Memórias de um Touro 3

foi assim que essa história começou, aí vai mais um capítulo pra vocês
espero que vocês curtam e como eu disse
isso foi de verdade


muito obrigada pelos pontos e pelos comentários














A semana foi muito estranha, Claudia (a cunhada da Sandra) me tratou com muita intimidade e no almoço não parava de falar sobre o irmão dela e sobre a Sandra. No começo fiquei bem desconfortável, mas depois fui me soltando e contei coisas da Sandra, principalmente pra deixar claro que pra mim ela era uma boa amiga. Claudia foi me vendo como um amigo e isso foi muito bom, contei dos meus projetos e das coisas que gosto. Acho que fazer o cara inocente deu resultado, porque aí na sexta a Claudia me levou pra ver a Sandra. Chegamos na casa dela e a Claudia viu como a mãe da Sandra me atendeu. Levei umas faturas e na sala tomamos uns mates e conversamos como se nada fosse. Rimos muito com minhas ideias e com as da Sandra, que em um momento disse


Sandra, quando é que você vai arrumar uma gatinha?


Claudia, sério, não sei o que ela tá esperando.


Mãe, deixa o cara em paz, ele tem todo o tempo do mundo pra isso


A verdade é que eu tô muito bem assim, pra que complicar a vida?


Continuamos conversando e eu levei uma baita zoação das três. Quando fui embora, pude perceber alguns gestos nelas, especialmente na mãe da Sandra. Passei o fim de semana todo pensando na velha, a ideia de comer ela também me fascinava. Na segunda-feira, fui trabalhar com muito tesão. A Cláudia me contou que passou o fim de semana com a Sandra e a Fabi junto com o namorado dela, que os quatro saíram depois de almoçar na casa dela e terminaram na casa da Sandra, que eles foram embora e a Fabi ficou lá para dormir. Tudo isso em segredo, já que ela não queria que soubessem no escritório. Quando terminei o trabalho, não hesitei e fui para a casa da Sandra, mesmo sem muita esperança de que algo acontecesse. Comprei uma sobremesa para o mate. Quem me atendeu foi a mãe dela, o pai da Sandra estava na oficina que tinha no fundo da casa.


Mãe, oi, tudo bem? Vem, entra. Vai ter que esperar, ela não está muito bem. Hoje acordou dolorida, acabou de tomar um analgésico. Mas entra, entra. Quer que eu faço um chimarrão? Vai, senta aí.


Tá bom, senhora


Mamãe, ai, me chama de Norma


Ela se virou, encheu a chaleira e colocou a água para esquentar. Estava com um vestido florido lindo, um pouco decotado que, diferente do de Sandra, deixava adivinhar uns peitões enormes, e a saia mal chegava na metade das coxas. Quando ela se agachou para pegar a erva, a única coisa que eu queria era ver a calcinha dela. Os movimentos eram lentos e meio exagerados, como se ela quisesse me mostrar o corpo. A velha sabia como esquentar um cara e tinha conseguido. Me levantei da cadeira e fui até ela.


Preciso de ajuda, Norma?


Norma, ei, me passa o açúcar, tá aqui em cima.


Me agarrei nela, meu pau estava duríssimo e bateu na bunda dela, era exatamente o que eu queria. Demorei bastante pra tomar a bebida enquanto a Norma começou a rebolando a raba.


Norma, agora eu entendo por que a Sandri fica doida quando você vem. O que é isso aí? Isso é enorme!


Me aproximei mais dela e já esfreguei meu pau na bunda dela.


Se ela disser que é muito grande


Norma, deixa eu ver


Ela se virou, ficando de frente para mim, e puxou minha calça para baixo sem olhar no meu rosto.


Norma é uma gostosa


Mas o seu marido pode vir?


Norma, esse cara só sai de lá pra comer, não se preocupa
 
Ajoelhou e engoliu tudo, me chupou como nunca ninguém tinha feito, mal metia a cabeça na boca dela e depois tirava pra lamber tudo, eu queria enfiar o pau na boca dela até as bolas mas o prazer era tanto que deixei ela fazer, foi uma maravilha, ficou assim um tempinho e ela disse levantando a saia


Norma, agora, porra, se comporte, quero você aqui dentro, me destrói toda, não tenha medo
Ela se apoiou na mesa, deixando a calcinha cair e abrindo as pernas. Enfiei o pau com muita força, já querendo me esvaziar dentro da sua buceta. Ela puxou os peitos para fora e começou a gemer. Agarrei eles e enquanto metia, fiquei apertando e olhando para a cara dela, vendo as expressões que fazia enquanto gemía. Ficamos um tempão fodendo até que eu explodi bem dentro da sua buceta, apertando minhas bolas contra ela. Depois, eu disse...


Quero essa sua raba, vem aqui, vira de costas


Norma, não, naquele outro dia, me come de novo, cara.


Dava pra ver que ela ainda tava com tesão e como eu não tinha tirado, continuei metendo até gozar dentro de novo. Percebi que o que ela queria era porra mesmo, porque antes da segunda gozada ela se contorceu muito, revirou os olhos, abriu a boca bem e gemeu como nunca tinha feito antes. Quando gozei, o prazer dela foi ainda maior. Ela deixou o último jato de porra sair, aí se afastou, pegou um pano, limpou minha pica e disse:


Norma, vai ao banheiro e se lava, depois vou eu.


Entrei no banheiro, lavei meu pau e saí. Ela entrou logo em seguida e, quando saiu, foi fazer mate.


Norma, você secou o pau com a toalha?


Claro que sim


Norma, melhor assim, quando o corno chegar eu mando ele lavar a cara.


Porque pobre, parece um cara legal


Norma merece isso por ser corna.


Continuamos tomando mate e quando eu já estava indo embora chegou a Fabi. Ela ficou feliz de me ver e a Norma disse que a Sandra estava dormindo por causa do calmante.


Fabi, então você não viu a gostosa? Tá bom, vem amanhã então.

0 comentários - Memórias de um Touro 3