Província de San Juan, cheia de homens que querem ser cuck, mas as mulheres não aceitam. Tem aquele tabu que todo mundo conhece ou que em algum momento a gente cruza na vida. Muitos homens casados, com ou sem filhos, me chamam no privado pra falar sobre a vontade de ser cuck ou que já são, mas tiveram experiências boas ou ruins. Nesse caso, vamos dar um basta. Você, cara, que tem vontade de ser cuck, primeiro tem que aceitar se ela quer ou não. Não dá pra forçar nenhuma mulher a se deixar pisar por outro homem se ela não aceita. Então, se você quer fantasiar, vai na lata! Para de ser histérico. Eu vejo, leio e me relaciono com homens que, cada dia mais, estão cansados da mulher que estão ou escolheram e querem experimentar algo novo. Mas até eles mesmos querem experimentar algo novo sobre si mesmos, que talvez a namorada ou esposa não tenha coragem de ouvir, contar ou fazer. Essa é uma dessas histórias. Há pouco tempo, um homem de 37 anos, enfermeiro, me contatou. A mulher dele também é enfermeira, mesma idade, pais de um filho. Autorizado por eles e revisado por eles, o relato. Uma manhã, não faz muito tempo, nos encontramos no ACA, perto da 9 de Julho e Av. Rawson, pra tomar um café com ele, conversar sobre a vida e, principalmente, sobre a vontade de ser cuck. Surpresa: ela estava sentada em outra mesa, observando e, imagino, tentando ouvir nossa conversa, que sempre foi baixa. Depois de uns 15-20 minutos, ela levantou da mesa e sentou com a gente, ele me apresentou e mudou o assunto pro trabalho. Mas ela tinha um olhar muito safado... como se tivesse entrado na onda, já tava no jogo e queria jogar. Ela começou a jogar uns verdes. Num desses verdes, ele olhou pra ela e disse: "Tal quarto tá livre. Se vocês tão a fim, vamos." Assim começou a primeira vez dele como cuck. Indo pra um quarto, nos trancando, o clima muito frio porque não teve preliminar, foi direto ao ponto. Eles começaram a se beijar. ela começou a fazer um boquete nele, daqui a pouco me chama pra chegar perto e começou a fazer um boquete em mim, deixando ele de lado enquanto ele sentou numa poltrona de acompanhante. Ela, uma mulher gostosa, altura 1,58, uns peitos normais tamanho 80, uma bunda empinada 0km, segundo ela. Ele tava morrendo de vontade de ver ela foder com outro.
Começou a fazer um boquete maravilhoso em mim, garganta profunda, daqueles que ela se engasga e enche a boca de saliva e continua como se o mundo fosse acabar, passando a língua na cabeça da pica e fazendo gargantas profundas sem parar, se engasgando e curtindo. Ele já tava se punhetando. Ela senta na cama do quarto, que já são bem altas, e levanta as pernas pra me deixar toda a buceta exposta e eu ver o cu perfeito dela, pra dar umas linguadas disfarçadas pra sentir o clima. Então comecei a chupar a buceta dela e, aos poucos, chupar mais pra baixo pra tocar com a língua na bunda. Sensação gostosa quando eu passava a língua, ela fazia força pra não fechar as pernas. Depois de um tempo, percebi que ela tava gostando, e ela fala pra ele: "Assim que eu gosto que chupem minha buceta e meu cu." Bom sinal pra tentar algo novo, pensei comigo. Começamos a foder na cama, um sexo muito gostoso, os três curtindo, ele olhando a gente transando como se não tivesse ninguém naquele quarto. Num momento, ele tira da roupa de enfermeiro dele um dilatador anal, um plug pequeno de borracha... imaginei que era pra ela... Ela fica tipo: "Nunca falamos sobre isso..." A gente fala: "Espera aí, eu gosto de me punhetar pensando na minha mulher com outro, mas curto mais ainda se eu tiver isso no cu..." Ela fala meio brava: "Mas você nunca me disse, não sabia nada disso." Na hora pensei: "Já era, vão mandar esse maluco pastar", mas não foi assim. Ela fala: "Vira pra cá, é parecido com o da Marcela (nome trocado)." Ela chupa e mete forte, não sei se digo com... Raiva, inexperiência, sei lá, mas foi estranho aquele momento de ver ela enfiando um dilatador nele sem aviso prévio, tipo "já que você gosta, toma, agora tá dentro"... Ela disse: "Fica assim que eu quero ver como fica esse rabo..." Ela ficou de quatro, agarrada no sofá, olhando pra bunda do marido e batendo uma por baixo. Foi assim que ele gozou em 15 segundos, não durou mais que isso, e ele queria tirar o plug do cu, mas ela não deixava. Aí eu continuei comendo ela até que falei que ia gozar, e ela disse: "Joga tudo na bunda". Foi assim que ela ficou com todo meu gozo na bunda dela e o marido com o plug no cu. Ficamos uns minutos recuperando o fôlego depois daquela foda gostosa, e ele reclamando do plug, até que ela disse: "Se você gosta... eu também quero experimentar um dia, ver como é ter um no cu." Ele respondeu: "Beleza, a gente vai usar junto." Aí, sentados nós três, ele ainda com o plug no cu, ela perguntou: "Mas você gostaria de ser comido?" Ele disse: "Nunca pensei nisso, não curto homens." Ela falou: "Sabia que sempre imaginei esse momento? Adorei te ver transando com outra pessoa." E ele respondeu: "Mas se eu te pedisse pra dar o cu, você deixaria?" Ela disse: "Se você não deixa, por que eu daria? Seria uma fantasia igual a que você teve agora... queria ver você sendo comido." Nessa hora, ele não aguentou mais, tirou o plug e foi pro banheiro. Eu fiquei com ela, nos beijando e nos apalpando, e ela aproveitou pra me fazer um boquete enquanto ele saía do banheiro. Quando ele saiu, disse: "Não demorei nada e já tô com vontade de continuar..." Ela respondeu: "Não, não, mas não quero desperdiçar essa oportunidade." Então terminou de me fazer um boquete e engoliu todo o gozo. Só pra deixar claro: como touro de vários casais, alguns com cuckold, outros não, nunca transei com nenhum homem. Pra mim, o cuckold ou o cuck é só ver ou saber que, enquanto eu como a mulher, ele tá curtindo do jeito dele. A gente já se encontrou de novo, e vou continuar. contando mais quando eles terminarem de ler e modificar o outro capítulo. Fotos por enquanto eles não querem postar fotos!!!
