Faz uns sete anos que tive um caso com a esposa do meu primo e compadre, ele chama Maurício e a esposa dele, Yaneth. A verdade é que sempre senti atração pela mulher dele, porque ela é uma gostosa, se veste de um jeito sexy, com vestidinho curto ou calça justa, tem um corpo bonito e vários caras dando em cima dela. Já tinha conhecido que viram ela com outros homens, e isso só me fazia querer ela mais, sempre chamou minha atenção. Sabia que ela era maltratada pelo meu compadre, que é mulherengo e alcoólatra, mas nunca pensei que meu sonho fosse se realizar e a gente fosse ficar junto. Sempre fui próximo deles, porque convivia muito com meu compadre e a esposa dele. A gente bebia na casa deles, íamos pra balada, eu dançava com a Yaneth e, às vezes, quando ia na casa deles pra passar o tempo, via a calcinha dela no varal, umas tangas de renda, e minha imaginação ia longe, me dava um tesão danado. Teve uma vez que a gente tava bebendo na casa deles, eu e meu compadre dormimos na sala, mas a Yaneth não. Quando acordei, tentei acordar meu compadre pra avisar que ia embora, mas não consegui. Fui no banheiro antes de sair e percebi que o quarto deles tava aberto. Vi a Yaneth dormindo, ela também tinha bebido. Cheguei perto pra acordar ela, mas ela não respondeu. Aí me abaixei e comecei a beijar ela na boca. Ela, meio apagada e bêbada, achou que era o marido e me beijou de volta, falando: "Vai dormir, Maurício." Parei de beijar ela, vi que em cima do quarto tinha uma tanga de renda branca, peguei ela e fui embora. O tesão era tão grande só de pensar que outros caras já tinham pegado ela, porque ela é uma mulher proibida e gostosa. Aí um dia, ela tava indo pro trabalho e eu também, encontrei ela a duas quadras da casa dela. Ela tava vestida muito sexy, com uma calça social branca bem justa que marcava a bunda linda dela e uma blusa decotada. Falei: "Ô, comadre, sobe aí que te levo no trabalho, fica no caminho. YANETH Valeu, compadre. No caminho a gente começou a conversar, zoar pra caramba, porque a gente se dá muito bem. Ela me contou dos problemas que tava tendo com meu compadre, que ela queria curtir a vida. Quando chegou no trabalho dela, falei: EU - Você disse que quer curtir a vida, te convido pra um evento do meu trampo no fim de semana, o que acha? Você vai se divertir pra caramba, porque o clima fica bom pra cacete. E ela aceitou na hora. YANETH - Beleza, adorada, até porque nesse dia seu compadre vai ficar trabalhando até de madrugada. Só que a gente se encontra escondido, sabe que ele é muito ciumento. A gente combinou onde ia se ver. Quando ela desceu do meu carro, se despediu com um beijo na bochecha, coisa que nunca fazia. Quando ela desceu, vi aquela bucetuda enorme que ela tem, não acreditei no que tava rolando e na hora fiquei de pau duro. Passaram os dias e um dia antes do evento mandei mensagem, porque não tinha coragem de falar por telefone: EU - Oi, comadre, só escrevendo pra confirmar. No evento vai muita gente com seus parceiros, não leva a mal, mas queria que você se passasse por minha parceira. Prometo te respeitar, não fazer nada indevido. Ela respondeu: YANETH - Claro, pode contar com isso. Além do mais, a gente forma um casal bonito, hehehe. Sei que no seu evento vai gente importante, como você quer que eu vá vestida? EU - Do jeito que você for, vai estar linda, mas adoraria que fosse de mini com meia-calça. YANETH - Valeu, ok, quero que você seja invejado. Não se preocupa, a gente se vê amanhã, tchau. Chegou o dia, passei pra buscá-la no lugar combinado. Quando vi ela, senti uma adrenalina do caralho, porque ela tava muito gostosa: meia-calça preta, minivestido preto decotado que destacava os peitos dela, salto agulha e um casaco escuro. Quando ela subiu no meu carro, com o movimento o minivestido subiu mais ainda. Tentei disfarçar o olhar pra aquelas pernas torneadas lindas. Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, coisa que nunca fazia, porque meu compadre é muito ciumento. Quando chegamos no evento, tentei fazer ela se divertir, segurei na mão dela. Isso pra mim já era emocionante e, ao apresentá-la como minha parceira, só a abraçava, segurava a mão dela. Naquele momento, pra mim era adrenalina e excitação imaginar a mulher que eu gostava e era proibida, agora fazendo ela passar como minha mina. Ela também segurava minha mão, e pensar que o marido dela tava trabalhando enquanto ela tava comigo. No evento, a gente assumiu nosso papel de casal, nos abraçando, mimando ela com bebidas, dançando, apertando ela forte e colando no meu corpo. No fim do evento, a caminho da casa dela, ela falou:
YANETH: — Calma, seu primo me mandou mensagem falando que vai passar a noite trabalhando. Sabe, me diverti pra caralho, queria que seu primo fosse igual a você.
