Minha mãe tava chupando o outro cara que tinha chegado enquanto o outro metia na buceta dela e a mulher que tinha chegado só ficava se tocando. Eu perdi a noção do tempo e quando ouvi minha tia e meu primo subindo as escadas, corri e me enfiei rápido no quarto mais perto. Nesse quarto tinha uma escada pro sótão. Subi bem devagar e lá dava pra ouvir tudo, mas não via nada, então fui procurando frestinhas pra espiar. Minha mãe entrou em casa com a calcinha fio dental na mão, ainda tava de sutiã. Começaram a conversar.
— Como foi, irmã? Curtiu os caras?
— Pois é, Jorge, deixei ele meter sem camisinha e olha, agora tô escorrendo o leite dele. O outro tinha uma rola bem pequena.
— Nossa, irmã, e se você engravidar? O que vai falar pro seu marido e pro seu filho?
— Olha, fácil: vou dar uma mentirinha e dizer que, como ele não me dava atenção, o filho dele me engravidou.
— Sério que você ia jogar a culpa no seu próprio filho?
— Ué, sim, pra ver se ele se anima. Porque não adianta, às vezes peço: "me dá teu pau", e o idiota sempre pergunta: "qual pau?"
— Tá maluca? Quer mesmo comer seu filho?
— Desde que vi você e seu filho transando, fiquei com vontade de fazer o mesmo com o meu. Mas... bom, ele sabe como me satisfazer.
— Opa, tão falando de mim?
— Sim, você sabe como me satisfazer.
— Então quer que eu meta?
— Não, olha, tô escorrendo de porra.
— Pô, por que deixa ele meter sem camisinha e eu não?
— Ih, olha, já deixou ele com ciúmes. Agora ele não vai mais querer te satisfazer.
— Ah não, bebê, você sabe que eu adoro sua rola, mas você é meu sobrinho.
— Tá bom, então vou lamber seus peitos.
— Mãe, vai ficar com ciúmes? Mãe precisa de mais uma gozada agora.
— Nossa, irmã, ainda tem energia?
— Quando a rola é boa, dá vontade de ter ela dentro o dia inteiro.
— Bom, irmã, vou tomar um banho e ir pra casa.
— Desculpa, mãe, mas meu pai me ligou agora pouco e disse que tem uma surpresa pra mim. Pediu pra eu encontrá-lo em... casa dela. —Ah. Todos foram embora, menos minha tia. Desci bem devagar e fui pra parte de trás pra sair. Ela colocou música e, pelada, começou a limpar e a dançar. Quando vi ela, fiquei excitado e meu pau subiu só de ver os peitos dela quicando. (Já tava quase saindo, mas voltei.) Fiquei do lado de fora batendo uma pensando nela, mas quando virei pra olhar de novo, ela tava parada bem na porta, me encarando. —O que cê tá fazendo? —Nada. —Hum... Que pena, tô precisando de um pau bom pra minha buceta, mas como não tem ninguém, vou ter que ir num vizinho. —NÃO. Eu posso. —Agora sim. Então olha, vou te dar uma escolha: sou eu ou sua mãe. Qual buceta você quer provar primeiro? —Hã... Não sei. —Não quero me meter entre minha irmã e você. Com certeza você ouviu tudo, e se ela não te falou, minha irmã quer transar com você, e não sei se vai ficar puta se você transar comigo antes dela. —Sem problema, eu preciso de alguém agora. —Uuu... Piyin, quer meter agora mesmo. Olha, por me escolher, vou deixar você me comer sem camisinha, meu filho. Eu e ele sempre usamos, então se sinta privilegiado, tá bem? —Ok. Minha tia me levou pra casa onde a gente fodia. —Sobe aqui, vou ser só sua agora. Subimos, ela começou a abrir as pernas, eu enfiei meu pau e começamos a meter. —HOOOOO! Meu Deus do céu, que coisa é essa? O seu também é grande, com certeza herdaram do seu avô. —O que o avô tem a ver com isso? —Que uff. TIRA E TE EXPLICO. —Pronto. —Quando éramos crianças, eu e sua mãe ouvíamos a cama rangendo a cada três dias, e no dia seguinte seus avós acordavam de bom humor. Na época a gente não entendia, até crescermos. E era isso. Agora enfia devagar. —Hum. —Uff, assim, sinto entrando aos poucos. Tinha esquecido a sensação de transar sem camisinha. HO! HO! HO! HO! NÃO AGUENTO MAIS, VOU GOZAR. —Tá bem? —Sim. Mas agora só goza dentro de mim, meu pequeno. Comecei a meter, ela continuava gemendo até que... Gozei dentro dela, ela só me apertou com as pernas e depois foi me soltando. — HA HA HA, cara, me deixou bem recheadinha, mas olha, já é muito tarde, sua mãe deve estar bem preocupada, é melhor você ir, eu vou limpar tudo isso. Acompanhei minha tia até o banheiro. Mas antes de eu ir, ela me abraçou de frente e me beijou. — Te vejo depois, não esquece dos meus buracos, eles vão estar te esperando, jijiji. Saí correndo pra minha casa, e quando cheguei na esquina, meu pai saiu bravo e minha mãe atrás dele de lingerie, ele entrou no carro e foi embora, eu corri pra dentro de casa e minha mãe estava no primeiro degrau com as pernas abertas.
