Beleza, como vocês estão? Hoje vim contar o que rolou comigo uns dias atrás. Antes de tudo, quero agradecer cada um que tira uns minutos pra mandar uma mensagem ou deixar comentário. A mina a gente vai chamar de S pra não queimar ela. É meio longo, mas me entendam, quero relatar tudo do melhor jeito possível.
Uns dias atrás, tava no trampo e me deu na telha de rebaixar o carro um pouco, então comecei a procurar uma suspensão. Durante dias. Na sexta-feira à tarde, fui no galpão que a gente chama de oficina pra ver o que dava pra fazer, dar uma organizada e limpar. Enquanto tava na oficina com um amigo que vou chamar de D, apareceu uma vizinha perguntando se a gente ainda fazia uns trampos de vez em quando. Respondi que sim, e ela foi embora. Depois de um tempo na oficina, chega uma loira morena gostosa, cabelo escuro com reflexos, camiseta moztasa e jeans azul. Era a S, a típica que se acha inalcançável.
S: "Oi, boa tarde."
D: "Oi, linda."
Y: "Boa tarde."
S: "Com licença, o C... (meu pai) tá?"
Y: "Não, não tá. Acabou de sair. Por quê?"
S: "Precisava saber se ele pode fazer um trampo no meu carro."
Y: "Teria que ver que trampo é e se ele pega."
D: "Se quiser, eu faço pra você, haha."
S: "Prefiro a oficina." (cortante com D)
S: "Sabe que horas seu pai volta?"
Y: "Daqui a pouco, acho que vem do trampo. Se quiser, a gente pode dar uma olhada no que precisa fazer e eu falo com ele."
S: "Beleza, assim não fico louca procurando oficina."
Y: "Fechou, vamos dar uma olhada. Me dá um minuto."
Saí pra fora da oficina com meu amigo e perguntei qual era o problema. Ela disse que era algo do trem dianteiro, que tinha reprovado na vtv e que tava perdendo água. Pensei comigo: "Isso é moleza, mas não sei se ele vai pegar, já que tem outro carro lá dentro." Olhei tudo direitinho e falei que ia consultar meu pai se ele fazia, que eu não ia me oferecer por causa de tempo e outras paradas.
S: "Beleza, sem problemas." (sorri)
Y: "Assim que ele chegar, já falo. Dá pra passar mais tarde?"
S: "Impossível, daqui a pouco entro no trampo. Passo amanhã, vocês tão?"
Y: "Tamo sim. Ou, se quiser, deixa um número que eu falo pra ele te ligar."
S: "Fechou, anota aí?"
Y: "Pode deixar, me espera. O que eu procuro pra anotar. Peguei uma folha e uma caneta que tava pela metade e anotei o número. Combinamos que a gente ia avisar sobre o serviço e meu amigo foi embora. Depois de um tempo ele foi e fiquei sozinho na oficina ouvindo música e arrumando. Umas duas horas devem ter passado quando vejo meu velho chegar, que a gente vai chamar de C. C: O que cê tá fazendo, cabeção? Y: De boa? C: Sim, cansado. Alguma novidade por aqui? Cê se dignou a limpar, haha. Y: Um pouco. Veio uma gatinha aqui atrás de um trampo. C: O que precisa fazer? Ela te falou ou cê deu uma olhada? Y: Sim, sim (expliquei tudo). C: Dá pra fazer, mas em três ou quatro dias eu tenho o outro carro aqui pra mexer. Ou cê pode fazer esse aí quando tiver livre? Y: Sim, sim. Quando eu falo pra ela trazer? C: Amanhã cedo. Fui continuar o que tava fazendo e peguei o papel com o número e escrevi pra ela. Y: Oi, sou da oficina. S: Oii, fala. Y: Cê consegue trazer o carro amanhã cedo? S: Sim, claro. Umas 8 horas tá bom? Y: Sim, sim, umas 8 horas seria perfeito. Já deixei anotado que cê vem nesse horário pra não pegarem outro carro (conversa fiada). S: Beleza, show. Vai ser você que vai receber? Meu bebê. Y: Sim, provavelmente. Na verdade, vou fazer o serviço eu mesmo. A gente continuou conversando um pouco, já sabendo que ela é solteira e tudo que queria saber. Me deu na telha de falar que ela tinha um visual bonito quando passou pela oficina. S: Horrível. Y: Nada. S: Sim, olha.
