La paja (Relato gay) segunda parte

Fiquei puto pra caralho, não só não tinha me tocado, como gozou na minha cara e vazou rápido. Não falei com ele a semana toda e nem fui jogar bola naquela semana. Na semana seguinte tava mais calmo e queria pegar ele pra botar os pingos nos is. Então fui jogar, vi ele, falei que queria conversar e ele disse que sem problema. Assim que terminou o jogo, fomos tomar banho, e ele disse que me dava uma carona no carro e de quebra a gente conversava. E foi assim, no chuveiro não rolou nada, embora uma parte de mim não parasse de olhar pra pica dele. Sem falar nada, fomos embora e entramos no carro e arrancamos. E comecei a falar: - Você foi longe pra caralho outro dia! Com um tom seco e sério: - Tava com muito tesão, fazia uns dias que não comia ninguém porque tô brigado com minha mulher. Meio sério e meio com uma risadinha, ao mesmo tempo que passava a mão no meu volume da pica: - Para, comecei a falar e tentei tirar a mão dele inutilmente, já que ele é bem mais forte e maior que eu e a mão dele é enorme e continuo... cara, tô falando sério. Apesar do nervosismo, sentia a pica endurecendo com o toque bruto da mão dele sobre a calça enquanto ele comentava: - Relaxa um pouco, se a gente fizer isso de sacanagem, fica entre nós, ninguém vai te falar nada, além disso... e ele cala por um momento. Tá endurecendo bonito... conheço um lugarzinho legal perto daqui que quase não tem luz na rua, queria experimentar algo novo. Eu não respondo, tentava tirar a mão dele daquele toque intenso, mas quanto mais tentava, mais forte e intenso ele me tocava, depois de uns instantes parei de tentar tirar e ele disse quase num tom de ordem: - Abaixa a calça que quero te ver com a pica dura. Enquanto puxava minha calça pra me ajudar a tirar mais rápido. Abaixo a calça até os tornozelos e ele fala de novo: - Não, não, tira tudo! - Fico pelado, falo: - Sim! Ele responde num tom de esquecido e continua, vai, rápido. Fico pelado da cintura pra baixo, quando termino Chegamos na rua que ele disse e, de fato, só tinha um poste na rua com luz, e onde ele parou não dava pra ver nada, ainda mais que o carro tinha os vidros laterais escuros. Enquanto começava a apalpar minha rola já dura e as bolas de forma brusca, ele começa a falar devagar: "e aí, mais calminha?" com um sorrisinho... "me toca também, vai". Ele abaixa o calção de futebol até os joelhos, deixando a rola dura e as bolas peludas. No nervosismo, meio que aceitei e peguei na rola linda que ele tem. Assim que começo a masturbar ele devagar, ele fala: "topa uma punheta, mas com a boca?" Paro de masturbar, mas sem soltar: "Hã? Quer um boquete?" "Topa?" com um tom animado, e continua: "só um pouquinho pra ver como é!" Enquanto solta minha rola e leva a mão na minha nuca, começando a acariciar. "Não, nem fudendo, uma coisa é uma punheta, mas chupar é demais." "Vai lá que ninguém tá vendo." Enquanto empurrava minha cabeça pra rola dele. Mesmo eu recusando, já tava esfregando a rola na minha cara toda até que eu falo: "Beleza, só um pouquinho, cinco minutos e nunca mais." Com muito receio, enfio a rola na boca e o gosto de rola invadiu todos os meus sentidos. Ele foi me corrigindo pra eu não raspar: "cuidado com os dentes... apalpa minhas bolas enquanto isso... massageia a cabeça com a língua..." Enquanto ia dando ordens e eu seguia, ele segurava minha cabeça com a mão esquerda marcando o ritmo. Com a mão direita, começou a apalpar minha bunda com bastante força. Tiro a cabeça da rola como posso, já que com a pressão da mão dele tava difícil, e falo num tom sufocado: "Nãoooo, para, a bunda não, cara." Meio inquieto: "calma, tranquilo", responde com um tom excitado e acelerado, e continua... "continua com as bolas, vai, não para." "Não, mas... para..." tento falar, mas ele me interrompe: "chupa e curte, vai vai, e toca uma punheta enquanto chupa minhas bolas." E eu continuo chupando as bolas dele. Peludas e masturbando ele enquanto ele apalpava minha bunda com mais força até começar a enfiar um dedo. Eu tentava tirar a mão dele com a minha mão livre, mas ele ajeitou minha cabeça pra eu continuar chupando a pica dele. :-chupa, vai, relaxa que você vai adorar. Depois de um tempo, ele já tinha dois dedos inteiros enfiados no meu cu e, apesar da dor, eu quase não conseguia parar de chupar, porque ele não só me segurava pela nuca, mas começou a me bombear pra cima e pra baixo com força, travando minha mandíbula. Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, ele fala: :-continua você, que eu já vou gozar, com vontade. Continuei chupando com muita intensidade até que a pica dele explodiu na minha boca e me encheu de porra, que eu cuspia e tinha ânsia. A pica e as bolas dele estavam encharcadas da própria porra, mas ele não tirava os dedos do meu cu. :-continua chupando mais um pouco, vai, mas lambendo. Quase sem escolha, continuei chupando a pica e as bolas, e ele comenta: :-como eu precisava disso. Quando quase parei de lamber as bolas dele, a pica já estava ficando dura de novo. E ele fala em tom de ordem: :-vamos pro hotel aqui na esquina, que vamos ficar mais confortáveis. E ligou o carro sem eu me levantar nem ele tirar os dedos do meu cu. Continua...

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