Esta fanfic não é minha, créditos a quem de direito.
Capítulo 2
(Impostos Reprimidos)
Boruto mais morto do que vivo, graças ao acidente com a mãe dele e a uma noite bem puxada, ouviu o grito da mãe chamando ele pra tomar café. Desceu as escadas do jeito que dava, enquanto o bom dia da mãe e o frio da manhã terminavam de acordá-lo. "Oi, Boru", disse Hinata como todas as manhãs, só que dessa vez o café já tava servido, e a irmã dele não estava. Boruto não conseguiu evitar prestar atenção nas pernas longas, brancas e delicadas da mãe, com aquele short que mal cobria metade da coxa. O moleque ficou besta por um momento olhando as pernas da mãe enquanto ela ainda cumprimentava ele. "Boruto? Boruto, cê tá bem?", repetiu Hinata, meio estranhando. Boruto ficou paralisado por um instante, com um pouco de baba escorrendo da boca. Mesmo assim, Hinata não conseguiu evitar pensar como o filho dela era bonitinho recém-acordado. O garoto reagiu depois de alguns segundos, notando a voz doce da mãe, e com uma sensação estranha percorrendo o corpo dele, respondeu o mais rápido que pôde. "Oi, mãe. Cê dormiu bem?", perguntou sentando na frente da tigela de arroz que Hinata tinha servido pra ele. "Bem demais, Boru", disse Hinata enquanto se sentava do lado da mesa, ao lado do filho. "Amanheceu de bom humor, bom, acho que em parte porque não precisa ir pra academia", pensou Hinata, lembrando da rotina quase clichê do filho revirando os olhos enquanto olhava com raiva pra cadeira do pai, que marcava tanto as manhãs dele. Mas Hinata também notou que ele tava mais lerdo que o normal, então perguntou se ele tinha virado a noite, o que causou uma reação nervosa inesperada no filho, que fez ela achar muita graça, deixando escapar um sorriso. Já Boruto, mal sentou, colocou o olhar na camiseta lilás, de manga curta, que de vez em quando deixava ver a cintura fina e curvilínea da mãe, embora sem dúvida o que mais chamou a atenção e o pensamento dele foram os grandes peitos da mãe voluptuosa, que cada vez que ele olhava de relance, apertavam de uma forma sufocante sua bermuda, até que sua mãe perguntou se ele tinha perdido o sono, ao que Boruto não soube o que responder, e que fez com que quase se engasgasse com o arroz, lembrando como perdeu o sono na noite anterior. "Só fiquei jogando um pouco à noite", conseguiu articular Boruto depois de se acalmar um pouco e engolir bem o arroz, "além disso, mãe, a Himawari vem hoje?" perguntou Boruto, tentando retomar a voz relaxada e mudar de assunto. Hinata repentinamente levou a mão ao rosto angelical do filho, Boruto se assustou por um momento, mas sem se mexer muito, enquanto sua mãe acariciava sua bochecha com o polegar, aquele rosto lembrava um pouco o rosto do marido quando jovem, mas com um traço diferente que Hinata ainda não entendia. "Mãe? Mãe?" perguntou Boruto, bastante nervoso, mas ao mesmo tempo sem muita vontade de parar a mãe, "mãe, então a Himawari chega hoje?" perguntou Boruto meio envergonhado e nervoso, enquanto suas bochechas coravam e sua bermuda tremia. "Não, Boru, hoje estamos só nós dois", disse Hinata sem parar de acariciar a bochecha e o cabelo de Boruto, com um olhar tão terno que o garoto começou a se sentir muito mal pelos seus pensamentos com a mãe, o que em nenhum momento diminuiu sua ereção. Hinata subiu a mão para o cabelo do garoto, "Boruto, toma café rápido e depois vai tomar banho", disse Hinata enquanto se levantava da mesa e recolhia os pratos. Boruto assentiu, ainda se recriminando pelo doentio que sentia, por estar pensando na mãe daquela forma, o que se desvaneceu completamente da sua cabeça no momento em que Hinata se virou. Boruto pôde ver sua bunda redonda, carnuda e linda, bem marcada pelo shortinho que ela usava, era perfeita, cada nádega tão redonda como nunca viu na vida, não era grande demais nem pequena demais, tinha simplesmente o tamanho perfeito, tanta foi sua excitação, que o amigo dele não aguentou dentro da bermuda. "Já me enchi, mãe, vou tomar um banho", disse Boruto enquanto pulava da cadeira pra correr pro banheiro. "Não esquece a toalha igual ontem!" gritou Hinata enquanto ele entrava no banheiro. Boruto se pelou o mais rápido que pôde, e no quentinho do chuveiro se masturbou pensando na bunda gostosa da mãe dele, uma e outra vez, até que depois de cinquenta minutos, já relaxado e limpo, saiu do chuveiro e percebeu que também hoje não tinha toalha no banheiro, e ele não tinha trazido nenhuma. De repente, a porta do banheiro se abriu, com Hinata atrás dela segurando uma toalha. "Mãe!", disse Boruto, assustado. "Sabia, esqueceu a toalha de novo, né?", disse Hinata olhando direto pra Boruto e dando um suspiro. A cara de Boruto ficou vermelha que nem tomate, mas mais importante, ao ver a mãe de novo, o pau dele cresceu de repente. Hinata sorriu de leve, virando o rosto e entregando a toalha pra Boruto enquanto saía do banheiro. Embora Hinata tivesse refletido na noite anterior sobre os impulsos dela ao ver Boruto tão lindo de manhã, tocar o rostinho macio dele e o cabelo liso bagunçado, ela simplesmente não aguentou a vontade de ver ele pelado de novo. Tava tão excitada ao ver ele daquele jeito de novo, além de feliz pela "reação" do Boruto. Isso sim, como se tivesse acabado de correr uma maratona, apoiada na parede da cozinha, Hinata não conseguia controlar a respiração, e depois de meia hora conseguiu controlar a excitação, o que a levou a se recriminar de novo e mais severamente pela atitude dela. Nesse tempo, Boruto conseguiu se vestir e se aliviar mais uma vez. Daí a pouco saiu dizendo pra mãe que ia ver a irmã na casa da Sakura, mas a verdade é que a tia Hanabi tinha pedido pra ele se encontrar com ela pra ajudar a distrair a mãe enquanto armavam a festa