Bom, aqui trago o ÚLTIMO ADIANTO dessa continuação alternativa do segundo livro, já finalizada.
Valeu por todas as mensagens, é muito apreciado!
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Recomendo ler 1, 2, 3 e 2.5, nessa ordem.
Espero que curtam, são 6 meses de trampo.
Falou
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CENA 3:
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Depois daquela mini soneca juntos, tivemos que voltar pros outros.
Provavelmente, éramos assunto de conversa, mas como falei antes, não tava nem aí.
Se a Mara queria viver aquilo que tanto queria, que vivesse. Na real, não tinha nenhum problema.
Não sei por que cheguei a pensar desse jeito…
Mas se ela tava afim disso, foda-se. Eu também ia fazer tudo que eu quisesse. Só que diferente dela, o meu bagulho não era descontrole nem putaria. Não. O meu era outra parada.
Sabia que ia ter um antes e um depois daquele outro fim de semana de loucura.
Mudanças iam rolar…
Lá no fundo eu sabia, mas por causa daquela sequência inicial e a que veio depois, tão depravada, minha mente já começava a pensar em ares novos.
Claro que não me apressava. Não. Queria continuar fazendo o que fazia com a Sabrina.
Me sentia tão bem com ela…
Como se me conhecesse de cabo a rabo.
Aquela frase que ela tinha me dito…
Caralho!
É, não ia criar expectativas. Ela disse que escapou. Que foi sem querer, que não era de verdade. Mas mesmo assim, foi lindo ouvir.
A voz dela, tão doce…
Ha…
Que loucura!
Se ela chegasse a sentir isso por mim de verdade…
Acho que mais sorte do que eu já tinha na vida não ia ter. Ia ser demais já, ha.
Mas, enfim, passar tempo com ela me revigorava e, além disso, a gente transava como duas putas.
Era selvagem como a gente comia…
E agora eu tava tomando banho, pensando naquele dia lindo de antes, sozinho, porque ela ficou com vergonha quando falei pra ela entrar comigo.
Mas fazer o quê, também não dava pra pedir mais da vida, né?
Antes de sair, olhei pros vidros das portas do box.
Ainda Estavam as marcas das mãos da Mara...
Cru...
Saí de lá com a toalha e fui pegar umas roupas no quarto, onde estava minha mochila.
Caminhei assim, como se fosse minha casa.
Ia vestir a primeira cueca que encontrasse, quando a Mara entrou no quarto.
MAR: Eu... — Ela disse, fazendo eu me virar e olhar pra ela.
Que estranho foi encará-la.
Ela estava com um short de tecido preto e a parte de cima do biquíni vermelha. O cabelo, todo liso, jogado de um lado.
MAR: Como você está?
EU: Bem, por quê?
Achei a pergunta dela muito estranha.
MAR: Por causa do que aconteceu antes, ali na piscina... Ia te perguntar mais cedo, mas você estava aqui com a Sabri... Não quis atrapalhar...
EU: Ah... Não, tudo bem... — Respondi.
Ela me encarou.
MAR: Eu te conheço... Você tá puto... — Disse com um sorriso, tipo "não me engana".
EU: Não, não tem nada... Já conversamos sobre isso, né? — Falei, soltando a toalha e ficando completamente pelado pra vestir a cueca.
Claro que a Mara olhou meu pau balançar.
Mas ela desviou o olhar pros meus olhos.
Percebi que ela tava nervosa.
MAR: Mesmo assim... Te incomodou alguma coisa?
Alguma coisa?
Não acreditei na pergunta que ela fez...
Sério?
EU: Não, tudo bem...
MAR: Fala, love, você tá tirando sarro da minha cara...
EU: Melhor eu rir do que gozar na sua cara, né? Ou na sua boca...
Ela arregalou os olhos.
MAR: Hmm... Eu...
EU: Já sei... Vi uns exames por aí... Mas preferia que você tivesse me contado, e não ver você sentando numa rola sem proteção.
A expressão no rosto dela disse tudo. Ela até engoliu seco, e eu ouvi o som da garganta dela.
MAR: Ia te contar, mas... Eu... — Continuava nervosa.
EU: Esquece, já foi... É pra isso que viemos...
MAR: Não fala assim comigo, love... Desculpa, você tem toda razão... — Ela se aproximou e colocou a mão na minha cintura.
Não sei por quê, mas não gostei que ela me tocasse.
Não fiz nenhum desfeita, mas pela primeira vez em muito tempo, me senti desconfortável.
EU: Já foi...
MAR: Juro que preferia que você me visse fazendo do que ter que te contar... Me dava muita vergonha…
EU: Vi… – falei com um sorriso falso.
MAR: Não quero que você fique chateado… Sei lá… Com a Sabri você não se cuida… Ou não?
Tava procurando uma desculpa?
Nada…
De fuder…
EU: Mas ela… Ah, deixa… Perda de tempo… – Peguei um short e uma camiseta.
Não queria pensar em mais nada.
