Hannah e suas duas amigas Nika e Itziar tinham uma aposta desde o ensino médio: assim que fizessem 18 anos, transariam com algum desconhecido. A aposta era que as outras escolheriam com quem. As três são loiras de olhos claros e estudam no colégio mais caro da cidade. Obviamente, já tinham tido alguma experiência antes. A primeira a perder a virgindade foi Itziar, e era lógico que não escolheriam alguém de quem gostassem. Hannah sugeriu o motorista do táxi, mas Nika acertou em cheio. — O professor Nájera, aquele fdp — todas se olharam, Itziar balançava a cabeça — Não, não, pelo amor, ele é um velho fdp, não dá — Vai lá, é só dar uma trepada nele! — Hannah ria às gargalhadas — Pelo amor de Deus, outro, melhor o motorista — O professor! — disse Nika, decidida. O professor Nájera dava física para elas, e números não eram a parte mais divertida. Mas, além disso, ele odiava elas por passarem a aula inteira trocando mensagens ou tirando selfies. Itziar era baixinha, 1,50m, loira de olhos azuis, e embora quase não tivesse peitos, seu charme era a bunda enorme que tinha há anos. Embora ela não gostasse, as sardas no rosto também a deixavam linda. Parecia uma menina inocente. Mas as três sabiam que ela era a mais tarada do grupo, foi ela quem apresentou o mundo do hentai pra elas, e quase sempre as mensagens dela eram fotos de paus enormes. Então, decidido, Itziar esperou o fim da aula, até todos saírem, para se aproximar do professor. — Oi, professor, tô preocupada com minha média… — Pensei que você só se preocupava em sair bem nas fotos — ele interrompeu — Sempre saio bem, professor, mas queria revisar um pouco pra prova final — Sério! Nossa, senhorita, isso me surpreende, não é uma brincadeira sua, né? — perguntou, estranhando e tentando disfarçar o nervosismo que aquela jovem loira lhe causava. — Não, queria revisar, poderia ir na sua casa — Você sabe onde eu moro? — Claro, o apartamento em cima da loja de tintas — o professor franziu a testa e engoliu seco. — Como você sabe? — Minha mãe faz terapia na frente, já vi você saindo de lá algumas vezes. — Ok. Só consigo depois das 7, tá bom? — Perfeito! Te vejo hoje — Hoje? — Não pode? – ela perguntou se aproximando com cara de putinha triste — Claro que pode… me avisa, te passo meu número… — Eu vou – ela disse enquanto se afastava e ele olhava a bunda dela se mexendo. Bastou uma sessão pra Itziar conseguir o que queria. Com um shortinho curto e justo, bateu na porta do professor, que abriu nervoso. — Sua mãe te trouxe? – ele perguntou, tenso — Não, vim sozinha – ela disse enquanto entrava com confiança — Tem carregador de iPhone? – Ela perguntou — Tenho, toma – respondeu rápido, entregando o carregador. Ela percebeu que o professor tava cheiroso, sempre cheirava a cigarro, e isso deu mais confiança pra ela — Mora sozinho? – perguntou com cara de dengo, colando nele — Sim, me divorciei há uns anos e… bom, o que você quer revisar? Sentaram no sofá e ela encarava ele, enquanto ele engolia seco e falava fórmulas e números que não interessavam ela nem um pouco. — Pra que você veio mesmo, mocinha? – ele perguntou, já confuso — Pra isso – ela disse e beijou ele. Ele tentou se afastar, mas ela puxou ele. — Tem certeza? — Já tenho 18 e você sabe, deu like na minha foto de aniversário… e sim, tenho certeza. Finalmente ele se deixou levar e beijou ela enquanto as mãozinhas dela desabotoavam a camisa dele e depois a calça. — Isso tá bem duro – ela disse segurando o pau dele com as duas mãos — É assim que a senhorita me deixa – o professor falou, tirando a blusa dela pra chupar os peitinhos dela. Ela escorregou e se ajoelhou, puxou a cueca do professor pra baixo e começou a chupar o pau dele. — Putinha, que gostoso! – ele exclamou meio gritando, vendo a carinha sardenta dela sorrir enquanto lambia a ponta. — O senhor tem um pau bonito, profe – ela disse e começou a chupar de verdade, olhando pro professor que tava hipnotizado pelos olhos verdes dela — Nossa, que delícia! Mmm. Depois ela se levantou e devagar puxou o short pra baixo. Por baixo não tinha nada, então o professor Nájera pôde ver a bunda rosada dela e os lábios da buceta. Ela subiu no sofá e se inclinou. — Me come – ela disse enquanto o professor segurava a cabeça, sem acreditar no que via. Ele colocou o pau na bucetinha dela, mas depois mudou de ideia, então apoiou ela na bunda e empurrou. —vai me dar pelo cu? —mmm siii haaa —empurrou com força até que entrou um pouco do pau dele, depois entrou devagar —ai, tá doendo, que gostoso, professor, mete em mim ah ah mete seu pau As bundas dela batiam