na casa Uzumaki no dia seguinte. Além disso, Boruto pensou que assim esfriaria um pouco a cabeça. A parada é que Hanabi queria que Boruto levasse a mãe dele pra fazer compras. enquanto preparavam tudo, e Boruto queria bem o contrário, não queria que sua mãe percebesse seu probleminha, então decidiu ir buscar a irmã para ajudá-lo no dia seguinte. Himawari aceitou por uma boa quantia de sorvete, e voltou para casa com o irmão. Hinata já tinha preparado o jantar, e Sakura tinha avisado que Himawari tinha voltado com Boruto, então não houve problema para ninguém. Oi Boruto, Himawari, como foi com vocês? Cumprimentou Hinata enquanto os garotos entravam na casa Uzumaki. Himawari correu para os braços de Hinata, muito bem mamãe, dormir com a Sarada foi muito divertido, disse Himawari com o sorriso grande e inocente que sempre tinha. E você Boru? Se divertiu? Perguntou Hinata. Sim mamãe, me diverti, respondeu Boruto tentando não olhar diretamente para a mãe. No resto da noite combinaram de passear pela cidade no dia seguinte, enquanto jantavam, depois foram dormir. Por sua vez, Boruto ficou o resto da noite meio esquivo, já que deduziu que aqueles impulsos eram culpa da sua cabeça pervertida, então decidiu não ter muito contato com a mãe por um tempo enquanto conseguia controlar a cabeça. À noite, tanto o loiro quanto a mãe decidiram se controlar melhor daí em diante. No dia seguinte saíram por volta das oito da manhã, passaram pelos diferentes distritos comerciais. De manhã, dedicaram-se a passear mais pelos parques que Himawari queria. Depois, à tarde, após um vasto almoço na churrasqueira, bem caro, saíram para os diferentes festivais que rolavam na região por causa do Natal. As luzes começavam a acender e as barracas de comidas caseiras e exóticas abriam. Mamãe, ainda tem espaço para os festivais, né? Perguntou Boruto ansiosamente, e com um pouco de baba escorrendo da boca enquanto olhava uma barraca de Takoyaki. Hinata estava meio cheia depois de um almoço daqueles, mas nem de longe queria se render ao apetite voraz do filho. Haha, aquele almoço foi só um lanchinho, disse com um sorriso. Tom quase desafiador, enquanto isso, Himawari já tinha saído na frente e praticamente deixado eles zerados pra comprar até um copo d'água. O resto da tarde foi de barraca em barraca correndo atrás de Himawari pra ela não levar a família à falência. Maldita menina, será que o estômago dela tem fundo? pensou Boruto, chegando em casa exausto de tanto correr atrás da irmã. "Vamos passar em outro festival, irmãozinho, vai?" "NÃO!" responderam em uníssono Boruto e Hinata, realmente apavorados com o apetite de Himawari. "Mãe... você se divertiu?" perguntou Boruto meio tímido. Essa pergunta... "Que fofo você é", disse Hinata enquanto passava o braço pelo ombro do filho. "Claro que me diverti", continuou Hinata, dando um beijo na bochecha de Boruto. Aquele dia foi realmente divertido pra ela — esquecer um pouco da rotina e sair com os filhos foi libertador. Além disso, ela gostava que Boruto deixasse de lado um pouco aquela raiva toda do Naruto de vez em quando. Boruto, por outro lado, estava bem feliz com a reação da mãe. E mesmo que, quando ela beijou a bochecha dele, aquela sensação estranha que ele sentiu na manhã do dia anterior tivesse voltado, ele estava mais contente em ver Hinata feliz. E assim ele deixou passar que ainda ficava excitado com o contato com a mãe. Ao chegar em casa, Hinata percebeu que tinha alguém lá dentro. Então entrou com um pouco de cautela, sem alarmar os filhos. "Naruto? É você?" perguntou enquanto entrava devagar em casa. E de repente: "SURPRESA!" gritaram todos os amigos da família que estavam escondidos na casa. Hinata quase acertou a Hanabi com o susto, e todo mundo riu um instante depois. Todos parabenizaram Hinata pelo aniversário — desde Sakura até Tsunade, passando por Shizune e Konohamaru — enquanto curtiam os petiscos da festa. "Ah, então minhas pequenas gostosas conseguiram", disse Hanabi beliscando as bochechas de Boruto. "Tia, já não tenho dez anos", respondeu Boruto com aquele tom relaxado mas ao mesmo tempo meio irritado que era a cara dele. "Não. importa, você continua sendo meu sobrinho adolescente mais gostoso do mundo — disse Hanabi enquanto sorria debochada e continuava beliscando as bochechas dele. — Tia! — disse Boruto erguendo as mãos em direção aos peitos da tia. Hanabi pulou pra trás com uma cara de indignação falsa e provocadora. — Jeje, então você já cresceu até esse ponto, não se preocupa, meu lindo sobrinho, eu vou te trazer de volta — respondeu Hanabi zoando o garoto. Boruto manteve o olhar de irritação enquanto Hanabi enchia o saco dele como de costume, embora Boruto, há uns dois anos, tivesse descoberto um jeito de pelo menos salvar as bochechas dos dedos sádicos dela: tocando os peitos da tia, ela recuava por um tempo. O mais estranho é que ele nunca tinha se sentido tão esquisito fazendo isso como hoje. Quase que na hora, Boruto ficou meio vermelho, e mesmo mantendo a atitude, assim que Hanabi se descuidou, ela escapuliu pra onde estavam os amigos dela. — Será que é assim que se sente tocar os peitos da mamãe? — pensou ele enquanto brincava um pouco com Shikadai. — Porra, isso é errado — vociferou Boruto em voz alta. — Viu? Não consegue me vencer sem trapacear — disse Shikadai, deixando transparecer um pouco de orgulho. — Hã? Ah, sim, claro que consigo te vencer — disse Boruto, voltando a se concentrar no jogo, tentando esquecer um pouco a mãe. Já era meia-noite e todo mundo se reuniu na sala pra cortar o bolo da Hinata. Boruto ficou ao lado da mãe, desejando feliz aniversário. O loiro tinha estado tão ocupado que nem tinha lembrado do Naruto até aquele momento, quando não o viu. A raiva