Minha maneira de me vestir foi excessivamente provocante, eu usava leggings justas, que marcavam sensualmente minha pélvis e minha bunda, principalmente dava pra notar que minha calcinha era bem pequena, coisa que meu marido adorava.
Embora as camisas que costumo usar sejam justas, elas ainda deixam ver o formato dos meus peitos.
Quero parar um pouco pra analisar minha roupa íntima, porque como eu disse antes, o Marcos sempre gostou que eu usasse, principalmente, as tangas de renda, e meu jeito de dormir era sempre com uma camiseta e uma tanga, que não durava muito no lugar, já que quase toda noite ele arrancava pra transar com muita força. Adoro quando ele mete bem forte até dentro com potência.
Bom, um dia, lembro bem que era domingo, acordei muito agitada, e totalmente molhada entre minhas pernas, por causa de um sonho que tive, onde eu me via transando com um homem que não era o Marcos. A verdade é que o sonho foi muito real.
O tempo passou, e um belo dia — digo belo dia porque agora considero assim — o Marcos chegou em casa me contando que um amigo dele de Buenos Aires vinha visitá-lo, e que pretendia ficar na cidade por quase 2 semanas, e claro, como era um amigo antigo da faculdade, ele tinha proposto que o cara ficasse conosco em casa durante esse tempo.
A verdade é que sempre me incomodou um pouco ter que dividir nosso espaço com pessoas de fora.
Os primeiros quatro dias foram totalmente normais, à noite saíamos nós três pra mostrar a cidade pra ele, de vez em quando comíamos pela cidade e outras vezes saíamos pra dançar e tomar uns drinks pra curtir a noite.
O Pedro tinha o quarto dele ao lado do nosso e bem perto do banheiro. Faço essa observação pra vocês imaginarem a casa.
No quinto dia da estadia do Pedro em casa, o Marcos me informou que precisava se ausentar no fim de semana, porque tinha que viajar a trabalho pra fora da cidade, mas que por isso, as As coisas não mudavam: Pedro ainda ficaria conosco, e só estaria fora até segunda de manhã.
Marcos foi embora numa sexta à tarde, e eu aproveitei pra sair pra casa de uma amiga, já que Pedro ia visitar um conhecido aqui perto. Passei as chaves da casa pra ele, já que não sabia quem chegaria primeiro.
Lá pela meia-noite, voltei pra casa, entrei sem fazer muito barulho pra não acordar o Pedro. Quando tava indo pro meu quarto, percebi que a porta do quarto dele estava entreaberta. Com a pouca luz do corredor, dava pra ver o Pedro deitado, completamente dormindo, mas só coberto com o lençol até a cintura, com o corpo aparentemente todo nu, porque na parte de baixo, entre as pernas, dava pra ver perfeitamente um volume.
Bom, obviamente passei reto pro meu quarto, mas qual foi minha surpresa quando me deitei e percebi que minha calcinha tava toda molhada. E, por mais que eu resistisse em acreditar, eu tava meio excitada.
Demorei pra pegar no sono. Na minha mente, ficava vendo o corpo semi-coberto do Pedro, aquele volume entre as pernas dele coberto pelo lençol, e de vez em quando lembrava também daquele sonho que tive uma vez, transando com um estranho, do jeito que ele fazia, das sensações. Tudo vinha na minha mente bem clarinho, e essa brincadeira toda de pensamentos bagunçou meu sono.
No dia seguinte, sábado, acordei com o barulho do chuveiro, porque o Pedro tinha entrado no banheiro. Decidi levantar pra ir na cozinha preparar o café. Só vesti uma camiseta. Quando saí do quarto, tive que passar inevitavelmente na frente do banheiro. A porta tava entreaberta, não sei se de propósito ou por esquecimento. Nosso chuveiro tem uma cortina de vidro totalmente transparente. Como se estivesse possuída por alguma força estranha, parei pra olhar, e pude contemplar, entre a visibilidade que o vapor permitia, o corpo completamente nu do Pedro, que começava a... ensaboar. No começo, vi ele de costas, a bunda dele apontava na minha direção em todo seu esplendor, junto com as pernas firmes. Pedro começou a ensaboar a cabeça primeiro, o que fez ele fechar completamente os olhos. Nesse instante, ele se virou pra receber a água nas costas, deixando agora à minha vista o pinto dele, embora mole, era de um tamanho considerável, e o que dava pra ver é que era bem grosso e muito peludo. Minha mente viajou por um momento, imaginando ele ereto e duro, ainda mais quando ele começou a lavar, porque era ali que ele tocava e mexia de um lado pro outro.