Y. Mal não te cai, hein
S. Em você também não cai a roupa de trabalho, haha
Y. Não tem jeito, tem que usar aqui mesmo, burr
Y. (Foto) é o visual que tem, mas beleza, amanhã às 8 você vai me ver pior
S. Dale dale, beijinhos
No outro dia, pontual, chegou na oficina pra deixar o carro e ficava me olhando e rindo. O serviço foi feito o mais rápido possível e em dois dias a gente tirou. Depois de uns dias, chega uma mensagem dela:
S. Oiiiss
Y. Como cê tá?
S. Bem bem, pergunta: você pinta? Me falaram que sim
Y. Sim, costumo fazer no meu carro
S. Quanto cê me cobra?
Y. Uns mates, haha
S. Sério? Vou já
Ela veio pra eu polir o carro dela, de jeans e blusa marrom claro.
Enquanto tomamos chimarrão e tal, já usando todas as minhas balas, optei pela do beijo. Me aproximei dela com a desculpa de pegar alguma coisa e, quando ficamos cara a cara, começamos a nos pegar, esquecendo do chimarrão e da oficina aberta. Enquanto nos beijávamos, eu apalpava toda aquela bunda linda dela por cima da calça jeans.
S. Tá aberto.
Y. Não vem ninguém.
S. Certeza que não vem ninguém (sussurro ofegante).
Y. É, big booty.
Continuamos nos pegando por um tempo, eu na esperança de que ela se entregasse ali na oficina, mas ela me parou, dizendo que se eu quisesse mais, teria à noite. Não hesitei em aceitar. Naquela mesma noite, estando em casa, recebo uma mensagem:
S. Posso ir?
Y. Sim, vem.
S. Tô bem assim? Ignora que eu sou gordinha.
Y. Tá tudo rosinha aí, tá bem gostosa?
S. Se eu puder ficar pra dormir, te atrapalha?
Y. De jeito nenhum.
Quando chegou, abri a porta e ela entrou com uma bolsa onde tinha a roupa do trabalho do outro dia. Entre beijos, fomos pro meu quarto. Já no quarto, começamos a jogar tudo: bolsa pra um lado, jaqueta pro outro, e começamos a nos despir. Levei ela pra cama e, quando se deitou de pernas abertas, ela disse: "vem". Com o dedo, fui me aproximando pra beijar ela, percorri o pescoço dela com beijos, descendo pros peitos, que chupei, mordi e saboreei um tempão, pra depois descer pra buceta dela, que é rosadinha, bem depilada e meio inchadinha. Comecei a chupar a buceta dela devagar, percorrendo cada cantinho como se minha vida dependesse disso. Ela gemia, eu separava os lábios dela pra achar o clitóris e chupar tudo, metia a língua.
S. Que delícia, bebê, eu te amo.
S. Aaah, aaah, quero mais.
Y. Que buceta gostosa você tem.
S. Cê gosta? Aaah, vai, que eu vou gozar.
Continuei chupando até que ela me deu o primeiro orgasmo dela. Só ouvi ela gemer enquanto gozava na minha boca, e continuei chupando mais um pouco.
S. Me dá na boca, aah.
S. Me dá essa pica já na boca.
Me aproximei dela, que tava deitada, e enquanto ela chupava minha pica, eu tocava ela, buscando o segundo orgasmo. Ela passava a língua em volta da cabeça da minha pica enquanto meus dedos tocavam ela num ritmo mais acelerado. Num momento, ouvi ela gemer de novo, se contorcendo, e ela me deu o segundo orgasmo. Continuou chupando minha pica e minhas bolas, colocando elas na boca, enquanto me masturbava devagar, num ritmo constante.
Y. Fica de quatro.
S. Vai me foder de quatro?
Y. Algo melhor.
S. O quê? (já de quatro)
Me aproximei devagar, separei as nádegas dela e mergulhei pra chupar aquele cuzinho lindo que Deus deu pra ela. Enquanto chupava e saboreava, ela gemia como uma louca.
S. Aaaah, sim, que gostoso, bebê.
S. Cê gosta do meu cu?
Y. Amo, é meu?
S. Sim, continua, você é o primeiro que chupa ele, aaaah.
Fiquei dedicado a chupar o cu dela, tentando fazer minha língua abrir caminho naquela bunda virgem. Passei um tempão no cu dela. Quando parei e já com a pica a mil, enfiei de uma vez na buceta dela. Ela só deu um grito de prazer enquanto toda a minha pica entrava nela, enquanto eu metia de quatro.
