Minha história começamos a escrever em 2012 — não foi fácil redigir o que vocês vão ler, porque talvez seja algo que muita gente considera tabu. E mantivemos em segredo até 2016, quando decidimos tornar público. Grande parte dessa história foi escrita pelo meu marido, e não quis mudar nada. Só adicionei algumas linhas para todas as pessoas que não conhecem esse estilo de vida sexual. (Cuckold) Somos uma família composta por mim, meu marido, minhas 2 filhas e a filha dele — e eu, que agora tenho 42 anos. Não é que eu me considere uma esposa ruim, é só que meu marido tem que me dividir com outra pessoa, e ele sabe disso — é que não consigo controlar esse impulso que acende minhas entranhas, ao vê-lo meu corpo me faz me render a ele — sou dele e ele me pega à vontade. Meu marido descobriu em mim algo que por muitos anos mantive escondido e que, quando ele propôs a outras mulheres, simplesmente o rejeitaram. Ele descobriu seu lado voyeur, seu lado cuck — deixava que ele me fotografasse, semi nua ou em poses sexys para alimentar nossa libido sexual e aceitei fantasiar que outro homem entrasse em nossa vida. Tentamos, sem sucesso, conhecer algum homem ou bull por meio de chats ou Facebook, mas todos os nossos esforços foram em vão, nunca conseguimos encontrar alguém em quem pudéssemos confiar. Até fomos a festas swinger, mas realmente nunca encontramos o homem com quem me sentisse à vontade. Um homem que pudesse entrar na minha casa e eu me sentir totalmente à vontade com ele junto com nossas meninas — que tivesse a virtude de saber nos excitar e nos dar aquele prazer que buscávamos — como vulgarmente dizem, que nos comesse por todos os buracos: oral, vaginal e anal. Sei que o que estão lendo não é muito comum que a mãe procure um amante ou um homem que faça amor com ela e depois faça o mesmo com as filhas — isso geralmente não é normal do ponto de vista moral ou social. Talvez para os homens seja mais aceito que o pai leve o filho para uma mulher do que se inaugura, mas na mulher não é permitido, ela tem que ficar guardada e intacta até casar. Dizem que talvez não exista, mas minha vida deu uma virada quando me reencontrei com Brandon, meu ex-namorado, que era um verdadeiro canalha, um cara bruto, arrogante, que sempre consegue o que quer, mas ao mesmo tempo um putanheiro de primeira. Por isso que terminei, porque descobri que ele tinha várias mulheres, e isso me deixou puta. Não consigo lembrar com precisão quantas mulheres deixaram a virgindade no pau dele e na cama de Brandon, inclusive eu — mas foram várias que caíram na falsa promessa de casamento. Minha cabeça começou a rodar e umas sensações até então desconhecidas me invadiram e tomaram conta do meu corpo. Sabia que era errado, que talvez me arrependesse por fazer aquilo, mas comecei a experimentar coisas que nunca tinha sentido antes e me deixei levar. Me senti muito molhada entre as pernas e, quando ele me deitou na cama e abriu minhas pernas, e a língua dele começou a vasculhar dentro da minha caverna, explodi, comecei a gemer e gritar como se estivesse possuída. Ele ficou me acariciando com a língua, enquanto os dedos dele abriam minha pussy, deixando-a exposta aos olhos dele, que examinavam cada cantinho do meu corpo de cima a baixo. Quando ele me deu o pau dele para eu chupar, fiquei com medo, mas criei coragem e comecei a chupá-lo. Era a primeira vez que eu tinha um homem pelado na minha frente. Tive medo de que ele me machucasse quando subiu em cima de mim e, com as pernas dele, me fez abrir as coxas. Me agarrei nos lençóis com força no momento em que senti a cabeça do pau dele lutando para entrar na minha pussy, sem conseguir se inserir. Ele me beijou e se afastou de mim por alguns