Hannah e suas duas amigas Nika e Itziar tinham uma aposta desde o ensino médio: assim que fizessem 18 anos, transariam com um desconhecido. A regra era que as outras escolheriam com quem. As três são loiras de olhos claros e estudam no colégio mais caro da cidade. Obviamente, já tinham tido experiência antes. A primeira a perder a virgindade foi Itziar, e era lógico que não escolheriam alguém que elas gostassem. Hannah sugeriu o motorista do táxi, mas Nika acertou em cheio. — O professor Nájera, aquele fdp — todas se olharam, Itziar balançava a cabeça — Não, não, pelo amor de Deus, ele é um velho fdp, não dá — Vai logo, é só dar uma trepada nele! — Hannah caía na risada — Pelo amor de Deus, outro, melhor o motorista — O professor! — Nika falou decidida. O professor Nájera dava física para elas, e números nunca foram a parte mais divertida. Mas além disso, ele odiava elas porque passavam a aula inteira trocando mensagens ou tirando selfies. Itziar era baixinha, 1,50m, loira de olhos azuis, e mesmo tendo peitos pequenos, seu ponto forte era aquele rabão que ela tinha desde os tempos de escola. Embora ela não gostasse, as sardas no rosto também a deixavam linda. Parecia uma menina inocente. Mas as três sabiam que ela era a mais tarada do grupo, foi ela quem apresentou o mundo do hentai pra elas, e quase sempre as mensagens dela eram fotos de paus enormes. Então, decidido, Itziar esperou o fim da aula, até todo mundo sair, para se aproximar do professor. — Oi, professor, tô preocupada com minha média… — Pensei que você só se preocupava em sair bem nas suas fotos — ele interrompeu — Sempre saio bem, professor, mas queria revisar um pouco pra prova final — Sério! Nossa, senhorita, você me surpreende, não é uma brincadeira sua, né? — ele perguntou, estranhando e tentando disfarçar o nervosismo que aquela loirinha causava nele. — Não, queria revisar, posso ir na sua casa — Você sabe onde eu moro? — Claro, o apartamento em cima da loja de tintas — O professor franziu a testa e engoliu seco. — Como você sabe? — Minha mãe faz terapia na frente, já vi você saindo de lá algumas vezes. — Ok. só consigo depois das 7, tá bom? —perfeito! Te vejo hoje —hoje? —não pode? –pergunto ela se aproximando com olhos de putinha triste —claro que sim… me avisa, te passo meu número… —eu vou –disse ela enquanto se afastava e ele olhava a bunda dela se mexer. Bastou uma sessão pra Itziar conseguir o que queria, com um shortinho curto e justo bateu na porta do professor que abriu nervoso. —sua mãe te trouxe? –perguntou nervoso —Não, vim sozinha –disse enquanto entrava confiante —Tem carregador de iPhone? –Ela disse —sim, pega –respondeu rápido dando o carregador. Ela percebeu que o professor tava cheiroso, ele sempre cheirava a cigarro e isso deu confiança pra ela —e mora sozinho? –perguntou com cara de dengo e se colando nele —sim, me divorciei há uns anos e… bom, o que você quer revisar? Sentaram no sofá e ela olhava fixo pra ele, enquanto ele engolia seco e falava fórmulas e números que não interessavam ela. —pra que cê veio mesmo, mocinha? –perguntou já confuso —pra isso –disse ela e beijou ele, ele tentou se afastar mas ela puxou. —tem certeza? —Já tenho 18 e você sabe, deu like na minha foto de aniversário… e sim, tenho certeza Finalmente ele se deixou levar e beijou ela enquanto as mãozinhas desabotoavam a camisa dele e depois a calça. —isso tá bem duro –disse pegando com as duas mãos na rola dele —assim que a senhorita me deixa –disse o professor tirando a blusa dela pra chupar os peitinhos dela. Ela escorregou e se ajoelhou, puxou a cueca do professor pra chupar a rola dele. —puta que pariu, que gostoso! –exclamou o cara quase gritando e vendo aquela carinha sardenta sorrir enquanto lambia a ponta. —cê tem uma rola boa, profe –disse e começou a chupar olhando pro professor que tava hipnotizado pelos olhos verdes dela —nossa, que gostoso! Mmm Depois levantou e devagarzinho puxou o short pra baixo, por baixo não tinha nada, então o professor Nájera pôde ver a bunda rosinha dela e os lábios da buceta. Subiu no sofá e se inclinou. —me come –disse enquanto o professor segurava a cabeça diante daquele espetáculo. Colocou a rola na bucetinha dela, mas depois mudou de ideia, então apoiou ela na bunda e empurrou. —vai me dar pelo cu? —mmm siii haaa —empurrou com força até que entrou um pouco da rola dele, depois entrou devagar —ai, tá doendo, que gostoso, professor, mete a ah ah mete sua rola As bundas dela batiam nele, que suava e bufava igual um louco, se agarrava nas nádegas dela e empurrava forte. —sim, que gostoso, professor, que gostoso —mmm ha mm ha ha Ele parou um pouco porque sentiu que ia gozar a qualquer momento e beijou o pescoço dela, os lábios, as costas, as nádegas, o cu e a buceta. —você tá uma delícia —mmm, que gostoso, professor Depois ela deitou ele e montou em cima, só de sentir a rola dele entrando de novo no rabo dela, fechou os olhos. —Meu Deus! —Mmm ai ai, entrou aí mmm Quando abriu os olhos, a Itziar já quicava em cima dele, as bundas dela batiam e faziam barulho de palma. —eu gostooo aah eu gosto pelo cu aah que gostoso —mmm sim, assim, assim, continua