E aí, como vocês estão? Essa história é 100% real e aconteceu comigo há 7 anos no trem Roca, linha Temperley. Na época, eu tinha uns 33 anos!!!
Tava voltando uma tarde do escritório, umas 18h, e peguei o Roca na parte das bicicletas. Sinceramente, não sou de ficar de gracinha nem nada, mas naquele dia tava com um tesão que me tomava... mais do que de costume...
Paro do lado de uma loira gostosa, com roupa de executiva, só tento roçar minha cintura na dela, com o único objetivo de sentir um corpo feminino, mas ela se afasta e vejo que não tem reciprocidade, aí me afasto uns metros e fico segurando no cano de cima...
Em poucos minutos, vejo que uma morena de 1,65m, de minishort, com uma bunda linda, magrinha, peitos normais, que estava parada na porta, vem na minha direção e para na minha frente (como era o vagão, eu não tinha um banco na frente)... percebo que, mesmo sem encostar em mim, ela fica bem perto. Como eu já tava com muito tesão, aproveitei o balanço do trem e dei a primeira investida de leve, encostando só um pouquinho...
Repeti e ela não parecia gozar, a verdade é que eu não tava apoiando ela com muita força, mas a roçada já tava clara e ela continuava ali.
Por cima do ombro dela, dava pra ler no celular a conversa que ela tava tendo com uma amiga sobre uma futura saída, se divertir, beber, etc... (nada muito insinuante)... os roces continuaram por mais três estações até que eu tinha que descer e, obviamente, não podia deixar isso acabar assim... peguei meu celular e meio que passei ele pra frente, de um jeito que parecesse que eu tava mandando uma mensagem, mas que ela pudesse ver, escrevi meu número no meu celular e o milagre aconteceu quando vi que ela anotou no celular dela!!! Tudo sem virar, sem me olhar nem fazer nenhum gesto...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Em poucos minutos de ter descido, chega uma mensagem pra mim: "oi" — eu não podia acreditar... começamos a conversar super de boa e, pra sondar o assunto, pedi desculpas se com o movimento do trem eu tinha roçado nela um pouco. Aí ela respondeu que gostou de mim e que tinha se colocado na minha frente pra isso... COISA QUE SÓ DE LER JÁ ME DEIXOU PUTO DEMAIS!!!!
Depois de uns dias trocando umas mensagens super quentes e tentando coordenar sem sucesso pra gente se encontrar no trem e apoiar ela de novo (coisa que agora, com o consentimento dela, me deixava com muito mais tesão)...
Um dia eu escrevo pra ela e ela tava saindo, me diz que me esperava na estação da Sé.
A verdade é que a gente teve que se falar como tava vestido porque não ia se reconhecer, já que quase não se olhou na cara naquela vez. Ela me fala que tava de vestido e blá blá blá.
Chego na Constituição e a gente se encontra, ela tava com um vestido amarelo clarinho, daqueles de tecido fininho soltinho, acima do joelho, rabão bonito e peito normal, cara de quem manda, não podia acreditar no que ia rolar, a ideia era esfregar nela descaradamente a viagem toda com o consentimento dela!!!
Subimos no trem, batemos um papo sobre coisas super normais, do trampo, etc (muito nervoso) e aos poucos comecei a passar a mão por cima do vestido, na altura da bunda e, de tão fininho que era o vestido, sentia perfeitamente a pele dela e cada detalhe da fio dental.
Antes de chegar em Avellaneda, a gente decidiu que tava mal posicionado no meio do vagão, então fomos pra porta pra deixar mais divertido, já que sempre enche mais de gente ali. Eu apoiava ela do jeito que queria, passava a mão na bunda toda, sentindo cada centímetro, até que passei a mão pra frente e rocei a calcinha fio dental, sentindo a buceta por um instante... Ela, num momento, passou a mão pra trás e começou a me masturbar por fora da calça (bem do nosso lado, entre ela e eu, tinha um cara de uns 30 anos vendo a situação toda, que até hoje não entendo como não entrou na parada)... Chegamos na minha estação, dei um beijo nela e desci... Quando terminei de descer, vi que ela desceu atrás de mim.
