Traí meu marido e gozei gostoso

Continuam minhas infidelidades depois de cair com o amigo agiota do meu marido, um amigo chamado Jhon, experimentei os prazeres do proibido, agora ele quer me perverter ainda mais com a visita de um amigo negro do país dele... Olá, amigos e amigas, não tinha escrito porque só faço isso quando acontecem coisas que não posso contar para amizades próximas nem para a família, prefiro desabafar contando pra vocês, sabendo que serei julgada como uma mulher puta ou uma mulher carente, isso deixo ao critério de vocês, só para quem me insulta e ofende eu digo uma coisa: "quem nunca pecou na vida que atire a primeira pedra". Depois de ter estreado meu carro novo com o Jhon, parei de vê-lo porque sentia que estava caindo num mundo imoral do qual tinha que evitar cair custe o que custar para não ter problemas familiares, e ainda mais sabendo o quanto o Jorge, meu marido, me ama, e eu devia apoiá-lo mais, já que ele começou um novo trabalho onde ganhava menos que antes. Passaram-se semanas, o Jhon vinha de vez em quando em casa, disfarçadamente me apalpava sem meu marido perceber, e eu aproveitei um momento a sós com ele para dizer que chega, que me tratasse como a esposa do amigo dele, que só porque ele emprestou dinheiro pro meu marido, não queria dizer que eu seria amante dele quando ele quisesse. Ele só ria e com seu sotaque gringo me dizia: "você não é dele, é de quem você quiser que abra suas pernas". Aquele homem falava tão sujo comigo, mas aquela sujeira me excitava, me fazia sentir desejada, e ainda mais sabendo que eu era dona de uma bunda grande e uns peitos firmes e volumosos. Embora já estivesse na casa dos trinta, tinha muita maturidade, como diziam por aí: "a idade em que a mulher está mais gostosa". Eu disse pro gringo: "chega, meu corpo não será seu de novo por mais que você queira me oferecer", ele respondeu: "você é uma puta que adora chupar paus grandes como o meu, não esquece disso, você ama isso". Nisso meu marido voltou do banheiro e começou a ver televisão junto com a gente. Jhon, como sempre, se embriagando até não poder mais, esse vício do meu marido cada vez gostava mais, assim como em mim o desejo de me sentir bem comida, coisa que meu marido já não me dava. Novamente, com o passar das horas, meu marido caiu no sono e Jhon aproveitou para ir até a cozinha, entrou pelado com o pau enorme duro na minha frente, eu, surpresa, falei: "O que você tá fazendo? Se veste", ele não me deu bola e disse: "Foxy, cala a boca que seu marido tá dormindo e é hora de você provar o que tanto gosta". Ele se aproximou e me dominou com os braços, eu de costas pra ele, sentia o pau dele roçando na minha bunda e isso me esquentou, me deixou bem tesuda. No meu ouvido, ele falava coisas sujas: "Você gosta de como eu roço meu pau em você, você é a foxy, não esquece". Algo aconteceu em mim que nunca pensei que fosse rolar: eu mesma abaixei a saia com a calcinha e fiquei de quatro, ele não hesitou e na hora me meteu forte, começou a me comer do jeito que só ele sabe, sentia tanto prazer que queria que meu marido me visse dando pra ele, não imaginei que fosse tão safada, esqueci toda a moral que tinha e soltei a puta que existia dentro de mim. Me ver fodendo com aquele homem era digno de ser filmado pra um filme pornô, o pau enorme dele entrava e saía da minha buceta molhada, sentia o bater das bolas dele na minha bunda grande, fazendo um som gostoso e excitante. Ele dizia: "Quer que eu tire?" e eu respondia: "Não, por favor, não para de meter". Decidi jogar o jogo dele e falei: "Quero sentir seu gozo, me dá". Ele respondeu que ainda não, que vinha a parte mais gostosa. Tirou o pau da minha buceta e começou a lamber meu cu, cuspia nele, colocou primeiro um dedo e depois dois, eu não ousava dizer não, tava como drogada, num transe sexual e me deixei levar pelos desejos baixos dele. Aos poucos, ele enfiou a cabeça do pau no meu cu, doía mas eu não queria parar, foi enfiando até ficar metade dentro da minha bunda grande. Começou a me empurrar, devagar, depois aumentou a velocidade, confesso que não era minha Primeiro anal porque agradei meu marido várias vezes com isso quando ele era mais novo. Jhon não parava de meter, me impressionava a resistência dele e ainda mais com a rebolada que eu dava, digna da melhor puta de puteiro. Comecei a sorrir, lambia o dedo que ele enfiava na minha boca, me sentia muito safada, uma rainha sexual que satisfazia os prazeres de qualquer um. Ele tirou do meu cu e mandou eu me abaixar, abri minha boca sabendo o que ele queria e ele derramou a porra dentro da minha boquinha, não liguei que tinha gosto do meu cu recém-comido, engoli tudo e limpei a cabeça dele com a língua, sinal de que já era viciada no sêmen dele. Ele sorriu e disse: "você adora engolir, vou te apresentar um amigo do meu país que adora mulheres tão putas quanto você". Ele foi embora e me deixou com a curiosidade de conhecer esse amigo dele, de novo me deu uma raiva de não conseguir me