Não tinha justificativa nenhuma pra isso que a gente fazia. Nem da parte dela, nem da minha.
MAR: Você ainda tá nessa comigo? Não quero que você fique bravo.
Amaldiçoava a hora em que me meti nessa merda.
É, porque a culpa também era minha.
Mas isso, isso aqui, eu não queria…
EU: Sim, tudo bem… – repeti.
MAR: love, você nem me toca… Fala alguma coisa…
EU: Mas o que eu vou te falar… Faz a tua… Não tem problema…
Ela me olhou com uma certa decepção nos olhos.
MAR: A minha?
EU: Não era isso que você tava fazendo no banheiro?
MAR: Você ficou excitado… Sabia…
EU: Não foi legal te encontrar assim…
MAR: Achei que a gente ia estar na mesma… Mas parece que não…
EU: Teria me falado dos estudos se fosse o caso, né? Tá na mesma? – falei com ironia.
Sabia que ela tinha razão.
MAR: E achei que você ia gostar de me ver assim… Como nas outras vezes…
Parecia que a gente tava falando outra língua.
EU: Esquece, já era… Não tem problema… Eu também com a Sabri, né?
MAR: É… Mas a gente vai ficar de boa com isso? A gente vai embora e pronto, se não…
Nem ela acreditava no que tava dizendo.
Me pergunto o que ela faria se eu falasse, vamos embora…
EU: Tudo bem… De verdade…
Ela me olhou.
Claro que não acreditou. Mas eu não ia voltar atrás. Não agora.
Eu conhecia aquele olhar… O da Mara original…
E não era esse…
A que eu tinha na minha frente tava corrompida.
E agora sim, eu tomei a decisão de não mandar tudo pro caralho. Queria continuar com a Sabrina…
MAR: Você vai me dar bola?
EU: Sim…
MAR: Sim? – falou, me tocando a rola por cima do short…
Fiquei parado…
Aquela perversão que ela trazia já não era mais fiel a mim.
EU: Sim… – falei, visivelmente desconfortável.
MAR: E o que você viu no banheiro?
Ela realmente tava me perguntando isso enquanto me acariciava a rola?
EU: Bastante…
MAR: E você gostou? Me conta…
Como responder a isso?
EU: Você tá Feita uma depravada… Eu vi…
Longe de levar como algo ruim, ela continuou.
Não sabia se ria ou chorava…
MAR: É? Toda uma putinha, viu? – Disse roubando um beijo meu e fazendo cara de perversa.
Uff…
A coisa era séria…
Me deixou pasmo.
MAR: Vai me contar o que mais viu, love?
EU: Além de como você enfiou a pica no cabo pelado e como chupou ele no chão?
Aconteceu algo incrível.
Sério…
Quando falei isso, ela gemeu.
Sim, sem eu tocar nela…
Na verdade, ela que me tocava.
Ela se mordeu toda quando eu disse aquilo.
Ou seja, eu tinha visto ela beijando ele!
E ela ficava com tesão?
Não ia nem me dar uma explicação do porquê fez tudo aquilo?
MAR: Adoro que você me veja fazendo putaria… Uff…
Ela pegou minha mão e levou até um dos peitos dela.
Merda…
Estávamos ali parados, os dois. Ela com uma cara de diaba putaço do caralho e eu, totalmente desnorteado.
MAR: Só dei um beijo nele… Ummm… – Disse me dando um.
Eu não sabia o que responder.
E bom, minha pica inchava.
Como não?
Apesar de não estar feliz com a situação, era a Mara…
EU: Era necessário ele gozar na sua boca? – Falei olhando bem de perto pra ela.
Mas a resposta dela me deu mais medo do que ver aquilo.
Me deixou atordoado, na verdade.
MAR: Sim, love… Queria leitinho… – Disse apertando a pica mais forte.
Deus!
Que porra tava acontecendo com ela?
Olhei fixo pra ela, enquanto ela enfiava a língua até minha garganta.
Pegando fogo…
Inteira…
MAR: Assim quentinho que eu te quero, love… E solta ela um pouquinho que hoje eu também quero ser comida por você… – Largou, com cara de luxúria extrema e me fazendo um carinho na bochecha.
Meu coração acelerou como nunca.
Não entendia nada.
MAR: Te amo… – Disse me devorando a boca, e depois foi embora com cara de maldade, vendo o volume que deixou em mim.
Por quê?
E por que eu estava assim?
Ela agiu como se eu tivesse descoberto ela cortando a grama, e não transando com outro feito uma ninfomaníaca.
Aquele olhar…
Parecia possuída. Uma súcubo…
Sim, não tinha dúvida…
Isso era muito pior do que eu pensava.
Lo Pensava e não encontrava explicação…
Tinha sido selvagem aquela parada no banheiro. Daquelas de pegar tudo e mandar tudo pra puta que pariu. Mas não, ela agiu como se nada tivesse acontecido. Como se fosse normal o namorado dela ver uma coisa daquelas…
Quando a ereção baixou, saí do quarto.