dentro dele começou a crescer de novo até que, de repente, a porta da entrada se abriu meio bruscamente. Naruto tinha chegado, acompanhado do Shikamaru, visivelmente ofegante. Himawari foi a primeira a pular nos braços dele. — Oi, papai — disse Himawari, abraçando Naruto com força. — Não te via há tempos, filha — disse Naruto, acariciando a cabeça dela. — Oi, Boruto, e feliz aniversário, Hinata — disse Naruto. Caminhando em direção ao bolo, ele deu um beijo na esposa e um abraço no filho. Boruto soltou um sorrisão quando viu o pai chegar em casa, a festa continuou depois de algumas fotos, Hinata também ficou toda feliz com a chegada do Naruto, em parte porque o Boruto ficou muito mais animado a partir dali, e em parte porque não via ele há duas semanas. No resto da noite, a dança e a alegria dominaram a casa dos Uzumaki. Na manhã seguinte, Boruto sentiu um toque no ombro e a voz da Hinata acordando ele: "Boruto, levanta do sofá, vamos, acorda!", disse Hinata com um pouco de pressa. "Mãe? O que foi? Que horas são?", respondeu Boruto meio confuso e ainda com sono. "Vamos, levanta, Boruto, tô arrumando essa bagunça, anda logo e me dá uma ajuda", falou Hinata com uma voz meio irritada. Boruto se levantou do sofá onde tinha dormido, a sala estava cheia de lixo, e tinha muita sujeira espalhada por todo lado. Himawari já estava acordada e ainda sonolenta, Boruto cumprimentou ela assim que a viu. "Oi, Himawari, já acordou?" "Ahhhhhh, sim, mamãe me acordou pra ajudar ela, não sei como ela consegue acordar tão cedo depois da hora que a gente foi dormir ontem", disse a garota entre bocejos. Boruto se levantou de vez e perguntou pra mãe o que ela queria que ele fizesse, bocejando e com muito sono. "Ahhhhhh, mãe... O que eu faço então?" Hinata estava varrendo, meio agressiva, com uma aura de irritação em volta, e mergulhada nos pensamentos dela, não prestou atenção no filho, o que fez o Boruto insistir preocupado. "Mãe... Mãe, cê tá bem? Mãe... MÃE!" "O QUÊ?!" Respondeu Hinata de forma agressiva, deixando o cômodo num silêncio constrangedor. Boruto sentiu uma mistura de vergonha e tristeza ao ver a mãe tão brava, já que ele imaginou que a festa era o motivo da raiva dela, porque normalmente o Natal era celebrado na casa do Hiashi, e a ideia de Fazer na casa dela como surpresa foi ideia do Boruto e da Hanabi, então, cabisbaixo e com os olhos cheios de lágrimas: "Desculpa, mãe, eu não queria te incomodar com a festa, me perdoa, por favor!" "O quê?! Não, Boru, você não me incomodou", respondeu Hinata, virando-se. Hinata, ao ver Boruto cabisbaixo e com a voz quase chorosa, se sentiu péssima por ter tratado ele daquele jeito. Então, pegou o queixo dele e levantou sua cabeça, o que só a fez se sentir pior ao ver seus olhos lacrimejantes. "Ah, desculpa, filho, você não fez nada de errado, é que hoje... digamos que acordei estressada... Mas não foi culpa sua, não, coração. A festa foi incrível." Hinata abraçou Boruto com os dois braços enquanto bagunçava o cabelo dele com a mão direita e, com a esquerda, acariciava suas costas. Além disso, ela não sabia que a ideia tinha sido do Boruto. "Boru, e você nem tinha me dito que a ideia foi sua. Que filho maravilhoso eu tenho", disse Hinata com a voz doce que a caracterizava. "Hehe... É... minha tia e eu pensamos nisso", disse Boruto, um pouco sobrecarregado pela mudança repentina da mãe. Mas ainda mais porque o rosto dele estava quase no meio dos peitos macios e enormes da mãe. Por um momento, ele conseguiu esfregar o rosto naquele par de tetas deliciosas e macias, inundadas por um aroma completamente novo e excitante que ele nunca tinha notado na mãe. Um cheiro que torceu cada parte do corpo dele, levando-o ao êxtase por alguns segundos, e que, sem dúvida, seu amigo da calça tinha notado claramente. Passados alguns segundos, Boruto percebeu o problema em que estava: seu pau crescia cada vez mais, e com certeza sua mãe notaria. O loiro tentou se soltar de Hinata, mas ela o segurou bem firme entre os braços. Hinata, ao notar a ereção do filho, enquanto acariciava o cabelo dele e sentia os músculos finos e definidos de suas costas, não conseguiu evitar ficar excitada e descer a mão lentamente até a bunda do filho. Ela sabia que era errado, muito errado, mas... mas jurou a si mesma que seria só dessa vez. vez. Boruto pelo menos tentou arquear o quadril pra evitar o contato, mas a mão da mãe dele descendo até a bunda fez ele arquear o quadril todo pro outro lado. Boruto apertou a cintura mais do que nunca contra a coxa da Hinata. "Que safado você é, Boru", disse Hinata sorrindo marotamente e com uma voz meio debochada, mas ao mesmo tempo doce e suave, momentos antes de soltar o garoto. Boruto tava pegando fogo de vergonha, o rosto dele tava vermelho e o demônio na calça prestes a explodir; como conseguiu, falou pra mãe que ia tomar banho. "Mã... mamãe... vou... tomar banho", disse Boruto antes de sair correndo que nem um louco pro banheiro. Himawari reclamou meio irritada. "Mamãe, espera, por que eu tenho que te ajudar e ele não? Fala pro meu irmão ajudar a gente também." "Calma, filha... se quiser, vai tomar banho no banheiro de cima, eu termino de arrumar aqui", disse Hinata enquanto continuava varrendo de costas pra Himawari. Himawari, sem reclamar de novo, foi correndo pro banheiro do segundo andar; tava ansiosa pra ver mais festivais e comida com a Sarada, talvez por isso não percebeu a voz agitada e nervosa da Hinata. Hinata sentiu as pernas tão fracas que desabou assim que Himawari subiu; não podia acreditar que só aquilo já tinha feito ela correr, e não podia acreditar que tinha feito de novo, como podia ver o próprio filho amado daquele jeito; se sentiu suja e miserável. Depois de se limpar um