mmmm O professor fechou os olhos e rangeu os dentes, a Itziar sentiu ele enchendo o cu dela de porra e com movimentos circulares se mexeu até sentir que não saía mais nada. —mmmm huuu —encheu meu cu de porra, professor mmm que gostoso Ela se levantou devagar e se ajoelhou pra chupar os restos de porra da rola do professor, que ainda tava incrédulo olhando pra ela. —já ganhei 10? —ganhamos? –perguntou o professor Nájera —sim, 10 pra mim e pras minhas amigas, ou não mereci? —puta, até 11, mas não posso dar 10 pras 3, elas não sabem porra nenhuma da matéria. —Oia, professor, enchi meu cu com sua porra! —olha, 10 pra você e pra elas 9 ou um 8, mas nada disso pra ninguém, ouviu? —Prometo, disse a Itziar enquanto levava porra do cu pra boca. Depois de ver o vídeo que rabo quando colocou o celular, as três estavam meio molhadas. A Itziar nunca mais falou com o professor, que teve que engolir a raiva e dar notas boas pra elas. Um mês depois, a Nika fez aniversário e, na festa com amigos e familiares, elas discutiam com quem caralhos iam transar. —o Motorista!" — disse ela. — "Nem fodendo, eu comi o cu do filho da puta do professor de matemática, pelo menos aquele coroa que fica olhando pra sua bunda na loja." — "Eu tenho, eu tenho!" — disse Hannah. — "Não, Hannah, já vi sua cara." — "Vai pro caralho!" — disse Hannah, quase se mijando de rir. — "Claro, porra!" — exclamou Itziar. — "Não, não, parem, aquele cara é um idiota." — "Por isso mesmo!" — exclamaram as duas.
Jesus era colega de escola delas, há anos só engordava e crescia. Tinha mais de 1,85, mas era um otaku, se fantasiava de personagens de anime e jogava cartas. Além do vício em videogame. Um perdedor suado que todo mundo zuava. Quando Nika se aproximou dele, a escola inteira virou pra olhar. Jesus estava confuso, achando que ela queria que ele fizesse algum trabalho pra ela.
— "E aí, viado, o que cê tá fazendo?" — "Se veio tirar sarro da minha cara, vai tomar no cu, sua puta!" — "Ei, calma! Olha, eu sei que é estranho eu... bom... eu sei que a gente é um bando de amigas de merda... bom..." — "O que você quer?" — ele disse, dando um gole no copo em formato de Pokémon. — "Vou ser bem direta. A gente apostou que você teria medo de transar comigo." — "O quê?!" — ele falou tão alto que todo mundo virou. — "Se tiver medo, a gente deixa pra lá, é sério" — ela disse com cara séria. — "Mas por que eu?" — "Isso importa?" — "Não." — "Então?" — ela perguntou, franzindo a testa. — "Do meu jeito?" — "Óbvio, só não me fantasia com essas merdas chinesas." — "Ok." — "Ok o quê?" — "Se for te foder, sim." — "Te vejo na sua casa?" — ela perguntou, sorrindo. — "Sim, meus pais só chegam do trabalho à noite, temos a tarde toda." — "Calma, tigrão" — ela disse, sorrindo, e se afastou rindo.
Nika chegou de tarde, bem confiante, embora com um pouco de nojo, na casa de Jesus. Tocou a campainha e ele olhou pela câmera do interfone. A loira de pernas longas que só andava com caras mais velhos estava ali na porta dele. Ela tocou de novo e levantou os óculos escuros. Lá estavam os olhos verdes que o deixavam louco e aquele corpo perfeito com o qual ele tinha se masturbado tantas vezes no banheiro.
— "Oi, pensei que você ia me deixar aqui" — ela o cumprimentou. de beijo na bochecha, o primeiro beijo que ela recebia de alguém que não fosse a mãe ou a avó. — ainda acho que é uma brincadeira, mas tudo bem — se fosse brincadeira nem tinha vindo, tem carregador de iPhone? — sim, tá ali no móvel — Valeu, e então aqui está sua coleção de coisas – disse ela sem saber o que mais falar — na verdade tão no meu quarto, vem vamos — Beleza, vou levar o cabo
Ela mostrou as coleções dele, espadas, cartas, fantasias, funkos e aí o sorriso sumiu e ele olhou pra ela com tesão. — então vamos transar? — sim, mas vai com calma… — tira a calça, mas deixa a tanga, cê usa tanga? — …sim… – disse ela tirando a jeans devagar — sempre foi tão gostosa — Valeu! — agora deixa eu ver seus peitos – falou num tom autoritário — cê nunca…? — Não, mas vejo pornô todo dia. Sei como é, não sou leigo – disse com a voz de menino. — ok, e agora? — chupa meu pau – falou ele abaixando a calça e mostrando o pau debaixo de uma barriga enorme— se ajoelha aí, é assim que fazem no pornô. — ha ha ha ok vou – ela se ajoelhou e segurou o pau dele, não era o maior mas não era ruim, chupou um pouco e ele segurou a cabeça dela. — ai ai é estranho, chupa puta! Ela estranhou aquele jeito esquisito, mas continuou chupando, pensando que iam adorar ver isso. — haagh aaaagh ei! – ele apertava a nuca dela pra manter o pau na boca. — é assim que as putas do pornô chupam, chupa… puta — haaagh gaaaagh mmm – a testa dela batia na barriga que começava a suar, então ela tentou se esforçar, com sorte ele gozava rápido. Mas ele continuou até se cansar, a barriga não deixava ver a cara dela que o deixava louco. — vem aqui, sobe… puta – falou ele se deitando. — ok – disse ela limpando a boca e a testa. — Não tira a tanga – ela se acomodou em cima dele, apontou o pau pra buceta dela e desceu. — é quentinho… rebola puta – Nika quase soltou uma gargalhada em algumas bombadas, mas