Brian e Franco estavam vendo TV no sofá. Um jogo de futebol que nem me dei ao trabalho de descobrir quem era.
Ouvi Sabrina e Gabriela rindo de alguma coisa lá no fundo. Quase na porta.
Eu ia naquela direção, quando o Martín me chamou, da garagem.
"Já vou", respondi, fazendo a Sabrina se virar e me olhar.
Ela sorriu pra mim…
Uff…
Me desmontava…
Fiz um gesto de "gostosa" pra ela e me virei pra ver o que o Martín queria.
EU: O que cê tá fazendo? – Falei surpreso.
Ele tinha uma bateria.
Começou a tocar um pouco o bumbo ou o tarol, sei lá, mas o ritmo me soou familiar.
MARTIN: Curtiu?
EU: Não sabia que cê tocava bateria kkk
MARTIN: Tocava… Antigamente… Outro dia bateu uma nostalgia e toquei com uns amigos…
Tinha uma guitarra elétrica e uma caixa de som.
EU: Sério?
Ele tocou mais um pouco.
De algum lugar eu conhecia aquela música…
Nunca imaginaria que aquele cara tocava um instrumento desse.
Peguei a guitarra. Eu não manjava muito, mas tinha feito umas aulas uma vez. Sempre toquei de ouvido, digamos…
MARTIN: Me fala que cê toca violão…
EU: Na moral, quem me dera…
Olhei e tava ligada.
MARTIN: Liga ela… Ali…
Tava tentando lembrar como colocar os dedos, kkk…
Martín continuava tocando aquela base que eu conhecia…
Qual era?
Tava na ponta da língua…
Quando liguei a caixa, soou foda…
Deslizei os dedos um pouco.
Ha…
Que lembranças…
Martín tava foda, tocando. Parecia que sabia o que tava fazendo. Como se pegasse o jeito a cada minuto que passava.
Isso!
Já sabia qual era aquela base…
Uma sensação de nostalgia veio na mente e comecei a tocar.
"Tara rara rará… Tara rara rará… Tara rara rará…"
Martín se virou de repente.
MARTIN: Cê toca, filho da puta?
EU: Kkk não bola… Foi sem querer essa parte…
Ela riu.
MARTIN: Vamos… De novo… – Exclamou empolgado.
E de novo ele começou a tocar.
Me olhava como quem diz “vai”
E eu comecei de novo a dedilhar.
“Tara rara rará… Tara rara rará… Tara rara rará…”
MARTIN: Isso, mano, tu sabe…
EU: Haha
Naquele instante alguém apareceu, com a mão na parede e uma cara de “o que tá rolando aqui?”
Era a Sabrina, com uma cara de surpresa do caralho.
SAB: Com licença? – Falou como se não acreditasse.
Ela tava com delineador preto nos olhos.
Uuufff…
Que gostosa!
EU: O quê? haha
SAB: Vocês estavam tocando Persiana Americana? – Disse incrédula
Eu e Martín nos olhamos.
MARTIN: Como tu sabe…
Olhei pra Sabrina mais uma vez.
Ela me olhava com uma mistura de admiração e mistério.
Algo em mim acendeu.
Sabe…
Sem hesitar, comecei de novo.
“Tara rara rará… Tara rara rará… Tara rara rará…”
Os olhos dela se arregalaram…
Martín, que manjava muito, começou com a base e não parou mais.
Eu não tinha muita noção, mas essa música eu tinha imitado um monte de vezes, igual De Música Ligera…
Tipo, eu tocava de ouvido. Sem técnica.
Mas foi o suficiente pra ela entrar e ficar escutando. E ainda, com um sorrisinho, começou a se mexer, tipo dançando.
Uff…
Eu tentava não passar vergonha.
EU: Quem canta? Eu nem fudendo…
MARTIN: Eu até cantaria, mas todo agitado? Não dá haha
Olhei pra Sabrina que tava morrendo de rir. Parecia que tava curtindo o momento.
Do nada, tentei cantar.
EU: Tus ropas caen…
Não acreditava no que tava fazendo…
Como que chegou nisso?
Ja…
Mas olhava pra Sabrina, tão gostosa e cúmplice, e era capaz de atravessar o oceano a nado…
E assim, como se soubesse fazer, a gente fez uma parte da música.
Até que bem, diria…
Os outros, que ouviram o auê, vieram e, surpresos, ficaram olhando eu e Martín, se divertindo pra caralho.
Também a Mara, que ficou parada, balançando a cabeça.
Me deu vergonha fazer isso, admito. Mas ficou bom.
O que não posso negar É que eu quase não tirei os olhos da ruiva durante a apresentação inteira. Senti que ela era minha fã número um…
Quando a gente falou "basta", eles aplaudiram, óbvio. E mesmo pedindo mais uma, não tinha chance de rolar, hehe…
FER: Que artista, meu gordinho! – Falou sorrindo e indo até o Martín. Sentou no colo dele e deu um beijo.
