O plano com o José era infalível e eu tava pronto pra botar em prática. Criei uma conta falsa no Facebook e com ela contatei minha mãe.
Eu: Oi, tudo bem, senhorita Alondra?
Minha mãe: Oi, quem é você, desculpa?
Eu: Sou alguém que te conhece muito bem, conheço seus peitos, seus lábios, sua buceta e até seu cu.
Minha mãe parou de me responder por um tempo até que eu mandei as fotos das conversas com o chefe do meu pai.
Minha mãe: Como você tem isso!!!
Eu: Isso não é da sua conta.
Minha mãe: Por acaso você me hackeou?
Eu: Me escuta bem, sua puta do caralho. Não importa se te hackeei ou não, você vai fazer o que eu mandar, ouviu? Ou tudo isso vai chegar na esposa do homem com quem você tá transando.
Minha mãe: Se você quer dinheiro, posso te dar.
Eu: Vou na sua casa hoje.
Minha mãe: Que você não se convide sozinho.
Depois disso, parei de responder. A segunda parte do plano já tava prestes a começar. Comprei uma máscara pra não mostrar o rosto e um modulador de voz pra ela não me reconhecer. Minha mãe achou que eu tava na escola, mas eu voltei pra fazer uma visita. Toquei a campainha e minha mãe abriu a porta, não conseguiu me reconhecer.
Minha mãe: Vou supor que você é quem eu tô esperando. Usar máscara é meio covarde, sabia? Enfim, me segue até a sala.
Minha mãe se virou pra andar, a rabuda dela balançava de um lado pro outro e eu não consegui evitar de dar um tapa.
Minha mãe: Ai, seu animal.
Tentou me dar um tapa, mas na hora segurei as mãos dela, arranquei o vestido e apertei ela contra a parede enquanto me despia.
Eu: Parece que você ainda não entendeu a situação. Deixa eu te mostrar, sua puta.
Dava pra sentir que minha mãe tinha uma garganta bem treinada. Mesmo quando eu enfiava minha pica de 23 cm, ela engolia sem dificuldade.
Eu: Agora você é minha, sua vadiazinha.
Minha mãe: Seu filho da puta.
Dei um tapa nela por falar assim comigo. Ela era agressiva demais, eu precisava treinar ela direito se quisesse que ficasse obediente.
Eu: Vem, vamos pra sala então.
Comecei a arrastar ela pelo cabelo.
Minha mãe: Me solta, seu imbecil, você tá me machucando.
Eu: Cala a boca, ou você sabe o que vai acontecer com suas fotos.
Levantei minha mãe e coloquei ela no sofá.
Eu: Fica de quatro.
Minha mãe obedeceu e na hora se ajeitou do jeito que eu queria. De repente, sem avisar, enfiei a pica.
Minha mãe: Ai, ai, já vai, já faz meia hora que a gente tá aqui, ai.
Minha mãe gemia mesmo enquanto estava sendo estuprada, dava pra ver o prazer dela. Ela já tinha gozado umas duas vezes, então finalmente era minha vez.
Deixei ela completamente exausta no sofá, com o esperma no cu, e comecei a me vestir.
Eu: Amanhã a gente continua seu treinamento.
Minha mãe já não conseguia nem falar, só continuava gemendo de prazer.
Eu: E de agora em diante, você vai me chamar de senhor.
Deixei ela lá e voltei pra escola.
Eu: Oi, tudo bem, senhorita Alondra?
Minha mãe: Oi, quem é você, desculpa?
Eu: Sou alguém que te conhece muito bem, conheço seus peitos, seus lábios, sua buceta e até seu cu.
Minha mãe parou de me responder por um tempo até que eu mandei as fotos das conversas com o chefe do meu pai.
Minha mãe: Como você tem isso!!!
Eu: Isso não é da sua conta.
Minha mãe: Por acaso você me hackeou?
Eu: Me escuta bem, sua puta do caralho. Não importa se te hackeei ou não, você vai fazer o que eu mandar, ouviu? Ou tudo isso vai chegar na esposa do homem com quem você tá transando.
Minha mãe: Se você quer dinheiro, posso te dar.
Eu: Vou na sua casa hoje.
Minha mãe: Que você não se convide sozinho.
Depois disso, parei de responder. A segunda parte do plano já tava prestes a começar. Comprei uma máscara pra não mostrar o rosto e um modulador de voz pra ela não me reconhecer. Minha mãe achou que eu tava na escola, mas eu voltei pra fazer uma visita. Toquei a campainha e minha mãe abriu a porta, não conseguiu me reconhecer.
Minha mãe: Vou supor que você é quem eu tô esperando. Usar máscara é meio covarde, sabia? Enfim, me segue até a sala.
Minha mãe se virou pra andar, a rabuda dela balançava de um lado pro outro e eu não consegui evitar de dar um tapa.
Minha mãe: Ai, seu animal. Tentou me dar um tapa, mas na hora segurei as mãos dela, arranquei o vestido e apertei ela contra a parede enquanto me despia.
Eu: Parece que você ainda não entendeu a situação. Deixa eu te mostrar, sua puta.
Dava pra sentir que minha mãe tinha uma garganta bem treinada. Mesmo quando eu enfiava minha pica de 23 cm, ela engolia sem dificuldade.
Eu: Agora você é minha, sua vadiazinha.
Minha mãe: Seu filho da puta.
Dei um tapa nela por falar assim comigo. Ela era agressiva demais, eu precisava treinar ela direito se quisesse que ficasse obediente.
Eu: Vem, vamos pra sala então.
Comecei a arrastar ela pelo cabelo.
Minha mãe: Me solta, seu imbecil, você tá me machucando.
Eu: Cala a boca, ou você sabe o que vai acontecer com suas fotos.
Levantei minha mãe e coloquei ela no sofá.
Eu: Fica de quatro.
Minha mãe obedeceu e na hora se ajeitou do jeito que eu queria. De repente, sem avisar, enfiei a pica.
Minha mãe: Ai, ai, já vai, já faz meia hora que a gente tá aqui, ai.
Minha mãe gemia mesmo enquanto estava sendo estuprada, dava pra ver o prazer dela. Ela já tinha gozado umas duas vezes, então finalmente era minha vez.
Deixei ela completamente exausta no sofá, com o esperma no cu, e comecei a me vestir.
Eu: Amanhã a gente continua seu treinamento.
Minha mãe já não conseguia nem falar, só continuava gemendo de prazer.
Eu: E de agora em diante, você vai me chamar de senhor.
Deixei ela lá e voltei pra escola.
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