— Como foi, irmã? Curtiu os caras?
— Pois é, Jorge, deixei ele meter sem camisinha e olha, agora tô escorrendo o leite dele. O outro tinha uma rola bem pequena.
— Nossa, irmã, e se você engravidar? O que vai falar pro seu marido e pro seu filho?
— Olha, fácil: vou dar uma mentirinha e dizer que, como ele não me dava atenção, o filho dele me engravidou.
— Sério que você ia jogar a culpa no seu próprio filho?
— Ué, sim, pra ver se ele se anima. Porque não adianta, às vezes peço: "me dá teu pau", e o idiota sempre pergunta: "qual pau?"
— Tá maluca? Quer mesmo comer seu filho?
— Desde que vi você e seu filho transando, fiquei com vontade de fazer o mesmo com o meu. Mas... bom, ele sabe como me satisfazer.
— Opa, tão falando de mim?
— Sim, você sabe como me satisfazer.
— Então quer que eu meta?
— Não, olha, tô escorrendo de porra.
— Pô, por que deixa ele meter sem camisinha e eu não?
— Ih, olha, já deixou ele com ciúmes. Agora ele não vai mais querer te satisfazer.
— Ah não, bebê, você sabe que eu adoro sua rola, mas você é meu sobrinho.
— Tá bom, então vou lamber seus peitos.
— Mãe, vai ficar com ciúmes? Mãe precisa de mais uma gozada agora.
— Nossa, irmã, ainda tem energia?
— Quando a rola é boa, dá vontade de ter ela dentro o dia inteiro.
— Bom, irmã, vou tomar um banho e ir pra casa.
— Desculpa, mãe, mas meu pai me ligou agora pouco e disse que tem uma surpresa pra mim. Pediu pra eu encontrá-lo em... casa dela. —Ah. Todos foram embora, menos minha tia. Desci bem devagar e fui pra parte de trás pra sair. Ela colocou música e, pelada, começou a limpar e a dançar. Quando vi ela, fiquei excitado e meu pau subiu só de ver os peitos dela quicando. (Já tava quase saindo, mas voltei.) Fiquei do lado de fora batendo uma pensando nela, mas quando virei pra olhar de novo, ela tava parada bem na porta, me encarando. —O que cê tá fazendo? —Nada. —Hum... Que pena, tô precisando de um pau bom pra minha buceta, mas como não tem ninguém, vou ter que ir num vizinho. —NÃO. Eu posso. —Agora sim. Então olha, vou te dar uma escolha: sou eu ou sua mãe. Qual buceta você quer provar primeiro? —Hã... Não sei. —Não quero me meter entre minha irmã e você. Com certeza você ouviu tudo, e se ela não te falou, minha irmã quer transar com você, e não sei se vai ficar puta se você transar comigo antes dela. —Sem problema, eu preciso de alguém agora. —Uuu... Piyin, quer meter agora mesmo. Olha, por me escolher, vou deixar você me comer sem camisinha, meu filho. Eu e ele sempre usamos, então se sinta privilegiado, tá bem? —Ok. Minha tia me levou pra casa onde a gente fodia. —Sobe aqui, vou ser só sua agora. Subimos, ela começou a abrir as pernas, eu enfiei meu pau e começamos a meter. —HOOOOO! Meu Deus do céu, que coisa é essa? O seu também é grande, com certeza herdaram do seu avô. —O que o avô tem a ver com isso? —Que uff. TIRA E TE EXPLICO. —Pronto. —Quando éramos crianças, eu e sua mãe ouvíamos a cama rangendo a cada três dias, e no dia seguinte seus avós acordavam de bom humor. Na época a gente não entendia, até crescermos. E era isso. Agora enfia devagar. —Hum. —Uff, assim, sinto entrando aos poucos. Tinha esquecido a sensação de transar sem camisinha. HO! HO! HO! HO! NÃO AGUENTO MAIS, VOU GOZAR. —Tá bem? —Sim. Mas agora só goza dentro de mim, meu pequeno. Comecei a meter, ela continuava gemendo até que... Gozei dentro dela, ela só me apertou com as pernas e depois foi me soltando. — HA HA HA, cara, me deixou bem recheadinha, mas olha, já é muito tarde, sua mãe deve estar bem preocupada, é melhor você ir, eu vou limpar tudo isso. Acompanhei minha tia até o banheiro. Mas antes de eu ir, ela me abraçou de frente e me beijou. — Te vejo depois, não esquece dos meus buracos, eles vão estar te esperando, jijiji. Saí correndo pra minha casa, e quando cheguei na esquina, meu pai saiu bravo e minha mãe atrás dele de lingerie, ele entrou no carro e foi embora, eu corri pra dentro de casa e minha mãe estava no primeiro degrau com as pernas abertas.
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