Com a mãe de um aluno

Trabalho há mais de um ano num clube, onde tem uma mãe de um aluno que é a mulher da minha vida, 35 anos, baixinha, bunda grande, loira natural, olhos azuis, linda, muito linda mesmo.
Ela é separada e, como o pai também vai aos jogos e treinos do filho, às vezes se cruzam e ficam se provocando, falando mal um do outro ou reclamando entre si.
No começo do ano, percebi ela diferente, mais empoderada, com roupas mais chamativas, se fazendo de gostosa, e descobri que o pai estava namorando e levava a nova mulher dele pro clube, então a minha paixão (vou chamar de E).
Aí comecei a dar umas indiretas aos poucos, falar que o penteado novo ficava bem nela quando ia ao salão, elogiar as unhas ou os cílios, essas coisas sutis, sabe. Aos poucos, enquanto eu falava essas coisas quando estávamos sozinhos, ela correspondia, dizendo que eu era muito fofo e tal. Uma tarde, uma chefe minha me disse pra tomar cuidado com ela, que às vezes ela pode surtar e dar merda, isso me deu a dica de que eu tinha que ficar esperto pra conquistá-la.
Um dia, pedi pra ela me levar até um ponto de ônibus mais perto da minha casa e, conversando, ela me disse:
E: Mas você é muito atencioso, sua namorada deve estar muito feliz com você.
Eu: Sempre tento ser, mas às vezes não estamos tão bem.
E: Por quê? Você se comporta mal?
Eu: Não muito, mas tem coisas que eu quero e preciso, e ela com uma vez só já tá satisfeita. Você tem alguém ou só se comporta mal? (preciso dizer que na hora eu caguei de medo, tava jogando minhas cartas pra ela e dependia se ela queria continuar no jogo ou não)
E: Ah, que pena, mas tem que aproveitar sua idade (tenho 24), depois os homens começam a perder a vontade. Eu, por mim, não tenho ninguém e também não posso me comportar mal por causa do meu filho.
Eu: É, talvez eu esteja procurando no lugar errado e tenha que ficar com mulheres mais velhas, os dois ganhariam, já que os homens maduros não aguentam mais.
Chegamos no lugar onde eu tinha que descer. descer, mas sem antes cumprimentá-la com dois beijos perto da comissura da boca e dizer depois a gente continua conversando se quiser. Pensei que ela fosse me chamar no WhatsApp, mas não foi assim, os outros dias foram normais, ela não se aproximava muito até que um dia teve uma festa no clube pelo aniversário de uma criança, então as famílias das categorias estavam convidadas. Eu, como era o único professor que ficava, tinha que guardar as coisas na secretaria, e ela me ajudou. A secretaria era bem afastada, subindo umas escadas, então não tinha como alguém ir lá sem ter algo importante pra pegar.

Eu: Valeu, E, você é um amor.
E: O que eu ganhei?
Eu: Se quiser, mais tarde a gente vai tomar uma cerveja ou um sorvete, o que preferir.
E: Pode ser, mas meu filho tá em casa.
Eu: Então, um beijo e um abraço.
Eu me aproximei e, sem deixar ela pensar, dei um beijo bem perto da boca dela e um abraço, segurando-a pela cintura e puxando ela pra perto de mim. Ela ficou parada, eu peguei ela de surpresa. Sem soltar o abraço, mas me afastando um pouco, perguntei:

Eu: O que foi?
E: Nada, é que aqui não dá, tem todo mundo, né (se virando e olhando pela janela).
Eu: Nem se eu tivesse feito isso.
E aí eu beijei ela, segurando com uma mão a cintura e com a outra a nuca, era meio fofo e meio quente ao mesmo tempo. Ela correspondeu ao beijo por alguns segundos, só me segurou pelos ombros e, quando a gente se separou, colocou a mão no meu peito. A situação seguinte foi meio estranha porque ela disse que precisava voltar e desceu sem falar mais nada. Aí eu pensei: pronto, vou ser expulso do clube por querer pegar uma mãe, a vergonha de continuar ali. Mas não foi assim. A noite seguiu normal e, quando eu tava indo pra casa, chegou um WhatsApp dela.