controlar, de evitar esse encontro sexual, será que sou puta de verdade?, pensei comigo. Dois dias depois ele me liga mandando eu ir na casa dele, falei que não mas ele insistiu me ameaçando de contar tudo pro meu marido, disse pra eu ir de minissaia bem justa e uma blusa decotada, sem calcinha nem sutiã, eu, presa pelo medo, aceitei, me vesti como ele mandou (parecia uma vadia procurando cliente) e dirigi até a casa dele. Lá entrei e me surpreendi ao ver um negro alto, com corpo atlético, uns 25 a 30 anos sentado no sofá com o pau duro, ele tinha uns centímetros a mais que o do Jhon. Ele me cumprimentou com um seco "Hello", Jhon chegou perto e disse: "ele se chama Latrell, mas pode chamar ele de Mandingo" e caiu na risada. Eu perguntei por que ele me fez vir, que não ia me entregar pra aquele cara, ele respondeu: "cala a boca, você veio porque quis, porque adora transar, chega perto do meu amigo que ele precisa dos seus serviços". Eu, irritada, não sabia o que fazer, se fosse embora ele era capaz de contar tudo pro meu marido e adeus casamento, não tive escolha a não ser aceitar me entregar pra aquele cara. Nunca tinha estado com um Negrão, não é que eu seja racista, até porque sou latina de pele morena. Cheguei perto dele e decidi fazer aquilo acabar rápido. Dancei sensual na frente dele, enquanto o Jhon ficou olhando tudo. Ele colocou uma música da Rihanna chamada "Pour It Up", sabia que era minha artista favorita. Essa música é muito erótica, porque fala do mundo das strippers. Comecei a me mexer igual vi no clipe, e o negrão ficou ainda mais excitado, principalmente quando coloquei minha bunda na cara dele. Ele metia a língua com maestria, e eu rebolava o rabo, aproveitando aquela língua que também entrava na minha boceta molhada. Ajoelhei e comecei a chupar o pauzão dele, lambia, sugava, cuspia. Não conseguia enfiar tudo na boca, a cabeça do pau era maior, até fiquei com medo de pensar se ele queria meter no meu cu. Fiquei completamente nua, ele colocou a camisinha, e eu sentei nele e comecei a cavalgar. Enquanto isso, o Jhon se masturbava na nossa frente, se acabando de ver minha bunda rebolando. O infeliz ficava falando: "Viu que você nasceu pra dar? Adora ter um pau dentro", "Você é uma puta, não esquece disso, mesmo tendo marido, vai dar sua bucetinha gostosa pra outros homens". Eu mandava ele calar a boca, mas cada vez que ele gritava essas coisas, eu ficava mais tesuda e montava mais forte no negrão. Nem percebi quando o pau dele já estava enterrado inteiro na minha boceta. Foi nesse momento que o Jhon se aproximou e enfiou no meu cu, sem camisinha. Eu vi estrelas e gritei, mas de prazer. Me senti uma puta completa, bem empalada por dois paus bons que entravam e saíam de mim sem eu conseguir escapar. Eles trocaram de posição, mas o negrão só enfiou até a metade, não aguentava ele inteiro. Eu não parava de gozar, meu corpo voluptuoso aguentava as investidas daqueles dois garanhões. Acho que se eu fosse magra, não daria conta, ou quem sabe. O negócio é que eles não paravam de me foder. O tempo passou, e não consegui fazer o Mandingo gozar, porque ele tinha resistência. Nossos corpos estavam suados, éramos tipo três máquinas trabalhando juntas. Comecei a falar putaria: "me comam gostoso, mais forte, mais". Os dois já estavam quase gozando e fizeram uma coisa que eu amei: gozaram ao mesmo tempo. Banharam minha cara de porra, me excitou tanto que eu também gozei com meus dedos enfiados na minha buceta. A porra cobria todo meu rosto, era grossa e branca. Em vez de jogar no chão, peguei meus dedos e fui tirando da cara direto pra minha boca. Eles falavam "very good", "yeahhh bitch", felizes de ver como eu tava suja lambendo a porra deles do meu rosto. Eu sorri enquanto fazia isso, não sei por quê, talvez fosse o prazer de ter dominado dois caras. O negão se vestiu rápido, tirou um dinheiro da carteira e deu pro Jhon. Fiquei muda, achando que era pra mim. Ele disse "bye" e foi embora. Irritada, falei pro Jhon: "Tá me oferecendo como puta?" E o filho da puta disse que sim, mas que também tinha essa fantasia de um ménage, e aí me deu metade do dinheiro. Era uma boa grana, que eu peguei encantada. Fiquei pensando: "Sofia, o que você tá fazendo? Acabou de se prostituir." Mas por outro lado, pensei que a fantasia do ménage também tava na minha cabeça. Me vesti e pedi pra ele não fazer isso de novo. O desgraçado, todo rindo, disse que ia pensar e me deu um tapa na bunda. Quando cheguei em casa, meu marido ainda não tinha voltado, e fui tomar banho. A sensação de ter minha bunda ardendo e minha buceta dolorida me excitou, e me masturbei com uma escova enquanto tomava banho, lembrando da trepada que acabei de ter. Espero não cair nessa de novo. Já tô com medo de mim mesma e com receio do meu marido descobrir tudo.

1 comentários - Traí meu marido e gozei gostoso

Buen día Te felicito el relato es excelente y lo que haces mejor todavía no pude dejar de imaginarme que era mi mujer haciéndolo con otros