda dela, mas dava pra ver que eram caídas e soltinhas. Quando mostrou a cozinha, vi uma chaleira no fogo e avisei: - Essa chaleira tá soltando vapor - É verdade, botei a chaleira pra fazer um chá, já volto.

Eu tava tendo uma conversa normal, mas naquele momento mudou tudo, me deu um tesão do caralho quando ela se levantou. Ao se levantar, os peitos balançaram, e não só isso, a camiseta não era tão comprida, tava na altura do umbigo, por baixo usava uma calça meio amarela ou marrom, que tinha o elástico no meio do umbigo. Ver a barriga dela tão branquinha, com o umbigo bem no meio saindo da calça, mais o balanço dos peitos, foi um puta estímulo, ali só conseguia pensar em ver ela pelada.

Quando volta com o chá, continuamos conversando mais do mesmo, mas enquanto falávamos, eu me tocava o pau, fazia devagar, também não queria ser tão óbvio pra ela perceber que eu tava batendo punheta, fazia com as duas mãos, quando notava que tava ficando muito excitado, trocava de mão, até que num momento ela percebeu um movimento estranho: - Que porra é essa que sua tela fica se mexendo toda hora? - Ah, desculpa, é que meu braço cansa de segurar e vou trocando. (Meu tesão tinha diminuído um pouco, porque precisava disfarçar) - Ah, eu tô no computador, por isso tô aqui bem à vontade. Você não tem onde apoiar o celular aí não? (Percebi que a conversa ia render, então o tesão voltou e a vontade de levar a conversa pra esse lado) - Tenho sim, um suporte de celular, já vou buscar na sala - Pera! Leva o celular, assim você me mostra sua casa também - Beleza, então

Ali chegou a oportunidade, era pra entrar ou cagar tudo de vez. Levantei, peguei o celular, virei a câmera pra mostrar. Minha casa é o quarto, mais cozinha-sala e o banheiro. Fui mostrar, de propósito parei na frente da janela da cozinha, queria que ela visse meu reflexo pelado de forma "casual", mas não funcionou. A janela me refletia da metade do corpo pra cima. Então fui buscar o Apoiei o celular e a lâmpada acendeu na minha cabeça. Do lado da porta do meu quarto tem um espelho grande, só que não dava pra ficar de frente. Aí coloquei a câmera frontal de novo e fui pro quarto, quando passei na frente do espelho apareceu minha bunda nua, nos dois passos que dei, de propósito falei "uh" e me ajeitei. Cheguei na cama e a Cíntia tava morrendo de rir: - Mano, tu tá pelado, apareceu tua bunda. Kkkk - É, foi mal, esqueci total do espelho. Que vergonha! - Ah, relaxa. Todo mundo tem bunda. Kkkk - Kkkk. É, mas a minha é feia. Kkkk - E a minha? - A sua não - Ah, para - Eu olhei várias vezes, tu tem uma bunda bonita, com os peitos grandes - Kkkk. Filho da puta. Mas nada a ver, tenho furinhos e celulite - Isso é normal, não é por isso que tu vai falar que tem bunda feia - Sério, é que tu não viu - Deixa eu ver - Tu é louco. Kkkk - Bom, tu que disse - Kkkk. Mas se eu mostrar, não vai dar pra ver pela câmera - Como é que tu sabe? - Tô falando - Deixa eu ver - Bom, só um pouquinho porque tenho vergonha. Ela levantou, virou de lado e abaixou a calça "olha" falou apontando um furinho que tinha. Eu respondi "mal dá pra ver". Ela pegou o celular e iluminou. Dava pra ver só um pouquinho de celulite. Falei: - Não é nada - É foda, se usar sunga fica feio pra caralho - Nunca te vi de sunga - Mas já de calcinha. Kkkk - Te vi agora, mas de lado, quase não conta - Bom, deixa eu ver. Ela levantou de novo, já tava sem a calça, usava uma calcinha preta, daquelas grandes. Virou de costas, era uma bundona, não cabia na tela. Pedi pra ela dar um passinho pra trás pra ver melhor. E de quebra falei "tu me viu pelado, não assim". Ela falou "rápido" e abaixou a calcinha e subiu de novo. Eu tava explodindo, aquela bunda, é verdade tinha celulite, era meio enrugada em alguns lugares, mas com a calcinha abaixada ficou muito maior. Não hesitei em falar: - Caralho, tua bunda é linda, ainda mais assim - Não mente pra mim - Sério - Agora mostra a tua, eu vi de Só de passada - Hahaha. Como você quer ver? - Assim de lado, do jeito que você tá, tá bom. Ajeitei a câmera pra me focar de corpo inteiro, me virei e me descobri. - Assim? - Tá muito embaixo, levanta um pouquinho mais. (Me ajeitei como ela pediu) - Você tem uma bunda gostosa, vou beliscar ela. Hahaha. Me virei, ajeitei a câmera pra cima e ela me viu - Epa! O amigo apareceu aí. - Hahahaha - Deixa ele sair mais - Não, eu também não tô vendo nada. - O que você quer ver? (Enquanto amassava os peitos) - Pode tirar a camiseta se quiser. Assim a gente fica igual. Ela tirou a camiseta e os peitos caíram, branquinhos como a bunda dela, com mamilos rosados, largos, mas sem ponta. Ela pegou neles e colocou de frente pra câmera, e continuou amassando. Eu sentei e comecei a me masturbar, deixando ela me ver. Eu não parava de falar coisas entre suspiros, ela começou a gemer, jogou o sofá pra trás, subiu as pernas na mesa e começou a se masturbar também (não sei quando ela tirou a calcinha, acho que enquanto tava de costas). Tinha a pussy peluda completamente, mas não era um arbusto grande o suficiente pra tampar tudo, e quando ela abria os lábios, dava pra ver rosa e ouvir aquela umidade. A gente continuou nos masturbando e falando coisas entre gemidos. Eu não aguentei mais, gozei uma quantidade bem líquida, os primeiros dois jatos bateram na minha barriga e depois respingaram no meu pescoço e queixo, e aí a gota grossa deixei encher meu umbigo. Cíntia gemia e gritava, se tocava numa velocidade enorme, se levantou, jogou a bunda pra trás e colocou os peitos e o rosto bem na frente da tela: "Continua, continua!" ela gritava. Continuei me masturbando com o cock todo molhado: "Vai, vai" ela dizia. A pica exausta foi amolecendo. Comecei a esfregar meu próprio gozo pelo corpo todo e as gotas grossas eu engoli, isso fez meu cock pegar um pouco de calor de novo. Ela deu uma espécie de grito, tentou se levantar, mas as pernas se juntaram pra dentro e ela voltou pra aquela posição curvada. Eu disse: - Preciso me lavar, a gente se vê outro dia - Beleza, a gente se vê. Depois daquela noite, a gente teve várias chamadas de vídeo e conversas onde trocamos fotos. Ela é muito perversa, me pediu fotos de quatro e até me fez gravar um vídeo pra ela enfiando um dedo no cu. Ainda não rolou nenhum encontro, mas ela prometeu me trazer uma surpresa quando rolar.

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