Saí da cena rapidamente por dois motivos: o primeiro era que ele podia abrir os olhos já lavados e me ver, mas a principal razão era que me toquei do que tava fazendo — espiando outro homem, algo que eu ainda não concebia direito. Fui pra cozinha e preparei o café da manhã, voltei pro meu quarto e esperei o Pedro terminar pra usar o chuveiro, mas dessa vez tranquei bem a porta, não queria ser eu, dessa vez, a vítima de olhares.
Naquela manhã, coloquei um vestido bem curto, por causa do calor que começava a fazer, sem sutiã. Quando sentamos à mesa com o Pedro, conversamos sobre tudo, mas tentei não deixar transparecer que eu tinha visto ele no banho. Toda vez que eu me levantava pra pegar alguma coisa, notava que o olhar dele ia direto pras minhas pernas e minha bunda. Esses olhares provocaram em mim, mesmo sem querer, um certo grau de excitação, uma situação inevitável que trouxe consigo a ereção involuntária dos meus bicos, fazendo eles se destacarem e marcarem bem visíveis no meu vestido fino. Claro que o Pedro notou, e em várias oportunidades, eu o pegava olhando diretamente pra eles.
Assim passou o dia. Pedro saiu durante a tarde, e eu fiquei em casa. Durante todo aquele dia, fez muito calor, situação que aproveitei à noite. Como Pedro me avisou que chegaria tarde pra dormir, aproveitei pra me deitar cedo. Tentei ler, mas não conseguia me concentrar, porque minha mente viajava naquela cena. Lembrança do Pedro no chuveiro, o pau dele de fora, os olhares dele pras minhas pernas e peitos, além da lembrança do meu sonho transando com um desconhecido, esse mar de pensamentos não me deixava em paz, e uma ideia louca passava pela minha cabeça, eu me perguntava, como seria o Pedro sexualmente. A verdade é que esse pensamento, junto com os outros, provocou uma excitação intensa e involuntária em mim, que me fez começar a me tocar por cima da minha calcinha, percebendo que eu estava toda molhada.
Aqueles pensamentos foram crescendo cada vez mais, e eu decidi testar uma ideia. Peguei um conjunto semi transparente, que só me cobria até uns dois centímetros abaixo dos meus peitos, deixando toda a minha barriga à mostra.
Calculando a chegada do Pedro em casa, deixei descaradamente a porta do meu quarto aberta, e a luz do abajur acesa com uma intensidade suave, me deitei e me cobri pela metade com os lençóis, deixando de fora minha perna que estava na beirada da cama, de frente pra porta, e metade da minha buceta de fora, mas sempre com a micro calcinha fio dental vestida, fingindo que estava dormindo com um livro em cima da cama.
Depois de um tempinho, ouvi o barulho das chaves na porta da frente, era o Pedro, escutei os passos dele se aproximando do quarto dele, mas ele parou na frente da minha porta, como era de se esperar, o silêncio durou uns minutos, aí ele continuou o caminho até o quarto dele. Por um momento, pensei que ele tinha ido dormir e que só tinha me observado, mas qual não foi minha surpresa quando, em alguns minutos, senti os passos dele vindo em direção ao meu quarto, mas dessa vez não era som de sapato, não, ele estava completamente descalço, não dava pra saber como ele estava vestido, porque preferi ficar de olhos fechados, ainda fingindo que estava dormindo.
