Caso você tenha acabado de chegar, leia o começo dessa históriahttp://www.poringa.net/posts/relatos/5079398/Alicia-Carlos-y-alguno-mas.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5080764/Alicia-Carlos-y-alguno-mas-2-parte.htmlCarlos notava que ela estava muito melhor e achava que ir para o clube de nudismo tinha sido o que a mudou, então decidiu que voltariam, e assim fizeram, em outro dia de semana.
Já sabiam onde estacionar e dessa vez foram para a outra piscina, onde tinha alguns casais se tocando e se chupando mutuamente. Isso fez com que eles se excitassem e começaram a transar na frente de todo mundo. Quando terminaram, viram que os casais estavam olhando para eles, e também muitos homens sozinhos com o pau na mão, que tinham curtido a trepada que eles deram.
No dia seguinte, Carlos recebe uma notícia no trabalho: tinham mudado seu horário, agora ele trabalhava à noite, o que ia mudar muita coisa na vida dele.
Ele contou para a Alicia e pediu desculpas por deixá-la sozinha durante as noites, mas não podia recusar — a oportunidade financeira era melhor, e não dava para deixar passar.
Alicia disse para ele não se preocupar, mas na cabeça dela, os ratos pareciam estar numa Fórmula 1, de tanta velocidade que tomavam.
No próximo encontro, ela comentou com o Esteban e disse que ia avisar quando ele pudesse passar na casa dela, para ficarem mais à vontade e tranquilos. Ela esperou alguns dias para se acostumar com os novos horários e, quando se adaptou, avisou o Esteban.
Na primeira noite que ele chegou, não perderam tempo com nada — se beijaram como se não houvesse amanhã, e as roupas foram parar em todo canto. Ela o levou direto para o quarto, sentou na beira da cama e começou a chupar aquele pau que tanto desejava como se fosse a última vez, mas Esteban disse:
— Espera, deita.
E ela obedeceu. Ele se posicionou num 69, algo que os dois queriam.
E ela começou a sentir o que tanto precisava de um homem: que a comesse com tudo e fizesse de tudo na cama, não só meter um pouquinho e gozar...
Quando Carlos chegou no dia seguinte, ela o recebeu com um sorrisão, o que deixou ele muito feliz — ele tinha conseguido fazer com que ela ficasse melhor. Os encontros seguintes com o Esteban foram intensos pra caralho, eles transavam em qualquer lugar da casa, botaram um despertador pra ele vazar antes do Carlos chegar, e a Alicia arrumar as coisas, e claro, o Carlos, vendo ela tão feliz, nunca desconfiou de nada.
Uma noite com o Esteban, ela disse pra ele:
— Vou te dar o que você tanto quer, mas vai com calma, por favor — e foi o que ele fez. Naquela noite, ele só comeu ela pelo cu, de quatro, igual ela pedia, e gozou dentro.
Eles se recuperaram bebendo alguma coisa e começaram de novo, como faziam em todo encontro, mas ele fez algo que ela não esperava: enquanto ela tava deitada, ele começou a chupar a pussy dela, e ela gemia, curtindo tudo aquilo que sentia. Ele se ajeitou, levantou as pernas dela e colocou no ombro, ela tava pronta pra receber ele na pussy molhada, pra ele encher ela de cum, mas ele apontou pro cu dela e meteu tudo de uma vez. Ela gritou de dor, ele tapou a boca dela pra vizinhança não ouvir, lágrimas escorriam dos olhos dela, e com as mãos ela pediu pra ele parar um pouco. Ele só parou o movimento e deixou o pau enfiado. Ela queria falar alguma coisa, ele tirou a mão, e ela disse:
— Você é um filho da puta — ele sorriu. — Me arrombou o cu, meteu tudo de uma vez, doeu pra caralho, mas amei, não tira, por favor. E ele, como já iam pro segundo round da noite, aguentou firme, e ela falou: — Enche ele de cum, me dá todo o cum, bem fundo no ass, tudoooooo.
