Era meados de setembro. Eu estava só de cueca na cozinha, me preparando pra fazer um café. Eram dez da manhã quando minha irmã entrou com essa roupa íntima. Foto real tirada com o celular.
Pra variar, me deixou toda pilhada.
Você me acompanha agora até uma cala nudista que conheço, onde tem pouca gente. Fica a 100 km daqui. Tá a fim? Pega a moto?
Quem podia dizer não depois da imagem daquele rabo?
Beleza. Vou me trocar, o que eu visto?
Nada, roupa leve, não precisa de sunga, e lembra de pegar protetor solar e toalha.
Cinco minutos depois, eu já sentia os peitinhos dela eretos nas minhas costas. Por mais que já tivéssemos feito o que contei, eu não me acostumava com os encantos dela e tava doido pra passar a mão nos peitos dela com o bronzeador.
Foram 100 km que passaram voando, porque minha irmã se agarrava firme na minha cintura, colada no meu corpo.
Finalmente chegamos. Era uma cala que a gente tinha que descer a pé até a praiazinha.
Em dez minutos, estávamos na areia.
Tira a roupa, irmãozinho, que tô com vontade de a gente nadar antes de pegar sol.
Ela tirou a lingerie que vocês viram na foto e me pegou pela mão, me levando até a água.
Tava morna.
Depois que nos molhamos inteiros, ela se jogou em mim, me abraçando e colando os peitos eretos, com os bicos duros por causa da água, no meu peito. Quase na mesma hora, ela baixou a mão e pegou no meu pau. Não enfiou, só ficou esfregando ele nos lábios da buceta dela.
Ela puxou meu prepúcio pra ter mais contato, e eu só consegui falar:
Irmãzinha, acho que tô apaixonado por você. O que vai ser de mim quando você arrumar um namorado e não quiser mais ficar comigo?
Não se preocupa, que mesmo que eu tenha namorado, vou dar uns chifres nele com você — e deu risada.
Saímos da água e, quando o sol secou a gente, ela deitou de barriga pra cima com as pernas entreabertas e me pediu protetor solar.
Amanhã eu conto pra vocês como o dia terminou.
Pra variar, me deixou toda pilhada. Você me acompanha agora até uma cala nudista que conheço, onde tem pouca gente. Fica a 100 km daqui. Tá a fim? Pega a moto?
Quem podia dizer não depois da imagem daquele rabo?
Beleza. Vou me trocar, o que eu visto?
Nada, roupa leve, não precisa de sunga, e lembra de pegar protetor solar e toalha.
Cinco minutos depois, eu já sentia os peitinhos dela eretos nas minhas costas. Por mais que já tivéssemos feito o que contei, eu não me acostumava com os encantos dela e tava doido pra passar a mão nos peitos dela com o bronzeador.
Foram 100 km que passaram voando, porque minha irmã se agarrava firme na minha cintura, colada no meu corpo.
Finalmente chegamos. Era uma cala que a gente tinha que descer a pé até a praiazinha.
Em dez minutos, estávamos na areia.
Tira a roupa, irmãozinho, que tô com vontade de a gente nadar antes de pegar sol.
Ela tirou a lingerie que vocês viram na foto e me pegou pela mão, me levando até a água.
Tava morna.
Depois que nos molhamos inteiros, ela se jogou em mim, me abraçando e colando os peitos eretos, com os bicos duros por causa da água, no meu peito. Quase na mesma hora, ela baixou a mão e pegou no meu pau. Não enfiou, só ficou esfregando ele nos lábios da buceta dela.
Ela puxou meu prepúcio pra ter mais contato, e eu só consegui falar:
Irmãzinha, acho que tô apaixonado por você. O que vai ser de mim quando você arrumar um namorado e não quiser mais ficar comigo?
Não se preocupa, que mesmo que eu tenha namorado, vou dar uns chifres nele com você — e deu risada.
Saímos da água e, quando o sol secou a gente, ela deitou de barriga pra cima com as pernas entreabertas e me pediu protetor solar.
Amanhã eu conto pra vocês como o dia terminou.
1 comentários - Na praia de nudismo com minha irmã. Sedução.
Ubieses puesto de un comienzo que era un relato de fantasia. De todas formas, esta buena la historia ✌🏻