Dois negros comem a mamãe nas férias

Numa viagem em família, minha mãe acabou soltando a franga e transando com dois caras negros sem meu pai perceber nada. Naquele ano, a gente tinha decidido viajar para Cuba. Meu pai trabalha numa agência de viagens e sempre consegue uns pacotes bons por um preço muito abaixo do normal. Minha mãe se chama Carolina e não tava muito a fim da viagem. Ela não tinha muita vontade de sair do país, e Cuba não era um lugar que a atraía especialmente. Ela tinha certeza que ia se entediar naquele lugar que considerava legal pra ir quando se é jovem, mas não pra um casal e seu filho. Claro que ela tava enganada e seria quem mais se divertiria na viagem. Sobre nós, não tenho muito o que contar. Me chamo Jorge e na época tinha 16 anos. Minha mãe era uma mulher de 40 anos, a mesma idade do meu pai, e embora fosse uma mulher comum, dava pra dizer que pra idade dela ainda estava atraente. Chegamos em Cuba sem problemas. Tava um calor sufocante e, pouco depois de chegar no hotel e dar uma olhada nas instalações, descemos pra piscina. Era enorme e tinha uma área com jardim muito bonita. Foi lá que nos estendemos. Minha mãe usava um biquíni normal e, enquanto meu pai foi nadar, eu fiquei com ela na toalha pegando sol. Não pude evitar notar que dois homens negros estavam reparando muito na minha mãe, praticamente não tiravam os olhos dela. Deviam ser cubanos e, pela roupa, trabalhavam no hotel como garçons ou algo do tipo. Me surpreendeu ver que não desviavam o olhar do corpo da minha mãe, já que na piscina tinha várias outras mulheres, mais jovens e gostosas que ela. A situação começou a me deixar desconfortável, mas eles foram embora quando quem parecia ser o chefe deles os chamou de vagabundos e disse que tinha muito o que fazer antes de fechar a piscina. Os dois dias seguintes passaram normalmente: íamos pra praia, pra piscina, usávamos as instalações do hotel, fazíamos uns passeios guiados pela ilha... o de sempre. umas férias, no quarto dia que estávamos no hotel, íamos descer para a piscina de manhã como de costume, mas meu pai ficou no quarto, estava meio cansado e disse para irmos sem ele, e assim fizemos. Nos colocamos onde sempre e eu entrei na água. Quinze minutos depois, quando ia sair, encontrei os dois cubanos do primeiro dia conversando perto da minha mãe. Como conseguia ouvir o que diziam de onde estava, decidi ficar na água. Pelo que escutei, os cubanos se chamavam Oliver e Fidel, deviam ter uns 30 anos e trabalhavam no hotel como responsáveis pela piscina e pelo jacuzzi. Ficaram conversando um tempo com minha mãe, elogiaram ela por um bom tempo e até se atreveram a passar protetor nas costas dela para não queimar. Para minha surpresa, minha mãe não se opôs de jeito nenhum. Saí da água meio irritado e fui até eles. Devem ter me visto, porque de forma apressada se despediram da minha mãe e foram trabalhar.