S. Aaah, mais forte, vai.
Y. Isso, garota, que gostoso. Usa a palavra: pussy.
S. Aaah, aaah, mais forte, arrebenta minha pussy.
Y. Vou arrebentar toda você, gata.
S. Aaah, tô gozando, aaaaah.
Assim ela me dava o terceiro orgasmo dela e ficava com as pernas tremendo. Eu, longe de gozar e querendo aproveitar ao máximo, continuei com o vai e vem. Trocamos de posição e ela veio por cima de mim, e enquanto se mexia, a cama aos poucos começava a ranger.
S. Que gostoso, aaah, aah, sim.
Y. Você é melhor do que eu sempre imaginei.
S. Garota, eu te adoro, aaah, sim, que pica gostosa.
Y. Levanta um pouco (comecei a meter forte por baixo).
S. Aaah, aah, continua, sinto que vou mijar.
Y. Isso, goza, vai.
Não passaram nem 3 minutos e ela gozou de um jeito único, molhando tudo que estava perto.
S. Aaaah, aaah, que gostoso, chega, goza.
Y. Isso.
S. Não aguento mais, goza, por favor.
E depois de umas 5 ou 6 bombadas, eu gozei pra caralho. Ela, por cima de mim, me beijava e repetia:
S. Se eu soubesse que você era assim, tinha pedido pra você me desvirginar.
S. Sério, faz anos que eu te adoro. E agora?
Y. O que foi agora?
S. Se quiser, eu vou embora e é só essa vez?
Y. Não, não é só uma vez. Fica pra dormir.
Dormimos abraçados depois de trocar os lençóis e virar o colchão encharcado pelo orgasmo dela. No outro dia, antes de ir embora, ela me acordou com um boquete e foi pra casa. Deixou uma foto do look que usou naquela noite.
E uma que me mandou do trabalho no dia seguinte
Sabe que amo a bunda dela e, se quiserem saber como isso continua, até o momento de postar isso a gente ainda tá se vendo. Fiquem ligados, porque é pra render outras histórias. Desde já, desculpa se for meio longo, como eu disse, não queria pular muitos detalhes nem deixar o post tão chato. Valeu por ler.
Uns dias atrás, tava no trampo e me deu na telha de rebaixar o carro um pouco, então comecei a procurar uma suspensão. Durante dias. Na sexta-feira à tarde, fui no galpão que a gente chama de oficina pra ver o que dava pra fazer, dar uma organizada e limpar. Enquanto tava na oficina com um amigo que vou chamar de D, apareceu uma vizinha perguntando se a gente ainda fazia uns trampos de vez em quando. Respondi que sim, e ela foi embora. Depois de um tempo na oficina, chega uma loira morena gostosa, cabelo escuro com reflexos, camiseta moztasa e jeans azul. Era a S, a típica que se acha inalcançável.
S: "Oi, boa tarde."
D: "Oi, linda."
Y: "Boa tarde."
S: "Com licença, o C... (meu pai) tá?"
Y: "Não, não tá. Acabou de sair. Por quê?"
S: "Precisava saber se ele pode fazer um trampo no meu carro."
Y: "Teria que ver que trampo é e se ele pega."
D: "Se quiser, eu faço pra você, haha."
S: "Prefiro a oficina." (cortante com D)
S: "Sabe que horas seu pai volta?"
Y: "Daqui a pouco, acho que vem do trampo. Se quiser, a gente pode dar uma olhada no que precisa fazer e eu falo com ele."
S: "Beleza, assim não fico louca procurando oficina."
Y: "Fechou, vamos dar uma olhada. Me dá um minuto."
Saí pra fora da oficina com meu amigo e perguntei qual era o problema. Ela disse que era algo do trem dianteiro, que tinha reprovado na vtv e que tava perdendo água. Pensei comigo: "Isso é moleza, mas não sei se ele vai pegar, já que tem outro carro lá dentro." Olhei tudo direitinho e falei que ia consultar meu pai se ele fazia, que eu não ia me oferecer por causa de tempo e outras paradas.
S: "Beleza, sem problemas." (sorri)
Y: "Assim que ele chegar, já falo. Dá pra passar mais tarde?"
