Me apresento, sou Matías, 47 anos, casado, minha esposa tem 38. Sou de Mar del Plata. Estou casado há 15 anos e há 5 sou cuck, mas hoje em dia não sou só cuck, sou submisso e escravo da minha esposa como condição pra continuar com ela. Tudo começou há 5 anos como uma brincadeira, uma fantasia enquanto a gente transava, que foi crescendo até a gente realizar, e ela finalmente conseguiu me fazer de cuck com um colega de trabalho. Essa situação rolou 3 vezes, e a gente sempre relembrava quando transava, porque excitava nós dois. O tempo passou e ela disse que queria ficar com alguém de novo. Perguntei com quem, e ela disse que alguém tinha mandado mensagem no Instagram e ela gostou. Pensei e deixei rolar. Ela se sentia muito atraída por esse cara. Quando tentei cortar, ela disse que já tinha terminado, mas descobri pelas mensagens que não era verdade. Isso durou um ano e acabou sozinho, então não falei nada, mas notei que o sexo entre a gente caiu até quase não existir. Quando toquei no assunto, ela foi sincera e disse que eu, como homem, já não a excitava, que ela precisava de outra coisa, que tinha conhecido o sexo extraconjugal e gostava muito. Eu disse que a amava, que não queria perdê-la, propus terapia, mas nada mudou. Um dia ela finalmente disse que a gente precisava conversar, mas que o nosso relacionamento não tinha mais volta do jeito que estava. Eu, inocente, perguntei o que ela precisava pra eu continuar com ela, e ela respondeu que eu tinha que deixar ela ser livre pra transar e sair com quem quisesse, e se em algum momento ela quisesse fazer comigo, a gente faria. Essa era a única condição, senão a gente se separava. Pensei e decidi aceitar essa situação pra não perdê-la. A partir daí, ela não parou mais e nosso sexo voltou a existir. Geralmente, eu acordava quando ela voltava de uma foda e me fazia chupar a buceta dela, e me deixava comer ela ou me chupava. Mas isso foi ficando cada vez mais perverso, e ela cada vez mais exigente, até que um dia ela chegou, se pelou e disse: "Chupa minha buceta. Eu comecei. Meter e de repente ela começou a soltar leite, ela agarrou minha cabeça e me fez engolir o leite dela enquanto me dizia: "Você gosta? Toma o leite da sua puta, vai." Quando ela gozou, soltou minha cabeça, eu me deitei sem saber o que pensar. Ela dormiu e na manhã seguinte me disse que tinha outras condições pra eu continuar com ela. Perguntei o que mais ela queria, já que eu tinha entregado minha dignidade. Ela disse que queria toda a minha vida, minha vontade, que queria que eu deixasse de ser marido dela pra ser escravo dela 24 horas por dia, 7 dias por semana. Falei que não sabia o que isso significava. Ela respondeu que eu tinha que servi-la, que tinha que largar meu emprego (ela ganha bem, então a gente podia fazer isso) e que eu viveria só pra ela e, eventualmente, pros amantes dela, que eu seria o escravo dela, o servo, o brinquedo, o bichinho de estimação, que o que rolou na noite anterior tinha sido só uma amostra do que podia acontecer se eu aceitasse. Pedi tempo pra pensar, mas ela disse que não tinha outra opção: era aquilo ou eu vazar. Pensei e dois dias depois ela disse que eu tinha decidido. Falei que tava tudo bem, que eu aceitava, que não queria perder ela. Pedi demissão do meu emprego e perdi minha vida. Embora, pra ser sincero, já me acostumei com minha nova missão e sinto prazer em servir minha esposa. Aos poucos vou contando as histórias e até o que ela já me fez fazer.
15 comentários - Sou corno e submisso da minha esposa