No quinto dia de viagem, minha mãe saiu do quarto já de noite avançada. Disse que ia relaxar no jacuzzi, que não conseguia dormir. Eu decidi segui-la e disse ao meu pai que ia tomar uma bebida no bar do hotel. Minha mãe foi de fato ao jacuzzi. Quando entrou, lá estavam Oliver e Fidel. Cumprimentaram ela muito efusivamente e a incentivaram a entrar na banheira com eles. Disseram que os funcionários não tinham permissão para usar, mas confiavam que ela não diria nada. Mamãe riu e disse para não se preocuparem. Quando minha mãe ia entrar, Fidel se levantou e pude ver que não estava de sunga. Minha mãe se surpreendeu, não sei bem se por ele estar pelado ou pelo tamanho do pau daquele negro, que em estado de repouso como estava devia ter uns 15 cm. Oliver aparentemente também estava pelado. Disseram para ela não se preocupar, que assim as bolhas do jacuzzi eram muito melhores, que se animasse e entrasse pelada com eles. Mamãe recusou veementemente, mas depois de insistirem algumas vezes, ela deu ouvidos, embora... Ele disse para eles se virarem, e como eles não me viam, eu pude ver minha mãe tirando o biquíni, deixando à minha vista uns peitos de tamanho considerável e bem firmes, e uma buceta que me surpreendeu, pois estava totalmente depilada, algo que eu achava que só as garotas mais jovens que minha mãe faziam. Mamãe entrou na jacuzzi com os negros e ficaram conversando por pelo menos 2 horas. Quando ela saiu da jacuzzi, eu vazei rapidamente para o quarto, mas antes pude ouvir os dois cubanos convidando minha mãe para passar no quarto deles no dia seguinte à tarde, para se despedirem como Deus manda, já que no outro dia seria o último que passaríamos em Cuba. Eu pensei que minha mãe não aceitaria o convite e que tudo acabaria ali, mas eu estava enganado. Estava achando minha mãe solta demais e comecei a me preocupar com como ela reagiria de novo a sós com os dois cubanos. No dia seguinte, quando estava anoitecendo, ela disse para mim e meu pai que ia sair para comprar algumas coisas que precisava para a volta. Eu disse para meu pai que ia descer para a piscina para dar o último mergulho, e segui minha mãe. Ela foi para o outro lado do hotel, até o quarto da equipe de serviço. Aparentemente era onde Oliver e Fidel moravam. Ela bateu na porta e lá estavam os dois, de sunga, esperando por ela. Mamãe entrou e fechou a porta atrás de si. Por sorte para mim, o quarto dava para o térreo atrás de um dos jardins do hotel e, aproveitando que não tinha ninguém passando e a área estava escura, saí para a varanda, de onde podia ver minha mãe. Eu sabia que aqueles encontros não iam acabar bem. De onde eu estava, podia ver sem ser visto. Minha mãe estava sentada na cama de um deles, tomando uma taça de bebida. Dava para ouvir que eles conversavam sobre coisas triviais até que começaram a falar de sexo. Vi minha mãe ficando corada e, quando menos esperava, Oliver se jogou sobre ela e deu um beijo na boca. Minha mãe se afastou e perguntou se ele tinha ficado louco, mas Oliver... Ele riu e disse: "Mas, gostosa, você tá doidinha por isso, né?" Mal terminou a frase e já se atirou de novo sobre minha mãe, mas dessa vez o beijo foi de língua, e ela não se afastou — pelo contrário, participou. Eu não sabia como reagir, estava alucinado vendo minha própria mãe fazendo aquilo. Depois foi o Fidel quem beijou minha mãe, e ela já estava totalmente entregue. Tiraram o sutiã dela e puxaram a parte de baixo do biquíni, deixando-a completamente nua diante deles. Eles fizeram o mesmo e soltaram seus paus — dessa vez não estavam moles, mas duros como barras de metal. O Fidel devia ter o menor, mas mesmo assim eram uns 19 cm de carne rígida. Mamãe ficou alucinada vendo aqueles paus cubanos, enquanto eu só ficava espiando pelo vidro da varanda.