Que relação tão… peculiar!
A Mara piscou o olho pra mim de onde estava, junto com o Brian, a Gabi e o Franco.
Eu fiquei na reação da Sabri, totalmente satisfeita, com as mãozinhas juntinhas.
Fiquei vermelho.
E ela se aproximou…
SAB: Então você toca guitarra? Olha só…
EU: Quem me dera…
SAB: Muito bom, cara!
EU: Tudo de memória, haha
SAB: Amo Soda! Fui vê-los em 2007… Era uma criança!
EU: Ah, é?
SAB: Sim… Fui com minha irmã e minha mãe…
Tirei a viola e larguei ali.
Os meninos já tinham ido embora, e a Fernanda e o Martín estavam se levantando.
EU: Gostou, então? haha, forçando a voz
SAB: Sim, demais…
Não sei por quê, mas saiu natural, como um reflexo.
Dei um selinho nela, na frente de todo mundo.
Fiquei meio sem reação… Nem percebi.
Que idiota!
Vi ela tão linda me olhando de perto e saiu.
Sabrina mordeu o lábio como quem diz "Que ousado!", mas o melhor de tudo é que ela respondeu do mesmo jeito.
Fernanda olhou pra gente e fez o gesto de "fechar a boca", mas na brincadeira. Como se fosse uma piada.
Por dentro eu pensava: "escapou", mas gostei…
Os meninos andaram na nossa frente, e a Sabri, antes de passar pela porta que dava pra sala, apoiou a mão na minha lombar.
Pode parecer besteira, mas senti como um carinho. Algo íntimo…
E assim, voltamos pros outros.
E destaco isso porque num momento em que estávamos todos sentados juntos, jantando, me veio uma ideia louca na cabeça.
Sabrina sentou do meu lado esquerdo e a Mara, do direito, junto com o Franco. E isso também não é um detalhe qualquer…
Eu gostava de ter a ruiva grudada em mim, demais, diria, mas algo começou a rondar minha mente.
E se ela só tava fazendo isso porque a Mara mandou? Pedi?
Eu sabia que a Mara, de algum jeito, convenceu a Sabrina a vir. Eu tinha visto algo por aí...
E se tudo aquilo que ela fazia era pra agradar a Mara?
Não, acho que não...
A Sabrina não era assim...
Além disso, certas coisas não dá pra fingir ou forçar.
Aqueles olhares... Aqueles sorrisos... Não... Tava viajando na maionese à toa...
Depois de comer, ficamos um tempinho na sobremesa, nos sofás, enquanto o Martín foi preparar a piscina. Falou algo sobre água quente...
Assim como no jantar, eu tava do lado da Sabrina e a Mara, dessa vez, um pouco mais longe, conversando com a Fer e a Gabi.
A real é que eu tava focado no que a ruiva tava me contando. Eu zuava ela pelos movimentos de aikido e ela me zuava pela guitarra.
Mas num momento da conversa, olhei pro meu lado. Fiz tipo "não, não acredito em você", de brincadeira.
Só que na hora que virei o olhar, percebi uma coisa que me chamou a atenção por um instante.
Parecia que a Mara tava mostrando algo no celular pras minas.
E claro, meus olhos ficaram ali por uns segundos.
Que susto eu levei quando, com o corpo, porque ela fazia assim, mostrou uma foto no celular e comentou algo baixinho, que não consegui ouvir direito. Também não precisei, porque uma delas se mexeu um pouco, sem querer, e eu vi a tela inteira, a pouco mais de um metro de distância.
Fiquei tipo: "sério?"
Era uma foto dela.
Mas não era uma foto qualquer...
Era da bunda dela, com a bochecha inteira e parte da coxa...
Acho que a Sabrina também viu, porque não falou nada sobre minha distração.
Ha...
Claro!
As boas-vindas...
Ainda mais cheia de porra...
Ela tinha tirado uma foto?
Nada... Isso eu realmente não conseguia acreditar.
Pra que ela tirava aquela foto?
E mostrava…
Bom… Me vem várias respostas na cabeça.
Fiz de conta que nada tinha acontecido e continuei conversando com a Sabrina.
Ela não comentava nada sobre o assunto, mas os olhos dela não conseguiam esconder tudo e eu percebia que, assim como eu, ela sabia que algo muito fora do normal tava rolando com a Mara.
Que, por outro lado e pela primeira vez em muito tempo, cagava pra isso.
EU: Onde a gente tava mesmo? kkk
A expressão dela falou por si só.
Também não era minha ideia meter ela no meio. Quer dizer, no que tava rolando entre mim e a Mara naquele momento.
Eu só me contentava com o que sentia ao ficar perto dela. E na minha cabeça já começavam a surgir umas ideias loucas…
E loucas não do mesmo jeito que a tal da minha mina fazia…
Eu tava falando de outra parada, mas enfim…
Melhor não me perder em divagações.