Senti que ele se apoiou de leve na minha cama, do meu lado, e bem sutilmente colocou um dos dedos na minha perna, depois dois, até colocar a mão inteira devagar, talvez num gesto de tentar não me acordar. Ele começou a subiu a mão pela minha perna, até chegar na minha pélvis, que ele tocou com muito cuidado. Meu coração acelerou, talvez pela excitação que eu sentia, a pele, mesmo sem eu querer, se arrepiou, e meus mamilos ficaram durinhos.
Pedro passou os dedos por cima do pequeno triângulo de pano da minha calcinha fio dental, apalpando meus pelinhos pubianos por cima dela, depois desceu entre minhas pernas, sempre sem tirar o toque da minha pele, percorrendo toda a abertura da minha bucetinha, que naquele momento começava a ficar toda molhada, os dedos dele subiam e desciam pelos meus lábios pulsantes.
Com certeza ele percebeu a ereção dos meus mamilos, porque suavemente os tocou com a outra mão, e depois puxou minha camisola curta pra cima, deixando meus dois peitos totalmente de fora. A verdade é que eu morria de vontade de olhar pro pau dele, e ver o tamanho que tinha chegado até aquele momento, mas ainda sentia um certo medo do que estava fazendo, então ficava de olhos bem fechados.
De repente, senti as duas mãos dele na minha calcinha fio dental, começando a puxar ela bem devagar, como era pequenininha, não foi difícil pra ele, e além disso, eu não oferecia muita resistência, até que ele tirou ela completamente, deixando minha bucetinha totalmente no ar e minhas pernas entreabertas. Pedro colocou os dedos de novo, mas dessa vez sobre os pelinhos pubianos, começou a descer até meus lábios vaginais, passando por eles suavemente, a verdade é que aquela sensação me arrepiou toda, quando ele chegou na abertura da bucetinha, que claro, estava toda melada. Pedro, com muito cuidado, começou a enfiar um dos dedos, primeiro só um pouquinho, até meter ele todo, isso me deixava louca, já tava difícil disfarçar minha excitação, ainda mais quando ele começou a mexer ele lá dentro.
Uma das minhas mãos descansava na lateral da cama, de repente senti algo roçando nela, abri os olhos de leve, e pude ver o volume do pau dele, que ameaçava sair da cueca. estava começando a roçar cada vez com mais ritmo o pau dele na palma da minha mão, que até então ficava imóvel. Minha excitação começava a subir, foi nesse momento que eu já não aguentava mais, e minha respiração ofegante começou a ficar evidente, simplesmente entreabri minha mão e peguei aquele volume apertando, Pedro soltou um gemido e me olhou fixo nos olhos. Tirei minha mão do pau dele e de um puxão só baixei a cueca dele, deixando no ar um membro duro, grande, bem grosso e cheio de veias, a cabeça do cock dele estava super molhada, comecei a masturbá-lo, enquanto ele continuava fazendo o mesmo na minha pussy, a outra mão dele se jogou nos meus peitos, que começou a apalpar com desespero, como pude me curvei pra alcançar com minha boca o cock dele, enfiando e chupando com muita delicadeza.
Minha língua percorria aquele membro venoso de cima pra baixo, e os gemidos de Pedro mostravam que ele tava adorando, a masturbação que eu dava com minha boca me fazia tremer. Com um movimento quase atlético, Pedro se posicionou de um jeito que fizemos um 69 perfeito, o sexo dele ficou na frente da minha boca e minha bucetinha na dele, nós dois ao mesmo tempo começamos a nos dar prazer um ao outro, sentia a língua dele passeando pelos lábios da minha pussy, se enfiando de vez em quando lá dentro, roçando meu clitóris, e eu fazia o mesmo com minha boca no pau dele.