Mamãe pegou os dois paus e começou a masturbá-los sem nenhum pudor ou vergonha. O Fidel segurou a cabeça dela e aproximou do seu pau. Mamãe enfiou na boca, mas custava pra quase engolir tudo. Ela chupou o pau do Fidel por alguns minutos e depois engoliu o do Oliver, mesmo tentando comer inteiro, só conseguia até a metade daquele pau negro e venoso. "Desde o primeiro dia a gente sabia que você era uma putinha, amor" — disse o Oliver. Ouvir aquilo deve ter excitado ainda mais minha mãe, que continuou chupando os dois paus. Pegou o pau do Fidel entre as mãos e começou a beijá-lo, percorrendo com a língua os 20 centímetros de glória que se ofereciam até chegar na base do pau, cercada de pelos. Tentou de novo enfiar tudo na boca, mas era praticamente impossível pelo tamanho, então começou a saborear como se fosse um delicioso pirulito ou um sorvete de casquinha que precisa ser lambido sem parar. Continuou chupando à vontade o pau poderoso que tinha nas mãos, molhando e lambendo toda sua extensão, da ponta da cabeça até quase a redondeza dos ovos, sentindo o Fidel estremecer, movendo a pélvis no ritmo enquanto ela mamava. com força a cabeça da minha mãe. Ao mesmo tempo, Oliver chupava a buceta da minha mãe, introduzindo a língua e movendo-a habilmente por dentro e nas laterais. Depois de um tempo vendo minha mãe chupar aqueles dois enormes paus negros, eu estava decidido a sair e contar tudo pro meu pai, mas um impulso estranho me fez ficar, era uma necessidade, saber como tudo aquilo ia terminar era maior que eu. Oliver pegou minha mãe pela mão e a fez parar de chupar seu pau, puxou-a pro sofá e lá a deitaram enquanto Fidel se aproximou da sua boceta, e começou a enfiar o dedo enquanto mamãe se contorcia de prazer. "Você vai adorar isso, vadia." – disse Fidel enquanto se preparava para penetrá-la com seu pau que já apontava pra buceta da minha mãe, que estava esparramada no sofá, aberta pra eles e totalmente entregue como uma vadia barata. Ela começou a sentir o pênis gigantesco entrar nela e começou a gemer muito alto. "Adoro como você grita." – disse Oliver enquanto se aproximava de novo pra enfiar seu pau na boca da minha mãe, dizendo que adorava foder mulheres brancas. Os peitos da minha mãe balançavam no ritmo de Fidel, enquanto com a mão ele apertava com força um dos seus peitos. Mamãe só gritava de prazer porque era a única coisa que podia fazer. Fidel empurrava com mais força seu já empinado cavalo, ocupando totalmente a cavidade da minha mãe. Acho que perdi a noção do tempo, pois naquele momento só existia a indescritível sensação de estar vendo minha mãe transando com 2 negros enquanto meu pai estava no quarto fazendo as malas. Fidel e Oliver trocavam de posição na buceta da minha mãe e enquanto um ocupava a buceta da minha mãe, o outro fazia o mesmo com sua boquinha. Mamãe estava empinada e sentia como seus dois amantes aproveitavam à vontade todos os cantos do seu corpo, não queria que acabasse o que devia ser a transa mais gloriosa da sua vida e deixou isso claro gritando pra continuarem, que a penetrassem até reventar, que ela pertencia a eles e que podiam fazer o que quisessem com ela. Oliver gritava para ele enfiar, que ela queria sentir tudo dentro dela. Oliver abriu as pernas dela, separando-as e segurando pelos tornozelos, encaixou brutalmente toda a sua peça, tirando e metendo, alargando cada vez mais a gruta da minha mãe. Mamãe devia sentir a cabeça do aríete batendo nela por dentro. Fidel a ajudou a levantar e, mudando de posição, a colocou dobrada sobre os joelhos, em posição de cachorrinha, então se posicionou atrás dela e enfiou o dedo no cu da minha mãe, introduzindo e girando pelos arredores. Eu adivinhava o que viria e um arrepio percorreu minha espinha quando Fidel começou a beijar suas nádegas, apertando-as com as mãos, aproximando a língua do cu da minha mãe e enfiando-a enquanto com os dedos separava cuidadosamente suas nádegas. Aquele negro ia comer o cu da minha mãe e eu ia testemunhar tudo. Então ele colocou sua enorme pica na minha mãe e começou a introduzir. Por um momento, meu sangue parou ao pensar na terrível empreitada da minha mãe, tentando introduzir uma arma tão descomunal em um buraco tão reduzido e delicado. Grande foi minha surpresa ao ver como entrava dentro da minha mãe sem muito esforço, até esmagar suas bolas contra as nádegas dela. Parecia mentira, o bumbum da mamãe havia recebido em toda sua magnitude e esplendor aquela formidável lança que perfurava sem piedade suas