segurou. — Isso, cê gosta, cachorra? Mmm – Jesus tava ocupado chupando os peitos dela então Sem contexto, mas ele agarrou as nádegas dela pra mover mais forte. —mmm, porra, Chucho, já não é mais virgem —mexe essa bunda, vagabunda —Guy! –ela exclamou e rebolou a bunda sabendo que ninguém resistia. —ha ha ha é gostoso transar Nika cansou e deu uma pausa, enquanto Jesus se levantava com muito esforço e ainda mais suado. —Curva, mas até embaixo, levanta essa bunda —Assim? –ela disse, divertida —Você tem uma bundona, Mika —Nika! —Já sei, mm aaah –assim que encaixou o pau, meteu com força e começou a penetrar ela com tudo, Nika sentia o suor daquela barriga enorme agora molhando as nádegas dela. —mmm, isso, Chucho, dá assim, siii, sii —porra, que bundona, você é bem gostosa… vagabunda Nika tava quase no orgasmo, não imaginava que Jesus ia durar tanto, achou que seria fácil e rápido. —Parece uma vagabunda daquelas de pornô —Na sua vida você pega outra assim, Chucho, mmm, continua, filho da puta, si, si —Já sei –ele disse e saiu do quarto Voltou com um vibrador de plástico na mão. —É da minha mãe, eu ouço ela quando usa, geme mais que com o pai —Ei, mas… —Você disse que do meu jeito, vira –Nika se ajeitou de quatro e sentiu o vibrador entrando na buceta dela, aí começou a vibrar. —mmm, é gostoso, mmm, agora entendo sua mãe, uuuy Depois ele se ajeitou e tentou duas vezes enfiar o pau no cu da Nika sem sucesso, na terceira ele se apoiou até que finalmente o pau entrou. —ui, porra, Chucho, ai, ai, não fode, doido, haaa, ai, dói um pouco, mmm —É assim que comem as pintosas no pornô, vou te comer de novo? —NÃO! –ela disse, bem segura —Então é minha putinha –ele pegou o cabelo dela e puxou tão forte que Nika não sabia se gemia de dor no cu ou no couro cabeludo. —mmm, ai, ai, aaay, mmm, pppfff, ha, ai, mmm —É estranho pelo cu… eu gosto… vagabunda, haaa —mmm, porra, Chucho, filho da puta, mmm, ai, ai, mmm, gostoso, aaay Finalmente Jesus tava quase gozando e puxou ela pro chão enquanto pegava o celular. —Eu também tô gravando –ele disse enquanto se masturbava a centímetros do rosto dela —Como você sabe? —É uma Aposta, tu tem que trazer evidência. Mmm, levanta a cara. Vou jogar em você igual fazem com as putas do pornô. Aaah, Nika levantou o rosto e vários jatos de porra caíram na cara dela, junto com o suor que ainda escorria da barriga dela. —Aaah, assim sim que é gostoso – disse ele segurando o celular pra gravar a Nika. —Já posso levantar? – perguntou ela, já com nojo. —Sim, espera... levanta os polegares igual as putas do pornô – ela obedeceu – pronto. Ela limpou o rosto com as mãos e, depois de perguntar onde era o banheiro, lavou a cara. Tava quase se vestindo quando ele a segurou. —Não, espera aí. —E agora? – perguntou ela, olhando pra ele ainda pelado e suado. —Me dá sua calcinha fio dental – Nika tirou e jogou pra ele, ele cheirou e sorriu. —Valeu... puta. —JÁ! – falou ela, séria. —Ok. As três olhavam o vídeo aos berros de tanto rir. —Caralho, como o coroa sua. —Porra, véi, escorria tudo em mim. —Bem que você gemia, safada. —Tava com um vibrador e uma rola no cu, porra, quase gozei junto com o velho, ha ha ha. —Bom, um mês e já, Hannah, já temos quem... —Quem? —Já vai ver, vaca. —Filhas da puta, não quero nem imaginar. Assim chegou o aniversário dela, quase no fim do ano letivo, e ela pensou que tinham esquecido, mas não. —Já é maior de idade, Hannah, e tem que pagar a aposta. —Já sei que vão abusar de mim, suas vadias. Quando falaram que era o zelador, ela recusou e implorou por outro. —O professor ou o coroa, mas pelo amor de Deus, aquele velho? —A gente já pagou, o coroa até acha que sou amiga dele. —E você tirou nove numa matéria que não entende, então não tem escolha, Hannah. —FILHAS DA PUTA! Seu Zé era um velho rabugento de quase 60 anos, magro e enxuto, com um bigode mal cortado e fedorento. Hannah não sabia nem como chegar perto dele, além do mais ele odiava elas e todo mundo. “Malditos pivetes” era a frase favorita dele. Então ela respirou fundo e, no fim das aulas, ficou mordendo os lábios até não sobrar nenhum aluno, depois viu os professores saindo em seus carros. —Que porra você tá fazendo aqui? — disse dom Pepe pegando-a de surpresa —PUTA QUE PARIU! Me assustou, dom Pepe —já te vi há um tempão, cadê suas amigas? Que merda vocês tão planejando agora —Não, não, nada, tô sozinha —Batem em você em casa? Tem problemas ou o quê? —Não e não, só que a gente já tá quase terminando o curso e eu queria que o senhor e eu —Fala claro, menina, já foram todos embora, que porra você ficou fazendo? —pra transar, puta que pariu, pra transar! —Não fala besteira! Com quem? Cadê o escondido? —Tá parado na minha frente —dom Pepe virou e virou de novo —Não fala merda! Comigo? —O senhor não gostou ou o quê, dom Pepe? —perguntou já de pé e um pouco irritada, mais do que nervosa. —Filha, você tem olhos azuis, é loira, todo dia eu olho a bunda de você e das suas amigas. Até as professoras te acham gostosa. —Então? —É brincadeira? Quer que me mandem embora? —Não e não, mas vou indo então... —Nem fodendo, quer transar, vai transar —disse se colocando entre ela e a