Minha primeira vez com meu primo

Aos 16 anos, tive meu primeiro namorado. Eu era uma garota bem tímida no assunto sexual. Já tinha sido comida antes, mas isso foi em outro contexto, que depois conto. Já tinha o corpo todo desenvolvido e sempre fui bem carnuda, então meus peitos e minha bunda não passavam despercebidos pelos olhos dos homens jovens nem dos adultos. Apesar de ser baixinha e usar óculos, várias vezes me gritavam coisas na rua, caras mais velhos queriam me pegar em muitas ocasiões, mas eu me inibia demais. Quando comecei a sair com meu primeiro namorado, que conheci na escola, de outra turma, um ano mais novo, foi aí que minha sexualidade começou a despertar, todos os meus tesões. O sexo com meu namorado não era grande coisa pra mim, mas me excitava ter uma rola dentro da minha buceta. Num fim de semana, minha tia veio passar uns dias em casa com um primo meu de 18 anos, que eu não via há anos. Quando o vi, não acreditei como ele tinha ficado gostoso e já não era mais aquele garoto calado e tímido do interior; tinha crescido, e como! Naquela noite, a gente ficou conversando sobre tudo um pouco, e ele foi dormir rápido porque estava muito cansado. No dia seguinte, depois que eu voltei da escola, vi ele sozinho tomando mate na cozinha e ele me ofereceu. Num momento, ele ficou atrás de mim, eu sentada num banquinho pequeno, e disse que sabia fazer massagem. Eu ri e ele começou a me massagear. Minha tia e minha mãe tinham ido fazer compras. Ele estava me fazendo umas massagens gostosas, eu só escutava e soltava sons de prazer, tipo "hmmm", "isso", "ahhh"... Parece que isso deixou ele excitado, porque comecei a sentir algo duro e bem grande nas minhas costas. Tanto que ele se afastou e sentou rápido de vergonha. Eu olhei pra ele, perguntando se já tinha terminado, que eu tinha ficado com vontade de mais. Ele riu e disse que à noite talvez fizesse mais massagens. À tarde, fui pra casa do meu namorado. Cheguei umas 12 da noite, tomei banho e fui pro meu quarto. Quando eu estava vendo TV, umas 2 da madrugada, bateram na porta do... Peça e eu pensando que era minha mãe, mando entrar. Quando vejo a cabeça do meu primo, estranhei, ele me diz brincando que veio fazer massagem e riu, eu falo pra ele entrar um pouquinho, ele pede desculpa pelo horário mas não conseguia dormir, eu mando ele sentar na cama e levanto pra arrumar a tv, nessa hora não percebi que tava usando um shortinho bem curtinho que marcava demais a raba e deixava os peitos de fora e uma camiseta sem sutiã. Ofereço um café e fomos pra cozinha preparar. Minha mãe e minha tia já dormiam, ele se colocou de novo atrás de mim e começou com as massagens, mas dessa vez não me apoiava. Falo pra gente ir pro meu quarto tomar o café pra não fazer barulho. Depois de conversar um tempão sobre tudo e tomar o café, do nada ele começa a brincar com uma parada sexual que tava passando na tv e me pergunta se eu já tinha tido vários namorados, e perguntas do tipo, eu rindo respondia tudo e por uma coisa e outra começamos a falar de sexo. Tava adorando a conversa até que ficou mais interessante e ele começou a me perguntar quantas pirocas eu já tinha provado, eu bem envergonhada falei que só a do meu namorado, ele surpreso, meio incrédulo me perguntou se eu gostaria de conhecer outras, eu só ri fiquei toda vermelha e respondi com um "não sei". Pra sair daquele momento estranho perguntei com quantas mulheres ele tinha transado e ele disse que com 6. Fiquei chocada e ele explicou que teve 3 namoradas e as outras foram casuais. E é isso... continuamos conversando mais um pouco sobre sexo. Estávamos na cama um do lado do outro cobertos com uma colcha apoiando as costas na parede. Eu sentia que cada brincadeira que ele fazia me tocava mais a perna que dava pro lado dele, mas não me incomodava, na verdade tava gostando. Num momento ele me diz que tava