Isso não estava nos planos, naquele dia a ideia era só nos apoiarmos e nos esquentarmos no trem... eu tinha coisas pra fazer (sou casado e já tinha avisado que ia pra casa) masPropus ir pra aquele hotel familiar que fica a 3 quarteirões da estação de Lomas, na Alsina (horrível, nunca tinha ido), deixando claro que só tinha meia hora.
ChegamosNo hotel, entramos, rimos uns três segundos de quão feio era o quarto e, automaticamente, meto dois dedos por baixo do vestido naquela buceta linda que já estava super molhada. Ela responde agarrando meu pau por fora da calça, viro ela contra a parede, como se estivéssemos no trem, e começo a apalpar ela enquanto beijo seu pescoço, passo a mão na raba, meto dois dedos na buceta encharcada por trás, depois pela frente, tiro o pau sem deixar ela se mexer, passo ele todo babado na raba e viro ela. Ela se ajoelha pra chupar, chupava como uma profissional, a putinha, mas eu tava muito apressado, então mandei ela parar contra a parede de novo, de costas pra mim, levantei as mãos dela, segurei com a mão esquerda, pra cima, contra a parede, como se estivesse se segurando no trem... levantei o vestido dela com a direita e comecei a meter sem parar. Ela, super tesuda, pedia pra eu não parar, gemia, pedia pra eu meter forte, que a gente tinha pouco tempo. Eu perguntava se ela achava legal ser tão puta e entrar num hotel com o cara que conheceu no trem, o que parecia que ela adorava, porque gemia cada vez mais. Eu dizia que ela era uma puta, que não podia foder todos os passageiros do Roca, e ela ficava cada vez mais excitada. Eu perguntava gritando se era isso que ela procurava quando se deixava encostar no trem por um desconhecido, e ela gritava que sim, que queria pau!!!
Eu enfiava nela uma vez e outra, cada vez mais forte, sem nojo nem dó, igual a uma puta que se deixa comer pelo dono dela, assim meti até gozar. Não dava pra acreditar na transa fácil e safada que eu tinha tido... a gente se vestiu e vazou.Claro, nada ficou só naquilo...Espero que tenham gostado, é 100% real!!!
Peço desculpas pela redação ruim, mas acabei de escrever isso no trabalho, apertado de tempo e me esquentando só de lembrar...
Tava voltando uma tarde do escritório, umas 18h, e peguei o Roca na parte das bicicletas. Sinceramente, não sou de ficar de gracinha nem nada, mas naquele dia tava com um tesão que me tomava... mais do que de costume...
Paro do lado de uma loira gostosa, com roupa de executiva, só tento roçar minha cintura na dela, com o único objetivo de sentir um corpo feminino, mas ela se afasta e vejo que não tem reciprocidade, aí me afasto uns metros e fico segurando no cano de cima...
Em poucos minutos, vejo que uma morena de 1,65m, de minishort, com uma bunda linda, magrinha, peitos normais, que estava parada na porta, vem na minha direção e para na minha frente (como era o vagão, eu não tinha um banco na frente)... percebo que, mesmo sem encostar em mim, ela fica bem perto. Como eu já tava com muito tesão, aproveitei o balanço do trem e dei a primeira investida de leve, encostando só um pouquinho...
Repeti e ela não parecia gozar, a verdade é que eu não tava apoiando ela com muita força, mas a roçada já tava clara e ela continuava ali.
Por cima do ombro dela, dava pra ler no celular a conversa que ela tava tendo com uma amiga sobre uma futura saída, se divertir, beber, etc... (nada muito insinuante)... os roces continuaram por mais três estações até que eu tinha que descer e, obviamente, não podia deixar isso acabar assim... peguei meu celular e meio que passei ele pra frente, de um jeito que parecesse que eu tava mandando uma mensagem, mas que ela pudesse ver, escrevi meu número no meu celular e o milagre aconteceu quando vi que ela anotou no celular dela!!! Tudo sem virar, sem me olhar nem fazer nenhum gesto...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Em poucos minutos de ter descido, chega uma mensagem pra mim: "oi" — eu não podia acreditar... começamos a conversar super de boa e, pra sondar o assunto, pedi desculpas se com o movimento do trem eu tinha roçado nela um pouco. Aí ela respondeu que gostou de mim e que tinha se colocado na minha frente pra isso... COISA QUE SÓ DE LER JÁ ME DEIXOU PUTO DEMAIS!!!!