porta —só deixa eu conectar meu celular que a bateria tá quase acabando Mal terminou de conectar, dom Pepe já estava em cima dela, passando a mão na bunda e nos peitos. —Dom Pepe? —disse ela virando e prendendo um pouco a respiração por causa do cheiro. —Dom Pepe, vai tomar no cu, vem cá —deitou ela sobre a escrivaninha e baixou a calça até os tornozelos, afastou a calcinha fio dental de Hannah e começou a lamber a bucetinha dela. —mmm dom Pepe, espera mmm aaaah —abre as pernas, guria, deixa eu chupar sua xereca As mãos ásperas dele separavam as pernas dela e a língua entrava na bucetinha, passava a língua de baixo pra cima, chupava a raba e depois voltava pra bucetinha, enfiando a língua até o fundo e cuspindo nela. Depois virou ela de bruços e inclinou em cima da escrivaninha. —Filha da puta, sua buceta é bem rosadinha, mas você é uma putinha, depilou a periquita —ai ai aaaah O velho só virou ela pra poder chupar bem o cu, abria as nádegas e enfiava a língua. Depois meteu dois dedos na bucetinha dela em forma de gancho, procurando o ponto G, e os gemidos de Hannah Disseram que ela acertou, então começou a meter e tirar de um jeito desesperado, sem parar de lamber o cu dela. — haaa haaam siii — Pequena loirinha, geme, vagabunda, geme mais — aaaah uuuh si aaaah Hannah sentia o orgasmo se acumulando entre as pernas, já não pensava no cheiro do velho, seus olhos estavam virados e o corpo relaxava. Um jorro grande saiu da buceta dela. — aaaah — ha ha ha isso vagabunda, que puta mais puta você é — aaauh — os jorros pararam, mas seu Pepe voltava a meter de frente o mais rápido que podia e o squirt voltava, algo que até aquele dia Hannah e as amigas achavam que era mentira. — Isso ha ha ha quer mais? — e voltava a dar prazer com dedos e língua até ela tremer como se tivesse convulsão, com os olhos virados. — agora vem aqui, sua putinha — disse abaixando a calça e tirando a vara dele de dentro de uma cueca surrada. Hannah desceu da mesa e olhou o chão todo molhado. Virou e viu seu Pepe acomodado num banco com o pau na mão e um sorrisão. — vamos, raposinha, vem pegar teu doce — disse esfregando o pau que, pra idade dele, parecia bem grande e duro. Hannah se agachou e sentiu o cheiro nojento que saía dali, mesmo assim lambeu a ponta e depois chupou. — aaaag — sentiu vontade de vomitar com aquele gosto rançoso na boca, mas respirou e continuou lambendo até se acostumar e enfiou ele na boca devagar. — chupa, sua puta burra, isso aqui é um pau de macho. Não é igual aos dos moleques que você dá a bunda. Assim que ela começou a chupar sem parar, ele puxou ela pelo cabelo pra enfiar o pau todo naquela boquinha. — aaagh — isso! Isso, putinha! Chupa ele todo! — ggggh — gosto assim, molhadinhas, vagabundas e putas! — ggggj aaaah — ela respirou e sem hesitar enfiou o pau de novo na boca — que pedaço de puta, porra! Seu Pepe se levantou e agora metia na boca dela como um louco — ahh ahh ahh agggjh — puta, que gostosa — as bolas dele batiam no queixo de Hannah, ela babava toda mocos que se misturavam com as lágrimas pelo esforço de aguentar as investidas daquela pica. Quando finalmente se cansou, tirou a pica, passou com a mão toda aquela meleca que escorria do rosto de Hannah no rosto dela, testa, olhos. Depois levantou ela e apoiou na escrivaninha, dando palmadas na bunda branca dela que ficou vermelha só na primeira palmada. —Ai! —vamos provar essa buceta, loirinha –separou as nádegas dela e meteu a pica na bocetinha que ainda tava sensível. —Aaaai de… va… gar aaaai —levanta essa bunda, puta –disse segurando na cintura dela pra enfiar a pica toda e começar a foder ela. Pegou as mãos dela pra puxar, o som da bunda dela batendo feito palmas ecoava na sala vazia. —Aaai aaiii hmm —porra, suas putas, mas nenhuma vagabunda tão gostosa quanto você —Aaai ai ai —e muito menos gggg ah que vem e me pede pra fazer dela minha puta huu! Porra, bundinha tão gostosa, sua safada —Mm haaaa aaai Tirou a pica e enfiou os dedos quando sentiu que a loira tava se curvando, meteu a pica de novo e depois se afastou pra outro jato de gozo sair expelido. —Huuum aaaai –as pernas de Hannah tremiam, seu Pepe satisfeito aproveitou pra enfiar a pica no cu dela. —Aaai –com as mãos segurou na boca dela pelos dois lados, puxou com força uma vez e outra. —Aaaaagh —isso, puta, isso! Que gostoso que é esse cu! —Aaaaagh —vem e chupa, puta –disse e puxou ela até que ela tivesse de novo com a pica na boca. Ao gosto de ranço agora se somava o gosto do próprio cu dela, engoliu tanta saliva quanto pôde pra passar aquele gosto e continuou chupando a pica daquele velho que era um filho da puta. —Sobe –disse até levantar ela pela cintura pra sentar na escrivaninha. —Aaaai –o frio na bunda fez ela pular, o velho separou as pernas dela e meteu a pica na bocetinha se aproximando até beijar os peitos dela. —Aaai aaai —o fedor da boca daquele homem dava mais náusea que o da pica dele, ela tava respirando quando ele virou pra beijar os lábios dela. —Porra, carinha de santinha Portada e olha ha ha ha putinha – continuou beijando ela e depois foi pro pescoço dela. —mmm aaah mmm —você é uma putinha, vem aqui.