nele, que suava e bufava igual um louco, se agarrava nas bundas dela e empurrava forte. —sim, que gostoso, professor, que gostoso —mmm ha mm ha ha Ele parou um pouco porque sentiu que ia gozar a qualquer momento e beijou o pescoço dela, os lábios, as costas, as bundas, o cu e a buceta. —você está uma delícia —mmm que gostoso, professor Depois ela deitou ele e montou em cima, só sentindo o pau dele entrar de novo na bunda dela, fechou os olhos. —Meu Deus! —Mmm ai ai entrou aí mmm Quando abriu os olhos, a Itziar já quicava em cima dele, as bundas dela batiam e faziam barulho de palmas. —eu gostooo aaah eu gosto pelo cu aaah que gostoso —mmm sim assim assim continua mmmm O professor fechou os olhos e rangeu os dentes, a Itziar sentiu ele encher o cu dela de porra e com movimentos circulares se mexeu até sentir que não saía mais nada. —mmmm huuu —encheu meu cu de porra, professor mmm que gostoso Ela se levantou devagar e se ajoelhou pra chupar os restos de porra no pau do professor, que ainda olhava incrédulo pra ela. —já tirei 10? —tirou? –perguntou o professor Nájera —sim, 10 pra mim e minhas amigas, ou não mereci? —puta, até 11, mas não posso dar 10 pras 3, elas não sabem nada da matéria. —Oia, professor, enchi meu cu com sua porra! —olha, 10 pra você e pra elas 9 ou 8, mas nada disso pra ninguém, ouviu? —Prometo, disse Itziar enquanto levava porra do cu pra boca. Depois de ver o vídeo que filmaram quando ela colocou o celular, as três estavam meio molhadas. Itziar nunca mais falou com o professor, que teve que engolir a raiva e dar notas boas pra elas. Um mês depois, a Nika fez aniversário e, na festa com amigos e familiares, elas discutiam com quem caralhos iam transar. —o —Motorista! —disse ela —Nem fodendo, eu comi o cu do filho da puta do professor de matemática, pelo menos daquele coroa que fica olhando pra sua bunda na loja —Eu tenho ele, eu tenho ele —disse Hannah —Não Hannah, já vi sua cara —Vai pro caralho! —disse Hannah quase se mijando de rir —Claro! —exclamou Itziar —Não, não, para com isso, esse cara é um idiota —Por isso! —exclamaram as duas Jesus era colega de escola delas, passou anos engordando e crescendo. Mais de 1,85, mas era um otaku, se fantasiava de personagens de anime e jogava com cartas. Além do vício em videogames. Um perdedor suado que todo mundo zoava. Quando Nika se aproximou dele, a escola inteira virou pra olhar. Jesus estava confuso, com certeza ela queria que ele fizesse algum trabalho pra ela. —Fala, seu merda, o que cê tá fazendo? —Se você veio me zoar, vai tomar no cu, sua puta! —Ei, calma! Olha, eu sei que é estranho eu... bom... já sei que somos umas amigas de merda... bom... —O que você quer? —disse ele dando um gole no copo em formato de Pokémon —Olha bem fácil, e direto ao ponto. Apostamos que você teria medo de transar comigo. —O quê?! —disse tão alto que todo mundo virou —Se você tem medo, a gente deixa pra lá, é sério —disse ela com cara séria. —Mas por que eu? —Importa? —Não —Então? —perguntou ela franzindo a testa —Do meu jeito? —Óbvio, só não me fantasio com essas merdas chinesas —Ok —Ok o quê? —Se eu te como —Te vejo na sua casa? —perguntou ela sorrindo —Sim, meus pais só chegam de noite do trabalho, temos a tarde toda —Calma, tigrão —disse ela sorrindo e se afastou rindo. Nika chegou de tarde bem confiante, embora com um pouco de nojo, na casa de Jesus. Tocou a campainha e ele olhou pela câmera do interfone. A garota loira de pernas longas que só andava com caras mais velhos estava ali na porta dele. Ela tocou a campainha de novo e levantou os óculos escuros. Lá estavam os olhos verdes que o deixavam louco e aquele corpo perfeito com o qual ele tantas vezes se masturbou no banheiro. —Oi, pensei que você ia me deixar aqui —cumprimentou ele de beijo na bochecha, o primeiro beijo que ela recebia de alguém que não fosse a mãe ou a avó. — ainda acho que é uma brincadeira, mas tudo bem — se fosse brincadeira nem tinha vindo, tem carregador de iPhone? — sim, tá ali no móvel — Valeu, e então aqui tá sua coleção de coisas – falou sem saber o que mais dizer — na verdade tá no meu quarto, vem — Beleza, vou levar o cabo
