Fazia quase uma semana que eu não transava. Meu marido tinha viajado por uns dias. Eu já tava louca de vontade de ser possuída. Me masturbei, mas não foi suficiente. Continuava com uma vontade brutal de ter um homem dentro de mim. Na minha desesperação, entrei num chat, mas desanimei rápido, risco demais. Pensei em criar uma conta num site de namoro, mas preferi não dar esse passo. A sorte me acompanhou. Meu sogro me escreveu pra avisar que, no dia seguinte, estaria de passagem. Ele comentou meio que "no ar" pra ver se eu tava disponível. E sim, eu tava, com uma vontade selvagem de ter uma pica dentro de mim. Combinamos. Pra ter um tempinho a mais, marcamos num hotel. No dia seguinte, acordei. Tomei café. Fui pra academia. Sabendo que seria atendida, já tava relaxada. Depois de almoçar algo leve, tomei banho. Coloquei uma lingerie bem sexy, mas fácil de tirar. Uma saia rodada, uma blusa e pronto, sem muito arrumo. Peguei um táxi, mas fui até a esquina do hotel onde combinamos. Desci e caminhei até o hotel. Paguei o quarto de casal. Falei que o senhor XYZ chegaria pra me buscar e subi. Decidi esperar ele deitada e só de lingerie. Era pouco depois das 3 da tarde. O voo do meu sogro era depois das 7 da noite. Acabei dormindo um pouco. Exatamente às 4 da tarde, acordei. Era o horário que tinha combinado com meu sogro. Lavei o rosto e me deitei pra esperar. Os minutos passavam e nada. Chegou 4:30 e nada. Mandava mensagens no WhatsApp dele e nada, ele não lia. Comecei a ficar frustrada. Sabia que no máximo até as 6 da tarde ele tinha que ir pro aeroporto pra não perder o voo. Às 5 da tarde, tava furiosa. Ele nem lia minhas mensagens, muito menos respondia. Lá pelas 5:15, mandei uns áudios mandando ele pra puta que pariu. Tava indignada. Plantada. Tinha pago o hotel, tinha dado a cara. Até imaginar o recepcionista me vendo sair sozinha me irritava. Tudo me deixava louca. Pouco depois das 5:20, bateram na porta. Tava tão furiosa que abri pronta pra mandar meu sogro ir pra merda na cara dele. Quando abri, ele... Encontrei com outro senhor. Fiquei pasmada.
Com toda a cara de pau, ele entrou no quarto e disse pro amigo: “te apresento minha nora, é a puta que eu sempre falei”.
Começou a me despir e, antes que eu pudesse reagir, já tava com o pau de fora. Sentou no sofá que tinha no quarto. Me disse: “chupa”. Perdi a razão. Me ajoelhei no tapete do quarto e, obediente, comecei a chupar ele. Sem perceber, o amigo dele já tinha se despido. Ficou atrás de mim e, com as mãos, me posicionou como uma putinha. Continuei chupando o pau enorme do meu sogro, extasiada no tesão de estar ali com os dois. De repente, senti outro pau grande entrando na minha buceta molhada.
Tive um orgasmo, como quase sempre, rápido demais. Meu sogro destacou na hora: “viu, te falei, ela é muito puta”. Continuei chupando e continuei aproveitando o amigo do meu sogro dentro da minha buceta.
Depois, decidiram trocar. O amigo sentou no sofá. Continuei na posição de puta. O pau dele tinha todo o gosto da minha buceta e da minha gozada. Comecei a lamber enquanto meu sogro babava meu cu. Enquanto fazia isso, dizia pro amigo: “com que cu gostoso meu filho se casou”. Ouvir ele falar isso me deixou ainda mais puta. Assim de quatro, me curvei o máximo que pude. Meu sogro continuou: “tá vendo, tá vendo como ela é puta?” e, numa só enfiada, meteu o pau enorme dele no meu cu.
Me senti morrer. Tive outro orgasmo quase instantâneo. Tremia toda. Meu sogro soltou todos os insultos do repertório dele. Puta, puta, mas que corno manso é meu filho. Eu ali, submissa e obediente, com os dois velhos me aproveitando.
O amigo do meu sogro gozou na minha boca. Segurou minha cabeça pra que só me restasse tomar o leite dele. Não precisava, eu ia fazer igual. Meu sogro chegou uns dois minutos depois.
Subi na cama. Eles se arrumaram. Continuaram falando dos negócios deles. Eu era invisível. Ao sair, se despediram e meu sogro repetiu: “viu como ela é puta?”
Com toda a cara de pau, ele entrou no quarto e disse pro amigo: “te apresento minha nora, é a puta que eu sempre falei”.
Começou a me despir e, antes que eu pudesse reagir, já tava com o pau de fora. Sentou no sofá que tinha no quarto. Me disse: “chupa”. Perdi a razão. Me ajoelhei no tapete do quarto e, obediente, comecei a chupar ele. Sem perceber, o amigo dele já tinha se despido. Ficou atrás de mim e, com as mãos, me posicionou como uma putinha. Continuei chupando o pau enorme do meu sogro, extasiada no tesão de estar ali com os dois. De repente, senti outro pau grande entrando na minha buceta molhada.
Tive um orgasmo, como quase sempre, rápido demais. Meu sogro destacou na hora: “viu, te falei, ela é muito puta”. Continuei chupando e continuei aproveitando o amigo do meu sogro dentro da minha buceta.
Depois, decidiram trocar. O amigo sentou no sofá. Continuei na posição de puta. O pau dele tinha todo o gosto da minha buceta e da minha gozada. Comecei a lamber enquanto meu sogro babava meu cu. Enquanto fazia isso, dizia pro amigo: “com que cu gostoso meu filho se casou”. Ouvir ele falar isso me deixou ainda mais puta. Assim de quatro, me curvei o máximo que pude. Meu sogro continuou: “tá vendo, tá vendo como ela é puta?” e, numa só enfiada, meteu o pau enorme dele no meu cu.
Me senti morrer. Tive outro orgasmo quase instantâneo. Tremia toda. Meu sogro soltou todos os insultos do repertório dele. Puta, puta, mas que corno manso é meu filho. Eu ali, submissa e obediente, com os dois velhos me aproveitando.
O amigo do meu sogro gozou na minha boca. Segurou minha cabeça pra que só me restasse tomar o leite dele. Não precisava, eu ia fazer igual. Meu sogro chegou uns dois minutos depois.
Subi na cama. Eles se arrumaram. Continuaram falando dos negócios deles. Eu era invisível. Ao sair, se despediram e meu sogro repetiu: “viu como ela é puta?”
4 comentários - Fodida pelo sogrão e um amigo