Tirou a camiseta e jogou no chão, colocou ela de quatro, antes de meter contemplou aquele rabo perfeito, cuspiu umas duas vezes nela e uma terceira na própria pica. Ela via as manchas molhadas no chão, que tinham saído dela, e isso a excitava. Sentiu a pica entrando e fechou os olhos. Um velho nojento estava dando o melhor sexo da vida dela. —mmmm aaaah —putinha mãe aaah —dentro não dentro não! —dentro, filha da puta! Dentro! Aaaah putinha mãe que gostoso!
Continuou metendo um pouco mais depois de encher as entranhas dela de porra, aí se levantou e puxou ela pelo cabelo. —volta a chupar, garota —aaaagh –agora o gosto de sêmen se juntava na boca dela —limpa ela, putinha, lambe tudo —glup aaaah mmmm —Não sei por que nem pra que, mas obrigado deus por colocar essa putinha no meu caminho, agora se veste e some. —seu velho filho da puta –ela disse se limpando um pouco, depois se aproximou e beijou ele na boca. —e isso? —foi gostoso pra um velho imundo igual você —vai tomar no cu, putinha! E conta pras suas amigas, aquela baixinha de rabão e a outra sonsa que me olha de cima. Fala que quando quiserem dou umas boas metidas de pica nelas.
Hannah mostrou o dedo do meio, aí pegou a mochila e saiu, mas voltou uns minutos depois. —tá trancado –viu o velho ainda batendo punheta —vem, vou abrir pra você, putinha.
No caminho até a porta, ele deu uns tapas na bunda dela, apertou os peitos e passou a mão na bucetinha. —Até amanhã, putinha —amanhã nem fala –ela disse em tom de aviso.
Quando fechou o portão, finalmente parou de fingir. Hannah tava com a bunda doendo e as pernas dormentes. De noite na casa da Nika, ela ficou molhada de novo lembrando como aquele velho tinha usado ela. —Caralho, acho que você se deu melhor, putinha –disse a Itziar —Itziar, aquele velho cheirava um cú do caralho —mas que foda ele te deu, caralho, certeza que você tá molhada –disse a Nika passando a mão nela —ei! —sim! Que putinha! —tô molhada – disse Itziar —chegando nos vinte e um a gente pega algum outro assim – disse Hannah —melhor um conhecido – disse Nika —um parente – respondeu Itziar rindo NÃOOOO! – gritaram as outras
Jesus era colega de escola delas, há anos só engordava e crescia. Tinha mais de 1,85, mas era um otaku, se fantasiava de personagens de anime e jogava cartas. Além do vício em videogame. Um perdedor suado que todo mundo zuava. Quando Nika se aproximou dele, a escola inteira virou pra olhar. Jesus estava confuso, achando que ela queria que ele fizesse algum trabalho pra ela.
— "E aí, viado, o que cê tá fazendo?" — "Se veio tirar sarro da minha cara, vai tomar no cu, sua puta!" — "Ei, calma! Olha, eu sei que é estranho eu... bom... eu sei que a gente é um bando de amigas de merda... bom..." — "O que você quer?" — ele disse, dando um gole no copo em formato de Pokémon. — "Vou ser bem direta. A gente apostou que você teria medo de transar comigo." — "O quê?!" — ele falou tão alto que todo mundo virou. — "Se tiver medo, a gente deixa pra lá, é sério" — ela disse com cara séria. — "Mas por que eu?" — "Isso importa?" — "Não." — "Então?" — ela perguntou, franzindo a testa. — "Do meu jeito?" — "Óbvio, só não me fantasia com essas merdas chinesas." — "Ok." — "Ok o quê?" — "Se for te foder, sim." — "Te vejo na sua casa?" — ela perguntou, sorrindo. — "Sim, meus pais só chegam do trabalho à noite, temos a tarde toda." — "Calma, tigrão" — ela disse, sorrindo, e se afastou rindo.
Nika chegou de tarde, bem confiante, embora com um pouco de nojo, na casa de Jesus. Tocou a campainha e ele olhou pela câmera do interfone. A loira de pernas longas que só andava com caras mais velhos estava ali na porta dele. Ela tocou de novo e levantou os óculos escuros. Lá estavam os olhos verdes que o deixavam louco e aquele corpo perfeito com o qual ele tinha se masturbado tantas vezes no banheiro.
