EU RACHEI A BUNDA DA PROFESSORA ALMA Há cinco anos, aconteceu a seguinte experiência comigo. Eu estava no segundo ano do ensino médio em Coacalco. A professora Alma dava aula pra gente, ela não era muito bonita, não tinha uma bundona ou uns peitões, era baixinha, moreninha e tinha um gênio do cão. O que jogava a favor dela é que sempre usava roupas sexy. ELA É A PROFESSORA ALMA Ela dava aula de matemática, parecia que era recém-formada e, pra ser sincero, desde que a conheci, eu queria comer ela, ainda mais quando ela se virava, eu ficava de olho na bundinha dela, que era tão gostosa pra mim. Ela era gente boa, contava pra gente que vinha de longe, que não tinha família perto da escola e que não conhecia ninguém no Estado do México. Aos poucos, fui ficando amigo dela. Na hora do recreio, eu chegava perto da Alma e oferecia um pouco do que eu comia, às vezes ela aceitava. Um dia, minha mãe me falou que meu aniversário tava chegando, ia fazer uma festa pra mim e que eu podia convidar quem eu quisesse. Eu disse que queria comemorar na sexta-feira depois das 18h e que queria especialmente que a professora Alma fosse. Minha mãe foi convidar a professora Alma pra ir na minha festa, "ela disse que sim". Desde aquele dia, sempre que eu via a professora sozinha, lembrava ela que tinha que ir, ela sorria pra mim e dizia que não tinha esquecido, que eu não me preocupasse. À noite, eu já nem dormia de tanto imaginar como ia apalpar a professora Alma quando a gente dançasse, pensava até em colocar uma câmera no banheiro pra quando ela entrasse, gravar a bucetinha dela, e até pensava em falar pra ela que eu gostava dela. Dois dias antes da minha festa, minha mãe me disse que a comemoração ia ser cancelada porque na sexta ela tinha que trabalhar o dia inteiro e só ia chegar no sábado à tarde, além de que não recebeu o dinheiro que tinham prometido. Na sexta, depois que a professora Alma deu aula, eu contei pra todo mundo que não ia ter mais festa, que me desculpassem, parece que todo mundo entendeu, ninguém me perguntou o porque tinha sido cancelado. Quando terminou o horário das aulas, fui até onde ela estava e falei que esperava ela em algumas horas na minha casa, ela me disse: "matured, daqui a pouco vou". Com minhas economias, fui comprar um bolo, refrigerantes e salgadinhos. Quando cheguei em casa, minha mãe já não estava, já tinha ido trabalhar. Me apressei em limpar a casa e preparar os salgadinhos para quando a professora Alma chegasse. Eram 6h da tarde e a professora não chegava, assim passou uma hora e escureceu, parecia que ia chover, então pensei que Alma não ia mais vir, mas qual não foi minha surpresa quando a campainha tocou e, ao abrir a porta, era a professora. Ela trouxe um presente nas mãos, eu abracei ela e, sem querer, toquei uma das bundas dela e quase dei um beijo na bochecha. Convidei ela para entrar e falei para ela sentar. (Ela estava com uma blusa marrom, calça jeans e botas, verdade seja dita, estava muito gostosa). Sentei ao lado dela e expliquei o problema que minha mãe tinha tido, ela me disse: "Não se preocupa, estou com um pouco de pressa. Que tal a gente comer?" Quando escutamos, começou a chover muito forte, seguido de granizo. Liguei a TV, as notícias anunciavam que várias estradas estavam alagadas, entre elas a López Portillo (é a única avenida para sair de Coacalco para qualquer lugar). Alma tinha que ir à força por essa avenida, além do temporal não passar. Mencionei para ela ficar para dormir na minha casa, que não teria problema nenhum, que tínhamos um quarto extra. Ela me disse que sim, mas perguntou se minha mãe não ia ficar brava, eu falei que não, que ela concordaria. COMO VOCÊS VEEM, ELA TEM UMA CARA DE PUTA QUE NÃO AGUENTA. Quando a levei para mostrar o quarto, a luz acabou, então tirei umas velas na hora para iluminar. Ao chegar no quarto, coloquei as velas em diferentes lugares do cômodo. A professora estava se olhando no espelho e eu a peguei pela cintura, comecei a beijar o pescoço dela. Ela tentou me rejeitar e se afastar, mas a excitação aumentou quando, sem parar de beijá-la, minha mão se apossou de um dos peitos dela. Alma se virou, ficando de frente pra mim, e me disse que a gente não podia ficar junto, que ela era minha professora e mais velha, e me pediu pra deixar ela ir embora. Aí eu beijei ela e minhas mãos acariciavam a bunda dela. No fim, ela cedeu e aceitou meus lábios. Ela