Mostrou as coleções dele, espadas, cartas, fantasias, funkos e aí o sorriso sumiu e ele olhou pra ela com tesão. — vamos transar? — sim, mas vai com calma… — tira a calça, mas deixa a tanga, cê usa tanga? — …sim… – ela falou enquanto tirava a jeans devagar — você sempre foi tão gostosa — Valeu! — agora deixa eu ver seus peitos – falou num tom autoritário — você nunca…? — Não, mas vejo pornô todo dia. Sei como é, não sou leigo – falou com a voz de menino. — ok, e agora? — chupa ele – falou ele baixando a calça e mostrando o pau debaixo de uma barriga enorme— abaixa aí, assim que faz no pornô. — ha ha ha ok vou – ela se abaixou e segurou o pau dele que não era o maior mas não era ruim, chupou um pouco e ele segurou a cabeça dela. — ai ai é estranho, chupa putinha! Ela estranhou aquele jeito, mas continuou chupando, pensando que iam adorar ver isso. — haagh aaaagh ei! – ele apertava a nuca dela pra manter o pau na boca. — assim que as putas do pornô chupam, chupa… putinha — haaagh gaaaagh mmm – a testa dela batia na barriga que começava a suar, então ela se esforçou, com sorte ele gozava rápido. Mas ele continuou até se cansar, a barriga não deixava ver a cara que o deixava louco. — vem cá, sobe… putinha – falou enquanto se deitava. — ok – ela falou se limpando a boca e a testa. — Não tira a tanga – ela se acomodou em cima dele, apontou o pau pra bucetinha dela e desceu. — é quentinho… rebola putinha – Nika quase soltou uma risada em duas ou três vezes, mas segurou. — Isso, cê gosta, né? Mmm – Jesus tava ocupado chupando os peitos dela então Sem contexto, mas ele agarrou as nádegas dela pra meter mais forte. —mmm, porra, Chucho, já não é mais virgem —mexe essa bunda, vagabunda —Guy! –ela exclamou e rebolou a bunda sabendo que ninguém resistia. —ha ha ha é gostoso foder Nika cansou e deu uma pausa, enquanto Jesus se levantava com dificuldade e ainda mais suado. —Ajoelha, mas até embaixo, levanta essa bunda —assim? –ela disse, divertida —tu tem uma bundona, Mika —Nika! —já sei, mm aaah –assim que encaixou o pau, meteu com força e começou a penetrar ela com tudo, Nika sentia o suor daquela barriga enorme agora molhando as nádegas dela. —mmm, isso, Chucho, vai assim, sim, sim —porra, que bundão, tu é bem gostosa… vagabunda Nika tava quase no orgasmo, não imaginava que Jesus ia aguentar tanto, pensou que seria moleza e rápido. —parece uma puta das de filme pornô —nunca mais tu vai ter uma assim, Chucho, mmm, continua, filho da puta, sim, sim —já sei –ele disse e saiu do quarto Voltou com um vibrador de plástico na mão. —é da minha mãe, eu escuto ela quando usa, geme mais que com o pai —ei, mas… —você disse que era do meu jeito, vira –Nika se ajeitou de quatro e sentiu o vibrador entrando na buceta dela, e começou a vibrar. —mmm, é gostoso, mmm, agora entendo sua mãe, uuuy Aí ele se ajeitou e tentou duas vezes enfiar o pau no cu da Nika sem sucesso, na terceira ele forçou até que finalmente o pau entrou. —ui, porra, Chucho, ai, ai, não fode, doído, haaa, ai, dói um pouco, mmm —é assim que comem as pintosas no pornô, vou te comer de novo? —NÃO! –ela disse bem firme —então é minha puta –ele pegou o cabelo dela e puxou tão forte que Nika não sabia se tava gemendo de dor no cu ou no couro cabeludo. —mmm, ai, ai, aaai, mmm, pppfff, ha, ai, mmm —é estranho pelo cu… eu gosto… vagabunda, haaa —mmm, porra, Chucho, filho da puta, mmm, ai, ai, mmm, gostoso, aaai Finalmente Jesus tava quase gozando e puxou ela pro chão enquanto pegava o celular. —eu também tô gravando –ele disse enquanto se masturbava a centímetros da cara dela —como você sabe? —é uma Aposta, tu tens que trazer evidência. Mmm, levanta a cara. Vou gozar na tua cara igual fazem com as putas do pornô. Aaah, Nika levantou o rosto e vários jatos de porra caíram na cara dela, assim como o suor que ainda escorria da barriga dela. —Aaah, assim sim que é gostoso – disse ele segurando o celular pra gravar a Nika. —Já posso levantar? – perguntou ela, já com nojo. —Sim, espera... levanta os polegares igual as putas do pornô – ela obedeceu – pronto. Ela limpou o rosto com as mãos e, depois de perguntar onde era o banheiro, lavou a cara. Tava quase se vestindo quando ele a segurou. —Não, espera aí. —E agora? – perguntou ela, olhando pra ele ainda pelado e suado. —Me dá a sua calcinha fio dental – Nika tirou e jogou pra ele, ele cheirou e sorriu. —Valeu... puta. —JÁ! – falou ela, séria. —Ok. As três olhavam o vídeo, morrendo de rir. —Caralho, como o coroa sua. —Porra, não fode, tava tudo escorrendo em mim. —Bem que você tava gemendo, vaca. —Tava com um fucking vibrador e uma rola no cu, porra, quase gozei junto com o coroa, ha ha ha. —Beleza, um mês e já, Hannah, já temos quem... —Quem? —Já vai ver, vaca. —Filhas da puta, não quero nem imaginar. Assim chegou o aniversário dela, quase no fim do ano letivo, e ela pensou que tinham esquecido, mas não. —Já é a vez da Hannah e tu tem que pagar a aposta. —Já sei que vão abusar de mim, vadias. Quando falaram que era o zelador, ela recusou