— "Oi, pensei que você ia me deixar aqui" — ela o cumprimentou. de beijo na bochecha, o primeiro beijo que ela recebia de alguém que não fosse a mãe ou a avó. — ainda acho que é uma brincadeira, mas tudo bem — se fosse brincadeira nem tinha vindo, tem carregador de iPhone? — sim, tá ali no móvel — Valeu, e então aqui está sua coleção de coisas – disse ela sem saber o que mais falar — na verdade tão no meu quarto, vem vamos — Beleza, vou levar o cabo
Ela mostrou as coleções dele, espadas, cartas, fantasias, funkos e aí o sorriso sumiu e ele olhou pra ela com tesão. — então vamos transar? — sim, mas vai com calma… — tira a calça, mas deixa a tanga, cê usa tanga? — …sim… – disse ela tirando a jeans devagar — sempre foi tão gostosa — Valeu! — agora deixa eu ver seus peitos – falou num tom autoritário — cê nunca…? — Não, mas vejo pornô todo dia. Sei como é, não sou leigo – disse com a voz de menino. — ok, e agora? — chupa meu pau – falou ele abaixando a calça e mostrando o pau debaixo de uma barriga enorme— se ajoelha aí, é assim que fazem no pornô. — ha ha ha ok vou – ela se ajoelhou e segurou o pau dele, não era o maior mas não era ruim, chupou um pouco e ele segurou a cabeça dela. — ai ai é estranho, chupa puta! Ela estranhou aquele jeito esquisito, mas continuou chupando, pensando que iam adorar ver isso. — haagh aaaagh ei! – ele apertava a nuca dela pra manter o pau na boca. — é assim que as putas do pornô chupam, chupa… puta — haaagh gaaaagh mmm – a testa dela batia na barriga que começava a suar, então ela tentou se esforçar, com sorte ele gozava rápido. Mas ele continuou até se cansar, a barriga não deixava ver a cara dela que o deixava louco. — vem aqui, sobe… puta – falou ele se deitando. — ok – disse ela limpando a boca e a testa. — Não tira a tanga – ela se acomodou em cima dele, apontou o pau pra buceta dela e desceu. — é quentinho… rebola puta – Nika quase soltou uma gargalhada em algumas bombadas, mas segurou. — Isso, cê gosta, cachorra? Mmm – Jesus tava ocupado chupando os peitos dela então Sem contexto, mas ele agarrou as nádegas dela pra mover mais forte. —mmm, porra, Chucho, já não é mais virgem —mexe essa bunda, vagabunda —Guy! –ela exclamou e rebolou a bunda sabendo que ninguém resistia. —ha ha ha é gostoso transar Nika cansou e deu uma pausa, enquanto Jesus se levantava com muito esforço e ainda mais suado. —Curva, mas até embaixo, levanta essa bunda —Assim? –ela disse, divertida —Você tem uma bundona, Mika —Nika! —Já sei, mm aaah –assim que encaixou o pau, meteu com força e começou a penetrar ela com tudo, Nika sentia o suor daquela barriga enorme agora molhando as nádegas dela. —mmm, isso, Chucho, dá assim, siii, sii —porra, que bundona, você é bem gostosa… vagabunda Nika tava quase no orgasmo, não imaginava que Jesus ia durar tanto, achou que seria fácil e rápido. —Parece uma vagabunda daquelas de pornô —Na sua vida você pega outra assim, Chucho, mmm, continua, filho da puta, si, si —Já sei –ele disse e saiu do quarto Voltou com um vibrador de plástico na mão. —É da minha mãe, eu ouço ela quando usa, geme mais que com o pai —Ei, mas… —Você disse que do meu jeito, vira –Nika se ajeitou de quatro e sentiu o vibrador entrando na buceta dela, aí começou a vibrar. —mmm, é gostoso, mmm, agora entendo sua mãe, uuuy Depois ele se ajeitou e tentou duas vezes enfiar o pau no cu da Nika sem sucesso, na terceira ele se apoiou até que finalmente o pau entrou. —ui, porra, Chucho, ai, ai, não fode, doido, haaa, ai, dói um pouco, mmm —É assim que comem as pintosas no pornô, vou te comer de novo? —NÃO! –ela disse, bem segura —Então é minha putinha –ele pegou o cabelo dela e puxou tão forte que Nika não sabia se gemia de dor no cu ou no couro cabeludo. —mmm, ai, ai, aaay, mmm, pppfff, ha, ai, mmm —É estranho pelo cu… eu gosto… vagabunda, haaa —mmm, porra, Chucho, filho da puta, mmm, ai, ai, mmm, gostoso, aaay Finalmente Jesus tava quase gozando e puxou ela pro chão enquanto pegava o celular. —Eu também tô gravando –ele disse enquanto se masturbava a centímetros do rosto dela —Como você sabe? —É uma Aposta, tu tem que trazer evidência. Mmm, levanta a cara. Vou jogar em você igual fazem com as putas do pornô. Aaah, Nika levantou o rosto e vários jatos de porra caíram na cara dela, junto com o suor que ainda escorria da barriga dela. —Aaah, assim sim que é gostoso – disse ele segurando o celular pra gravar a Nika. —Já posso levantar? – perguntou ela, já com nojo. —Sim, espera... levanta os polegares igual as putas do pornô – ela obedeceu – pronto. Ela limpou o rosto com as mãos e, depois de perguntar onde era o banheiro, lavou a cara. Tava quase se vestindo quando ele a segurou. —Não, espera aí. —E agora? – perguntou ela, olhando pra ele ainda pelado e suado. —Me dá sua calcinha fio dental – Nika tirou e jogou