com dor na perna, na parte interna da coxa, que sentia algo duro, eu perguntei onde, e ele se descobriu mostrando uma ereção enorme que fazia uma barraca gigante no moletom dele, eu me fiz de sonsa, ele Peguei na mão dele e ele me mostrava, fazendo eu tocar a perna dele pra saber onde doía e precisava de umas massagens, segundo ele. Várias vezes eu roçei a pica dele com meu braço e tava dura igual um ferro, tava morrendo de curiosidade e vontade de ver ela. Eu toquei a perna dele perto das bolas e ele dizia que doía muito, se eu podia massagear, óbvio que eu falei que sim, mas ele disse que tinha que abaixar a calça senão ia ser perda de tempo. Eu não sabia o que falar, tava com vontade de ajudar e também de olhar a pica dele, mas se alguém levantasse não ia ficar nada bom, então falei que amanhã à tarde, quando minha mãe fosse com a dela pra casa de outra tia, ele ficasse e aí eu fazia as massagens sossegada. Então ele me deu um beijo e foi embora, foi com a pica toda dura e eu não conseguia parar de olhar, e ele percebeu várias vezes mas não falou nada. No outro dia eu tomei banho, falei pra minha mãe que ia comprar umas coisas e que o Marcelo vinha comigo, assim ele ficava. Quando elas foram, o Mariano apareceu no meu quarto vestido igual ontem e disse que tava doendo a perna, então fui no banheiro verificar se elas tinham ido. Eu tava usando uma roupa velha que vesti depois do banho, saia curtinha e regata. O abusado deitou na minha cama e mandou eu tirar a calça dele, eu obedeci, já dava pra ver a ereção, comecei a abaixar a calça e não acreditei como a pica dele aparecia dura dentro da cueca. Fui tirando o tênis e por último a calça. Fiquei babando de ver um pedaço daquele. Ele levantou a perna e apontou onde doía, então comecei a passar a mão devagar e massagear, a pica atrapalhava porque ficava no meio, ele relaxou e só soltava sons de prazer. Logo começou a acariciar minhas pernas e eu não falei nada, de vez em quando ele dizia mais pra cima, pra esse lado, agora pro outro, e a pica dele cada vez mais dura. Num momento ele pergunta se a cueca incomodava, pra tirar, eu ri e Eu disse que não precisava, ele ria e falava:
- Vai, boba, tira pra mim, tá com medo?
- Nada, tudo bem, mas não precisa
- Não me diz que você tem vergonha de ver meu pau?
- Não, não, de jeito nenhum
Eu falava toda envergonhada e não acreditava no que ele tava pedindo.
- Bom, então deixa que eu tiro sozinho, aí depois eu entro direto no chuveiro.
Naquela fração de segundo eu fiquei muda e nem percebi que ele tava acariciando minha bunda por baixo da minha saia. Mas eu tava chocada porque, automaticamente depois de falar isso, com as duas mãos ele começou a baixar a cueca, deixando ver um pauzão, com pouco pelo e grosso, eu fiquei muda olhando pra ele. Ele logo falou:
- Ei, não fica aí paralisada, me ajuda a tirar.
Eu ri nervosa e fui tirando a cueca toda. Ele abriu bem as pernas, pegou minha mão e levou de volta pra perna dele, e mandou eu massagear com as duas mãos. Eu, como sou baixinha, tive que me esticar quase apoiando o corpo em cima dele, deixando aquele baita pau perto do meu rosto. Pra evitar isso, me virei pro lado onde ele tava com o rosto, e ele me segurou pela cintura e disse:
- Siim... muito bem, vem um pouquinho pra cá, prima...
E automaticamente enfiou a mão debaixo da minha saia, acariciando minha bunda, sem vergonha nenhuma.
Eu morria de vontade de tocar no pau dele, ficava roçando com o cotovelo, tava me sujando com o líquido pré-seminal dele.
Depois de alguns minutos, ele fala:
- Seu namorado tem o pau igual ao meu?
Eu, tímida, falei que não, muito menor.
- Toca nele, pega pra ver se é parecido?
- Nãao, tá de boa, haja.
- Vai, se solta
- Não, tá bom
Eu não podia falar que era o que eu mais queria fazer...
- Vai, só um pouquinho, pega nele, que depois eu tenho que fazer massagem em você
- Tá bom.