pouco, Hinata terminou de arrumar a bagunça que a festa deixou. Himawari saiu assim que se lavou, e Boruto demorou menos de uma hora e meia "se lavando"; enquanto isso, Hinata já tinha arrumado tudo. Boruto saiu pra se encontrar com Shikadai e Inojin. O loiro não conseguia tirar da cabeça as palavras da mãe; ele realmente achou que tava encrencado quando o pinto dele excitou, mas o que não esperava era que Hinata não só não ia dar bronca nele, mas ia falar que ele era safado daquele jeito; tava realmente confuso. Pensativo no parque que os três amigos frequentavam, Inojin viu Boruto imerso nos próprios pensamentos. — Oi, Boruto, no que você tá pensando? — perguntou Inojin, colocando o rosto na frente do Boruto. — Ahh, Inojin, não faz isso — disse Boruto, meio assustado. — Haha, é tão fácil perturbar vocês — falou Inojin, lembrando da mesma reação do Shikadai. — E então, o que você tá fazendo aí, entediado? — Ahh, nada importante. Cadê o Shikadai? — respondeu Boruto com um longo suspiro. — Fala pra mim, você parecia bem concentrado — replicou Inojin, ignorando a pergunta do Boruto. — Não é nada, Inojin. Vamos só jogar alguma coisa — disse Boruto, desanimado. — Ah, qual é, talvez eu até te ajude — falou Inojin, bem intrigado com a recusa do amigo. — É só que... É só que eu não entendo a mamãe — disse Boruto, um pouco mais irritado, chutando uma pedra no parque. — Mmmm, por que você não entende ela? — perguntou Inojin, ainda sem pista do assunto. — Bom, primeiro ela parecia brava por causa da festa de ontem, e aí ela me diz que não. Depois eu faço algo errado, e ela só ri. Ahh, sei lá... Ela tá toda estranha ultimamente — respondeu Boruto, pegando um punhado de pedras e andando em direção ao lago que cercava o parque. — Bom, talvez ela esteja tentando te dizer alguma coisa — disse Inojin, de repente. — Ehh? Não entendi — falou Boruto, estranhando o que o amigo disse. — Bom, às vezes a mamãe me diz coisas sem falar diretamente. Quando eu fiz oito anos, lembro que comecei a ver mais lixo no meu quarto do que de costume. Eu tirava e levava pra sala, como sempre fazia, mas à tarde estava lá de novo. Aí perguntei pro papai, e ele me disse que às vezes as mulheres não falam o que querem dizer, mas falam de outro jeito. Assim eu entendi que a mamãe queria que eu levasse o lixo pra rua — disse Inojin, com um certo orgulho no rosto. — Sério que a tia Ino encheu seu quarto de lixo por semanas em vez de pedir pra você levar pra rua? — perguntou Boruto, desconcertado. — Haha, sim. Papai também disse que às vezes as mães são complicadas demais, que ele às vezes se pergunta se devia ter casado com o Kiba ou o Choji... — Depois de dizer isso e se olharem, Tanto o Boruto quanto o Inojin caíram na risada com a ideia. "Haha, teu pai tem um humor danado", falou Boruto com o sorriso que o Inojin arrancou dele. "Haha, tomara que sim", respondeu Inojin com uma pontinha de insegurança na voz. "Mas é, talvez tu tenha razão, talvez a mamãe queira me dizer algo sem dizer, sei lá", falou Boruto, já sem tristeza na voz. "Bom, não sei se tua mãe é igual a minha, mas talvez se tu prestar mais atenção, tu entenda o que ela quer, ou talvez seja só aqueles dias do mês", disse Inojin, jogando uma das pedras que o Boruto tinha pegado no lago. "Hã? Que dias do mês?" perguntou Boruto de novo, todo confuso. "Ah, meu Deus, tu tem muito o que aprender", respondeu Inojin, com um tom safado e debochado. "Filho da puta, para de tirar sarro de mim", falou Boruto enquanto os dois se empurravam, brincando um com o outro.
Boruto voltou pra casa de noite, bem cansado de ter brincado com o amigo, mas bem mais alegre e de cabeça leve do que quando saiu de casa, só querendo um banho quente, comer e dormir. Hinata recebeu ele com uma bronquinha. "Boruto, olha a hora", disse Hinata ao ver o filho abrir o portão verde. "Desculpa, mãe, o tempo voou com o Inojin", respondeu Boruto, sorrindo meio sem graça. "É, claro, sempre voa o tempo", falou Hinata, ainda irritada, servindo um prato enorme de lamen pra Himawari. "Perdão, mãe, prometo não chegar tão tarde no resto das férias", respondeu Boruto, fazendo um gesto de desculpa com as mãos. "Tá bom, Boru, se limpa e vem comer", disse Hinata, apontando pro lamen servido na mesa. "Oi, irmãzinha, como foi com a Sarada?" perguntou Boruto enquanto lavava as mãos. Himawari já tinha começado a comer, então demorou um pouco pra responder, enquanto Boruto sentava na mesa com elas. "Foi bom, Boru, a tia Sakura me ofereceu um monte de coisas, então foi bem divertido", respondeu Himawari. "É, a Sakura me ligou preocupada com o estômago da Himawari, mas eu falei que ela tem estômago melhor que o Naruto, que não precisava se preocupar com nada. Hahaha, ela não pareceu muito feliz depois de ouvir isso", disse. Hinata deixando escapar um sorrisinho. "E o papai?" perguntou Boruto, na esperança de que ele tivesse vindo comer. Hinata suspirou e torceu o rosto numa careta de desânimo, enquanto mordia um pedaço do porco do lámen. "Bom... ele foi embora ontem umas cinco horas, disse que tinha um problema imenso pra resolver, mesmo que nem consiga dar conta disso." Disse Hinata torcendo a boca e franzindo as sobrancelhas, meio irritada. Boruto suspirou ao saber que nada tinha mudado de verdade, e depois de comer, disse pra mãe que ia tomar banho antes de dormir. Mas antes disso, Boruto passou no quarto dele e ficou um tempinho jogando no PC. Lá pelas dez da noite, Boruto foi tomar banho. Hinata tinha se deitado há pouco. Depois de se lavar, quando entrava no quarto, ele conseguiu ouvir os gemidos suaves da mãe. "Ohh, ahh, Deus, Boruto, ahhh..." O garoto ficou vermelho e, com uma pontinha de tesão, segurou a vontade de ver a mãe se masturbando e foi pra cama.

