Ontem foi uma festa de um amigo nosso que a gente se juntou, a festa foi na estrada nacional, meio longe, mas como era um bom amigo, vários foram. Só no meu carro a gente ia em 5: minha amiga, a escort sordeada Rosy, um amigo Luis e a namorada dele Moni, e na frente a gente ia eu e minha mina Ruby (comentem se quiserem mais posts da Ruby e da Rosy). A festa tava com um clima bom, era num sítio, dava pra ficar, mas a gente 5 não tinha esse plano. Fomos desde cedo, umas 7 horas, tudo certo. Eu, sinceramente, não bebi nada porque tinha que dirigir, e com minha mina Ruby, fiquei dançando e apalpando o que dava. R: love, saindo daqui, posso ficar pra "dormir" na sua casa. J: claro, querida, nem pergunta, fica quando quiser. R: bom, pra já ir vendo a mudança, kkkkkkkkk, é que tenho umas caixinhas, love. Aí acabou a conversa e a gente continuou dançando. Daí a pouco ela chamou a Rosy, porque viu que vários caras tavam enchendo o saco dela, e pra deixarem ela em paz, falou pra ficar com a gente. Podem me chamar de masturbador ou o que quiserem, mas cheguei a imaginar estar com as duas juntas na cama, sonhar não custa. Dancei com as duas, embora com a Rosy mais afastado. Umas 2 da manhã a gente decidiu que era hora de ir embora. Minha namorada não é de beber, eu não bebi, a Rosy bebeu bem pouco, a namorada do meu amigo Moni também, mas meu amigo Luis se soltou e bebeu pra caralho. Ele é um cara baixinho, de 1,59, muito sério, mas parece que o álcool soltou a língua e as mãos dele. Começou a falar pra Rosy que ela era muito gostosa e a passar a mão na perna dela. Rosy ficou puta e tirou a mão dele, mas ele continuou, falando que queria botar ela de quatro e ver a bunda gostosa dela. A namorada dele parecia muito desconfortável, igual todo mundo. A boa notícia, pelo menos pra Rosy, foi que ela foi a primeira a descer. Deixei ela em casa. Ele tentou roubar um beijo, e ela só deu um tapa na cara dele. Quando ele desceu, enfiei ele no carro como deu, e a gente voltou. A merda foi que ele começou a se meter com a Ruby, minha mina, falando que ela era muito linda, e que tem uns peitos muito bons que ele quer chupar, que me desse um dia na cama e ela me largaria, a Ruby tava muito puta e eu nem se fala, a Ruby me pediu pra deixar ela em casa, que tinha perdido a vontade, não culpei ela nem falei nada, levei ela em casa e desci pra me despedir. R: desculpa amor, mas com o que esse cara falou, perdi a vontade. J: fica tranquila, entendo, quero é quebrar a cara dele por te desrespeitar. R: não faz isso, não vale a pena, ele sonha em poder ficar comigo, mas o único que pode é você, amor. A gente se beijou e fui deixar eles em casa, já que os dois moram juntos, a Moni tava morrendo de vergonha, ela é morena, é mais alta que ele, tem 1,65, é uma morena gostosona, tem peitão, uma barriguinha e também uma bunda grande, não é tão bonita de rosto, mas sempre achei que era muita areia pro meu amigo. M: Jona, desculpa pelo que esse babaca falou. Ele já tava dormindo. J: você não tem culpa de nada, parece que a bebida deu voz e coragem pra ele, nunca teria falado isso sóbrio. M: mas só assim, mesmo assim me fez sentir um lixo, eu sei que a Ruby e a Rosy são umas gostosonas nota 10, mas ele me jogou pra baixo. J: não liga pra ele, sempre achei que você é muita mulher pra esse cara. M: obrigada. Nisso ele vomitou. J: não sujou você? M: não, mas sujou seu carro. J: isso se limpa, deixa eu parar, pra você vir pra cá na frente e não se sujar. M: obrigada. Parei e ela trocou de lugar. M: espero que não tenha estragado a noite de vocês. J: um pouco sim. M: por quê? J: a Ruby e eu tínhamos o plano de continuar a festa na minha casa, sabe do que tô falando. M: que inveja. J: com ele nada ou o quê? M: então, mas aquilo que ele falou que só uma noite que ele ficasse com a Ruby e ela te largava, não acredita, ele dura pouco. J: entendi. M: e você ficou na vontade? J: verdade, mas a Ruby perdeu a vontade, então essa noite não vai rolar pra mim. M: nem pra mim, que triste. J: e não se sinta um lixo, você é uma mulher muito gostosa. M: obrigada. Ei, você queria quebrar a cara dele depois de tudo que ele falou?