e implorou por outro. —O professor ou o coroa, mas pelo amor de Deus, aquele velho? —A gente já cumpriu, o coroa até acha que eu tô afim. —E tu tira nove numa matéria que não entende, então não tem jeito, Hannah. —FILHAS DA PUTA! Seu Zé era um velho rabugento de quase 60 anos, magro e enxuto, com um bigode mal cortado e fedorento. Hannah não fazia ideia de como chegar nele, além disso ele odiava elas e todo mundo. “Moleques malditos” era a frase favorita dele. Então ela respirou fundo e, no fim das aulas, ficou mordendo os lábios até não sobrar nenhum aluno, depois viu os professores saindo nos carros deles. —Que porra você tá fazendo aqui? —disse seu Zé, pegando ela de surpresa —PUTA QUE PARIU! Me assustei, seu Zé —já te vi faz tempo, cadê suas amigas? Que merda vocês tão planejando agora? —Não, não, nada, tô sozinha —Batem em você em casa? Tem problema ou o quê? —Não e não, só que a gente já tá quase terminando o curso e eu queria que o senhor e eu —Fala claro, menina, todo mundo já foi, que porra cê ficou fazendo? —TREPAR, PUTA QUE PARIU, TREPAR! —Não fala merda! Com quem? Cadê o escondido? —Tá parado na minha frente —seu Zé virou e virou de novo —Não fala besteira! Comigo? —O senhor não gostou ou o quê, seu Zé? —perguntou já de pé e um pouco brava, mais do que nervosa. —Filha, cê tem olho azul, é loira, todo dia eu olho a bunda de você e das suas amigas. Até as professoras te acham gostosa. —E então? —É brincadeira? Quer que me mandem embora? —Não e não, mas vou nessa então... —Porra nenhuma, quer trepar, vai trepar —disse se metendo entre ela e a porta —só deixa eu conectar meu celular que a bateria tá quase acabando Mal terminou de conectar, seu Zé já tava em cima dela, passando a mão na bunda e nos peitos. —Seu Zé? —disse ela virando e segurando um pouco a respiração por causa do cheiro. —Seu Zé, porra nenhuma, vem cá —deitou ela na mesa e puxou a calça dela até tirar pelos tornozelos, afastou a calcinha fio dental da Hannah e começou a lamber a bucetinha dela. —hummm, seu Zé, espera hummm aaaah —abre as pernas, gostosa, deixa eu chupar sua xereca As mãos calejadas dele abriam as pernas dela e a língua entrava na bucetinha, passava a língua de baixo pra cima, chupava o cuzinho e depois voltava pra bucetinha enfiando a língua até o fundo e cuspia nela. Depois virou ela de bruços e arqueou ela em cima da mesa. —FILHA DA PUTA, sua buceta é bem rosadinha, mas cê é uma putinha, depilou a periquita —ai ai aaaah O velho só virou ela pra poder chupar bem o cu, abria as nádegas e enfiava a língua. Depois meteu dois dedos na bucetinha dela em formato de gancho, procurando o ponto G, e os gemidos da Hannah Disseram que ela tinha acertado, então começou a meter e tirar de um jeito desesperado, sem parar de lamber o cu dela. — haaa haaam siii — Pequena loirinha, geme, vagabunda, geme mais — aaaah uuuh si aaaah Hannah sentia o orgasmo se acumulando entre as pernas dela, já não pensava no cheiro do velho, os olhos dela estavam virados e o corpo relaxava. Um jorro grande saiu da buceta dela. — aaaah — ha ha ha isso, vagabunda, que vagabunda mais puta você é — aaauh — Os jorros paravam, mas seu Pepe voltava a meter de frente o mais rápido que podia e o squirt voltava, algo que até aquele dia Hannah e as amigas dela achavam que era mentira. — Isso ha ha ha, quer mais? — e voltava a dar prazer com dedos e língua até ela tremer como se tivesse convulsão, com os olhos virados. — Agora vem aqui, sua vagabundinha — disse abaixando a calça e tirando a vara dele de dentro de uma cueca gasta. Hannah desceu da escrivaninha e olhou o chão todo molhado. Virou e viu seu Pepe acomodado num banco com o pau na mão e um sorrisão. — Vamos, raposinha, vem pegar teu doce — disse esfregando o pau que, pra idade dele, parecia bem grande e duro. Hannah se agachou e sentiu o cheiro nojento que saía dali, mesmo assim lambeu a ponta e depois chupou. — aaaag — sentiu vontade de vomitar com aquele gosto de ranço na boca, mas respirou fundo e continuou lambendo até se acostumar e enfiou na boca devagar. — Chupa, sua putinha idiota, isso aqui é um pau de macho. Não é igual aos dos pivetes que você dá a bunda. Assim que ela começou a chupar sem parar, ele puxou o cabelo dela pra forçar a entrar o pau inteiro naquela boquinha. — aaagh — Isso! Isso, putinha! Chupa ele todo! — ggggh — Gosto assim, molhadinhas, vagabundas e putas! — ggggj aaaah — Ela respirou e, sem hesitar, enfiou o pau de novo na boca — Que pedaço de vagabunda, caralho! Seu Pepe se levantou e agora metia na boca dela como um louco — ahh ahh ahh agggjh — Vagabunda, que gostoso — As bolas dele batiam no queixo de Hannah, ela babava tudo Mocos que se misturavam com as lágrimas pelo esforço de aguentar as investidas daquela pica. Quando finalmente cansou, tirou a pica, passou com uma mão tudo que escorria do rosto de Hannah no rosto dela, testa, olhos. Depois levantou ela e apoiou na escrivaninha, dando palmadas na bunda branca dela que ficou vermelha só na primeira palmada. —Aaai! —Vamos provar essa bunda, loirinha – separou as nádegas dela e meteu a pica na bocetinha que ainda estava sensível. —Aaaai de... va... gar aaaai —Levanta essa bunda, puta – disse segurando na cintura dela pra meter a pica toda e começar a foder ela. Pegou as mãos dela pra puxar, o som da bunda dela batendo feito palmas ecoava na sala vazia. —Aaai aaiii mmm —Porra, suas putas, mas nenhuma puta tão gostosa quanto você —Aaai ai ai —E muito menos gggg ah que vem e me pede pra fazer dela minha puta huu! Porra, bundinha tão gostosa, sua safada —Mm haaaa aaai Tirou a pica e enfiou os dedos quando sentiu que a loira se dobrava, voltou a meter a pica e depois se afastou pra outro squirt sair expelido. —Huuum aaaai – as pernas de Hannah fraquejaram, seu Pepe satisfeito aproveitou pra meter a pica no cu dela. —Aaai – com as mãos segurou a boca dela pelos dois lados, puxou com força uma e outra vez. —Aaaaagh —Isso, puta, isso! Que gostoso esse cu! —Aaaaagh —Vem e chupa, puta – disse e puxou ela até que estivesse de novo com a pica na boca. Ao gosto de ranço agora se somava o gosto do próprio cu dela, engoliu tanta saliva quanto pôde pra passar aquele gosto e continuou chupando a pica daquele velho que era um filho da puta. —Sobe – disse até levantar ela pela cintura pra sentar na escrivaninha. —Aaaai – o frio na bunda fez ela pular, o velho abriu as pernas dela e meteu a pica na bocetinha se aproximando até beijar os peitos dela. —Aaai aaai —O fedor da boca daquele homem dava mais náusea que o da pica dele, ela tava pegando ar quando ele virou pra beijar os lábios dela. —Porra, carinha de santinha Capa e olha ha ha ha putinha – continuou beijando ela e depois seguiu pelo pescoço dela. – mmm aaah mmm – você é uma puta, vem aqui. Tirou a camiseta e jogou no chão, colocou ela de quatro, antes de penetrar contemplou aquela bunda perfeita, cuspiu umas duas vezes nela e uma terceira no próprio pau. Ela via as manchas molhadas no chão, que tinham saído dela, e aquilo a excitava. Sentiu o pau entrar e fechou os olhos. Um velho nojento estava dando o melhor sexo da vida dela. – mmmm aaaah – puta mãe aaah – dentro não dentro não! – dentro, cadela! Dentro! Aaaah puta mãe que gostoso! Continuou penetrando ela um pouco mais depois de encher as entranhas dela de porra, aí se levantou e puxou ela pelo cabelo. – volta a chupar, garota – aaaagh – agora o gosto de sêmen se juntava na boca dela – limpa ele, putinha, lambe ele todo – glup aaaah mmmm – Não sei porque nem para que, mas obrigado deus por colocar essa puta no meu caminho, agora se veste e vaza. – seu velho filho da puta – disse ela se limpando um pouco, depois se aproximou e beijou ele na boca. – e isso? – foi gostoso pra um velho sujo igual você – vai tomar no cu, puta! E conta pras suas amigas, aquela baixinha de bunda grande e a outra sonsa que me olha de cima. Fala que quando quiserem eu meto um bom pau nelas. Hannah mostrou o dedo do meio pra ele, depois pegou a mochila e saiu, mas voltou uns minutos depois. – tá trancado – viu o velho ainda se masturbando – vamos, abro pra você, puta. Durante o caminho até a porta, ele deu uns tapas na bunda dela, apertou os peitos e passou a mão na bucetinha. – Te vejo amanhã, puta – amanhã nem fala – disse ela em tom de aviso. Quando passou pelo portão, finalmente parou de fingir. Hannah estava com a bunda doendo e as pernas dormentes. À noite na casa da Nika, ela ficou molhada de novo olhando como aquele velho tinha usado ela. – Caralho, acho que você se deu melhor, puta – disse a Itziar – Itziar, aquele velho cheirava um cu do caralho – mas a foda que ele te deu, caralho, certeza que você tá molhada – disse a Nika passando a mão nela – ei! – siiiim! Que puta —eu tô molhada – disse Itziar —chegando nos vinte e um a gente pega outro assim – disse Hannah —melhor um conhecido – disse Nika —um parente – respondeu Itziar rindo NÃOOOO! – gritaram as outras
