Isso não é um conto, é uma explicação

Isso não é um conto, aqui vou me apresentar um pouco. Pra vocês saberem mais das minhas vivências, e que os contos que escrevo não são falsos, muitos não são meus, mas sim de outras pessoas com quem pude conversar. Vou começar dizendo que, quando criança, morei um tempo em Monterrey, México. Lá, a palavra "primo(a)" parece se referir ao "güey" na Cidade do México ou ao "parceiro" na Colômbia, etc. Mas, conversando um pouco com algumas pessoas que estão aqui há gerações, me disseram que, embora hoje essa palavra tenha esse significado, antes não era assim. Monterrey tinha muito dinheiro e, pra não perder esse poder, as famílias casavam entre si pra continuar mantendo a linhagem de sangue. Então, o uso de "primo" ou "prima" era realmente porque existia um parentesco de verdade. No meu caso, conversando com amigos da região ou de outros lugares, consegui juntar histórias, que são as que vou contar.

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