segundos — me deitou na cama com a bunda para o ar e começou a descer pelas minhas costas com beijos e carícias até chegar na minha bunda. Com as mãos fortes, ele abriu minhas nádegas e depois afundou o rosto para lamber minha pussy, oh! Suas lambidas eram magistrais, nunca tinha me sentido daquele jeito — ele era um verdadeiro expert, me deixou de quatro com a minha buceta já bem molhada, enquanto eu mordia os lábios tentando controlar tanta excitação, só começava a gemer sem querer: — mmmmmmmm… aaaahhhhhhh… Eu tava na mão dele — porque ele já tinha me deixado toda molhada... Ele segurou minha cintura enquanto se posicionava com o pau duro feito pedra apontando pra minha pussy exposta e úmida, e foi enfiando por trás. Comecei a murmurar — devagar, por favor — cuidado, tá doendo — você tá machucando — O pau dele continuava entrando na minha buceta até bater na barreira do meu hímen, que garantia que nenhum outro homem tinha me penetrado antes. E ele me puxou pra perto dele. E senti quando ele me empalou — lembro que gritei e chorei — arranhei o lençol — xinguei ele. Quando ele me penetrou e me rompeu. Sentia que por dentro alguma coisa tava rasgando, tentei me soltar — mas ele não me largou, me manteve firme, grudada — empalada naquela coisa dele, até sentir as bolas dele batendo na minha bunda. Ele começou a me foder de um jeito incrível, com força e firmeza, aos poucos foi pegando mais ritmo, cada vez me penetrava com mais força, me fazia sentir usada, não era um ato de amor carinhoso, mas uma paixão descontrolada e poderosa, mas longe de me desagradar, lembro que me excitava, me dava um prazer sem igual. Ele me deu uma trepada fenomenal, terminei chorando mas feliz de ter me entregado pra ele. Ele me comeu 4 vezes naquele dia que me estreou, no outro dia não conseguia sair da cama de tanta dor nas pernas, na barriga, na cintura — voltei pro apartamento dele várias vezes e sempre terminava de pernas abertas e sendo comida por ele. Uma vez ele tentou me dar no cu, mas não aguentei a dor na hora que o pau dele fez pressão pra entrar no meu booty, a dor vencia e eu terminava toda dolorida e chorando, pedindo por favor pra ele não tentar de novo. Nunca consegui esquecer aquele dia em que ele me rompeu, na hora eu não sabia. mas desde aquele momento fiquei marcada por ele — já não tinha mais nada que pudesse negar a ele, me entreguei de vez. Depois que me comeu, ele parou de me procurar, tentei encontrá-lo mas não soube dele por muito tempo, até que no dia menos esperado, qual não foi minha surpresa ao esbarrar com ele. Senti o olhar dele percorrer meu corpo, trocamos um abraço de amigos e me arrepiei com o contato dos nossos corpos, tenho certeza que ele percebeu meu desespero. Começamos a relembrar os causos, os anos não passavam por ele, só que agora estava mais forte, mais maduro, continuava sendo um puta gostoso. Durante a semana inteira tentei não pensar nele — tentei apagá-lo da minha vida mas não consegui — uma das minhas realidades e fantasias era encontrar um bom corno manso, um bom macho alfa, e agora ele estava quase ao alcance da minha vida. Tinha certeza que ele ganharia o direito de ocupar o lugar de homem da casa, não do ponto de vista financeiro, mas a autoridade pra exercer poder — dentro da minha vida — a vida tinha me colocado Brandon mais uma vez e ele era — um bom touro, tinha autoridade suficiente e as calças pra assumir esse papel. Ficar na minha casa implica um estilo de vida diferente — prontas pra obedecer ao homem, mãe e filhas. Aconteceram mais coisas desde que nos vimos — fui eu quem contou pro meu marido, e foi meu próprio marido quem propôs que Brandon me comesse de novo — nunca vou esquecer a cara de luxúria e excitação