E essas palavras foram o estopim pra ele explodir dentro do cu dela, e ela sentia os movimentos da cock enchendo ela de cum, que levou ela a um orgasmo muito intenso. Os dois ficaram exaustos e dormiram abraçados. Quando o despertador tocou, o Esteban se vestiu, tentou várias vezes acordar a Alicia, mas não conseguiu. Arrumou as coisas rápido e deixou ela nua, profundamente dormindo, só cobriu ela e foi pra casa dele.
Quando o Carlos chegou, chamou ela e quando entrou no quarto e encontrou ela profundamente dormida, com a cama toda bagunçada. Deu um beijo na testa dela e ela acordou, e disse:
— Desculpa, acabei dormindo. Uuuuhhhh, que bagunça que fiz na cama, me perdoa, meu amor. É que comecei a pensar na gente no sítio e não consegui evitar de me masturbar. E como aquilo que a gente viveu na piscina me excitou tanto, fiquei uma arrombada e tive que me acalmar, e não deu pra esperar você. Enquanto falava, ia acariciando a piroca dele. Agora me espera que vou no banheiro e quando voltar a gente se atualiza.
Ela tomou banho, se higienizou bem, e sentiu que tinha o cu aberto, bem aberto, mas Carlos quase nunca tocava no ânus dela. Ela sabia como fazer pra Carlos não tocar ali. Vestiu uma toalha e Carlos já estava profundamente dormido, roncando.
Quando acordou ao meio-dia, almoçaram e ela disse que queria transar, e Carlos cumpriu como sempre fazia.
Antes de sair pro trabalho, Carlos disse:
— Se prepara, que sábado a gente vai pro sítio…
E nesse sábado foram. Carlos com a ideia de que a Alicia se sentisse como nas primeiras vezes, e ela com os pelos do cu arrepiados e louca pra fazer algo diferente das outras vezes.
Ela saiu pelada pra caminhar e Carlos viu ela se afastar enquanto fechava o carro e seguiu ela de longe. Nisso, um homem se aproxima dela e a cumprimenta. Ela devolve o cumprimento e eles começam a conversar. Carlos se aproxima e se apresenta. O homem diz:
— Vi vocês na outra vez que estive aqui, na piscina pequena. Me chamo Guilherme, prazer.
— Que tal a gente caminhar um pouco enquanto conversa?
Falaram de tudo um pouco, e Guilherme foi levando a conversa pros encontros sexuais que tinha visto nas vezes que veio. Alicia comentava o que tinham visto na piscina pequena antes da sessão de sexo e que tinha ficado excitada, mas o que mais a excitava naquele momento era a piroca do Guilherme. Ficava com água na boca e uma vontade danada de ter ela na boca, chupando. A piroca do Guilherme era mais grossa que a do Carlos, e ela... Parecia bem interessante, com vontade de provar ela ali mesmo.
Seguiram o caminho e Carlos disse pra eles:
— Vamos tomar algo no bar
— É, tô com muita sede, falou Alicia
Chegaram e sentaram, a mina que atendia demorava pra vir, Alicia fala pro Carlos:
— Por que você não traz algo? Tô com sede.
Carlos foi pegar umas cervejas, e Alicia não segurou a onda e enquanto ele buscava as bebidas, pegou na cock do Guillermo com tudo, e ele começou a endurecer. Só trocaram um olhar rápido, e falaram muita coisa.
Carlos voltou com as bebidas, tomaram e Guillermo perguntou se eles conheciam a área do terraço. Alicia disse:
— Não, por onde é? Onde fica?
— Vamos que eu mostro…
Saíram e continuaram conversando, e ele contou que às vezes rolavam uns encontros muito bons lá em cima. Alicia falou:
— Como assim? Vários casais?
— Não só casais, às vezes vem uma mina com vários caras e o que você vê é foda.
Atravessaram a ponte, viram as mesas e do lado a escada que levava ao terraço.
— Vem, é por aqui.
Alicia parou de repente no pé da escada, se virou e falou pro Carlos:
— Amor, preciso te pedir uma coisa, e espero que você não fique bravo. Você vê como eu fico quando a gente volta pra casa depois de estar aqui…
— Sim, e eu adoro te ver assim, em casa. O que você quer me pedir?