Logo Pedro não aguentou mais, e saindo daquela posição me jogou na cama, abriu minhas pernas, e colocou a ponta do enorme membro dele na entrada da minha pussy, começou a roçar de leve, pra cima e pra baixo, minha excitação crescia, e eu sentia aquele pau perfeitamente na entrada do meu sexo, aí ele parou, segurou minha cintura com as duas mãos e de um puxão só, enfiou bem fundo, foi um gemido junto, senti o membro dele todo duro e cheio de veias lá dentro, ele começou a se mexer com energia, minhas mãos instintivamente foram parar na bunda dele, que a cada estocada ele ficava bem duro, nossos corpos começavam a suar. Depois de alguns minutos, ele tirou o pau, me pegou, me levantou e me virou, pra meter de novo de quatro. O ritmo dele aumentava e eu quase gozava, pedi pra montar nele, ele topou na hora, foi o momento em que senti mais fundo o membro dele dentro de mim, a respiração dele acelerou, ele dizia que não aguentava mais e ia gozar, quando eu comecei a sentir meu orgasmo, um líquido intenso dentro de mim anunciava que ele tinha derramado todo o leite dele em mim, caí exausta no corpo suado dele, e assim ficamos descansando pelo resto da noite.
Na manhã seguinte, Pedro já estava no quarto dele, e eu descansava só com os lençóis, quando Marcos chegou, me cumprimentou com um beijão na boca.
O dia seguiu normal, sempre disfarçando da minha parte o que rolou com Pedro.
Faltavam só uns dias pra Pedro ir embora e voltar pra terra dele, quando uma manhã Marcos me contou ao acordar que tinha tido um sonho estranho, me via nele, transando com outro cara. A verdade é que esse comentário me assustou pra caralho, mas ele disse que o mais bizarro de tudo era que aquilo tinha excitado ele, me ver toda molhada e que, até num momento da cena, ele entrava na brincadeira comigo e aquele desconhecido. Eu só olhei bem fixo pra ele. A real é que essa ideia também começou a me excitar, já que seria só sexo. Perguntei, com um pouco de medo da reação dele, se ele topava tentar. Marcos topou e planejamos incluir Pedro na festa, obviamente sem contar ainda o que tinha rolado com ele.
Planejamos ir dançar nós três e que, no lugar, eu começaria com uns roces no Pedro quando fosse dançar com ele.
Fizemos isso. Coloquei um vestido curto e fomos. Chegamos num lugar afastado da cidade, entramos, o clima era perfeito, música, luz baixa e um monte de gente. Começamos bebendo algo na mesa, depois a primeira dança foi com meu marido. Dancei sensual, ele me pegava na cintura de vez em quando e me colava no corpo dele. Depois de uns minutos, Marcos insinuou pro Pedro me tirar pra dançar. Entre um movimento e outro, Pedro passava a roçar meus peitos, também me agarrava na cintura, mas com as mãos um pouco mais pra baixo, indo mais pro meu rabo.
Depois de um tempo, fomos sentar, mas dessa vez sentei do lado do Pedro e o Marcos na frente. Durante a conversa, comecei a roçar minha perna na do Pedro. Como já tínhamos tido um encontro antes, não foi difícil fazer o Pedro entrar na brincadeira, ainda mais quando eu desci a mão. Mano, e enfiei de cheio na boceta dele.
Num ato reflexo, Pedro me abraçou e começou a acariciar minhas costas na frente do meu marido. As carícias dele foram ficando cada vez mais sensuais, até que ele começou a passar as mãos pelos meus flancos, aproximando elas cada vez mais dos meus peitos, que ele, muito sem vergonha, começou a apalpar por cima da minha roupa.
Enquanto isso rolava, Marcos ficou me encarando, piscou o olho e disse que sabia de tudo que tinha rolado nos dias anteriores, que ele e Pedro tinham preparado tudo e que não tinha nada que o excitava mais do que ser o marido de uma mulher tão puta. Ele propôs que a gente saísse dali e fosse pra um lugar mais discreto. A mensagem foi clara pra nós: continuar a aventura em casa. A verdade é que aquela noite foi fantástica, nunca tinha sentido o sexo tão forte, sendo possuída por dois caras ao mesmo tempo, que me acariciavam juntos, cada um cuidava de um mamilo, enquanto um metia no meu cuzinho, o outro enfiava o pau veiudo e duro na minha boca.