EU: — Também me diverti pra caralho. Qualquer homem daria tudo pra ter uma mulher como você. Se eu fosse ele, você seria só minha.
YANETH: — Mas você deve ter um monte de mulher.
EU: — E você também deve ter um monte de pretendentes.
YANETH: — Como assim? Mas minha vida é uma rotina, e não sou de pau. Se um dia aparecer um que me mime, eu dou o sim escondido, sem ninguém saber. Com certeza você já pensou em mim, porque sonhei com você fazendo amor comigo.
EU: — Acho que já pensei em você sim, hehe. Que gostosa.
YANETH: — Pena que somos família. Queria ter te conhecido antes.
Naquele momento, fiquei mais excitado do que já tava.
EU: — Vamos terminar a noite num buteco, já que o Maurício não vai chegar em casa por causa do trabalho.
YANETH: — Adorada.
A gente veio alegre com o álcool que tinha tomado. Ao chegar no buteco, continuamos agindo como casal: quando desci do carro, abri a porta pra ela, chegamos de mãos dadas, continuamos bebendo, dançando. Lá pra uma da manhã, saímos de mãos dadas, subimos no carro e no caminho eu falei:
EU: — Você é muito gata.
YANETH: — Você também é muito gato.
No caminho, ela segurava minha perna ou minha mão quando eu tava no câmbio, me dando abertura. Também coloquei a mão na perna dela, tentei acariciar as coxas dela.
EU: — Vou passar no escritório pra pegar um papel e te levo pra casa. No escritório dela, ela decidiu descer do carro. Peguei na mão dela, sentamos num sofá e imediatamente começamos a nos beijar apaixonadamente, enquanto ela pegava no meu pau. Eu acariciava as pernas dela, os peitos dela, e ela mordia meus lábios. Uma mulher muito gostosa, que dava pra ver que tinha experiência na arte de fazer amor, porque eu sabia que ela já tinha tido outros amantes. Comecei a chupar os peitos dela, comecei a acariciar a parte íntima dela, ela me fez sexo oral, e eu retribuí do mesmo jeito. Além disso, sussurrava no ouvido dela:
EU: — Você me encanta.
YANETH: — E você a mim. Eu adoraria ser uma puta...
Enquanto fazia sexo oral e a penetrava, ela já estava molhada. Só afastei a calcinha fio-dental preta de renda dela e a penetrei uma vez, outra vez. Ela gemia:
YANETH: — Adoro sua pica... é a melhor que já experimentei.
Eu a penetrava, e ela curtia muito:
YANETH: — Você é o melhor, adoro paus...
EU: — Diz que eu faço mais gostoso que seu marido.
YANETH: — Sim, minha vida, sou só sua.
Quando gozei, deixei cair na boca dela, e ela continuou chupando meu pau. Depois, ela tirou a calcinha molhadinha e me deu, dizendo:
YANETH: — É pra você, meu amor, pra você lembrar de mim. Obrigada por esta noite. Tenho muitos admiradores e já tive outros homens, já que meu marido não me dá atenção, mas sempre pensei em você.