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Espero que curtam, são 6 meses de trampo.
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Depois daquela mini soneca juntos, tivemos que voltar pros outros.
Provavelmente, éramos assunto de conversa, mas como falei antes, não tava nem aí.
Se a Mara queria viver aquilo que tanto queria, que vivesse. Na real, não tinha nenhum problema.
Não sei por que cheguei a pensar desse jeito…
Mas se ela tava afim disso, foda-se. Eu também ia fazer tudo que eu quisesse. Só que diferente dela, o meu bagulho não era descontrole nem putaria. Não. O meu era outra parada.
Sabia que ia ter um antes e um depois daquele outro fim de semana de loucura.
Mudanças iam rolar…
Lá no fundo eu sabia, mas por causa daquela sequência inicial e a que veio depois, tão depravada, minha mente já começava a pensar em ares novos.
Claro que não me apressava. Não. Queria continuar fazendo o que fazia com a Sabrina.
Me sentia tão bem com ela…
Como se me conhecesse de cabo a rabo.
Aquela frase que ela tinha me dito…
Caralho!
É, não ia criar expectativas. Ela disse que escapou. Que foi sem querer, que não era de verdade. Mas mesmo assim, foi lindo ouvir.
A voz dela, tão doce…
Ha…
Que loucura!
Se ela chegasse a sentir isso por mim de verdade…
Acho que mais sorte do que eu já tinha na vida não ia ter. Ia ser demais já, ha.
Mas, enfim, passar tempo com ela me revigorava e, além disso, a gente transava como duas putas.
Era selvagem como a gente comia…
E agora eu tava tomando banho, pensando naquele dia lindo de antes, sozinho, porque ela ficou com vergonha quando falei pra ela entrar comigo.
Mas fazer o quê, também não dava pra pedir mais da vida, né?
Antes de sair, olhei pros vidros das portas do box.
Ainda Estavam as marcas das mãos da Mara...
Cru...
Saí de lá com a toalha e fui pegar umas roupas no quarto, onde estava minha mochila.
Caminhei assim, como se fosse minha casa.
Ia vestir a primeira cueca que encontrasse, quando a Mara entrou no quarto.
MAR: Eu... — Ela disse, fazendo eu me virar e olhar pra ela.
Que estranho foi encará-la.
Ela estava com um short de tecido preto e a parte de cima do biquíni vermelha. O cabelo, todo liso, jogado de um lado.
MAR: Como você está?
EU: Bem, por quê?
Achei a pergunta dela muito estranha.
MAR: Por causa do que aconteceu antes, ali na piscina... Ia te perguntar mais cedo, mas você estava aqui com a Sabri... Não quis atrapalhar...
EU: Ah... Não, tudo bem... — Respondi.
Ela me encarou.
MAR: Eu te conheço... Você tá puto... — Disse com um sorriso, tipo "não me engana".
EU: Não, não tem nada... Já conversamos sobre isso, né? — Falei, soltando a toalha e ficando completamente pelado pra vestir a cueca.
Claro que a Mara olhou meu pau balançar.
Mas ela desviou o olhar pros meus olhos.
Percebi que ela tava nervosa.
MAR: Mesmo assim... Te incomodou alguma coisa?
Alguma coisa?
Não acreditei na pergunta que ela fez...
Sério?
EU: Não, tudo bem...
MAR: Fala, love, você tá tirando sarro da minha cara...
EU: Melhor eu rir do que gozar na sua cara, né? Ou na sua boca...
Ela arregalou os olhos.
MAR: Hmm... Eu...
EU: Já sei... Vi uns exames por aí... Mas preferia que você tivesse me contado, e não ver você sentando numa rola sem proteção.
A expressão no rosto dela disse tudo. Ela até engoliu seco, e eu ouvi o som da garganta dela.
MAR: Ia te contar, mas... Eu... — Continuava nervosa.
EU: Esquece, já foi... É pra isso que viemos...
MAR: Não fala assim comigo, love... Desculpa, você tem toda razão... — Ela se aproximou e colocou a mão na minha cintura.
Não sei por quê, mas não gostei que ela me tocasse.
Não fiz nenhum desfeita, mas pela primeira vez em muito tempo, me senti desconfortável.
EU: Já foi...
MAR: Juro que preferia que você me visse fazendo do que ter que te contar... Me dava muita vergonha…
EU: Vi… – falei com um sorriso falso.
MAR: Não quero que você fique chateado… Sei lá… Com a Sabri você não se cuida… Ou não?
Tava procurando uma desculpa?
Nada…
De fuder…
EU: Mas ela… Ah, deixa… Perda de tempo… – Peguei um short e uma camiseta.
Não queria pensar em mais nada.
Não tinha justificativa nenhuma pra isso que a gente fazia. Nem da parte dela, nem da minha.
MAR: Você ainda tá nessa comigo? Não quero que você fique bravo.
Amaldiçoava a hora em que me meti nessa merda.