S: "Impossível, daqui a pouco entro no trampo. Passo amanhã, vocês tão?"
Y: "Tamo sim. Ou, se quiser, deixa um número que eu falo pra ele te ligar."
S: "Fechou, anota aí?"
Y: "Pode deixar, me espera. O que eu procuro pra anotar. Peguei uma folha e uma caneta que tava pela metade e anotei o número. Combinamos que a gente ia avisar sobre o serviço e meu amigo foi embora. Depois de um tempo ele foi e fiquei sozinho na oficina ouvindo música e arrumando. Umas duas horas devem ter passado quando vejo meu velho chegar, que a gente vai chamar de C. C: O que cê tá fazendo, cabeção? Y: De boa? C: Sim, cansado. Alguma novidade por aqui? Cê se dignou a limpar, haha. Y: Um pouco. Veio uma gatinha aqui atrás de um trampo. C: O que precisa fazer? Ela te falou ou cê deu uma olhada? Y: Sim, sim (expliquei tudo). C: Dá pra fazer, mas em três ou quatro dias eu tenho o outro carro aqui pra mexer. Ou cê pode fazer esse aí quando tiver livre? Y: Sim, sim. Quando eu falo pra ela trazer? C: Amanhã cedo. Fui continuar o que tava fazendo e peguei o papel com o número e escrevi pra ela. Y: Oi, sou da oficina. S: Oii, fala. Y: Cê consegue trazer o carro amanhã cedo? S: Sim, claro. Umas 8 horas tá bom? Y: Sim, sim, umas 8 horas seria perfeito. Já deixei anotado que cê vem nesse horário pra não pegarem outro carro (conversa fiada). S: Beleza, show. Vai ser você que vai receber? Meu bebê. Y: Sim, provavelmente. Na verdade, vou fazer o serviço eu mesmo. A gente continuou conversando um pouco, já sabendo que ela é solteira e tudo que queria saber. Me deu na telha de falar que ela tinha um visual bonito quando passou pela oficina. S: Horrível. Y: Nada. S: Sim, olha.
Y. Mal não te cai, hein S. Em você também não cai a roupa de trabalho, haha
Y. Não tem jeito, tem que usar aqui mesmo, burr
Y. (Foto) é o visual que tem, mas beleza, amanhã às 8 você vai me ver pior
S. Dale dale, beijinhos
No outro dia, pontual, chegou na oficina pra deixar o carro e ficava me olhando e rindo. O serviço foi feito o mais rápido possível e em dois dias a gente tirou. Depois de uns dias, chega uma mensagem dela:
S. Oiiiss
Y. Como cê tá?
S. Bem bem, pergunta: você pinta? Me falaram que sim
Y. Sim, costumo fazer no meu carro
S. Quanto cê me cobra?
Y. Uns mates, haha
S. Sério? Vou já
Ela veio pra eu polir o carro dela, de jeans e blusa marrom claro.
Enquanto tomamos chimarrão e tal, já usando todas as minhas balas, optei pela do beijo. Me aproximei dela com a desculpa de pegar alguma coisa e, quando ficamos cara a cara, começamos a nos pegar, esquecendo do chimarrão e da oficina aberta. Enquanto nos beijávamos, eu apalpava toda aquela bunda linda dela por cima da calça jeans.S. Tá aberto.
Y. Não vem ninguém.
S. Certeza que não vem ninguém (sussurro ofegante).
Y. É, big booty.
Continuamos nos pegando por um tempo, eu na esperança de que ela se entregasse ali na oficina, mas ela me parou, dizendo que se eu quisesse mais, teria à noite. Não hesitei em aceitar. Naquela mesma noite, estando em casa, recebo uma mensagem:
S. Posso ir?
Y. Sim, vem.
S. Tô bem assim? Ignora que eu sou gordinha.
Y. Tá tudo rosinha aí, tá bem gostosa? S. Se eu puder ficar pra dormir, te atrapalha?
Y. De jeito nenhum.
Quando chegou, abri a porta e ela entrou com uma bolsa onde tinha a roupa do trabalho do outro dia. Entre beijos, fomos pro meu quarto. Já no quarto, começamos a jogar tudo: bolsa pra um lado, jaqueta pro outro, e começamos a nos despir. Levei ela pra cama e, quando se deitou de pernas abertas, ela disse: "vem". Com o dedo, fui me aproximando pra beijar ela, percorri o pescoço dela com beijos, descendo pros peitos, que chupei, mordi e saboreei um tempão, pra depois descer pra buceta dela, que é rosadinha, bem depilada e meio inchadinha. Comecei a chupar a buceta dela devagar, percorrendo cada cantinho como se minha vida dependesse disso. Ela gemia, eu separava os lábios dela pra achar o clitóris e chupar tudo, metia a língua.