dele quando meu marido Emilio contou sobre nossas preferências sexuais e sobre nossa busca por um touro que entrasse em casa pra comer as fêmeas da família dele. Emilio, meu marido, me confessou que só de pensar em me ver sendo empalada por ele, ficava excitado de um jeito fora do normal. — o resultado de tudo isso foi que me senti mulher de novo, voltei a ser a mulher dele. Não só deixei ele entrar na minha casa pra me comer, como dei todas as facilidades pra ele criar intimidade com minhas meninas. Como isso é possível, sei que vão perguntar. — mas isso tudo já é outra história. A história que Conto sobre o Emilio, meu marido. Algumas das fotos são reais e outras servem só como ilustração. Minha história: Sou um professor aposentado casado com a Gaby, de 41 anos. Criei coragem pra contar esse acontecimento que enterrei no meu "lado sombrio", achando que fui o pior dos homens por viver algo assim. Foi uma situação tão "intensa", pra chamar de algum jeito, que depois daquele dia e por muito tempo, eu revivia detalhe por detalhe o que aconteceu, prolongando a excitação que senti e, por outro lado, aguentando a puta culpa moral que me batia ao ver minha esposa gozar nos braços de outro homem, transando sem tabus, ciúmes ou ressentimentos. Minha esposa é uma mulher de corpo gostoso, a bunda dela é o centro das atenções de qualquer um que passa, e as pernas bem torneadas dela também roubam o fôlego de qualquer um. – Quando a conheci, ela tinha duas meninas e eu tinha uma filha do meu relacionamento anterior; a gente se juntou pra morar junto, mas – sempre tive consciência da diferença de idade entre nós e que um dia eu não ia mais conseguir satisfazer ela na cama e teria que ceder meu lugar de macho pra outro homem que satisfizesse ela sexualmente. Ela me contou como foi o despertar sexual dela com o Brandon, que tinha sido o homem que a fez mulher – depois do Brandon, ela me contou que teve relações com o padrasto dela, dá pra dizer que dividiu o mesmo homem com a mãe. Quando ela falou do Brandon, fiquei surpreso, como hipnotizado quando ouvi ela me dizer: – As meninas já são mocinhas, amor, e você sabe que não tenho segredos nem tabus com elas sobre sexo. "E o Brandon pode ser esse macho que a gente procura – tenho uma vontade enorme de que ele me coma e desvirgine as meninas." Na hora, tive uma ereção do caralho, mas pensei que talvez fosse só um impulso passional do momento, mas a partir daí comecei a pensar cada vez mais nessa possibilidade do tema liberal. – Sabia que a semente já estava dentro de mim. Começamos a sair e a nos encontrar com o Brandon; minha esposa estava Encantada de reencontrar ele, e ele, por sua vez, só despia ela com os olhos. — Daí começaram as mensagens de texto, mensagens constantes, que faziam minha esposa largar o que tivesse fazendo e colocar uma expressão de felicidade no rosto toda vez que via que chegava um texto dele. Nunca me dizia sobre o que ele escrevia, muito menos me deixava ler, só dizia pra eu não ser ciumento. Teve aquela química que ela buscava. Devo admitir que o cara — me pareceu um homem tranquilo, culto, muito atencioso, sincero. E, acima de tudo, tinha aquilo que a gente procurava — minha mulher adorou que eu me desse tão bem com ele. Quando se falou do assunto de comer minha mulher — não encontrava jeito de fazer aquilo sem me ver ou me sentir como um otário — por fora era um feixe de nervos, mas por dentro tinha uma ereção que não conseguia disfarçar — meu lado voyeur estava ali — tinha que aceitar ser um corno, era agora ou nunca — algo dentro de mim mudou, pela minha mente passaram as imagens de ver minha esposa sendo empalada pelo Brandon — ouvir ela gemer — e gritar quando ele arrombasse o