— Quero chupar a cock do Guillermo, por favor.
— Uau, é muita coisa que você tá me pedindo…
— Sim, mas você viu que pedaço que é, e tô com vontade de sentir ele na minha boca.
— Não sei como seria te ver com outra cock na boca.
— E se a gente tirar a dúvida nós dois? Eu chupo ele e você vê o que rola.
— Tá, mas só isso, nada mais.
— Siiiiim, obrigada, meu amor.
Subiram e Guillermo esperava eles, comentando:
— Às vezes nesses bancos, ou trazem toalhas, colocam no chão e rola cada uma que…
— E você participa? Perguntou Alicia.
— Sim, às vezes me chupam, ou chupo uma buceta gostosa ou um bum, e se rolar, meto.
— Uau, então você se diverte bem…
— Sim, sim, muito bem. Eu venho desde sexta e vou embora. No domingo, e sempre acontece alguma coisa.
Alicia se aproximou dele e disse:
— Licença, não aguento mais de vontade, deixa eu chupar um pouco…
Guillermo olha para Carlos, e ele balança a cabeça concordando.
— Seu marido me disse que pode e… é toda sua.
Alicia se ajoelhou, pegou com as mãos, puxou o prepúcio deixando a glande à mostra, passou a língua nos lábios e os direcionou para aquela beleza que queria saborear. Começou devagar, fechou os lábios em volta e acariciava com a língua, fazendo aquela pica crescer dentro da boca. Quando percebeu que já estava no máximo, tirou da boca para olhar com calma.
O que viu a impressionou: era realmente a mais grossa que já tinha chupado até hoje, e queria ter ela toda dentro da boca. Foi o que começou a fazer devagar, para ir aproveitando aos poucos e curtir por completo.
— Que boqueteira que é sua mulher, quer engolir ela toda — disse Guillermo.
Carlos não acreditava no que via: ela quase engolindo outra pica que não era a dele, Guillermo elogiando como ela fazia, e ele vendo que era maior que a sua. A única coisa que conseguiu fazer foi se masturbar, vendo o que a mulher dele fazia. Ela olhava de lado, aproveitando não só a pica linda de Guillermo, mas também vendo o corno se batendo uma, e pensava: "se ele soubesse do Esteban, hehehe".
Num momento, Guillermo diz:
— Tenho camisinha, quero meter em você.
Ela olha para Carlos, e ele diz que não faça.
Alicia respondeu:
— Nããão, quero o leite nos peitos, me avisa quando for gozar — e continuou chupando com tudo.
Guillermo não aguentou mais e disse:
— Vou gozar.
Ela tirou a pica da boca e apontou para os peitos, e o leite que jorrava banhou eles.
Ficaram escorrendo, e todos ofegantes, se recuperando.
Num momento, Alicia diz para Carlos:
— Me traz um pouco de água, lá embaixo tem uma torneira.
Carlos desceu para encher a garrafa.
Alicia aproveitou para dizer a Guillermo:
— Rápido, anota meu telefone no celular, e a gente se fala por mensagem.
Ele fez isso.
Quando Carlos subiu, viu que tinha o celular na mão, começou a falar e disse:
— Não, amiga, agora não dá, daqui a pouco passo na piscina e a gente se vê…
— Era uma amiga me chamando com o marido dela pra passar um tempo, mas tenho que me recuperar, hehehe.
— Valeu, galera, vou descansar, curti muito, quem sabe a gente se vê de novo quando vocês voltarem.
Pode ser, disse Alicia, enquanto Guilherme descia a escada.
Bastou eles sumirem de vista pra ela pegar a rola do Carlos e começar a chupar com tudo. Ele, na putaria de tudo que tinham vivido, não aguentou e encheu a boca dela de porra.
Ela, com gozo escorrendo do canto dos lábios, disse:
— Valeu, meu amor.
Naquela semana, Carlos via a Alicia toda contente e feliz, como no começo do relacionamento deles, então decidiu ir de novo pro sítio no sábado seguinte, e falou pra ela, que o abraçou e deu um beijo como poucas vezes tinha dado nele.