Mostrou as coleções dele, espadas, cartas, fantasias, funkos e aí o sorriso sumiu e ele olhou pra ela com tesão. — vamos transar? — sim, mas vai com calma… — tira a calça, mas deixa a tanga, cê usa tanga? — …sim… – ela falou enquanto tirava a jeans devagar — você sempre foi tão gostosa — Valeu! — agora deixa eu ver seus peitos – falou num tom autoritário — você nunca…? — Não, mas vejo pornô todo dia. Sei como é, não sou leigo – falou com a voz de menino. — ok, e agora? — chupa ele – falou ele baixando a calça e mostrando o pau debaixo de uma barriga enorme— abaixa aí, assim que faz no pornô. — ha ha ha ok vou – ela se abaixou e segurou o pau dele que não era o maior mas não era ruim, chupou um pouco e ele segurou a cabeça dela. — ai ai é estranho, chupa putinha! Ela estranhou aquele jeito, mas continuou chupando, pensando que iam adorar ver isso. — haagh aaaagh ei! – ele apertava a nuca dela pra manter o pau na boca. — assim que as putas do pornô chupam, chupa… putinha — haaagh gaaaagh mmm – a testa dela batia na barriga que começava a suar, então ela se esforçou, com sorte ele gozava rápido. Mas ele continuou até se cansar, a barriga não deixava ver a cara que o deixava louco. — vem cá, sobe… putinha – falou enquanto se deitava. — ok – ela falou se limpando a boca e a testa. — Não tira a tanga – ela se acomodou em cima dele, apontou o pau pra bucetinha dela e desceu. — é quentinho… rebola putinha – Nika quase soltou uma risada em duas ou três vezes, mas segurou. — Isso, cê gosta, né? Mmm – Jesus tava ocupado chupando os peitos dela então Sem contexto, mas ele agarrou as nádegas dela pra meter mais forte. —mmm, porra, Chucho, já não é mais virgem —mexe essa bunda, vagabunda —Guy! –ela exclamou e rebolou a bunda sabendo que ninguém resistia. —ha ha ha é gostoso foder Nika cansou e deu uma pausa, enquanto Jesus se levantava com dificuldade e ainda mais suado. —Ajoelha, mas até embaixo, levanta essa bunda —assim? –ela disse, divertida —tu tem uma bundona, Mika —Nika! —já sei, mm aaah –assim que encaixou o pau, meteu com força e começou a penetrar ela com tudo, Nika sentia o suor daquela barriga enorme agora molhando as nádegas dela. —mmm, isso, Chucho, vai assim, sim, sim —porra, que bundão, tu é bem gostosa… vagabunda Nika tava quase no orgasmo, não imaginava que Jesus ia aguentar tanto, pensou que seria moleza e rápido. —parece uma puta das de filme pornô —nunca mais tu vai ter uma assim, Chucho, mmm, continua, filho da puta, sim, sim —já sei –ele disse e saiu do quarto Voltou com um vibrador de plástico na mão. —é da minha mãe, eu escuto ela quando usa, geme mais que com o pai —ei, mas… —você disse que era do meu jeito, vira –Nika se ajeitou de quatro e sentiu o vibrador entrando na buceta dela, e começou a vibrar. —mmm, é gostoso, mmm, agora entendo sua mãe, uuuy Aí ele se ajeitou e tentou duas vezes enfiar o pau no cu da Nika sem sucesso, na terceira ele forçou até que finalmente o pau entrou. —ui, porra, Chucho, ai, ai, não fode, doído, haaa, ai, dói um pouco, mmm —é assim que comem as pintosas no pornô, vou te comer de novo? —NÃO! –ela disse bem firme —então é minha puta –ele pegou o cabelo dela e puxou tão forte que Nika não sabia se tava gemendo de dor no cu ou no couro cabeludo. —mmm, ai, ai, aaai, mmm, pppfff, ha, ai, mmm —é estranho pelo cu… eu gosto… vagabunda, haaa —mmm, porra, Chucho, filho da puta, mmm, ai, ai, mmm, gostoso, aaai Finalmente Jesus tava quase gozando e puxou ela pro chão enquanto pegava o celular. —eu também tô gravando –ele disse enquanto se masturbava a centímetros da cara dela —como você sabe? —é uma Aposta, tu tens que trazer evidência. Mmm, levanta a cara. Vou gozar na tua cara igual fazem com as putas do pornô. Aaah, Nika levantou o rosto e vários jatos de porra caíram na cara dela, assim como o suor que ainda escorria da barriga dela. —Aaah, assim sim que é gostoso – disse ele segurando o celular pra gravar a Nika. —Já posso levantar? – perguntou ela, já com nojo. —Sim, espera... levanta os polegares igual as putas do pornô – ela obedeceu – pronto. Ela limpou o rosto com as mãos e, depois de perguntar onde era o banheiro, lavou a cara. Tava quase se vestindo quando ele a segurou. —Não, espera aí. —E agora? – perguntou ela, olhando pra ele ainda pelado e suado. —Me dá a sua calcinha fio dental – Nika tirou e jogou pra ele, ele cheirou e sorriu. —Valeu... puta. —JÁ! – falou ela, séria. —Ok. As três olhavam o vídeo, morrendo de rir. —Caralho, como o coroa sua. —Porra, não fode, tava tudo escorrendo em mim. —Bem que você tava gemendo, vaca. —Tava com um fucking vibrador e uma rola no cu, porra, quase gozei junto com o coroa, ha ha ha. —Beleza, um mês e já, Hannah, já temos quem... —Quem? —Já vai ver, vaca. —Filhas da puta, não quero nem imaginar. Assim chegou o aniversário dela, quase no fim