Capítulo 2 (Impostos Reprimidos)
Boruto mais morto do que vivo, graças ao acidente com a mãe dele e a uma noite bem puxada, ouviu o grito da mãe chamando ele pra tomar café. Desceu as escadas do jeito que dava, enquanto o bom dia da mãe e o frio da manhã terminavam de acordá-lo. "Oi, Boru", disse Hinata como todas as manhãs, só que dessa vez o café já tava servido, e a irmã dele não estava. Boruto não conseguiu evitar prestar atenção nas pernas longas, brancas e delicadas da mãe, com aquele short que mal cobria metade da coxa. O moleque ficou besta por um momento olhando as pernas da mãe enquanto ela ainda cumprimentava ele. "Boruto? Boruto, cê tá bem?", repetiu Hinata, meio estranhando. Boruto ficou paralisado por um instante, com um pouco de baba escorrendo da boca. Mesmo assim, Hinata não conseguiu evitar pensar como o filho dela era bonitinho recém-acordado. O garoto reagiu depois de alguns segundos, notando a voz doce da mãe, e com uma sensação estranha percorrendo o corpo dele, respondeu o mais rápido que pôde. "Oi, mãe. Cê dormiu bem?", perguntou sentando na frente da tigela de arroz que Hinata tinha servido pra ele. "Bem demais, Boru", disse Hinata enquanto se sentava do lado da mesa, ao lado do filho. "Amanheceu de bom humor, bom, acho que em parte porque não precisa ir pra academia", pensou Hinata, lembrando da rotina quase clichê do filho revirando os olhos enquanto olhava com raiva pra cadeira do pai, que marcava tanto as manhãs dele. Mas Hinata também notou que ele tava mais lerdo que o normal, então perguntou se ele tinha virado a noite, o que causou uma reação nervosa inesperada no filho, que fez ela achar muita graça, deixando escapar um sorriso. Já Boruto, mal sentou, colocou o olhar na camiseta lilás, de manga curta, que de vez em quando deixava ver a cintura fina e curvilínea da mãe, embora sem dúvida o que mais chamou a atenção e o pensamento dele foram os grandes peitos da mãe voluptuosa, que cada vez que ele olhava de relance, apertavam de uma forma sufocante sua bermuda, até que sua mãe perguntou se ele tinha perdido o sono, ao que Boruto não soube o que responder, e que fez com que quase se engasgasse com o arroz, lembrando como perdeu o sono na noite anterior. "Só fiquei jogando um pouco à noite", conseguiu articular Boruto depois de se acalmar um pouco e engolir bem o arroz, "além disso, mãe, a Himawari vem hoje?" perguntou Boruto, tentando retomar a voz relaxada e mudar de assunto. Hinata repentinamente levou a mão ao rosto angelical do filho, Boruto se assustou por um momento, mas sem se mexer muito, enquanto sua mãe acariciava sua bochecha com o polegar, aquele rosto lembrava um pouco o rosto do marido quando jovem, mas com um traço diferente que Hinata ainda não entendia. "Mãe? Mãe?" perguntou Boruto, bastante nervoso, mas ao mesmo tempo sem muita vontade de parar a mãe, "mãe, então a Himawari chega hoje?" perguntou Boruto meio envergonhado e nervoso, enquanto suas bochechas coravam e sua bermuda tremia. "Não, Boru, hoje estamos só nós dois", disse Hinata sem parar de acariciar a bochecha e o cabelo de Boruto, com um olhar tão terno que o garoto começou a se sentir muito mal pelos seus pensamentos com a mãe, o que em nenhum momento diminuiu sua ereção. Hinata subiu a mão para o cabelo do garoto, "Boruto, toma café rápido e depois vai tomar banho", disse Hinata enquanto se levantava da mesa e recolhia os pratos. Boruto assentiu, ainda se recriminando pelo doentio que sentia, por estar pensando na mãe daquela forma, o que se desvaneceu completamente da sua cabeça no momento em que Hinata se virou. Boruto pôde ver sua bunda redonda, carnuda e linda, bem marcada pelo shortinho que ela usava, era perfeita, cada nádega tão redonda como nunca viu na vida, não era grande demais nem pequena demais, tinha simplesmente o tamanho perfeito, tanta foi sua excitação, que o amigo dele não aguentou dentro da bermuda. "Já me enchi, mãe, vou tomar um banho", disse Boruto enquanto pulava da cadeira pra correr pro banheiro. "Não esquece a toalha igual ontem!" gritou Hinata enquanto ele entrava no banheiro. Boruto se pelou o mais rápido que pôde, e no quentinho do chuveiro se masturbou pensando na bunda gostosa da mãe dele, uma e outra vez, até que depois de cinquenta minutos, já relaxado e limpo, saiu do chuveiro e percebeu que também hoje não tinha toalha no banheiro, e ele não tinha trazido nenhuma. De repente, a porta do banheiro se abriu, com Hinata atrás dela segurando uma toalha. "Mãe!", disse Boruto, assustado. "Sabia, esqueceu a toalha de novo, né?", disse Hinata olhando direto pra Boruto e dando um suspiro. A cara de Boruto ficou vermelha que nem tomate, mas mais importante, ao ver a mãe de novo, o pau dele cresceu de repente. Hinata sorriu de leve, virando o rosto e entregando a toalha pra Boruto enquanto saía do banheiro. Embora Hinata tivesse refletido na noite anterior sobre os impulsos dela ao ver Boruto tão lindo de manhã, tocar o rostinho macio dele e o cabelo liso bagunçado, ela simplesmente não aguentou a vontade de ver ele pelado de novo. Tava tão excitada ao ver ele daquele jeito de novo, além de feliz pela "reação" do Boruto. Isso sim, como se tivesse acabado de correr uma maratona, apoiada na parede da cozinha, Hinata não conseguia controlar a respiração, e depois de meia hora conseguiu controlar a excitação, o que a levou a se recriminar de novo e mais severamente pela atitude dela. Nesse tempo, Boruto conseguiu se vestir e se aliviar mais uma vez. Daí a pouco saiu dizendo pra mãe que ia ver a irmã na casa da Sakura, mas a verdade é que a tia Hanabi tinha pedido pra ele se encontrar com ela pra ajudar a distrair a mãe enquanto armavam a festa na casa Uzumaki no dia seguinte. Além disso, Boruto