Continua…
http://www.poringa.net/posts/relatos/5080764/Alicia-Carlos-y-alguno-mas-2-parte.htmlCarlos notava que ela estava muito melhor e achava que ir para o clube de nudismo tinha sido o que a mudou, então decidiu que voltariam, e assim fizeram, em outro dia de semana.
Já sabiam onde estacionar e dessa vez foram para a outra piscina, onde tinha alguns casais se tocando e se chupando mutuamente. Isso fez com que eles se excitassem e começaram a transar na frente de todo mundo. Quando terminaram, viram que os casais estavam olhando para eles, e também muitos homens sozinhos com o pau na mão, que tinham curtido a trepada que eles deram.
No dia seguinte, Carlos recebe uma notícia no trabalho: tinham mudado seu horário, agora ele trabalhava à noite, o que ia mudar muita coisa na vida dele.
Ele contou para a Alicia e pediu desculpas por deixá-la sozinha durante as noites, mas não podia recusar — a oportunidade financeira era melhor, e não dava para deixar passar.
Alicia disse para ele não se preocupar, mas na cabeça dela, os ratos pareciam estar numa Fórmula 1, de tanta velocidade que tomavam.
No próximo encontro, ela comentou com o Esteban e disse que ia avisar quando ele pudesse passar na casa dela, para ficarem mais à vontade e tranquilos. Ela esperou alguns dias para se acostumar com os novos horários e, quando se adaptou, avisou o Esteban.
Na primeira noite que ele chegou, não perderam tempo com nada — se beijaram como se não houvesse amanhã, e as roupas foram parar em todo canto. Ela o levou direto para o quarto, sentou na beira da cama e começou a chupar aquele pau que tanto desejava como se fosse a última vez, mas Esteban disse:
— Espera, deita.
E ela obedeceu. Ele se posicionou num 69, algo que os dois queriam.
E ela começou a sentir o que tanto precisava de um homem: que a comesse com tudo e fizesse de tudo na cama, não só meter um pouquinho e gozar...
Quando Carlos chegou no dia seguinte, ela o recebeu com um sorrisão, o que deixou ele muito feliz — ele tinha conseguido fazer com que ela ficasse melhor. Os encontros seguintes com o Esteban foram intensos pra caralho, eles transavam em qualquer lugar da casa, botaram um despertador pra ele vazar antes do Carlos chegar, e a Alicia arrumar as coisas, e claro, o Carlos, vendo ela tão feliz, nunca desconfiou de nada.
Uma noite com o Esteban, ela disse pra ele:
— Vou te dar o que você tanto quer, mas vai com calma, por favor — e foi o que ele fez. Naquela noite, ele só comeu ela pelo cu, de quatro, igual ela pedia, e gozou dentro.
Eles se recuperaram bebendo alguma coisa e começaram de novo, como faziam em todo encontro, mas ele fez algo que ela não esperava: enquanto ela tava deitada, ele começou a chupar a pussy dela, e ela gemia, curtindo tudo aquilo que sentia. Ele se ajeitou, levantou as pernas dela e colocou no ombro, ela tava pronta pra receber ele na pussy molhada, pra ele encher ela de cum, mas ele apontou pro cu dela e meteu tudo de uma vez. Ela gritou de dor, ele tapou a boca dela pra vizinhança não ouvir, lágrimas escorriam dos olhos dela, e com as mãos ela pediu pra ele parar um pouco. Ele só parou o movimento e deixou o pau enfiado. Ela queria falar alguma coisa, ele tirou a mão, e ela disse:
— Você é um filho da puta — ele sorriu. — Me arrombou o cu, meteu tudo de uma vez, doeu pra caralho, mas amei, não tira, por favor. E ele, como já iam pro segundo round da noite, aguentou firme, e ela falou: — Enche ele de cum, me dá todo o cum, bem fundo no ass, tudoooooo.