do ano letivo, e ela pensou que tinham esquecido, mas não. —Já é a vez da Hannah e tu tem que pagar a aposta. —Já sei que vão abusar de mim, vadias. Quando falaram que era o zelador, ela recusou e implorou por outro. —O professor ou o coroa, mas pelo amor de Deus, aquele velho? —A gente já cumpriu, o coroa até acha que eu tô afim. —E tu tira nove numa matéria que não entende, então não tem jeito, Hannah. —FILHAS DA PUTA! Seu Zé era um velho rabugento de quase 60 anos, magro e enxuto, com um bigode mal cortado e fedorento. Hannah não fazia ideia de como chegar nele, além disso ele odiava elas e todo mundo. “Moleques malditos” era a frase favorita dele. Então ela respirou fundo e, no fim das aulas, ficou mordendo os lábios até não sobrar nenhum aluno, depois viu os professores saindo nos carros deles. —Que porra você tá fazendo aqui? —disse seu Zé, pegando ela de surpresa —PUTA QUE PARIU! Me assustei, seu Zé —já te vi faz tempo, cadê suas amigas? Que merda vocês tão planejando agora? —Não, não, nada, tô sozinha —Batem em você em casa? Tem problema ou o quê? —Não e não, só que a gente já tá quase terminando o curso e eu queria que o senhor e eu —Fala claro, menina, todo mundo já foi, que porra cê ficou fazendo? —TREPAR, PUTA QUE PARIU, TREPAR! —Não fala merda! Com quem? Cadê o escondido? —Tá parado na minha frente —seu Zé virou e virou de novo —Não fala besteira! Comigo? —O senhor não gostou ou o quê, seu Zé? —perguntou já de pé e um pouco brava, mais do que nervosa. —Filha, cê tem olho azul, é loira, todo dia eu olho a bunda de você e das suas amigas. Até as professoras te acham gostosa. —E então? —É brincadeira? Quer que me mandem embora? —Não e não, mas vou nessa então... —Porra nenhuma, quer trepar, vai trepar —disse se metendo entre ela e a porta —só deixa eu conectar meu celular que a bateria tá quase acabando Mal terminou de conectar, seu Zé já tava em cima dela, passando a mão na bunda e nos peitos. —Seu Zé? —disse ela virando e segurando um pouco a respiração por causa do cheiro. —Seu Zé, porra nenhuma, vem cá —deitou ela na mesa e puxou a calça dela até tirar pelos tornozelos, afastou a calcinha fio dental da Hannah e começou a lamber a bucetinha dela. —hummm, seu Zé, espera hummm aaaah —abre as pernas, gostosa, deixa eu chupar sua xereca As mãos calejadas dele abriam as pernas dela e a língua entrava na bucetinha, passava a língua de baixo pra cima, chupava o cuzinho e depois voltava pra bucetinha enfiando a língua até o fundo e cuspia nela. Depois virou ela de bruços e arqueou ela em cima da mesa. —FILHA DA PUTA, sua buceta é bem rosadinha, mas cê é uma putinha, depilou a periquita —ai ai aaaah O velho só virou ela pra poder chupar bem o cu, abria as nádegas e enfiava a língua. Depois meteu dois dedos na bucetinha dela em formato de gancho, procurando o ponto G, e os gemidos da Hannah Disseram que ela tinha acertado, então começou a meter e tirar de um jeito desesperado, sem parar de lamber o cu dela. — haaa haaam siii — Pequena loirinha, geme, vagabunda, geme mais — aaaah uuuh si aaaah Hannah sentia o orgasmo se acumulando entre as pernas dela, já não pensava no cheiro do velho, os olhos dela estavam virados e o corpo relaxava. Um jorro grande saiu da buceta dela. — aaaah — ha ha ha isso, vagabunda, que vagabunda mais puta você é — aaauh — Os jorros paravam, mas seu Pepe voltava a meter de frente o mais rápido que podia e o squirt voltava, algo que até aquele dia Hannah e as amigas dela achavam que era mentira. — Isso ha ha ha, quer mais? — e voltava a dar prazer com dedos e língua até ela tremer como se tivesse convulsão, com os olhos virados. — Agora vem aqui, sua vagabundinha — disse abaixando a calça e tirando a vara dele de dentro de uma cueca gasta. Hannah desceu da escrivaninha e olhou o chão todo molhado. Virou e viu seu Pepe acomodado num banco com o pau na mão e um sorrisão. — Vamos, raposinha, vem pegar teu doce — disse esfregando o pau que, pra idade dele, parecia bem grande e duro. Hannah se agachou e sentiu o cheiro nojento que saía dali, mesmo assim lambeu a ponta e depois chupou. — aaaag — sentiu vontade de vomitar com aquele gosto de ranço na boca, mas respirou fundo e continuou lambendo até se acostumar e enfiou na boca devagar. — Chupa, sua putinha idiota, isso aqui é um pau de macho. Não é igual aos dos pivetes que você dá a bunda. Assim que ela começou a chupar sem parar, ele puxou o cabelo dela pra forçar a entrar o pau inteiro naquela boquinha. — aaagh — Isso! Isso, putinha! Chupa ele todo! — ggggh — Gosto assim, molhadinhas, vagabundas e putas! — ggggj