Foi uma aventura muito excitante que a gente repete sempre que tem oportunidade. A verdade é que depois disso consegui diferenciar fazer amor de transar. A primeira só se faz com o parceiro.
Embora as camisas que costumo usar sejam justas, elas ainda deixam ver o formato dos meus peitos.
Quero parar um pouco pra analisar minha roupa íntima, porque como eu disse antes, o Marcos sempre gostou que eu usasse, principalmente, as tangas de renda, e meu jeito de dormir era sempre com uma camiseta e uma tanga, que não durava muito no lugar, já que quase toda noite ele arrancava pra transar com muita força. Adoro quando ele mete bem forte até dentro com potência.
Bom, um dia, lembro bem que era domingo, acordei muito agitada, e totalmente molhada entre minhas pernas, por causa de um sonho que tive, onde eu me via transando com um homem que não era o Marcos. A verdade é que o sonho foi muito real.
O tempo passou, e um belo dia — digo belo dia porque agora considero assim — o Marcos chegou em casa me contando que um amigo dele de Buenos Aires vinha visitá-lo, e que pretendia ficar na cidade por quase 2 semanas, e claro, como era um amigo antigo da faculdade, ele tinha proposto que o cara ficasse conosco em casa durante esse tempo.
A verdade é que sempre me incomodou um pouco ter que dividir nosso espaço com pessoas de fora.
Os primeiros quatro dias foram totalmente normais, à noite saíamos nós três pra mostrar a cidade pra ele, de vez em quando comíamos pela cidade e outras vezes saíamos pra dançar e tomar uns drinks pra curtir a noite.
O Pedro tinha o quarto dele ao lado do nosso e bem perto do banheiro. Faço essa observação pra vocês imaginarem a casa.
No quinto dia da estadia do Pedro em casa, o Marcos me informou que precisava se ausentar no fim de semana, porque tinha que viajar a trabalho pra fora da cidade, mas que por isso, as As coisas não mudavam: Pedro ainda ficaria conosco, e só estaria fora até segunda de manhã.
Marcos foi embora numa sexta à tarde, e eu aproveitei pra sair pra casa de uma amiga, já que Pedro ia visitar um conhecido aqui perto. Passei as chaves da casa pra ele, já que não sabia quem chegaria primeiro.
Lá pela meia-noite, voltei pra casa, entrei sem fazer muito barulho pra não acordar o Pedro. Quando tava indo pro meu quarto, percebi que a porta do quarto dele estava entreaberta. Com a pouca luz do corredor, dava pra ver o Pedro deitado, completamente dormindo, mas só coberto com o lençol até a cintura, com o corpo aparentemente todo nu, porque na parte de baixo, entre as pernas, dava pra ver perfeitamente um volume.
Bom, obviamente passei reto pro meu quarto, mas qual foi minha surpresa quando me deitei e percebi que minha calcinha tava toda molhada. E, por mais que eu resistisse em acreditar, eu tava meio excitada.
Demorei pra pegar no sono. Na minha mente, ficava vendo o corpo semi-coberto do Pedro, aquele volume entre as pernas dele coberto pelo lençol, e de vez em quando lembrava também daquele sonho que tive uma vez, transando com um estranho, do jeito que ele fazia, das sensações. Tudo vinha na minha mente bem clarinho, e essa brincadeira toda de pensamentos bagunçou meu sono.
No dia seguinte, sábado, acordei com o barulho do chuveiro, porque o Pedro tinha entrado no banheiro. Decidi levantar pra ir na cozinha preparar o café. Só vesti uma camiseta. Quando saí do quarto, tive que passar inevitavelmente na frente do banheiro. A porta tava entreaberta, não sei se de propósito ou por esquecimento. Nosso chuveiro tem uma cortina de vidro totalmente transparente. Como se estivesse possuída por alguma força estranha, parei pra olhar, e pude contemplar, entre a visibilidade que o vapor permitia, o corpo completamente nu do Pedro, que começava a... ensaboar. No começo, vi ele de costas, a bunda dele apontava na minha direção em todo seu esplendor, junto com as pernas firmes. Pedro começou a ensaboar a cabeça primeiro, o que fez ele fechar completamente os olhos. Nesse instante, ele se virou pra receber a água nas costas, deixando agora à minha vista o pinto dele, embora mole, era de um tamanho considerável, e o que dava pra ver é que era bem grosso e muito peludo. Minha mente viajou por um momento, imaginando ele ereto e duro, ainda mais quando ele começou a lavar, porque era ali que ele tocava e mexia de um lado pro outro.
