Minha mãe me deu o primeiro boquete!!!

Olá, pessoal. Essa é a primeira vez que eu tive um boquete consciente com a minha mãe. Tudo acontece talvez um ano ou dois depois da primeira vez que fiquei com ela (bêbada). A gente tinha acabado de pegar as chaves de uma casa nova, e só eu e minha mãe fomos pra lá. Decidimos ir pra casa dos meus avós porque já estava escurecendo e começando a chover, mas a sorte mudou quando, perto da casa nova, o caminho que levava até eles ficou bloqueado por causa da subida da água e dos carros que atolaram. Então, sem outra opção, resolvemos ir pra casa nova, que ficava a uns 5 minutos de onde estávamos. Quando chegamos, vimos por que a mulher demorou: saquearam a casa, levaram os contatos de luz, as lâmpadas com tudo e base, as portas, as janelas, até os ralos levaram. A única coisa que deixaram, achamos que pra gente poder entrar e ser roubado, foi a porta da frente e a janela do quarto principal. Total, entramos e estávamos encharcados. Minha mãe mandou eu tomar banho pra não pegar um resfriado, ela ia entrar primeiro, mas eu espirrei, o que fez ela decidir que eu fosse primeiro, já que a água estava quente (ligamos o aquecedor quando chegamos, ele não foi levado porque estava embutido na parede). Quando passei pro banheiro, pude ver em todo o esplendor as tetas da minha mãe balançando de um lado pro outro enquanto meu pau ficava duro. Eu era adolescente, então vocês sabem que fica duro que nem pedra. Entrei e fiquei atrás dela, esfregando o pau na bunda dela. Ela deu um susto e falou: "Ei, cuidado". Comecei a tomar banho, mas sempre colado nela, dando umas esfregadas de vez em quando que me deixavam no 100. Chegou uma hora em que ela passou a mão pra trás pra lavar a bunda, e eu aproveitei pra ela pegar no meu pau. Eu tava me segurando, mas só aquele aperto provocou uma explosão de porra que foi parar nas costas dela e escorreu até o meio da bunda dela. Lembro de pedir desculpa, e ela ficou brava, dizendo que isso não se fazia, que éramos mãe e filho, mas... Virei para me ver melhor e pude ver na frente dela aquele lindo bosque molhado e as tetas dela com os bicos durinhos. Ela olhou pro meu pau, segurou sem bater punheta e falou: "Melhor você se lavar", mas não perdeu a chance de passar os dedos na ponta que ainda tinha porra. Saímos do banho sem roupa (deixo claro que a gente não tinha ideia do que ia rolar, ou seja, sem troca de roupa). Minha mãe decidiu "se vestir" colocando minha camiseta, que estava molhada, o que deixava ver claramente os bicos dos peitos dela durinhos, enquanto batiam no tecido da camiseta, e dava pra ver a bunda dela por baixo, já que a camiseta não cobria tudo, como ela esperava. Mas o que mais me deixou doido foi a buceta dela, que na frente dava pra ver perfeitamente. Ela estava na cozinha pegando a pouca comida que a gente tinha trazido pra jantar, e eu tava besta, pensando se algum vizinho ia ver ela, porque não tinha cortina nem janela. Naquele dia tava muito calor, então o clima com a chuva só deixou a gente fresquinho. Jantamos, com minha mãe sempre na minha frente. A casa tem um quintal coberto que, por razões óbvias, não molhou e tava até quentinho. Decidimos dormir lá porque lá fora parecia que o céu tava desabando, e de repente a luz acabou. Lembro de estar deitado com o pau duro igual a um mastro, de vez em quando percebia que minha mãe virava sutilmente pra olhar meu pau. Ela dormiu de costas pra mim (depois confessou que tava muito excitada e por isso virou). Passou um tempo, umas 1 hora sem nos mexermos. Eu fui pra trás dela (aproximei o colchão onde tava), pensando que ela tava dormindo, e comecei a esfregar o pau nela tentando penetrar, e mesmo percebendo um movimentozinho dela, não liguei. Quando já tava quase metendo no cu dela, de fato já tinha entrado a cabeça, ela virou e me deu uma baita bronca. Expliquei que tava muito excitado, que ela era muito gostosa, que tinha uns peitos lindos, e vocês já sabem. As mães se curvam diante das lágrimas dos filhos. A gente conversou bastante, ela não lembra quase nada, já que ela sentou de frente pra mim e cruzou as pernas, o que deixava a buceta dela lindamente aberta. Acho que ela ficou tão focada na minha bronca que esqueceu esse detalhe. Ela percebeu que eu tava de pau duro e pediu pra eu ir ao banheiro e terminar. Fiquei no banho uns 15 min e voltei, quase chorando falei que não conseguia, que por mais que tentasse não fazia baixar. Aí, depois de uma pequena conversa, implorei pra ela me bater uma. E aconteceu o que eu esperava: ela me levou ao banheiro e começou pela cabeça, com movimentos suaves pra baixo, passando a mão de leve nas bolas. Eu durei muito pouco, e jorrei uma quantidade enorme na mão dela. Senti o calor dela, e como ela ficou vermelha, até a respiração mais ofegante. Ela me perguntou se com aquilo já dava pra dormir, e sendo adolescente, subiu de novo quase na hora. Então falei se ela podia me ajudar mais. Ela virou pra mim, e sem dizer nada, começou a me bater de novo. E agora percebi como ela foi se aproximando, quase sentia a respiração dela na ponta do pau. Pedi se a gente podia sair, porque o banheiro tava muito quente, por causa do banho anterior. Ela topou, o que me deixou duro que nem pedra, além de vê-la tirar a camiseta e andar nua na minha frente (ela depois me disse que entre estar excitada, também achava libertador). Descemos as escadas e sentei no colchão, ela ficou na minha frente e começou de novo. Foi um momento bom, me segurei o máximo que pude, até que quase gozando de novo, ouvimos o vizinho do lado sair pra ver algo no quintal. Isso, mesmo sem a gente correr risco de ser visto, nos deixou mais excitados, já que minha mãe foi quem me levantou pelo pau e me levou pra parte da cozinha, onde se ajoelhou e, sem eu pedir, começou a chupar. Lembro como meu corpo estremeceu ao sentir cada chupada e a língua percorrendo cada dobra do meu pau. Num momento ela me... Virei pra ver, os olhos dela quase fechados, e ver os lábios dela devorando meu pau, me fez gozar de um jeito que nunca tinha sentido. Ela simplesmente se afastou de mim, sem deixar meu pau sair da boca dela. Me disse que era a única vez e que eu tinha que manter segredo. Claro, não foi a única vez e, na verdade, naquela mesma noite, ela bateu uma pra mim só com a mão. O pouco que saiu, já que eu tava bem drenado, deixei na entrada da bunda dela, exatamente como se tivesse tido sexo anal.

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