J: Na real, sim.
M: E se você se vingar de outro jeito?
J: Qual?
M: Bom, vamos pra minha casa, deixamos ele no sofá e a gente vai pro quarto. Não vou falar nada pra Ruby e a gente pode se divertir pra caralho. Depois de tudo que ele disse, eu também quero me vingar dele.
J: Mas o que rolar lá dentro fica entre nós.
M: Claro, papi, mas tenho uma condição.
J: É? Qual?
M: Quero que me trate como se eu fosse só uma puta. Mete duro, só me come, não quero beijo nem nada romântico, só quero pica.
J: Se pede assim, claro que sim, puta.
Chegamos na casa dela e, como pude, tirei o cara do meu carro. Fiquei puto com o jeito que ele deixou meu carro e tudo que falou, queria bater nele, mas preferi que a namoradinha dele pagasse, e pagaria caro. Deixei ele cair no sofá e ela fez sinal pra eu segui-la. Assim que chegamos no quarto, dei um tapa bem forte na bunda dela.
M: Espera um pouco.
Peguei ela pelo cabelo e puxei pra perto, sussurrando no ouvido.
J: Você não me dá ordens, puta. Aqui se faz o que eu mando e do meu jeito. Agora fica de joelhos que você vai me chupar, e se me morder, vai ficar com o cu em brasa de tanto tapa que vou te dar.
Isso pareceu excitar ela. Os olhos dela tinham uma puta luxúria. Ela se ajoelhou e, devagar, tirou minha pica da calça. Passou a língua suavemente por todo o comprimento, dando beijinhos. Era uma delícia. Aos poucos, abriu a boca e começou a meter. Peguei ela pelo cabelo e fui enfiando até ela ter a pica inteira na boca, o queixo dela encostando nas minhas bolas. Fiquei um tempo assim, enfiando a pica até o fundo, até que decidi começar a foder a boca dela, sendo meio bruto. Ela adorava ser tratada assim. Quando minha pica tava cheia de baba e o chão também, puxei ela forte pelo cabelo e levantei.
J: Já tá com tesão, puta?
M: Tô, sim, papi.
Dei um tapa nela, não tão forte.
J: Puta, pra você não sou papi, sou seu dono de agora em diante, entendeu?
M: Sim, dono. Serei sua putinha e você pode me usar quando quiser. J: você aprende rápido, fica de quatro agora. Ela rapidinho se posicionou, tava de vestido, então só levantei, puxei a calcinha dela pro lado, tava toda molhada a putinha, não tava de camisinha, mas não liguei, meti de uma vez, sem enrolação, direto pra estocada final. M: que gostoso, amor, você mete bem forte. Eu segurava ela pelo cabelo e metia com tudo. J: quero que você diga que vai ser minha putinha. M: sim, amor, vou ser sua putinha. J: não quero que você me encha o saco quando eu tiver com a Ruby, e de agora em diante, quando eu tiver vontade, vou te comer, você só garante que vai estar de pernas abertas quando eu chamar, entendeu? M: sim, amor, vou seguir as regras, mas continua me comendo assim gostoso. Ficamos nessa por quase meia hora, até que senti que ia gozar. J: já vem seu prêmio, putinha, você vai ficar de joelhos de novo, vai meter na boca e engolir meu leite, pobre de você se desperdiçar uma gota. Ela fez exatamente isso, chupou de novo, quando senti que ia gozar, apertei a cabeça dela e gozei, foram quatro jatos de porra, que ela engoliu com gosto, depois de engolir, mostrou a boca sem nenhum vestígio do meu leite. M: eu fiz direito, amor? J: muito bem, putinha, vou embora agora, limpa sua baba do chão, e lembra: quando eu chamar pra te comer, você tem que responder que sim, entendeu? M: sim, amor, tá claro. Deixei ela e quando desci, o namorado dela ainda tava do mesmo jeito que eu deixei. Meu Telegram é Jonathanferro, se quiserem mandar mensagem. Agradeço se deixarem pontos e comentarem no post.