Saí da cena rapidamente por dois motivos: o primeiro era que ele podia abrir os olhos já lavados e me ver, mas a principal razão era que me toquei do que tava fazendo — espiando outro homem, algo que eu ainda não concebia direito. Fui pra cozinha e preparei o café da manhã, voltei pro meu quarto e esperei o Pedro terminar pra usar o chuveiro, mas dessa vez tranquei bem a porta, não queria ser eu, dessa vez, a vítima de olhares.
Naquela manhã, coloquei um vestido bem curto, por causa do calor que começava a fazer, sem sutiã. Quando sentamos à mesa com o Pedro, conversamos sobre tudo, mas tentei não deixar transparecer que eu tinha visto ele no banho. Toda vez que eu me levantava pra pegar alguma coisa, notava que o olhar dele ia direto pras minhas pernas e minha bunda. Esses olhares provocaram em mim, mesmo sem querer, um certo grau de excitação, uma situação inevitável que trouxe consigo a ereção involuntária dos meus bicos, fazendo eles se destacarem e marcarem bem visíveis no meu vestido fino. Claro que o Pedro notou, e em várias oportunidades, eu o pegava olhando diretamente pra eles.
Assim passou o dia. Pedro saiu durante a tarde, e eu fiquei em casa. Durante todo aquele dia, fez muito calor, situação que aproveitei à noite. Como Pedro me avisou que chegaria tarde pra dormir, aproveitei pra me deitar cedo. Tentei ler, mas não conseguia me concentrar, porque minha mente viajava naquela cena. Lembrança do Pedro no chuveiro, o pau dele de fora, os olhares dele pras minhas pernas e peitos, além da lembrança do meu sonho transando com um desconhecido, esse mar de pensamentos não me deixava em paz, e uma ideia louca passava pela minha cabeça, eu me perguntava, como seria o Pedro sexualmente. A verdade é que esse pensamento, junto com os outros, provocou uma excitação intensa e involuntária em mim, que me fez começar a me tocar por cima da minha calcinha, percebendo que eu estava toda molhada.
Aqueles pensamentos foram crescendo cada vez mais, e eu decidi testar uma ideia. Peguei um conjunto semi transparente, que só me cobria até uns dois centímetros abaixo dos meus peitos, deixando toda a minha barriga à mostra.
Calculando a chegada do Pedro em casa, deixei descaradamente a porta do meu quarto aberta, e a luz do abajur acesa com uma intensidade suave, me deitei e me cobri pela metade com os lençóis, deixando de fora minha perna que estava na beirada da cama, de frente pra porta, e metade da minha buceta de fora, mas sempre com a micro calcinha fio dental vestida, fingindo que estava dormindo com um livro em cima da cama.
Depois de um tempinho, ouvi o barulho das chaves na porta da frente, era o Pedro, escutei os passos dele se aproximando do quarto dele, mas ele parou na frente da minha porta, como era de se esperar, o silêncio durou uns minutos, aí ele continuou o caminho até o quarto dele. Por um momento, pensei que ele tinha ido dormir e que só tinha me observado, mas qual não foi minha surpresa quando, em alguns minutos, senti os passos dele vindo em direção ao meu quarto, mas dessa vez não era som de sapato, não, ele estava completamente descalço, não dava pra saber como ele estava vestido, porque preferi ficar de olhos fechados, ainda fingindo que estava dormindo.