Levei ela em casa, e naquela noite pedi pra ela ser minha parceira. Ela aceitou, e continuamos nosso relacionamento por um ano, com muitas experiências que vou contar depois. Agora quase não nos vemos, porque eu casei. A gente se vê de vez em quando e ainda rola aquela paixão quando nos encontramos, o que é raro. Mas isso é história pra outra ocasião.
YANETH: — Calma, seu primo me mandou mensagem falando que vai passar a noite trabalhando. Sabe, me diverti pra caralho, queria que seu primo fosse igual a você.
EU: — Também me diverti pra caralho. Qualquer homem daria tudo pra ter uma mulher como você. Se eu fosse ele, você seria só minha.
YANETH: — Mas você deve ter um monte de mulher.
EU: — E você também deve ter um monte de pretendentes.
YANETH: — Como assim? Mas minha vida é uma rotina, e não sou de pau. Se um dia aparecer um que me mime, eu dou o sim escondido, sem ninguém saber. Com certeza você já pensou em mim, porque sonhei com você fazendo amor comigo.
EU: — Acho que já pensei em você sim, hehe. Que gostosa.
YANETH: — Pena que somos família. Queria ter te conhecido antes.
Naquele momento, fiquei mais excitado do que já tava.
EU: — Vamos terminar a noite num buteco, já que o Maurício não vai chegar em casa por causa do trabalho.
YANETH: — Adorada.
A gente veio alegre com o álcool que tinha tomado. Ao chegar no buteco, continuamos agindo como casal: quando desci do carro, abri a porta pra ela, chegamos de mãos dadas, continuamos bebendo, dançando. Lá pra uma da manhã, saímos de mãos dadas, subimos no carro e no caminho eu falei:
EU: — Você é muito gata.
YANETH: — Você também é muito gato.
No caminho, ela segurava minha perna ou minha mão quando eu tava no câmbio, me dando abertura. Também coloquei a mão na perna dela, tentei acariciar as coxas dela.
EU: — Vou passar no escritório pra pegar um papel e te levo pra casa. No escritório dela, ela decidiu descer do carro. Peguei na mão dela, sentamos num sofá e imediatamente começamos a nos beijar apaixonadamente, enquanto ela pegava no meu pau. Eu acariciava as pernas dela, os peitos dela, e ela mordia meus lábios. Uma mulher muito gostosa, que dava pra ver que tinha experiência na arte de fazer amor, porque eu sabia que ela já tinha tido outros amantes. Comecei a chupar os peitos dela, comecei a acariciar a parte íntima dela, ela me fez sexo oral, e eu retribuí do mesmo jeito. Além disso, sussurrava no ouvido dela:
EU: — Você me encanta.
YANETH: — E você a mim. Eu adoraria ser uma puta...
Enquanto fazia sexo oral e a penetrava, ela já estava molhada. Só afastei a calcinha fio-dental preta de renda dela e a penetrei uma vez, outra vez. Ela gemia:
YANETH: — Adoro sua pica... é a melhor que já experimentei.
Eu a penetrava, e ela curtia muito:
YANETH: — Você é o melhor, adoro paus...
EU: — Diz que eu faço mais gostoso que seu marido.
YANETH: — Sim, minha vida, sou só sua.
Quando gozei, deixei cair na boca dela, e ela continuou chupando meu pau. Depois, ela tirou a calcinha molhadinha e me deu, dizendo:
YANETH: — É pra você, meu amor, pra você lembrar de mim. Obrigada por esta noite. Tenho muitos admiradores e já tive outros homens, já que meu marido não me dá atenção, mas sempre pensei em você.
Levei ela em casa, e naquela noite pedi pra ela ser minha parceira. Ela aceitou, e continuamos nosso relacionamento por um ano, com muitas experiências que vou contar depois. Agora quase não nos vemos, porque eu casei. A gente se vê de vez em quando e ainda rola aquela paixão quando nos encontramos, o que é raro. Mas isso é história pra outra ocasião.
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