É, porque a culpa também era minha.
Mas isso, isso aqui, eu não queria…
EU: Sim, tudo bem… – repeti.
MAR: love, você nem me toca… Fala alguma coisa…
EU: Mas o que eu vou te falar… Faz a tua… Não tem problema…
Ela me olhou com uma certa decepção nos olhos.
MAR: A minha?
EU: Não era isso que você tava fazendo no banheiro?
MAR: Você ficou excitado… Sabia…
EU: Não foi legal te encontrar assim…
MAR: Achei que a gente ia estar na mesma… Mas parece que não…
EU: Teria me falado dos estudos se fosse o caso, né? Tá na mesma? – falei com ironia.
Sabia que ela tinha razão.
MAR: E achei que você ia gostar de me ver assim… Como nas outras vezes…
Parecia que a gente tava falando outra língua.
EU: Esquece, já era… Não tem problema… Eu também com a Sabri, né?
MAR: É… Mas a gente vai ficar de boa com isso? A gente vai embora e pronto, se não…
Nem ela acreditava no que tava dizendo.
Me pergunto o que ela faria se eu falasse, vamos embora…
EU: Tudo bem… De verdade…
Ela me olhou.
Claro que não acreditou. Mas eu não ia voltar atrás. Não agora.
Eu conhecia aquele olhar… O da Mara original…
E não era esse…
A que eu tinha na minha frente tava corrompida.
E agora sim, eu tomei a decisão de não mandar tudo pro caralho. Queria continuar com a Sabrina…
MAR: Você vai me dar bola?
EU: Sim…
MAR: Sim? – falou, me tocando a rola por cima do short…
Fiquei parado…
Aquela perversão que ela trazia já não era mais fiel a mim.
EU: Sim… – falei, visivelmente desconfortável.
MAR: E o que você viu no banheiro?
Ela realmente tava me perguntando isso enquanto me acariciava a rola?
EU: Bastante…
MAR: E você gostou? Me conta…
Como responder a isso?
EU: Você tá Feita uma depravada… Eu vi…
Longe de levar como algo ruim, ela continuou.
Não sabia se ria ou chorava…
MAR: É? Toda uma putinha, viu? – Disse roubando um beijo meu e fazendo cara de perversa.
Uff…
A coisa era séria…
Me deixou pasmo.
MAR: Vai me contar o que mais viu, love?
EU: Além de como você enfiou a pica no cabo pelado e como chupou ele no chão?
Aconteceu algo incrível.
Sério…
Quando falei isso, ela gemeu.
Sim, sem eu tocar nela…
Na verdade, ela que me tocava.
Ela se mordeu toda quando eu disse aquilo.
Ou seja, eu tinha visto ela beijando ele!
E ela ficava com tesão?
Não ia nem me dar uma explicação do porquê fez tudo aquilo?
MAR: Adoro que você me veja fazendo putaria… Uff…
Ela pegou minha mão e levou até um dos peitos dela.
Merda…
Estávamos ali parados, os dois. Ela com uma cara de diaba putaço do caralho e eu, totalmente desnorteado.
MAR: Só dei um beijo nele… Ummm… – Disse me dando um.
Eu não sabia o que responder.
E bom, minha pica inchava.
Como não?
Apesar de não estar feliz com a situação, era a Mara…
EU: Era necessário ele gozar na sua boca? – Falei olhando bem de perto pra ela.
Mas a resposta dela me deu mais medo do que ver aquilo.
Me deixou atordoado, na verdade.
MAR: Sim, love… Queria leitinho… – Disse apertando a pica mais forte.
Deus!
Que porra tava acontecendo com ela?
Olhei fixo pra ela, enquanto ela enfiava a língua até minha garganta.
Pegando fogo…
Inteira…
MAR: Assim quentinho que eu te quero, love… E solta ela um pouquinho que hoje eu também quero ser comida por você… – Largou, com cara de luxúria extrema e me fazendo um carinho na bochecha.
Meu coração acelerou como nunca.
Não entendia nada.
MAR: Te amo… – Disse me devorando a boca, e depois foi embora com cara de maldade, vendo o volume que deixou em mim.
Por quê?
E por que eu estava assim?
Ela agiu como se eu tivesse descoberto ela cortando a grama, e não transando com outro feito uma ninfomaníaca.
Aquele olhar…
Parecia possuída. Uma súcubo…
Sim, não tinha dúvida…
Isso era muito pior do que eu pensava.
Lo Pensava e não encontrava explicação…
Tinha sido selvagem aquela parada no banheiro. Daquelas de pegar tudo e mandar tudo pra puta que pariu. Mas não, ela agiu como se nada tivesse acontecido. Como se fosse normal o namorado dela ver uma coisa daquelas…
Quando a ereção baixou, saí do quarto.
Brian e Franco estavam vendo TV no sofá. Um jogo de futebol que nem me dei ao trabalho de descobrir quem era.
Ouvi Sabrina e Gabriela rindo de alguma coisa lá no fundo. Quase na porta.