E essas palavras foram o estopim pra ele explodir dentro do cu dela, e ela sentia os movimentos da cock enchendo ela de cum, que levou ela a um orgasmo muito intenso. Os dois ficaram exaustos e dormiram abraçados. Quando o despertador tocou, o Esteban se vestiu, tentou várias vezes acordar a Alicia, mas não conseguiu. Arrumou as coisas rápido e deixou ela nua, profundamente dormindo, só cobriu ela e foi pra casa dele.
Quando o Carlos chegou, chamou ela e quando entrou no quarto e encontrou ela profundamente dormida, com a cama toda bagunçada. Deu um beijo na testa dela e ela acordou, e disse:
— Desculpa, acabei dormindo. Uuuuhhhh, que bagunça que fiz na cama, me perdoa, meu amor. É que comecei a pensar na gente no sítio e não consegui evitar de me masturbar. E como aquilo que a gente viveu na piscina me excitou tanto, fiquei uma arrombada e tive que me acalmar, e não deu pra esperar você. Enquanto falava, ia acariciando a piroca dele. Agora me espera que vou no banheiro e quando voltar a gente se atualiza.
Ela tomou banho, se higienizou bem, e sentiu que tinha o cu aberto, bem aberto, mas Carlos quase nunca tocava no ânus dela. Ela sabia como fazer pra Carlos não tocar ali. Vestiu uma toalha e Carlos já estava profundamente dormido, roncando.
Quando acordou ao meio-dia, almoçaram e ela disse que queria transar, e Carlos cumpriu como sempre fazia.
Antes de sair pro trabalho, Carlos disse:
— Se prepara, que sábado a gente vai pro sítio…
E nesse sábado foram. Carlos com a ideia de que a Alicia se sentisse como nas primeiras vezes, e ela com os pelos do cu arrepiados e louca pra fazer algo diferente das outras vezes.
Ela saiu pelada pra caminhar e Carlos viu ela se afastar enquanto fechava o carro e seguiu ela de longe. Nisso, um homem se aproxima dela e a cumprimenta. Ela devolve o cumprimento e eles começam a conversar. Carlos se aproxima e se apresenta. O homem diz:
— Vi vocês na outra vez que estive aqui, na piscina pequena. Me chamo Guilherme, prazer.
— Que tal a gente caminhar um pouco enquanto conversa?
Falaram de tudo um pouco, e Guilherme foi levando a conversa pros encontros sexuais que tinha visto nas vezes que veio. Alicia comentava o que tinham visto na piscina pequena antes da sessão de sexo e que tinha ficado excitada, mas o que mais a excitava naquele momento era a piroca do Guilherme. Ficava com água na boca e uma vontade danada de ter ela na boca, chupando. A piroca do Guilherme era mais grossa que a do Carlos, e ela... Parecia bem interessante, com vontade de provar ela ali mesmo.
Seguiram o caminho e Carlos disse pra eles:
— Vamos tomar algo no bar
— É, tô com muita sede, falou Alicia
Chegaram e sentaram, a mina que atendia demorava pra vir, Alicia fala pro Carlos:
— Por que você não traz algo? Tô com sede.
Carlos foi pegar umas cervejas, e Alicia não segurou a onda e enquanto ele buscava as bebidas, pegou na cock do Guillermo com tudo, e ele começou a endurecer. Só trocaram um olhar rápido, e falaram muita coisa.
Carlos voltou com as bebidas, tomaram e Guillermo perguntou se eles conheciam a área do terraço. Alicia disse:
— Não, por onde é? Onde fica?
— Vamos que eu mostro…
Saíram e continuaram conversando, e ele contou que às vezes rolavam uns encontros muito bons lá em cima. Alicia falou:
— Como assim? Vários casais?
— Não só casais, às vezes vem uma mina com vários caras e o que você vê é foda.
Atravessaram a ponte, viram as mesas e do lado a escada que levava ao terraço.
— Vem, é por aqui.
Alicia parou de repente no pé da escada, se virou e falou pro Carlos:
— Amor, preciso te pedir uma coisa, e espero que você não fique bravo. Você vê como eu fico quando a gente volta pra casa depois de estar aqui…
— Sim, e eu adoro te ver assim, em casa. O que você quer me pedir?