E: Aceito o sorvete, gosto do de doce de leite.
Fui o mais rápido que pude pra uma sorveteria e comprei. Cheguei na casa dela e ela disse que os filhos estavam dormindo, que a gente tinha que ficar do lado de fora. Aí eu falei que se ela quisesse, a gente podia tomar no meu carro, porque tava frio, ela aceitou. A gente conversava de boa e até zoava o que tinha rolado, falei que era um bom momento pra um beijo e ela ria dizendo que tinha sido bom. Num momento, como via que não tava rolando, perguntei se podia ir no banheiro, que passava em silêncio, ela aceitou e quando cheguei peguei ela pelo braço e meti ela comigo.
E: O que cê tá fazendo, moleque? Respeita minha casa
Eu: shhhh, você não falou pra fazer silêncio?
Nisso ela me olha nos olhos e se joga em cima de mim, me fazendo sentar no vaso e sentando em cima de mim, a gente se beijava bem gostoso e meu pau já tava durasso, e como eu tava de moletom ela percebia e se mexia mais.
E: Cê é um filho da puta, me deixa toda molhada.
Eu: sai daí que vou te comer.
Ela levantou e eu encostei ela na parede beijando e apalpando, ela enfiou a mão por baixo da minha calça e me bateu uma, eu desabotoei a calça jeans dela e comecei a brincar com o clitóris e a buceta dela, nessa altura já tava saindo um cheiro de lá de baixo pedindo meu sexo.
Quando senti ela mais molhada, fui pra trás e abaixei minha calça, sentando no vaso, ela tirou a calça dela e sentou direto no meu pau, primeiro devagar, e quando enfiou tudo começou com movimentos pra frente e pra trás e depois subindo e descendo. Muito gostoso, dava pra ver toda a experiência que ela tinha e a vontade de pau, não acreditava no que tava rolando, não aguentei muito dessa vez e falei que queria gozar, ela falou goza onde quiser que eu tenho as trompas ligadas, eu mandei ela se abaixar e gozei na cara dela, e claro sujei a camiseta dela.
E: Nãooo, olha, me sujou toda, filho da puta, pensei que ia durar mais.
Eu: sabe há quanto tempo eu quero te comer? Isso não termina aqui.
E: não, para, já deu.
Ela tava apoiada lavando o rosto, eu puxei a camiseta dela de uma vez e ela se virou pra me olhar, encostada na parede eu me abaixei um pouco pra meu pau entrar nela de novo, e a gente voltou a foder. Essa posição me excita demais, mesmo sendo muito desconfortável por causa das alturas, então eu meti nela. voltando a apoiar ela na pia e comendo ela de quatro. Aí ficamos um bom tempo até que eu enchi a pussy dela de porra. Ela ficou maravilhada, se olhava no espelho e me encarava com uma cara de puta impressionante, foi uma das melhores noites que tive, quando eu enchi ela, ela gemeu e pediu pra sair, tremendo enquanto escorria tudo.
Depois de ajudar ela a se lavar, com papel higiênico e a camiseta dela toda manchada, ela me acompanhou até a porta e disse que era muito perigoso o que a gente tinha feito, mas que tinha adorado.
Assim começou uma relação de só transar, literalmente é uma mulher que me surpreende com o jeito gaúcha que ela é na hora de foder, espero que nunca acabe porque ela é uma ninfomaníaca escondida, já comemos na secretaria, nos vestiários e até no carro dela. Mas isso fica pra outro relato se vocês quiserem.

6 comentários - Com a mãe de um aluno

Muy buen relato. Espero que sigas contando más encuentros con ella