Eu ia naquela direção, quando o Martín me chamou, da garagem.
"Já vou", respondi, fazendo a Sabrina se virar e me olhar.
Ela sorriu pra mim…
Uff…
Me desmontava…
Fiz um gesto de "gostosa" pra ela e me virei pra ver o que o Martín queria.
EU: O que cê tá fazendo? – Falei surpreso.
Ele tinha uma bateria.
Começou a tocar um pouco o bumbo ou o tarol, sei lá, mas o ritmo me soou familiar.
MARTIN: Curtiu?
EU: Não sabia que cê tocava bateria kkk
MARTIN: Tocava… Antigamente… Outro dia bateu uma nostalgia e toquei com uns amigos…
Tinha uma guitarra elétrica e uma caixa de som.
EU: Sério?
Ele tocou mais um pouco.
De algum lugar eu conhecia aquela música…
Nunca imaginaria que aquele cara tocava um instrumento desse.
Peguei a guitarra. Eu não manjava muito, mas tinha feito umas aulas uma vez. Sempre toquei de ouvido, digamos…
MARTIN: Me fala que cê toca violão…
EU: Na moral, quem me dera…
Olhei e tava ligada.
MARTIN: Liga ela… Ali…
Tava tentando lembrar como colocar os dedos, kkk…
Martín continuava tocando aquela base que eu conhecia…
Qual era?
Tava na ponta da língua…
Quando liguei a caixa, soou foda…
Deslizei os dedos um pouco.
Ha…
Que lembranças…
Martín tava foda, tocando. Parecia que sabia o que tava fazendo. Como se pegasse o jeito a cada minuto que passava.
Isso!
Já sabia qual era aquela base…
Uma sensação de nostalgia veio na mente e comecei a tocar.
"Tara rara rará… Tara rara rará… Tara rara rará…"
Martín se virou de repente.
MARTIN: Cê toca, filho da puta?
EU: Kkk não bola… Foi sem querer essa parte…
Ela riu.
MARTIN: Vamos… De novo… – Exclamou empolgado.
E de novo ele começou a tocar.
Me olhava como quem diz “vai”
E eu comecei de novo a dedilhar.
“Tara rara rará… Tara rara rará… Tara rara rará…”
MARTIN: Isso, mano, tu sabe…
EU: Haha
Naquele instante alguém apareceu, com a mão na parede e uma cara de “o que tá rolando aqui?”
Era a Sabrina, com uma cara de surpresa do caralho.
SAB: Com licença? – Falou como se não acreditasse.
Ela tava com delineador preto nos olhos.
Uuufff…
Que gostosa!
EU: O quê? haha
SAB: Vocês estavam tocando Persiana Americana? – Disse incrédula
Eu e Martín nos olhamos.
MARTIN: Como tu sabe…
Olhei pra Sabrina mais uma vez.
Ela me olhava com uma mistura de admiração e mistério.
Algo em mim acendeu.
Sabe…
Sem hesitar, comecei de novo.
“Tara rara rará… Tara rara rará… Tara rara rará…”
Os olhos dela se arregalaram…
Martín, que manjava muito, começou com a base e não parou mais.
Eu não tinha muita noção, mas essa música eu tinha imitado um monte de vezes, igual De Música Ligera…
Tipo, eu tocava de ouvido. Sem técnica.
Mas foi o suficiente pra ela entrar e ficar escutando. E ainda, com um sorrisinho, começou a se mexer, tipo dançando.
Uff…
Eu tentava não passar vergonha.
EU: Quem canta? Eu nem fudendo…
MARTIN: Eu até cantaria, mas todo agitado? Não dá haha
Olhei pra Sabrina que tava morrendo de rir. Parecia que tava curtindo o momento.
Do nada, tentei cantar.
EU: Tus ropas caen…
Não acreditava no que tava fazendo…
Como que chegou nisso?
Ja…
Mas olhava pra Sabrina, tão gostosa e cúmplice, e era capaz de atravessar o oceano a nado…
E assim, como se soubesse fazer, a gente fez uma parte da música.
Até que bem, diria…
Os outros, que ouviram o auê, vieram e, surpresos, ficaram olhando eu e Martín, se divertindo pra caralho.
Também a Mara, que ficou parada, balançando a cabeça.
Me deu vergonha fazer isso, admito. Mas ficou bom.
O que não posso negar É que eu quase não tirei os olhos da ruiva durante a apresentação inteira. Senti que ela era minha fã número um…
Quando a gente falou "basta", eles aplaudiram, óbvio. E mesmo pedindo mais uma, não tinha chance de rolar, hehe…
FER: Que artista, meu gordinho! – Falou sorrindo e indo até o Martín. Sentou no colo dele e deu um beijo.
Que relação tão… peculiar!
A Mara piscou o olho pra mim de onde estava, junto com o Brian, a Gabi e o Franco.
Eu fiquei na reação da Sabri, totalmente satisfeita, com as mãozinhas juntinhas.