pra ele, ele cheirou e sorriu. —Valeu... puta. —JÁ! – falou ela, séria. —Ok. As três olhavam o vídeo aos berros de tanto rir. —Caralho, como o coroa sua. —Porra, véi, escorria tudo em mim. —Bem que você gemia, safada. —Tava com um vibrador e uma rola no cu, porra, quase gozei junto com o velho, ha ha ha. —Bom, um mês e já, Hannah, já temos quem... —Quem? —Já vai ver, vaca. —Filhas da puta, não quero nem imaginar. Assim chegou o aniversário dela, quase no fim do ano letivo, e ela pensou que tinham esquecido, mas não. —Já é maior de idade, Hannah, e tem que pagar a aposta. —Já sei que vão abusar de mim, suas vadias. Quando falaram que era o zelador, ela recusou e implorou por outro. —O professor ou o coroa, mas pelo amor de Deus, aquele velho? —A gente já pagou, o coroa até acha que sou amiga dele. —E você tirou nove numa matéria que não entende, então não tem escolha, Hannah. —FILHAS DA PUTA! Seu Zé era um velho rabugento de quase 60 anos, magro e enxuto, com um bigode mal cortado e fedorento. Hannah não sabia nem como chegar perto dele, além do mais ele odiava elas e todo mundo. “Malditos pivetes” era a frase favorita dele. Então ela respirou fundo e, no fim das aulas, ficou mordendo os lábios até não sobrar nenhum aluno, depois viu os professores saindo em seus carros. —Que porra você tá fazendo aqui? — disse dom Pepe pegando-a de surpresa —PUTA QUE PARIU! Me assustou, dom Pepe —já te vi há um tempão, cadê suas amigas? Que merda vocês tão planejando agora —Não, não, nada, tô sozinha —Batem em você em casa? Tem problemas ou o quê? —Não e não, só que a gente já tá quase terminando o curso e eu queria que o senhor e eu —Fala claro, menina, já foram todos embora, que porra você ficou fazendo? —pra transar, puta que pariu, pra transar! —Não fala besteira! Com quem? Cadê o escondido? —Tá parado na minha frente —dom Pepe virou e virou de novo —Não fala merda! Comigo? —O senhor não gostou ou o quê, dom Pepe? —perguntou já de pé e um pouco irritada, mais do que nervosa. —Filha, você tem olhos azuis, é loira, todo dia eu olho a bunda de você e das suas amigas. Até as professoras te acham gostosa. —Então? —É brincadeira? Quer que me mandem embora? —Não e não, mas vou indo então... —Nem fodendo, quer transar, vai transar —disse se colocando entre ela e a porta —só deixa eu conectar meu celular que a bateria tá quase acabando Mal terminou de conectar, dom Pepe já estava em cima dela, passando a mão na bunda e nos peitos. —Dom Pepe? —disse ela virando e prendendo um pouco a respiração por causa do cheiro. —Dom Pepe, vai tomar no cu, vem cá —deitou ela sobre a escrivaninha e baixou a calça até os tornozelos, afastou a calcinha fio dental de Hannah e começou a lamber a bucetinha dela. —mmm dom Pepe, espera mmm aaaah —abre as pernas, guria, deixa eu chupar sua xereca As mãos ásperas dele separavam as pernas dela e a língua entrava na bucetinha, passava a língua de baixo pra cima, chupava a raba e depois voltava pra bucetinha, enfiando a língua até o fundo e cuspindo nela. Depois virou ela de bruços e inclinou em cima da escrivaninha. —Filha da puta, sua buceta é bem rosadinha, mas você é uma putinha, depilou a periquita —ai ai aaaah O velho só virou ela pra poder chupar bem o cu, abria as nádegas e enfiava a língua. Depois meteu dois dedos na bucetinha dela em forma de gancho, procurando o ponto G, e os gemidos de Hannah Disseram que ela acertou, então começou a meter e tirar de um jeito desesperado, sem parar de lamber o cu dela. — haaa haaam siii — Pequena loirinha, geme, vagabunda, geme mais — aaaah uuuh si aaaah Hannah sentia o orgasmo se acumulando entre as pernas, já não pensava no cheiro do velho, seus olhos estavam virados e o corpo relaxava. Um jorro grande saiu da buceta dela. — aaaah — ha ha ha isso vagabunda, que puta mais puta você é — aaauh — os jorros pararam, mas seu Pepe voltava a meter de frente o mais rápido que podia e o squirt voltava, algo que até aquele dia Hannah e as amigas achavam que era mentira. — Isso ha ha ha quer mais? — e voltava a dar prazer com dedos e língua até ela tremer como se tivesse convulsão, com os olhos virados. — agora vem aqui, sua putinha — disse abaixando a calça e tirando a vara dele de dentro de uma cueca surrada. Hannah desceu da mesa e olhou o chão todo molhado. Virou e viu seu Pepe acomodado num banco com o pau na mão e um sorrisão. — vamos, raposinha, vem pegar teu doce — disse esfregando o pau que, pra idade dele, parecia bem grande e duro. Hannah se agachou e sentiu o cheiro nojento que saía dali, mesmo assim lambeu a ponta e depois chupou. — aaaag — sentiu vontade de vomitar com aquele gosto rançoso na boca, mas respirou e continuou lambendo até se acostumar e enfiou ele na boca devagar. — chupa, sua puta burra, isso aqui é um pau de macho. Não é igual aos dos moleques