Senti que ele se apoiou de leve na minha cama, do meu lado, e bem sutilmente colocou um dos dedos na minha perna, depois dois, até colocar a mão inteira devagar, talvez num gesto de tentar não me acordar. Ele começou a subiu a mão pela minha perna, até chegar na minha pélvis, que ele tocou com muito cuidado. Meu coração acelerou, talvez pela excitação que eu sentia, a pele, mesmo sem eu querer, se arrepiou, e meus mamilos ficaram durinhos.
Pedro passou os dedos por cima do pequeno triângulo de pano da minha calcinha fio dental, apalpando meus pelinhos pubianos por cima dela, depois desceu entre minhas pernas, sempre sem tirar o toque da minha pele, percorrendo toda a abertura da minha bucetinha, que naquele momento começava a ficar toda molhada, os dedos dele subiam e desciam pelos meus lábios pulsantes.
Com certeza ele percebeu a ereção dos meus mamilos, porque suavemente os tocou com a outra mão, e depois puxou minha camisola curta pra cima, deixando meus dois peitos totalmente de fora. A verdade é que eu morria de vontade de olhar pro pau dele, e ver o tamanho que tinha chegado até aquele momento, mas ainda sentia um certo medo do que estava fazendo, então ficava de olhos bem fechados.
De repente, senti as duas mãos dele na minha calcinha fio dental, começando a puxar ela bem devagar, como era pequenininha, não foi difícil pra ele, e além disso, eu não oferecia muita resistência, até que ele tirou ela completamente, deixando minha bucetinha totalmente no ar e minhas pernas entreabertas. Pedro colocou os dedos de novo, mas dessa vez sobre os pelinhos pubianos, começou a descer até meus lábios vaginais, passando por eles suavemente, a verdade é que aquela sensação me arrepiou toda, quando ele chegou na abertura da bucetinha, que claro, estava toda melada. Pedro, com muito cuidado, começou a enfiar um dos dedos, primeiro só um pouquinho, até meter ele todo, isso me deixava louca, já tava difícil disfarçar minha excitação, ainda mais quando ele começou a mexer ele lá dentro.
Uma das minhas mãos descansava na lateral da cama, de repente senti algo roçando nela, abri os olhos de leve, e pude ver o volume do pau dele, que ameaçava sair da cueca. estava começando a roçar cada vez com mais ritmo o pau dele na palma da minha mão, que até então ficava imóvel. Minha excitação começava a subir, foi nesse momento que eu já não aguentava mais, e minha respiração ofegante começou a ficar evidente, simplesmente entreabri minha mão e peguei aquele volume apertando, Pedro soltou um gemido e me olhou fixo nos olhos. Tirei minha mão do pau dele e de um puxão só baixei a cueca dele, deixando no ar um membro duro, grande, bem grosso e cheio de veias, a cabeça do cock dele estava super molhada, comecei a masturbá-lo, enquanto ele continuava fazendo o mesmo na minha pussy, a outra mão dele se jogou nos meus peitos, que começou a apalpar com desespero, como pude me curvei pra alcançar com minha boca o cock dele, enfiando e chupando com muita delicadeza.
Minha língua percorria aquele membro venoso de cima pra baixo, e os gemidos de Pedro mostravam que ele tava adorando, a masturbação que eu dava com minha boca me fazia tremer. Com um movimento quase atlético, Pedro se posicionou de um jeito que fizemos um 69 perfeito, o sexo dele ficou na frente da minha boca e minha bucetinha na dele, nós dois ao mesmo tempo começamos a nos dar prazer um ao outro, sentia a língua dele passeando pelos lábios da minha pussy, se enfiando de vez em quando lá dentro, roçando meu clitóris, e eu fazia o mesmo com minha boca no pau dele.