Fiquei vermelho.
E ela se aproximou…
SAB: Então você toca guitarra? Olha só…
EU: Quem me dera…
SAB: Muito bom, cara!
EU: Tudo de memória, haha
SAB: Amo Soda! Fui vê-los em 2007… Era uma criança!
EU: Ah, é?
SAB: Sim… Fui com minha irmã e minha mãe…
Tirei a viola e larguei ali.
Os meninos já tinham ido embora, e a Fernanda e o Martín estavam se levantando.
EU: Gostou, então? haha, forçando a voz
SAB: Sim, demais…
Não sei por quê, mas saiu natural, como um reflexo.
Dei um selinho nela, na frente de todo mundo.
Fiquei meio sem reação… Nem percebi.
Que idiota!
Vi ela tão linda me olhando de perto e saiu.
Sabrina mordeu o lábio como quem diz "Que ousado!", mas o melhor de tudo é que ela respondeu do mesmo jeito.
Fernanda olhou pra gente e fez o gesto de "fechar a boca", mas na brincadeira. Como se fosse uma piada.
Por dentro eu pensava: "escapou", mas gostei…
Os meninos andaram na nossa frente, e a Sabri, antes de passar pela porta que dava pra sala, apoiou a mão na minha lombar.
Pode parecer besteira, mas senti como um carinho. Algo íntimo…
E assim, voltamos pros outros.
E destaco isso porque num momento em que estávamos todos sentados juntos, jantando, me veio uma ideia louca na cabeça.
Sabrina sentou do meu lado esquerdo e a Mara, do direito, junto com o Franco. E isso também não é um detalhe qualquer…
Eu gostava de ter a ruiva grudada em mim, demais, diria, mas algo começou a rondar minha mente.
E se ela só tava fazendo isso porque a Mara mandou? Pedi?
Eu sabia que a Mara, de algum jeito, convenceu a Sabrina a vir. Eu tinha visto algo por aí...
E se tudo aquilo que ela fazia era pra agradar a Mara?
Não, acho que não...
A Sabrina não era assim...
Além disso, certas coisas não dá pra fingir ou forçar.
Aqueles olhares... Aqueles sorrisos... Não... Tava viajando na maionese à toa...
Depois de comer, ficamos um tempinho na sobremesa, nos sofás, enquanto o Martín foi preparar a piscina. Falou algo sobre água quente...
Assim como no jantar, eu tava do lado da Sabrina e a Mara, dessa vez, um pouco mais longe, conversando com a Fer e a Gabi.
A real é que eu tava focado no que a ruiva tava me contando. Eu zuava ela pelos movimentos de aikido e ela me zuava pela guitarra.
Mas num momento da conversa, olhei pro meu lado. Fiz tipo "não, não acredito em você", de brincadeira.
Só que na hora que virei o olhar, percebi uma coisa que me chamou a atenção por um instante.
Parecia que a Mara tava mostrando algo no celular pras minas.
E claro, meus olhos ficaram ali por uns segundos.
Que susto eu levei quando, com o corpo, porque ela fazia assim, mostrou uma foto no celular e comentou algo baixinho, que não consegui ouvir direito. Também não precisei, porque uma delas se mexeu um pouco, sem querer, e eu vi a tela inteira, a pouco mais de um metro de distância.
Fiquei tipo: "sério?"
Era uma foto dela.
Mas não era uma foto qualquer...
Era da bunda dela, com a bochecha inteira e parte da coxa...
Acho que a Sabrina também viu, porque não falou nada sobre minha distração.
Ha...
Claro!
As boas-vindas...
Ainda mais cheia de porra...
Ela tinha tirado uma foto?
Nada... Isso eu realmente não conseguia acreditar.
Pra que ela tirava aquela foto? E mostrava…
Bom… Me vem várias respostas na cabeça.
Fiz de conta que nada tinha acontecido e continuei conversando com a Sabrina.
Ela não comentava nada sobre o assunto, mas os olhos dela não conseguiam esconder tudo e eu percebia que, assim como eu, ela sabia que algo muito fora do normal tava rolando com a Mara.
Que, por outro lado e pela primeira vez em muito tempo, cagava pra isso.
EU: Onde a gente tava mesmo? kkk
A expressão dela falou por si só.
Também não era minha ideia meter ela no meio. Quer dizer, no que tava rolando entre mim e a Mara naquele momento.
Eu só me contentava com o que sentia ao ficar perto dela. E na minha cabeça já começavam a surgir umas ideias loucas…
E loucas não do mesmo jeito que a tal da minha mina fazia…
Eu tava falando de outra parada, mas enfim…
Melhor não me perder em divagações.
9 comentários - Minha prima, Mara 2.5 Cap 3 Último adiantamento
de igual manera tiene los pies sobre la tierra y es conciente de que su chica esta siendo devorada leeeeeentamente.
en fin TODAS PUTASSSSSS 😂😂😂