Peguei nele e fiquei louca. Desde aquele dia, amo paus grandes. Mesmo já tendo tocado e masturbado alguns paus, nunca um pedaço daquele, sentia aquele troço pulsando na minha mão, bem quente. , bem grosso, ele me segurou pelo pulso e fez com que eu fosse masturbando ele bem devagar, e foi uma sensação incrível, eu adorava ver ele assim, segurando ele ali. - Mmm... siii... continua assim por um tempo. Você masturba seu namorado? - Pouco - E você gosta? - Não sei, sim. Ele se vira para o lado da parede e me manda deitar do lado dele, que depois ia me fazer massagens. Eu me deito, sem soltar a pica dele, ele me abraça e me dá um beijo na boca, eu paro ele e digo que não dava por causa do meu namorado, ele me disse para ficar tranquila que ficava entre nós dois e ninguém nunca ia saber. Ele me beijou de novo e eu me agarrei como carrapato. Então ficamos nos beijando de língua enquanto ele me apalpava a bunda e eu masturbava ele. Já estava tarde e não queríamos correr o risco de sermos pegos assim, então eu falo que era muito tarde, aí ele começou a apalpar meus peitos e disse que à noite ia vir me fazer massagens. Eu falei que com certeza chegaria tarde da casa do meu namorado, e ele disse que na hora que eu chegasse ia me esperar, levantou, nos beijamos um bom tempo em pé, eu toquei na pica dele de novo por um tempo e ele foi pelado tomar banho. Eu fiquei muito excitada e me sentindo culpada, mas como ninguém ia saber, fiquei tranquila, tomei um banho e fui para a casa do meu namorado. Naquele dia, meu namorado me convidou para comer e saímos para o centro, eu não conseguia tirar aquela pica da cabeça. Ao chegar em casa já era tarde, fui direto para o meu quarto e fiquei vendo TV esperando para ver se meu primo vinha. Quando estou quase dormindo, ouço baterem na porta bem devagar, falo "pode entrar" e ele aparece. Eu feliz, mas disfarçando, falei que era muito tarde, ele se aproximou da cama e disse que só queria me cumprimentar e deitar um pouquinho comigo. Eu falei que só 15 minutos, porque amanhã tinha que ir para a escola, então me afastei e ele se deitou. Automaticamente começamos a nos beijar e eu apalpava a pica dele por cima da calça, depois de 5 minutos ele me pergunta Sim, dava pra tirar a calça e eu falei que sim, era o que eu mais queria, mas não ia deixar ele entender isso de cara. Peguei de novo no pau dele, bobona por aquele cock, comecei a masturbar ele, ele continuava me beijando, mas já tava no meu pescoço e apalpando meus peitos. Num momento ele me pergunta se podia tirar minha calcinha, eu falei que não, ele insistiu de novo, mas eu não queria que passasse daquilo, então falei que só se ele prometesse que não ia ter penetração, ele óbvio que falou pra eu ficar tranquila. Ele foi descendo minha calcinha até o joelho, e aí eu ajudei e tirei, ele virou de lado, levantou minha perna e começou a tocar minha pussy enquanto a gente se beijava loucamente. Eu tava toda molhada e ele passava os dedinhos como um expert, me fez ficar com um tesão que nunca, era a primeira vez que eu ardia, tanto que quando ele falou que já era tarde, sei lá o que deu em mim, eu descobri ele e fiquei olhando pro cock dele enquanto batia uma pra ele, e ele foi subindo mais e enfiou minha cabeça no meio das pernas dele, eu não resisti, mesmo meu namorado sempre pedindo, eu fazia sem vontade. Mas dessa vez, com toda a vontade, coloquei na boca e comecei a chupar, a sugar, amava o gosto, o cheiro de cock dele. Ele acariciava minha cabeça e me ensinava como chupar, eu toda obediente. Ficamos assim por vários minutos, passei a língua por toda aquela porra linda de poronga, ele com a mão pegou meu rosto, me levantou na altura dele e começou a me beijar, eu continuei masturbando ele, ele pegou minha mão e acelerou a velocidade, dando a entender que queria rápido. A mão dele tava na minha pussy, enfiando um dedo, ufff mmmm seeeee… eu