cu dela, algo que eu nunca tinha conseguido em todos os anos de casados — e sem mais, tive uma ereção só de imaginar. Depois de nos encontrarmos em restaurantes e cafeterias, abrimos as portas de casa pra ele — sempre cuidamos das aparências por causa do famoso "o que vão dizer", evitávamos ao máximo chamar atenção pra evitar fofocas — desde a primeira visita, minha esposa me abraçou e me agradeceu. — Fiquei estático — ouvi ele dizer: "Gaby, quero te fazer minha — fazer você gritar de prazer — gozar dentro de você — sou um homem que gosta de satisfazer a mulher dele pra deixar ela feliz. Você me conhece — estou limpo, não tenha medo de doença — e se eu engravidar você", ela respondeu: "não me cuido" — me sentia confuso, excitado, que por causa dos meus nervos derrubei um vaso. Tinha chegado a hora de sair correndo ou ficar e assumir. Meu papel de marido corno. — Ouvi ele me dizer: "Desejo sua mulher, estou enlouquecido por ela, por beijar ela, por acariciar ela". pele pra sentir o cheiro do perfume dela - pra chupar a buceta dela - cheirar o cu dela, morder as nádegas dela, pra foder ela, pra fazer ela gritar de prazer - e pra arrebentar o cu dela. me perdoa, mas é a verdade: eu desejo ter uma mulher como a sua - fina, gostosa, uma verdadeira mulherão. fiquei pensativo - sem saber o que dizer - não consegui responder ele - mas entendi que, com ou sem minha permissão, minha mulher topava foder com ele. sabia que ele era simpático - jovem e bem dotado, tinha tudo que uma mulher procura. se a gente transasse, tinha que ser de camisinha, cuidando pra não representar perigo dela engravidar. já não ligava mais pra figura dela - agora tava deixando comer ela sem camisinha - aceitava que ele gozasse dentro dela, com o risco de engravidar. a gente tava deixando ele conviver com as meninas - e elas serem desvirginadas pelo homem que ela tava aceitando como amante e que, anos atrás, tinha roubado a virgindade dela. o encontro - o passo tava dado. olhei minha esposa caminhar pro quarto que a gente tinha ocupado e que agora tava destinado a ser o lugar onde Brandon ia foder ela de novo - a gente tava na sala, ele se levantou pra ir atrás dela, notei o olhar dele nas cadeiras da minha mulher - me senti mal - tomei um gole de tequila que arranhou minha garganta. o momento tinha chegado, e descobri que é um prazer difícil de descrever, quando olhei minha mulher e Brandon se entregando à paixão do sexo, esquecendo que eu tava olhando. ele foi tirando a roupa dela até deixar ela de calcinha e sutiã. - a respiração da minha mulher entregava o nível de excitação que ela tava sentindo na hora. vi como a buceta dela tava molhada pela transparência do sexo por cima da calcinha - os lábios da buceta dela estavam inchados, saltados. - ele se ajoelhou sobre ela e começou a chupar a buceta dela, puxando a calcinha pro lado - não reconheci minha mulher, que começou a gritar e rebolar com fúria cada vez que ele enfiava a língua na buceta dela - você me mata, vou gozar, come meus sucos. Me falta com o respeito, hoje quero ser sua putinha. Fiquei besta quando ouvi ela falar, mas não deu tempo de me arrepender e fiquei só observando o Brando comer a buceta da minha mulher — fazendo ela soltar uns gritos de agonia e escândalo. Ele se pelou e pegou minha mulher pela nuca, convidando ela pra chupar a pica dele. Ela abriu a boca, prendeu a pica nos lábios e começou a chupar, sem conseguir enfiar tudo na boca. As mãos dele começaram a apertar as nádegas dela e enfiar os dedos na buceta, fuçando na intimidade dela, enquanto eu via o quanto minha mulher tava gostosa. Toquei na minha pica sem querer, tava excitado — comecei a me masturbar, fechei os olhos e me deixei levar pela sensação, e