S. Que delícia, bebê, eu te amo.
S. Aaah, aaah, quero mais.
Y. Que buceta gostosa você tem.
S. Cê gosta? Aaah, vai, que eu vou gozar.
Continuei chupando até que ela me deu o primeiro orgasmo dela. Só ouvi ela gemer enquanto gozava na minha boca, e continuei chupando mais um pouco.
S. Me dá na boca, aah.
S. Me dá essa pica já na boca.
Me aproximei dela, que tava deitada, e enquanto ela chupava minha pica, eu tocava ela, buscando o segundo orgasmo. Ela passava a língua em volta da cabeça da minha pica enquanto meus dedos tocavam ela num ritmo mais acelerado. Num momento, ouvi ela gemer de novo, se contorcendo, e ela me deu o segundo orgasmo. Continuou chupando minha pica e minhas bolas, colocando elas na boca, enquanto me masturbava devagar, num ritmo constante.
Y. Fica de quatro.
S. Vai me foder de quatro?
Y. Algo melhor.
S. O quê? (já de quatro)
Me aproximei devagar, separei as nádegas dela e mergulhei pra chupar aquele cuzinho lindo que Deus deu pra ela. Enquanto chupava e saboreava, ela gemia como uma louca.
S. Aaaah, sim, que gostoso, bebê.
S. Cê gosta do meu cu?
Y. Amo, é meu?
S. Sim, continua, você é o primeiro que chupa ele, aaaah.
Fiquei dedicado a chupar o cu dela, tentando fazer minha língua abrir caminho naquela bunda virgem. Passei um tempão no cu dela. Quando parei e já com a pica a mil, enfiei de uma vez na buceta dela. Ela só deu um grito de prazer enquanto toda a minha pica entrava nela, enquanto eu metia de quatro.
S. Aaah, mais forte, vai.
Y. Isso, garota, que gostoso. Usa a palavra: pussy.
S. Aaah, aaah, mais forte, arrebenta minha pussy.
Y. Vou arrebentar toda você, gata.
S. Aaah, tô gozando, aaaaah.
Assim ela me dava o terceiro orgasmo dela e ficava com as pernas tremendo. Eu, longe de gozar e querendo aproveitar ao máximo, continuei com o vai e vem. Trocamos de posição e ela veio por cima de mim, e enquanto se mexia, a cama aos poucos começava a ranger.
S. Que gostoso, aaah, aah, sim.
Y. Você é melhor do que eu sempre imaginei.
S. Garota, eu te adoro, aaah, sim, que pica gostosa.
Y. Levanta um pouco (comecei a meter forte por baixo).
S. Aaah, aah, continua, sinto que vou mijar.
Y. Isso, goza, vai.
Não passaram nem 3 minutos e ela gozou de um jeito único, molhando tudo que estava perto.
S. Aaaah, aaah, que gostoso, chega, goza.
Y. Isso.
S. Não aguento mais, goza, por favor.
E depois de umas 5 ou 6 bombadas, eu gozei pra caralho. Ela, por cima de mim, me beijava e repetia:
S. Se eu soubesse que você era assim, tinha pedido pra você me desvirginar.
S. Sério, faz anos que eu te adoro. E agora?
Y. O que foi agora?
S. Se quiser, eu vou embora e é só essa vez?
Y. Não, não é só uma vez. Fica pra dormir.
Dormimos abraçados depois de trocar os lençóis e virar o colchão encharcado pelo orgasmo dela. No outro dia, antes de ir embora, ela me acordou com um boquete e foi pra casa. Deixou uma foto do look que usou naquela noite.
E uma que me mandou do trabalho no dia seguinte
Sabe que amo a bunda dela e, se quiserem saber como isso continua, até o momento de postar isso a gente ainda tá se vendo. Fiquem ligados, porque é pra render outras histórias. Desde já, desculpa se for meio longo, como eu disse, não queria pular muitos detalhes nem deixar o post tão chato. Valeu por ler.
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