J: Na real, sim.
M: E se você se vingar de outro jeito?
J: Qual?
M: Bom, vamos pra minha casa, deixamos ele no sofá e a gente vai pro quarto. Não vou falar nada pra Ruby e a gente pode se divertir pra caralho. Depois de tudo que ele disse, eu também quero me vingar dele.
J: Mas o que rolar lá dentro fica entre nós.
M: Claro, papi, mas tenho uma condição.
J: É? Qual?
M: Quero que me trate como se eu fosse só uma puta. Mete duro, só me come, não quero beijo nem nada romântico, só quero pica.
J: Se pede assim, claro que sim, puta.
Chegamos na casa dela e, como pude, tirei o cara do meu carro. Fiquei puto com o jeito que ele deixou meu carro e tudo que falou, queria bater nele, mas preferi que a namoradinha dele pagasse, e pagaria caro. Deixei ele cair no sofá e ela fez sinal pra eu segui-la. Assim que chegamos no quarto, dei um tapa bem forte na bunda dela.
M: Espera um pouco.
Peguei ela pelo cabelo e puxei pra perto, sussurrando no ouvido.
J: Você não me dá ordens, puta. Aqui se faz o que eu mando e do meu jeito. Agora fica de joelhos que você vai me chupar, e se me morder, vai ficar com o cu em brasa de tanto tapa que vou te dar.
Isso pareceu excitar ela. Os olhos dela tinham uma puta luxúria. Ela se ajoelhou e, devagar, tirou minha pica da calça. Passou a língua suavemente por todo o comprimento, dando beijinhos. Era uma delícia. Aos poucos, abriu a boca e começou a meter. Peguei ela pelo cabelo e fui enfiando até ela ter a pica inteira na boca, o queixo dela encostando nas minhas bolas. Fiquei um tempo assim, enfiando a pica até o fundo, até que decidi começar a foder a boca dela, sendo meio bruto. Ela adorava ser tratada assim. Quando minha pica tava cheia de baba e o chão também, puxei ela forte pelo cabelo e levantei.
J: Já tá com tesão, puta?
M: Tô, sim, papi.
Dei um tapa nela, não tão forte.
J: Puta, pra você não sou papi, sou seu dono de agora em diante, entendeu?
M: Sim, dono. Serei sua putinha e você pode me usar quando quiser. J: você aprende rápido, fica de quatro agora. Ela rapidinho se posicionou, tava de vestido, então só levantei, puxei a calcinha dela pro lado, tava toda molhada a putinha, não tava de camisinha, mas não liguei, meti de uma vez, sem enrolação, direto pra estocada final. M: que gostoso, amor, você mete bem forte. Eu segurava ela pelo cabelo e metia com tudo. J: quero que você diga que vai ser minha putinha. M: sim, amor, vou ser sua putinha. J: não quero que você me encha o saco quando eu tiver com a Ruby, e de agora em diante, quando eu tiver vontade, vou te comer, você só garante que vai estar de pernas abertas quando eu chamar, entendeu? M: sim, amor, vou seguir as regras, mas continua me comendo assim gostoso. Ficamos nessa por quase meia hora, até que senti que ia gozar. J: já vem seu prêmio, putinha, você vai ficar de joelhos de novo, vai meter na boca e engolir meu leite, pobre de você se desperdiçar uma gota. Ela fez exatamente isso, chupou de novo, quando senti que ia gozar, apertei a cabeça dela e gozei, foram quatro jatos de porra, que ela engoliu com gosto, depois de engolir, mostrou a boca sem nenhum vestígio do meu leite. M: eu fiz direito, amor? J: muito bem, putinha, vou embora agora, limpa sua baba do chão, e lembra: quando eu chamar pra te comer, você tem que responder que sim, entendeu? M: sim, amor, tá claro. Deixei ela e quando desci, o namorado dela ainda tava do mesmo jeito que eu deixei. Meu Telegram é Jonathanferro, se quiserem mandar mensagem. Agradeço se deixarem pontos e comentarem no post.




2 comentários - Moni, a gostosa do meu parceiro