pensou que assim esfriaria um pouco a cabeça. A parada é que Hanabi queria que Boruto levasse a mãe dele pra fazer compras. enquanto preparavam tudo, e Boruto queria bem o contrário, não queria que sua mãe percebesse seu probleminha, então decidiu ir buscar a irmã para ajudá-lo no dia seguinte. Himawari aceitou por uma boa quantia de sorvete, e voltou para casa com o irmão. Hinata já tinha preparado o jantar, e Sakura tinha avisado que Himawari tinha voltado com Boruto, então não houve problema para ninguém. Oi Boruto, Himawari, como foi com vocês? Cumprimentou Hinata enquanto os garotos entravam na casa Uzumaki. Himawari correu para os braços de Hinata, muito bem mamãe, dormir com a Sarada foi muito divertido, disse Himawari com o sorriso grande e inocente que sempre tinha. E você Boru? Se divertiu? Perguntou Hinata. Sim mamãe, me diverti, respondeu Boruto tentando não olhar diretamente para a mãe. No resto da noite combinaram de passear pela cidade no dia seguinte, enquanto jantavam, depois foram dormir. Por sua vez, Boruto ficou o resto da noite meio esquivo, já que deduziu que aqueles impulsos eram culpa da sua cabeça pervertida, então decidiu não ter muito contato com a mãe por um tempo enquanto conseguia controlar a cabeça. À noite, tanto o loiro quanto a mãe decidiram se controlar melhor daí em diante. No dia seguinte saíram por volta das oito da manhã, passaram pelos diferentes distritos comerciais. De manhã, dedicaram-se a passear mais pelos parques que Himawari queria. Depois, à tarde, após um vasto almoço na churrasqueira, bem caro, saíram para os diferentes festivais que rolavam na região por causa do Natal. As luzes começavam a acender e as barracas de comidas caseiras e exóticas abriam. Mamãe, ainda tem espaço para os festivais, né? Perguntou Boruto ansiosamente, e com um pouco de baba escorrendo da boca enquanto olhava uma barraca de Takoyaki. Hinata estava meio cheia depois de um almoço daqueles, mas nem de longe queria se render ao apetite voraz do filho. Haha, aquele almoço foi só um lanchinho, disse com um sorriso. Tom quase desafiador, enquanto isso, Himawari já tinha saído na frente e praticamente deixado eles zerados pra comprar até um copo d'água. O resto da tarde foi de barraca em barraca correndo atrás de Himawari pra ela não levar a família à falência. Maldita menina, será que o estômago dela tem fundo? pensou Boruto, chegando em casa exausto de tanto correr atrás da irmã. "Vamos passar em outro festival, irmãozinho, vai?" "NÃO!" responderam em uníssono Boruto e Hinata, realmente apavorados com o apetite de Himawari. "Mãe... você se divertiu?" perguntou Boruto meio tímido. Essa pergunta... "Que fofo você é", disse Hinata enquanto passava o braço pelo ombro do filho. "Claro que me diverti", continuou Hinata, dando um beijo na bochecha de Boruto. Aquele dia foi realmente divertido pra ela — esquecer um pouco da rotina e sair com os filhos foi libertador. Além disso, ela gostava que Boruto deixasse de lado um pouco aquela raiva toda do Naruto de vez em quando. Boruto, por outro lado, estava bem feliz com a reação da mãe. E mesmo que, quando ela beijou a bochecha dele, aquela sensação estranha que ele sentiu na manhã do dia anterior tivesse voltado, ele estava mais contente em ver Hinata feliz. E assim ele deixou passar que ainda ficava excitado com o contato com a mãe. Ao chegar em casa, Hinata percebeu que tinha alguém lá dentro. Então entrou com um pouco de cautela, sem alarmar os filhos. "Naruto? É você?" perguntou enquanto entrava devagar em casa. E de repente: "SURPRESA!" gritaram todos os amigos da família que estavam escondidos na casa. Hinata quase acertou a Hanabi com o susto, e todo mundo riu um instante depois. Todos parabenizaram Hinata pelo aniversário — desde Sakura até Tsunade, passando por Shizune e Konohamaru — enquanto curtiam os petiscos da festa. "Ah, então minhas pequenas gostosas conseguiram", disse Hanabi beliscando as bochechas de Boruto. "Tia, já não tenho dez anos", respondeu Boruto com aquele tom relaxado mas ao mesmo tempo meio irritado que era a cara dele. "Não. importa, você continua sendo meu sobrinho adolescente mais gostoso do mundo — disse Hanabi enquanto sorria debochada e continuava beliscando as bochechas dele. — Tia! — disse Boruto erguendo as mãos em direção aos peitos da tia. Hanabi pulou pra trás com uma cara de indignação falsa e provocadora. — Jeje, então você já cresceu até esse ponto, não se preocupa, meu lindo sobrinho, eu vou te trazer de volta — respondeu Hanabi zoando o garoto. Boruto manteve o olhar de irritação enquanto Hanabi enchia o saco dele como de costume, embora Boruto, há uns dois anos, tivesse descoberto um jeito de pelo menos salvar as bochechas dos dedos sádicos dela: tocando os peitos da tia, ela recuava por um tempo. O mais estranho é que ele nunca tinha se sentido tão esquisito fazendo isso como hoje. Quase que na hora, Boruto ficou meio vermelho, e mesmo mantendo a atitude, assim que Hanabi se descuidou, ela escapuliu pra onde estavam os amigos dela. — Será que é assim que se sente tocar os peitos da mamãe? — pensou ele enquanto brincava um pouco com Shikadai. — Porra, isso é errado — vociferou Boruto em voz alta. — Viu? Não consegue me vencer sem trapacear — disse Shikadai, deixando transparecer um pouco de orgulho. — Hã? Ah, sim, claro que consigo te vencer — disse Boruto, voltando a se concentrar no jogo, tentando esquecer um pouco a mãe. Já era meia-noite e todo mundo se reuniu na sala pra cortar o bolo da Hinata. Boruto ficou ao lado da mãe, desejando feliz aniversário. O loiro tinha estado tão ocupado que nem tinha lembrado do Naruto até aquele momento, quando não o viu. A raiva dentro dele começou a crescer de novo até que, de