envolveu meu pescoço com os braços, lembro que minhas mãos faziam ela tremer cada vez que eu apertava a bunda dela com desespero, a bundinha dela eu sentia durinha. Enquanto eu falava "nossa, que delícia, gostosa pra caralho". Alma foi relaxando nos meus braços, os peitos docinhos dela estavam colados em mim, eu sentia o coração acelerado dela. Sem esperar mais, abri de uma vez a blusa apertada, deixando à mostra um par de peitos maravilhosos e pulsantes. Falei pra ela: "Você tem uns peitos divinos". Ela respondeu: "Você gosta? Esses são os que vão terminar de criar". Minha cara ficou no meio dos peitos dela, e eu chupei os bicos até sentir eles durinhos. Ela disse: "Você é muito safado, meu amor". Eu queria ter duas bocas pra mamar ao mesmo tempo esses dois vulcões. Enfiei um dos peitos dela na minha boca, quase me afogando nele. Falei pra ela virar, deixando a bunda balançando no ar. Me ajoelhei, minha cara ficou na frente da bunda dela, comecei a tirar as botas, a calça e a calcinha enquanto beijava cada parte das pernas dela, e ela me ajudou. E, já pelada, agarrei a bunda dela e falei: "Que bunda boa, vou comer tudo isso". Ela respondeu: "Sim, papai, se joga agora". Comecei a beijar a bunda dela, pedi pra ela se inclinar um pouco pra frente e, com a ponta da língua, cutuquei o furinho do cu dela. Ela disse: "Deus divino, AMMM". Era a vez da professora Alma. Ela se ajoelhou na minha frente e disse: "Deixa eu tirar isso, tô morrendo de vontade de ver seu pau". (Assim que tirou meu pau) "Adoro isso", enquanto sorria. Começou chupando a cabeça do meu pau e dizia: "Que gostoso, que sabor bom". A língua dela se movia devagar e longa na ponta. do meu pau me fez gozar um pouquinho, quando viu isso enfiou todo o meu pau até o fundo da garganta dela, fazia como uma profissional, os olhos dela brilhavam de luxúria, de prazer e de uma vontade louca de chupar, quando meu leite começou a jorrar ela bebeu tudo com os lábios carnudos e sensuais dela, me espremeu por completo, limpou meu pau colocando entre os peitos dela e lambeu de novo até não sobrar nem uma gota de porra. Carreguei ela nos meus braços e deitei na cama, ficando na minha frente aquele corpo que me fez bater tanta punheta. Me despi completamente, Alma abriu as pernas cheias de tesão e meus olhos ficaram vidrados naquela bucetinha deliciosa. Não resisti à tentação de provar a boceta dela e encostei minha língua no meio. Alma tremeu de tesão, ela dizia: “Que gostoso você mete, não para AHHH, chupa mais.” Nossos corpos se encaixaram como feitos sob medida, ela deitou de barriga pra cima, eu por cima dela, minhas pernas ficaram entre as dela, coloquei a ponta do meu pau na entrada da boceta dela e empurrei com força, meu pau deslizou gostoso até o fundo, ela começou a se mexer de um jeito que enlouquecia de prazer. Minha pele suava e minha mente era um caos de prazer sem igual, lembro que os pés dela chegaram até minha cintura enquanto arranhava minhas costas e gemia, eu não parava de meter uma vez atrás da outra. Depois Alma sentou no meu pau enquanto os braços dela se esticaram pra agarrar a cabeceira da cama, começou a cavalgar com verdadeira maestria, apertava os músculos pra espremer ao máximo meu pau duro. Ela dizia: “Você tá me matando de prazer.” Ela virou e cavalgou de novo enquanto eu olhava a bunda linda dela, finalmente meu sonho se realizava. Pedi pra ela deitar de bruços, queria aproveitar o cu dela e ver como era apertadinho, quando minha cabecinha inchada começou a furar, entrou tão fácil (parece que outros já tinham dado uma passada naquele buraquinho) Alma mordeu o sabana pra não uivar das metidas que eu dava nela, não parei até deixar a bundinha dela vermelhinha, ela me dizia “Mais forte”. Gozei dentro do cu dela umas duas vezes. No outro dia acordamos pelados na cama, eu abraçando ela, beijando e acariciando cada pedaço da pele dela. Ela me fala: “Nunca pensei que você tivesse tanta vontade de me comer e olha que você me fez gozar, rachou minha bunda no meio”. Ela levanta, toma um banho e a gente senta pra comer. Essa é minha casa e no outro dia que eu comi ela. Já faz quase três anos dessa experiência, vi ela de longe de novo, mas agora com a bunda mais larga e com vários tipos, e a pica sobe de novo toda vez que vejo ela. Espero um dia repetir essa experiência com minha professora ALMA RODRIGUEZ.
1 comentários - Rasguei a buceta da Professora Alma