Logo Pedro não aguentou mais, e saindo daquela posição me jogou na cama, abriu minhas pernas, e colocou a ponta do enorme membro dele na entrada da minha pussy, começou a roçar de leve, pra cima e pra baixo, minha excitação crescia, e eu sentia aquele pau perfeitamente na entrada do meu sexo, aí ele parou, segurou minha cintura com as duas mãos e de um puxão só, enfiou bem fundo, foi um gemido junto, senti o membro dele todo duro e cheio de veias lá dentro, ele começou a se mexer com energia, minhas mãos instintivamente foram parar na bunda dele, que a cada estocada ele ficava bem duro, nossos corpos começavam a suar. Depois de alguns minutos, ele tirou o pau, me pegou, me levantou e me virou, pra meter de novo de quatro. O ritmo dele aumentava e eu quase gozava, pedi pra montar nele, ele topou na hora, foi o momento em que senti mais fundo o membro dele dentro de mim, a respiração dele acelerou, ele dizia que não aguentava mais e ia gozar, quando eu comecei a sentir meu orgasmo, um líquido intenso dentro de mim anunciava que ele tinha derramado todo o leite dele em mim, caí exausta no corpo suado dele, e assim ficamos descansando pelo resto da noite.
Na manhã seguinte, Pedro já estava no quarto dele, e eu descansava só com os lençóis, quando Marcos chegou, me cumprimentou com um beijão na boca. O dia seguiu normal, sempre disfarçando da minha parte o que rolou com Pedro.
Faltavam só uns dias pra Pedro ir embora e voltar pra terra dele, quando uma manhã Marcos me contou ao acordar que tinha tido um sonho estranho, me via nele, transando com outro cara. A verdade é que esse comentário me assustou pra caralho, mas ele disse que o mais bizarro de tudo era que aquilo tinha excitado ele, me ver toda molhada e que, até num momento da cena, ele entrava na brincadeira comigo e aquele desconhecido. Eu só olhei bem fixo pra ele. A real é que essa ideia também começou a me excitar, já que seria só sexo. Perguntei, com um pouco de medo da reação dele, se ele topava tentar. Marcos topou e planejamos incluir Pedro na festa, obviamente sem contar ainda o que tinha rolado com ele.
Planejamos ir dançar nós três e que, no lugar, eu começaria com uns roces no Pedro quando fosse dançar com ele.
Fizemos isso. Coloquei um vestido curto e fomos. Chegamos num lugar afastado da cidade, entramos, o clima era perfeito, música, luz baixa e um monte de gente. Começamos bebendo algo na mesa, depois a primeira dança foi com meu marido. Dancei sensual, ele me pegava na cintura de vez em quando e me colava no corpo dele. Depois de uns minutos, Marcos insinuou pro Pedro me tirar pra dançar. Entre um movimento e outro, Pedro passava a roçar meus peitos, também me agarrava na cintura, mas com as mãos um pouco mais pra baixo, indo mais pro meu rabo.
Depois de um tempo, fomos sentar, mas dessa vez sentei do lado do Pedro e o Marcos na frente. Durante a conversa, comecei a roçar minha perna na do Pedro. Como já tínhamos tido um encontro antes, não foi difícil fazer o Pedro entrar na brincadeira, ainda mais quando eu desci a mão. Mano, e enfiei de cheio na boceta dele.
Num ato reflexo, Pedro me abraçou e começou a acariciar minhas costas na frente do meu marido. As carícias dele foram ficando cada vez mais sensuais, até que ele começou a passar as mãos pelos meus flancos, aproximando elas cada vez mais dos meus peitos, que ele, muito sem vergonha, começou a apalpar por cima da minha roupa.
Enquanto isso rolava, Marcos ficou me encarando, piscou o olho e disse que sabia de tudo que tinha rolado nos dias anteriores, que ele e Pedro tinham preparado tudo e que não tinha nada que o excitava mais do que ser o marido de uma mulher tão puta. Ele propôs que a gente saísse dali e fosse pra um lugar mais discreto. A mensagem foi clara pra nós: continuar a aventura em casa. A verdade é que aquela noite foi fantástica, nunca tinha sentido o sexo tão forte, sendo possuída por dois caras ao mesmo tempo, que me acariciavam juntos, cada um cuidava de um mamilo, enquanto um metia no meu cuzinho, o outro enfiava o pau veiudo e duro na minha boca.
Foi uma aventura muito excitante que a gente repete sempre que tem oportunidade. A verdade é que depois disso consegui diferenciar fazer amor de transar. A primeira só se faz com o parceiro.
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