aaaah — Ela respirou e, sem hesitar, enfiou o pau de novo na boca — Que pedaço de vagabunda, caralho! Seu Pepe se levantou e agora metia na boca dela como um louco — ahh ahh ahh agggjh — Vagabunda, que gostoso — As bolas dele batiam no queixo de Hannah, ela babava tudo Mocos que se misturavam com as lágrimas pelo esforço de aguentar as investidas daquela pica. Quando finalmente cansou, tirou a pica, passou com uma mão tudo que escorria do rosto de Hannah no rosto dela, testa, olhos. Depois levantou ela e apoiou na escrivaninha, dando palmadas na bunda branca dela que ficou vermelha só na primeira palmada. —Aaai! —Vamos provar essa bunda, loirinha – separou as nádegas dela e meteu a pica na bocetinha que ainda estava sensível. —Aaaai de... va... gar aaaai —Levanta essa bunda, puta – disse segurando na cintura dela pra meter a pica toda e começar a foder ela. Pegou as mãos dela pra puxar, o som da bunda dela batendo feito palmas ecoava na sala vazia. —Aaai aaiii mmm —Porra, suas putas, mas nenhuma puta tão gostosa quanto você —Aaai ai ai —E muito menos gggg ah que vem e me pede pra fazer dela minha puta huu! Porra, bundinha tão gostosa, sua safada —Mm haaaa aaai Tirou a pica e enfiou os dedos quando sentiu que a loira se dobrava, voltou a meter a pica e depois se afastou pra outro squirt sair expelido. —Huuum aaaai – as pernas de Hannah fraquejaram, seu Pepe satisfeito aproveitou pra meter a pica no cu dela. —Aaai – com as mãos segurou a boca dela pelos dois lados, puxou com força uma e outra vez. —Aaaaagh —Isso, puta, isso! Que gostoso esse cu! —Aaaaagh —Vem e chupa, puta – disse e puxou ela até que estivesse de novo com a pica na boca. Ao gosto de ranço agora se somava o gosto do próprio cu dela, engoliu tanta saliva quanto pôde pra passar aquele gosto e continuou chupando a pica daquele velho que era um filho da puta. —Sobe – disse até levantar ela pela cintura pra sentar na escrivaninha. —Aaaai – o frio na bunda fez ela pular, o velho abriu as pernas dela e meteu a pica na bocetinha se aproximando até beijar os peitos dela. —Aaai aaai —O fedor da boca daquele homem dava mais náusea que o da pica dele, ela tava pegando ar quando ele virou pra beijar os lábios dela. —Porra, carinha de santinha Capa e olha ha ha ha putinha – continuou beijando ela e depois seguiu pelo pescoço dela. – mmm aaah mmm – você é uma puta, vem aqui. Tirou a camiseta e jogou no chão, colocou ela de quatro, antes de penetrar contemplou aquela bunda perfeita, cuspiu umas duas vezes nela e uma terceira no próprio pau. Ela via as manchas molhadas no chão, que tinham saído dela, e aquilo a excitava. Sentiu o pau entrar e fechou os olhos. Um velho nojento estava dando o melhor sexo da vida dela. – mmmm aaaah – puta mãe aaah – dentro não dentro não! – dentro, cadela! Dentro! Aaaah puta mãe que gostoso! Continuou penetrando ela um pouco mais depois de encher as entranhas dela de porra, aí se levantou e puxou ela pelo cabelo. – volta a chupar, garota – aaaagh – agora o gosto de sêmen se juntava na boca dela – limpa ele, putinha, lambe ele todo – glup aaaah mmmm – Não sei porque nem para que, mas obrigado deus por colocar essa puta no meu caminho, agora se veste e vaza. – seu velho filho da puta – disse ela se limpando um pouco, depois se aproximou e beijou ele na boca. – e isso? – foi gostoso pra um velho sujo igual você – vai tomar no cu, puta! E conta pras suas amigas, aquela baixinha de bunda grande e a outra sonsa que me olha de cima. Fala que quando quiserem eu meto um bom pau nelas. Hannah mostrou o dedo do meio pra ele, depois pegou a mochila e saiu, mas voltou uns minutos depois. – tá trancado – viu o velho ainda se masturbando – vamos, abro pra você, puta. Durante o caminho até a porta, ele deu uns tapas na bunda dela, apertou os peitos e passou a mão na bucetinha. – Te vejo amanhã, puta – amanhã nem fala – disse ela em tom de aviso. Quando passou pelo portão, finalmente parou de fingir. Hannah estava com a bunda doendo e as pernas dormentes. À noite na casa da Nika, ela ficou molhada de novo olhando como aquele velho tinha usado ela. – Caralho, acho que você se deu melhor, puta – disse a Itziar – Itziar, aquele velho cheirava um cu do caralho – mas a foda que ele te deu, caralho, certeza que você tá molhada – disse a Nika passando a mão nela – ei! – siiiim! Que puta —eu tô molhada – disse Itziar —chegando nos vinte e um a gente pega outro assim – disse Hannah —melhor um conhecido – disse Nika —um parente – respondeu Itziar rindo NÃOOOO! – gritaram as outras
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