profundezas. Mamãe estava sendo dominada por aquele homem que a fodia no cu como um animal selvagem, investindo cada vez com mais força e paixão. Para minha mãe, seu marido, meu pai, parecia não existir, e ela se deixava sodomizar por aquele desconhecido com total parsimônia. Mamãe gritava sem nenhum tipo de controle e pedia a Fidel que enfiasse mais fundo, mas não havia mais o que enfiar, pois eu ouvia o batimento constante de suas bolas contra as nádegas da mamãe. Oliver, que até aquele momento estava se Masturbando, eu não conseguia acreditar, me recusava a aceitar o que via e me aproximei para comprovar, constatando que, de fato, o enorme pau do Fidel entrava e saía com uma facilidade impressionante, e minha mãe, a quem eu tanto ansiava sodomizar, estava delirando de prazer. Naquele momento, Oliver propôs fazer uma dupla penetração. A essa altura, minha mãe estava disposta a tudo e desejava desesperadamente sentir essa nova experiência. Fidel deitou de costas na cama, e mamãe subiu em cima dele, agachando-se, pegou seu enorme membro com a mão, pressionando-o com prazer, e o introduziu aos poucos no seu cu. Ela começou a fazer pressão ao sentar sobre ele, sentindo como seu interior era totalmente preenchido e aproveitando essa nova sensação, movendo-se para cima e para baixo, medindo cuidadosamente seus movimentos para garantir mais prazer. Enquanto isso, Oliver a beijava na boca com seus lábios e língua, travando-os em uma frenética e desesperada orgia bucal. Mamãe estava sentada sobre Fidel, de costas para ele, e se recostou levemente para trás. Então, Oliver se aproximou pela frente, ajoelhou-se e começou a introduzir seu pênis na vagina de mamãe, primeiro com muita dificuldade e depois de maneira aberta e decidida, levando-a ao paroxismo. Os dois homens introduziam e retiravam seus membros ao mesmo tempo, produzindo em mamãe uma gama de sensações que estremeciam intensamente todo seu corpo. Seus paus monstruosos ocupavam totalmente seus interiores, e mamãe sentia-se desfalecer, alcançando um novo orgasmo. O ânus e a vagina de minha mãe haviam se unido em um único elemento. Naquele instante, lembrei que estava com o celular e tirei uma foto de minha mãe com seus amantes. Mamãe aparecia com uma cara de louca descontrolada ao sentir aqueles dois paus dentro dela. Oliver não pôde resistir mais e se esvaziou, enchendo o interior de minha mãe com porra quente. O mesmo fez Fidel, que não pôde resistir mais e explodiu em convulsões enquanto descarregava um jato forte e quente que encheu as entranhas da mamãe enquanto eu gravava aquela sequência com o celular. "A partir de hoje, mamacita, com certeza você vai virar amante de sexo anal", Fidel disse para a mamãe. Estava ficando tarde e ela precisava voltar para o quarto com a gente, mas antes de se despedir, enquanto os dois cubanos iam colocar a sunga, mamãe os deteve e se ajoelhou na frente deles. Depois pegou os paus moles deles e enfiou as duas estacas de carne na boca. Não demorou para voltarem a crescer enquanto os dois cubanos elogiavam o tratamento recebido por mamãe. Quando os dois paus estavam bem duros de novo, mamãe começou a chupá-los com total devoção, da ponta até as bolas. Em um momento, ela fez tanto esforço que, com lágrimas nos olhos, engoliu até o talo o pau do Fidel. Não levou nem cinco minutos, porque o jeito da minha mãe fez com que, enquanto masturbava os dois paus, Fidel explodisse em um orgasmo potente, esvaziando as bolas na boca da mamãe, que engoliu com vontade tudo que pôde, sem parar de dizer que nunca tinha provado porra de homem e que era um manjar que ela não sabia se conseguiria parar de saborear.

Depois foi Oliver que descarregou as bolas na cara da mamãe, deixou ela cheia de porra até as sobrancelhas, e ela se limpou como pôde. Então se despediu deles com um beijo e saiu do quarto. Eu voltei antes dela, e quando mamãe entrou no quarto, agiu com total normalidade. Eu não disse nada para o meu pai, e ele não suspeitou de nada, mesmo vendo algo branco no canto da boca da minha mãe — algo que, ao perceber, ela lambeu e engoliu. A safada disse que tinha tomado um capuccino bem espumoso no salão do hotel. Embora mamãe sempre diga que aquelas férias foram super chatas, eu e meu celular sabemos que isso não é verdade, e muito me temo que um dia vou ter que mostrar o vídeo e a foto para o meu pobre e corno pai.

2 comentários - Dois negros comem a mamãe nas férias

Muy buen relato.. pero pasa foto y el video hno,no nos dejes así o foto de mamu!! van 10