repente, a porta da entrada se abriu meio bruscamente. Naruto tinha chegado, acompanhado do Shikamaru, visivelmente ofegante. Himawari foi a primeira a pular nos braços dele. — Oi, papai — disse Himawari, abraçando Naruto com força. — Não te via há tempos, filha — disse Naruto, acariciando a cabeça dela. — Oi, Boruto, e feliz aniversário, Hinata — disse Naruto. Caminhando em direção ao bolo, ele deu um beijo na esposa e um abraço no filho. Boruto soltou um sorrisão quando viu o pai chegar em casa, a festa continuou depois de algumas fotos, Hinata também ficou toda feliz com a chegada do Naruto, em parte porque o Boruto ficou muito mais animado a partir dali, e em parte porque não via ele há duas semanas. No resto da noite, a dança e a alegria dominaram a casa dos Uzumaki. Na manhã seguinte, Boruto sentiu um toque no ombro e a voz da Hinata acordando ele: "Boruto, levanta do sofá, vamos, acorda!", disse Hinata com um pouco de pressa. "Mãe? O que foi? Que horas são?", respondeu Boruto meio confuso e ainda com sono. "Vamos, levanta, Boruto, tô arrumando essa bagunça, anda logo e me dá uma ajuda", falou Hinata com uma voz meio irritada. Boruto se levantou do sofá onde tinha dormido, a sala estava cheia de lixo, e tinha muita sujeira espalhada por todo lado. Himawari já estava acordada e ainda sonolenta, Boruto cumprimentou ela assim que a viu. "Oi, Himawari, já acordou?" "Ahhhhhh, sim, mamãe me acordou pra ajudar ela, não sei como ela consegue acordar tão cedo depois da hora que a gente foi dormir ontem", disse a garota entre bocejos. Boruto se levantou de vez e perguntou pra mãe o que ela queria que ele fizesse, bocejando e com muito sono. "Ahhhhhh, mãe... O que eu faço então?" Hinata estava varrendo, meio agressiva, com uma aura de irritação em volta, e mergulhada nos pensamentos dela, não prestou atenção no filho, o que fez o Boruto insistir preocupado. "Mãe... Mãe, cê tá bem? Mãe... MÃE!" "O QUÊ?!" Respondeu Hinata de forma agressiva, deixando o cômodo num silêncio constrangedor. Boruto sentiu uma mistura de vergonha e tristeza ao ver a mãe tão brava, já que ele imaginou que a festa era o motivo da raiva dela, porque normalmente o Natal era celebrado na casa do Hiashi, e a ideia de Fazer na casa dela como surpresa foi ideia do Boruto e da Hanabi, então, cabisbaixo e com os olhos cheios de lágrimas: "Desculpa, mãe, eu não queria te incomodar com a festa, me perdoa, por favor!" "O quê?! Não, Boru, você não me incomodou", respondeu Hinata, virando-se. Hinata, ao ver Boruto cabisbaixo e com a voz quase chorosa, se sentiu péssima por ter tratado ele daquele jeito. Então, pegou o queixo dele e levantou sua cabeça, o que só a fez se sentir pior ao ver seus olhos lacrimejantes. "Ah, desculpa, filho, você não fez nada de errado, é que hoje... digamos que acordei estressada... Mas não foi culpa sua, não, coração. A festa foi incrível." Hinata abraçou Boruto com os dois braços enquanto bagunçava o cabelo dele com a mão direita e, com a esquerda, acariciava suas costas. Além disso, ela não sabia que a ideia tinha sido do Boruto. "Boru, e você nem tinha me dito que a ideia foi sua. Que filho maravilhoso eu tenho", disse Hinata com a voz doce que a caracterizava. "Hehe... É... minha tia e eu pensamos nisso", disse Boruto, um pouco sobrecarregado pela mudança repentina da mãe. Mas ainda mais porque o rosto dele estava quase no meio dos peitos macios e enormes da mãe. Por um momento, ele conseguiu esfregar o rosto naquele par de tetas deliciosas e macias, inundadas por um aroma completamente novo e excitante que ele nunca tinha notado na mãe. Um cheiro que torceu cada parte do corpo dele, levando-o ao êxtase por alguns segundos, e que, sem dúvida, seu amigo da calça tinha notado claramente. Passados alguns segundos, Boruto percebeu o problema em que estava: seu pau crescia cada vez mais, e com certeza sua mãe notaria. O loiro tentou se soltar de Hinata, mas ela o segurou bem firme entre os braços. Hinata, ao notar a ereção do filho, enquanto acariciava o cabelo dele e sentia os músculos finos e definidos de suas costas, não conseguiu evitar ficar excitada e descer a mão lentamente até a bunda do filho. Ela sabia que era errado, muito errado, mas... mas jurou a si mesma que seria só dessa vez. vez. Boruto pelo menos tentou arquear o quadril pra evitar o contato, mas a mão da mãe dele descendo até a bunda fez ele arquear o quadril todo pro outro lado. Boruto apertou a cintura mais do que nunca contra a coxa da Hinata. "Que safado você é, Boru", disse Hinata sorrindo marotamente e com uma voz meio debochada, mas ao mesmo tempo doce e suave, momentos antes de soltar o garoto. Boruto tava pegando fogo de vergonha, o rosto dele tava vermelho e o demônio na calça prestes a explodir; como conseguiu, falou pra mãe que ia tomar banho. "Mã... mamãe... vou... tomar banho", disse Boruto antes de sair correndo que nem um louco pro banheiro. Himawari reclamou meio irritada. "Mamãe, espera, por que eu tenho que te ajudar e ele não? Fala pro meu irmão ajudar a gente também." "Calma, filha... se quiser, vai tomar banho no banheiro de cima, eu termino de arrumar aqui", disse Hinata enquanto continuava varrendo de costas pra Himawari. Himawari, sem reclamar de novo, foi correndo pro banheiro do segundo andar; tava ansiosa pra ver mais festivais e comida com a Sarada, talvez por isso não percebeu a voz agitada e nervosa da Hinata. Hinata sentiu as pernas tão fracas que desabou assim que Himawari subiu; não podia acreditar que só aquilo já tinha feito ela correr, e não podia acreditar que tinha feito de novo, como podia ver o próprio filho amado daquele jeito; se sentiu suja e miserável. Depois de se limpar um pouco, Hinata terminou de arrumar a bagunça que