que você dá a bunda. Assim que ela começou a chupar sem parar, ele puxou ela pelo cabelo pra enfiar o pau todo naquela boquinha. — aaagh — isso! Isso, putinha! Chupa ele todo! — ggggh — gosto assim, molhadinhas, vagabundas e putas! — ggggj aaaah — ela respirou e sem hesitar enfiou o pau de novo na boca — que pedaço de puta, porra! Seu Pepe se levantou e agora metia na boca dela como um louco — ahh ahh ahh agggjh — puta, que gostosa — as bolas dele batiam no queixo de Hannah, ela babava toda mocos que se misturavam com as lágrimas pelo esforço de aguentar as investidas daquela pica. Quando finalmente se cansou, tirou a pica, passou com a mão toda aquela meleca que escorria do rosto de Hannah no rosto dela, testa, olhos. Depois levantou ela e apoiou na escrivaninha, dando palmadas na bunda branca dela que ficou vermelha só na primeira palmada. —Ai! —vamos provar essa buceta, loirinha –separou as nádegas dela e meteu a pica na bocetinha que ainda tava sensível. —Aaaai de… va… gar aaaai —levanta essa bunda, puta –disse segurando na cintura dela pra enfiar a pica toda e começar a foder ela. Pegou as mãos dela pra puxar, o som da bunda dela batendo feito palmas ecoava na sala vazia. —Aaai aaiii hmm —porra, suas putas, mas nenhuma vagabunda tão gostosa quanto você —Aaai ai ai —e muito menos gggg ah que vem e me pede pra fazer dela minha puta huu! Porra, bundinha tão gostosa, sua safada —Mm haaaa aaai Tirou a pica e enfiou os dedos quando sentiu que a loira tava se curvando, meteu a pica de novo e depois se afastou pra outro jato de gozo sair expelido. —Huuum aaaai –as pernas de Hannah tremiam, seu Pepe satisfeito aproveitou pra enfiar a pica no cu dela. —Aaai –com as mãos segurou na boca dela pelos dois lados, puxou com força uma vez e outra. —Aaaaagh —isso, puta, isso! Que gostoso que é esse cu! —Aaaaagh —vem e chupa, puta –disse e puxou ela até que ela tivesse de novo com a pica na boca. Ao gosto de ranço agora se somava o gosto do próprio cu dela, engoliu tanta saliva quanto pôde pra passar aquele gosto e continuou chupando a pica daquele velho que era um filho da puta. —Sobe –disse até levantar ela pela cintura pra sentar na escrivaninha. —Aaaai –o frio na bunda fez ela pular, o velho separou as pernas dela e meteu a pica na bocetinha se aproximando até beijar os peitos dela. —Aaai aaai —o fedor da boca daquele homem dava mais náusea que o da pica dele, ela tava respirando quando ele virou pra beijar os lábios dela. —Porra, carinha de santinha Portada e olha ha ha ha putinha – continuou beijando ela e depois foi pro pescoço dela. —mmm aaah mmm —você é uma putinha, vem aqui.
Tirou a camiseta e jogou no chão, colocou ela de quatro, antes de meter contemplou aquele rabo perfeito, cuspiu umas duas vezes nela e uma terceira na própria pica. Ela via as manchas molhadas no chão, que tinham saído dela, e isso a excitava. Sentiu a pica entrando e fechou os olhos. Um velho nojento estava dando o melhor sexo da vida dela. —mmmm aaaah —putinha mãe aaah —dentro não dentro não! —dentro, filha da puta! Dentro! Aaaah putinha mãe que gostoso!
Continuou metendo um pouco mais depois de encher as entranhas dela de porra, aí se levantou e puxou ela pelo cabelo. —volta a chupar, garota —aaaagh –agora o gosto de sêmen se juntava na boca dela —limpa ela, putinha, lambe tudo —glup aaaah mmmm —Não sei por que nem pra que, mas obrigado deus por colocar essa putinha no meu caminho, agora se veste e some. —seu velho filho da puta –ela disse se limpando um pouco, depois se aproximou e beijou ele na boca. —e isso? —foi gostoso pra um velho imundo igual você —vai tomar no cu, putinha! E conta pras suas amigas, aquela baixinha de rabão e a outra sonsa que me olha de cima. Fala que quando quiserem dou umas boas metidas de pica nelas.
Hannah mostrou o dedo do meio, aí pegou a mochila e saiu, mas voltou uns minutos depois. —tá trancado –viu o velho ainda batendo punheta —vem, vou abrir pra você, putinha.
No caminho até a porta, ele deu uns tapas na bunda dela, apertou os peitos e passou a mão na bucetinha. —Até amanhã, putinha —amanhã nem fala –ela disse em tom de aviso.
Quando fechou o portão, finalmente parou de fingir. Hannah tava com a bunda doendo e as pernas dormentes. De noite na casa da Nika, ela ficou molhada de novo lembrando como aquele velho tinha usado ela. —Caralho, acho que você se deu melhor, putinha –disse a Itziar —Itziar, aquele velho cheirava um cú do caralho —mas que foda ele te deu, caralho, certeza que você tá molhada –disse a Nika passando a mão nela —ei! —sim! Que putinha! —tô molhada – disse Itziar —chegando nos vinte e um a gente pega algum outro assim – disse Hannah —melhor um conhecido – disse Nika —um parente – respondeu Itziar rindo NÃOOOO! – gritaram as outras
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