Depois de uns dias trocando umas mensagens super quentes e tentando coordenar sem sucesso pra gente se encontrar no trem e apoiar ela de novo (coisa que agora, com o consentimento dela, me deixava com muito mais tesão)...
Um dia eu escrevo pra ela e ela tava saindo, me diz que me esperava na estação da Sé.
A verdade é que a gente teve que se falar como tava vestido porque não ia se reconhecer, já que quase não se olhou na cara naquela vez. Ela me fala que tava de vestido e blá blá blá.
Chego na Constituição e a gente se encontra, ela tava com um vestido amarelo clarinho, daqueles de tecido fininho soltinho, acima do joelho, rabão bonito e peito normal, cara de quem manda, não podia acreditar no que ia rolar, a ideia era esfregar nela descaradamente a viagem toda com o consentimento dela!!!
Subimos no trem, batemos um papo sobre coisas super normais, do trampo, etc (muito nervoso) e aos poucos comecei a passar a mão por cima do vestido, na altura da bunda e, de tão fininho que era o vestido, sentia perfeitamente a pele dela e cada detalhe da fio dental.
Antes de chegar em Avellaneda, a gente decidiu que tava mal posicionado no meio do vagão, então fomos pra porta pra deixar mais divertido, já que sempre enche mais de gente ali. Eu apoiava ela do jeito que queria, passava a mão na bunda toda, sentindo cada centímetro, até que passei a mão pra frente e rocei a calcinha fio dental, sentindo a buceta por um instante... Ela, num momento, passou a mão pra trás e começou a me masturbar por fora da calça (bem do nosso lado, entre ela e eu, tinha um cara de uns 30 anos vendo a situação toda, que até hoje não entendo como não entrou na parada)... Chegamos na minha estação, dei um beijo nela e desci... Quando terminei de descer, vi que ela desceu atrás de mim.
Isso não estava nos planos, naquele dia a ideia era só nos apoiarmos e nos esquentarmos no trem... eu tinha coisas pra fazer (sou casado e já tinha avisado que ia pra casa) masPropus ir pra aquele hotel familiar que fica a 3 quarteirões da estação de Lomas, na Alsina (horrível, nunca tinha ido), deixando claro que só tinha meia hora.
ChegamosNo hotel, entramos, rimos uns três segundos de quão feio era o quarto e, automaticamente, meto dois dedos por baixo do vestido naquela buceta linda que já estava super molhada. Ela responde agarrando meu pau por fora da calça, viro ela contra a parede, como se estivéssemos no trem, e começo a apalpar ela enquanto beijo seu pescoço, passo a mão na raba, meto dois dedos na buceta encharcada por trás, depois pela frente, tiro o pau sem deixar ela se mexer, passo ele todo babado na raba e viro ela. Ela se ajoelha pra chupar, chupava como uma profissional, a putinha, mas eu tava muito apressado, então mandei ela parar contra a parede de novo, de costas pra mim, levantei as mãos dela, segurei com a mão esquerda, pra cima, contra a parede, como se estivesse se segurando no trem... levantei o vestido dela com a direita e comecei a meter sem parar. Ela, super tesuda, pedia pra eu não parar, gemia, pedia pra eu meter forte, que a gente tinha pouco tempo. Eu perguntava se ela achava legal ser tão puta e entrar num hotel com o cara que conheceu no trem, o que parecia que ela adorava, porque gemia cada vez mais. Eu dizia que ela era uma puta, que não podia foder todos os passageiros do Roca, e ela ficava cada vez mais excitada. Eu perguntava gritando se era isso que ela procurava quando se deixava encostar no trem por um desconhecido, e ela gritava que sim, que queria pau!!!
Eu enfiava nela uma vez e outra, cada vez mais forte, sem nojo nem dó, igual a uma puta que se deixa comer pelo dono dela, assim meti até gozar. Não dava pra acreditar na transa fácil e safada que eu tinha tido... a gente se vestiu e vazou.Claro, nada ficou só naquilo...Espero que tenham gostado, é 100% real!!!
Peço desculpas pela redação ruim, mas acabei de escrever isso no trabalho, apertado de tempo e me esquentando só de lembrar...
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