— Quero chupar a cock do Guillermo, por favor.
— Uau, é muita coisa que você tá me pedindo…
— Sim, mas você viu que pedaço que é, e tô com vontade de sentir ele na minha boca.
— Não sei como seria te ver com outra cock na boca.
— E se a gente tirar a dúvida nós dois? Eu chupo ele e você vê o que rola.
— Tá, mas só isso, nada mais.
— Siiiiim, obrigada, meu amor.
Subiram e Guillermo esperava eles, comentando:
— Às vezes nesses bancos, ou trazem toalhas, colocam no chão e rola cada uma que…
— E você participa? Perguntou Alicia.
— Sim, às vezes me chupam, ou chupo uma buceta gostosa ou um bum, e se rolar, meto.
— Uau, então você se diverte bem…
— Sim, sim, muito bem. Eu venho desde sexta e vou embora. No domingo, e sempre acontece alguma coisa.
Alicia se aproximou dele e disse:
— Licença, não aguento mais de vontade, deixa eu chupar um pouco…
Guillermo olha para Carlos, e ele balança a cabeça concordando.
— Seu marido me disse que pode e… é toda sua.
Alicia se ajoelhou, pegou com as mãos, puxou o prepúcio deixando a glande à mostra, passou a língua nos lábios e os direcionou para aquela beleza que queria saborear. Começou devagar, fechou os lábios em volta e acariciava com a língua, fazendo aquela pica crescer dentro da boca. Quando percebeu que já estava no máximo, tirou da boca para olhar com calma.
O que viu a impressionou: era realmente a mais grossa que já tinha chupado até hoje, e queria ter ela toda dentro da boca. Foi o que começou a fazer devagar, para ir aproveitando aos poucos e curtir por completo.
— Que boqueteira que é sua mulher, quer engolir ela toda — disse Guillermo.
Carlos não acreditava no que via: ela quase engolindo outra pica que não era a dele, Guillermo elogiando como ela fazia, e ele vendo que era maior que a sua. A única coisa que conseguiu fazer foi se masturbar, vendo o que a mulher dele fazia. Ela olhava de lado, aproveitando não só a pica linda de Guillermo, mas também vendo o corno se batendo uma, e pensava: "se ele soubesse do Esteban, hehehe".
Num momento, Guillermo diz:
— Tenho camisinha, quero meter em você.
Ela olha para Carlos, e ele diz que não faça.
Alicia respondeu:
— Nããão, quero o leite nos peitos, me avisa quando for gozar — e continuou chupando com tudo.
Guillermo não aguentou mais e disse:
— Vou gozar.
Ela tirou a pica da boca e apontou para os peitos, e o leite que jorrava banhou eles.
Ficaram escorrendo, e todos ofegantes, se recuperando.
Num momento, Alicia diz para Carlos:
— Me traz um pouco de água, lá embaixo tem uma torneira.
Carlos desceu para encher a garrafa.
Alicia aproveitou para dizer a Guillermo:
— Rápido, anota meu telefone no celular, e a gente se fala por mensagem.
Ele fez isso.
Quando Carlos subiu, viu que tinha o celular na mão, começou a falar e disse:
— Não, amiga, agora não dá, daqui a pouco passo na piscina e a gente se vê…
— Era uma amiga me chamando com o marido dela pra passar um tempo, mas tenho que me recuperar, hehehe.
— Valeu, galera, vou descansar, curti muito, quem sabe a gente se vê de novo quando vocês voltarem.
Pode ser, disse Alicia, enquanto Guilherme descia a escada.
Bastou eles sumirem de vista pra ela pegar a rola do Carlos e começar a chupar com tudo. Ele, na putaria de tudo que tinham vivido, não aguentou e encheu a boca dela de porra.
Ela, com gozo escorrendo do canto dos lábios, disse:
— Valeu, meu amor.
Naquela semana, Carlos via a Alicia toda contente e feliz, como no começo do relacionamento deles, então decidiu ir de novo pro sítio no sábado seguinte, e falou pra ela, que o abraçou e deu um beijo como poucas vezes tinha dado nele.
Continua…
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