tava entregue. Comecei a sentir ele mais ofegante e percebi que tava perto de gozar, isso me deixou pior e eu bati muito mais rápido enquanto olhava pro cock dele, sabendo que ia gozar, chupei os mamilos dele, passei a língua no peito quando sinto ele ficar rígido e suspirar, espirrando sêmen na minha mão e na peito, ele gemia e eu adorava tirar toda a porra dele. Ahhh que gostoso!! Ele se vestiu e disse que amanhã à noite voltava. Naquela noite, me masturbei e tive um orgasmo incrível. No dia seguinte, não nos vimos o dia todo, acho que ele tinha saído pra passear e chegou tarde. Curiosa, fui pro banheiro e vi que ele estava na cozinha. Fiz barulho pra ele perceber que eu tava acordada e entrei no meu quarto. Deitei e fiquei vendo TV, mas deixei a porta aberta. Quando ouvi baterem, mandei entrar. Ele perguntou se podia deitar um pouco comigo, e eu disse que sim. Ele tirou o short e se meteu na minha cama. Sem trocar uma palavra, começamos a nos beijar e em um minuto já estávamos nos apalpando inteiros. Comecei a puxar a cueca dele pra baixo, e ele fez o mesmo com a minha calcinha. Eu só queria chupar a pica dele e ver ela jorrar leite, isso me deixava louca, mas não podia falar na cara. Ele queria me convencer a transar um pouco, eu disse que não, aí ele pediu pra me ver nua. Tirei a camiseta e o sutiã. Ele mandou eu ficar de pé, e ele sentou na cama pra me olhar, dizendo pra eu girar pra ele me ver. Eu tava morrendo de vergonha, mas adorava meu primo e tava muito afim dele. Fiz o que ele pediu enquanto ele se masturbava me olhando, até que ele me puxou pro corpo dele e começou a chupar meus peitos enquanto me apalpava e apertava a bunda. Eu, toda molhada, não conseguia controlar a situação. Ele mandou eu ajoelhar e masturbar ele. Eu, fervendo de tesão, peguei a pica dele rapidinho e comecei a bater uma punheta enquanto dava beijos na boca dele. Não ia aguentar muito a vontade de chupar, então comecei a descer a boca pelo pescoço dele, depois pelo peito, até enfiar a pica inteira na minha boca e começar a chupar com a maior calma do mundo. Eu tava ajoelhada, ele falava comigo e mandava onde lamber, e eu obedecia. Até que ele disse:
— Você gosta de chupar minha pica?
— Sim
— Você gostaria de chupar todo dia, até eu ir embora?
Eu não respondi. Continuei chupando ele. Aí ele se levantou e disse: — Ah, se não quer, vou embora! E fez menção de sair, eu agarrei ele pela perna e falei pra não ir ainda, que ia chupar ele todo dia. Então ele sentou de novo e disse que queria encher meus peitos de porra, e isso me deixou doida, não acreditei no que ele tava falando e comecei a chupar ele desesperada. Ele já tinha sacado que eu adorava ver ele gozar, e eu, toda entregue, fazia tudo que ele pedia. Fiquei mais um tempo assim, ele passava a pica nos meus peitos e enfiava na minha boca, até que se abaixou um pouco e começou a bater uma rapidinho, apontando pros meus peitos. Eu comecei a ofegar, louca esperando o jato. Joguei o corpo pra trás, juntei os peitos com as duas mãos e em segundos senti toda a porra nos meus seios, no pescoço... uff! Que loucura!! Como eu gostei daquilo. Ele gemia enquanto continuava banhando meus peitos de leite. Mandou eu não me mexer, esticou a mão e com uma camiseta minha limpou meus peitos. Eu ri de nervoso, coloquei a pica na boca e senti o gosto da porra, e não achei ruim não, chupei ele mais um pouco, até que ele falou que ia dormir. Aí levantei do chão, vesti a camiseta e acompanhei ele até a porta, e a gente se beijou. Claro que depois bati uma furiosa com um orgasmo fantástico. Bom... essa é a primeira parte, espero que tenham gostado, em breve a segunda parte 😘.

3 comentários - Minha primeira vez com meu primo

que paso con los relatos viejos, no los tenes mas?
333354 +1
Excelente relato me dejaste la pija bien grande y parada te lleno toda de leche yo también saludos dejo puntos