a festa deixou. Himawari saiu assim que se lavou, e Boruto demorou menos de uma hora e meia "se lavando"; enquanto isso, Hinata já tinha arrumado tudo. Boruto saiu pra se encontrar com Shikadai e Inojin. O loiro não conseguia tirar da cabeça as palavras da mãe; ele realmente achou que tava encrencado quando o pinto dele excitou, mas o que não esperava era que Hinata não só não ia dar bronca nele, mas ia falar que ele era safado daquele jeito; tava realmente confuso. Pensativo no parque que os três amigos frequentavam, Inojin viu Boruto imerso nos próprios pensamentos. — Oi, Boruto, no que você tá pensando? — perguntou Inojin, colocando o rosto na frente do Boruto. — Ahh, Inojin, não faz isso — disse Boruto, meio assustado. — Haha, é tão fácil perturbar vocês — falou Inojin, lembrando da mesma reação do Shikadai. — E então, o que você tá fazendo aí, entediado? — Ahh, nada importante. Cadê o Shikadai? — respondeu Boruto com um longo suspiro. — Fala pra mim, você parecia bem concentrado — replicou Inojin, ignorando a pergunta do Boruto. — Não é nada, Inojin. Vamos só jogar alguma coisa — disse Boruto, desanimado. — Ah, qual é, talvez eu até te ajude — falou Inojin, bem intrigado com a recusa do amigo. — É só que... É só que eu não entendo a mamãe — disse Boruto, um pouco mais irritado, chutando uma pedra no parque. — Mmmm, por que você não entende ela? — perguntou Inojin, ainda sem pista do assunto. — Bom, primeiro ela parecia brava por causa da festa de ontem, e aí ela me diz que não. Depois eu faço algo errado, e ela só ri. Ahh, sei lá... Ela tá toda estranha ultimamente — respondeu Boruto, pegando um punhado de pedras e andando em direção ao lago que cercava o parque. — Bom, talvez ela esteja tentando te dizer alguma coisa — disse Inojin, de repente. — Ehh? Não entendi — falou Boruto, estranhando o que o amigo disse. — Bom, às vezes a mamãe me diz coisas sem falar diretamente. Quando eu fiz oito anos, lembro que comecei a ver mais lixo no meu quarto do que de costume. Eu tirava e levava pra sala, como sempre fazia, mas à tarde estava lá de novo. Aí perguntei pro papai, e ele me disse que às vezes as mulheres não falam o que querem dizer, mas falam de outro jeito. Assim eu entendi que a mamãe queria que eu levasse o lixo pra rua — disse Inojin, com um certo orgulho no rosto. — Sério que a tia Ino encheu seu quarto de lixo por semanas em vez de pedir pra você levar pra rua? — perguntou Boruto, desconcertado. — Haha, sim. Papai também disse que às vezes as mães são complicadas demais, que ele às vezes se pergunta se devia ter casado com o Kiba ou o Choji... — Depois de dizer isso e se olharem, Tanto o Boruto quanto o Inojin caíram na risada com a ideia. "Haha, teu pai tem um humor danado", falou Boruto com o sorriso que o Inojin arrancou dele. "Haha, tomara que sim", respondeu Inojin com uma pontinha de insegurança na voz. "Mas é, talvez tu tenha razão, talvez a mamãe queira me dizer algo sem dizer, sei lá", falou Boruto, já sem tristeza na voz. "Bom, não sei se tua mãe é igual a minha, mas talvez se tu prestar mais atenção, tu entenda o que ela quer, ou talvez seja só aqueles dias do mês", disse Inojin, jogando uma das pedras que o Boruto tinha pegado no lago. "Hã? Que dias do mês?" perguntou Boruto de novo, todo confuso. "Ah, meu Deus, tu tem muito o que aprender", respondeu Inojin, com um tom safado e debochado. "Filho da puta, para de tirar sarro de mim", falou Boruto enquanto os dois se empurravam, brincando um com o outro.
Boruto voltou pra casa de noite, bem cansado de ter brincado com o amigo, mas bem mais alegre e de cabeça leve do que quando saiu de casa, só querendo um banho quente, comer e dormir. Hinata recebeu ele com uma bronquinha. "Boruto, olha a hora", disse Hinata ao ver o filho abrir o portão verde. "Desculpa, mãe, o tempo voou com o Inojin", respondeu Boruto, sorrindo meio sem graça. "É, claro, sempre voa o tempo", falou Hinata, ainda irritada, servindo um prato enorme de lamen pra Himawari. "Perdão, mãe, prometo não chegar tão tarde no resto das férias", respondeu Boruto, fazendo um gesto de desculpa com as mãos. "Tá bom, Boru, se limpa e vem comer", disse Hinata, apontando pro lamen servido na mesa. "Oi, irmãzinha, como foi com a Sarada?" perguntou Boruto enquanto lavava as mãos. Himawari já tinha começado a comer, então demorou um pouco pra responder, enquanto Boruto sentava na mesa com elas. "Foi bom, Boru, a tia Sakura me ofereceu um monte de coisas, então foi bem divertido", respondeu Himawari. "É, a Sakura me ligou preocupada com o estômago da Himawari, mas eu falei que ela tem estômago melhor que o Naruto, que não precisava se preocupar com nada. Hahaha, ela não pareceu muito feliz depois de ouvir isso", disse. Hinata deixando escapar um sorrisinho. "E o papai?" perguntou Boruto, na esperança de que ele tivesse vindo comer. Hinata suspirou e torceu o rosto numa careta de desânimo, enquanto mordia um pedaço do porco do lámen. "Bom... ele foi embora ontem umas cinco horas, disse que tinha um problema imenso pra resolver, mesmo que nem consiga dar conta disso." Disse Hinata torcendo a boca e franzindo as sobrancelhas, meio irritada. Boruto suspirou ao saber que nada tinha mudado de verdade, e depois de comer, disse pra mãe que ia tomar banho antes de dormir. Mas antes disso, Boruto passou no quarto dele e ficou um tempinho jogando no PC. Lá pelas dez da noite, Boruto foi tomar banho. Hinata tinha se deitado há pouco. Depois de se lavar, quando entrava no quarto, ele conseguiu ouvir os gemidos suaves da mãe. "Ohh, ahh, Deus, Boruto, ahhh..." O garoto ficou vermelho e, com uma pontinha de tesão, segurou a vontade de ver a mãe se masturbando e foi pra cama.
1 comentários - Superando o Naruto (Boruhina)