gozei na minha calça. Fiquei com vergonha de ter gozado tão rápido, mas a excitação que eu sentia na hora era tão grande que me dominou. Ele pegou ela pelos cabelos e deitou ela no colchão, começaram a se beijar. Ele se afastou por uns segundos pra ver a visão da minha mulher deitada, nua, de pernas abertas, pronta pra ser penetrada. A Gaby, com um gesto insinuante, deixou claro que tava pronta pra receber ele dentro dela. Engoli seco e baixei a vista. Me aproximei o máximo que pude e notei os peitos dela subindo e descendo, a respiração dela difícil de ouvir. Ele subiu em cima dela e começou a meter no estilo papai-e-mamãe. Foi penetrando com calma, mas com força. Ouvi o gemido dela ao se sentir sendo fodida — ah, ah. Olhei pra minha esposa de olhos fechados — ela começou a gemer ao sentir a pica abrindo caminho pra se enfiar no fundo da buceta dela. Ele montou nela com fúria. A Gaby pediu pra trocar de posição, e eles inverteram: minha mulher ficou por cima dele e começou a cavalgar, gritando obscenidades e bufando que nem uma putinha. Ela começou a tremer, presa no orgasmo, e começou a pular e a se enfiar mais rápido, rebolando a cintura em busca da estocada final que a levasse ao ápice. Ao orgasmo, que chegou nela, e ela se deixou cair toda mole, como se fosse uma boneca de pano, no peito dele. - Ele a deitou na cama e subiu nela, começando a comer ela com força, enfiando o pau inteiro na minha mulher. Ficou dentro da buceta dela no máximo uns 10 minutos e a colocou de bruços, de quatro, na própria cama de casal. Enfiou com força, penetrando cada cantinho, e começou a tirar e meter com rapidez até gozar. Deitou do lado dela. Ninguém falava, só se ouvia a respiração dos dois. Por fim, o silêncio se quebrou. Brandon se sentou na cama e olhou pra minha mulher. - Levantou e foi pro banheiro. Eu me aproximei, beijei minha mulher na boca e falei: "Te amo, Gaby." - Talvez você pense que sou maluco, mas gostei de ver como ela te comeu. Ela me abraçou e me beijou enquanto me tocava o pau. "Agora é sua vez", ela disse. "Agora quero que você me coma. Com Brandon é só sexo. Com você é amor. Me faz sua pra eu sentir que você me ama e que isso não vai acabar com nosso casamento." Subi nela e tentei comer, mas não consegui ter ereção e comecei a me sentir frustrado. Me inclinei, procurando a buceta dela, e comecei a chupar a vagina dela. Ao pensar que estava chupando a buceta da minha mulher com o gozo de outro homem, tive uma ereção. Montei e penetrei. - Na minha mente, comecei a ouvir o grito de "cuck", mas sempre me dava ânimo e dizia que era algo que ninguém mais saberia do que aconteceu entre minha mulher e Brandon. E continuei curtindo vê-la gozar nos braços de outro homem, mesmo que por dentro eu estivesse morrendo de ciúmes. De pensar que eles iam romper o hímem das meninas. Como podem ver, essa parte foi escrita pelo meu marido - e estou ciente de que muitos devem estar me odiando, ou pensando que sou uma puta desesperada. Sou apenas uma mulher. É importante saber que, mesmo que pareça meio bobo pela própria essência do cuckold, não busco uma vida de promiscuidade. Se você é do tipo que pensa que por falar de sexo sem tabu e manifestar abertamente minha fascinação por cuckold, sou uma puta e tenho a obrigação de abrir as pernas pra todos os homens, deixa eu te dizer que você tá errado. Considero que tive todo o direito de escolher, de selecionar, de filtrar e finalmente tomar uma decisão sobre a pessoa que vai entrar na minha vida — daqui pra frente tudo depende da criatividade de quem pode ser meu próximo amante. — e, acima de tudo, conheço o terreno que piso e pra onde quero ir. Gaby Diaz.
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