Começou a fazer um boquete maravilhoso em mim, garganta profunda, daqueles que ela se engasga e enche a boca de saliva e continua como se o mundo fosse acabar, passando a língua na cabeça da pica e fazendo gargantas profundas sem parar, se engasgando e curtindo. Ele já tava se punhetando. Ela senta na cama do quarto, que já são bem altas, e levanta as pernas pra me deixar toda a buceta exposta e eu ver o cu perfeito dela, pra dar umas linguadas disfarçadas pra sentir o clima. Então comecei a chupar a buceta dela e, aos poucos, chupar mais pra baixo pra tocar com a língua na bunda. Sensação gostosa quando eu passava a língua, ela fazia força pra não fechar as pernas. Depois de um tempo, percebi que ela tava gostando, e ela fala pra ele: "Assim que eu gosto que chupem minha buceta e meu cu." Bom sinal pra tentar algo novo, pensei comigo. Começamos a foder na cama, um sexo muito gostoso, os três curtindo, ele olhando a gente transando como se não tivesse ninguém naquele quarto. Num momento, ele tira da roupa de enfermeiro dele um dilatador anal, um plug pequeno de borracha... imaginei que era pra ela... Ela fica tipo: "Nunca falamos sobre isso..." A gente fala: "Espera aí, eu gosto de me punhetar pensando na minha mulher com outro, mas curto mais ainda se eu tiver isso no cu..." Ela fala meio brava: "Mas você nunca me disse, não sabia nada disso." Na hora pensei: "Já era, vão mandar esse maluco pastar", mas não foi assim. Ela fala: "Vira pra cá, é parecido com o da Marcela (nome trocado)." Ela chupa e mete forte, não sei se digo com... Raiva, inexperiência, sei lá, mas foi estranho aquele momento de ver ela enfiando um dilatador nele sem aviso prévio, tipo "já que você gosta, toma, agora tá dentro"... Ela disse: "Fica assim que eu quero ver como fica esse rabo..." Ela ficou de quatro, agarrada no sofá, olhando pra bunda do marido e batendo uma por baixo. Foi assim que ele gozou em 15 segundos, não durou mais que isso, e ele queria tirar o plug do cu, mas ela não deixava. Aí eu continuei comendo ela até que falei que ia gozar, e ela disse: "Joga tudo na bunda". Foi assim que ela ficou com todo meu gozo na bunda dela e o marido com o plug no cu. Ficamos uns minutos recuperando o fôlego depois daquela foda gostosa, e ele reclamando do plug, até que ela disse: "Se você gosta... eu também quero experimentar um dia, ver como é ter um no cu." Ele respondeu: "Beleza, a gente vai usar junto." Aí, sentados nós três, ele ainda com o plug no cu, ela perguntou: "Mas você gostaria de ser comido?" Ele disse: "Nunca pensei nisso, não curto homens." Ela falou: "Sabia que sempre imaginei esse momento? Adorei te ver transando com outra pessoa." E ele respondeu: "Mas se eu te pedisse pra dar o cu, você deixaria?" Ela disse: "Se você não deixa, por que eu daria? Seria uma fantasia igual a que você teve agora... queria ver você sendo comido." Nessa hora, ele não aguentou mais, tirou o plug e foi pro banheiro. Eu fiquei com ela, nos beijando e nos apalpando, e ela aproveitou pra me fazer um boquete enquanto ele saía do banheiro. Quando ele saiu, disse: "Não demorei nada e já tô com vontade de continuar..." Ela respondeu: "Não, não, mas não quero desperdiçar essa oportunidade." Então terminou de me fazer um boquete e engoliu todo o gozo. Só pra deixar claro: como touro de vários casais, alguns com cuckold, outros não, nunca transei com nenhum homem. Pra mim, o cuckold ou o cuck é só ver ou saber que, enquanto eu como a mulher, ele tá curtindo do jeito dele. A gente já se encontrou de novo, e vou continuar. contando mais quando eles terminarem de ler e modificar o outro capítulo. Fotos por enquanto eles não querem postar fotos!!!
3 comentários - Enfermeiro corno san juan